Páginas

Mostrando postagens com marcador julgamento divino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador julgamento divino. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de julho de 2026

Jó 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jó 8
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JÓ 8 – Nossas concepções e percepções da vida sempre estão baseadas em alguma fonte de informação. Os dois amigos de Jó deixam evidente quais são suas fontes, onde se baseiam para levantar seus “rebuscados” argumentos.

Elifaz afirmou que um Espírito falou com ele; nesta visão reside a base de sua argumentação contra Jó, seu conceito sobre a divindade e a natureza (Jó 4:12-17).

Diferente de Elifaz, Bildade fez uso de outra fonte para basear sua argumentação filosófica e teológica. Ele se apegou à tradição, alegando que a sabedoria e o conhecimento dos antigos superam a tudo o que Jó pudesse saber ou entender (Jó 8:8-10).

Apesar das diferentes fontes de informação, o aflito e sofredor Jó não encontrou alívio nas palavras de Elifaz nem de Bildade. Considerando o todo do livro em análise, percebe-se que as interpretações de Elifaz e Bildade são defeituosas, cheias de falhas e, por isso, estão longe de obter a verdadeira sabedoria divina. A revelação de Elifaz pode ser considerada apenas como uma experiência subjetiva; por outro lado, a tradição de Bildade pode levar à estagnação e à falta de profundidade, impedindo o progresso e o avanço da verdade.

O pentecostalismo moderno enfatiza a experiência pessoal com Deus, valoriza a revelação divina direta e pessoal, em contraposição à tradição religiosa e à autoridade de líderes religiosos e teólogos. A experiência de Elifaz deve servir de alerta aos que vivem uma espiritualidade subjetiva, que usam a autoridade da experiência e revelação para criticar, condenar e humilhar as pessoas.

Em contrapartida, o tradicionalismo religioso preza pela tradição e a autoridade dos mestres do passado, e valorizam dogmas e práticas estabelecidas há muito tempo. A interpretação desta fonte de orientação é administrada por líderes religiosos e instituições, em vez de uma experiência direta e pessoal com Deus. Os tradicionalistas devem considerar o legado negativo de Bildade, para evitar cair no mesmo erro.

É importante buscar experiências espirituais e conhecer a teologia dos antepassados; porém, tudo deve ser avaliado, examinado, passando pelo crivo da Palavra de Deus; senão, seu uso fará mais mal do que bem (Jó 8:1-7, 11-21). Para não ser trágico, o discernimento verdadeiro do que é correto deve vir do estudo sistemático da Palavra divina.

Diante destes alertas, reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
•••••

terça-feira, 26 de setembro de 2023

TRIBUNAL DE CRISTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de setembro

TRIBUNAL DE CRISTO

É necessário que todos nós compareçamos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo. 2 Coríntios 5:10

Deus nos ama e procura pôr um fim na maldade, no pecado e em todas as suas consequências. Todo o Céu está empenhado para que voltem a imperar a justiça e o amor. Nesse processo, é necessária uma obra de juízo que evidencie quem são aqueles que se colocaram ao lado de Deus e os que rejeitaram Sua graça e se apegaram ao mal. Ficará evidente a justiça de Deus em recompensar uns e em punir outros. Por isso, o julgamento divino é mencionado repetidamente em Sua Palavra.
Esse julgamento abrangerá toda a humanidade (Rm 14:10), o que inclui os vivos e os mortos (1Pe 4:5). Mesmo aqueles que já foram castigados parcialmente, como é o caso dos habitantes de Sodoma, serão julgados (Mt 11:23, 24).

No Céu há registros fiéis a nosso respeito (Ap 20:12), de modo que o julgamento abrangerá todos os aspectos de nossa vida: as ações (Ec 12:14), as palavras (Mt 12:36, 37) e até os segredos (Rm 2:16). Tudo será comparado com a lei de Deus, a norma da justiça (Tg 2:8-13). Como Deus acompanhou tudo o que fizemos, dissemos e até leu as intenções de nosso coração, Seu veredito será absolutamente justo (Sl 9:7, 8).

O julgamento divino não segue o padrão do direito romano, americano ou brasileiro. Na verdade, é semelhante ao de Israel dos tempos bíblicos, quando o próprio advogado poderia ser o juiz. Por isso, Cristo é apresentado como Juiz (Jo 5:22, 27; Rm 2:16), mas também como Advogado (1Jo 2:1).

No dia do juízo, não será usada uma balança com dois pratos para pesar em um deles o mal que fizemos e, no outro, o bem que praticamos, de modo que o veredito seja dado com base no prato que pese mais. O que conta no tribunal de Cristo é se O aceitamos como nosso Substituto, que pagou toda a nossa dívida, ou desprezamos Sua graça. No fim, para quem O rejeitou, todos os pecados permanecem registrados, aguardando a devida punição. Para quem está em Cristo, todos os pecados são perdoados e apagados. O apóstolo Paulo assegurou: “Não existe nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1). Hoje, aceite a Cristo e abandone o pecado. 


https://mais.cpb.com.br/meditacao/tribunal-de-cristo/
https://youtube.com/watch?v=1d4i7jQWq5s&si=oUQAHoFqwrzG6rQ2

Salmos 60 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 60 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 60 – Precisamos confiar em Deus e...