Translate

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Abandonando os ídolos -Gênesis 35

:love_letter: Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
:book: Gênesis 35 ( leia em sua Bíblia)

:memo: Comentários Pr Heber Toth Armí


Abandonando os ídolos  


Existem coisas que são óbvias que desagradam a Deus; contudo, pelo fato de agradar pretensões pervertidas do pecador, tais coisas, geralmente, acompanham aos servos do Senhor. Consequentemente, carecemos de reavivamento e reforma.

1. Quando determina-se radicalmente encontrar-se com Deus de todo coração, cada pecador sabe no íntimo como realmente age o adorador diante do Senhor. Jacó prontamente pediu à família que se livrasse e se purificasse dos ídolos para entrar na presença de Deus: Trocaram roupas, tiraram ornamentos e enterraram ídolos/deuses (vs. 1-9);

2. Quando o pecador reconhece Deus como Senhor e aceita servir-Lhe, Deus faz (ou renova) uma aliança com ele. Para Jacó, Deus...
• Reiterou o novo nome, Israel, apresentado em Gênesis 32:28 para lembrar-lhe sua transformação e seu compromisso (vs. 9-10)

• Revigorou sua promessa de torná-lo pai de uma multidão de nações (v. 11);

• Renovou a promessa de dar a seus descendentes a terra que fora prometida a Abraão e Isaque (v. 12).

3. Mesmo após ter experiência real, concreta e sobrenatural com Deus, coisas ruins acontecem, pois o mundo é mau (vs. 13-20). Raquel, a amada de Jacó, veio a óbito em sua segunda gestação. Contudo, teve tempo dar ao bebê o nome de Benoni, mas Jacó alterou para Benjamim (vs. 13-20);

4. Mesmo quem amadurece seu relacionamento com Deus e passa por reavivamento e reforma familiar, enfrentará agruras neste mundo vil. O pecado estava bem vivo nesta família. Rúben teve um caso com a concubina de seu pai. Isaque faleceu com 180 anos de idade; Jacó esteve em seu funeral, mas nunca mais viu sua mãe (vs. 21-29).

Aplicação:

Há muitos que preferem criar deuses transportáveis, que podem até ser roubados e mesmo enterrados, do que abrir mão de suas tralhas espirituais para adorar e servir ao Deus verdadeiro.

Santificar-se exige renúncia daquilo que nos separa de Deus. A vaidade é o maior ídolo da atualidade, ou sempre foi. Além dos ídolos/deuses, a família de Jacó abriu mão de roupas impróprias e ornamentos do corpo para encontrar-se com Deus. Reavivamento está ligado intimamente com reforma.

Distante de Deus, achamos que artigos de vaidade (pulseiras/pingentes/correntes/brincos/argolas/pircing/etc.; unhas pintadas/adesivadas/coloridas/etc.; maquiagens/batons/cabelos tingidos/luzes/tatuagens/etc.; roupas caras/indecentes/extravagantes/etc.) não têm nada a ver com fidelidade. Não é? (embora sejam um tipo de idolatria)...

Davi Aprende a Reinar Com Justiça

Refletindo a Cristo

Davi Aprende a Reinar Com Justiça-16 de novembro

Reinou, pois, Davi sobre todo o Israel; julgava e fazia justiça a todo o seu povo. II Sam. 8:15.

A alguns quilômetros ao sul de Jerusalém, “a cidade do grande Rei”, acha-se Belém, onde nasceu Davi, filho de Jessé, mais de mil anos antes que o menino Jesus tivesse por berço uma manjedoura, e fosse adorado pelos magos do Oriente. Séculos antes do advento do Salvador, Davi, no frescor da meninice, vigiava seus rebanhos enquanto pastavam nas colinas próximas a Belém. O singelo pastorzinho cantava as canções de sua própria composição, e a música de sua harpa lhe fazia um suave acompanhamento à melodia da límpida voz juvenil. O Senhor escolhera a Davi, e o estava preparando, em sua vida solitária com os seus rebanhos, para a obra que era Seu desígnio confiar-lhe nos anos posteriores. Patriarcas e Profetas, pág. 637.

Davi, em sua juventude esteve intimamente ligado a Saul, e sua permanência na corte e ligação com a casa do rei deram-lhe profundo conhecimento dos cuidados, tristezas e perplexidades ocultas pelo esplendor e pompa da realeza. Viu de quão pouca valia é a glória humana para trazer paz à pessoa. E foi com alívio e satisfação que da corte real voltou aos apriscos e rebanhos.

Quando, compelido pelos zelos de Saul, era um fugitivo no deserto, Davi, desprovido do apoio humano, amparou-se mais fortemente em Deus. A incerteza e desassossego da vida no deserto, seus incessantes perigos, a necessidade de fugas freqüentes, o caráter dos homens que a ele se reuniam: “todos os homens que se achavam em aperto, e todo homem endividado, e todos os amargurados de espírito” (I Sam. 22:2) – tudo isso tornava muito necessária uma severa disciplina própria. Essas experiências despertaram e desenvolveram capacidade para lidar com os homens, simpatia para com os oprimidos e ódio à injustiça. Durante anos de expectativa e perigo, Davi aprendeu a encontrar em Deus conforto, apoio e vida. Aprendeu que unicamente pelo poder de Deus ele poderia ir ao trono; unicamente pela Sua sabedoria poderia governar sabiamente. Foi mediante o preparo na escola das dificuldades e tristezas que Davi se habilitou a declarar que “julgava e fazia justiça a todo o seu povo” (II Sam. 8:15) Educação, pág. 152.

O amor que o movia, as tristezas que o assediavam, os triunfos que o acompanhavam, tudo eram assuntos para o seu ativo pensamento; e, ao ver o amor de Deus em todas as providências de sua vida, seu coração palpitava com mais fervorosa adoração e gratidão, sua voz soava com mais magnificente melodia, sua harpa era dedilhada com alegria mais exultante; e o moço pastor ia de força em força, de conhecimento em conhecimento; pois o Espírito do Senhor estava sobre ele. Patriarcas e Profetas, pág. 642.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986– Pág. 326

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Uma triste história -Gênesis 34

:love_letter: Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
:book: Gênesis 34 ( leia em sua Bíblia)

:memo: Comentários Pr Heber Toth Armí

Uma triste história

–Muitos romanceiam as histórias bíblicas omitindo verdades que Deus revelou. Quantos sermões já foram pregados sobre este capítulo?

As famílias bíblicas estavam muito longe de serem perfeitas, devido a que as pessoas eram cheias de defeitos como nós:

• Abraão era pagão, idólatra e politeísta (Josué 24:2);
• Isaque, seu filho, foi um pai e marido mentiroso e indiferente;
• Jacó e Esaú, netos de Abraão, eram briguentos, trapaceiros, enganadores e problemáticos;
• Os filhos de Jacó, bisnetos de Abraão, vingativos e assassinos. Diná, a única filha de Jacó, foi estuprada (Gênesis 34).

Que família! Observe o esboço deste capítulo realizado por Victor P. Hamilton:

1. Diná é estuprada (vs. 1-7);
2. Hamor e Siquém representam o problema (vs. 8-12);
3. Os filhos de Jacó fazem uma proposta (vs. 13-17);
4. Os homens de Siquém são circuncidados (vs. 18-24);
5. Os filhos de Jacó vingam-se (vs. 25-31).

Há muitos religiosos que omitem os terríveis erros dos personagens bíblicos quando Deus quis que fossem registrados (não cometidos) os horrendos defeito de caráter deles.

Quando omitimos o que Deus revela ignoramos partes da Palavra que sai de Sua boca; e, meias-verdades são formas sutis de engano – fazendo isso, somos religiosos tão falhos quanto os familiares de Abraão.

Que tragédia: Diná estuprada. Seus irmãos traíram o povo de Siquém e vingaram-se brutalmente de seus habitantes massacrando-os completamente. Que desgraça!

“Os eventos de Siquém resultaram da demora de Jacó em obedecer a ordem de Deus de ir a Betel [...]. Os filhos de Jacó haviam considerado a ação de Siquém como algo ‘que não se devia ter feito’ (v. 7), contudo, o massacre que eles cometeram violava tanto a consciência moral como a lei de retribuição de um crime”, destaca Arthur J. Ferch.

Por que aconteceu essa tragédia? Para ensinar-nos algo: “Os ardis [dos filhos de Jacó] foram enganos vis” – comenta Ferch – “traição a sangue frio, e matança sem piedade. [Eles] Degradaram o sinal do pacto da circuncisão, e fizeram a cruel violência como uma suposta administração de justiça. Quão diferente poderia ter sido se Jacó tivesse sido fiel a Deus e a Sua promessa e tivesse assentado em Betel”.

Atender as orientações de Deus evita tragédias, dores e sofrimentos. É para ensinar isso que a Bíblia registrou essa história! – Heber Toth Armí

Abigail Evita uma Tragédia

Refletindo a Cristo

Abigail Evita uma Tragédia-15 de novembro

Então, Davi disse a Abigail: Bendito o Senhor, Deus de Israel, que, hoje, te enviou ao meu encontro. Bendita seja a tua prudência, e bendita sejas tu mesma, que hoje me tolheste de derramar sangue. I Sam. 25:32 e 33.

A piedade de Abigail, como a fragrância de uma flor, se desprendia inconscientemente em fé, palavras e ações. O Espírito do Filho de Deus habitava em sua mente. Seu coração estava cheio de pureza, bondade, e amor santificado. Suas palavras, temperadas com graça, e cheias de bondade e paz, espalhavam uma influência celestial. Impulsos superiores surgiram em Davi, e ele tremeu ao pensar em quais poderiam ter sido as conseqüências de sua precipitada resolução. Uma família toda teria sido morta, contendo mais do que uma pessoa temente a Deus, como Abigail, a qual se empenhara no bendito ministério da bondade. Suas palavras curaram o ferido coração de Davi.

Quem dera que houvesse mais mulheres que acalmassem sentimentos irritados, impedissem resoluções precipitadas, e reprimissem grandes males por meio de palavras de calma e bem orientada sabedoria. “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” Mat. 5:9.

Uma vida cristã consagrada está sempre difundindo luz, conforto e paz. É pureza, tato, simplicidade, e utilidade. É controlada pelo amor altruísta que santifica a influência. É cheia de Cristo, e deixa um rasto de luz onde quer que seu possuidor vá. Abigail sabia repreender e aconselhar com sabedoria. A raiva de Davi se extinguiu sob o poder de sua influência e argumentos. Ele se convenceu de que havia assumido uma linha de conduta imprudente, e de que havia perdido o controle de seu temperamento. Recebeu a reprovação com humildade de coração. … E agradeceu e bendisse porque ela o aconselhou com razão.

Há muitos que, ao serem repreendidos ou aconselhados, acham que é louvável receber a repreensão sem ficar impacientes. Mas quão poucos aceitam a reprovação com gratidão de coração, e bendizem aqueles que procuram preservá-los de adotar um mau procedimento.

Abigail se rejubilou pelo fato de sua missão ter alcançado êxito, e por ter sido um instrumento para salvar sua família da morte. Davi se rejubilou porque, através de seu oportuno conselho, foi impedido de cometer atos de violência e vingança. Após meditar, percebeu que isso teria sido causa de descrédito para ele, perante Israel, e seria uma lembrança que sempre lhe teria causado o mais profundo remorso. Sentiu que ele e seus homens tinham o maior motivo para serem gratos. …

Quando Davi soube da morte de Nabal, agradeceu a Deus por ter tomado a vingança em Suas próprias mãos. Signs of the Times, 26 de outubro de 1888.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 325 –

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Abigail Revela Altruísmo e Sabedoria

Refletindo a Cristo

Abigail Revela Altruísmo e Sabedoria-14 de novembro

Vendo, pois, Abigail a Davi, apressou-se… e prostrou-se sobre o rosto diante de Davi, inclinando-se até à terra. Lançou-se-lhe aos pés e disse: Ah! senhor meu, caia a culpa sobre mim. I Sam. 25:23 e 24.

Davi e seus homens… protegeram dos… ladrões os rebanhos de um homem muito rico chamado Nabal, o qual possuía vastas propriedades no Carmelo… mas era de caráter grosseiro e avarento.

Davi e seus homens se achavam em extrema necessidade de provisões nesse lugar, e quando o filho de Jessé soube que Nabal estava tosquiando suas ovelhas, enviou dez jovens e lhes disse: “Subi ao Carmelo, ide a Nabal, perguntai-lhe, em meu nome, como está.” I Sam. 25:5….

Davi e seus homens haviam sido um muro de proteção para os pastores e rebanhos de Nabal enquanto apascentavam nas montanhas. E ele amavelmente pediu que em sua grande necessidade lhes fossem dadas provisões, tendo em vista a abundância desse homem rico. … “Respondeu Nabal aos moços de Davi e disse: Quem é Davi, e quem é o filho de Jessé? … Tomaria eu, pois, o meu pão, e a minha água, e a carne das minhas reses que degolei para os meus tosquiadores e o daria a homens que eu não sei donde vêm?” I Sam. 25:10 e 11.

Quando os jovens voltaram de mãos vazias, decepcionados e desgostosos, e relataram o fato a Davi, ele se encheu de indignação. … E Davi ordenou a seus homens que cingissem sua espada e se preparassem para lutar.

Um dos servos de Nabal apressou-se a ir a Abigail, esposa de Nabal, … e contou-lhe o que havia acontecido. …

Sem consultar o marido, ou falar-lhe de sua intenção, Abigail preparou grande quantidade de provisões e saiu a fim de encontrar-se com o exército de Davi. Ela os encontrou na cobertura de uma colina. “Vendo, pois, Abigail a Davi, apressou-se… e prostrou-se sobre o rosto diante de Davi, inclinando-se até à terra. Lançou-se-lhe aos pés e disse: Ah! senhor meu, caia a culpa sobre mim; permite falar a tua serva contigo e ouve as palavras da tua serva.” I Sam. 25:23 e 24. Abigail se dirigiu a Davi com tanta reverência como se estivesse falando a um rei coroado. … Com palavras amáveis ela procurou acalmar os seus irritados sentimentos. … Com total altruísmo ela desejou que ele lançasse sobre ela toda a culpa, e não sobre o seu pobre e iludido marido. …

Que espírito, esse! Totalmente despojada de ostentação ou orgulho, mas cheia da sabedoria e amor de Deus, Abigail revelou o vigor de sua devoção à família. Qualquer que fosse a índole de seu marido, ele ainda era seu marido, e ela deixou claro ao indignado capitão que a conduta indelicada de seu marido não foi, de maneira alguma, premeditada contra ele como afronta pessoal. Signs of the Times, 26 de outubro de 1888.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986– Pág. 324

A reconciliação Gênesis 33

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 33 ( leia em sua Bíblia)
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

A reconciliação 

Não é malignidade do pecado que leva-nos ao arrependimento; é bondade, tolerância e paciência de Deus que nos atraem ao arrependimento (Romanos 2:4). Contudo, tal bondade pode ser rejeitada e, o arrependimento, ignorado (Mateus 19:16-22).

A graça divina é bênção imerecida que resulta de bondade imensurável. Jacó respondeu positivamente à bondade de Deus, e você?

Com atenção, observe com espírito de oração ao capítulo de hoje. Destaca-se quatro bênçãos oriundas da bondade de Deus:

1. A bênção da reconciliação: Apenas pela graça de Deus houve reconciliação entre Jacó e Esaú. A reconciliação entre irmãos é uma bênção oriunda da ação direta de Deus. O que seria se Deus não inventasse o perdão? Nunca haveria reconciliação! (vs. 1-4).

2. A bênção da proliferação: Antes de serem frutos da intimidade amorosa entre marido e mulher, filhos são frutos “que Deus bondosamente” concede aos humanos. Num mundo de pecado e desgraça gerar vidas/filhos é resultado da graça/bondade de Deus! (vs. 5-7).

3. A bênção da prosperidade: Jacó demonstrou que sua comitiva não vinha reclamar herança, nem arrancar o que Esaú possuía; ao contrário, ofereceu-lhe muitos presentes e agiu como servo humilde. Explicou-lhe sobre aqueles presentes: Era “para achar graça aos olhos de meu senhor” (vs. 8-15).

4. A bênção do livre-arbítrio: Após Deus dar prosperidade, família e reconciliação, Jacó decidiu fazer um altar de adoração a Deus. Não houve coerção divina, houve decisão positiva humana em resposta às bênçãos/bondade de Deus. Isto chama-se livre-arbítrio (vs. 16-20).

A bondade de Deus opera para salvar o pecador. Deus espera o arrependimento, mas nunca o conquista a ferro e fogo, à força. Deus não coage ninguém, Ele age com amor esperando nossa decisão sincera.

Deus age no indiferente, no incrédulo, no polígamo, no imoral, no forte, no fraco, no rico, no pobre, no homem, na mulher, no fraudulento, no covarde, no vingador, enfim, em todo pecador. Jesus é nosso único Salvador, Ele oferece Seu amor e espera ansiosamente pela nossa devoção a Ele; a qual resulta em adoração total, de todo o coração...

Por meio de Jacó Deus estava preparando uma nação para revelar Sua bênção ao mundo inteiro. Jesus é fruto desta ação de Deus para alcançar você com a maior manifestação de Sua bondade!

“Reaviva-nos, Senhor!”/Heber Toth Armí/

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Gideão – Valoroso e Cortês

Refletindo a Cristo - 13 de novembro

Gideão – Valoroso e Cortês

Deus entregou na vossas mãos os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que pude eu fazer comparável com o que fizestes? Então, com falar-lhes esta palavra, abrandou-se-lhes a ira para com ele. Juízes 8:3.

Gideão voltou da perseguição aos inimigos da nação para encontrar censura e acusação por parte de seus próprios compatriotas. Quando ao seu chamado os homens de Israel foram arregimentados contra os midianitas, a tribo de Efraim ficara atrás. Consideravam aquele esforço como uma ação perigosa; e, como Gideão não lhes fizesse uma convocação especial, aproveitaram-se desta desculpa para não se unirem a seus irmãos. Mas, quando a notícia da vitória de Israel chegou a eles, os efraimitas ficaram com ciúmes, porque não haviam participado da mesma. Depois da derrota dos midianitas, os homens de Efraim haviam por determinação de Gideão se apoderado dos vaus do Jordão, impedindo assim a escapada dos fugitivos. Por este meio grande número de inimigos foram mortos, entre os quais estavam dois príncipes, Orebe e Zeebe. Assim, os homens de Efraim acompanharam o combate e auxiliaram na completa vitória. Não obstante, ficaram com inveja e irados, como se Gideão fora levado pela sua própria vontade e juízo. Não discerniram a mão de Deus na vitória de Israel, não apreciaram Seu poder e misericórdia no livramento deles. …

Voltando com os troféus da vitória, raivosamente censuraram a Gideão: “Que é isto que nos fizeste, que não nos chamaste, quando foste pelejar contra os midianitas?”

“Que mais fiz eu, agora, do que vós?” disse Gideão. “Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores do que a vindima de Abiezer? Deus entregou nas vossas mãos os príncipes dos midianitas, Orebe e Zeebe; que pude eu fazer comparável com o que fizestes?”

O espírito de inveja poderia facilmente ter provocado uma contenda que haveria causado lutas e morticínio; mas a resposta modesta de Gideão abrandou a ira dos homens de Efraim, e eles voltaram em paz para casa. Firme e intransigente onde havia uma questão de princípios, e na guerra “varão valoroso”, Gideão possuía também um espírito de cortesia que raramente se vê.

O povo de Israel, em gratidão pelo seu livramento dos midianitas, propôs a Gideão que ele se tornasse seu rei, e que o trono se confirmasse aos seus descendentes. Essa proposta estava em direta violação dos princípios da teocracia. Deus era o rei de Israel, e para este a colocação de um homem no trono seria a rejeição de seu Soberano divino. Gideão reconheceu este fato; sua resposta mostra quão verdadeiros e nobres eram os seus intuitos. “Sobre vós eu não dominarei”, declarou ele, “nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o Senhor sobre vós dominará” (Juízes 8:23). Patriarcas e Profetas, págs. 554 e 555.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo– Pág. 323

Libertação- Gênesis 32

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 32 ( leia em sua Bíblia)
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí
Libertação

Um inimigo terrível é um passado tenebroso, o que resulta num presente assombroso. Problemas não resolvidos, fuga da realidade, culpas, etc. esmagam a paz, solapam a alma e crucificam a felicidade.

Libertação é possível mediante orientações psicológicas e espirituais do Deus que conhece a complexidade humana. Ele é Médico dos médicos. Ele sabe...

• ...curar até os maiores complexos humanos,

• ...restaurar destruídos pelas aflições oriundas do pecado,

• ...libertar dos traumas causados por nossas escolhas infelizes.

Somos tão problemáticos que, quando Deus vem em nossa direção trazendo solução, atacamo-lO. Observe:

1. Deus havia pedido que Jacó retornasse ao local onde seus problemas começaram: Seu lar – principalmente com seu irmão gêmeo. Traumas constrangeram-no a fugir de seu sogro. Porém, Deus ajudou-lhe a resolver os problemas com o sogro (capítulo 31).

2. O assombroso passado incomodou tanto Jacó que ele esperou a morte, ao ir ter com seu irmão, embora Deus Se mostrasse no controle (32:1-21).

3. O pior estava por vir. Medo, angústia, remorso, aflição, traumas, insegurança, dúvidas, etc., fizeram de Jacó uma pessoa cheia de complexos; por conseguinte, seu passado tenebroso levou-o a atacar ao único que poderia resolver seus problemas. Ele lutou a noite toda com Deus (vs. 22-55).

“Como a maioria de nós, Jacó era uma pessoa complexa. Tinha algo da fé profunda de seu avô e algo da lealdade de seu pai. Ao mesmo tempo possuía algo do ciúme de sua avó e a sagacidade e falta de escrúpulos de sua mãe”, observou Arthur J. Ferch. E, então, analisou:

“Contudo, não podemos responsabilizar os genes, os cromossomos e o ambiente pelo que somos. Mais importante é o reconhecimento de que somos produto de nossas escolhas”. Escolhas erradas não produzem resultados positivos!

Em meio a tantos complexos e aspectos negativos, algumas atitudes podem ser nosso ponto da virada. Como Jacó, devemos...

• Realizar tudo o que está ao nosso alcance, e então recorrer a Deus em oração, colocar tudo em Suas poderosas mãos (vs. 9-12);

• Reconhecer nossa fragilidade, então suplicar bênçãos, misericórdia e graça de Deus (vs. 25-26);

• Render-se ao encontrar-se com Deus a ponto de permitir que mude em nós o que Ele quiser (vs. 27-32).

Mudança de nome significa mudança de caráter! Estar na presença de Deus faz toda a diferença! – Heber Toth Armí

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Deus no controle-Gênesis 31

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 31 ( leia em sua Bíblia)
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí
Deus no controle

Ambição, inveja, egoísmo, interesse próprio, tirar vantagem fazem parte do coração natural que ilude, manipula e engana. Ganância, rivalidade e maldade caracterizam o coração daqueles que estão chafurdando no pecado, ignorando o perdão divino e desprezando o plano de salvação.

1. Labão explora seu genro Jacó, o qual é motivado a fugir da casa do sogro com tudo o que tem (vs. 1-21);

2. Labão persegue a Jacó até encontrá-lo, mas nada impede os propósitos de Deus de se cumprirem (vs. 22-55).

Jacó vê a si mesmo em seu sogro. Olhar para o sogro era o mesmo que olhar-se no espelho. Quando olhava ao sogro, ele via “alguém tão desejoso de enganar, tão desejoso de atingir os próprios objetivos, tão desejoso de fazer negócios quanto ele próprio” observa o teólogo Paul R. House.

As pessoas enfrentam dificuldades quando convivem com alguém que tem os mesmos defeitos. Há intolerância quando percebe-se nos outros os próprios defeitos. Contudo, Deus usa isso como espelho para levar-nos a reconhecer e abominar nossos erros, embora custe entender isso.

Contudo, Deus estava no controle, mexendo os pauzinhos a fim de revelar seu plano de salvação à família de Jacó e ao mundo. Deus cumpre o que prometeu a Abraão, mas Jacó deveria voltar à terra de seus pais (vs. 2-5). Deus está com Seus filhos ainda que estes não O buscam.

Após 20 anos com Labão, após ser enganado no casamento e ter trabalhado o dobro pela esposa Raquel, após ter o salário alterado 10 vezes para pior, Jacó fugiu cheio de mágoa. Deus providenciou forma de resolver as diferenças com o sogro. Jacó partiu com os problemas resolvidos (vs. 33-49) – Deus é perito em resolver problemas, confie nEle!

Graça é bênção imerecida. Deus opera em pessoas que merecem punição, mas oferece bênçãos. Aquele que precisa de salvação precisa experimentar, primeiramente, as bênçãos de Deus, a fim de aceitar o plano da salvação que visa libertar da condenação.

• Assim como Deus agiu na família de Jacó, está atuando em nossa família – a demora é devido a nossa teimosia.

• Deus usa vários métodos a fim de mostrar-nos quão mal somos; um deles é colocar-nos diante de pessoas com nossos defeitos.

• Deus nos cuida, independentemente de nossas falhas.

Arrependamo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

Gideão Leva Seus Trezentos à Vitória

Refletindo a Cristo

Gideão Leva Seus Trezentos à Vitória - 12 de novembro

Então, se virou o Senhor para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei Eu? Juí. 6:14.

Gideão era filho de Joás, da tribo de Manassés. A divisão a que esta família pertencia não mantinha posição de destaque, mas a casa de Joás distinguia-se pela coragem e integridade. … A Gideão veio o chamado divino para libertar seu povo. …

Subitamente o “anjo do Senhor” apareceu, e a ele se dirigiu com estas palavras: “O Senhor é contigo, varão valoroso.”

“Ai, Senhor meu”, foi a resposta, “se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? …

O mensageiro do Céu replicou: “Vai nesta tua força, e livrarás Israel da mão dos midianitas; porventura não te enviei Eu?”…

A força total sob o comando de Gideão contava apenas trinta e dois mil homens; mas, com o vasto exército dos inimigos estendendo-se diante dele, veio-lhe a palavra do Senhor: “Muito é o povo que está contigo, para Eu dar os midianitas em sua mão; a fim de que Israel se não glorie contra Mim, dizendo: A minha mão me livrou. Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for covarde e medroso, que volte e vá-se apressadamente das montanhas de Gileade.” Juí. 7:2 e 3. …

Gideão obedeceu à determinação do Senhor, e com coração pesaroso viu vinte e dois mil, ou mais de dois terços de sua força total, partirem para casa. De novo veio a ele a palavra do Senhor: “Ainda muito povo há; faze-os descer às águas, e ali tos provarei.” Juí. 7:4. … Alguns apressadamente tomaram um pouco de água na mão e a beberam enquanto andavam; mas quase todos se curvaram sobre os joelhos e comodamente beberam da superfície da corrente. Os que tomaram água com as mãos foram apenas trezentos dentre os dez mil; todavia estes foram escolhidos; a todo o resto foi permitido voltar para casa.

O caráter muitas vezes é provado pelo meio mais simples. … Os trezentos homens escolhidos não somente possuíam coragem e domínio próprio, mas eram homens de fé. … Deus os poderia dirigir. …

Tarde da noite, a um sinal da corneta de guerra de Gideão, as três companhias soaram suas trombetas; então, quebrando os cântaros, e ostentando os fachos luzentes, precipitaram-se sobre o inimigo com o terrível grito de guerra: “Espada do Senhor, e de Gideão.” Juí. 7:20. …

Pereceram nada menos de cento e vinte mil dos invasores. … Palavra alguma pode descrever o terror das nações circunvizinhas, quando souberam quão simples meio prevalecera contra o poder de um povo ousado e guerreiro. Patriarcas e Profetas, págs. 546-553.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 322 –

domingo, 11 de novembro de 2018

Os sentimentos negativos-Gênesis 30)

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 30 ( leia em sua Bíblia)

📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

Os sentimentos negativos

Você já teve inveja? Alguém já teve inveja de você? Você sabe como e quando a inveja está em ação? Você sabia que quando a inveja se manifesta seu objetivo é prejudicar/humilhar/arruinar/desprezar o próximo?

“Ciúme é querer manter o que se tem; cobiça é querer o que não se tem; inveja é não querer que o outro tenha” disse Zuenir Ventura.

É difícil perceber a inveja. Entretanto, quando um sentimento destrutivo pretende desprezar ou tirar o que outras pessoas têm conseguido evidencia a influência da inveja. O invejoso não foca alvos, foca pessoas.

• Raquel teve inveja de sua irmã Lia e suas ações foram movidas por esse sentimento – os resultados não foram nobres (vs. 1-24);

• Mesmo em um ambiente de inveja, Deus abençoa e age na vida das pessoas a fim de alcançá-las (vs. 25-43).

Não existe inveja santa, boa, positiva e desprovida de perversidade. Embora este capítulo fale dos filhos de Jacó, observe esses detalhes:

1. Jacó teve filhos com Bila (vs. 1-8);

2. Jacó teve filhos com Zilpa (vs. 9-13);

3. Jacó teve mais outros filhos com Lia (vs. 14-21), pois já tivera quatro antes (29:31-35);

4. Jacó teve um filho com Raquel (vs. 22-24).

Jacó teve filhos com quatro mulheres. Grande parte disso é responsabilidade da inveja. A prosperidade de Jacó nas fazendas de Labão (v. 43) causará inveja alterando várias vezes o salário a fim de prejudicá-lo (assunto que estudaremos amanhã).

Deus nunca aprovou casamentos polígamos. O registro na Bíblia desse tipo de casamento visa revelar que a felicidade e a paz podem ficar longe dessa família, o que Deus não planejou. Ainda que a cultura aceite que um homem tenha mais que uma mulher, a tensão será evidente em cada situação nesta casa como se nota no caso das mandrágoras (vs. 14-16).

Os sentimentos negativos interferem nas atitudes e podem mudar o rumo da história de uma família. Elimine-os!

Como? “Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, transforma a vida. Os pensamentos pecaminosos são afastados, renunciadas as más ações; amor, humildade e paz tomam o lugar da ira, da inveja e da contenda. A alegria substitui a tristeza e o semblante reflete a luz do Céu” (EGW, DTN, p. 173).

Que Deus te ilumine! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

O Apoio de Débora a Baraque

Refletindo a Cristo

O Apoio de Débora a Baraque - 11 de novembro

Ficaram desertas as aldeias em Israel, repousaram, até que eu, Débora, me levantei, levantei-me por mãe em Israel. Escolheram-se deuses novos; então, a guerra estava às portas; não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel. Juízes 5:7 e 8.

Durante vinte anos os israelitas sofreram sob o jugo do opressor; então eles se voltaram de sua idolatria, e em humildade e arrependimento clamaram ao Senhor por livramento. E não clamaram em vão. Habitava em Israel uma mulher, famosa por sua religiosidade, e por meio dela o Senhor escolheu livrar o Seu povo. Seu nome era Débora. Era conhecida como profetisa, e na ausência dos costumeiros juízes, o povo se dirigia a ela em busca de conselho e justiça.

O Senhor comunicou a Débora o Seu propósito de destruir os inimigos de Israel, e mandou-a chamar um homem por nome Baraque… e dar-lhe a conhecer as instruções que recebera. Ela, por conseguinte, mandou chamar a Baraque, e instruiu-o a reunir dez mil homens das tribos de Naftali e Zebulom, a fim de guerrear contra o exército do rei Jabim.

Baraque sabia que os hebreus estavam dispersos, desalentados e desarmados, e conhecia a força e destreza de seus inimigos. Embora tivesse sido escolhido pelo próprio Deus para libertar a Israel, e recebido a garantia de que Deus estaria com ele e subjugaria os seus inimigos, era tímido e receoso. Ele aceitou a mensagem de Débora como sendo a palavra de Deus, mas tinha pouca confiança em Israel, e temia que eles não obedecessem à sua convocação. E recusou envolver-se nesse empreendimento duvidoso a menos que Débora o acompanhasse e apoiasse seus esforços através de sua influência e conselho. …

Baraque convocou então um exército de dez mil homens, e subiu ao Monte Tabor, como o Senhor havia ordenado. Sísera imediatamente reuniu uma força imensa e bem equipada, esperando cercar os hebreus e deles fazer presa fácil. Os israelitas… olhavam com terror sobre o vasto exército espalhado na planície abaixo deles, equipados com todos os petrechos de guerra. … Grandes facas em forma de foice foram fixadas nos eixos, de modo que os carros de guerra, ao serem conduzidos contra as fileiras do inimigo, haveriam de cortá-los como trigo.

Os israelitas se haviam estabelecido num local fortificado nas montanhas, a fim de aguardar uma oportunidade favorável para atacar. Animado pela certeza dada por Débora de que havia chegado o dia de assinalada vitória, Baraque conduziu seu exército pela planície aberta, e ousadamente investiu contra o inimigo. O Senhor dos Exércitos guerreou por Israel, e nem a destreza bélica nem a superioridade de homens e equipamento pôde resistir-lhes. Os exércitos de Sísera foram tomados de pânico. … Só Deus poderia ter desbaratado o inimigo, e a vitória podia ser unicamente atribuída a Ele. Signs of the Times, 16 de junho de 1881.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 321

sábado, 10 de novembro de 2018

Pequenos e grandes erros-Gênesis 29

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 29 ( leia em sua Bíblia) 
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

Pequenos e grandes erros

O pecado arruinou tudo na vida humana. A família é massacrada por esse mal que muitos querem bem. Pequenos e grandes erros, sugestões e decisões egoístas, medo e precipitações instintivas na família de Isaque devem fazer-nos refletir:

• Isaque chegou ao fim da vida solitário, envergonhado – embora fosse rico e um grande empreendedor –, devido a ter descuidado seu papel de marido e pai;

• Rebeca ficou sem seu filho preferido (nunca mais viu Jacó), enganou seu marido, e teve apenas o desprezo de Esaú;

• Esaú foi iludido pela vingança, objetivando vingar-se dos pais arranjou uma terceira esposa e alimentou o ódio mortal por seu irmãozinho espertinho;

• Jacó ficou sem seu lar, sua cama, seus pais, sem o amor do seu irmão, sem paz... enfim, sem nada...

Como a história de Jacó continuou após o Deus da graça tê-lo alcançado na desgraça? Veja este esboço de Victor P. Hamilton:

1. Jacó chega a Harã (vs. 1-8);

2. Jacó conhece a Raquel e Labão (vs. 9-14);

3. Jacó serve durante sete anos por Raquel (vs. 15-20);

4. Jacó é enganado por Labão (vs. 21-30);

5. Jacó tem quatro filhos com Lea (vs. 31-35).

Deus age, mas as consequências continuam. Enganadores plantam enganos, mais cedo ou mais tarde também serão enganados. Assim como quem planta ventos colhe tempestade, quem semeia pecado colhe seus terríveis resultados.

Rebeca ensinou seu filho ser enganador, o qual aprendeu. Mas não imaginou que seu tio Labão, irmão de sua mãe era perito nesse assunto mais que sua mãe. Se o pecado não for erradicado da família ele fará estrego nos relacionamentos familiares.

Não adianta ter boas intenções (v. 15); se não cuidar, o mal se aflora desde malandragem a sabotagem (vs. 23-25). Contudo, ainda que não seja fácil, Deus opera para restaurar o mal que se prolifera (vs. 31-35). O que custa-nos entender!

Se Isaque tivesse buscado a Deus como quando Rebeca era estéril, sua família seria moldada pela graça divina assim como 20 anos de oração resultou no fim da esterilidade. Contudo, seu relaxo espiritual após a resposta de sua oração causou negligência espiritual em toda sua família. Não há referência à oração na vida de nenhum de seus filhos...

Será que não vivemos a mesma situação em nossa família? Heber Toth Armí
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

A Liderança de Moisés Inspirava Confiança

Refletindo a Cristo

A Liderança de Moisés Inspirava Confiança - 10 de novembro

Ogue, rei de Basã, nos saiu ao encontro, ele e todo o seu povo, à peleja em Edrei. Então, o Senhor me disse: Não temas, porque a ele, e todo o seu povo, e sua terra dei na tua mão… e ferimo-lo, até que lhe não ficou nenhum sobrevivente. II Deut. 3:1-3.

Diante deles [Israel] se achava o poderoso e populoso reino de Basã, cheio de grandes cidades de pedra que até hoje provocam a admiração do mundo. … As casas eram construídas de enormes pedras negras, de tamanho tão formidável que tornava os edifícios absolutamente inexpugnáveis a qualquer força que naqueles tempos pudesse ser levada contra eles. Era um território repleto de cavernas desertas, fundos precipícios, abismos hiantes e fortalezas rochosas. Os habitantes desta terra, descendentes de uma raça de gigantes, eram de estatura e força maravilhosas, e tão notados pela violência e crueldade que eram o terror de todas as nações circunvizinhas; e isto ao mesmo tempo em que Ogue, rei do país, era notável pela estatura e proezas, mesmo em uma nação de gigantes.

Mas a coluna de nuvem moveu-se para a frente, e guiando-se por elas as hostes hebréias avançavam para Edrei, onde o rei gigante, com suas forças, esperava a sua aproximação. Ogue havia habilmente escolhido o local para a batalha. A cidade de Edrei estava situada à margem de um tabuleiro que se erguia abruptamente da planície, e coberto de rochas vulcânicas pontiagudas. A ela só se podia chegar por veredas estreitas. …

Quando os hebreus olharam para a figura excelsa daquele gigante de gigantes, sobressaindo por sobre os soldados de seu exército; ao verem as hostes que o rodeavam, e a fortaleza aparentemente inexpugnável, atrás da qual milhares invisíveis estavam entrincheirados, o coração de muitos em Israel estremeceu de temor. Moisés, porém, estava calmo e firme; o Senhor dissera com relação ao rei de Basã: “Não o temas, porque a ele, e todo o seu povo, e sua terra dei na tua mão; e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.” Deut. 3:2.

A fé calma de seu líder inspirava ao povo confiança em Deus. Em tudo contavam com Seu onipotente braço, e Ele os não desamparou. Nem poderosos gigantes, nem cidades muradas, exércitos armados, nem pétreas fortalezas, poderiam subsistir perante o Capitão das hostes do Senhor. O Senhor guiou o exército; o Senhor desbaratou o inimigo; o Senhor venceu em prol de Israel. O rei gigante e seu exército foram destruídos; e os israelitas logo tomaram posse de todo o país. …

Os exércitos de Basã haviam-se rendido diante do misterioso poder envolto na coluna de nuvem. Patriarcas e Profetas, págs. 435, 436 e 438.

As dificuldades que parecem tão enormes, que vos enchem de terror a alma, se desvanecerão ao avançardes no caminho da obediência, confiando humildemente em Deus. Patriarcas e Profetas, pág. 437.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo– Pág. 320 –

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Somente a graça de Deus-Gênesis 28

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 28 ( leia em sua Bíblia)

📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

Somente a graça de Deus

Por mais errado que você esteja, Deus entra em cena para fazer o bem. Quando você está na pior, Deus faz algo muito melhor do que você imagina, muito menos merece: Isso se chama graça em meio à desgraça!

Já estava claro para Jacó que a melhor e mais bem elaborada estratégia humana resulta em tremendos fracassos até mesmo àqueles que são abençoados. Portanto, Deus nunca deve ser desconsiderado, ainda que tudo pareça que dará certo. Sem Deus, qualquer tentativa pode ser frustrante.

Sem perdão, sentindo as fisgadas da culpa na alma, acorrentado pelo pecado, com a vida desgraçada, com o futuro destruído e sem buscar orientação de Deus, Jacó saiu a pé, sozinho, fugindo, correndo risco, sem paz... até não dar mais; à noite adormeceu exausto (vs. 1-5, 10-11).

O ser humano sem Deus age pior que animais. O instinto humano chega a produzir desejos que levam a cometer erros terríveis a si mesmo quando se vinga dos outros. Assim que Jacó fugiu de casa, Esaú vingou-se de sua família tomando uma mulher má aos olhos de seu pai, além das duas que ela já tinha (vs. 6-9).

Pequenos erros nas atitudes dos pais levam a grandes e terríveis problemas na vida familiar.

Somente a graça de Deus para concertar toda a desgraça que o pecador faz (vs. 12-22). “Somente a graça divina iniciou o encontro entre Deus e Jacó. Ainda que o vagabundo não merecesse a visão de Deus, ele desesperadamente precisava dela [...]. O ponto surpreendente em todo o episódio consiste no fato de que Deus realmente apareceu ao traidor errabundo” (Arthur J. Ferch).

Dois gêmeos pecadores. Ambos, autores de pecados medonhos. Então, por que parece que a graça de Deus manifesta-se mais claramente a um do que ao outro?

Um erra com a intensão de acertar; o outro, com a intensão de rebelar-se. Ambos estão totalmente errados; entretanto, um almeja a Deus e, o outro, não. A primogenitura foi desprezada por Esaú e almejada por Jacó. Primogenitura era parte da cultura espiritual da época.

Deus desce para orientar aquele que padece. Ele liga o Céu a Terra para restaurar o desesperado. Deus é a única solução aos problemas que criamos. Anjos auxiliam-nos quando, errados, almejamos o sagrado!

Reavivamo-nos! – Heber Toth Armí
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

A Influência de Joquebede

Refletindo a Cristo

A Influência de Joquebede-9 de novembro

Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado. Heb. 11:24 e 25.

Mais jovem que José ou Daniel era Moisés quando foi removido do protetor cuidado do lar de sua infância; não obstante, as mesmas influências que haviam moldado a vida daqueles, tinham já modelado a sua. Apenas doze anos passara ele com os parentes hebreus; mas durante estes anos lançou-se o fundamento de sua grandeza; lançara-o a mão de alguém que não deixou nome memorável.

Joquebede era mulher e escrava. Sua porção na vida era humilde e seus encargos pesados. Mas, com exceção de Maria de Nazaré, por intermédio de nenhuma outra mulher recebeu o mundo maior bênção. Sabendo que seu filho logo deveria sair de sob seus cuidados, para passar aos daqueles que não conheciam a Deus, da maneira mais fervorosa se esforçou ela por unir a sua alma ao Céu. Procurou implantar em seu coração amor e lealdade para com Deus. E fielmente cumpriu esse trabalho. Aqueles princípios da verdade que eram a preocupação do ensino de sua mãe e a lição de sua vida, nenhuma influência posterior poderia induzir Moisés a renunciar.

Do humilde lar em Gósen, o filho de Joquebede passou ao palácio dos Faraós, à princesa egípcia, e por meio desta veio a ser bem-recebido como filho amado e acariciado. Nas escolas do Egito, Moisés recebeu o mais alto preparo civil e militar. De grande atração pessoal, distinto na aparência e estatura, de espírito culto e porte principesco, e de fama como chefe militar, tornou-se o orgulho da nação. O rei do Egito também era membro do sacerdócio; e Moisés, apesar de se recusar a participar do culto pagão, era iniciado em todos os mistérios da religião egípcia. Sendo ainda nessa época o Egito a mais poderosa e mais altamente civilizada das nações, Moisés como seu provável soberano era herdeiro das mais altas honras que este mundo podia conferir. Sua escolha, porém, foi mais nobre. Por amor da honra a Deus e livramento de Seu povo oprimido, Moisés sacrificou as honras do Egito. Então, de maneira especial, Deus empreendeu sua educação. …

Tinha ainda de aprender a lição de confiança no poder divino. …

Nos desertos de Midiã, Moisés passou quarenta anos como pastor de ovelhas. … No cuidado das ovelhas e dos tenros cordeiros deveria obter a experiência que faria dele fiel e longânimo pastor para Israel. …

Na solene majestade da solidão das montanhas, Moisés estava a sós com Deus. … Ali a sua presunção foi afugentada. …

A grandeza do Egito jaz no pó. … Mas a obra de Moisés jamais poderá perecer. Os grandes princípios de justiça para estabelecer os quais ele viveu, são eternos. Educação, págs. 61-63 e 69.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 319

Receba em seu e-mail nossas mensagens

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AddThis