sábado, 30 de setembro de 2023

O CRISTÃO E A VERDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-cristao-e-a-verdade/

O CRISTÃO E A VERDADE

Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo Naquele que é a cabeça, Cristo. Efésios 4:15


Ao passo que as Escrituras contêm a teoria da verdade, Jesus veio demonstrar na prática a espécie de vida que Deus esperava que vivêssemos. Logo depois de Se apresentar como a “verdade” (Jo 14:6), Jesus chamou os discípulos a um compromisso: “Se vocês Me amam, guardarão os Meus mandamentos”; e, “se alguém Me ama, guardará a Minha palavra” (Jo 14:15, 23). Você não pode obedecer à Palavra de Deus e guardar Seus mandamentos apenas mentalmente, apenas crendo e concordando ou apenas falando. Você precisa demonstrar isso em sua conduta. “Quem diz que permanece Nele, esse deve também andar assim como Ele andou” (1Jo 2:6). Como disse Ralph Waldo Emerson: “A maior homenagem que podemos prestar à verdade é usá-la.”

O cristão é alguém que deve estar completamente identificado com a verdade. Em sua condição de filho de Deus, ele foi gerado pela Palavra da verdade (Tg 1:18). Ele tem fé na verdade (2Ts 2:13), ama a verdade (Zc 8:19), apega-se à verdade (Hb 2:1) e anda na verdade (3Jo 4). Verdadeiras são suas ações (Ef 4:15-32), bem como suas palavras (Zc 8:16; Ef 4:25).

Verdadeiros também são seus motivos. Em Seus ensinos, Jesus destacou a importância da motivação correta. Citou o exemplo dos hipócritas que faziam coisas boas – oravam, jejuavam e davam esmolas –, mas com a intenção espúria de ser vistos pelas pessoas, e não para glorificar a Deus ou abençoar os necessitados. Jesus ensinou que fazer o que é certo com o motivo errado não é correto (Mt 6:1-18).

Há pessoas que procuram seguir a verdade, mas não amam (Ap 2:2-4). Também há aqueles que aparentam amar, mas não seguem a verdade. O texto para nossa reflexão declara que, se seguirmos a verdade e o fizermos em amor, cresceremos em tudo o que Deus planejou para nós.

Deus deseja que nos alegremos com a verdade (1Co 13:13), orando para sermos sempre guiados por ela (Sl 25:5). A verdade nos servirá de “escudo” (Sl 91:4) e nos capacitará a permanecer firmes em nossa luta contra o mal (Ef 6:14). Hoje, aguardando receber muitas e preciosas bênçãos de Deus, sigamos a verdade em amor.

https://youtu.be/APMuDTWVjn0

Salmos 147 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 147

Comentário: Pr. Heber Toth Armí

SALMO 147 – A bondade de Deus para com a Sua criação deve motivar-nos a um compromisso de adoração com o Criador e Salvador do mundo.

O povo de Deus tem sérios motivos para render constantes louvores ao Senhor:

• Deus forma um povo a partir de uma humanidade deformada pelo pecado: Ele reconstrói a Sua igreja, liberta os escravizados, os protege e promove a paz no mundo, provê alimentos, e, fornece Suas santas e sagradas Leis, as quais são resultados de Sua imensurável graça (Salmo 147:2, 13-14, 19-20).

• Deus age em nosso Planeta assim como Ele age no ambiente celestial: Em seu pleno poder sobre o Céu, Deus revela controle absoluto sobre cada uma das estrelas, planetas, cometas, e galáxias. Contudo, considerando a invasão de um sequestrador (Satanás) no mundo, precisamos pedir que a vontade divina seja feita na Terra, assim como é realizada no Céu (Salmo 147:4-5).

• Deus atua soberanamente em Sua criação: Por agir diretamente na natureza, Deus envia a chuva para manter verdes as pastagens a fim de alimentar aos animais. Ele age no clima, no tempo, a fim de que haja neve, geada e ventos, tudo para beneficiar Sua criação (Salmo 147:8-10, 15-18).

• Deus opera miraculosamente na vida dos aflitos que O buscam para a conversão: Os de coração ferido e angustiado que correm para Deus encontram curas para suas mazelas, restauração para sua situação, e perdão para suas culpas. Mas, os que fogem de Deus e correm para o pecado escolhem o desprezo dEle. Rejeição a Deus não tem solução, pois não existe solução real distante de Deus (Salmo 147:3, 6, 11).

Por tudo isso e muito mais, o povo de Deus tem razões suficientes para louvar e convidar outros a adorar ao Deus que, além de nos criar, nos proporciona condição não apenas para viver neste mundo, mas para nos preparar para a eternidade.

Portanto...

1. Vamos abrir a boca com todo entusiasmo para cantar louvores ao nosso grande Deus! (Salmo 147:1, 12);

2. Vamos usar a música da melhor qualidade, bem ensaiada e, bem selecionada para exaltar ao Deus que não merece nada menos que o melhor de nós! (Salmo 147:7).

Vamos cantar, adorar e convidar mais gente para se envolver com o Deus que nos ama incondicionalmente? – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 29 de setembro de 2023

DEUS É BENIGNO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

29 de setembro

DEUS É BENIGNO

Em Ti esperam os olhos de todos, e Tu, a seu tempo, lhes dás o alimento. Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente. Justo é o Senhor em todos os Seus caminhos, benigno em todas as Suas obras. Salmo 145:15-17, ARA

“Benignidade” é uma palavra quase sem uso nas falas e nos escritos da atualidade. A linguagem contemporânea equivalente é “amabilidade” ou “delicadeza”. A benignidade é mencionada junto à bondade (Gl 5:22). A semelhança entre elas é tamanha que alguns tradutores empregam a palavra “bondade” quando traduzem o que na língua original está como “benignidade”. Ambas são modalidades do amor, e a diferença parece consistir em que benignidade se refere à atitude ou disposição do coração, enquanto bondade é a exteriorização dessa atitude por meio de ações ou palavras. A benignidade é algo do coração e diz respeito ao sentir e ao ser, mas, para ser notada, precisa se manifestar. Isso acontece através da bondade, que é o fazer. Assim, é impossível compreender a benignidade sem relacioná-la com a bondade.A benignidade de Deus é Sua disposição favorável para com toda a criação. O salmista diz: “Cantem ao Senhor com ações de graças; ao som da harpa, cantem louvores ao nosso Deus, que cobre de nuvens o céu, prepara a chuva para a terra, faz brotar nos montes a erva e dá o alimento aos animais e aos filhos dos corvos, quando clamam” (Sl 147:7-9).

Quando Sua benignidade se manifesta a Seus filhos é para lhes comunicar vida e bênção. Em uma oração, Davi exclamou: “Como é grande a Tua bondade, que reservaste aos que Te temem, da qual usas, diante dos filhos dos homens, para com os que em Ti se refugiam!” (Sl 31:19). Isso foi exemplificado na vida de José. Depois de ele haver sido fiel a Deus, foi caluniado e preso; “o Senhor, porém, era com José, e lhe foi benigno […]. O Senhor era com ele, e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn 39:21, 23).

A benignidade de Deus alcança até “os ingratos e maus” (Lc 6:35), que vivem longe Dele. O Senhor busca trazê-los ao arrependimento a fim de que não recebam Sua ira no dia do juízo (Rm 2:4, 5).

Hoje, considere que Deus é benigno e bondoso para com você. Como filho Dele, você também pode ser assim em seus relacionamentos.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/deus-e-benigno/
https://youtube.com/watch?v=vZojnvl_YRE&si=aUPnavD6BJnoZAnH

Salmos 146 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 146
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 146 – As canções de Israel possuem conteúdo teológico sólido e profundo. Aprendemos sobre diversos temas espirituais práticos e filosóficos. Neste Salmo, por exemplo, sobressaem grandes verdades, como:

• Deus é Criador e Sustentador.
• Deus é fiel, confiável.
• Deus é libertador e salvador.
• Deus cuida dos vulneráveis, oprimidos e frágeis.
• Deus é a esperança dos justos.

Considerando este Salmo, Warren Wiersbe destaca que “os cinco últimos salmos são ‘salmos de Aleluia’, que voltam nossa atenção para o louvor ao Senhor. Este Salmo começa com um voto de louvor a Deus por toda a vida. O Salmo seguinte diz que é ‘bom e amável’ louvar ao Senhor, e o Salmo 148 lembra que, ao louvar a Deus, juntamo-nos a toda a criação, pois os Céus e a Terra O louvam. No Salmo 149, o povo de Deus é admoestado a adorar com alegria, e o último Salmo diz onde, por que e como ‘todo ser que respira’ deve louvar ao Senhor. Esses cinco Salmos são um curso rápido de adoração, e o povo de Deus deve dar ouvidos a sua mensagem. Os templos das igrejas estão se transformando em teatros religiosos, e os ‘cultos’ são cada vez mais parecidos com shows de entretenimento. O autor deste Salmo sabia que Deus não é apenas uma parte da vida, mas a própria essência da vida. Uma convicção que Paulo também possuía (Fp 1:21; Cl 3:4)”.

Uma vida é curta para louvar ao Deus extraordinário que Se importa com frágeis pecadores mortais (Salmo 146:7-8). Então precisamos aproveitar o tempo que temos para aprimorar e intensificar nosso louvor a Deus, pois na morte isso não será possível, nem mesmo para homens de renome (Salmo 146:3-5).

O Criador do Universo, que mantém Sua fidelidade, que defende a causa dos oprimidos, alimenta aos famintos, liberta aos presos, dá vista aos cegos, levanta aos abatidos, ama aos justos, protege o estrangeiro, sustém o órfão e a viúva, frustra os planos dos ímpios e reina para sempre (Salmo 146:6-10), merece nossa adoração!

Portanto, “...deixem-se encher pelo Espírito, falando entre vocês com Salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5:18-20). Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 28 de setembro de 2023

O VALOR DA BÍBLIA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

28 de setembro

O VALOR DA BÍBLIA

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o servo de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. 2 Timóteo 3:16, 17

Somos pecadores e estamos indo de mal a pior, rumo à morte eterna. Estamos perdidos e somos merecedores da condenação. É isso o que a Bíblia declara. Felizmente, ela não para aí. Do contrário, ficaríamos desesperados. Ela revela o amor de Deus e o plano que Ele elaborou para nos salvar (Jo 3:16). Sendo assim, você pode considerar a Bíblia um manual da salvação.

A Bíblia procede de Deus. Esse é o significado da declaração: “Toda a Escritura é inspirada por Deus.” Essa frase pode ser mais bem traduzida assim: “Toda a Escritura é soprada por Deus” ou “expirada por Deus”, indicando que toda a Escritura foi trazida à existência pelo sopro divino. Assim, a Escritura se originou na mente de Deus e foi comunicada pelo sopro de Deus, ou pelo Seu Espírito. Ela é, no verdadeiro sentido do termo, “a Palavra de Deus”, porque Deus a falou. É como os profetas costumavam dizer: “A boca do Senhor o disse” (Is 1:20; Mq 4:4). Em resumo, a origem da Escritura está em Deus. Por isso, ela é plenamente confiável.

A Bíblia é muito útil. Em um mundo pós-moderno e relativista, você precisa ter um padrão que defina o que é certo e o que é errado. Esse padrão é a Bíblia. Ela ensina aquilo que é aprovado e abençoado por Deus, mas também nos repreende, apontando nossos erros e declarando aquilo que em nossa vida desagrada a Deus e nos afasta do caminho da vida e da felicidade. Ela nos corrige. Quando seus ensinos são observados, eles nos reconduzem ao caminho certo. Ela ainda é útil para a educação na justiça, para nos manter na vereda justa.

Além disso, ela nos capacita para o serviço. Por seu intermédio nos tornamos perfeitos – não no sentido de estarmos isentos de pecado, mas de estarmos adequados para o uso que Deus quer fazer de nós. Desse modo, somos perfeitamente habilitados para toda boa obra. Em resumo, a Bíblia nos capacita a viver de modo agradável a Deus e a realizar Sua obra. Mas, para que tudo isso seja verdade em sua vida, você precisa estudá-la. Hoje é o dia para fazer isso. Deus abençoe você! 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-valor-da-biblia/
https://youtu.be/tyJtg5im3Eo

Salmos 145 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 145
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 145 – Os Salmos eram o Hinário do povo de Deus no passado, contendo grandes e preciosas verdades inspiradas em forma de poesia. Suas mensagens revelam princípios maravilhosos para serem aplicadas em nosso viver “para que nosso coração alcance sabedoria” (Salmo 90:12).

Os Salmos fazem parte da porção bíblica chamada de livros sapienciais – ou seja, de sabedoria; pois, eles contêm ricas coleções de poemas, hinos e cânticos que exploram questões espirituais, morais e filosóficas que elevam a alma do pecador que tornou-se servo e adorador do Soberano Senhor. Embora os Salmos não se encaixem perfeitamente na categoria de “sabedoria” da mesma forma que os livros de Jó, Provérbios e Eclesiastes, eles são corretamente considerados sapienciais devido a sua natureza contemplativa e à sabedoria espiritual e prática que transmitem.

Observe atentamente alguns versos dos poemas e hinos inspirados:

• “A lei do Senhor é perfeita e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança e tornam sábios os inexperientes” (Salmo 19:7).
• “A boda do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça. Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso” (Salmo 37:30-31).
• “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso” (Salmo 111:10).

Baseado nisso, a sapiência está subjacente às palavras do Salmo 145, pois as ações e atributos de Deus estão, de certa forma, atreladas à busca da sabedoria espiritualmente prática (Provérbios 1:7; 9:10).

Os versículos iniciais do Salmo 145 tratam da grandeza de Deus, que é uma manifestação de Sua sabedoria e poder infinitos compartilhados conosco.

Saber dos feitos de Deus e torná-los conhecidos através do testemunho é uma forma prática de sabedoria, ou pode referir-se a compartilhar a sabedoria divina com aqueles que andam desprovidos desse nível elevado de sabedoria (Salmo 145:4-7).

Conhecer a Deus, discernir Seu verdadeiro caráter gracioso, misericordioso e compassivo, e perceber Sua benevolência são formas de sabedoria usadas para reconhecer a sabedoria divina agindo na esfera humana (Salmo 145:8-21).

Portanto, além de usar os salmos para louvar ao Senhor (Efésios 5:19-20; Colossenses 3:16) eles nos elevam para junto de Deus a fim de vivermos a sabedoria provida por Ele nesses textos inspirados.

Praticando seus princípios sapienciais, vivamos reavivando-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

ÚNICO SUBSTITUTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

27 de setembro

ÚNICO SUBSTITUTO

O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23

Como a punição para a transgressão da lei é a morte (Rm 6:23), o pecado nunca pode ser tratado sem ser relacionado à morte. Havendo pecado, deve haver morte. Deus é justo. Ele não pode simplesmente fechar os olhos ao pecado e dar uma desculpa. Ele quer perdoar, quer manifestar misericórdia, mas Deus nunca concede Sua misericórdia independentemente de Sua imutável justiça. Ao mesmo tempo que quer dizer “sim” ao pecador, precisa dizer “não” ao pecado. Embora esteja a favor da humanidade, Deus está contra o pecado. O pecado torna a pessoa devedora à lei, culpada e merecedora da morte.
O que alguém deve à justiça, tem que pagar. O infrator deve pagar em sua própria pessoa ou na pessoa de um substituto que a justiça aceite. A palavra utilizada é “vicário” ou “vigário” e se refere a alguém que toma o lugar do outro, a fim de remir ou agir como um substituto. Mesmo entre os seres humanos, quando há uma obrigação entre duas pessoas, a lei permite que uma terceira pague o débito, contanto que não haja nenhuma injustiça.

O substituto para a humanidade necessita preencher algumas condições: deve ser isento de pecado, precisa pertencer à humanidade, para representá-la, e ser divino, ou seja, estar à altura da lei transgredida. Obviamente, nenhum ser humano pode atuar como vigário de outro, porque todos pecaram. Um anjo também não pode ser substituto do ser humano, porque não é humano nem divino. Na verdade, em todo o Universo só há uma pessoa que preenche essa tríplice condição: Cristo. Ele, que sempre foi divino (Jo 1:1-3), tornou-Se homem (Jo 1:14) e nunca pecou (Hb 4:15; 1Jo 3:5), a fim de que Se qualificasse para preencher essas condições e morresse “pelos nossos pecados, segundo as Escrituras” (1Co 15:3).

Cristo morreu por nós (1Ts 5:10; Rm 5:8; 8:32). Sua morte foi vicária. Foi uma substituição penal, porque Ele morreu em nosso lugar, cumprindo a pena do pecado. Ele assumiu nosso lugar e nos representou, recebendo o castigo que merecíamos, de modo a nos libertar dessa experiência. Aleluia! Louvemos a Deus, hoje e sempre.


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https://youtu.be/TsUAvqpuZ9g

Salmos 144 Comentário:

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 144
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 144 – Os grandes sofrimentos transformados em grandes livramentos resultam em louvor e adoração ao grande Deus que opera em nosso favor.

Consideremos o Salmo 144, o qual revela fantásticas verdades que merecem nossa total atenção:

1. Há um Deus todo-poderoso que é amoroso e age piedosamente a favor de nós (vs. 1-4)
2. Há um Deus grandioso que nos liberta e nos torna vitoriosos, independentemente da ocasião (vs. 5-11).
3. Há um Deus compassivo que nos atente prodigamente (vs. 12-15).

Deus, mesmo sendo Soberano do Universo, Se importa com este minúsculo Planeta em que seus moradores são efêmeros, frágeis, falhos, pecadores, transgressores de Sua Lei e mortais. Ou seja, seres insignificantes são considerados pelo Senhor do Universo. Já refletiu sobre isso?

Deus, mesmo sendo transcendente, Se faz imanente para alcançar o impenitente ser humano carente de restauração e salvação. Para alcançar este propósito não poupou ao próprio Filho; pelo contrário, Ele O “entregou por nós, como não nos dará com Ele, e de graça, todas as coisas?” (Romanos 8:32) – Impressionante!

“Porque Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Tal entrega movida por um amor incrível convida-nos a celebrar louvores a esse Deus extraordinário, indescritível e imensurável – você concorda?

Se antes do sacrifício de Cristo havia motivos de sobra para louvar a Deus com hinos, poesias e salmos, quanto mais após a vitória de Cristo sobre a morte! Por isso, o teólogo apóstolo Paulo foi categórico ao afirmar: “Sejam agradecidos. Habite ricamente em vocês a Palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda sabedoria e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dEle graças a Deus Pai” (Colossenses 3:15-17).

As pessoas que, submissa e voluntariamente, servem a Deus de coração são diferenciadas! Deus age e opera em favor delas (Salmo 143:11-14)! Isso se aplica a indivíduos, famílias, igrejas e, inclusive nações. Reflita atentamente na conclusão do Salmo:

Como é feliz o povo assim abençoado!
Como é feliz o povo cujo Deus é o Senhor!

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 26 de setembro de 2023

TRIBUNAL DE CRISTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de setembro

TRIBUNAL DE CRISTO

É necessário que todos nós compareçamos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo. 2 Coríntios 5:10

Deus nos ama e procura pôr um fim na maldade, no pecado e em todas as suas consequências. Todo o Céu está empenhado para que voltem a imperar a justiça e o amor. Nesse processo, é necessária uma obra de juízo que evidencie quem são aqueles que se colocaram ao lado de Deus e os que rejeitaram Sua graça e se apegaram ao mal. Ficará evidente a justiça de Deus em recompensar uns e em punir outros. Por isso, o julgamento divino é mencionado repetidamente em Sua Palavra.
Esse julgamento abrangerá toda a humanidade (Rm 14:10), o que inclui os vivos e os mortos (1Pe 4:5). Mesmo aqueles que já foram castigados parcialmente, como é o caso dos habitantes de Sodoma, serão julgados (Mt 11:23, 24).

No Céu há registros fiéis a nosso respeito (Ap 20:12), de modo que o julgamento abrangerá todos os aspectos de nossa vida: as ações (Ec 12:14), as palavras (Mt 12:36, 37) e até os segredos (Rm 2:16). Tudo será comparado com a lei de Deus, a norma da justiça (Tg 2:8-13). Como Deus acompanhou tudo o que fizemos, dissemos e até leu as intenções de nosso coração, Seu veredito será absolutamente justo (Sl 9:7, 8).

O julgamento divino não segue o padrão do direito romano, americano ou brasileiro. Na verdade, é semelhante ao de Israel dos tempos bíblicos, quando o próprio advogado poderia ser o juiz. Por isso, Cristo é apresentado como Juiz (Jo 5:22, 27; Rm 2:16), mas também como Advogado (1Jo 2:1).

No dia do juízo, não será usada uma balança com dois pratos para pesar em um deles o mal que fizemos e, no outro, o bem que praticamos, de modo que o veredito seja dado com base no prato que pese mais. O que conta no tribunal de Cristo é se O aceitamos como nosso Substituto, que pagou toda a nossa dívida, ou desprezamos Sua graça. No fim, para quem O rejeitou, todos os pecados permanecem registrados, aguardando a devida punição. Para quem está em Cristo, todos os pecados são perdoados e apagados. O apóstolo Paulo assegurou: “Não existe nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1). Hoje, aceite a Cristo e abandone o pecado. 


https://mais.cpb.com.br/meditacao/tribunal-de-cristo/
https://youtube.com/watch?v=1d4i7jQWq5s&si=oUQAHoFqwrzG6rQ2

Salmos 143 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 143
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 143 – Inspirado por Deus, homens santos podem exprimir testemunhos de suas profundas experiências referentes ao esgotamento humano; porém, diferentemente das pessoas alheias a Deus, o piedoso sofredor extrai princípios teológicos da sua dor; aproxima-se de Deus, aprende e compartilha lições práticas de vida que guia o leitor em seus momentos críticos e desafiadores.

Davi, ao escrever o Salmo 143 ensina-nos sobre a importância de reconhecer nossa própria fraqueza. Pois, isso nos ajudará a confiar na graça divina, buscar orientação espiritual, encontrar refúgio em Deus e a praticar louvor e gratidão como elementos-chave para superar o esgotamento e desfrutar de restauração – apesar da situação!

De forma extraordinária, o Salmo 143 aborda didaticamente o tema do esgotamento físico, emocional e inclusive o espiritual. Seu conteúdo é uma joia preciosa nos Salmos. É uma poesia divinamente inspirada que revela a luta interior do salmista e oferece magníficas lições espirituais que iluminam nossa própria jornada de esgotamento.

1. Em um mundo que frequentemente demonstra valorizar a independência e a autossuficiência, admitir nossa vulnerabilidade é um poderoso princípio de vida (Salmo 143:1).

2. Ao enfrentar esgotamento, é fácil cair no desespero; porém, devemos recordar que Deus é um Juiz justo e também compassivo, podemos confiar em Sua graça para obtermos esperança (Salmo 143:2-6).

• O verso 2 revela que, quanto mais próximos de Deus estivermos, mais reconheceremos nossas mazelas, falhas e pecados. Salmo 130:3 corrobora esta verdade: “Se Tu, Soberano Senhor, registrasse os pecados, quem escaparia?”.

• Ellen White compactua desse princípio. Ela escreveu: “Quanto mais perto de Jesus você chegar, tanto mais cheio de faltas você se sentirá. Porque sua visão será mais clara e suas imperfeições poderão ser vistas em amplo e vivo contraste com Sua natureza perfeita”.

• Porém, Sua graça liberta-nos da desgraça!

3. Quando nos vemos atolados nos pântanos da vida, buscar restauração espiritual e renovação é essencial; o que é possível recorrendo à benignidade de Deus, meditando em Sua Palavra e, conhecendo através o caminho a seguir dela (Salmo 143:7-10).

4. Quando estamos esgotados, desfalecidos e desanimados e vamos a Deus, Ele nos fortalece, revigora e restaura. Podemos utilizar a oração, a suplica, o louvor e a adoração para experimentar um reavivamento espiritual em meio às situações críticas (Salmo 143:11-12).

Aproximemo-nos de Deus e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 25 de setembro de 2023

TEMPO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de setembro

TEMPO

O coração do sábio conhece o tempo e o modo certo de agir. Porque há um tempo e um modo para todo propósito. Eclesiastes 8:5, 6


Devido aos muitos avanços tecnológicos, temos uma variedade de máquinas e equipamentos sofisticados que realizam com agilidade diversas atividades que antes requeriam muito tempo e grande esforço. Apesar disso, temos a sensação de que o tempo parece correr cada vez mais rápido. Parece que temos cada vez menos tempo para realizar aquilo que julgamos importante.

Em relação ao tempo, há um fator de ordem subjetiva e psicológica. Se um adulto de 50 anos tiver que esperar mais um ano para conseguir comprar o carro de seus sonhos, não lhe parecerá um período muito longo. Mas, se uma criança de 5 anos tiver que esperar um ano todo para ganhar uma bicicleta, parecerá a ela quase uma eternidade. Uma vez que o ano tem a mesma duração nos dois casos, por que a percepção de tempo parece tão diferente? Do ponto de vista de quem tem 50 anos, um ano equivale a apenas 2% de sua vida. Porém, para a criança de apenas 5 anos, um ano representa 20% de sua existência. Assim, costumamos relacionar nossas perspectivas de tempo futuro com o período já vivido.

É um fato que o sucesso de qualquer pessoa, em qualquer carreira que escolha, depende, em grande medida, da maneira como ocupa seu tempo. A despeito das circunstâncias desfavoráveis, se um indivíduo ocupar bem seu tempo disponível, evitando a ociosidade e se dedicando a ler, estudar e se aprimorar na atividade que escolheu, conseguirá, a longo prazo, fabulosos resultados.

Salomão afirmou que “tudo tem o seu tempo determinado” (Ec 3:1). Se tentarmos fazer algumas coisas antes do momento apropriado, não haverá bom resultado. É preciso esperar. Semelhantemente, há coisas que não podem ser feitas depois. Muitos adultos e idosos alimentam um arrependimento profundo porque deixaram passar oportunidades preciosas.

Hoje, Deus lhe concede mais um dia de vida. Peça-Lhe um coração sábio para conhecer o tempo e o modo de realizar suas atividades para que você possa fazer o bem para os outros, para você mesmo e, em tudo, honrar o Criador.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/tempo/
https://youtu.be/dJLLDvj0734

Salmos 142 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 142
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 142 – Devido às injustiças, indiferenças, oposições, frustrações, abandonos e traumas geralmente nossos pensamentos tornam-se disfuncionais. Contudo, pensamentos negativos podem tornar-se orações a Deus expressando o estado emocional fraco e abatido.

O salmista vivencia emoções intensas de desespero, solidão e tristeza; mas, inspirado pelo Espírito Santo expõe suas palavras com maestria e destreza. Estas emoções expressas são resultados diretos de seus pensamentos pessimistas e da situação difícil em que se encontra sem a corrupção da interpretação humana, pois estas palavras foram divinamente inspiradas.

• O Espírito Santo ajuda-nos em nossas fraquezas; enquanto estamos neste mundo de opressão, sofrimento, dor e pecado Ele nos assiste e intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Romanos 8:26). Dito isso, podemos afirmar que no Salmo 142, ao clamar inspirado por Deus em alta voz e apresentar suas queixas, o salmista demonstra um comportamento de busca de auxílio emocional. No entanto, esse comportamento é saudável, pois procura a fonte certa de apoio para lidar com suas emoções em circunstâncias desafiadoras!

Davi reconhece Deus como seu refúgio e fonte de consolo (Salmo 142:5). Isto é muito mais que meras crenças religiosas e apego a doutrinas teóricas. Religião é um relacionamento com uma pessoa, um Ser sobrenatural, transcendente, mas que não deixa de ser imanente, que Se relaciona com os seres humanos.

• Diante desse Deus, quando se sabe quem Ele é, a pessoa reconhece a própria fragilidade, avalia objetivamente sua situação e trabalha com estratégias de enfrentamento através da oração (Salmo 142:7).

Ao fazermos uma autoanálise com o auxílio divino (Salmo 139:23-24) seremos auxiliados ao examinar as emoções e angústias que sentimos, fazendo-nos compreender a profundidade das emoções humanas sem hipocrisia, mecanismos de defesa e sem tentar maquiar nossas fraquezas. Isso enriquece nossa visão teológica ao destacar a autenticidade das nossas emoções através de nossas orações (Salmo 142:1-4).

Portanto:

• Avalie-se contando com ajuda divina.
• Apresente tuas preocupações a Deus.
• Reconheça Deus como teu refúgio.

Uma espiritualidade saudável oferece ferramentas terapêuticas que levam pessoas aflitas e sofredoras a restaurarem seu bem-estar emocional; desta forma, a correta espiritualidade serve como fator de proteção contra problemas de saúde mental (Salmo 142:6-7). Pois, nossa saúde é holística, envolve o equilíbrio nos aspectos físico, mental, emocional e espiritual.

Enfim, façamos da oração uma prática regular, e reavivemo-nos integralmente! – Heber Toth Armí.

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domingo, 24 de setembro de 2023

O SIGNIFICADO DA EXPIAÇÃO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA


24 de setembro
O SIGNIFICADO DA EXPIAÇÃO

Nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho. Romanos 5:10

Expiação é um ritual mediante o qual o pecado é coberto, afastado ou extinto, deixando de ser um entrave à comunhão entre o ser humano e Deus. Esse ritual ocorria por meio de sacrifícios feitos como reparação ou satisfação por uma injúria ou ofensa para que, pelo cumprimento da punição merecida, ocorresse a eliminação da culpa e o livramento do castigo. A intenção era retirar o pecado do pecador de modo que este fosse perdoado. Por isso, ao colocar a mão sobre a cabeça do animal (Lv 1:4), o pecador indicava que a vida da vítima inocente substituía a sua. Havia uma troca: pelo sacrifício, o pecador era feito puro e vivia livre daquele pecado, e o animal puro era tornado impuro e sofria a morte por causa do pecado que carregava (Lv 4:27-35; cf. 2Co 5:21; Rm 8:3; Gl 3:13; 4:4, 5).

Grande parte das religiões costuma adotar algum tipo de expiação. Porém, a noção bíblica de expiação é completamente diferente. Não são os pecadores que vão a Deus com uma oferta compensatória. É Deus quem vem à humanidade em autodoação para eliminar a separação entre Ele e a humanidade. O apóstolo Paulo afirma: “Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo” (2Co 5:19). Ele não espera passivamente ser reconciliado, mas toma a iniciativa em reconciliá-los (Gn 3:9; Rm 5:8; 2Co 5:18; 1Jo 4:10). A expiação é provida pela parte ofendida e oferece reconciliação e vida eterna, representando a mais elevada forma de misericórdia.

A expiação é do início ao fim uma obra do próprio Deus e tem origem em Seu amor e Sua justiça. Se, por um lado, a justiça exigiu a satisfação das exigências da lei, por outro, o amor encontrou um meio de livramento para o pecador. Como disse Paulo, o que Deus realizou foi “por Sua graça, […] para manifestar a Sua justiça” (Rm 3:24, 25). Por essa razão, a cruz, feita com a junção de duas traves de madeira, é um adequado símbolo da expiação. Ela representa a convergência desses dois atributos da natureza de Deus, o lugar em que Seu amor e Sua justiça se encontram.

Hoje, louve alegremente ao Senhor por Sua expiação que nos trouxe perdão e reconciliação. 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-significado-da-expiacao/

https://youtu.be/4OMktjq1YME

Salmos 141 Comentário:

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 141
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 141 – Pessoas más falam e agem para envenenar ou ferir o coração dos justos. Estão sempre depreciando alguém, sempre falam coisas detestáveis dos outros. O que elas ignoram é que o mal que os ímpios tramam sempre retornará a eles como uma tempestade implacável!

A sabedoria está em discernir o engano dos maus e resistir à tentação de seguir o caminho deles. O coração dos corruptos é como um abismo sem fundo, sedento por destruição e caos; mas, o coração arrependido fica sedento por discernimento, transformação e proteção de Deus. Falsidade é o alicerce dos pervertidos, mas a verdade é a rocha inabalável dos convertidos.

• Cientes de que os ímpios tecem teias de engano e que a verdade sempre as desfaz, o pecador arrependido anseia por livrar-se dessas teias ilusórias.
• Cientes de que os maus podem orgulhar-se por conseguir seus propósitos, mas serão derrubados pela mão da justiça divina, pecadores humilham-se e anseiam por restauração.
• Sabedores pela revelação divina que a maldade pode até tentar prevalecer, mas a bondade sempre prevalecerá no final, aqueles que foram maus desejarão ser diferentes, e por isso recorrerão a Deus em oração e súplicas.

Se o Salmo 140 é uma súplica por livramento dos fofoqueiros, caluniadores, perversos e maus, o Salmo 141 é uma súplica para Deus livrar o salmista de ser uma das pessoas com este perfil.

Leia o Salmo 141. Um esboço dele nos ajudará a entendê-lo melhor e aplicar suas lições em nossa vida:

• Súplica por auxílio divino com urgência (versos 1-2).
• Pedido de vigilância sobre a língua, pois humanamente é impossível dominar as palavras dos nossos lábios (verso 3).
• Pedido para Deus direcionar o coração para não envolver-se nas práticas dos perversos nem ser cúmplices de malandragens participando de seus banquetes (verso 4).
• Expressão de confiança na estratégia de Deus em colocar pessoas para alertar quanto ao perigo das práticas e envolvimento com os malfeitores – visando livramento da morte (versos 5-8).
• Súplica por Deus para ser um refúgio dos engodos e armadilhas daqueles que usam redes para destruir pessoas do bem (versos 9-10).

Quem dera nossa sociedade, igreja e família assimilassem esses ensinamentos diariamente! Quem dera você e eu colocasse em prática os princípios dos Salmos 140 e 141. Vamos batalhar por isso? – Heber Toth Armí.

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sábado, 23 de setembro de 2023

SELAMENTO DOS 144 MIL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

22 de setembro

 SELAMENTO DOS 144 MIL

Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo. [...] Então ouvi o número dos que foram marcados com selo. Eram cento e quarenta e quatro mil. Apocalipse 7:2, 4

Uma das marcas do Apocalipse é sua linguagem simbólica. Outra é o emprego de muitos contrastes. Um deles revela dois grupos que existirão no tempo do fim: os 144 mil, que permanecerão ao lado de Deus e receberão o Seu selo, e os demais, a grande maioria, que receberá outro sinal, a marca da besta.

No final do capítulo 6, encontramos uma descrição parcial do que ocorrerá por ocasião da segunda vinda de Cristo, quando Deus e Seu Filho manifestarão Sua justa ira e a natureza estará em comoção. Ao contemplar essas cenas, em visão, o profeta questiona: “Quem poderá subsistir?” (v. 17). A resposta é imediata e vem por meio da visão simbólica do capítulo 7. Ali, enquanto ventos, que representam as forças do mal, são impedidos pelos anjos de Deus de realizar todo o estrago de que são capazes, aparece outro anjo, cuja missão é colocar um selo – uma marca – naqueles que são fiéis. Quando isso ocorre, é dito que foram selados os 144 mil. Pouco depois, em nova visão, João contempla o mesmo grupo, completamente salvo no reino de Deus (Ap 14:1).

Você sabe que selo é esse? É semelhante aos selos usados na Palestina, geralmente em um anel. Pressionado contra uma superfície, deixava o nome do proprietário e o de seu pai estampados. No Apocalipse, o selo traz o nome de Jesus e do Pai (Ap 14:1). Com frequência, a Bíblia usa a palavra “nome” para se referir ao caráter. É o que acontece nessa passagem. Deus não colocará uma marca visível na testa de Seus filhos, mas imprimirá neles Seu caráter, de modo que se tornarão “coparticipantes da natureza divina” (2Pe 1:4). Desde sua conversão, desenvolveram um caráter cada vez mais semelhante ao de Jesus. Assim, no final da história humana, refletirão Sua imagem e estarão em harmonia com Sua lei (Ap 14:12). Esse selo marcará os que são propriedade exclusiva de Deus a fim de protegê-los dos juízos que virão sobre a Terra.

Hoje, sigamos o caminho da verdade, com a plena confiança de que Deus quer nos marcar como Sua propriedade e nos proteger em meio aos eventos finais.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-selamento-dos-144-mil/

Salmos 140 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 140
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 140 – Vivendo entre pessoas que são como víboras e lobos vorazes, precisamos recorrer a Deus em oração em busca de intervenção e proteção.

Pessoas arrogantes, perversas, cruéis, traiçoeiras, fofoqueiras e difamadoras, estão sempre ferindo alguém ou criando estratégias para destruir ao próximo. Não é raro pessoas fieis, honestas e amáveis serem alvos e vítimas destes agentes do mal. É nesse contexto que surge o Salmo 140, inspirado pelo Espírito Santo, escrito pelo piedoso rei Davi.

“Davi começa com uma súplica para ser livrado da calúnia de seus inimigos. O homem perverso o difama, e o homem violento trama planos horríveis contra ele. Só se satisfazem quando forjam contendas. Sua língua é afiada e sob os lábios, têm veneno mortal... Os ímpios são mestres na arte de enredar outros. Armam ciladas contra ele [Davi] e ocultam armadilhas em seu caminho para apanhá-lo. Estendem uma rede para apanhá-lo e preparam iscas e engodos para atraí-lo”, comenta William MacDonald. E, continua...

A partir do verso 9, “o salmista ora para que a situação se inverta e as tramas perversas dos ímpios se voltem contra eles. Que caiam sobre eles as brasas vivas e sejam lançados nas masmorras das quais nunca poderão escapar. Que o caluniador não se estabeleça na terra e que sobrevenham calamidades ao homem violento sem demora. O Salmo termina com confiança tranquila na justiça divina. Aconteça o que acontecer, Davi sabe que o bem prevalecerá e que o Senhor está do lado do oprimido e [...] do necessitado. Os justos sempre terão motivo para agradecer a Deus por Seu socorro. Os retos habitarão em Sua presença para sempre, uma realidade que fará todos os sofrimentos desta vida parecerem meras alfinetadas”.

Considerando isso, o Salmo 140...

• ...Alerta contra aqueles cujas palavras são venenos e o coração está em trevas, pois sua sombra obscurece a luz da bondade e da justiça.

• ...Revela que a língua venenosa dos maus é como fogo devorador que consome a paz e a bondade; se tais pessoas não querem ser devoradas pelo fogo do inferno, devem arrepender-se.

• ...Sugere que ao percebermos a maldade reinando, a justiça deve clamar por um defensor destemido, justo e poderoso!

A oração é a armadura dos justos contra as flechas das malícias dos perversos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

SELAMENTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

22 de setembro

SELAMENTO

Então ouvi o número dos que foram marcados com selo. Eram cento e quarenta e quatro mil. Apocalipse 7:4


Na Antiguidade, era comum o uso de selos. Eles eram parecidos com os carimbos atuais. Feitos geralmente de metal ou pedra, podiam ser encontrados na forma de um anel, com um desenho ou uma inscrição em relevo. Quando pressionados contra algo, deixavam sua marca. Também havia selos na forma de um carretel. Ao ser rolado sobre uma superfície mole, como a argila ou a argamassa, o selo formava um desenho de acordo com sua gravação.

O selo trazia o desenho ou a marca distintiva de seu proprietário. Os selos da Palestina eram redondos ou ovais, com a superfície dividida por uma linha dupla. Acima vinha o nome do proprietário. Abaixo estava o nome de seu pai. 

Um selo poderia ser usado com três finalidades. Primeiramente, era um sinal de autoridade. Quando o faraó escolheu José para ser governador, deu-lhe seu anel – que continha seu selo –, indicando que José agiria com autoridade em seu nome (Gn 41:41, 42). Um selo também era usado como sinal de propriedade. Sua marca sobre um objeto indicava o proprietário. Ainda hoje se faz um uso semelhante. Bibliotecas carimbam seus livros e fazendeiros marcam seu gado a ferro e fogo com o mesmo objetivo.

Um selo ainda podia ser empregado como um sinal de proteção. Ele protegia legalmente aquilo que o recebia, tornando-o inviolável. Foi com esse propósito que selaram tanto a cova dos leões, onde Daniel foi colocado (Dn 6:17), quanto o sepulcro de Jesus (Mt 27:65, 66). Também os livros e documentos na forma de rolo eram amarrados firmemente com um cordão que recebia um lacre de argila com uma marca. Esse selo protegia o documento de modo que, para abri-lo, era necessário partir o selo (Ap 5:1). Hoje, há empresas que protegem suas mercadorias com lacres e fitas adesivas que contêm seu logotipo.

O selo mencionado no Apocalipse marca os que são propriedade exclusiva de Deus a fim de protegê-los em meio aos eventos dos últimos dias. Ele será um claro indicativo da posição pessoal assumida no grande conflito entre o bem e o mal. Escolhamos hoje servir a Deus e receber Seu selo. 

https://youtu.be/FRgJm7j1rq4?si=R62VXLUBv1ugdFlO

Salmos 139 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 139
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 139 – Nem mesmo nos conhecemos bem e ousamos querer conhecer bem a Deus. Há muita ignorância em pessoas avessas à teologia que emitem suas opiniões sobre Deus!

Somente Deus sabe tudo (onisciência), pode tudo (onipotente) e está em todo lugar (onipresente). Tais características peculiares de Deus são benéficas. É sobre isso que este Salmo trata:

• Deus nos conhece profundamente: Ciente de quem somos, sabedor de tudo sobre nós, conhecendo inclusive nossos pensamentos, desejos e sentimentos mais íntimos, Deus conhece-nos melhor que nós mesmos nos conhecemos (Salmo 139:1-6). Embora não possamos esconder nada dEle, Ele nos ama apesar de quem somos – insignificantes, limitados, imperfeitos e ignorantes.

• Deus está sempre ao nosso lado: Não precisamos convidar a Deus para estar presente; não importa onde estejamos, Ele está sempre conosco – nunca estamos sozinhos; sabendo disso, pela fé podemos desfrutar da Sua augusta presença em nossa vida diariamente (Salmo 139:7-12).

• Deus nos criou de maneira extraordinária: Toda criação divina é maravilhosa, todavia de forma extraordinária, de maneira maravilhosa, somos obras incríveis de Suas mãos (Salmo 139:13-16). Por isso, a vida é valiosa, e somos preciosos aos olhos de Deus, independentemente de nossas virulentas imperfeições (Salmo 139:19-23).

• Deus tem planos para nossa existência: Nossos dias são registrados em livros divinos antes mesmo de existirmos. Os planos de Deus podem não acontecer por nossa negligência, rebeldia e desobediência; perdemos muita coisa boa por pensar que nossos planos são melhores que os dEle (Salmo 139:17-19). É bom saber que Ele já traçou um trajeto especial para nós, devemos depender dEle diariamente para desfrutar do propósito pelo qual Ele nos criou.

• Deus pode auxiliar-nos a enxergar o que não vemos em nós: Como o salmista, é sábio orar pedindo que Deus examine nosso coração e redirecioná-lo no caminho eterno (Salmo 139:23). Este autoexame requer humildade e disposição para ser corrigido conforme a orientação de Deus!

Quanto mais recorrermos a Deus mais Ele nos guiará e nos transformará. “Exponha-se ao sol, e sua pele bronzear-se-á; exponha-se ao amor de Deus, e uma autoimagem piedosa, cognitivamente moldada, e emocionalmente incumbida pelos dons de Seu amor, tornar-se-á, mais e mais, parte de você” (J. I. Packer).

Conhecer a Deus nos ajudará a conhecer a nós mesmos. E, essa prática nos reavivará! Dependeremos dEle hoje? – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2023

O SEGREDO DE ISRAEL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de setembro

O SEGREDO DE ISRAEL

Seja uma bênção! [...] Em você serão benditas todas as famílias da Terra. Gênesis 12:2, 3

Deus sempre almejou abençoar todas as nações da Terra. Mas Seu plano começaria com a escolha de uma nação, Israel, abençoada por Ele de modo especial. Essa nação se tornaria o veículo para abençoar todas as demais (Gn 12:3; 18:18; 22:18; 26:4; 28:14). Ao confiar unicamente em Deus e obedecer a Seus mandamentos, Israel prosperaria em todas as coisas, não apenas na vida espiritual. Seria uma vitrine para outros povos.

A localização geográfica da nação tinha esse objetivo. Deus os estabeleceu em Canaã porque o local era estratégico para o cumprimento de sua missão. Por ali passavam caravanas de comerciantes de muitos lugares e os exércitos das principais nações do mundo. Ao atravessarem a terra de Israel, os estrangeiros ficariam maravilhados com o que vissem e ouvissem. Eles se encarregariam de passar adiante seu novo conhecimento.

Ao terem notícias de Israel, os povos perguntariam: “Por que eles são diferentes de todas as nações? Por que são tão sábios, tão saudáveis? Por que suas chuvas são regulares, e eles têm farta colheita? Por que seus rebanhos são sadios e se multiplicam em abundância? Por que não há mortalidade infantil, e todos têm vida longa? Por que suas riquezas se multiplicam continuamente, e tudo quanto empreendem prospera?”

Inicialmente, por curiosidade e inveja, buscariam descobrir o segredo de tanto sucesso. Enviariam a Israel seus embaixadores. Então, o povo de Deus lhes mostraria todas as coisas e lhes contaria o segredo: “Adoramos ao único Deus verdadeiro, invisível, Criador dos céus e da terra, e guardamos Seus mandamentos. Se vocês servirem somente ao Senhor, terão as mesmas bênçãos que nós e a mesma prosperidade.” Desse modo, a mente deles seria encaminhada das coisas materiais para as espirituais (Dt 4:4-6).

Entretanto, Israel falhou. Por isso, apenas alguns estrangeiros foram atraídos. A Bíblia cita a rainha de Sabá, Naamã, os embaixadores da Babilônia e o oficial etíope. Hoje, o povo de Deus não está mais concentrado em um único lugar, mas espalhado pelo mundo. Nossa missão não é ficar e brilhar, como Israel, mas ir e proclamar. Estamos indo aos confins da Terra. Estamos mesmo?

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-segredo-de-israel/
https://youtu.be/SGEeivjcHNw

Salmos 138 Comentário:

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 138
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 138 – Louvar a Deus sem sinceridade é hipocrisia. Será uma ação superficial adorá-lO sem conhecer Quem de fato Ele é – Sua grandiosidade e supremacia. Aproximar-se dEle sem ter ciência de Sua intervenção, de que Ele responde nossas orações, implica numa religiosidade sem fé suficiente para agradá-lO (Hebreus 11:6).

• O louvor sincero, a adoração verdadeira e a aproximação correta perante Deus resultam num impacto social que alcança até mesmo pessoas em funções elevadas (Salmo 138:1-4).

• O louvor de todo coração, a exaltação da soberania de Deus e o reconhecimento de Sua intervenção em nossas orações, além de produzir testemunhos poderosos, público e impactante, também cria expectativa para o futuro – enchendo o coração do adorador de esperança na justiça e salvação diante da opressão (Salmo 138:5-8).

Há no Salmo 138 um aspecto intrigante. Considere a frase: “Diante dos deuses cantarei louvores a Ti”, então reflita nas seguintes perguntas:

• O que Davi quis dizer com isso?
• É possível que haja outros deuses?
• Isso implica que Deus é ciumento, exclusivista e intolerante?
• Qual a relevância desta premissa hoje?

Tais questões requerem respostas mais amplas que o espaço considerado aqui nesta reflexão; porém, alguns insights poderão incentivar-te a pesquisas mais profundas.

O Deus YHWH é “o grande Rei acima de todos os deuses” (Salmo 95:3). Por conseguinte, “que deus é poderoso como o nosso Deus?” (Salmo 77:13). Consequentemente, é imperativo que demos “graças ao Deus dos deuses” (Salmo 136:2). A partir daí compreendemos a reação de Davi: “Diante dos deuses cantarei louvores a Ti” (Salmo 138:1).

Quando adoradores procuram outros deuses, desperta ciúmes em YHWH (Salmo 78:58-64). Embora haja outros deuses, YHWH exige exclusividade para não Lhe sermos infiéis (Salmo 81:8-9). Ele preside uma assembleia divina, repreende e julga com justiça “no meio dos deuses” (Salmo 82:1). Ele é singular em relação “a todos os deuses” (Salmo 96:4-6); por isso, o salmista declara: “Prostrem-se diante dEle, todos os deuses” (Salmo 97:6-7). Contudo, qualquer outro deus não passa de ídolos inúteis feitos por humanos, são deuses falsos de materiais inanimados (Salmo 135:5, 15-18).

Davi desejava que até os grandes da Terra reconhecessem a grandeza do verdadeiro Deus (Salmo 138:2-7). Pois, adoração “de todo o coração” requer exclusividade ao Deus cujo “amor permanece para sempre” (Salmo 138:1, 8).

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 20 de setembro de 2023

PARECE, MAS NÃO É

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

20 de outubro

PARECE, MAS NÃO É

O profeta que tem um sonho conte-o como um simples sonho. Mas aquele em quem está a Minha palavra fale a Minha palavra com verdade. O que é que a palha tem a ver com o trigo? – diz o Senhor. Jeremias 23:28

Em 1891, Ellen G. White viajou para a Austrália, onde permaneceu por nove anos. Durante sua ausência nos Estados Unidos, Ana Phillips, uma jovem adventista, anunciou que havia recebido revelações de Deus. Ela escreveu suas visões e as enviou para os líderes da igreja. Alguns raciocinaram que havia certa lógica em Deus enviar uma nova profetiza, já que a irmã White estava distante.

Em uma manhã de sábado, em meados de abril de 1894, o pastor Alonzo T. Jones pregou no tabernáculo de Battle Creek. Durante uma hora, diante de milhares de pessoas, ele falou sobre o dom de profecia, comparando os escritos de Ana Phillips com os de Ellen White e afirmando sua crença de que Deus estava falando por meio daquela jovem. A igreja ficou dividida.

Na manhã seguinte, domingo, esse pastor foi até o correio que funcionava na editora e perguntou se havia alguma correspondência para ele. Entregaram-lhe um envelope que viera da Austrália, postado de lá fazia um mês. Era de Ellen White. Na carta, ela descrevia o que havia ocorrido no dia anterior, no tabernáculo, e comentava o sermão que ele fizera. Perguntava-lhe quem o havia autorizado a declarar que Ana Phillips era uma profetiza. Dizia que Ana Phillips não havia sido enviada por Deus.

Outro pastor estava por ali, e o pastor Alonzo lhe perguntou: “Você assistiu ao culto de ontem, no tabernáculo?” Ele respondeu que sim, e Alonzo lhe entregou a carta e pediu que a lesse. Depois, o pastor Alonzo lhe perguntou: “Quem foi que disse a Ellen White, um mês atrás, que eu iria pregar este sermão, se, naquela época, eu mesmo não sabia o que pregaria?” No sábado seguinte, o pastor Alonzo tornou a pregar no mesmo local e desfez o que havia dito no sábado anterior, contando sobre a carta que havia recebido.

Como resultado, Ana Phillips abandonou sua pretensão de ser profetiza. Posteriormente, ela foi obreira bíblica e permaneceu fiel até o final de sua vida. Nesse caso, uma simples carta, aceita como mensagem de Deus, evitou a confusão e fortaleceu a igreja. O que fez o pastor Alonzo se enganar sobre algo tão importante? Como podemos evitar esse erro? 
https://youtu.be/F5uQ9ztJcpM?si=WRMY2R1E5gxbIXTu

O SAMARITANO AGRADECIDO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

20 de setembro

O SAMARITANO AGRADECIDO

Um dos dez, vendo que estava curado, voltou dando glória a Deus em alta voz. Lucas 17:15


Há muitos tipos de lepra. Aquela que é destacada na Bíblia desfigurava o possuidor e era altamente contagiosa. Era terrível a condição de um leproso. No aspecto físico, a lepra ia cobrindo o corpo de escamas brancas. Com o tempo, partes do corpo podiam cair: um dedo, a ponta do nariz ou uma orelha. No aspecto espiritual, o leproso era considerado imundo, alguém atingido pela ira de Deus e merecedor de infortúnio por causa de algum pecado grave. No aspecto social, em Israel havia regras severas para evitar a propagação da doença. Assim que o indivíduo fosse constatado como leproso, era expulso da cidade. Como não havia cura, o leproso nunca mais poderia estar com sua família e amigos. Viveria o resto de seus dias sozinho ou em companhia de outros leprosos.

O evangelho conta que Jesus, certa vez, curou dez leprosos:

“De caminho para Jerusalém, Jesus passava pelo meio de Samaria e da Galileia. Ao entrar numa aldeia, saíram-Lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e gritaram:

– Jesus, Mestre, tenha compaixão de nós!

Ao vê-los, Jesus disse:

– Vão e apresentem-se aos sacerdotes.

Aconteceu que, indo eles, foram purificados. Um dos dez, vendo que estava curado, voltou dando glória a Deus em alta voz e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-Lhe. E este era samaritano” (Lc 17:11-16).

Que bênção aqueles homens receberam! A vida deles mudou completamente. Tinham o corpo saudável e a pele limpa. Eram considerados perdoados por Deus. Podiam regressar para a família, para a sociedade. Podiam fazer planos para o futuro e se empenhar por realizá-los. Mas, para um deles, havia algo prioritário. Precisava agradecer. Precisava reencontrar seu Benfeitor e dar glórias a Deus.

Precisamos agradecer a Deus, que nos concede constantemente todo tipo de bênçãos. Mas, também, precisamos agradecer às pessoas. Há alguém em sua vida que o abençoou e fez a diferença em sua trajetória? Você já lhe agradeceu? Faça isso hoje.

https://youtu.be/0XNXB78mtv8

Salmos 137 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 137

Comentário: Pr. Heber Toth Armí

SALMO 137 – Este Salmo não visa apresentar o perfil de Deus; ele revela o perfil do adorador que sofre aflições num mundo cruel, juntamente com as consequências de suas transgressões.

• O Salmo 137 foi escrito enquanto os judeus viviam aflitos no exílio babilônico após a destruição de Jerusalém e seu magnífico Templo. Ele reflete nos sentimentos de tristeza, nostalgia e desespero daqueles que foram arrancados de sua terra e levados para terras estrangeiras como consequência da desobediência. Mesmo assim, arruinados, destruídos e humilhados, os adoradores se lembraram de Deus. Não seria isso positivo?

• O Salmo 137 expressa de forma honesta e sincera os sentimentos de tristeza, saudade e angústia. Ele ajuda a organizarmos nossos sentimentos negativos, auxiliando-nos a reconhecer a realidade da dor do sofrimento humano quando mergulhado em adversidades e tomado por grandes dificuldades. O texto sagrado mostra que é aceitável expressar até nossos piores sentimentos e extravasar perante Deus através da oração. Não seria isso positivo?

• O Salmo 137 apresenta a importância da lembrança. Lembrar de Jerusalém ou recusar-se a esquecer de nossa origem, princípios e fé às vezes só acontece quando nossos atos nos levam à miséria. Há ocasiões em que até mesmo os cristãos se lembram de suas raízes espirituais e da importância de permanecer firmes na fé quando mergulhados na dor, experimentando a angústia e a aflição por terem abandonado a Deus e o caminho da fé. Não seria isso positivo?

• O Salmo 137 evidencia a dificuldade de louvar a Deus em situações desfavoráveis; apesar disso, a composição do Salmo, ainda que em tons bem pessimistas, depressivos, expressando raiva e ódio, etc. mostra que, mesmo com os sentimentos estando num caos, à flor da pele, é possível adorar a Deus. Obviamente, não será perfeito tal louvor; contudo, vindo de pecadores nunca será perfeito em lugar algum – então, o importante é louvar do jeito em que estamos. Não seria este um ensino positivo?

Os judeus no exílio, “enquanto penduravam suas harpas nos salgueiros, e lamentavam o santo templo em ruínas, a luz da verdade brilhava por meio deles, e difundia-se entre as nações o conhecimento de Deus”, observa Ellen White.

Portanto, mesmo sendo desafiador o cativeiro, teve vários aspectos positivos. Ainda rendeu um Salmo para lermos e estudarmos; portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 19 de setembro de 2023

SAMARITANOS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

19 de setembro

SAMARITANOS

Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto do homem e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, aproximando-se, fez curativos nos ferimentos dele, aplicando-lhes óleo e vinho. Depois, colocou aquele homem sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. Lucas 10:33, 34

Os assírios dominaram o mundo por cerca de 500 anos. Como parte do processo de domínio, para cada lugar conquistado eles traziam pessoas conquistadas em outros lugares. Por causa das diferenças na língua, na religião e nos costumes, os habitantes que se misturavam tinham dificuldade de se unir para tentar a independência. Foi isso o que ocorreu com Israel quando as dez tribos do norte foram conquistadas pelos assírios. Na invasão do território, eles mataram muitas pessoas, levaram outras para dispersá-las por todo o império e trouxeram pessoas de outras nações conquistadas e as instalaram no território de Israel. Com o passar do tempo, houve casamentos entre os israelitas que permaneceram na terra com pessoas de outras nacionalidades. Dessa miscigenação surgiram os samaritanos. Enquanto isso, os judeus, descendentes de Judá e Benjamin, que se consideravam puros, olhavam para os vizinhos samaritanos como impuros e os odiavam.

Jesus, porém, não os desprezou. Esteve entre eles, abençoou-os, citou-os em Seus ensinos e ordenou aos cristãos que os evangelizassem (At 1:8). Nos ensinos de Jesus, encontramos alguns samaritanos cuja conduta nos serve de exemplo. O mais conhecido pode ser chamado de o samaritano bondoso.

Ele fazia uma viagem de Jerusalém para Jericó. No caminho, encontrou um judeu muito ferido. O homem havia sido assaltado e espancado. Não tinha forças nem para se erguer. Ali estava um inimigo, que pertencia a um povo que o odiava, mas era um ser humano precisando de socorro. Nesse momento, o coração do samaritano se encheu de compaixão. Por causa disso, o restante aconteceu. Ele fez tudo o que pôde para que o ferido fosse levado a um lugar seguro e se recuperasse. Quando Jesus contou essa história, Ele a usou como exemplo do que significa amar o próximo. Deus quer que sejamos bondosos e façamos todo o possível para ajudar aqueles que estão em necessidade e que avistamos em nosso caminho. Sejamos samaritanos modernos!

https://mais.cpb.com.br/meditacao/samaritanos/

https://youtu.be/SvU-W34q1J4

Salmos 136 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 136
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 136 – O amor de Deus atrai àqueles que estão tomados de pavor pela condenação por conta de seus pecados. Compassivamente, Deus oferece perdão aos condenados que merecem a execução de morte por suas transgressões e quebra da Lei Moral legislada pelo Soberano do Universo. Esse Deus merece nossa devoção, louvor e adoração.

Por isso, no Salmo em questão sobressai o imperativo “Deem graças ao Senhor...”. Relacionado com uma justificativa “o Seu amor dura para sempre”.

Uma análise nesse aparente Salmo simples nos mostrará o maravilhoso caráter divino, respondendo à pergunta “Quem é esse Deus que devemos render graças?”

• Deus é bom, benevolente, compassivo, atencioso.
• Deus é amor, Seu amor é eterno, duradouro, estável... tornando Sua compaixão inabalável.
• Deus é o Criador, criou os Céus, a Terra, o sol, a lua e as estrelas; enfim, o Universo existe porque Deus existe.
• Deus é Libertador, libertou Israel do Egito com poder e força sobrenatural, através de grandes milagres/maravilhas como a travessia do mar vermelho a seco.
• Deus é Protetor, pois derrotou àqueles que oprimiam e arrogantemente intentavam destruir ao Seu povo.
• Deus é Provedor, pois fornece alimento aos seres vivos, demonstrando Sua providência, liderança, guia e cuidado pela criação e por Seu frágil e vulnerável povo.
• Deus é soberano, Sua supremacia sobressai sobre todos os outros deuses ou autoridades.

Por tantos motivos claros e evidentes Deus é digno de gratidão e louvor. O Deus Supremo é bom, amoroso, Criador, Libertador, Protetor, Provedor, que demonstra Seu amor eterno e Sua ação misericordiosa ao longo da história, tanto na criação como na salvação de Seu povo. Isso é mais que suficiente para justificar a gratidão e a ação de graças atribuídas a Ele no Salmo 136.

O Salmo 136 cita a frase “o Seu amor dura para sempre!” 26 vezes – uma vez em cada verso. Essa frequência poética é conhecida como “anáfora”, uma figura de linguagem usada com propósito retórico e litúrgico.

• Reforço à mensagem do Salmo: O amor de Deus é permanente e constante.
• Elemento litúrgico: A congregação participava respondendo ao líder do culto.
• Ênfase na história da redenção: Salienta a continuidade do amor divino na história.
• Assimilação: Através da memorização, adoradores lembram as ações amorosas de Deus.

Temos razões para reavivar nossa devoção a Deus! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

O SACERDÓCIO DE CRISTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

18 de setembro

O SACERDÓCIO DE CRISTO

Era necessário que, em todas as coisas, Ele Se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel Sumo Sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Hebreus 2:17

Em nenhum outro lugar do Novo Testamento o aspecto sacerdotal da obra de Cristo é ressaltado com tanto impacto como na Epístola aos Hebreus. Seu autor é o único a chamar Jesus de Sumo Sacerdote. E o tema central é o sacerdócio de Cristo, o que Ele faz no Céu em favor de Seu povo. Em Hebreus, a pessoa e a obra de Cristo são comparadas com o sistema cerimonial do Antigo Testamento.

Nessa epístola se percebe que o sacrifício sempre envolvia duas ideias: o derramamento de sangue e a mediação de sangue, ou seja, o sacrifício e sua aplicação. Os sacrifícios não eram válidos e não havia perdão até que um sacerdote atuasse aplicando o sangue – os méritos do sacrifício – em favor do pecador arrependido. Por isso, a obra sacrifical de Cristo na Terra requer Seu serviço no santuário celestial. Ambas são partes complementares da tarefa sacerdotal do Salvador.

Fica evidente que a salvação do pecado – aquilo que os muitos sacrifícios de animais (Hb 10:4) e os muitos dias de expiação não puderam realizar – foi alcançada no Calvário, o antítipo de todos os sacrifícios do Antigo Testamento. Porém, enquanto o sacrifício de Cristo na cruz foi expiatório e provido para toda a humanidade (1Jo 2:2), é mediante Seu ministério sacerdotal no Céu que esse sacrifício é aplicado àquele que tem fé.

Enquanto Seu sacrifício foi único, de uma vez por todas (Hb 9:26), Seu sacerdócio é contínuo (Hb 7:25; cf. Rm 8:34). Devido à nossa imperfeição, precisamos de um sacerdote que ofereça sacrifício a Deus em propiciação por nossos pecados e interceda por nós, e este é Cristo. Ele não apenas ofereceu na Terra o sacrifício que o Sumo Sacerdote devia oferecer, mas, hoje, no Céu, serve a Deus como Sumo Sacerdote.

Cristo é a ponte que cobre o abismo entre Deus e a humanidade, Aquele que ouve a confissão de pecados e intercede continuamente por nós. Dessa maneira, Sua obra consumada na Terra e Sua obra em processo no Céu são suficientes e eficazes para tratar de nossos pecados. Aceitemos, hoje, Seu sacrifício e Sua intercessão.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-sacerdocio-de-cristo/
https://youtu.be/J4R3aHoqGqo

Salmos 135 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica – Salmos 135
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 135 – A bondade de Deus deve suscitar louvores de nossos lábios. A majestade de Deus deve impactar nosso coração e Sua misericórdia deve impulsionar-nos para a adoração.

Por isso, “o Salmo 135 é um apelo para louvar ao Senhor por causa do que Ele fez por Seu povo e por causa do que Ele é para Seu povo. A primeira seção (v. 1-14) contém uma exortação para louvar ao Senhor por Sua bondade. A isto se segue uma denúncia aos ídolos e outra exortação para que o nome de Deus seja exaltado (v. 15-21)” (CBASD).

Há muitas tradições religiosas e inclusive religiosos que apreciam enfatizar a justiça e a santidade de Deus. Esse é um recurso que a Igreja Cristã na Idade Média utilizou para ameaçar os fieis a fazerem o que seus líderes queriam, e, a pagar o valor que eles determinavam para a igreja. Apesar de tanto tempo e muitas Bíblias disponíveis, infelizmente vários cristãos ainda permanecem apegados ao desequilíbrio teológico de um Deus severo, rígido, frio e calculista.

Por conseguinte, precisamos abrir mão de certas influências espirituais deturpadas e crendices depravadas para mergulhar na pureza da Palavra revelada pelo Deus que aprecia ser conhecido corretamente. Considere atentamente ao Salmo 135. Ore, reflita e anote as lições extraídas desse texto sagrado. Considere então, o seguinte esboço de Hernandes Dias Lopes que o dividiu em três partes, cada uma com 7 versículos:

• O Senhor deve ser louvado por Sua bondade como o Senhor da criação (Salmo 135:1-7).
• O Senhor deve ser louvado pela Sua graça como o libertador de Seu povo (Salmo 135:8-14).
• O Senhor deve ser louvado pela sua unidade, como o único Deus vivo e verdadeiro (Salmo 135:15-21).

O Salmo 135 motiva-nos a adorar a Deus porque Ele é bom e Seu nome agradável (v. 3), por Ele escolher um povo neste mundo e estar acima de qualquer deus (vs. 4-5). Ele faz tudo o que deseja, e o faz com prazer, especialmente para libertar Seu povo oprimido; opera em favor dos vulneráveis concedendo graça aos desgraçados (vs. 6-14). O Deus vivo é diferente de qualquer outro Deus e, não devemos perverter Seu caráter com nossos conceitos tacanhos, para não descaracterizá-lO ou rebaixá-lO ao nível dos ídolos (vs. 15-21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 17 de setembro de 2023

REI VITORIOSO

  MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de setembro

REI VITORIOSO

Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O Seu cavaleiro Se chama Fiel e Verdadeiro e julga e combate com justiça. [...] Na cabeça Dele há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece. Apocalipse 19:11, 12

Em uma das visões do idoso apóstolo João sobre o final da história humana, Cristo Se apresenta como um rei guerreiro, cavalgando um cavalo branco e seguido pelos exércitos que há no Céu (Ap 19:11-21). Quem são esses que O acompanham? São os anjos que O seguirão em Sua segunda vinda a esta Terra (Mc 8:38; Lc 9:26; 2Ts 1:7).

Os “muitos diademas” em Sua cabeça (Ap 19:12) lembram um costume que havia entre os monarcas orientais: quando entravam em alguma batalha, traziam coroas de identificação de sua alta posição. Do mesmo modo, Cristo, como Rei dos reis, é apresentado como entrando em conflito com os poderes do mal. Antes de descrever essa cena, João já havia mencionado o uso de um diadema pelo dragão (Ap 12:3) e pela besta (Ap 13:1), ao registrar o clamor deles por soberania universal. Agora, na batalha final, os muitos diademas de Cristo contrastam com os deles e manifestam Seu governo magnificente, poderoso e universal, como Rei dos reis.
Essa grandeza também é percebida nos nomes e títulos que Lhe são atribuídos. “Fiel e Verdadeiro” (Ap 1:11) é uma lembrança de Sua missão, não apenas como Salvador, mas também como Juiz, pois Ele julga e combate os inimigos de Deus, para derrotar o mal e trazer a justiça ao mundo. Quanto ao nome de Cristo que ninguém conhece (Ap 19:12), isso pode ser uma referência à Sua glória eterna ou a Seu novo e desconhecido papel de vingador de Seu povo. Outro nome é “Verbo de Deus” ou “Palavra de Deus” (v. 13). Do mesmo modo como nos revelamos por meio de nossas palavras, também o Pai Se revelou a nós por meio de Seu Filho. Em Seu primeiro advento, Ele nos revelou a graça de Deus; no segundo, virá para revelar o juízo divino.

Finalmente, o título “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (v. 16) indica Sua soberania total. Enquanto os reis e senhores deste mundo têm um domínio limitado, governam apenas certo território e um número restrito de pessoas, Cristo governa sobre tudo e todos. Portanto, ao final, Jesus vencerá. Escolha, hoje, colocar-se a Seu lado, ao lado da justiça.

https://youtu.be/IiGBRj2FQes?si=sjzt3NwNuxB-UpQ9

Salmos 134 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 134
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 134 – Este texto inspirado faz parte do grupo de Salmo de ascensão. Este é o último Salmo deste grupo, que era cantado pelos peregrinos israelitas que iam a Jerusalém para adorar.

Também chamados de “Salmos das Subidas”, “de Romagem” ou “Cântico dos Degraus”, estes textos sagrados concentram na experiência dos peregrinos que subiam ao Templo. Inicia no Salmo 120 e encerra no Salmo 134. Três vezes por ano, os judeus eram instruídos a viajar até Jerusalém para celebrar as festas da Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. As longas distâncias até Jerusalém eram percorridas geralmente a pé; os peregrinos juntavam-se para cantar enquanto percorriam da própria casa a Casa de Deus.

Essas canções serviam como preparação espiritual, ajudando os adoradores a se concentrarem em Deus e a refletirem sobre Sua grandeza e bondade enquanto aproximavam-se do Templo.

• Esses Salmos uniam os peregrinos numa experiência espiritual compartilhada, fortalecendo laços e ampliando relacionamentos interpessoais diante do Criador durante a jornada.

• Esses poemas contêm reflexões teológicas sobre Deus, Seu santuário e a importância da adoração – lembrando os pecadores da aliança entre o Criador e os adoradores.

• O Salmo 134 é uma despedida dos adoradores aos sacerdotes que ministravam no Templo após o término dos rituais de adoração.

A teologia do Salmo 134 destaca a importância da adoração contínua a Deus, seja durante o dia ou à noite. Isso reflete a ideia de que os servos de Deus devem prezar pelos que estão dispostos a adorá-lO e bendizê-lO como líderes espirituais em tempo integral. A referência a Deus como Criador dos Céus e da Terra enfatiza Sua soberania sobre Sua criação. Ele é digno de louvor e adoração por Sua grandeza e poder, especialmente por Ele abençoar-nos.

“Os cânticos de romagem que começaram nos ambientes inóspitos de Meseque e Quedar (120:5) terminam apropriadamente na nota de servir a Deus de dia e de noite no Seu Templo”, diz Hernandes Dias Lopes. Um dia sairemos dos ambientes inóspitos deste mundo tenebroso para adentrar a Cidade Santa, a Nova Jerusalém para ali adorar ao Senhor para sempre (Apocalipse 21:1-22:7). A caminhada pode ser cansativa; entretanto, na companhia de outros adoradores torna-se mais agradável (Hebreus 10:25). Enquanto peregrinamos espiritualmente para lá (Hebreus 11:13-16), cantemos e reavivemo-nos... avançando com a bênção de Deus! – Heber Toth Armí.
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sábado, 16 de setembro de 2023

O ESPÍRITO SANTO NOS CRENTES

 Meditação Diária

16 de setembro

O ESPÍRITO SANTO NOS CRENTES

O Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em Meu nome, Esse ensinará a vocês todas as coisas e fará com que se lembrem de tudo o que Eu lhes disse. Jo 14:26

   Quando alguém aceita a Jesus como Salvador e Senhor, seu coração se abre para a entrada do Espírito Santo. Cumpre-se a promessa de Cristo aos discípulos: “E Eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Consolador, a fim de que esteja com vocês para sempre. […] Vocês O conhecem, porque Ele habita com vocês e estará em vocês” (Jo 14:16, 17).

   Outra obra do Espírito Santo é lembrar tudo o que Jesus disse. Isso foi importante inclusive para aqueles que escreveram os evangelhos. Quando Jesus viveu entre nós, não existiam os livros do Novo Testamento. Eles só começaram a ser escritos cerca de 20 anos depois de Jesus ter retornado para o Céu. Os primeiros documentos do Novo Testamento a ser escritos foram as cartas apostólicas. Os evangelhos foram escritos mais tarde. O evangelho de João só foi preparado 60 anos após Jesus ter vivido neste mundo. Os evangelistas, de fato, precisaram que o Espírito Santo lhes lembrasse o que havia ocorrido tanto tempo antes para que registrassem tudo com fidelidade.

   Jesus também prometeu que o Espírito Santo ensinaria todas as coisas. Essas palavras foram proferidas em Seu último encontro com os discípulos, poucas horas antes de ser preso e crucificado. Naquela ocasião, Ele acrescentou: “Tenho ainda muito para lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora” (Jo 16:12). Preste atenção nessas palavras. Ele não disse: “Eu lhes ensinei tudo o que havia planejado.” Ou: “Eu ensinei tudo o que vocês precisavam saber.” O que Ele disse foi: “Tenho ainda muito para lhes dizer.” Depois disso, Ele foi para a cruz, subiu ao Céu e não disse o que havia deixado para falar futuramente. Mas Ele acrescentou: “Quando vier o Espírito da verdade, Ele os guiará em toda a verdade” (Jo 16:13).

   Portanto, Jesus ensinou o essencial. O restante Ele diria posteriormente, por meio do Espírito Santo. Como o Espírito fez isso? Por meio da revelação concedida àqueles que escreveram as epístolas e o Apocalipse.

   Permita, hoje, que o Espírito Santo habite em você. Aceite toda a Sua instrução.

Espera ativa

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