sábado, 30 de abril de 2022

O DIVINO MÉDICO

 O DIVINO MÉDICO


Depois, colocou aquele homem sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. Lucas 10:34

O espírito do bom samaritano não tem sido representado com frequência em nossas igrejas. Muitos em necessidade de auxílio são passados por alto, como o sacerdote e o levita passaram de longe pelo ferido e maltratado desconhecido que havia sido deixado para morrer à beira do caminho. Aqueles que necessitam do poder do divino Médico para curar suas feridas têm sido deixados sem cuidado e sem ser notados. Muitos agem como se fosse suficiente saber que Satanás montou sua armadilha para uma pessoa, e eles voltam para casa tranquilamente sem cuidar da ovelha perdida. É evidente que os que manifestam esse espírito não são participantes da natureza divina, mas dos atributos do inimigo de Deus.

Alguém deve cumprir a comissão de Cristo. Alguém terá de levar avante a obra que Ele começou na Terra. À igreja foi dado esse privilégio, para isso ela foi organizada. Por que, então, os membros da igreja não têm assumido essa responsabilidade? Há os que têm visto essa grande negligência. Eles percebem as necessidades de muitos que estão em sofrimento e penúria, reconhecem nessas pobres almas aqueles por quem Cristo deu Sua vida e seu coração tem sido movido de piedade, levando à ação cada habilidade. […] Aqueles que se empenham nessa obra de auxílio cristão fazem aquilo que o Senhor deseja que se faça, e Ele aceita seus labores. O que se tem feito nesse sentido é um trabalho com o qual todo adventista do sétimo dia deve de coração simpatizar, e ao qual deve prestar seu apoio, nele empenhando-se zelosamente. Negligenciando essa obra, que se acha a seu alcance, recusando essas responsabilidades, a igreja está se prejudicando grandemente. […]

Devido à negligência da igreja, Deus tem olhado para ela com desprazer. Amor à comodidade e indulgência egoísta têm sido demonstrados por muitos. Alguns que tiveram o privilégio de conhecer a verdade bíblica não a acolheram no santuário da alma. Deus considera todos esses como tendo de prestar contas dos talentos que não retornaram a Ele em serviço honesto e fiel, no empreender de todo esforço possível para buscar e salvar os que estão perdidos (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 294-296).

PARA REFLETIR: Por que Deus lhe pede que cuide dos perdidos, enquanto você mesmo tem tantas lutas para enfrentar? De que maneira ajudar os outros ajuda você?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de abril

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Levítico 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 17

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 17 – A teologia do sangue é interessante. Sua sacralidade devia chamar a atenção do pecador. “O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas ideias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porque somente por meio do derramamento do sangue do Filho de Deus é que poderia haver expiação pelo pecado”, conscientiza-nos Ellen White (FF, 225).

O ritual requeria que o sangue de animais limpos e mortos devia ser oferecido ao santo Deus na porta do Santuário (Levítico 17:1-6).

“A purificação, tanto do serviço típico como no real, deveria executar-se com sangue: no primeiro, com sangue de animais; no último, com o sangue de Cristo [...] O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: Os sacerdotes ministravam diariamente no Lugar Santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no Lugar Santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue’, diz o apóstolo [Paulo em Hebreus 9:22], ‘não há remissão de pecado’. ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A lei de Deus sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que o pecador havia perdido, pecador cuja culpa a vítima arrostava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Por essa cerimônia, o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o Lugar Santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão, dizendo: ‘O Senhor a deu a vocês, para levarem a iniquidade da congregação” (GC, 417-419).

Algumas proibições deveriam ser rigorosamente seguidas, tais como nunca sacrificar aos demônios ou ingerir sangue, nem consumir animais que morriam por si ou despedaçados (Levítico 17:7-16). O cuidado de Deus com Seu povo é visivelmente notório! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 29 de abril de 2022

O GRANDE CENTRO DE ATRAÇÃO

MEDITAÇÃO DIÁRIA

29 de abril

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O GRANDE CENTRO DE ATRAÇÃO

E Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim. João 12:32

A mensagem do terceiro anjo requer a apresentação do sábado do quarto mandamento, e essa verdade tem de ser levada perante o mundo; mas o grande Centro de atração, Jesus Cristo, não deve ser deixado de fora da mensagem do terceiro anjo. Por muitos que têm se empenhado na obra para este tempo, Cristo foi feito secundário, e deram o primeiro lugar a teorias e debates…

Parece que tem havido um véu diante dos olhos de muitos que têm trabalhado na causa, de modo que, ao apresentarem a lei, não tinham uma visão de Jesus, e não proclamavam o fato de que, onde aumentou o pecado, aumentou muito mais ainda a graça. É na cruz do Calvário que a misericórdia e a verdade se encontram, que a justiça e a paz se beijam. O pecador tem de sempre olhar o Calvário, e com a fé simples de uma criancinha, deve descansar nos méritos de Cristo, aceitando Sua justiça e crendo em Sua misericórdia. Os obreiros na causa da verdade devem apresentar a justiça de Cristo, não como luz nova, mas como uma luz preciosa que por algum tempo o povo perdeu de vista. Devemos aceitar a Cristo como nosso Salvador pessoal, e Ele nos imputa a justiça de Deus em Cristo. Repitamos e tornemos preeminente a verdade descrita por João: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4:10).

No amor de Deus abriu-se o mais maravilhoso veio de preciosa verdade, e os tesouros da graça de Cristo apresentam-se abertos perante a igreja e o mundo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito” (Jo 3:16). Que amor é esse – que maravilhoso, insondável amor – que levou Cristo a morrer por nós quando éramos ainda pecadores! Que perda é para a alma que compreende as fortes reivindicações da lei, e ainda assim falha em compreender a superabundante graça de Cristo! É certo que a lei de Deus revela Seu amor, quando é pregada como verdade em Jesus; pois em cada sermão deve o pregador insistir no dom de Cristo por este mundo culpado. Não admira que corações não se tenham enternecido com a verdade, se foi apresentada de modo frio e destituído de vida (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 383, 384).

PARA REFLETIR: O que significa compartilhar a verdade bíblica conforme ela é em Jesus?

Levítico 16 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 


Leitura Bíblica - Levítico 16

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 16 – O dia da expiação mostra que, além de querer estar conosco, Deus é por nós; e, nada nem ninguém nos poderá separar dEle, a não ser que optamos por nossos pecados em detrimento ao perdão disponível devido à morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus Cristo.

Os rituais do santuário proporcionavam o significado do evangelho: O sacrifício substitutivo de Cristo, a intercessão sacerdotal realizada por Cristo, e, o juízo oficiado por Cristo. O sacrifício substitutivo acontecia diariamente no altar do pátio do Santuário, era a expiação contínua (Êxodo 27:1-8); a intercessão sacerdotal se dava continuamente no altar de incenso do Lugar Santo (Êxodo 30:1-10). Nestes altares, tanto o incenso quanto o sangue simbolizam sacrifício e intercessão. Animais sacrificados apontavam para Cristo morrendo em lugar do pecador. O incenso oferecido pelo Sacerdote indicava a justiça de Cristo apresentada em prol do pecador. A doutrina do juízo de Cristo sobre o pecado era ensinada através dos rituais do Dia da Expiação, que aconteciam no final do calendário israelita.

Os pecadores reconheciam seus pecados durante o ano e recebiam o perdão divino mediante a oferta sacrificada oferecida a Deus; assim, a culpa do transgressor transferia-se para o animal, e do animal para o Santuário, através do sangue aspergido em seus recintos (Levítico 4); implicando, assim, que Cristo assumia a culpa e o pecado do ofertante (Isaías 53). Em Levítico 16, no Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote aspergia o sangue do bode para o Senhor nos lugares Santo, Santíssimo e no altar, a fim de purificar o Santuário completamente. Nessa ocasião, os pecados cometidos e confessados durante o ano eram erradicados, para, então, começarem o ano novo com a congregação totalmente purificada, perdoada, consagrada a Deus!

O Dia da Expiação representa o juízo que eliminará o pecado e suas terríveis consequências. Antes do segundo advento de Cristo, há um julgamento (Daniel 8:13-14; Mateus 25:31-46); o qual terá sua segunda fase com os salvos no Céu (Mateus 19:28; 1 Coríntios 6:1-3); e, culminará com a execução dos ímpios, no final do milênio (Apocalipse 20). Satanás é ilustrado pelo bode para Azazel, o causador de todos os pecados; sua morte no deserto indica a erradicação absoluta do pecado!

Portanto, reavivemo-nos! Cristo vencerá! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 28 de abril de 2022

O PODEROSO CONSELHEIRO ETERNO

 O PODEROSO CONSELHEIRO ETERNO

Se, porém, algum de vocês necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá com generosidade e sem reprovações, e ela lhe será concedida. Tiago 1:5

Não pense que a vida cristã é livre de tentações. As tentações sobrevêm a todos os cristãos. Tanto o cristão como aquele que não aceita a Cristo como líder terão provas. A diferença é que o segundo serve a um tirano e realiza o seu trabalho penoso, enquanto o cristão serve Aquele que morreu para lhe dar a vida eterna. Não olhe para as provas como algo estranho, mas como o meio pelo qual devemos ser purificados e fortalecidos. Tiago declarou: “Tenham por motivo de grande alegria o fato de passarem por várias provações, sabendo que a provação da fé que vocês têm produz perseverança” (Tg 1:2, 3).

Nosso mar nem sempre será calmo. Todos passaremos por tormentas e tempestades. Enfrentar dificuldades faz parte de nossa educação e é necessário para a formação de um caráter forte e simétrico.

Na vida futura, entenderemos coisas que aqui nos causaram grande perplexidade. Reconheceremos a força do nosso Auxiliador e como anjos de Deus foram instruídos a nos guardar enquanto seguíamos o conselho da Palavra de Deus.

A todos que O aceitam, Cristo dá poder para que se tornem filhos de Deus. É socorro presente em cada momento de tribulação. Tenhamos vergonha da nossa fé vacilante! Aqueles que são vencidos só têm a si mesmo para culpar pelo fracasso em resistir ao inimigo. Todos que assim o escolherem podem se achegar a Cristo e encontrar a ajuda necessária.

O mundo está envolto nas trevas do erro. Satanás e os seus anjos prosseguem nas suas investidas na batalha contra a verdade. Necessitamos de ajuda. Mas o auxílio de que precisamos não provém de seres humanos. Devemos olhar para Aquele que disse: “Toda a autoridade Me foi dada no Céu e na Terra. […] E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:18, 20).

Entre vocês se encontra o poderoso Conselheiro eterno, convidando-os a depositar Nele a sua confiança. Nós nos afastaremos Dele em busca da ajuda incerta de seres humanos tão completamente dependentes de Deus quanto nós mesmos? (The Signs of the Times, 3 de janeiro de 1906).

PARA REFLETIR: Se Deus às vezes usa outras pessoas para aconselhá-lo, como você pode evitar transformá-las nas suas confidentes, em lugar Dele?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

28 de abril

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Levítico 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 


Leitura Bíblica - Levítico 15

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 15 – A oração por cura das doenças não é a única solução. Acreditar que seja apenas orar, significa desconsiderar os cuidados que Deus deseja que tenhamos. Fique alerta!

Estudando atentamente Levítico, podemos assimilar a ideia de que “é trabalho perdido ensinar o povo a volver-se para Deus como Aquele que cura suas enfermidades, a menos que seja também ensinado a renunciar aos hábitos nocivos. Para que recebam Sua bênção em resposta à oração, devem cessar de fazer o mal e aprender a fazer o bem. Seu ambiente deve ser higiênico, corretos os seus hábitos de vida. Devem viver em harmonia com a Lei de Deus, tanto a natural como a espiritual”. Portanto, “em caso de doença, convêm verificar a causa. As condições insalubres devem ser mudadas, os maus hábitos corrigidos. Então se auxilia a natureza em seu esforço para expelir as impurezas e restabelecer as condições normais do organismo” (Ellen White. CBV, 227, 127).

Doenças são oriundas do pecado. Deus não as projetou para Seus filhos. Seu propósito sempre é restaurar a saúde e preservar-nos saldáveis holisticamente: “Se vocês derem atenção ao Senhor, o seu Deus, e fizerem o que Ele aprova, se derem ouvidos aos Seus mandamentos e obedecerem a todos os Seus decretos, não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois Eu Sou o Senhor que os cura” (Êxodo 15:26).

Warren W. Wiersbe observa que Levítico 15, “‘fluxo” 23 vezes. “Significa, simplesmente, a eliminação de um líquido, quer seja da água na natureza ou de um fluido do corpo humano. A eliminação de fluidos no corpo humano pode ser normal [Levítico 15:16-18] ou anormal [Levítico 15:1-15, 19-24], mas de qualquer modo era considerada imunda e devia ser tratada de acordo com a lei de Deus. Essas prescrições incluem a preocupação de Deus com a higiene pessoal e com a mulher, mas tudo indica que a motivação central é o dever da santidade pessoal. Nem todos somos leprosos, mas todos tempos nossos ‘fluxos’ ocasionais que nos contaminam e podem contaminar os outros”. 

Assim, olhando mais a fundo, Wiersbe sintetiza:

• Levítico 13 revela o pecado.

• Levítico 14 revela a salvação.

• Levítico 15 revela a santidade.

Desta maneira, Deus mostra Seu interesse em preparar-nos para relacionar-Se com Ele! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 27 de abril de 2022

A VÍTIMA DO SACRIFÍCIO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

27 de abril

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A VÍTIMA DO SACRIFÍCIO

Como cordeiro foi levado ao matadouro e, como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, Ele não abriu a boca. Isaías 53:7

O próprio Filho de Deus desceu do Céu revestido da humanidade a fim de dar poder a homens e mulheres, capacitando-os a ser participantes da natureza divina e escapar da corrupção que se encontra no mundo por meio das concupiscências. Seu longo braço humano envolvia a raça, enquanto Seu braço divino tocava o trono do Infinito. Não viveu para agradar a Si mesmo, mas ao Pai celestial. Dedicou a vida a trabalhar em prol dos outros, fazer o bem e salvar a humanidade sofredora. Ao agir assim, Cristo deu lições práticas de negação do eu e sacrifício pessoal.

Satanás, porém, trabalhando por meio dos elementos desobedientes, contrariava a obra de Deus. Desesperado, determinou-se a eliminar todo raio de luz que brilhasse em meio às trevas morais do mundo e, assim, acabar com a comunicação proveniente do trono divino. Resolveu desafiar Deus Pai, que enviou Seu Filho ao mundo. “Este é o herdeiro” – disseram os lavradores maus – “venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa” (Mc 12:7). E assim crucificaram o Senhor da vida e da glória.

Antes de Se oferecer como a Vítima do sacrifício, Cristo buscou o dom mais essencial e completo para conceder ao mundo, que agiria em Seu lugar e colocaria ao alcance de Seus seguidores os recursos ilimitados da graça. Disse: “E Eu pedirei ao Pai, e Ele lhes dará outro Consolador, a fim de que esteja com vocês para sempre: é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece. Vocês o conhecem, porque Ele habita com vocês e estará em vocês” (Jo 14:16, 17).

A característica mais surpreendente do modo divino de agir é que o cumprimento da obra mais grandiosa pode ser efetuado em nosso mundo de maneira muito simples. É plano de Deus que cada parte de Seu governo dependa das outras; o todo como uma roda dentro da outra, trabalhando em perfeita harmonia. Ele move as forças humanas, fazendo Seu Espírito tocar fios invisíveis, e a vibração se estende até a extremidade do Universo.

O princípio dos poderes malignos só pode ser reprimido pelo poder de Deus na terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo (Manuscrito 22, 1897).

PARA REFLETIR: Que ato de negação do eu ou sacrifício pessoal você fará hoje?

Saúde em Israel - Levítico 14

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 14

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 14 – Saúde é um bem preciosíssimo, que valorizamos mesmo quando nos sobrevêm doenças. Precisamos protegê-la, preservando-a!

O que antigamente chamavam “lepra” referia-se às doenças cutâneas, causadas geralmente pela falta de higiene e descuido com umidade causadora de mofo e fungos na região desértica do Mediterrâneo.

“Nos ensinos dados por Deus a Israel, foi dispensada cuidadosa atenção à conservação da saúde. O povo que tinha saído da servidão, com os hábitos desasseados e nocivos que ela facilita, foram sujeitos ao mais rigoroso preparo no deserto, antes de entrar em Canaã. Foram-lhes ensinados princípios de saúde e impostas leis sanitárias. Não somente em seu culto, mas em todos os assuntos da vida diárias, era observada a distinção entre o limpo e o imundo. Todos quantos eram de algum modo postos em contato com doenças contagiosas ou contaminadoras, eram isolados do acampamento, não lhes sendo permitido voltar ali sem completa purificação tanto do corpo como das vestes... A necessidade de asseio pessoal foi ensinada da maneira mais impressiva. Antes de se reunirem no Monte Sinai para ouvir a proclamação da lei pela voz de Deus, foi exigido do povo que se lavassem a si mesmos, e suas roupas. Esta recomendação foi imposta sob pena de morte. Nenhuma impureza devia ser tolerada diante de Deus. Durante a estada no deserto, os israelitas se achavam quase continuamente ao ar livre, onde as impurezas teriam efeito menos nocivo do que os que vivem em casas fechadas. Mas era requerido o mais estrito asseio, tanto dentro como fora de suas tendas. Nenhum lixo devia ficar dentro ou em volta do acampamento” (CBV, p. 276, 279).

No contexto atual, várias são as causas de enfermidades na sociedade. O livro “Ciência do Bom Viver” lista as principais: Alimentação cárnea (p. 313), ar viciado (p. 241), condescendência própria (p. 227), agitação mental (p. 274), infração das leis salutares (p. 234), falta de higiene (p. 276), intemperança (p. 171), bebidas e alimentos inadequados (p. 114, 235, 334), ociosidade (p. 238), o próprio pecado (p. 113-114, 133, 227, 244), umidade (p. 274), roupas impróprias (p. 293). Etc.

O livro Ciência do Bom Viver certamente aplica os divinos princípios do livro de Levítico, contextualizando os ensinamentos inspirados do passado. 

Reavivemo-nos: Valorizemos e cuidemos mais da saúde! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 26 de abril de 2022

O GRANDE PORTADOR DE FARDOS

 O GRANDE PORTADOR DE FARDOS

Lancem sobre Ele todas as suas ansiedades, porque Ele cuida de vocês. 1 Pedro 5:7

Quando estão em dificuldades, muitos pensam que devem apelar para algum amigo terrestre, contar-lhe suas perplexidades e pedir-lhe socorro. Sob circunstâncias difíceis, a descrença enche-lhes o coração, e o caminho parece sombrio. Contudo, ali está sempre a seu lado o poderoso e eterno Conselheiro, convidando-os a depositar Nele sua confiança. Jesus, o que levou sobre Si nossos cuidados nos diz: “Vinde a Mim, e encontrareis descanso.” Vamos nos afastar Dele para recorrer a falíveis seres humanos, tão dependentes de Deus quanto nós mesmos?

Você pode sentir a imperfeição do seu caráter e a insignificância da sua capacidade em comparação com a grandeza da obra. Mas, ainda que tivesse a maior inteligência, isso não bastaria para seu trabalho. “Sem Mim vocês não podem fazer nada”, diz nosso Senhor e Salvador (Jo 15:5). O resultado de tudo o que fazemos está nas mãos de Deus. Aconteça o que acontecer, apegue-se a Ele com uma confiança firme e perseverante.

Em seus negócios, nas amizades das horas de lazer e na aliança matrimonial, que todas as relações sociais que tiver sejam empreendidas com fervorosa e humilde oração. Assim mostrará que você honra a Deus, e Deus honrará você. Ore quando estiver abatido. Em ocasiões de desânimo, não diga nada aos outros; não espalhe sombra no caminho do próximo; mas conte tudo a Jesus. Levante as mãos para obter auxílio. Em sua fraqueza apegue-se à força infinita. Suplique humildade, sabedoria, coragem, aumento de fé, para que veja luz na luz de Deus e rejubile em Seu amor (A Ciência do Bom Viver, p. 512, 513).

Se andarmos humildemente com Deus, se trabalharmos no espírito de Cristo, nenhum de nós terá de carregar pesados fardos. Vamos entregá-los ao grande Portador de fardos. Poderemos então esperar triunfos na presença de Deus, na comunhão de Seu amor. Do início ao fim, toda reunião campal será uma festa de amor, pois a presença de Deus estará com Seu povo.

Todo o Céu está interessado em nossa salvação. Anjos de Deus, milhares de milhares, e dezenas de milhares vezes dezenas de milhares, são comissionados a ministrar em favor dos que herdarão a salvação. Guardam-nos do mal e fazem recuar as forças das trevas que estão procurando nos destruir (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 63).

PARA REFLETIR: Com que frequência você tem o costume de orar antes de fazer amizade com outras pessoas?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de abril

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Levítico 13 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 13

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 13 – Deus preza pelo cuidado da saúde, e orienta quanto às doenças de Seu povo. Ele é Deus, mas age como um Médico por excelência. 

Observe atentamente que “o nascimento de criança (cap. 12) era algo saudável. Já os cap. 13 e 14 falam da impureza resultante de doenças na pele ou de infecções semelhantes ao mofo em roupas e fungo em casas. Tais condições têm aparência de decomposição, por isso eram associadas à morte (comparar com Nm 12:10-12)”, explica o comentário da Bíblia Andrews.

Deve-se cuidar com enfermidades apresentando carne viva (Levítico 13:9-17), úlceras (Levítico 13:18-23), feridas no couro cabeludo (Levítico 13:29-37), manchas brancas (Levítico 13:38-39), calvície (Levítico 23:40-44). Tudo isso tem a ver com várias enfermidades de pele, como micose, psoríase, sarna, eczema, etc. “Qualquer pessoa com uma doença grave de pele deverá usar roupas rasgadas, deixar o cabelo solto e despenteado, cobrir o lábio superior e gritar: ‘Impuro! Impuro!’. Enquanto a pessoa tiver feridas, continuará ritualmente impura e terá de viver isolada, fora do acampamento” (Levítico 23:45-46).

Roupas com mofo ou fungo perigoso devem ser mostradas ao sacerdote, tal como as doenças anteriormente citadas; o qual examinará e dará o diagnóstico e como proceder (Levítico 13:47-59).

Jesus é o Médico dos médicos ilustrado na figura do sacerdote. Contudo, Ele não apenas examinava as doenças, Ele as curava. “Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo a curar os enfermos do que a pregar”. Contudo, “Jesus não Se satisfazia em atrair a atenção para Si mesmo unicamente como um operador de maravilhas, ou alguém que curasse as doenças do corpo. Queria atrair as pessoas a Si como seu Salvador” declarou Ellen White (CBV, p. 19, 31).

Todavia, infelizmente “milhões e milhões de seres humanos, em enfermidades, ignorância e pecado, jamais ouviram sequer falar no amor de Cristo por eles”. E, consequentemente desconhecem Seus benefícios deixados à disposição para curar doenças: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios” (CBV, p. 104, 127).

É tão importante levantar cedo, abrir portas e janelas para que o ar fresco e o sol entrem em nosso lar destruindo mofo e fungos que prejudicam nossa saúde, tanto quanto, orar, respirar, exercitar-se e alimentar-se corretamente! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 25 de abril de 2022

A FRENTE DA HUMANIDADE

 A FRENTE DA HUMANIDADE

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Colossenses 1:15

Este é o tempo em que todo aquele que ocupa cargo de responsabilidade e todo membro da igreja devem colocar cada detalhe de seu trabalho em perfeita harmonia com os ensinos da Palavra de Deus. Por meio de vigilância incansável, orações fervorosas e palavras e atos cristãos devemos mostrar ao mundo o que Deus quer que Sua igreja seja.

De Sua elevada posição, Cristo, o Rei da glória, a Majestade do Céu, viu o estado da humanidade. Teve compaixão dos seres humanos em sua fraqueza e pecaminosidade e veio à Terra para revelar quem é Deus para os homens. Deixando Sua corte real, revestindo Sua divindade com os véus da humanidade, veio pessoalmente ao mundo para desenvolver em nosso favor um caráter perfeito. Não escolheu morada entre os ricos da Terra. Nasceu na pobreza, de pais humildes, e viveu na desprezada aldeia de Nazaré. Logo que atingiu idade suficiente para manejar as ferramentas, contribuiu com a Sua parte para o sustento da família.

Cristo condescendeu em colocar-Se à frente da humanidade para sofrer tentações e suportar as provas que os seres humanos têm que sofrer e suportar. Tinha de conhecer o que a humanidade tem que sofrer da parte do inimigo caído, a fim de saber como socorrer os que são tentados.

E Cristo foi feito nosso juiz. O Pai não é o juiz. Tampouco são os anjos. Aquele que Se revestiu da humanidade e viveu vida perfeita neste mundo será quem nos julgará. Só Ele pode ser nosso juiz. Vamos nos lembrar disso, irmãos? Os pastores se lembrarão disso? E os pais e mães se lembrarão? Cristo assumiu a humanidade para poder ser nosso juiz. Nenhum de nós foi designado para julgar outra pessoa. Tudo o que podemos fazer é nos corrigir. Exorto-lhes, em nome de Cristo, a obedecer à ordem que lhes dá, de nunca assumirem a atitude de juízes. Dia a dia tem soado aos meus ouvidos esta mensagem: “É preciso descer do assento de juiz. Fazê-lo em humildade.”

Jamais foi tão necessário como agora que nos neguemos a nós mesmos e carreguemos cada dia a cruz. Até que extremo nós estamos dispostos a dar provas de abnegação? (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 185, 186).

PARA REFLETIR: Qual é a sua cruz? O que você carregará hoje enquanto segue Cristo?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25 de abril
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Levítico 12 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 12

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 12 – O cuidado de Deus para com Seus filhos sofredores neste mundo tenebroso é surpreendente. Suas orientações revelam Seu caráter, o quanto conhece nossa fragilidade e dor, além de agir visando aliviar nossas situações traumáticas.

O pecado contaminou a humanidade holisticamente. O Criador, conhecendo detalhes de Suas preciosas criaturas, Se preocupa com o bem-estar delas em situação precária (no deserto).

Há quem questiona o caráter de Deus pelo fato da mulher que gerasse menina precisar de mais tempo para purificar-se; partindo daí, críticos alegam que Deus e a religião bíblica sejam machistas. Entretanto, tais críticos parecem ignorar a circuncisão dos meninos – pior que as orientações em relação ao nascimento das meninas. Na verdade, o ser humano vem tentando acusar a Deus para manchar Seu caráter desde que Adão justificou sua desobediência no Éden: “A mulher que ME DESTE por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12).

Interessante que Deus, bondosa e graciosamente, indicou que a salvação do homem viria através do descendente da mulher, não do homem (Gênesis 3:15). Assim, nem no passado nem atualmente a relação sexual seja imoral ou pecaminosa, como também não é pecado o parto; contudo, a mulher foi orientada a purificar-se, a fim de prover ensinamentos importantes. “Deus havia abençoado a reprodução humana ao dizer: ‘Sede fecundos, multiplicai-vos’ (Gn 1:28). Tal bênção continuou a ser concedida após a queda no pecado (Gn 9:1). Como, porém, o pecado resulta em morte (Rm 6:23), cada nova criança que nasce é mortal (Rm 5:12). Ao chamar de ‘imundos’ os aspectos masculinos e femininos da reprodução humana que envolvem fluxo de sangue ou sêmen dos órgãos genitais (menstruação, polução noturna e relação sexual [ver também Lv 15; Dt 23:10, 22], bem como o nascimento), Deus não está condenando esses eventos, nem os classificando como pecado. Simplesmente eram coisas que necessitavam de rituais de limpeza”; além disso, “o fato de as mulheres ficarem impuras por mais tempo do que os homens não as desvalorizava como pessoa; elas desempenhavam um papel especial na reprodução” (Comentário Bíblia Andrews).

Quando Jesus nasceu, Ele e Sua mãe submeteram-se a estes rituais, cuja oferta revela a pobreza da família messiânica (Lucas 2:22-24). Jesus veio para purificar-nos e salvar-nos da imundícia do pecado! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 24 de abril de 2022

O GOVERNANTE DE ISRAEL

 O GOVERNANTE DE ISRAEL

Então Natanael exclamou: “Mestre, o senhor é o Filho de Deus! O senhor é o Rei de Israel!” João 1:49

No período judaico, todas as revelações de Deus ao Seu povo e tudo relacionado à adoração estavam intimamente ligados ao santuário, com o tabernáculo no deserto e, depois, com o templo. Ali Deus era adorado; ali as ofertas e os sacrifícios eram apresentados diante Dele. Ali o peitoral do sumo sacerdote, cravejado de pedras preciosas, recebia mensagens da parte de Jeová. Ali, no santo dos santos, oculto pelas asas dos querubins, habitava o símbolo perpétuo da presença do Santo, o Criador dos céus e da Terra. Ali ficava a arca da aliança, contendo as tábuas da lei; arca que, para Israel, era o símbolo da presença divina e a garantia de vitória nas batalhas…

Em todas as páginas da história sagrada nas quais se registra o agir de Deus para com o Seu povo escolhido, estão traços brilhantes do grande Eu Sou. A manifestação mais clara já concedida por Ele do Seu poder e da Sua glória aos filhos da humanidade ocorreu quando foi reconhecido como o Governante de Israel e entregou a lei ao povo. Ali se encontrou um cetro jamais segurado por mãos humanas. E o agir imponente do Rei invisível de Israel era indizivelmente grandioso e terrível.

Foi, de fato, uma esplêndida dispensação, e aqueles que ridicularizam a antiga lei judaica […] devem se lembrar de que estão pisando em solo sagrado. Embora nos regozijemos hoje de que o nosso Salvador veio à Terra e o sacrifício pelo pecado tipificado na lei cerimonial se tornou realidade, não há desculpa para nutrir sentimentos de desrespeito pelo período em que o próprio Cristo era o líder do Seu povo. Quem faz isso pode não ter noção do que está fazendo, mas revela ignorar tanto as Escrituras como o poder de Deus. Mostra que necessita da iluminação divina e de um conhecimento mais profundo de Deus e da Sua Palavra.

O Cristo tipificado nos ritos e nas cerimônias da lei judaica é o mesmo que se encontra revelado no evangelho. As nuvens que envolviam a Sua forma divina desapareceram, e Jesus, o Redentor do mundo, permanece revelado (The Signs of the Times, 3 de junho de 1886).

PARA REFLETIR: Por que Jesus simplesmente não Se revelou sem tipos e símbolos?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-governante-de-israel/

Animais X Alimentação - Levítico 11

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 11

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!

Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.

Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).

Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13). 

Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).

Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam... façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14). 

Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.

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sábado, 23 de abril de 2022

O BOM PASTOR


O BOM PASTOR

Depois de levar para fora todas as que lhe pertencem, vai na frente delas, e elas o seguem, porque reconhecem a voz dele. João 10:4

Próximo de Betsaida, na extremidade norte do Mar da Galileia, havia uma região solitária, embelezada com o exuberante verde da primavera, a qual oferecia convidativo retiro a Jesus e Seus discípulos. Para ali partiram, atravessando o lago em seu bote. Ali podiam descansar, afastados do tumulto da multidão. Ali os discípulos podiam escutar as palavras de Cristo sem ser perturbados pelas réplicas e acusações dos fariseus. Ali também esperavam desfrutar de um breve período de comunhão uns com os outros e com seu Senhor.

Jesus esteve sozinho com Seus amados apenas por pouco tempo, mas quão preciosos foram para eles aqueles momentos! Conversaram sobre a obra do evangelho e a possibilidade de tornarem sua tarefa mais efetiva quanto a alcançar o povo. Ao Jesus expor-lhes os tesouros da verdade, foram como que vitalizados pelo divino poder e inspirados com esperança e coragem.

Mas logo Ele foi novamente procurado pela multidão. Supondo que houvesse ido a Seu lugar habitual de retiro, o povo ali O seguiu. Sua esperança de conseguir sequer uma hora de repouso foi frustrada. Mas, nas profundezas de Seu puro e compassivo coração, o bom Pastor das ovelhas só teve amor e piedade para com aquelas desassossegadas e sedentas pessoas. O dia todo ministrou-lhes às necessidades, e ao anoitecer as despediu para que fossem descansar.

Em uma vida inteiramente devotada ao bem dos outros, o Salvador achava fundamental desviar-Se da incessante atividade e do contato com as necessidades humanas, a fim de buscar o retiro e a inteira comunhão com o Pai. Ao partirem as multidões que O haviam seguido, Ele foi para as montanhas e ali, a sós com Deus, derramou a alma em oração por essas criaturas sofredoras, pecadoras e necessitadas.

Quando Jesus disse aos discípulos que a seara era grande e poucos eram os obreiros, não insistiu quanto à necessidade de incessante trabalho, mas disse-lhes: “Peçam ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mt 9:38). A Seus esgotados obreiros de hoje, da mesma maneira que aos primeiros discípulos, Ele dirige estas palavras de compaixão: “Vinde vós, aqui à parte, […] e repousai um pouco” (Mc 6:31, ARC) (A Ciência do Bom Viver, p. 56-58).

PARA REFLETIR: Às vezes você aprecia mais o descanso que Deus oferece do que o Seu chamado ao trabalho?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-bom-pastor-4/

Santo X Profano - Levítico 10

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 10

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 10 – Existe diferença entre o sagrado e o profano, ainda que muitos não concordem com tal distinção. Não considerar essa diferença implica em aberta desobediência às orientações de Deus, o que caracteriza pecado gravíssimo.

Levítico 10 é um breve interlúdio didático, porém dramático, que explica de forma radical o perigo de misturar o santo com o profano. Os sacerdotes Nadabe e Abiú, ambos filhos do Sumo Sacerdote Arão, não muito tempo da consagração deles, “pegaram, cada um o seu incensário, nos quais ascenderam fogo, acrescentaram incenso e trouxeram fogo estranho perante o Senhor, sem que tivessem sido autorizados”, começa o registro histórico.

Saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu imediatamente. Arão silencia pela perda de seus filhos displicentes. Depois de retirar os cadáveres do acampamento, Moisés destacou os devidos cuidados quanto ao ministério do Santuário. Inclusive repreendeu fortemente aos sacerdotes Eleazar e Itamar, mas foram justificados com a explicação de Arão.

Levítico 10:10 é um apelo contundente que merece total atenção: “Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, ensinar aos israelitas...”. A gritante diferença entre sagrado e profano é tão contrastante quanto a vida e a morte.

A intemperança no comer e beber obscurece a mente impedindo-a de distinguir entre o sagrado e o profano. Pessoas embriagadas com as iguarias deste mundo, não perceberão a diferença entre certo e errado. É perigoso sem possuir “clara percepção da diferença entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro (Is 28:7)”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

A negligência em diferenciar o santo do profano resulta em sérias consequências. Nadabe e Abiú não eram ingênuos espirituais. Eles subiram com Moisés e os setenta anciãos ao Monte Sinai; viram a glória de Deus, comeram e beberam em Sua presença (Êxodo 24:9-11). Depois dessa experiência, perderam a reverência. Amor e temor devem ser a referência do pecador diante do Senhor.

Portanto, deveríamos saber considerar devidamente as coisas sagradas, por exemplo:

• O casamento (Levítico 20:10-21; Hebreus 12:4).

• O sábado (Levítico 23:3; Ezequiel 20:12, 20).

• O dízimo (Levítico 27:30; Mateus 23:23).

A religião bíblica é séria; não deve ser tratada nem praticada levianamente (Atos 5:1-10). Para agir corretamente, reavivemos nosso senso daquilo que é santo! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 22 de abril de 2022

A CABEÇA GLORIFICADA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

 

22 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-cabeca-glorificada/

A CABEÇA GLORIFICADA

A fim de que o amor com que Me amaste esteja neles, e Eu neles esteja. João 17:26

Cristo declara a missão que tinha em vista ao vir à Terra. Afirma em Sua última oração pública: “Pai justo, o mundo não Te conheceu. Eu, porém, Te conheci, e também estes reconheceram que Tu me enviaste. Eu lhes fiz conhecer o Teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que Me amaste esteja neles, e Eu neles esteja” (Jo 17:25, 26). Quando Moisés pediu ao Senhor que lhe mostrasse Sua glória, o Senhor disse: “Farei passar toda a Minha bondade diante de você” (Êx 33:19). “O Senhor passou diante de Moisés e proclamou: O Senhor! O Senhor Deus compassivo e bondoso, tardio em irar-Se e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a maldade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocente o culpado […]. E imediatamente Moisés curvou-se para a terra, adorou o Senhor” (Êx 34:6-8). Quando formos capazes de compreender o caráter de Deus como Moisés, também nós nos apressaremos em nos curvar em adoração e louvor. Jesus não esperava nada menos que o amor com que o Pai O amou (Jo 17:26) estivesse no coração de Seus filhos, a fim de que pudessem comunicar a outros o conhecimento de Deus.

Oh! Que certeza essa de que o amor de Deus pode habitar no coração de todos os que Nele creem! Oh! Que salvação é provida; pois Ele pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus. Exclamamos com admiração: Como serão possíveis essas coisas? Mas Jesus não Se contentará com nada menos do que isso. Aos que são participantes aqui de Seus sofrimentos, de Sua humilhação, resistindo por amor a Seu nome, será outorgado o amor de Deus como o foi para o Filho. Disse Aquele que sabe: “o próprio Pai os ama” (Jo 16:27). Aquele que teve conhecimento pessoal do comprimento, da largura, da altura e da profundidade desse amor, declarou-nos esse fato surpreendente.

Esse amor nos pertence pela fé no Filho de Deus. Por isso, a conexão com Cristo significa tudo para nós. Devemos ser um com Ele, assim como Ele o é com o Pai, e então somos amados pelo infinito Deus como membros do corpo de Cristo, como ramos da Videira viva. Devemos estar ligados ao tronco original e receber nutrição da Videira. Cristo é nossa Cabeça glorificada, e o divino amor fluindo do coração de Deus se detém em Cristo e é comunicado aos que se uniram a Ele. Aprofundando-se na alma, este divino amor lhe infunde gratidão, livra-a de sua debilidade espiritual, do orgulho, da vaidade e do egoísmo, e de tudo o que deforma o caráter cristão (Fundamentos da Educação Cristã, p. 177-179).

PARA REFLETIR: Como você pode vivenciar o amor divino se estiver desconectado de Cristo?

Levítico 9 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 9

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 9 – Moisés é um líder espiritual por excelência. Ele compartilhou sua liderança com Arão, e juntos fizeram os preparativos para o povo experimentar a presença do Senhor.

Após toda a cerimônia sacrifical e os sete dias de confinamento nas imediações do Santuário, Arão foi consagrado a Sumo Sacerdote, e seus filhos a sacerdotes; na sequência, preparam-se para inaugurar as cerimônias:

Arão ofereceu primeiramente sacrifícios para si mesmo: um bezerro da oferta pelo pecado; fez então o holocausto com o sangue, cabeça, entranhas e pernas do bezerro (Levítico 9:8-14).

Somente após sacrificar para si que Arão apresentou a oferta pelo povo: ofereceu a oferta pelo pecado, o holocausto, um punhado de oferta de cereal e ofereceu um boi e um carneiro em sacrifício pacífico; em que o sangue é aspergido sobre o altar e em redor dele, as partes dos animais foram queimados no altar, com exceção do peito direito e da coxa direita que foram considerados oferta movida perante o Senhor (Levítico 9:15-21).

Em seguida, o Sumo Sacerdote Arão levantou as mãos para abençoar ao povo para concluir sua participação da oferta pelo pecado, o holocausto e a oferta pacífica; e então, entrou com Moisés na Tenda do Encontro. Ao se retirarem, ambos abençoaram o povo. E, o resultado foi espetacular (Levítico 9:22-24):

1. A glória do Senhor apareceu a todos os presentes na cerimônia;

2. Saiu fogo da presença de Deus e consumiu o holocausto e as porções de gordura do altar;

Como resposta a tudo isso, o povo demonstrou duas atitudes positivas:

1. Gritou de alegria;

2. Prostrou-se com o rosto em terra.

Com a nomeação e consagração de Arão como Sumo Sacerdote para levar o povo a Deus, o texto nos revela que a graça escolhe líderes que foram longe em seu pecado, todavia aceitaram ser restaurados por Deus para lidar com os pecadores. Isso se deve, porque, quem foi grandemente perdoado será mais compassivo e tolerante com os pecadores – além de ser um exemplo do poder acolhedor e transformador de quem já sofreu a dura desgraça do pecado.

Quando a graça liberta pecadores, o favor celestial é derramado na congregação de crentes que esperam a abençoadora e gloriosa presença divina. Assim, é evidente que a graça promove grandioso reavivamento! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 21 de abril de 2022

O VERDADEIRO PASTOR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-verdadeiro-pastor/

O VERDADEIRO PASTOR

Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. João 10:11

Há uma obra a ser feita pelos ricos, a fim de despertar neles o reconhecimento de que estão ligados a Deus e devem prestar contas a Ele. É necessário que acordem para o fato de que precisarão entregar um relatório Àquele que julgará vivos e mortos na Sua vinda e no Seu reino. Os ricos têm a responsabilidade de trabalhar em prol dos outros no amor e temor de Deus. No entanto, muitos ricos confiam nos próprios recursos e não se dão conta do perigo em que se encontram. Deus tem algo para lhes dar que é imensamente mais valioso do que ouro, prata ou pedras preciosas. A alma precisa ser atraída para coisas de valor permanente. Necessitam entender o valor da verdadeira bondade. Jesus lhes diz: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28). Pede que troquem o jugo produzido por eles próprios por Seu jugo suave e Seu fardo leve. Diz: “Aprendam de Mim, porque sou manso e humilde de coração” (v. 29). Ele chama: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (Jo 7:37); “o que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6:37).

Quem ouve a voz de Cristo reconhece o som da bondade superior, a voz do verdadeiro Pastor. Ah, que os ricos sintam a responsabilidade de ser mordomos fiéis dos recursos que lhes foram confiados! Que entendam a necessidade de ser agentes de Deus, a fim de receber Sua aprovação! Que tenham a consciência de que pisam em solo sagrado e podem ser obreiros distintos, engajados com Cristo na grande obra de elevar aqueles por quem Ele morreu para salvar!

[…] Ele [Deus] confiou recursos aos ricos a fim de que abençoem a humanidade, aliviando as necessidades dos sofredores e carentes. Esse é o trabalho que lhes foi confiado e, ao fazê-lo, não devem sentir que estão realizando algo extraordinário…

Ele não tem a intenção de que uma pessoa tenha todos os luxos da vida enquanto outros clamam por pão. Todo o dinheiro entregue à humanidade além do necessário para suprir as próprias necessidades foi confiado para abençoar os outros seres humanos (The Signs of the Times, 30 de julho de 1894).

PARA REFLETIR: Você enxerga os ricos como possíveis candidatos ao reino do Céu ou os vê como um grupo repleto de bens e carente de nada?

Levítico 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 8

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 8 – Deus lida graciosamente com o pecador. Sua graça alcança qualquer pessoa e a restaura a tal ponto de considerá-la como se nunca tivesse cometido pecado. Levítico nos desafia a conhecer o poder e o efeito da graça evidente no contexto do Santuário.

No capítulo em pauta, Moisés age em lugar de Deus chamando o povo perante a tenda da congregação, para a ordenação ministerial de Arão e seus filhos (Levítico 8:1-4). Seria a consagração ao posto mais alto do Santuário daquele Arão que construíra um bezerro levando o povo à idolatria no Sinai; e, mentiu quando questionado por Moisés, alegando que miraculosamente o bezerro surgiu ao jogar ouro no fogo (Êxodo 32:1-5, 21-24).

Arão não foi sumo sacerdote por escolha de seu irmão Moisés, foi Deus quem o escolheu. Então, diante da congregação, Moisés lavou e vestiu Arão com seus filhos e depois ungiu o tabernáculo e seus utensílios com óleo e também a cabeça de Arão (Levítico 9:5-12).

Após ungir o Sumo Sacerdote, Moisés oficiou vários sacrifícios (Levítico 9:13-29):

• Do novilho, da oferta pelo pecado, colocando sangue nas pontas e base do altar.

• Do carneiro, do holocausto (oferta queimada, aroma agradável a Deus), colocando sangue no altar e ao redor.

• Do carneiro, da consagração, colocando sangue na orelha e polegares das mãos e pés de Arão e seus filhos; os quais receberam um bolo asmo, outro de pão cozido, e uma obreia.

• Do peito do carneiro da consagração.

Depois dessa complexa cerimônia de purificação e unção das vestes de Arão e seus filhos aspergindo neles o sangue colhido do altar para consagrá-los, Moisés passou a instrui-los quanto ao quê fazer (Levítico 9:30-36):

• Cozer carne para comer com pão do cesto da consagração diante da congregação.

• Permanecer sete dias diante da porta da congregação até que Deus os consagrasse.

Esta cerimônia mostra quanta aversão tem Deus pelo pecado, e mesmo assim almeja a salvação do pecador. Sua graça pode não ser compreendida pela razão humana, mas pode ser recebida por todos.

Assim como Arão recebeu uma função especial após ter falhado terrivelmente, Pedro também tornou-se apóstolo após ter mentido e blasfemado sobre Jesus (Marcos 14:66-72; João 21:15-19). Essa graça incrível está disponível a nós ainda hoje. Portanto, reavivemo-nos nessa graça hoje mesmo! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 20 de abril de 2022

O DOADOR DE TODA DÁDIVA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

20 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-doador-de-toda-dadiva-boa-e-perfeita/

O DOADOR DE TODA DÁDIVA BOA E PERFEITA

Abres a mão e satisfazes os desejos de todos os viventes. Salmo 145:16

As ternas misericórdias e a longanimidade do Senhor se estendem sobre nós por todos os dias da nossa vida. O mundo inteiro deveria estar repleto de vozes agradecidas que proclamam a benevolência e o amor de Deus. O salmista diz: “Em Ti esperam os olhos de todos, e Tu, a seu tempo, lhes dás o alimento. Abres a mão e satisfazes os desejos de todos os viventes” (Sl 145:15, 16). Quando fomos presos pelo pecado, Aquele que era rico em glória se tornou pobre por nossa causa, a fim de que, por intermédio de Sua pobreza, pudéssemos ser ricos. Podemos muito bem perguntar à nossa alma: “Quanto deves ao Senhor?” A benevolência de Cristo é exercida todo o tempo. Ele derrama diariamente as Suas dádivas sobre nós. Seu Espírito Santo está em constante atuação, atraindo o coração de homens e mulheres, guiando-os em toda a verdade. Antes da crucifixão, Cristo disse aos pesarosos discípulos que lhes enviaria outro Consolador, o qual habitaria com eles para sempre. A graça de Cristo se multiplica para conosco e é concedida sem limites. Os rios da salvação fluem continuamente em nossa direção.

Considerando aquilo que Cristo fez e faz pelos filhos da humanidade, não deveríamos levar a Ele ofertas de gratidão? Nossos presentes deveriam fluir apenas de uns para os outros, enquanto deixamos esquecido o Doador de toda dádiva boa e perfeita? O Senhor declarou: “Honrarei aqueles que Me honram” (1Sm 2:30). Não devemos esperar para levar uma oferta a Deus somente quando não tivermos mais dívidas. Sua causa requer os recursos que Ele nos confiou, e precisamos apresentar uma porção diante do altar de Deus tão livremente quanto o sacrifício infinito que Ele fez por nós. Não temos tempo a perder ao dedicar os nossos tesouros ao banco do Céu. Em tudo aquilo que fizermos, não nos esqueçamos de Deus. Se nós O amarmos de todo o coração, lembraremos do que Ele nos pede. Deus requer que sejamos como Ele e imitemos o exemplo de sacrifício pessoal deixado por Cristo, tendo uma vida de negação do eu. Em oração, devemos considerar a questão: “Quanto deves ao Senhor?”

Há pessoas que roubam a Deus nos dízimos e nas ofertas? Busque fazer um acerto de contas. Não deixe sua obrigação para com o Senhor ser a última coisa a ser resolvida (The Signs of the Times, 6 de janeiro de 1890).

PARA REFLETIR: Em que ocasião o Senhor devolveu milagrosamente o dinheiro que você doou em forma de sacrifício para a Sua causa? De que outras maneiras Deus nos devolve aquilo que entregamos a Ele?

Levítico 7 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 7

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).

Seis principais sacrifícios são descritos:

• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);

• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);

• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);

• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);

• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);

• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).

Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores. 

O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.

“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.

Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!

Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18). 

Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 19 de abril de 2022

O MODELO DIVINO

  MEDITAÇÃO DIÁRIA

19 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-modelo-divino/

O MODELO DIVINO

Já não falarei muito com vocês, porque aí vem o príncipe do mundo, e ele não tem poder sobre Mim. João 14:30

Em breve chegará o “tempo de angústia, como nunca houve” (Dn 12:1). Necessitaremos de uma experiência que agora não temos, e que muitos são negligentes demais para obter. Muitas situações acabam não sendo tão complicadas como se pensava que seriam; mas não será assim com relação à crise que está diante de nós. A mais vívida descrição não é capaz de expressar a magnitude daquela provação. Naquele tempo de tribulação, cada pessoa deverá responder por si mesma diante de Deus. “Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Deus, mesmo que Noé, Daniel e Jó estivessem” na Terra, “não salvariam nem o seu filho nem a sua filha; pela sua justiça salvariam apenas a sua própria vida” (Ez 14:20).

Neste momento, enquanto nosso grande Sumo Sacerdote está fazendo expiação por nós, devemos procurar nos tornar perfeitos em Cristo. Nem mesmo por um pensamento nosso Salvador poderia ser levado a ceder ao poder da tentação. Satanás encontra no coração humano algum ponto de apoio em que possa se firmar, algum desejo pecaminoso cultivado, por meio do qual suas tentações se tornam fortes. Mas Cristo declarou sobre Si mesmo: “Aí vem o príncipe do mundo, e ele não tem poder sobre Mim” (Jo 14:30). Satanás não conseguiu achar no Filho de Deus coisa alguma que o habilitasse a alcançar a vitória. Jesus tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia Nele nenhum pecado que Satanás pudesse usar para sua vantagem.

Essa é a condição em que devem se encontrar os que resistirão no tempo de angústia.

É nesta vida que devemos afastar de nós o pecado, pela fé no sangue expiatório de Cristo. Nosso precioso Salvador nos convida a nos unirmos a Ele, a ligar nossa fraqueza à Sua força, nossa ignorância à Sua sabedoria e nossa indignidade aos Seus méritos. A providência de Deus é a escola na qual devemos aprender a mansidão e humildade de Jesus. O Senhor está sempre colocando diante de nós não o caminho que preferiríamos, o qual nos parece mais fácil e agradável, mas os verdadeiros objetivos da vida. Cabe a nós cooperar com os meios que o Céu emprega na obra de adequar nosso caráter ao Modelo divino. Ninguém poderá negligenciar ou adiar essa obra sem correr sério risco de perder a salvação (O Grande Conflito, p. 516, 517 [622, 623]).

PARA REFLETIR: De que pecado acariciado você precisa abrir mão? Como você pode unir a sua fraqueza nessa área da vida com a força oferecida por Jesus?

Levítico 6 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 6

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 6 – Embora inúmeros cristãos atualmente não valorizem tanto o livro de Levítico, “os apóstolos consideravam Levítico um livro divinamente inspirado, relacionado (profeticamente) à doutrina cristã. Por exemplo, os sacerdotes e sacrifícios associados ao tabernáculo prenunciaram o trabalho de Cristo em relação ao Céu (Heb. 3:1; 4:14-16; caps. 9 e 10). A afinidade entre Levítico e o Novo Testamento se torna óbvia no livro de Hebreus, considerado por alguns um comentário sobre Levítico no Novo Testamento. De modo geral, os rituais e as ideias do livro influenciaram profundamente o cristianismo, e mesmo uma leitura casual do Novo Testamento evidencia tal influência”, comenta Russell Champlin.

Ou seja, os princípios de Levítico não perderam sua validade. Deveriam fazer parte de nossa sociedade hodierna. Não perderam seu valor; somos nós que desconsideramos o real valor das mensagens de Levítico. 

Considere: Quando meu pecado prejudica ou destrói a propriedade do próximo, o culpado deve oferecer um cordeiro perfeito e fazer restituição de 120% (Levítico 6:1-7). “Esperava-se reparação; pois, embora o perdão venha pela graça, o pecado sempre produz consequências danosas, especialmente em forma de perda para outros seres humanos”, esclarece Eugene Merrill.

O capítulo reitera as instruções anteriores nos capítulos 2 e 4, agora da perspectiva da liderança espiritual (Levítico 6:14-30); mostrando que a lei do holocausto requeria um fogo constante, o qual apontava à necessidade contínua de sacrifícios a fim de expiar os pecados dos transgressores.

Um ponto importante são as instruções quanto aos sacrifícios da nação, de manhã e à tarde. Ellen White nos auxilia na compreensão desses sacrifícios: “As horas designadas para o sacrifício da manhã e à tardinha eram consideradas sagradas, e, por toda a nação judaica, vieram a ser observadas como um tempo reservado para a adoração [...]. Neste costume têm os cristãos um exemplo para a oração da manhã e da noite. Conquanto Deus condene o mero ciclo de cerimônias, sem espírito de adoração, olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar perdão dos pecados cometidos e apresentar seus pedidos de bênçãos necessitadas” (PP, p. 353-354).

Assim como o fogo deveria arder continuamente, devemos orar incessantemente (Efésios 6:18; 1 Tessalonicenses 5:17). Nossa dependência do sacrifício de Cristo não deve sofrer interrupção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 18 de abril de 2022

A MAIOR DÁDIVA

MEDITAÇÃO DIÁRIA

18 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-maior-dadiva/

A MAIOR DÁDIVA

Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores. Romanos 5:8

Um homem poderia passar sobre o lugar onde o tesouro está escondido. Grandemente necessitado, poderia assentar-se e descansar à sombra de uma árvore sem saber das riquezas ocultas sob suas raízes. Assim era com os judeus. Como tesouro áureo, a verdade foi confiada aos hebreus. A dispensação judaica, trazendo o sinete do Céu, havia sido instituída por Cristo mesmo. As grandes verdades da salvação eram ocultadas por tipos e símbolos. Contudo, quando Cristo veio, os judeus não reconheceram Aquele a quem apontavam todos esses símbolos. Tinham em mãos a Palavra de Deus; mas as tradições transmitidas de geração a geração e as interpretações humanas das Escrituras lhes ocultavam a verdade tal como é em Jesus. Perdeu-se o significado espiritual das Sagradas Escrituras. O tesouro de todo o conhecimento lhes foi revelado, mas não o sabiam.

Deus não encobre Sua verdade aos seres humanos. Por seu próprio procedimento eles mesmos a obscurecem. Cristo deu aos judeus prova abundante de que era o Messias; mas Seus ensinamentos exigiam deles uma reforma radical de vida. Viram que se recebessem a Cristo precisariam renunciar a seus acariciados conceitos e tradições, suas práticas egoístas e ímpias. Aceitar a verdade eterna e imutável exigia sacrifício. Por isso não reconheciam a evidência mais conclusiva que Deus podia dar para firmar a fé em Cristo. Professavam crer no Antigo Testamento; contudo, recusavam aceitar o testemunho nele contido a respeito da vida e do caráter de Cristo. Temiam deixar-se convencer para não serem convertidos e obrigados a renunciar a suas opiniões preconcebidas. O Tesouro do evangelho, o Caminho, a Verdade e a Vida, estava entre eles; mas rejeitaram a maior Dádiva que o Céu lhes poderia outorgar.

“Até muitos dos principais creram Nele”, lemos, “mas não O confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga” (Jo 12:42, ARC). Estavam convictos, criam que Jesus era o Filho de Deus, mas confessá-Lo não estava em harmonia com seus desejos ambiciosos (Parábolas de Jesus, p. 104-106).

PARA REFLETIR: O que você está disposto a sacrificar a fim de receber a verdade eterna e imutável?

Levítico 5 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 5

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 5 – A santidade é um processo divino na humanidade contaminada pelo pecado. Rituais instituídos divinamente orientam o caminho do pecador a desfrutar a presença do Criador. O livro de Levítico, de forma geral, “está inteiramente associado com o conteúdo do livro de Êxodo, que conclui com a descrição do santuário ao qual está associada toda forma de culto externo descrita em Levítico” (Russell Champlin).

Continuando as formas de sacrifícios e ofertas dos primeiros capítulos, Levítico 5 orienta quanto aos sacrifícios por pecados ocultos, pela culpa e pecados por ignorância. Há sacrifícios especiais pela culpa resultante do engano, blasfêmia precipitada e impureza. Consistindo assim, num capítulo de conteúdo riquíssimo. A oferta da transgressão contra Deus “retrata Cristo expiando os aspectos nocivos do pecado, ou seja, a injúria cometida”, assinala Merrill Unger.

O perdão de Deus poderia ser experimentado por todo aquele que praticava os rituais sem ignorar seu significado espiritual. Desta forma, a transgressão do culpado seria perdoada por Deus (Levítico 4:26, 31, 35; 5:6, 10, 13). Contudo, a expiação de pecados por ignorância (Levítico 4:1-35) ou pecados por negligência (Levítico 5:1-13) deveria ser acompanhada pela restituição ao indivíduo prejudicado (Levítico 5:14-19).

Note que Deus preza pelo pobre, reconhece e considera sua situação. Assim, o pobre deveria oferecer duas rolinhas ou pombinhos ao sacerdote como oferta pela culpa (Levítico 5:7). Se fosse paupérrimo, o transgressor deveria levar pelo menos uma porção de farinha (Levítico 5:11).

Deus proveu perdão para pecados cometidos por ignorância, negligência e imprudência. A diferença basilar destas ofertas está na exigência adicional da restituição: Além da oferta pelo pecado, deveria acontecer a restituição.

O pecado é seríssimo – inclusive pecados involuntários; quando apontados, devem ser devidamente tratados. Pessoas descobertas em pecados devem arrepender-se e então restaurar a quem prejudicou, a fim de reatar o relacionamento com Deus. 

Note como Jesus tratou enfaticamente deste assunto: “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois, volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).

Na oração modelo, Jesus ensinou a pedir racionalmente: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Consideremos seriamente isso... reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 17 de abril de 2022

O PODEROSO GENERAL DOS EXÉRCITOS CELESTIAIS

 O PODEROSO GENERAL DOS EXÉRCITOS CELESTIAIS

Eu sou o Senhor, e não há outro; além de Mim não há Deus. Isaías 45:5

Nosso Senhor sabe da guerra que o Seu povo enfrenta nestes últimos dias contra a aliança entre os agentes satânicos e homens e mulheres ímpios que negligenciam e recusam a grandiosa salvação. Com imensa simplicidade e franqueza, o nosso Salvador, o poderoso General dos exércitos celestiais, não oculta o conflito intenso que os seres humanos vivenciam. Ele mostra os perigos, revela o plano de batalha e a obra perigosa e arriscada a ser feita. Então ergue a voz para avaliar o custo antes de adentrar o conflito, ao mesmo tempo em que incentiva todos a empunhar as armas de batalha e esperar que a hoste celestial componha o exército para guerra em defesa da verdade e da justiça.

A fragilidade humana encontra força e auxílio sobrenaturais em cada árduo conflito para realizar as obras da Onipotência. A perseverança na fé e a confiança perfeita em Deus garantem o sucesso. Enquanto a vas-ta confederação do mal está arregimentada contra os fiéis, Ele os convoca a ser fortes e corajosos, a lutar com valentia, pois têm um Céu a conquistar e mais do que um anjo em suas fileiras, uma vez que o poderoso General dos exércitos lidera as hostes celestiais. Assim como aconteceu na queda de Jericó, nenhum dentre o exército de Israel poderia se vangloriar de exercer a sua força finita para derrubar as muralhas da cidade, uma vez que o Capitão das hostes do Senhor planejou aquela batalha na maior simplicidade, a fim de que somente Deus recebesse a glória, e os seres humanos não fossem exaltados. Ele nos prometeu todo poder. “Porque a promessa é para vocês e para os seus filhos, e para todos os que ainda estão longe, isto é, para todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar” (At 2:39).

Precisamos agora não de grandes talentos, mas de corações humildes e esforços diretos, consagrados e pessoais para vigiar, orar e trabalhar com toda a perseverança. Os pecados humanos podem parecer tão ofensivos a Deus como se fossem intransponíveis, mas Cristo enviou o Seu representante, o Espírito Santo, rodeando Seus agentes vivos que são usados para afastar a ignorância, levando os raios brilhantes do Sol da Justiça. Sua voz dá a certeza: “E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:20). Esse fato deve ser mantido na lembrança todo o tempo, uma vez que estamos levando avante a guerra na presença de um mundo invisível (Carta 51, 1895).

PARA REFLETIR: A Sua fraqueza encontrará força sobrenatural em cada árduo conflito para realizar as obras da Onipotência. Quais obras da Onipotência você deseja fazer para Deus hoje?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-poderoso-general-dos-exercitos-celestiais/

Levítico 4 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 4

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 4 – Levítico é o livro da preparação do povo que lideraria a espiritualidade mundial. É o manual do povo de Deus para cultuá-lO, servir-Lhe, e ser-Lhe fiel antes de adentrar à Terra Prometida; assim, tão importante quanto foi ao povo de Deus no deserto dirigindo-se à Canaã, é relevante ao povo de Deus que trilha pelo deserto deste mundo rumo à Canaã Celestial.

Se Levítico visava preparar um povo para possuir a terra, agora, na reta final da jornada neste mundo, sua mensagem visa preparar um povo para o Céu. Quão importante é então debruçarmos sobre as páginas sagradas desse importantíssimo livro! A graça celestial se revela nesses escritos de Moisés ao apresentar Deus como um pai amoroso, que ensina Seus filhos a adorá-Lo corretamente e a terem vida de santidade, antes de receber o auge do privilégio que Deus quer conceder-nos.

Em Levítico há 90 ocorrências do termo “santo” e 17 do termo “santificar”. Esse livro, porém, vai muito além de apenas registrar rituais sangrentos e meios repulsivos de achegar-se a Deus. O Senhor intencionava ensinar didaticamente pecadores sobre a malignidade e gravidade da iniquidade. Tudo indicava que um inocente seria sacrificado para cobrir o preço do salário do pecado dos condenados, a fim de que obtivessem liberdade e vida (Romanos 6:23).

Levítico 4 informa-nos como se devia fazer a expiação de pecados cometido contra Deus. O tipo de sacrifício variava de acordo com quem cometia o pecado. Pecados de sacerdotes e da congregação exigiam sacrificar um novilho (Levítico 4:3-21). Quando a pessoa que pecasse fosse príncipe, deveria oferecer um bode (Levítico 4:22-26). Se fosse uma pessoa comum, o sacrifício seria uma cabra (Levítico 4:27-35). Todo sacrifício apontava para Jesus, que ofereceu a Si mesmo a Deus, para perdoar nossos pecados (Hebreus 9:14-15, 28). Apesar da diferenciação nos sacrifícios, Jesus ofereceu um único sacrifício útil para perdoar líderes espirituais, a congregação, os líderes políticos e o cidadão comum. Jesus é suficiente para todos!

Como substituto, Cristo foi oferta perfeita e sacrifício de aroma agradável (Efésios 5:2) para que nEle sejamos aceitos e reconciliados com o Supremo Pai Celestial. Nele, nossos vis pecados estão definitivamente perdoados por Deus!

Apesar da malignidade do pecado e da santidade divina, Deus anseia salvar pecadores! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 16 de abril de 2022

O DIVINO AJUDADOR

 O DIVINO AJUDADOR

Levem as cargas uns dos outros e, assim, estarão cumprindo a lei de Cristo. Gálatas 6:2

O poder do amor estava em todas as curas de Cristo; e apenas participando desse amor, pela fé, podemos ser instrumentos para Sua obra. Se deixamos de nos conectar divinamente com Cristo, a corrente de energia vitalizante não pode fluir em abundantes torrentes de nós para o povo. Houve lugares em que o próprio Salvador não pôde realizar muitas obras poderosas, por causa da incredulidade. Da mesma maneira, a incredulidade hoje separa a igreja de seu divino Ajudador. É fraco seu apego às realidades eternas. Por sua falta de fé, Deus fica decepcionado e é privado de Sua glória.

É fazendo a obra de Cristo que a igreja tem a promessa de Sua presença. “E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:20). Tomar o Seu jugo é uma das primeiras condições para receber Seu poder. A própria vida da igreja depende de sua fidelidade em cumprir a comissão do Senhor. Sem dúvida, negligenciar essa obra significa convidar a fraqueza e a decadência espirituais. Onde não há trabalho ativo em benefício de outros, o amor diminui e a fé acaba definhando.

Cristo quer que Seus ministros sejam educadores da igreja na obra do evangelho. Devem ensinar o povo a buscar e salvar os perdidos. Mas será que essa é a obra que estão fazendo? Quantos estão lutando para reavivar a centelha de vida em uma igreja que está quase morrendo! Quantas igrejas são cuidadas como ovelhas enfermas pelos que deviam estar buscando a ovelha perdida! Enquanto isso, milhões e milhões estão perecendo sem Cristo.

Em suas insondáveis profundezas, o amor divino se moveu em favor dos seres humanos, e os anjos se admiram de ver naqueles que são alvos de tão grande amor uma gratidão meramente superficial. […] O Céu fica indignado pela negligência manifestada para com os perdidos. Quer saber como Cristo considera isso? O que sentiria um pai ou uma mãe se soubessem que seu filho, estando perdido no frio e na neve, foi desprezado e deixado a perecer por aqueles que o poderiam ter salvado? Não ficariam profundamente ofendidos e indignados? Não acusariam esses assassinos com ira tão ardente como suas lágrimas e tão intensa como seu amor? Os sofrimentos de cada pessoa são sofrimentos de um filho de Deus, e os que não estendem a mão em socorro de seu semelhante quase a perecer provocam a justa ira divina. Essa é a ira do Cordeiro (O Desejado de Todas as Nações, p. 662, 663 [825]).

PARA REFLETIR: Falta-lhe a presença de Jesus porque você tem negligenciado a Sua obra?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-divino-ajudador/


O SOBERANO DO CÉU

   O SOBERANO DO CÉU Eu e o Pai somos um. João 10:30 Todo o Céu se alegrava em refletir a glória do Criador e celebrar Seu louvor. Enquanto ...