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terça-feira, 26 de setembro de 2023

TRIBUNAL DE CRISTO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de setembro

TRIBUNAL DE CRISTO

É necessário que todos nós compareçamos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo. 2 Coríntios 5:10

Deus nos ama e procura pôr um fim na maldade, no pecado e em todas as suas consequências. Todo o Céu está empenhado para que voltem a imperar a justiça e o amor. Nesse processo, é necessária uma obra de juízo que evidencie quem são aqueles que se colocaram ao lado de Deus e os que rejeitaram Sua graça e se apegaram ao mal. Ficará evidente a justiça de Deus em recompensar uns e em punir outros. Por isso, o julgamento divino é mencionado repetidamente em Sua Palavra.
Esse julgamento abrangerá toda a humanidade (Rm 14:10), o que inclui os vivos e os mortos (1Pe 4:5). Mesmo aqueles que já foram castigados parcialmente, como é o caso dos habitantes de Sodoma, serão julgados (Mt 11:23, 24).

No Céu há registros fiéis a nosso respeito (Ap 20:12), de modo que o julgamento abrangerá todos os aspectos de nossa vida: as ações (Ec 12:14), as palavras (Mt 12:36, 37) e até os segredos (Rm 2:16). Tudo será comparado com a lei de Deus, a norma da justiça (Tg 2:8-13). Como Deus acompanhou tudo o que fizemos, dissemos e até leu as intenções de nosso coração, Seu veredito será absolutamente justo (Sl 9:7, 8).

O julgamento divino não segue o padrão do direito romano, americano ou brasileiro. Na verdade, é semelhante ao de Israel dos tempos bíblicos, quando o próprio advogado poderia ser o juiz. Por isso, Cristo é apresentado como Juiz (Jo 5:22, 27; Rm 2:16), mas também como Advogado (1Jo 2:1).

No dia do juízo, não será usada uma balança com dois pratos para pesar em um deles o mal que fizemos e, no outro, o bem que praticamos, de modo que o veredito seja dado com base no prato que pese mais. O que conta no tribunal de Cristo é se O aceitamos como nosso Substituto, que pagou toda a nossa dívida, ou desprezamos Sua graça. No fim, para quem O rejeitou, todos os pecados permanecem registrados, aguardando a devida punição. Para quem está em Cristo, todos os pecados são perdoados e apagados. O apóstolo Paulo assegurou: “Não existe nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1). Hoje, aceite a Cristo e abandone o pecado. 


https://mais.cpb.com.br/meditacao/tribunal-de-cristo/
https://youtube.com/watch?v=1d4i7jQWq5s&si=oUQAHoFqwrzG6rQ2

domingo, 3 de setembro de 2023

O JULGAMENTO

 Meditação Diária

3 de setembro

O JULGAMENTO

Todos temos de comparecer diante do tribunal de Deus. Romanos 14:10


Em Sua Palavra, Deus repetidamente nos fala sobre o julgamento. Examinando todas as informações apresentadas pelos profetas, apóstolos e pelo próprio Cristo, sabemos que o julgamento tem quatro fases. Duas são investigativas, e duas executivas. Duas dizem respeito aos justos, e duas se referem aos ímpios.

A primeira fase é o juízo investigativo do povo de Deus. Nessa etapa, são investigados apenas aqueles que têm o nome escrito no livro da vida, aqueles que aceitaram a salvação oferecida por Deus. Pedro escreveu: “Chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus” (1Pe 4:17). Essa fase ocorre antes do retorno de Cristo, enquanto o evangelho continua a ser pregado. Quando for julgado o último nome, todos terão sido evangelizados. Será fechada a porta da graça, e Cristo virá a este mundo para realizar a próxima fase do julgamento, o juízo executivo dos salvos.

Todos aqueles que receberam a Cristo e permaneceram confiantes Nele foram inocentados. Então receberão tudo que Deus planejou para eles. Jesus lhes dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Venham herdar o Reino” (Mt 25:34). Discorrendo a esse respeito, o apóstolo Paulo nos lembra: “Se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo” (Rm 8:17).

Na mesma ocasião, começará o milênio e também a terceira fase, o juízo investigativo dos ímpios. Os salvos, juntamente com Cristo, julgarão os ímpios (1Co 6:2, 3; Ap 20:4). Eles não decidirão quem será salvo e quem se perderá. Isso já foi decidido pelos próprios ímpios quando rejeitaram a graça de Deus. “O que não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18). Os justos conhecerão as razões pelas quais determinadas pessoas com quem eles haviam convivido se perderam e testemunharão que a sentença divina foi plenamente justa.

Finalmente, a quarta fase, o juízo executivo dos ímpios, ocorrerá quando os mil anos terminarem. Satanás e todos que o serviram serão lançados no lago de fogo (Ap 20:10, 15). “Nós, porém, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita a justiça” (2Pe 3:13). 

https://youtube.com/watch?v=yRueEdBUEX8&si=RYaUWkh2RXeD2uzi

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