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terça-feira, 19 de março de 2019

Maravilhas na Lei de Deus

A Fé Pela Qual Eu Vivo
19 de março
Maravilhas na Lei de Deus

Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da Tua lei. Sal. 119:18.

Jesus Cristo é a glória da lei. Os raios brilhantes do Sol da Justiça devem irradiar de Seus mensageiros sobre a mente dos pecadores, a fim de que possam ser levados a dizer, com o antigo servo: “Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da Tua lei.”

Muitos… não discernem as maravilhas que devem ser vistas na lei de Deus. Não têm observado que a mesma foi revelada a Moisés quando orou: “Rogo-Te que me mostres a Tua glória.” Êxo. 33:18. O caráter de Deus foi revelado a Moisés. Manuscrito 21, 1891.

Cada especificação da lei é o caráter do infinito Deus. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.104.

A lei do Céu é sempre misericordiosa, amável, branda, útil, sobreexcedendo as outras leis. Carta 42, 1893.

A espezinhada lei de Deus tem de ser exaltada diante do povo; assim que eles se volvam sincera e reverentemente para as Santas Escrituras, a luz do Céu lhes revelará coisas extraordinárias da lei de Deus. … Verdades que se demonstraram insuperáveis para gigantescos intelectos, são compreendidas por criancinhas em Cristo. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 129 e 130.

A lei dos Dez Mandamentos não deve ser considerada tanto do lado proibitivo, como do lado da misericórdia. Suas proibições são a segura garantia de felicidade na obediência. …

Não devemos olhar a Deus como aguardando o momento de punir o pecador por causa de seus pecados. O pecador mesmo acarreta sobre si a punição. Suas próprias ações dão princípio a uma cadeia de circunstâncias que trazem o resultado definido. Cada ato de transgressão reflete sobre o pecador, produz nele uma mudança de caráter e torna-lhe mais fácil transgredir de novo. Preferindo pecar, separam-se os homens de Deus, excluem-se do conduto de bênçãos, e o resultado certo é a ruína e morte. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 235.

Pela obediência a esta lei, o intelecto é fortalecido, a consciência é iluminada e se torna sensível. A juventude precisa obter uma clara compreensão da lei de Deus. Youth’s Instructor, 22 de setembro de 1903.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959.– Pág. 84 –

O padrão comportamental – Deuteronômio 5

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 5
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O padrão comportamental


O padrão comportamental estabelecido por Deus é o mais sublime, elevado e nobre. Ele deseja o melhor do melhor a cada ser humano, inclusive ao pior pecador. As intensões de Deus são sempre boas. Ele quer relacionamento sério com você!

Deus arranca a pessoa da pior das situações, de um beco sem saída, do fundo do poço, dos laços da escravidão (vs. 1-6) para que liberta, ela viva livremente o mais elevado padrão de vida (vs. 7-21).

O objetivo de Deus é relacionar-Se com pessoas indignas (vs. 22-30). Para isso, Ele anda a segunda, terceira, quarta, quinta milha... Ele pediu que Moisés fosse o mediador/facilitador, entre Ele e os pecadores (vs. 31-33).

A graça é fundamental nesse relacionamento:

• Escravizados nada podem fazer para libertar-se, Deus liberta graciosamente (vs. 1-6);

• Recém-libertos nada sabem quanto ao comportamento de mais alto nível, Deus graciosamente revela sem cobrar nada (vs. 7-21);

• Frágeis pecadores são falhos, mesmo após serem libertos; contudo, graciosamente Deus criou estratégia para relacionar-se e orientar Seu povo (vs. 22-33).

Interessante é que Deus sabe quem somos nós. Conhece a podridão do coração dos que se macularam na casa da servidão, entorpeceram a consciência e deturparam a moral; mesmo assim, Ele quer um relacionamento especial conosco (vs. 22-30).

Já viu namorado ensinar a namorada a namorar? Deus é o namorado que ensina sua namorada (noiva) a namorar. Já viu uma namorada ingrata, insensível e displicente com o namorado amoroso? Nós somos assim com Deus que tanto nos ama! Por isso, mesmo diante de tanto amor divino derramado sobre nós, desprezamos a restauração que Ele almeja operar em nós.

Nosso desprezo a Deus nos leva a (vs. 7-21)...

• Ocupar o lugar dEle com outras coisas;

• Adorá-lO conforme Ele não prescreveu;

• Tomar Seu nome em vão;

• Desrespeitar Seu dia de sábado, um dia de santa comunhão;

• Desonrar pais que Ele graciosamente capacitou para nos gerar;

• Desprezar a vida oriunda dEle;

• Ignorar a instituição matrimonial instituída por Ele;

• Raptar o que não nos pertence;

• Diminuir Sua imagem ao falar mal dos outros;

• Alimentar no coração sentimentos destrutivos, como cobiça.

Deus faz tudo e mais um pouco visando restaurar-nos para que (vs. 1-33)...

1. Andemos nos Seus caminhos;

2. Vivamos;

3. Sejamos prósperos!

Portanto, relacionemo-nos com Deus! Reavivemo-nos!– Heber Toth Armí

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segunda-feira, 18 de março de 2019

Em Harmonia com o Céu

A Fé Pela Qual Eu Vivo
18 de março
Em Harmonia com o Céu

Muita paz têm os que amam a Tua lei, e para eles não há tropeço. Sal. 119:165.

Adão ensinou a seus descendentes a lei de Deus, e esta foi transmitida de pai a filho através de gerações sucessivas. Mas… poucos houve que as aceitaram e lhes prestaram obediência. Pela transgressão o mundo se degradou tanto que foi necessário, pelo dilúvio, limpá-lo de suas corrupções. A lei foi preservada por Noé e sua família, e Noé ensinou a seus descendentes os Dez Mandamentos. Como os homens de novo se afastassem de Deus, o Senhor escolheu Abraão, a respeito de quem declarou: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandamento, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis.” Gên. 26:5. …

Com referência à lei proclamada no Sinai, diz Neemias: “Sobre o monte de Sinai desceste, e falaste com eles desde os Céus, e destes-lhes juízos retos e leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons.” Nee. 9:13. E Paulo, “apóstolo dos gentios”, declara: “A lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.” Rom. 7:12. Patriarcas e Profetas, págs. 363 e 635.

O mundo todo será julgado pela lei moral de acordo com a oportunidade que teve de a conhecer, ou pela razão, ou por tradição ou pela Palavra escrita. Signs of the Times, 9 de junho de 1881.

Vemos nela a bondade de Deus, pois revelando aos homens os imutáveis princípios de justiça, procura protegê-los dos males que resultam da transgressão. …

A lei é uma expressão do pensamento de Deus. Quando a recebemos em Cristo, ela se torna nosso pensamento. Ela nos eleva acima do poder dos desejos e tendências naturais, acima das tentações que conduzem ao pecado. “Muita paz têm os que amam a Tua lei, e para eles não há tropeço”. Não há paz na injustiça; os ímpios estão em guerra contra Deus. Mas aqueles que recebem a justiça da lei em Cristo, estão em harmonia com o Céu.

Quando recebida em Cristo, a lei realiza em nós a pureza de caráter que nos proporcionará alegria através dos tempos eternos. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.110.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 83 –

Uma mina espiritual – Deuteronômio 4

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Uma mina espiritual


Cada hora dedicada ao pecado é um desperdício de vida. Diante deste desperdício devemos tomar a decisão de eliminar o pecado da nossa vida antes que a vida seja um desperdício total.

A razão da desobediência está enraizada na força irresistível do pecado, a qual só pode ser inibida diante da força soberana de Deus em nossa vida.

A Palavra de Deus é uma mina espiritual de pedras preciosas que enriquecem nossa alma. Muitos estão pobres espiritualmente porque não cavam diariamente esta Palavra visando coletar preciosos ensinamentos. Vamos cavar fundo?

1. Ouvir à Palavra de Deus é uma ação preventiva diante da tentação destrutiva (vs. 1-4);

2. Obedecer à Palavra de Deus eleva o conhecimento aonde nenhuma faculdade/universidade e nenhuma bagagem cultural podem levar (vs. 5-9);

3. Olvidar os Dez Mandamentos significa ignorar Deus, Seu caráter e Seu plano que visam nossa restauração (vs. 10-18);

4. Desobedecer à Palavra de Deus resulta em adorações espúrias, torna objetos inanimados em deuses como o sol, a lua, as estrelas (astrologia/horóscopo/etc.). Cuidado! (vs. 19-20);

5. Desrespeitar a Deus leva ao pecador ao dissabor da desvalorização pessoal, à dor da rejeição e, à desgraça da destruição (vs. 21-28);

6. Desprezar a Deus causa angústia, aflição e desespero que podem ser positivos quando servem para motivar as pessoas a voltarem a buscar a Deus que é misericordioso e que está disposto a reatar o compromisso com Seus filhos (vs. 29-43).

Após estas palavras conclusivas, Moisés começou outro sermão (vs. 44-49). O sermão de Moisés é histórico, teológico e ético. Ele fala ao coração: Observe estes versos (Bíblia A Mensagem):

• “Estejam sempre alerta. Sejam sentinelas de vocês mesmos. Não se esqueçam das coisas que testemunharam. Não deixem seu coração se desviar. Mantenham a vigilância durante toda sua vida...” (v. 9);

• “Tomem muito cuidado, para que vocês não se corrompam...” (vs. 15-16);

• “Portanto, estejam atentos. Não se esqueçam, nem por um minuto, da aliança que o Eterno, fez com vocês...” (v. 23).

Temos a facilidade de esquecer as coisas espirituais. “Moisés conhecia muito bem a tendência natural do coração humano, de modo que exortou o povo energicamente a dar ouvidos” (William MacDonald).

Somente quando buscamos a Deus de todo coração que agradaremos ao coração de Deus! “Senhor, reaviva-nos. Amém” – Heber Toth Armí
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domingo, 17 de março de 2019

Não Temas – Deuteronômio 3

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 3
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Não Temas

Deus não provê uma vida sem lutas para ninguém neste mundo. Ele jamais prometeu uma vida sem dor, lágrimas e desafios. A nossa jornada aqui é um constante avançar segundo o plano de Deus, o que nunca é fácil neste mundo impregnado de pecado, principalmente por nossa forte inclinação a tudo o que é mal.

Vamos continuar aprendendo com a retrospectiva do sermão de Moisés antes do povo possuir a terra que Deus prometera. Este capítulo pode ser assim dividido:

1. A conquista de Ogue (vs. 1-11);

2. A posse da Transjordânia (vs. 12-20);

3. Josué assume a liderança de Moisés (vs. 21-29).

Moisés está dando as últimas instruções. São seus últimos sermões. Suas últimas exortações. Suas últimas ações. Deus faz a coisa certa. Moisés faz a coisa certe. E, Josué também tem a atitude certa.

• Com Deus, as coisas funcionam bem, e o povo de Deus avança vitorioso!

Na reta final, Deus substitui Moisés por Josué, o qual possuia visão mais bélica para liderar ao povo nesta nova etapa: A conquista!

• A retrospectiva é fundamental, pois um povo sem conhecimento histórico pode ter um futuro catastrófico. A retrospectiva do povo de Deus visa fortalecer a fé no Deus do povo.

• A retrospectiva relembra as bênçãos do passado, aviva a fé no presente e capacita a visão para o futuro. Para esta atividade, a confiança em Deus é essencial!

William MacDonald comentou que Moisés, nos versos 21-29, “ordenou a Josué que se lembrasse das vitórias do passado e confiasse em Deus para as conquistas do futuro”.

• Fazer uma retrospectiva espiritual evita sofrer de ansiedade diante de um futuro desafiador, estarrecedor;

• Recapitular o que Deus fez nos dá certeza de Sua obra agora e no porvir;

• Confiança em Deus depende, muitas vezes, de saber que Ele nunca nos desamparou;

• A luta pelas promessas divinas dependerá de minha fé nAquele que promete.

Deus nos permite lutar para nos fortalecer. Permite desafios para que confiemos mais nEle. Deseja que arregacemos as mangas da camisa e enfrentemos com garras aos obstáculos da vida para moldar nosso caráter, ensinar que o mal não presta e nos tornar resistentes às investidas do maligno. Quanto mais demoramos aprender, mais tempo permaneceremos na escola do deserto.

Vamos à luta? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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O Homem – Livre Agente Moral

A Fé Pela Qual Eu Vivo
17 de março
O Homem – Livre Agente Moral

Se alguém quiser fazer a vontade dEle, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se Eu falo de Mim mesmo. João 7:17.

O homem foi criado como um ser moral livre. Como os habitantes de todos os outros mundos, devia ser sujeito à prova da obediência; mas nunca é levado a uma posição tal em que render-se ao mal se torne coisa forçosa. Nenhuma tentação ou prova se permite vir àquele que é incapaz de resistir. Deus nos proveu de tão amplos recursos, que o homem jamais ter-se-ia encontrado na contingência de ser derrotado no conflito com Satanás. Patriarcas e Profetas, págs. 331 e 332.

Satanás é o grande originador do pecado; contudo isso não desculpa o pecado de ninguém, porque ele não pode forçar os seres humanos a fazer o mal. Tenta-os, procurando mostrar o pecado como sendo atrativo e agradável; mas terá que deixar que a pessoa decida praticá-lo ou não. … O homem é um ser moral livre para aceitar ou recusar. A conversão é um processo que a maior parte não aprecia. Não é coisa de pouca importância transformar uma mente terrena e amante do pecado e levá-la a compreender o inefável amor de Cristo, o encanto de Sua graça e a excelência de Deus, de modo que a mente seja impregnada de amor divino. Testimonies, vol. 2, pág. 294.

Foi feita toda a provisão; tudo no plano de Deus foi providenciado de modo a não ser o homem deixado a seus próprios impulsos e à sua força finita para travar luta contra os poderes das trevas; pois certamente seria derrotado se fosse deixado à sua própria sorte. Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1.120.

Como redimido agente moral livre, resgatado por preço infinito, Deus vos chama a declarar vossa liberdade e, como súditos livres do reino do Céu, a empregardes as faculdades por Ele concedidas. … Deveis recusar sujeitar-vos ao poder do mal. Mensagens aos Jovens, págs. 29 e 30.

Permiti que se aposse de vós um solene e inalterável propósito: decidi no poder e graça de Deus que de agora em diante vivereis para Ele, e que nenhuma consideração de ordem terrena venha a persuadir-vos a renunciar a lei divina dos Dez Mandamentos. Review and Herald, 9 de outubro 1894.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 82

sábado, 16 de março de 2019

Alterando os Mandamentos

A Fé Pela Qual Eu Vivo
16 de março
Alterando os Mandamentos

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei. Dan. 7:25.

Satanás não pôde impedir o plano da salvação. Jesus foi crucificado e ressuscitou no terceiro dia. Mas Satanás disse a seus anjos que ele faria mesmo a crucifixão e ressurreição servirem a seus intuitos. Concordava com que aqueles que professavam fé em Jesus cressem que as leis que regulavam os sacrifícios e ofertas judaicos cessaram por ocasião da morte de Cristo, caso pudesse levá-los mais longe e fazê-los crer que a lei dos Dez Mandamentos também morrera com Cristo. …

Satanás … disse a seus anjos que … os Dez Mandamentos eram tão claros que muitos creriam que ainda vigoravam, e, portanto, deveria procurar corromper apenas um dos mandamentos. Levou então seus representantes a tentar a mudança do quarto mandamento, ou do sábado, alterando assim o único dos dez, que apresenta o verdadeiro Deus, o Criador dos Céus e da Terra. Satanás apresentou perante eles a gloriosa ressurreição de Jesus e lhe disse que, por haver Ele ressuscitado no primeiro dia da semana, mudara o sábado do sétimo para o primeiro dia da semana. Assim Satanás fez uso da ressurreição para servir a seus propósitos. Ele e seus anjos se regozijaram de que os erros que haviam preparado, fossem aceitos tão facilmente pelos professos amigos de Cristo. Primeiros Escritos, págs. 215 e 216.

Satanás, atuando mediante líderes não consagrados da igreja, alterou o quarto mandamento… e tentou pôr de parte o antigo sábado – o dia que Deus abençoou e santificou (Gên. 2:2 e 3), e, em seu lugar, exaltar o festival observado pelos pagãos como “o venerável dia do Sol”. …

O Senhor definiu de modo claro a estrada que vai à cidade de Deus; o grande apóstata, porém, mudou o marco miliário, estabelecendo um falso sábado – um sábado modificado. …

O inimigo de todo o bem pôs em sentido contrário a coluna miliária, de modo a fazê-la indicar o caminho da desobediência como sendo o da felicidade. Ele insultou a Jeová, recusando-se a obedecer o “Assim diz o Senhor”. Cuidou em mudar os tempos e a lei. SDA Bible Commentary, vol. 4, págs. 1.171 e 1.172.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 81

Recordatório divino - Deuteronômio 2

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Deuteronômio 2
Comentários Heber Toth Armí


Recordatório divino


Deus faz uma anamnese espiritual com Seu povo. Deus relembra pedagogicamente o passado para instruir Seu amado povo a fim de, no futuro, amadurecer espiritualmente.

No recordatório divino, três povos não deveriam ser subjugados:

1. Edomitas (vs. 1-8): Parentes dos israelitas, descendentes de Esaú, filho de Isaque. Além de não declarar guerra contra eles, Israel deveria pagar pela comida e água consumida no território deles. Deus cuida até daqueles que não dão a mínima a Ele.

2. Moabitas (vs. 9-16): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló, sobrinho de Abraão, com sua filha mais velha (Gênesis 19:37). Embora esta nação fosse fruto de incesto (relacionamento sexual entre pai e filha), Deus pediu para não comprar briga com ela, pois seu território havia sido dado por Deus. Certamente Deus não toma de volta o presente que Ele dá, mesmo que o presenteado tenha sido ingrato.

3. Amonitas (vs. 17-23): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló com a filha caçula (Gênesis 19:38). Deus os tornara vencedores contra os zanzumins (bárbaros) destruindo-os e conquistando suas terras. Portanto, os israelitas não deviam comprar briga com eles, apenas passariam perto deles. Deus estava dando oportunidades de arrependimento aos obstinados pecadores parentes de Seu povo.

Além disso, no recordatório divino, Israel recebera orientação para subjugar ao rei Seom, de Hesbom, juntamente com toda a terra deles. Deus mesmo entregou toda esta gente e sua terra nas mãos de Seu povo e, a vitória foi completa (vs. 24—37).

Após a experiência de estarem no deserto por 40 anos, terem andado em círculos por 38 anos, e agora estarem perante a Terra Prometida, Moisés relembra o cuidado, as orientações e vitórias que Deus dera aos israelitas.

Deste sermão de Moisés aprendemos que,

• É preciso relembrar ao povo de Deus o que Deus fez a fim de que confie nEle para avançar em direção ao futuro.

• Relembrar o passado segundo a visão de Deus não significa ser museu, mas estimula o aprendizado, ativa a memória e revela o cuidado divino em todas as situações.

• Aprender com o passado evita cair no mesmo erro duas vezes, machucar-se novamente, destruir-se; enfim, significa crescer, amadurecer e confiar mais em Deus.

Deus quer que aprendamos com os erros do passado para que sejamos sábios! Reavivemo-nos!
Heber Toth Armí

sexta-feira, 15 de março de 2019

Os Mandamentos de Deus São Seguros

A Fé Pela Qual Eu Vivo

15 de março
Os Mandamentos de Deus São Seguros

As obras das Suas mãos são verdade e juízo; fiéis, todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre; são feitos em verdade e retidão. Sal. 111:7 e 8.

A lei de Deus existia antes da criação do homem, ou do contrário Adão não podia ter pecado. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 230.

Os anjos eram governados por ela [ a lei]. Satanás caiu porque transgrediu os princípios do governo de Deus. Depois que Adão e Eva foram criados, Deus os fez conhecer Sua lei. Ela não estava escrita, mas foi-lhes relatada por Jeová. História da Redenção, pág. 145.

Após a transgressão de Adão, os princípios da lei não foram mudados, mas foram ajustados e enunciados de maneira a servirem ao homem na sua condição de caído. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.104.

Com amor, além do desejo de elevar-nos e enobrecer-nos, Deus nos deu uma norma de obediência. Em terrível majestade, em meio de trovões e relâmpagos, Ele proclamou, do Monte Sinai, Seus dez preceitos santos. Essa lei revela todos os deveres da família humana; os primeiros quatro preceitos definem nosso dever para com Deus, e os últimos seis, nosso dever para com Seus filhos. Signs of the Times, 9 de janeiro de 1912.

A lei de Deus, sendo a revelação de Sua vontade, a transcrição de Seu caráter, deve permanecer para sempre, “como uma fiel testemunha no Céu”. Nenhum mandamento foi anulado; nenhum jota ou til se mudou. Diz o salmista: “Para sempre, ó Senhor, a Tua palavra permanece no Céu.” Sal. 119:89. O Grande Conflito, pág. 434.

Desde o princípio a grande controvérsia fora a respeito da lei de Deus. Satanás procurara provar que Deus era injusto, que Sua lei era defeituosa, e que o bem do Universo exigia que ela fosse mudada. Atacando a lei, visava ele subverter a autoridade de seu Autor. Patriarcas e Profetas, pág. 69.

Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Patriarcas e Profetas, pág. 338.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 80

Sermão de sermão- Deuteronômio 1

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Deuteronômio 1
Comentários Heber Toth Armí


Sermão de sermão

Pregar sermão sobre Deuteronômio significa pregar sobre a pregação de Moisés. É pregar sermão de sermão.

“Este livro tem seu nome do grego Deuteronomion, que significa segunda lei, pois ele contém a repetição das leis anteriores. Inclui um relato do que passou no deserto do primeiro dia do décimo primeiro mês do quadragésimo ano após a partida dos israelitas do Egito, ao sétimo dia do segundo mês do mesmo, compondo no todo a história dos acontecimentos de exatamente cinco semanas” – analisa Adam Clarke.

Ele continua, “além de uma repetição das leis anteriores, este livro nos dá as mais belas ilustrações de cada uma, de modo que pode muito bem ser chamado um comentário espiritual sobre as leis de Moisés, e também um relato deste notabilíssimo homem, e todos os seus últimos discursos com o povo”.

Stanley A. Ellisen destaca: “O objetivo de Moisés ao escrever [este] livro ou a pronunciar os discursos era o de preparar a nova geração de Israel para viver em Canaã”. Para quem aguarda entrar na Canaã Celestial este livro é fundamental para ensinar princípios que visam preparar-nos para o Céu. Precisamos tanto dele como do Apocalipse!

O primeiro capítulo é o primeiro discurso de despedida de Moisés, o qual ensina-nos belíssimas verdades: PRECISAMOS:

• ...cuidar para não cometer os mesmos erros de nossos pais;
• ...aprender a olhar ao passado a fim de aprender com ele;
• ...quebrar as tradições pecaminosas deixadas por nossos antepassados;
• ...arrebentar com os exemplos espirituais negativos de ingratidão, incredulidade e rebeldia que se manifestam na petulância contra Deus;
• ...amadurecer com os erros do passado e sermos melhores que nossos pais.

Deus cumpre Suas promessas, mas quer Seu povo confiante nEle. “A história acerca da estrada em Horebe vai de Êxodo 19 a Números 10.13. Agora Deus ordena que o povo vá para a Sua terra. É um momento grandioso em sua história, o cumprimento da promessa feita aos pais (8)” (D. A. Carson). Contudo, importa aprender com o passado a fim de, no presente, agir corretamente esperando um futuro conforme Deus promete.

Desta forma, por mais difícil e doloroso que nos seja, teremos benefícios se recapitularmos o passado, visando...

• Primeiramente, não cometer os erros de nossos pais
• Segundo, aprender dos acertos de nossos pais.

Reavivemo-nos! Heber Toth Armí


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quinta-feira, 14 de março de 2019

Os Anjos – Nossos Amigos e Guardadores

A Fé Pela Qual Eu Vivo

14 de março
Os Anjos – Nossos Amigos e Guardadores

Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação? Heb. 1:14.

O plano pelo qual poderia unicamente conseguir-se a salvação do homem, abrangia o Céu todo em seu infinito sacrifício. Os anjos não puderam regozijar-se ao desvendar-lhes Cristo o plano da redenção; pois viram que a salvação do homem deveria custar a indizível mágoa de seu amado Comandante. Com pesar e admiração escutaram Suas palavras ao contar-lhes Ele como deveria descer da pureza e paz do Céu, … e vir em contato com a degradação da Terra, para suportar suas tristezas, ignomínia e morte. …

Os anjos prostraram-se aos pés de Seu Comandante, e ofereceram-se para serem sacrifício para o homem. Mas a vida de um anjo não poderia pagar a dívida; apenas Aquele que criara o homem tinha poder para o redimir. Contudo, deveriam os anjos ter uma parte a desempenhar no plano da redenção. Cristo havia de fazer-Se “um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte”. Heb. 2:9. Tomando Ele sobre Si a natureza humana, Sua força não seria igual à deles, e deveriam eles ministrar-Lhe, fortalecê-Lo em Seus sofrimentos, e mitigar-Lhos. Deveriam também ser espíritos ministradores, enviados para ministrarem a favor daqueles que seriam herdeiros da salvação. Heb. 1:14. Eles guardariam os súditos da graça, do poder dos anjos maus, e das trevas arremessadas constantemente em redor deles por Satanás. Patriarcas e Profetas, págs. 64 e 65.

Os anjos estão sempre presentes onde são muito necessitados, com aqueles que têm as mais árduas lutas com o eu e estão num ambiente de grande desânimo. Mentes fracas e trementes que têm os mais repreensíveis traços de caráter, são objeto de cuidado especial da parte deles. O que os corações egoístas considerariam um serviço humilhante – ministrar em favor dos desgraçados e em todo o sentido inferiores em caráter – é a obra destes seres puros e sem pecado, das cortes do alto. Signs of the Times, 30 de maio de 1916.

Todos os anjos do Céu estão unidos na obra de trazer ao homem os infinitos tesouros de um mundo melhor. Review and Herald, 21 de janeiro de 1890.

Deus e Cristo e os anjos celestiais estão lutando ao vosso lado. … Na força do Redentor, podeis ser mais do que vencedores. The Youth’s Instructor, 1º de janeiro de 1903.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 79

Conclusão do Livro de Números - Números 36

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 36
Comentários Heber Toth Armí


Conclusão do Livro de Números

Concluiu-se quarenta anos de aprendizado, se realmente houve aprendizado. Após quarenta anos no deserto, o povo de Deus entraria na Terra Prometida. Deus promete; Deus cumpre.

Este é o último capítulo do livro de Números. “A narrativa final em Números destaca o desejo das filhas de Zelofeade de ter parte na herança da terra. Deus premiou o anseio delas por sua promessa provendo leis de herança para familiares que não possuíssem herdeiros do sexo masculino” (Eugene H. Merrill).

R. Dennis Cole destaca estes tópicos:

1. Leis da Herança: Esclarecimentos de Zelefeade (Leis e terra):

• Precedente legal: Contexto histórico da petição das filhas de Zelofeade (vs. 1-2);
• Caso apresentado pelos clãs de Gileade (vs. 3-4);
• Moisés apresenta o caso de concessão segundo o mandato de Jeová (vs. 5-12).

2. Conclusão do caso e do livro de Números (v. 13).

Após as últimas orientações e os últimos detalhes resolvidos, “estava tudo pronto para a declaração final da aliança incorporada no livro de Deuteronômio e para a conquista de Canaã relatada no livro de Josué” (Merrill).

Aplicações:

1. Procurar um líder verdadeiramente espiritual ao visualizar problemas à frente resulta em bênçãos; sem orientação, o problema vem à tona como uma enxurrada de drásticas consequências.

2. Mulheres tem valor, não devem jamais ser desprezadas por um servo de Deus; ao pedirem conselhos, nunca deveriam ser prejudicadas, ao contrário, elas precisam concluir que valeu à pena aconselhar-se com um líder espiritual.

3. Procurar seguir orientações de um servo de Deus irá proteger a família e a propriedade; acatar bons conselhos sempre resulta em verdadeira prosperidade, seja física, emocional, social ou espiritual.

4. Mulheres são pessoas tão importantes aos olhos de Deus como são os homens; Deus cuida de ambos com amor e preza pelo futuro de ambos; portanto, mulheres e homens estão incluídos em Suas sublimes promessas no Antigo e no Novo Testamento.

A herança celestial é nosso destino final (Filipenses 3:20-21; I Pedro 1:3-5). Aqui neste Planeta os cristãos verdadeiros são peregrinos em terras estrangeiras (Hebreus 11:13-16). Portanto, as lições aprendidas no livro de Números nunca deveriam ser ignoradas (I Coríntios 10:11).

Na jornada da vida precisamos da proteção e orientação de Deus e buscar incessantemente a santificação, ignorá-los implica desviar-se do caminho do Céu. Reavivemo-nos! Heber Toth Armí
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quarta-feira, 13 de março de 2019

A Incapacidade do Homem Para Salvar-se

A Fé Pela Qual Eu Vivo
13 de março
A Incapacidade do Homem Para Salvar-se

Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Gál. 2:16.

Outro pacto, chamado nas Escrituras o “velho” concerto, foi formado entre Deus e Israel no Sinai, e foi então ratificado pelo sangue de um sacrifício. …

Deus, … deu-lhes [a Israel] Sua lei, com promessa de grandes bênçãos sob condição de obediência: “Se diligentemente ouvirdes a Minha voz, e guardardes o Meu concerto, então… Me sereis um reino sacerdotal e o povo santo.” Êxo. 19:5 e 6. O povo não compreendia a pecaminosidade de seus corações, e que sem Cristo lhes era impossível guardar a lei de Deus; e prontamente entraram em concerto com Deus. Entendendo que eram capazes de estabelecer sua própria justiça, declararam: “Tudo o que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos.” Êxo. 24:7. Haviam testemunhado a proclamação da lei, com terrível majestade, e tremeram aterrorizados diante do monte; e no entanto apenas algumas semanas se passaram antes que violassem seu concerto com Deus e se curvassem para adorar uma imagem esculpida. Não poderiam esperar o favor de Deus mediante um concerto que tinham violado; e agora, vendo sua índole pecaminosa e necessidade de perdão, foram levados a sentir que necessitavam do Salvador revelado no concerto abraâmico e prefigurado nas ofertas sacrificais. …

As condições do “velho concerto” eram: Obedece e vive – “cumprindo-os [estatutos e juízos] o homem, viverá por eles” (Ezeq. 20:11; Lev. 18:5); mas “maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei”. Deut. 27:26. O “novo concerto” foi estabelecido com melhores promessas: promessas do perdão dos pecados, e da graça de Deus para renovar o coração, e levá-lo à harmonia com os princípios da lei de Deus. Patriarcas e Profetas, págs. 371 e 372.

O único meio de salvação é provido sob o concerto abraâmico. Signs of the Times, 5 de setembro de 1892.

Quando confiamos plenamente em Deus, quando descansamos nos méritos de Jesus como um Salvador que perdoa pecados, recebemos todo o auxílio que carecemos. Review and Herald, 15 de abril de 1884.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 78

Refúgio- Números 35

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 35
Comentários Heber Toth Armí

Refúgio


Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!

Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.

O capítulo fala de cidades:

1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).

O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA...

• ...ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• ...ferver de raiva e intentar vingar o sangue da vítima.

Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que cometeu homicídio culposo (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio doloso (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.

1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.

2. Deus projetou cidades refúgios.

3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.

Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:

• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.

O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina...

Amados... reavivemo-nos! Heber Toth Armí

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terça-feira, 12 de março de 2019

O Plano de Deus

A Fé Pela Qual Eu Vivo

12 de março
O Plano de Deus

E estabelecerei o Meu concerto entre Mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti. Gên. 17:7.

Assim como a Bíblia apresenta duas leis, uma imutável e eterna a outra provisória e temporária, assim há dois concertos. O concerto da graça foi feito primeiramente com o homem no Éden quando, depois da queda, foi dada uma promessa divina de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente. A todos os homens este concerto oferecia perdão e a graça auxiliadora de Deus para a futura obediência mediante a fé em Cristo. Prometia-lhes também vida eterna sob condição de fidelidade para com a lei de Deus. Assim receberam os patriarcas a esperança da salvação.

Este mesmo concerto foi renovado a Abraão, na promessa: “Em tua semente serão benditas todas as nações da Terra.” Gên. 22:18. Essa promessa apontava para Cristo. Assim Abraão a compreendeu (Gál. 3:8 e 16), e confiou em Cristo para o perdão dos pecados. Foi esta fé que lhe foi atribuída como justiça. O concerto com Abraão mantinha também a autoridade da lei de Deus. O Senhor apareceu a Abraão e disse: “Eu sou o Deus todo-poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.” Gên. 17:1. O testemunho de Deus concernente a Seu fiel servo foi: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis.” Gên. 26:5.

O concerto abraâmico foi ratificado pelo sangue de Cristo, e é chamado o “segundo”, ou o “novo” concerto, porque o sangue pelo qual foi selado foi vertido depois do sangue do primeiro concerto. Patriarcas e Profetas, pág. 371.

O concerto da graça não é uma verdade nova, porque desde a eternidade existira na mente de Deus. Por essa razão é chamado o concerto eterno. Signs of the Times, 24 de agosto de 1891.

Somente há esperança para nós quando nos colocamos debaixo do concerto abraâmico, que é o concerto da graça pela fé em Cristo Jesus. O evangelho pregado a Abraão, mediante o qual teve esperança, é o mesmo evangelho que nos é pregado hoje, e pelo qual temos esperança. Abraão olhava para Jesus, que é o Autor e Consumador de nossa fé. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.077.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 77

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