Mostrando postagens com marcador obra expiatória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obra expiatória. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de setembro de 2023

O SIGNIFICADO DA EXPIAÇÃO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA


24 de setembro
O SIGNIFICADO DA EXPIAÇÃO

Nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho. Romanos 5:10

Expiação é um ritual mediante o qual o pecado é coberto, afastado ou extinto, deixando de ser um entrave à comunhão entre o ser humano e Deus. Esse ritual ocorria por meio de sacrifícios feitos como reparação ou satisfação por uma injúria ou ofensa para que, pelo cumprimento da punição merecida, ocorresse a eliminação da culpa e o livramento do castigo. A intenção era retirar o pecado do pecador de modo que este fosse perdoado. Por isso, ao colocar a mão sobre a cabeça do animal (Lv 1:4), o pecador indicava que a vida da vítima inocente substituía a sua. Havia uma troca: pelo sacrifício, o pecador era feito puro e vivia livre daquele pecado, e o animal puro era tornado impuro e sofria a morte por causa do pecado que carregava (Lv 4:27-35; cf. 2Co 5:21; Rm 8:3; Gl 3:13; 4:4, 5).

Grande parte das religiões costuma adotar algum tipo de expiação. Porém, a noção bíblica de expiação é completamente diferente. Não são os pecadores que vão a Deus com uma oferta compensatória. É Deus quem vem à humanidade em autodoação para eliminar a separação entre Ele e a humanidade. O apóstolo Paulo afirma: “Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo” (2Co 5:19). Ele não espera passivamente ser reconciliado, mas toma a iniciativa em reconciliá-los (Gn 3:9; Rm 5:8; 2Co 5:18; 1Jo 4:10). A expiação é provida pela parte ofendida e oferece reconciliação e vida eterna, representando a mais elevada forma de misericórdia.

A expiação é do início ao fim uma obra do próprio Deus e tem origem em Seu amor e Sua justiça. Se, por um lado, a justiça exigiu a satisfação das exigências da lei, por outro, o amor encontrou um meio de livramento para o pecador. Como disse Paulo, o que Deus realizou foi “por Sua graça, […] para manifestar a Sua justiça” (Rm 3:24, 25). Por essa razão, a cruz, feita com a junção de duas traves de madeira, é um adequado símbolo da expiação. Ela representa a convergência desses dois atributos da natureza de Deus, o lugar em que Seu amor e Sua justiça se encontram.

Hoje, louve alegremente ao Senhor por Sua expiação que nos trouxe perdão e reconciliação. 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-significado-da-expiacao/

https://youtu.be/4OMktjq1YME

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO

 A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO

   Setenta semanas estão determinadas para o Seu povo e para a Sua santa cidade, para acabar com a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna. Daniel 9:24

   Expiação é um ritual oferecido a Deus com o propósito de remover a culpa do pecado e alcançar a reconciliação. Como cristãos, cremos na expiação realizada por Jesus. Ocorre que, nas Escrituras, alguns enxergam uma aparente contradição quanto ao alcance dessa expiação. Há textos que afirmam que ela foi realizada em favor de toda a humanidade (1Jo 2:2; 1Tm 2:6; 5:10; Tt 2:11; Jo 3:16; Rm 5:19); outros declaram que somente aqueles que se arrependem e creem são realmente salvos por ela (Ef 1:4; 2Tm 1:9, 10; Jo 17:9, 20).

   Na verdade, há harmonia entre esses textos quando se percebe que as passagens que apresentam a expiação como universal e ilimitada a consideraram de um ponto de vista objetivo e coletivo, como uma satisfação à justiça divina em um tempo específico da história, realizada de uma vez por todas. Dessa maneira, não há mais nada no tribunal divino contra a humanidade representada por Cristo. O outro grupo de passagens trata do aspecto subjetivo e diz respeito à aceitação individual da expiação mediante o arrependimento dos pecados e a fé na Pessoa e obra do Substituto.

   Isso pode ser ilustrado pelo que ocorreu na Páscoa original e pelo que ocorre em uma cerimônia de Santa Ceia. Na Páscoa, por ocasião da morte dos primogênitos na décima praga do Egito, a salvação dependia da morte do cordeiro, mas envolvia mais do que isso. O primogênito devia permanecer dentro da casa, cuja porta devia estar assinalada com sangue, e sob a mesa, o cordeiro morto, a fim de ser consumido por seus moradores (Êx 12:1-13). Na celebração da Santa Ceia, o pão deve ser comido; o vinho, bebido (1Co 11:23-26). Desse modo, em ambas as cerimônias, só ocorre bênção e salvação quando há recepção da parte humana.

   Por isso, embora a expiação feita por Cristo seja suficientemente ampla para incluir a todos e seja, de fato, a todos oferecida, ela encontra limitação no número de pessoas que a aceitam. Hoje, digamos “sim” a Jesus, aceitando a expiação que Ele fez por nós. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA - MARAVILHOSO DEUS

6 de fevereiro

Salmos 6 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 6 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 6 – Este “é o primeiro dos sete ‘S...