segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

DIVINDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

28/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/divindade/

DIVINDADE

Olhamos para Ele, mas não havia nenhuma beleza que nos agradasse. Isaías 53:2

Há mais de 2 mil anos ouviu-se no Céu uma voz de significado misterioso, vinda do trono de Deus: “Sacrifício e oferta não quiseste, mas preparaste um corpo para Mim. […] Eis aqui estou! No rolo do livro está escrito a Meu respeito. Estou aqui para fazer, ó Deus, a Tua vontade” (Hb 10:5, 7). Nessas palavras é anunciado o cumprimento do plano que estivera oculto desde tempos eternos. Cristo estava prestes a visitar nosso mundo e encarnar. Ele disse: “preparaste um corpo para Mim” (v. 5). Se tivesse aparecido com a glória que possuía com o Pai antes que o mundo existisse, não poderíamos resistir à luz de Sua presença. Para que pudéssemos contemplá-la e não ser destruídos, a manifestação de Sua glória foi velada. Sua divindade ocultou-se na humanidade – a glória invisível na visível forma humana.

Esse grande plano havia sido representado em tipos e símbolos. A sarça-ardente na qual Cristo apareceu a Moisés revelava Deus. O símbolo escolhido para representar a Divindade foi um humilde arbusto que aparentemente não tinha nada de especial, mas abrigou o Infinito. O Deus todo-misericordioso escondeu Sua glória em um símbolo bastante humilde, para que Moisés pudesse olhar para ele e viver. Assim, na coluna de nuvem de dia e na de fogo à noite, Deus Se comunicava com Israel, revelando aos seres humanos Sua vontade e proporcionando-lhes graça. A glória de Deus era restringida, e Sua majestade estava oculta, para que a fraca visão de seres humanos finitos pudesse contemplá-la. Da mesma forma, Cristo viria em “nosso corpo de humilhação” (Fp 3:21), “semelhante aos seres humanos” (Fp 2:7). Aos olhos do mundo, não tinha nenhuma beleza que chamasse atenção. Entretanto, era o Deus encarnado, a luz do Céu na Terra. Sua glória estava encoberta, e Sua grandeza e majestade ocultas, para que pudesse atrair para Si os tentados e sofredores.

A respeito de Israel, Deus ordenou a Moisés: “E farão para Mim um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx 25:8). E habitou no santuário, no meio de Seu povo. Durante toda a cansativa peregrinação deles no deserto, o símbolo de Sua presença os acompanhou. Assim, Cristo estabeleceu Seu tabernáculo no meio de nosso acampamento humano. Estendeu Sua tenda ao lado das tendas dos seres humanos, para que pudesse viver entre nós, e pudéssemos nos familiarizar com Seu caráter e vida divinos (O Desejado de Todas as Nações, p. 12 [23]).

PARA REFLETIR: Jesus está disposto a Se tornar tudo aquilo de que você precisa, quando precisar. O que você necessita da parte Dele hoje?

Gênesis 46 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 46

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 46 – Precisamos entender o que está por trás de Gênesis para compreender a mensagem de Deus ao Seu povo. 

“O propósito de Gênesis era dar à nação de Israel uma explicação sobre sua existência no limiar da conquista de Canaã”; a tarefa de Moisés “como autor inspirado e profético foi tornar claro ao seu povo como e por que Deus o tinha trazido à existência. Também desejava que os israelitas soubessem qual era a missão deles como um povo sacerdotal da aliança e como sua situação presente cumpria promessas antigas”, observa Eugene H. Merrill.

A teologia de Gênesis deveria alcançar os miseráveis escravos israelitas sobrevivendo na escravidão egípcia e ultrapassar fronteiras geográficas e étnicas – até chegar a nós. Ao olharmos para as origens do Céu e da Terra, dos ciclos do tempo, do matrimônio/família, da fé, da religião, do pecado, da rebelião, da corrupção, etc. entenderemos a redenção planejada pelo Criador.

“Deus havia revelado a Abraão que ele receberia a terra de Canaã (Gn 12:1, 5, 7; 13:15), que seus descendentes deixariam essa terra por um tempo (15:13), mas seriam libertados da sua terra de opressão para voltar à terra da promessa (15:16). Essa terra seria deles para sempre (17:8) como uma arena dentro (e a partir) da qual se tornariam instrumento de bênção para todas as nações da Terra (12:2-3; 27:29). José entendeu isso e viu em sua própria peregrinação no Egito a preservação de seu povo por Deus (45:7-8). Deus o tinha enviado para lá a fim de salvá-los da extinção física e espiritual (50:20). Viria o tempo, disse, em que Deus Se lembraria de Sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó e os faria voltar a Canaã (50:24)”, acrescenta Merrill.

Com essa visão panorâmica do livro, podemos obter uma visão panorâmica da história humana. O Criador vai levar àqueles que aceitarem Seus propósitos a desfrutar de novos Céus e nova Terra (Apocalipse 21 e 22).

O preparo que Gênesis deveria operar nos israelitas, deve operar nos adventistas pelo resgate final deste mundo opressor.

No Céu, desfrutaremos de um encontro com José e todos os seus familiares. Melhor do que fez o Faraó, Deus providenciará todos os meios para que cheguemos num lugar muito melhor do que o Egito. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 27 de fevereiro de 2022

ALGUÉM QUE É MAIS FORTE QUE SATANÁS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

27/02/2022

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ALGUÉM QUE É MAIS FORTE QUE SATANÁS

Todos os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. 2 Timóteo 3:12

Jesus não oferece a Seus seguidores a esperança de alcançar glórias e riquezas terrestres, de viver uma vida livre de provações. Ao contrário, chama-os para segui-Lo no caminho da abnegação e humilhação. Aquele que veio para redimir o mundo sofreu a oposição das arregimentadas forças do mal. Em uma impiedosa confederação, homens e anjos maus se aliaram contra o Príncipe da Paz. Cada um de Seus atos e Suas palavras revelava divina compaixão, e Sua não conformidade com o mundo provocou a mais dura hostilidade.

Assim será com todos os que se dispuserem a viver piedosamente em Cristo Jesus (2Tm 3:12). Perseguição e difamação esperam todos os que estão cheios do Espírito de Cristo. O tipo de perseguição muda com o tempo, mas o princípio – o espírito que a impulsiona – é o mesmo que tem resultado na morte dos escolhidos do Senhor desde os dias de Abel.

Em todas as épocas, Satanás tem perseguido o povo de Deus. Ele tem torturado e assassinado Seus filhos, mas eles se tornaram vencedores ao morrer. Deram testemunho do poder de Alguém que é mais forte que Satanás. Os ímpios podem torturar e matar o corpo, mas não podem tocar na vida que está escondida com Cristo em Deus (Cl 3:3). Podem prender homens e mulheres nas prisões, mas não podem limitar seu espírito.

Mediante provas e perseguições, a glória – o caráter – de Deus se revela em Seus escolhidos. Os crentes em Jesus, odiados e perseguidos pelo mundo, são educados e disciplinados na escola de Cristo. Na Terra, andam em caminhos estreitos e são purificados na fornalha da aflição (Is 48:10). Seguem a Cristo em meio a penosos conflitos, suportam a abnegação e passam por amargas decepções; mas desse modo aprendem o que significam a culpa e a consequência do pecado e olham para ele com repulsa. Tendo sido participantes das aflições de Cristo, podem contemplar a glória além da escuridão, dizendo: “Para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm 8:18) (Atos dos Apóstolos, p. 366, 367 [576, 577]).

PARA REFLETIR: A questão do sofrimento continua a ser um dos pontos mais perturbadores da vida humana. Como aceitar o sofrimento que Deus permite na sua vida e evitar sentimentos amargos contra Ele ou contra outras pessoas?

José perdoa seus irmãos - Gênesis 45

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 45

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 45 – A graça permeia as páginas do primeiro livro da Bíblia. Sem ela, só haveria desgraça neste planeta corrompido e maculado pelo pecado. 

• Antes de considerar as lições deste capítulo, considere as preciosas palavras do apóstolo Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4:7-8).

• O sábio foi bem claro quando, inspirado pelo Espírito Santo, declarou: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13). 

• Jesus foi enfático: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês” (Mateus 6:14-15).

José havia perdoado seus irmãos antes mesmo da chegada deles. O que ele não sabia, é se a forma deles agir havia mudado. Mas, neste capítulo, tudo foi esclarecido. Aqui “a história de José chega ao clímax. O eloquente discurso de Judá tocou o seu coração e os sentimentos represados não podiam mais ser contidos, pois ele tinha alcançado o limite do seu autocontrole. José destampa sua alma e abre as comportas do seu coração quando, em meio a abundantes lágrimas, dá-se a conhecer a seus irmãos. O medo da revelação é transformado em evidências de perdão e graça, e o temor da vingança se converte em presentes generosos. A ação maldosa dos irmãos de José, governadas por ciúmes e ódio, é transformada pela providência divina em livramento da morte para eles e o mundo, e aquela providência carrancuda escondia a face sorridente de Deus”, analisa Hernandes Dias Lopes.

Após lidar com José, seus irmãos deveriam contar a verdade ao pai deles. Quão difícil deve ter sido o retorno glamoroso deles para casa após um vulcão por serem confrontados com vergonhosas lembranças secretas. Encarar a verdade pode não ser nada confortável, mas certamente será libertador. “Portanto, confessem os pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).

O perdão é fruto da graça divina e faz grande diferença quando utilizado em meio às desgraças da existência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 26 de fevereiro de 2022

A VÍTIMA MISTERIOSA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

25/02/2022

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A VÍTIMA MISTERIOSA

Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? Pois só Tu és santo. Apocalipse 15:4

Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo se encontraram face a face. Ali ocorreu a suprema manifestação de ambos. Cristo vivera apenas para confortar e fazer o bem. E Satanás, ao levá-Lo à morte, manifestou o quanto seu ódio contra Deus é terrível. Tornou evidente que o verdadeiro objetivo de sua rebelião era tirar o Senhor de Seu trono e destruir Aquele por meio de quem Seu amor se manifestava.

Pela vida e morte de Cristo, os pensamentos humanos também são trazidos à luz. Da manjedoura à cruz, a vida do Salvador foi um convite à entrega e à participação no sofrimento. Revelou as intenções humanas. Jesus veio com a verdade do Céu, e todos aqueles que ouviam a voz do Espírito Santo eram atraídos a Ele. Os adoradores do próprio eu pertenciam ao reino de Satanás. Em sua atitude para com Cristo, todos mostrariam de que lado estavam. É assim que cada um traz a sentença sobre si mesmo.

No dia do juízo final, toda pessoa que se perder compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e seu real significado será visto por todo aquele que foi cegado pela transgressão. Diante da visão do Calvário com sua Vítima misteriosa, os pecadores estarão condenados. Toda falsa desculpa será banida. Ficará evidente como a rebelião humana é abominável. As pessoas verão os resultados de sua escolha. Toda questão entre a verdade e o erro, no longo conflito, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus nem motivo para deslealdade. Quando os pensamentos de cada coração forem revelados, os leais e os rebeldes se unirão ao declarar: “Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor […] Porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap 15:3, 4) (O Desejado de Todas as Nações, p. 36, 37 [57, 58]).

PARA REFLETIR: Como evitar as consequências eternas de se rejeitar a cruz de Cristo? Você está resistindo ao apelo da cruz em alguma área não entregue da sua vida?

Afligidos pela culpa - Gênesis 44

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 44

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 44 – A confiança perdida é difícil ser restaurada; contudo, não impossível quando Deus atua no coração humano. Este capítulo é a esperança para problemas antigos, de relacionamentos arruinados.

José prova seus irmãos com o objetivo de ver se havia alguma transformação na vida deles. As provas foram meticulosamente pensadas (Gênesis 44:1-13) evidenciando que estavam transformados (Gênesis 44:14-34). José queria ver honestidade nas atitudes deles, que antes se mostravam cruéis, frias, indiferentes, injustas e desleais (Gênesis 42:19-20, 33-34; 43:33-34). Além das provas mostrarem que os terríveis filhos de Jacó foram transformados, elas ajudaram a completar a obra de Deus no coração deles.

Os irmãos de José eram afligidos por um forte sentimento de culpa. Diante de qualquer dificuldade, o peso da culpa assolava o coração deles (Gênesis 42:13, 21, 32), além de terem a consciência avivada pela dor emocional quando Jacó espremia as gangrenas de sua alma estrangulada pela suposta morte de seu filho querido (Gênesis 42:35-38; 43:1-9, 14). O medo invadia o coração deles até mesmo quando coisas boas lhes aconteciam (Gênesis 43:18). 

Deus é Mestre em curar nossas emoções arruinadas! A transformação do coração que os irmãos de José precisavam experimentar para crescerem e amadurecerem na vida, nós também precisamos. Por isso, assim como José provou a seus irmãos, o nosso irmão Jesus também nos prova, não apenas para que mostremos o quanto somos transformados, mas também para conduzir-nos a mais maturidade (1 Pedro 1:6-9, 13-17).

Como a família de Jacó no passado, a igreja de Deus no presente vive como peregrina neste mundo corrompido pelo pecado. Portanto, da mesma forma que os filhos de Israel aprenderam humildade e reverência diante das autoridades (Gênesis 44:14, 16, 18, 32-33), os modernos filhos de Deus devem aprender a respeitar devidamente as autoridades (1 Pedro 2:11-14), se humilhar e desvencilhar-se de toda ansiedade, confiando que Deus está agindo; e, no tempo certo, Ele exaltará aos humildes (1 Pedro 5:6-7), como fez com José. Os sonhos de José foram a didática usada por Deus para moldar o coração dos filhos de Israel (Gênesis 37:5-11; 44:14, 18), mostrando que Ele é o Soberano na história humana.

Precisamos permitir que Deus conduza nossa vida e execute Seus planos em nós. Precisamos da intervenção dEle em nossa história! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

MEDIADOR ENTRE DEUS E A HUMANIDADE

 MEDIADOR ENTRE DEUS E A HUMANIDADE

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Cristo foi tratado como nós merecíamos para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que era nossa, para que recebêssemos a vida que era Dele. “Pelas Suas feridas fomos sarados” (Is 53:5).

Por Sua vida e morte, Cristo realizou ainda mais do que a restauração da ruína produzida pelo pecado. O objetivo de Satanás era causar uma eterna separação entre a humanidade e Deus. Entretanto, em Cristo ficamos em união mais íntima com Ele do que se nunca tivéssemos pecado. Ao assumir nossa natureza, o Salvador Se ligou à humanidade por um laço que jamais se romperá. Ele estará ligado a nós por toda a eternidade. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito” (Jo 3:16). Não O deu somente para levar nossos pecados e morrer em sacrifício por nós, deu-O à raça decaída. Para assegurar Seu imutável conselho de paz, Deus deu Seu Filho unigênito para que Se tornasse membro da família humana, mantendo para sempre Sua natureza humana. Essa é a garantia de que Deus cumprirá Sua palavra. “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo está sobre os Seus ombros” (Is 9:6, ARA). Deus assumiu a natureza humana na pessoa de Seu Filho e a levou ao mais alto Céu. É o “Filho do Homem” que partilha do trono do Universo. É o “Filho do Homem”, cujo nome será “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9:6, ARA). O Eu Sou é o Mediador entre Deus e a humanidade, colocando a mão sobre ambos. Aquele que é “santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores” (Hb 7:26) “não se envergonha de chamá-los de irmãos” (Hb 2:11). Em Cristo, estão ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu está abrigado na humanidade, e ela, envolvida no coração do Amor infinito (O Desejado de Todas as Nações, p. 14 [25, 26]).

PARA REFLETIR: Muito embora o Céu pareça distante, Jesus une você aos habitantes celestiais com elos de amor que não podem ser rompidos. Qual é a primeira coisa que você fará quando conhecer a sua família celestial?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25/02/2022

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Submissão a Deus - Gênesis 43

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 43

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 43 – Você conhece a profecia da túnica de José? 

Veja, “...ganhar uma vestimenta especial (provavelmente tingida de cores raras e enriquecida de adornos) foi uma mensagem para os irmãos de José. Significava que ele era o favorito de Jacó para ocupar a chefia do grupo após sua morte”, explica Rodrigo Silva.

Parece que, inconscientemente, Jacó fazia uma profecia sobre José. Embora a túnica fosse rasgada pelos irmãos, o sonho de Deus dado ao irmão humilhado não poderiam ser destruídos. Tanto a projeção de Jacó a José sobressaindo a seus irmãos, quanto os sonhos que José tivera na infância, fluíam para tornarem realidade. Evidentemente, não era o poderoso Faraó, nem mesmo José, que estava no controle de tudo; certamente era Deus – como continua sendo Ele que conduz à história para que todas as profecias fluam para a segunda vinda do Messias.

“Quando José chegou”, diante dos irmãos lá no Egito, “eles o presentearam com o que tinham trazido e curvaram-se diante dele até o chão” (Gênesis 43:26). Contudo, isso não levou José ao orgulho, e a humilhar seus irmãos que o humilharam. Ao contrário, na escola de Deus, José aprendeu a humildade. José é o ícone da humildade no Antigo Testamento, algo que acontece com cada cristão que realmente se converte ao Mestre mais humilde que pisou nosso planeta (Filipenses 2:5-11).

O segredo da vida é entender que “onde Deus é tudo, o ego é nada”, como expressou Andrew Murray. E, acrescentou, “que Deus nos ensine que nossas opiniões e palavras e sentimentos com respeito aos outros homens são Seu teste de nossa humildade diante dEle é o único poder que nos capacita a ser sempre humildes com os homens. Nossa humildade tem de ser a vida de Cristo, o Cordeiro de Deus, dentro de nós”.

O poder pode corromper muitas pessoas que o alcançam, mas não corrompe àqueles que estão sob o poder do Deus do Onipotente. O poder nas mãos de alguém que se submete humildemente a Deus se torna num poderoso canal de bênçãos para beneficiar várias pessoas.

A submissão a Deus leva os indivíduos a desfrutar dos mistérios de Suas provisões. Desta forma, o que era caos e confusão será visto como providência de Deus em Sua Universidade!

Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

O CORDEIRO

 O CORDEIRO

Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas. Hebreus 10:10

Nosso Senhor declarou: “Se vocês não comerem a carne do Filho do Homem e não beberem o Seu sangue, não terão vida em vocês mesmos. […] Pois a Minha carne é verdadeira comida, e o Meu sangue é verdadeira bebida” (Jo 6:53, 55). Isso é verdade quanto à nossa natureza física. Até esta vida terrestre devemos à morte de Cristo. O pão que comemos é o preço de Seu corpo quebrantado. A água que bebemos é comprada com Seu sangue derramado. Nunca alguém, seja santo ou pecador, toma seu alimento diário sem ser nutrido pelo corpo e o sangue de Cristo. A cruz do Calvário está estampada em cada pão.

[…] E muito mais verdadeiras são as palavras de Cristo em relação à nossa natureza espiritual! Ele declara: “Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna” (v. 54). É recebendo a vida derramada por nós na cruz do Calvário que podemos viver a vida de santidade. Essa vida é transmitida a nós quando recebemos Sua palavra, fazendo as coisas que Ele ordenou. Então nos tornamos um com Ele. “Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue permanece em Mim, e Eu permaneço nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e igualmente Eu vivo por causa do Pai, também quem de Mim se alimenta viverá por Mim” (v. 56, 57). Esse texto bíblico se aplica, em sentido especial, à Santa Ceia. Quando a fé contempla o grande sacrifício de nosso Senhor, o coração assimila a vida espiritual de Cristo. Essa pessoa receberá vigor espiritual de cada ceia. O ritual forma uma viva conexão pela qual o cristão é ligado a Cristo, e assim ao Pai.

[…] Ao recebermos o pão e o vinho, simbolizando o corpo partido de Cristo e Seu sangue derramado, passamos a fazer parte, por meio da imaginação, do momento da ceia no cenáculo. […] Testemunhamos a luta mediante a qual foi obtida nossa reconciliação com Deus. Cristo crucificado Se apresenta entre nós.

Contemplando o crucificado Redentor, compreendemos mais plenamente o tamanho e significado do sacrifício feito pela Majestade do Céu. O plano da salvação é glorificado diante de nossos olhos, e pensar no Calvário desperta emoções vivas e sagradas em nosso ser. No coração e nos lábios haverá louvores a Deus e ao Cordeiro, pois o orgulho e a adoração a si mesmo não podem crescer no coração que sempre conserva vivas na memória as cenas do Calvário (O Desejado de Todas as Nações, p. 531, 532 [660, 661]).

PARA REFLETIR: Você deve todas as bênçãos terrenas ao sacrifício de Jesus. Quais bênçãos Ele lhe concedeu esta semana?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

24/02/2022

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O plano de Deus - Gênesis 42

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 42

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 42 – O plano de Deus visava capacitar José para salvar sua família, a fim de salvar o mundo. O treinamento de José ministrado por Deus não era apenas para a administração do Egito diante da fome, mas transformar a família na qual o Messias descenderia.

Não é fácil transformar nossa natureza pecaminosa. Por mais que Deus tentasse, Seus alunos aprontavam demais. Além dos diversos erros de Abraão, Isaque e Jacó, os filhos de Israel (futuros líderes do povo de Deus) enganaram e assassinaram os siquemitas – que após estuprarem a irmã Diná, os irmãos tentaram concertar o erro fazendo acordo com Jacó (Gênesis 34:1-31). Sem somar o que os irmãos fizeram com José (Gênesis 37:1-36), observe também as vergonhosas atitudes imorais de Judá e seus filhos (Gênesis 38:1-26). Muitos fogem da escola de Deus sem se preparam para as provas da existência.

Aprovado na escola da vida tendo a Deus como Professor, José superou “uma tentativa de sedução; um plano diabólico; ingratidão ignóbil; a prisão com todos os seus horrores. Todavia, sua impecável varonilidade, sua fidelidade em fazer o que era reto, sua lealdade ao Deus de seus pais levaram o jovem ao palácio – ele tornou-se governador na terra dos faraós”, destaca Frederick G. Owen.

As dificuldades são as provas da universidade da vida. Diante da fome ao chegar à Terra Prometida, Abraão abrigou-se no Egito (Gênesis 12:10-20); mesmo que Deus tenha-lhe frustrado, mais tarde seu filho Isaque intentara a mesma coisa diante da fome, mas foi impedido por Deus (Gênesis 26:1-6). 

Portanto, seria preciso esperar o tempo certo no plano de Deus para descer ao Egito (Gênesis 15:13-14). As coisas estavam se encaixando como Deus havia predito em sonhos a José e ao Faraó (Gênesis 37:5-11; 41:15-36).

Jacó enviou dez filhos a buscar mantimento no Egito – o celeiro do mundo (Gênesis 42:1-5). José, governador daquele Império, identificou seus irmãos (que não o reconheceram) e os colocou à prova para ver se haviam mudado suas crueldades (Gênesis 42:6-38).

O relato inspirado revela que, apesar da fortíssima influência do mal, Deus cuida da história deste mundo imoral. Suas estratégias e ações visam abençoar e salvar pecadores! Ele conta com pessoas como José, dispostas a colaborarem com Seus planos para esses últimos dias nos quais vivemos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

SENHOR E MESTRE

 SENHOR E MESTRE

Então Pedro disse: “O Senhor nunca lavará os meus pés!” Ao que Jesus respondeu: “Se Eu não lavar, você não terá parte Comigo.” João 13:8

Essas palavras querem dizer mais que a limpeza do corpo. Cristo estava falando também da mais alta purificação, ilustrada pela menor. Aquele que viera do banho estava limpo, mas os pés com sandálias logo se encheram de pó e necessitavam novamente ser lavados. Assim, Pedro e seus irmãos tinham sido lavados na grande fonte aberta para purificar o pecado e a impureza. Cristo os reconhecia como Seus. Entretanto, a tentação os levara ao mal, e ainda necessitavam de Sua graça purificadora. Quando Jesus havia posto sobre Si a toalha para lhes lavar o pó dos pés, desejava, por aquele mesmo ato, lavar-lhes do coração a discórdia, o ciúme e o orgulho. Isso era muito mais importante que a lavagem de seus empoeirados pés. Com o espírito que então os motivava, nenhum deles estava preparado para a comunhão com Cristo. Enquanto não fossem levados a um estado de humildade e amor, não estavam preparados para participar da ceia pascal ou dessa cerimônia comemorativa que Cristo estava para instituir. Seu coração devia ser limpo. O orgulho e o interesse egoísta criaram dissensão e ódio, mas Cristo limpou tudo isso ao lavar-lhes os pés. Ocorreu uma mudança de sentimentos. Olhando para eles, Jesus podia dizer: “Vocês estão limpos” (Jo 13:10). Agora havia união de coração; amor de um para com o outro. Tornaram-se humildes e receptivos. Com exceção de Judas, cada um estava disposto a conceder ao outro o mais alto lugar. Então, com coração submisso e grato, estavam aptos a receber as palavras de Cristo.

Como Pedro e seus irmãos, nós também fomos lavados no sangue de Cristo. No entanto, muitas vezes, pelo contato com o mal, a pureza do coração é maculada. Devemos chegar a Cristo em busca de Sua graça purificadora. Pedro recuou ante a ideia de colocar seus pés sujos em contato com as mãos de seu Senhor e Mestre. Entretanto, quantas vezes colocamos nosso coração pecaminoso, poluído, em contato com o coração de Cristo! Quão ofensivo para Ele é nosso mau gênio, nossa vaidade e nosso orgulho! Mesmo assim, devemos levar-Lhe todas as nossas fraquezas e contaminação. Unicamente Ele pode nos lavar e deixar limpos. Não estamos preparados para a comunhão com Ele, a menos que sejamos limpos por Seu poder (O Desejado de Todas as Nações, p. 521 [646-649]).

PARA REFLETIR: A vergonha dos seus pecados impede você de levá-los a Jesus?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

23/02/2022


Treinamento Espiritual - Gênesis 41

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 41

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 41 – Muitas pessoas vivem 10, 20 ou 30 % do que poderiam. Muitos não aprendem na escola da vida a fim de viver neste mundo de hostilidade, corrupção e perversidade os grandes planos divinos. A vida de José revela que uma história marcada pela atuação de Deus, é uma tremenda inspiração para buscarmos os planos que Deus têm para nossa vida.

Deus havia dado sonhos a José em sua infância, quando ele ficou conhecido como o sonhador (Gênesis 37:19); na prisão, Deus usou José para desvendar os sonhos do chefe da padaria e do chefe dos copeiros do Faraó (Gênesis 39:6-22). Incompreensivelmente, o chefe dos copeiros não retribuiu o favor lembrando-se de José; “ao contrário, esqueceu-se dele” (Gênesis 39:23).

Porém, Deus o fez lembrar ao permitir que o Faraó, chefe do chefe dos copeiros, tivesse sonhos também; ao saber sobre quão perturbado estava o Faraó diante da incapacidade dos magos e sábios, o chefe dos copeiros lembrou-se de José (Gênesis 41:1-28). Os sonhos do Faraó revelam que Deus Se manifesta até mesmo a pessoas pagãs, incrédulas e descrentes nEle; mas usa pessoas como José a fim de testemunhar dEle para estas pessoas!

Um treinamento espiritual esteva acontecendo com José o tempo todo. Deus é o conhecedor da história e o provedor neste mundo em declínio; Ele “mandou vir fome sobre a Terra e destruiu todo o seu sustento; mas enviou um homem adiante deles, José, que foi vendido como escravo. Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até cumprir-se a sua predição e a palavra do Senhor confirmar o que dissera. O rei mandou soltá-lo, o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor de seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei” (Salmo 105:16-22).

Nem todos passam com boas notas nas provas da escola da vida como José. Somente quem busca a Deus, é aprovado e amadurece para se tornar benção nos altos postos da sociedade. 

As provas não apenas nos tornam aptos para grandes realizações, mas também humildes para servir a Deus diante dos homens. Só assim alcançaremos 100% do que Deus tem para nós.

Sejamos bons alunos, excelentes aprendizes! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

O MEDIADOR DIVINO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

22/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-mediador-divino/

O MEDIADOR DIVINO

Quando Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o rosto. Êxodo 34:33

Moisés permaneceu no monte 40 dias e 40 noites e, durante esse tempo, como da primeira vez, foi miraculosamente alimentado. Pessoa alguma teve permissão para subir com ele; e enquanto estivesse ausente, ninguém deveria se aproximar do monte. Por ordem de Deus, havia preparado duas tábuas de pedra e as levado consigo ao topo; e outra vez o Senhor “escreveu nas tábuas as palavras do concerto, os Dez Mandamentos” (Êx 34:28, ARC). Durante aquele prolongado tempo dedicado à comunhão com Deus, a face de Moisés refletira a glória da presença divina. Quando ele desceu do monte, não se deu conta de que seu rosto resplandecia com uma luz deslumbrante. Essa luz iluminou o rosto de Estêvão quando foi levado perante seus juízes; “todos os que estavam sentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo” (At 6:15). Arão, assim como o povo, recuava de Moisés. Eles “ficaram com medo de chegar perto dele” (Êx 34:30). Vendo sua confusão e terror, mas sem saber a causa, insistiu com eles para que se aproximassem. […]

Por meio dessa luz, Deus desejava impressionar Israel com o caráter sagrado e exaltado de Sua lei e a glória do evangelho revelado por meio de Cristo. Enquanto Moisés estava no monte, Deus lhe apresentou não somente as tábuas da lei, mas também o plano da salvação. Ele viu que o sacrifício de Cristo era prefigurado por todos os tipos e símbolos da era judaica. E a luz celestial que fluía do Calvário era não menos que a glória da lei de Deus, que derramava tal brilho no rosto de Moisés. Aquela iluminação divina simbolizava a glória da dispensação da qual Moisés era o mediador visível, representante do único e verdadeiro Intercessor. […]

Moisés era um tipo de Cristo. Como intercessor de Israel, velou o rosto, porque o povo não podia resistir ao ver sua glória. Assim, Cristo, o Mediador divino, velou Sua divindade na humanidade quando veio à Terra. Se tivesse vindo revestido do resplendor do Céu, não poderia ter obtido acesso aos seres humanos em seu estado pecaminoso. Não poderiam suportar a glória de Sua presença. Portanto, Ele Se humilhou e foi feito “em semelhança de carne pecaminosa” (Rm 8:3), para que pudesse chegar até a raça decaída e levantá-la (Patriarcas e Profetas, p. 277, 278 [329, 330]).

PARA REFLETIR: Você possui o brilho que provém da obediência à santa lei de Deus?

É possível ser fiel - Gênesis 40

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 40

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 40 – Em meio a tantas histórias frustrantes desde a queda no Éden, José aparece mostrando que, capacitado por Deus, é possível ser fiel, comprometido com os princípios do Céu.

A vida de José é como oásis em meio à aridez de uma sociedade corrupta; é como flor branca numa água fétida de esgoto. José é alguém na contramão da vida lidando com pessoas que vivem à espreita para derramar sangue, em que cada um caça seu irmão para tirar a vida. É a esperança numa sociedade mergulhada na perversidade; é também a expectativa do Céu para um mundo em declínio, onde as pessoas estão sempre ávidas para fazer o mal. José é uma inspiração aos crentes de cada geração perversa.

José prova que o ambiente não é desculpa/obstáculo para aqueles que desejam viver para Deus. Tanto no seio da própria família como na mansão de Potifar, o poder do mal não corrompeu ao jovenzinho diferente. 

José rebelou-se com a tradição de perversidade, vivendo piamente diante de Deus, mesmo enfrentando terríveis adversidades. Ainda que parecia que o mal sobressaía sobre o bem – como no Dilúvio (Gênesis 6:1-7) –, Deus conduzia cada detalhe da história a fim de um dia poder conceder a vitória a todo remanescente fiel que viveu como escória da sociedade!

José é um contraste numa sociedade drasticamente maligna. Ele é bondade em meio às pessoas cruéis. Ele é paciente, mesmo em face às acusações infundadas sobre sua pessoa. Ele é humilde mesmo convivendo com gente delinquente. Mesmo preso inocentemente, ele praticava o bem, até para aqueles que praticaram o mal e estavam juntos na prisão.

Como nossa sociedade precisa de jovens, adultos e idosos como José! 

Carecemos de gente que tenha ousadia para ser diferente, e fazer a diferença em meio às pessoas estúpidas e indiferentes à justiça; de gente que reflitam Deus nas mansões de grandes personagens e até mesmo nas cloacas deste mundo onde sobrevivem os perversos. Todos precisam de esperança... são carentes de bondade...

Precisamos de gente que seja leal a Deus a tal ponto de demonstrar lealdade às pessoas a sua volta; de gente que leia a Bíblia e leve Deus tão à sério como José, mesmo frente às desgraças de uma sociedade desprovida do bem...

...Reavivemo-nos!!! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

O CRIADOR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

21/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-criador/

O CRIADOR

Abrirei a Minha boca em parábolas; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo. Mateus 13:35

As Escrituras afirmam: “Jesus disse todas estas coisas às multidões por parábolas […] para se cumprir o que foi dito por meio do profeta: ‘Abrirei a Minha boca em parábolas; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo’” (Mt 13:34, 35). As coisas naturais eram o veículo para as espirituais; cenas da natureza e da experiência diária de Seus ouvintes eram relacionadas com as verdades das Escrituras. Guiando, assim, do reino natural para o espiritual, as parábolas de Cristo são elos na cadeia da verdade que une o ser humano a Deus, e a Terra ao Céu.

Cristo falava em Seus ensinos da natureza sobre as coisas que Suas próprias mãos haviam criado e possuíam qualidades e faculdades que Ele próprio lhes havia comunicado. Em Sua perfeição original, todas as coisas criadas eram a expressão do pensamento de Deus. Para Adão e Eva no seu lar paradisíaco, a natureza estava cheia do conhecimento de Deus, transbordante de instrução divina. A sabedoria falava aos olhos e era acolhida no coração; pois eles comungavam com Deus pelas obras criadas. Logo que o santo par transgrediu a lei do Altíssimo, o resplendor da face de Deus desapareceu da face da natureza. A Terra está atualmente deformada e maculada pelo pecado. Mas, mesmo nessa condição, muito do que é belo permanece. As lições objetivas de Deus não foram apagadas. Quando bem compreendida, a Natureza fala de seu Criador.

Nos dias de Cristo, essas lições haviam sido perdidas de vista. As pessoas tinham quase cessado de reconhecer a Deus em Suas obras. A natureza pecaminosa da humanidade havia lançado um véu sobre a bela face da criação; e em vez de revelarem a Deus, suas obras se tornaram um obstáculo que O ocultavam. Homens e mulheres “adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador” (Rm 1:25, NVI). Dessa maneira, os pagãos “se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, e o coração insensato deles se obscureceu” (Rm 1:21). Assim haviam inculcado em Israel ensinos humanos, em vez de divinos. Não somente a natureza, mas o serviço sacrifical, e mesmo as Sagradas Escrituras, dados todos para revelar a Deus, foram tão deturpados que se tornaram o meio de ocultá-Lo (Parábolas de Jesus, p. 17, 18).

PARA REFLETIR: Da próxima vez que tiver a oportunidade de estar em meio à natureza, o que desejará que Deus diga a você?

Um exemplo José - Gênesis 39

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 39

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 39 – Após os negros capítulos revelando o estado deplorável da natureza pecaminosa em Gênesis 34 e 38, juntando com outros tenebrosos de homens e mulheres de Deus, muitas vezes ficamos questionando o porquê dessas histórias vergonhosas serem trazidas à nossa memória.

Ellen White nos ajuda: “Homens a quem Deus favoreceu, e a quem confiou grandes responsabilidades, foram algumas vezes vencidos pela tentação, e cometeram pecado, mesmo como nós, presentemente, esforçamo-nos, vacilamos, e frequentemente caímos em erro. Sua vida, com todas as suas faltas e loucuras, estão patentes diante de nós, tanto para a nossa animação como advertência. Se eles fossem representados como estando sem faltas, nós, com a nossa natureza pecaminosa, poderíamos desesperar-nos pelos nossos erros e fracassos. Mas, vendo onde outros lutaram através de desânimos semelhantes aos nossos, onde caíram sob a tentação como o temos feito, e como todavia se reanimaram e venceram pela graça de Deus, acoroçoamo-nos em nosso esforço para alcançar a justiça. Como eles, embora algumas vezes repelidos, recuperaram o terreno, e foram abençoados por Deus, assim nós também podemos ser vencedores na força de Jesus” (PP, 238).

José é um exemplo de que, pelo poder de Deus, aquele que deseja viver no temor do Senhor, poderá se erguer da imoralidade e viver corretamente diante de Deus e dos homens. José é uma exceção num mundo tomado por imoralidade e corrupção.

José é um ícone em meio à depravação mostrando como um jovem pode manter puro o seu caminho (Salmo 119:9-11), mesmo quando tudo conspira para sua destruição (Romanos 8:28-39). Vendido pelos irmãos aos ismaelitas, revendido como objeto no Egito, foi trabalhar na casa de Potifar, oficial de Faraó e capitão da guarda egípcia. Embora fosse escravo trabalhador, confiável e responsável, a mulher de seu senhor armou uma contra ele – que escolheu servir a Deus. Inocente, foi parar na prisão, rendendo-nos preciosas lições:

• Cada lágrima bem aproveitada pode ensinar-nos extraordinárias verdades.

• Adversidades despertam em nós capacidades que em circunstâncias favoráveis permaneceriam adormecidas.

• Adversidades podem ser usadas como trampolins rumo à maturidade.

• Experiência não é o que nos acontece, é o que fazemos com o que nos acontece.

• Paciência e perseverança fazem que, miraculosamente, adversidades se tornem universidades da vida.

Em meio às dificuldades, aprendamos preciosas verdades! Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.

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domingo, 20 de fevereiro de 2022

A CONSOLAÇÃO DE ISRAEL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

20/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-consolacao-de-israel/

A CONSOLAÇÃO DE ISRAEL

Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra; porque os meus olhos já viram a Tua salvação. Lucas 2:29, 30

As coisas espirituais são discernidas espiritualmente. No templo, o Filho de Deus foi consagrado à obra que viera fazer. O sacerdote olhou para Jesus como teria feito com qualquer outra criança. Embora ele não visse nem sentisse nada de extraordinário, o ato de Deus em dar Seu Filho ao mundo não ficou despercebido. Essa ocasião não passou sem que Cristo fosse de algum modo reconhecido. “Em Jerusalém havia um homem chamado Simeão. Este homem era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Ele tinha recebido uma revelação do Espírito Santo de que não morreria antes de ver o Cristo do Senhor” (Lc 2:25, 26).

Quando Simeão entrou no templo, viu uma família apresentando o primogênito diante do sacerdote. A aparência deles revelava pobreza, mas Simeão compreendeu as advertências do Espírito e teve a profunda impressão de que o menino que estava sendo apresentado ao Senhor era a Consolação de Israel, Aquele que ele queria tanto ver. Para o surpreso sacerdote, Simeão parecia estar em êxtase. A criança havia sido devolvida a Maria, e ele a tomou nos braços e a apresentou a Deus, enquanto seu coração se enchia de uma alegria que nunca antes experimentara. Ao levantar o Salvador para o céu, disse: “Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra; porque os meus olhos já viram a Tua salvação, a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do Teu povo de Israel” (v. 29-32).

O espírito de profecia estava sobre esse homem de Deus e, enquanto José e Maria permaneciam ali, admirando suas palavras, ele os abençoou e disse a Maria: “Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para elevação de muitos em Israel e para ser alvo de contradição, para que se manifestem os pensamentos de muitos corações. Quanto a você, Maria, uma espada atravessará a sua alma” (v. 34, 35) (O Desejado de Todas as Nações, p. 33, 34 [55]).

PARA REFLETIR: Simeão almejava ver o Messias que tiraria os pecados do mundo. O que você deseja que Deus lhe mostre neste momento da sua vida?

Pecados Alheios - Gênesis 38

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 38

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 38 – Duras críticas aos pecados alheios podem estar escondendo nossos próprios pecados. Este capítulo está repleto de imoralidade, perversidade, engano; e, cinicamente, de busca por justiça por gente injusta.

Geralmente desejamos que executem justiça aos que erram, mas exigimos ser tratados com misericórdia. Somos duros e inflexíveis contra os outros, mas queremos flexibilidade e misericórdia quando falhamos. 

Infelizmente, aqueles que erram não admitem ou reconhecem seus erros até serem confrontados ou encurralados... Essas, e outras verdades, encontramos no relato de Judá e Tamar.

Distanciamento familiar, jugo desigual (comunhão) de quem serve a Deus com quem não O serve, jugo desigual no relacionamento conjugal, infidelidade nos compromissos (2 Coríntios 6:14), e, decisões imorais...  resultam em tragédias que deveriam alertar-nos para a desgraça do maldito pecado. O pior é que o pecado torna os indivíduos insensíveis a Deus, desprovidos de senso moral próprio, mas com aguçado senso de justiça contra o próximo (Romanos 2:1-3).

Maldade, imoralidade e subterfúgio ligados à depravação sexual recheiam este capítulo do povo de Deus. Judá é o líder da tribo da qual descenderia o Messias. Tamar, mulher pagã, foi incluída na genealogia do Salvador (Mateus 1:3). Perez, “o primeiro dos gêmeos nascido de Tamar, fruto de prostituição e incesto, entrou, porém, na linhagem messiânica, que perpassou por Boaz e Rute e chegou ao rei Davi (Rt 4:18-22; Mt 1:3)”, destaca John MacArthur.

A verdade bíblica nua e crua deve servir de Raio-X de nossa vida, visando que busquemos reavivamento e reforma espirituais!

Ellen White expõe que a Bíblia “registra as faltas de homens bons, daqueles que se distinguiram pelo favor de Deus; efetivamente, suas faltas são apresentadas de modo mais completo do que as virtudes. Isto tem sido objeto para admiração de muitos e tem dado aos incrédulos ocasião para escarnecerem da Bíblia. É, porém, uma das mais fortes provas da verdade das Escrituras, não serem os fato explicados de maneira que os favoreça, nem suprimidos os pecados de seus principais personagens... Houvesse a Bíblia sido escrita por pessoas não inspiradas, e teria sem dúvida apresentado o caráter de seus homens honrados sob uma luz mais lisonjeira. Mas, assim como é, temos um registro exato de suas experiências” (PP, 238).

Reavivemo-nos na Palavra de Deus (Hebreus 4:12), alicerçados no Messias! – Heber Toth Armí.

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sábado, 19 de fevereiro de 2022

O VENCEDOR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

19/02/2022

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O VENCEDOR

Jesus lhes respondeu: “Destruam este santuário, e em três dias Eu o levantarei.” João 2:19

Cristo era o fundamento e a vida do templo. Os cultos realizados nele simbolizavam o sacrifício do Filho de Deus. O sacerdócio fora estabelecido para representar o caráter mediador e a obra de Cristo. Todo o plano do culto sacrifical era uma representação da morte do Salvador para redimir o mundo. Não haveria eficácia nessas ofertas quando se consumasse o grande acontecimento para o qual haviam apontado por séculos.

Uma vez que todo o sistema ritual simbolizava Cristo, não tinha valor sem Ele. Quando os judeus selaram sua rejeição a Cristo, entregando-O à morte, rejeitaram tudo o que dava significado ao templo e a seus cultos. Sua santidade desaparecera. Estava condenado à destruição. Daquele dia em diante, as ofertas sacrificais e o serviço relacionado a elas não tinham significado. Como a oferta de Caim, não expressavam fé no Salvador. Condenando Cristo à morte, os judeus, na verdade, destruíram seu templo. Quando Cristo foi crucificado, o véu interior do templo se rasgou em dois de alto a baixo, significando que o grande sacrifício final fora feito, e o sistema de ofertas sacrificais cessara para sempre.

“Em três dias Eu o levantarei” (Jo 2:19). Por ocasião da morte do Salvador, as forças das trevas pareciam prevalecer e exultaram em sua vitória. Entretanto, do sepulcro emprestado de José, Jesus saiu como Vencedor. “Despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando sobre eles na cruz” (Cl 2:15). Pelo poder de Sua morte e ressurreição, tornou-Se o ministro do “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem” (Hb 8:2). Homens construíram o tabernáculo judaico; homens edificaram o templo. O santuário de cima, porém, do qual o terrestre era um símbolo, não foi construído por nenhum arquiteto humano. “Eis aqui o homem cujo nome é Renovo […]. Ele mesmo edificará o templo do Senhor e será revestido de glória. Ele Se assentará no Seu trono, e dominará, e será sacerdote no Seu trono” (Zc 6:12, 13) (O Desejado de Todas as Nações, p. 122, 123 [165, 166]).

PARA REFLETIR: Satanás acreditava que sua estratégia para matar Jesus daria fim ao plano da redenção. O resultado foi o oposto. Como Deus tem usado momentos de sofrimento para trazer ainda mais bênçãos na sua vida?

Lar Disfuncional - - Gênesis 37

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 37

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 37 – Parece que Moisés esteve nos preparando para a maior história do Gênesis. Antes de avançar, observe esta nota de Ellen White ajudando-nos a lembrar do contexto de José.

“Jacó tinha pecado, e havia sofrido profundamente. Muitos anos de labuta, cuidados e tristeza ele os havia tido desde o dia em que seu grande pecado fê-lo fugir das tendas de seu pai. Como fugitivo sem lar, separado de sua mãe, a quem nunca mais viu, trabalhando sete anos por aquela que amava, apenas para ser vilmente enganado; labutando vinte anos ao serviço de um parente ávido e ganancioso, vendo sua riqueza aumentar, e seus filhos crescerem em redor de si, mas encontrando pouca alegria na casa contenciosa e dividida; angustiado pela desonra de sua filha, pela vingança dos irmãos da mesma, pela morte de Raquel, pelo crime desnatural de Rúben, pelo pecado de Judá, pelo engano e malícia cruéis praticados para com José – quão longo e tenebroso é o catálogo de males que se estende à vista! Reiteradas vezes colheu ele o fruto daquela primeira ação errada. Em frequentes ocasiões viu repetir-se entre seus filhos os pecados de que ele próprio fora culpado. Mas, amarga como fora a disciplina, cumprira ela a sua obra. O castigo, se  bem que atroz, produzira ‘um fruto pacífico de justiça’” (PP, 237-238).

O lar de José era disfuncional. Seus irmãos eram caracterizados pelo ódio, raiva, inveja, falsidade e assassinato. Além de José ser o filho da esposa preferida de Jacó, José era o preferido também por ser diferente de seus irmãos. Isso... e, mais dois sonhos que



projetavam José a líder da família, faziam seus irmãos ferverem de raiva mortífera. 

Jacó, encanecido, agiu despreocupadamente, enviando seu filho preferido a buscar informações do trabalho dos outros filhos – promovendo mais ódio nos irmãos que não ganharam nenhuma túnica colorida igual a de José. 

Vendido aos ismaelitas, e tido como morto pelo pai... Tudo parecia indicar o fim de José!

Indubitavelmente, pequenos erros acarretam grandes problemas; contudo, por mais problemática que seja sua família, não é motivo para acomodar-se numa vida fracassada. Ainda que tudo conspirasse contra José, o fato dele estar do lado de Deus, o fracasso não era seu destino. Esse mesmo Deus está à nossa disposição! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

40 Estudo Bíblico - A fidelidade muda tudo, muda todos

 40 Estudo Bíblico - A fidelidade muda tudo, muda todos.

Assista a "A fidelidade muda tudo, muda todos." no YouTube

https://youtu.be/p4_aik3EXCo



AMIGO MAIS CHEGADO QUE UM IRMÃO

  MEDITAÇÃO DIÁRIA

18/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/amigo-mais-chegado-que-um-irmao/

AMIGO MAIS CHEGADO QUE UM IRMÃO

Quem tem muitos amigos pode cair em desgraça; mas há amigo mais chegado que um irmão. Provérbios 18:24

O Senhor não deixou você sozinho. Ele olha para você com terna compaixão. Seu Espírito continua a buscar o domínio sobre os poderes das trevas. Se você se aproximar de Cristo, faminto e sedento pelo pão e pela água da vida, o poder do Jesus que habita no seu interior quebrará o egoísmo duro e frio, que é o oposto da simpatia.

Cristo bate à porta do seu coração, pedindo para entrar. Ele baterá em vão? Você recusará a Sua entrada ou O receberá como convidado de honra? Não deixe de recepcioná-Lo, pois o amor de Jesus tem mais valor do que o mundo inteiro.

Seu comprimento, sua profundidade, sua altura e largura não podem ser estimados. Ele abre e expande o coração, conferindo-nos nova capacidade para amar a Deus. Os chamados e convites feitos na Bíblia significam tudo que a linguagem mais forte é capaz de expressar. O Senhor está ansioso para você retornar a Ele. Sabe que você precisa Dele, e Ele precisa de você, pois diz: “Vocês são as Minhas testemunhas” (Is 43:10). Você comete um grave erro quando afasta o rosto do Deus vivo. Não tema fazer uma consagração total e decidida da sua vida. Jogue-se sem reservas sobre a graça de Jesus Cristo. Você descobrirá que não existe compaixão como essa de pureza infinita. Sob o controle Dele, você apreciará a bondade, a longanimidade e o amor abnegado de Deus. E então o revelará ao mundo.

Talvez você imagine que ninguém de fato entende a sua situação, mas há Alguém familiarizado com cada circunstância. Ele sabe que você não tem força nem sabedoria nem sequer entende as próprias necessidades pessoais. No entanto, Ele prometeu impedir que você caia. Confie nas promessas divinas! Haverá ocasiões em que talvez você sinta vontade de chorar porque perdeu a alegria e a esperança no Senhor. Mas Cristo lhe diz: “Abra a porta do seu coração e Me deixe entrar”. Jesus é o Amigo mais chegado que um irmão, e a Ele você pode contar todas as provas, todas as tristezas e todas as necessidades. Ele lhe ensinará muitas coisas mais valiosas do que o ouro e a prata. Também lhe concederá paz e alegria (Carta 109, 1896).

PARA REFLETIR: Você já compartilhou com Jesus o que está no seu coração hoje?

O plano divino - Gênesis 36

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 36

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 36 – O plano divino para Israel visava alcançar as nações (Gênesis 12:1-3). Tendo Gênesis como público-alvo os israelitas escravizados no Egito, Moisés informou-os dos acontecimentos históricos “mundiais” para que vivessem o que Deus desejava para eles. 

Logo no início foram reveladas as origens de várias nações (Gênesis 10). Após o caso da Torre de Babel, outras nações surgiram, tais como as das filhas de Ló com filhos do próprio pai: moabitas e amonitas (Gênesis 19:36-38).

O relato inspirado também apresenta Melquisedeque como rei-sacerdote de Salém, a quem Abraão entregou-lhe dízimos dos seus bens, louvando a Deus como Criador dos céus e da terra (Gênesis 14:18-20), conforme indica Gênesis 1:1. O compromisso de Abraão com um Abimeleque (Gênesis 20:14-18), e o de Isaque com outro Abimeleque (Gênesis 26:26-31), são informações úteis quando os israelitas fossem libertos.

No capítulo em pauta, temos os edomitas, da descendência de Esaú. Edom significa avermelhado, supostamente um apelido pela troca da primogenitura por lentilhas vermelhas. Sendo Esaú irmão de Israel, uma das orientações de Moisés antes de entrar na Terra Prometida foi de não incomodar aos edomitas (Deuteronômio 2:2-8); o mesmo cuidado deveriam ter com moabitas, amonitas, etc. (Deuteronômio 2:8-23). Conhecendo a história, facilitaria o relacionamento com outras nações. 

Atualmente, o remanescente de Deus está espalhado pelas nações, denominações e inúmeras religiões do mundo. Jesus mesmo declarou aos judeus: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10:16).

Em Apocalipse 10:11, a revelação mostra que após o desapontamento com as profecias de Daniel (Apocalipse 10:8-10), era importante continuar pregando a “muitos povos, nações, línguas e reis”. Em Apocalipse 14:6, um anjo representando o remanescente de Deus no tempo do fim, proclama em alta voz o evangelho eterno “aos que habitam na terra, a toda a nação, tribo, língua e povo”. Deus tem filhos sinceros em diversas igrejas falsas (Apocalipse 18:4). Os salvos serão grande multidão “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7:9). As folhas da árvore misteriosa servirão “para a cura das nações” na Nova Terra (Apocalipse 22:2).

Além de nos prepararmos para morarmos com Jesus, devemos ajudar outros a se prepararem também. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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39 Estudo Bíblico - Síndrome de Adão

 39 Estudo Bíblico - Síndrome de Adão

Assista a "Síndrome de Adão" no YouTube

https://youtu.be/DmHfSFqij90




quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

O GRANDE LÍDER DA IGREJA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

17/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-grande-lider-da-igreja/

O GRANDE LÍDER DA IGREJA

Filho do homem, Eu o coloquei como atalaia sobre a casa de Israel. Você ouvirá a palavra da Minha boca e lhes dará aviso da Minha parte. Ezequiel 3:17

Em Sua vida e em Seus ensinamentos, Cristo deu um exemplo perfeito de ministério abnegado, cuja origem é divina. Deus não vive para Si. Pela criação do mundo e pela manutenção de todas as coisas, Ele está constantemente ministrando a outros. O Senhor “faz o seu sol nascer sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5:45). Foi esse ideal de ministério que o Pai confiou ao Seu Filho. Jesus foi designado para permanecer à frente da humanidade e ensinar por Seu exemplo o que significa servir. Toda Sua vida esteve sob a lei do serviço. Serviu a todos, e a todos ministrou.

Vez após vez, Jesus procurou estabelecer esse princípio entre os discípulos. Quando Tiago e João pediram um lugar de destaque, Ele disse: “Quem quiser tornar-se grande entre vocês, que se coloque a serviço dos outros; e quem quiser ser o primeiro entre vocês, que seja servo de vocês; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:26-28).

Desde Sua ascensão, Cristo tem conduzido Sua obra na Terra por meio de embaixadores escolhidos e por cujo intermédio Ele fala aos filhos dos homens, atendendo às suas necessidades. O grande Líder da igreja dirige Sua obra pela colaboração de homens ordenados por Deus para agir como Seus representantes.

A posição dos que foram divinamente chamados a trabalhar para a edificação da igreja, por meio da pregação e do ensino, é de grande responsabilidade. Estão no lugar de Cristo apelando a homens e mulheres que se reconciliem com Deus; e eles só podem cumprir sua missão se receberem sabedoria e poder do alto.

Os ministros de Cristo são guardiões espirituais do povo confiado a seu cuidado. Sua obra tem sido comparada à do vigia. […]

É privilégio dos vigias sobre os muros de Sião viver tão perto de Deus e ser de tal modo suscetíveis às impressões de Seu Espírito que Ele possa operar por meio deles, a fim de avisar do perigo a homens e mulheres e lhes mostrar um lugar seguro (Atos dos Apóstolos, p. 229, 230 [359-361]).

PARA REFLETIR: Como você pode trabalhar de maneira mais próxima a Jesus, a fim de alcançar os objetivos Dele?

Maus testemunhos - Gênesis 35

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 35

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 35 – A igreja de Deus no Antigo Testamento dava tantos maus testemunhos que talvez muitos de nós seríamos pagãos para não pertencer a um povo com uma história moral tão baixa. Infelizmente muitos mestres da Bíblia são maquiadores das histórias reveladas por Deus. Inúmeros professores cristãos não são íntegros em suas preleções.

Veja que, “quando Benjamim, o décimo segundo [filho], chegou, sua mãe morreu durante o parto (Gn 35:17, 18). Portanto, a inveja, o ciúme, a rivalidade e a contenda manchou o mundo em que aqueles irmãos nasceram. Um pai. Quatro mães. A melhor maneira de relacionar os irmãos e suas mães é lendo a genealogia em Gênesis 35: ‘Eram doze os filhos de Israel. Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; José e Benjamim, filhos de Raquel; Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia’ (v. 22-26)” (Philip W. Dunham).

A dor e o sofrimento castigam o povo de Deus tanto por situações naturais como a morte de Débora, ama de Rebeca e a morte de Rebeca no parto de Benjamim, quanto por escolhas estúpidas, como é o caso de Diná (em Gênesis 34) e o caso de Ruben, que “deitou-se com Bila, concubina de seu pai. E Israel ficou sabendo” (Gênesis 35:22). Que família desestruturada e disfuncional!

Observe como Ellen White comenta sobre essa família: “O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor” (PP, 208-209).

Para reverter esse quadro horrível da família de Jacó, Deus pede a ele devoção e adoração (Gênesis 35:1); Jacó age entendendo a importância da consagração resultante de reavivamento e reforma (Gênesis 35:2-14).

A intimidade transforma nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

38 Estudo Bíblico - Conhecendo mais a Bíblia

 38 Estudo Bíblico - Conhecendo mais a Bíblia

Assista a "Conhecendo mais a Bíblia" no YouTube

https://youtu.be/ESl9DKYbf5g



O ÚNICO MEDIADOR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

16/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-unico-mediador/

O ÚNICO MEDIADOR

Mas, se alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. 1 João 2:1

Todos os que se esforçam por desculpar ou esconder seus pecados, permitindo que permaneçam nos livros do Céu sem serem confessados e perdoados, serão vencidos por Satanás. Quanto mais exaltada for sua profissão de fé, e mais honrada a posição que ocupam, mais ofensiva é sua conduta à vista de Deus, e mais certa é a vitória de seu grande adversário. Os que se retardam no preparo para o dia de Deus não poderão obtê-lo no tempo de angústia, ou em qualquer ocasião subsequente. O caso de todos esses é sem esperanças.

Não se exige de você que faça confissão aos que não sabem de seu pecado e seus erros. Não é seu dever publicar uma confissão que levará os incrédulos a triunfarem; mas àqueles a quem é devido, que não se aproveitarão de seu erro, confesse em harmonia com a Palavra de Deus e permita que eles orem por você, e Deus aceitará seu empenho e o sarará. Por amor de sua alma, deixe-se vencer pelos rogos para fazer obra cabal para a eternidade. Ponha de lado seu orgulho, sua vaidade, e aja corretamente. Volte ao redil. O Pastor o aguarda. Arrependa-se, faça as primeiras obras e volte ao favor de Deus.

Cristo é seu Redentor. Ele não tirará nenhuma vantagem da confissão de suas humilhações. Se tiver pecado de caráter oculto, confesse-o a Cristo, único Mediador entre Deus e a humanidade. “Se alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 2:1). Se tiver pecado retendo de Deus o que Lhe pertence em dízimos e ofertas, confesse a Deus e à igreja seu delito e atenda a admoestação que Ele lhe deu: “Tragam todos os dízimos à casa do tesouro” (Ml 3:10).

O povo de Deus precisa agir com sensatez. Não deveria ficar satisfeito até que cada pecado conhecido seja confessado; então é seu privilégio e dever crer que Jesus o aceita. Não deve esperar que outros dissipem as trevas e obtenham para ele a vitória. Essa satisfação dura apenas até o encerramento das reuniões. Mas Deus deve ser servido por princípio e não por sentimentos […]. Que nenhum trabalho diário o afaste disso. Tome tempo para orar, e quando estiver orando, creia que Deus o ouve (Conselhos Para a Igreja, p. 263, 264 [258, 259]).

PARA REFLETIR: Você está disposto a aceitar o perdão que Jesus lhe oferece hoje?

O engano continua - Gênesis 34

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 34

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 34 – Grande parte dos que ensinam a Bíblia tende a apresentar os aspectos positivos dos seus personagens; porque, a verdade nua e crua da Bíblia pode assustar muitos crentes.

Jacó disse a Esaú que iria para Seir, entretanto foi para Sucote (Gênesis 33:14-17). O engano fazia parte da família. Seus filhos aprenderam dominar bem a prática da mentira (Gênesis 34:13).

A única filha de Jacó saiu sozinha a conhecer as mulheres da região da nova residência, evidenciando que “as más companhias corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33). Siquém, governador pagão daquela região agarrou-a e a violentou; contudo, depois a quis em casamento. Um requisito foi solicitado pelos irmãos de Diná: Todos os homens de Siquém deveriam circuncidar-se. Após três dias de aplicarem a condição, sob a liderança de Simeão e Levi, os filhos de Israel foram à cidade para cruelmente matar todos os homens – enquanto recuperavam do órgão genital dolorido; saquearam a cidade levando seus bens, mulheres e crianças.

“A horrível violação de Diná por Siquém motivou seus irmãos a manifestar uma reação de engano e violência muito maior que seu pai Jacó havia cometido”, comenta Philp W. Dunham. Mentira, assassinato, roubo, vingança, violência... Fazem parte do início da igreja do Antigo Testamento. 

Esse capítulo de chacina mancha as páginas da história do povo de Deus; porém, não é por capítulos assim que devemos afastar-nos do corpo de Cristo. Mesmo no Novo Testamento havia casos horríveis. Além do casal mentiroso em Atos 5:1-10, na igreja de Corinto “por toda parte se houve que há imoralidade entre vocês”, diz Paulo, “imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de um de vocês possuir a mulher de seu pai” (1 Coríntios 5:1) – o mesmo pecado da igreja do Antigo Testamento (Gênesis 35:22).

No tempo do fim, não é diferente. Ellen White afirma que “a igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá” (2ME, 380). Pois, “fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção. É o cenário de Sua graça, na qual Se deleita em revelar Seu poder de transformar corações” (AA, 12). 

Apreciemos a Igreja como Deus aprecia e, permitamos que Ele transforme nosso coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

37 Estudo Bíblico - Fome e sede da Palavra

 37 Estudo Bíblico - Fome e sede da Palavra 

Assista a "Fome e sede da Palavra" no YouTube

https://youtu.be/MOXh3GOKNak



O REDENTOR COMPASSIVO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

15/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-redentor-compassivo/

O REDENTOR COMPASSIVO

Porque Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, Ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. 2 Coríntios 4:6

Como discípulos de Cristo, não devemos nos misturar com o mundo simplesmente por amor ao prazer, para participar de suas loucuras. Esses relacionamentos só trazem prejuízo. Nunca devemos aprovar o pecado por meio de nossas palavras ou ações, nosso silêncio ou presença. Aonde quer que formos, devemos levar Jesus conosco e revelar aos outros a preciosidade de nosso Salvador. No entanto, os que tentam esconder sua religião atrás de muros de pedra perdem preciosas oportunidades de fazer o bem. Por meio das relações sociais, o cristianismo entra em contato com o mundo. Todos aqueles que receberam iluminação divina devem iluminar o caminho dos que não conhecem a Luz da vida.

Todos nós devemos nos tornar testemunhas de Jesus. A habilidade social, santificada pela graça de Cristo, deve ser aperfeiçoada para atrair pessoas ao Salvador. Que o mundo veja que não estamos preocupados de forma egoísta com nossos próprios interesses, mas que desejamos que outros participem das bênçãos e privilégios que desfrutamos. Que eles vejam que nossa religião não nos torna insensíveis ou exigentes. Que todos os que afirmam ter encontrado Cristo contribuam para o bem das pessoas, como Ele fez.

Nunca deveríamos dar ao mundo a falsa impressão de que os cristãos são pessoas tristes e infelizes. Se nossos olhos estiverem fixos em Jesus, veremos um Redentor compassivo e receberemos luz de Seu semblante. Onde quer que reine o espírito de Cristo, ali habita a paz. E haverá alegria também, pois há uma calma e santa confiança em Deus.

Cristo fica feliz com Seus seguidores quando mostram que, embora humanos, são participantes da natureza divina. Não são estátuas, mas homens e mulheres vivos. Seu coração, reanimado pelo orvalho da graça divina, abre-se e expande-se ao Sol da Justiça. A luz que brilha sobre eles é refletida sobre outros em obras iluminadas pelo amor de Cristo (O Desejado de Todas as Nações, p. 113, 114 [152, 153]).

PARA REFLETIR: Você é um cristão feliz? As pessoas gostam de estar ao seu lado? Como você usa sua “influência social” para edificar o reino de Deus?

A reconciliação - Gênesis 33

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 33

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 33 – Se estivéssemos na cena deste capítulo, certamente as emoções se aflorariam e, em nossa face, as lágrimas se deslizariam. Os gêmeos separados pela ameaça de morte se reencontrarão...

“Mais tarde naquela manhã, quando Esaú estava se aproximando dele, Jacó foi ao seu encontro curvando-se diante de seu irmão sete vezes (Gn 33:3). Porque Jacó primeiro se humilhou diante do Senhor, ele agora era capaz de se humilhar diante de seu irmão. E Esaú graciosamente o aceitou. Naquele momento de reconciliação (v. 4), Jacó explodiu em um reconhecimento especial. De acordo com Gênesis 33:10, ele confessou que viu a Deus em Esaú: ‘Se te agradaste de mim, aceita este presente de minha parte, porque ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!’ (NVI). O que Jacó estava vendo no rosto de seu irmão? As mesmas expressões de amor, compaixão, perdão e graça que ele viu na face do Senhor. O sorriso de Deus em Jacó se reflete na aceitação de Esaú”, explica Jiří Moskala; e, então aplica: 

“O que as pessoas leem em nossa face quando interagem conosco?”. 

Só demonstraremos perdão e graça aos que nos ofenderam somente após experimentarmos perdão e graça de Deus.

O mesmo Deus que reatou o relacionamento de Jacó e Esaú pode reatar qualquer relacionamento que for colocado sob os Seus cuidados. Ao guiar nossa vida, as estratégias divinas nos levarão à alegria da reconciliação.

Diante da experiência marcante da reconciliação, assim que comprou um campo dos filhos de Hamor próximo a Siquém e acampar ali, Jacó “edificou um altar e lhe chamou El Elohe Israel” (Gênesis 33:20). Por Suas bênçãos, Deus é digno de adoração!

Reconhecendo que o Deus de Israel é poderoso, o Jacó admite que o Deus que mudou seu nome no capítulo anterior, agora mudou sua história.

Diante disto, notamos que não é o tempo que cura feridas da alma; é Deus. Sua graça resolveu a desgraça resultante das atitudes carnais que tiveram os gêmeos 20 anos antes.

Por conseguinte, aprendamos que relacionamentos danificados podem ser restaurados com ingredientes de origem celestiais. Amizades destruídas por atitudes impróprias podem ser concertadas quando a graça de Deus é despejada sobre corações feridos e almas dilaceradas...

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

36 Estudo Bíblico - Deus pode?

 36 Estudo Bíblico - Deus pode?

Assista a "Deus pode?" no YouTube

https://youtu.be/uMjmT8b7Ems



A RESSURREIÇÃO E A VIDA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

14/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-ressurreicao-e-a-vida/

A RESSURREIÇÃO E A VIDA

Então Marta disse a Jesus: “Se o Senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido.” João 11:21

“Quando Jesus viu que ela chorava, e que os judeus que a acompanhavam também choravam, agitou-Se no espírito e Se comoveu” (Jo 11:33). Lia o coração de todos os que ali estavam reunidos. Viu que, para muitos, o que apresentavam como demonstração de tristeza não passava de simulação. Sabia que alguns no grupo, manifestando agora hipócrita tristeza, em breve estariam planejando a morte, não somente do poderoso realizador de milagres, mas também daquele que estava para ser ressuscitado. Cristo poderia ter arrancado deles o manto de fingida tristeza, mas conteve Sua justa indignação. As palavras que poderia, com toda verdade, ter dito, não pronunciou por amor ao querido ser que estava aos Seus pés ajoelhado em dor, e que realmente acreditava Nele.

“Onde vocês o puseram?”, perguntou. “Eles responderam: Senhor, venha ver!” (v. 34). Juntos, dirigiram-se para o sepulcro. Foi uma cena dolorosa. Lázaro fora muito amado, e as irmãs choravam por ele com o coração despedaçado, enquanto os que haviam sido amigos seus misturavam suas lágrimas com as lágrimas das irmãs desoladas. Pela aflição humana e pelos amigos que choravam pelo morto, enquanto o Salvador do mundo estava presente, “Jesus chorou” (v. 35). Embora fosse o Filho de Deus, revestira-Se da natureza humana e Se comovia com a dor da humanidade. Seu amável e compassivo coração está sempre pronto a se compadecer perante o sofrimento. Chora com os que choram e Se alegra com os que se alegram.

Contudo, não foi simplesmente pela compaixão humana para com Maria e Marta que Jesus chorou. Havia em Suas lágrimas uma dor tão acima do simples sofrimento humano como o Céu está acima da Terra. Cristo não chorou por Lázaro, pois estava para chamá-lo do sepulcro. Chorou porque muitos dos que pranteavam Lázaro em breve tramariam a morte Daquele que era a Ressurreição e a Vida. Quão incapazes os incrédulos judeus eram em interpretar devidamente Suas lágrimas! Alguns, que conseguiam enxergar somente as circunstâncias exteriores da cena que estava perante Ele como causa de Sua tristeza, sussurraram: “Vejam o quanto Ele o amava” (v. 36) (O Desejado de Todas as Nações, p. 424, 425 [533, 534]).

PARA REFLETIR: Como você reage quando alguém a quem ajudou o trai?

O encontro - Gênesis 32

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 32

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 32 – Todos nós precisamos encontrar-nos com Deus para mudar o turbilhão que borbulha no íntimo de nosso coração. Quem busca a face do Soberano do Universo enfrentará as ameaças da vida e não fugirá.

O medo estimula muitas de nossas ações. O medo motivou Jacó a presentear seu irmão, a clamar a Deus, e a separar seus bens. Além disso, a angústia o levou a lutar com Deus que viera para lhe socorrer.

O contexto do relato revela que “a imagem de Esaú perseguiu Jacó por 20 anos; durante esse tempo, ele nunca visitou sua terra natal, seus pais ou se reconciliou com seu irmão. Portanto, antes que Jacó pudesse se encontrar com Esaú, ele precisava se encontrar com seu Deus. Antes de ver o rosto de seu irmão novamente, ele tinha que ver a face do Senhor” (Jiří Moskala).

Embora Jacó avistasse anjos como exército de Deus em sua companhia, ele mandou mensageiros à frente com muitos presentes. Porém, seu irmão saiu encontrá-lo com 400 homens. Consequentemente, o medo aumentou; então, Jacó dividiu seu grupo em dois, caso um fosse atacado, o outro escaparia. Além disso, ele caiu de joelhos; humildemente clamou pela misericórdia graciosa de Deus baseando-Se em Suas promessas. Aumentando a angústia, Jacó multiplicou os presentes para seu irmão. O medo também o levou à luta contra o Senhor à noite, tendo assim sua articulação deslocada. Finalmente, reconheceu a Deus e clamou por Suas bênçãos, chamando aquele lugar de Peniel, por ter a vida poupada depois de ver a face de Deus.

O medo revela fragilidades, mostra nossas fraquezas. Apresenta a insignificância de nossa existência. Quanto mais entendermos nossa pequenez, mais reconheceremos nossa necessidade do Deus poderoso. Eis as razões pelas quais Jacó se debruçou em oração clamando pelas bênçãos divinas.

O medo do desconhecido é indicação que não podemos controlar a história; portanto, é importante que esse medo refresque nossa memória e nos leve à oração em busca do Salvador que mudou o nome de Jacó e pode mudar qualquer situação.

A alma angustiada é fruto de consciência culpada. Todavia, quando enfrentamos nossos traumas confiando em Deus, a fé fará o medo recuar diante de nós. 

Portanto, permitamos que a fé, não o medo, tome conta de nossas ações! – Heber Toth Armí.

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O SUBSTITUTO DA HUMANIDADE

 O SUBSTITUTO DA HUMANIDADE Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados. Efésios 5:1 Se o povo que viveu antes do Dilúvio tivesse...