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domingo, 17 de fevereiro de 2019

Uma Presença Terna e Misteriosa

A Fé Pela Qual Eu Vivo
17 de fevereiro

Uma Presença Terna e Misteriosa


O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito. João 3:8.

A grandeza de Deus é-nos incompreensível. “O trono do Senhor está nos Céus” (Salmos 11:4); não obstante, pelo Seu Espírito Santo, está Ele presente em toda parte. Tem conhecimento íntimo de todas as obras de Suas mãos e interesse pessoal em todas elas. …

Foi o Criador de todas as coisas … que criou a o ser humano, com sua capacidade para saber e amar. E Ele não é por natureza de molde a deixar não satisfeitos os anelos do coração. Nenhum princípio intangível, nenhuma essência impessoal ou simples abstração poderia satisfazer às necessidades e anelos dos seres humanos nesta vida de lutas com o pecado, tristeza e dor. Não basta crermos na lei e na força, em coisas que não têm piedade ou nunca ouvem o brado por auxílio. Precisamos saber acerca de um braço Todo-poderoso que nos manterá, e de um Amigo infinito que tem piedade de nós. Necessitamos agarrar-nos a uma mão aquecida pelo amor, confiar em um coração cheio de ternura. E efetivamente assim Deus Se revelou em Sua Palavra. Educação, págs. 132 e 133.

As coisas espirituais discernem-se espiritualmente. … Os sábios segundo o mundo têm procurado explicar, baseados em princípios científicos, a influência do Espírito de Deus sobre o coração. O mínimo passo nessa direção introduzirá a alma no labirinto do ceticismo. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 576, 583 e 584.

A natureza do Espírito Santo é um mistério. Os homens não a podem explicar, porque o Senhor não lho revelou. Com fantasiosos pontos de vista, podem-se reunir passagens da Escritura e dar-lhes um significado humano; mas a aceitação desses pontos de vista não fortalecerá a igreja. Com relação a tais mistérios – demasiado profundos para o entendimento humano – o silêncio é ouro. Atos dos Apóstolos, pág. 52.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 54

Cuidado com as murmurações- Números 11

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 11
Comentários Heber Toth Armí


Cuidado com as murmurações

Reclamar parece bom no momento, entretanto, o resultado deve conduzir-nos a rejeitar a reclamação. Reclamação oriunda da insatisfação com as bênçãos divinas é afronta a Deus, resultando em destruição.

Este capítulo será dividido com base em três termos extraídos do texto:

1. TABERÁ significa ‘incêndio’: Logo no início da viagem à Terra da Promessa, o povo, ao invés de alegrar-se, “começou a murmurar da vida difícil”; consequentemente, a ira de Deus “se ascendeu. Então, irrompeu um fogo que queimou as extremidades do acampamento”. O incêndio cessou quando procuraram a Moisés e ele intercedeu perante Deus (vs. 1-3).

2. POPULACHO eram estrangeiros entre o povo de Deus: Estes estrangeiros eram incrédulos que influenciavam os crentes infantis. Eles começaram a reclamar de falta dos prazeres do Egito quando tinham a sua disposição comida do Céu gratuita. “Moisés ouviu a queixa, todas aquelas famílias reclamando à porta das tendas, e a ira do Senhor se ascendeu”. Reclamar de Deus significa rejeitá-lo! Ele atende a reclamação para demonstrar que ela resulta em maldição (vs. 4-29).

3. QUIBROTE-HAVAATÁ significa ‘túmulos da luxúria’: Assim que Deus enviou carne de codornizes aos montes para os pidões/reclamões/insatisfeitos, “mal tendo engolido o primeiro bocado, a ira do Eterno se acendeu contra o povo. Ele os feriou com uma praga terrível. Eles chamaram o lugar Quibrote-Hataavá (Túmulo dos desejos). Ali enterraram as pessoas que queriam comer muita carne” (vs. 30-34).

“Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade” (Arthur W. Pinnk). (Leia a tese doutoral de Emilson dos Reis: “A ira de Deus: Um estudo teológico e proposta homilética”).

Aplicações: QUANDO...

• ...Deus faz o melhor pelo Seu povo e este almeja pelo pior, Deus pode atender a reclamação para que veja quão idiota é ignorar o que Ele faz.

• ...o líder espiritual é pressionado pelos insatisfeitos incrédulos que deveriam ser gratos pelas bênçãos, Deus alivia a carga e distribui suas responsabilidades.

• ...os desejos carnais estão acima da vontade divina o resultado sempre será negativo.

• ...a incredulidade domina o povo de Deus tendo a reclamação baseada nos desejos perversos, ligados à insatisfação, o fim será a sepultura.

É tempo de reavivar, não de reclamar! Sejamos agradecidos!
Heber Toth Armí


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sábado, 16 de fevereiro de 2019

O Dom de Deus

A Fé Pela Qual Eu Vivo
16 de fevereiro

O Dom de Deus


E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Atos 2:38.

Cristo prometeu o dom do Espírito Santo a Sua igreja, e a promessa nos pertence a nós, da mesma maneira que aos primeiros discípulos. O Desejado de Todas as Nações, pág. 672.

Devemos orar tão fervorosamente pela descida do Espírito Santo como os discípulos oraram no dia de Pentecoste. Se eles precisaram disso naquele tempo, nós, hoje, mais ainda. …

A medida do Espírito Santo que recebermos será proporcional à intensidade de nosso desejo, à fé exercida neste sentido e ao uso que fizermos da luz e do conhecimento que nos forem concedidos. Eventos Finais, pág. 188.

Muitos há que creem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós. Mediante o Espírito opera Deus em Seu povo “tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade” (Filipenses 2:13). Mas muitos não se submeterão a isto. Querem-se dirigir a si mesmos. É por isso que não recebem o celeste dom. Unicamente aos que esperam humildemente em Deus, que estão atentos à Sua guia e graça, é concedido o Espírito. O poder de Deus aguarda que o peçam e o recebam. Esta prometida bênção, reclamada pela fé, traz após si todas as outras bênçãos. É concedida segundo as riquezas da graça de Cristo, e Ele está pronto a suprir toda alma segundo sua capacidade para receber. O Desejado de Todas as Nações, pág. 672.

Quando o Espírito Santo habita no coração, guiará o ser humano para ver seus próprios defeitos de caráter, a se compadecer das fraquezas dos outros, a perdoar como deseja ser perdoado. Ele será compassivo, cortês, semelhante a Cristo. Comentário Bíblico Adventista, vol. 2, pág. 1150.

O Espírito Santo comunica amor, alegria, paz, resistência e consolação; é como uma fonte de água saltando para a vida eterna. A bênção é gratuita para todos. Signs of the Times, 22 de agosto de 1892.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 53

Avançando - Números 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 10
Comentários
: Heber Toth Armí

Avançando rumo a Terra prometida

Atenção! A viagem vai começar! Junte-se a nós...

Orientações para viajar:

1. As trombetas de pratas: Deus se ocupa com cada detalhe. Sem microfone, sem auto-falante, sem megafone, a orientação para criar duas trombetas no deserto daria a mensagem certa para cada situação (vs. 1-10):

• Toque das duas trombetas simultaneamente convocava a congregação para reunir-se à porta do tabernáculo;

• Toque de apenas uma trombeta convocava os príncipes para a reunião;

• Retinir das duas trombetas sinalizava o momento de sair organizadamente.

2. A ordem de marchar: O verso 11 indica o início da viagem do povo de Deus, a qual duraria 38 anos, culminando em Números 21:35. Tudo sob a regência divina.

3. O convite de Hobabe: Moisés convida seu cunhado para ir com o povo de Deus à Terra Prometida (vs. 29-32).

4. O início da viagem: A coluna de nuvem leva o povo por caminhos mais difíceis visando evitar guerras contra os filisteus, caso fossem pelo caminho mais fácil. “Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto [...]. As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanho e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White).

Imagina 2.000.000 de pessoas no deserto!

Temos muito que aprender com Deus assim como os ex-escravos do Egito em seu início de viagem. “Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao norte no deserto de Parã” (Frank Holbrook).

Aplicações:

• Seguir orientações de Deus pode não ser fácil, mas é melhor do que não segui-las;

• Fazer a vontade de Deus não é somente para os preparados, mas para os disponíveis;

• Convidar parentes/amigos para a caminhada rumo o destino estipulado por Deus ajuda a suportar os desafios do caminho.

• Nunca rebelar-se/reclamar/duvidar das sábias orientações de Deus!

Avancemos juntos! Heber Toth Armí

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Deixe Deus conduzir -Números 09

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 09
Comentários
: Heber Toth Armí

Deixe Deus conduzir

Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade... melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.

2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: A Páscoa...

• ...foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).

• ...era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).

• ...era comemoração anual instituída por Deus.

• ...foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.

• ...apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).

• ...não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).

• ...era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).

• ...não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere, antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! Heber Toth Armí
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A Terceira Pessoa da Trindade

A Fé Pela Qual Eu Vivo
15 de fevereiro

A Terceira Pessoa da Trindade


A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém! II Cor. 13:13.

Precisamos reconhecer que o Espírito Santo… é tanto uma pessoa como o próprio Deus. …

O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. Evangelismo, págs. 616 e 617.

O Espírito Santo é um agente livre, operante, independente. O Deus do Céu emprega Seu Espírito segundo Lhe apraz; e a mente humana, o humano discernimento e os métodos humanos não podem pôr limites a Sua operação, ou prescrever o conduto pelo qual Ele há de operar, como não podem dizer ao vento: “Mando-te que sopres em tal direção, e procedas de tal e tal modo.” E Recebereis Poder (Meditações Matinais, 1999), pág. 323.

Desde o princípio tem Deus atuado por Seu Espírito Santo, mediante agentes humanos, para a realização de Seu propósito em benefício da raça caída. … O mesmo poder que susteve os patriarcas, que a Calebe e Josué deu fé e coragem, e eficiência à obra da igreja apostólica, tem sustido os fiéis filhos de Deus nos séculos sucessivos. Atos dos Apóstolos, pág. 53.

O Espírito Santo era o mais alto dos dons que Ele [Jesus] podia solicitar do Pai para exaltação de Seu povo. Ia ser dado como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum proveito teria sido. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa atuação da terceira pessoa da Trindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. O Desejado de Todas as Nações, pág. 671.

O Espírito Santo é eficaz ajudador na restauração da imagem de Deus na alma humana. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, pág. 67.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 52

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

A Ressurreição de Jesus e a Nova Vida

A Fé Pela Qual Eu Vivo
14 de fevereiro

A Ressurreição de Jesus e a Nova Vida


O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância. João 10:10.

A ressurreição de Cristo era um símbolo da final ressurreição de todos quantos nEle dormem. O Desejado de Todas as Nações, pág. 804.

Aquele que dissera: “Dou a Minha vida para tornar a tomá-la” (João 10:17), saiu da tumba para a vida que nEle mesmo se encontrava. A humanidade morrera, porém não a divindade. Em Sua divindade, possuía Cristo o poder para quebrar os laços da morte. A Verdade Sobre os Anjos, pág. 209. Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer. O Desejado de Todas as Nações, pág. 787.

Ele é a fonte da vida. Unicamente Aquele que, só, possui a imortalidade, que habita na luz e na vida, podia dizer: “Tenho poder para a dar e poder para tornar a tomá-la.” João 10:18.

A Cristo foi concedido o direito de dar imortalidade. A vida que Ele dera na humanidade, tornou a tomar e deu à humanidade. “Eu vim” diz Ele, “para que tenham vida e a tenham com abundância.” João 10:10. SDA Bible Commentary, vol. 5, págs. 1.113 e 1.114.

Cristo é a própria vida. Aquele que passou pela morte a fim de destruir o que tem o império da morte, é a Fonte de toda vitalidade. Há bálsamo em Gileade, há aí Médico. Cristo suportou morte angustiosa sob as mais humilhantes circunstâncias, para que pudéssemos viver. Depôs Sua vida preciosa a fim de vencer a morte. Mas surgiu da tumba, e as dezenas de milhares de anjos que vieram assistir o retomar Ele a vida que depusera, ouviram-Lhe as palavras de triunfante alegria quando Ele Se ergueu do fendido sepulcro de José, proclamando: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 487.

A ressurreição e ascensão de nosso Senhor é uma prova segura do triunfo final dos santos de Deus sobre a morte e a sepultura, e um penhor de que o Céu está aberto para os que lavaram as vestes do caráter e as branquearam no sangue do Cordeiro. Jesus subiu para o Pai como representante da humanidade, e Deus levará os que refletem a Sua imagem a contemplar a Sua glória e dela participar. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 433.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 51

Consagração- Números 8

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 8
Comentários
: Heber Toth Armí

Consagração

A luz da Palavra de Deus deve brilhar sobre nós antes que intentemos brilhar sobre os filhos das trevas. Antes que representemos a Deus ao mundo precisamos entregarmos-nos a Ele primeiramente.

Rituais bíblicos são essenciais para manter verdades fundamentais vivas na memória, a fim de tornar seres humanos em seres mais espirituais. Rituais são emblemas do amoroso plano divino; eles apontam para nossa salvação.

“As formas de adoração do antigo Israel são diferentes das da igreja moderna no deserto do mundo, mas sua substância é a mesma. Dedicação de bens materiais, contemplação do significado da cruz, oração, refletir a luz do Espírito Santo, que habita em nós e dedicação total ao Senhor são a mesma essência da fé bíblica” (Frank Holbrook).

1. O candelabro deveria ser de ouro com sete lâmpadas: A Bíblia é a luz que ilumina nossa vida neste mundo de trevas. Assim como as lâmpadas não ardiam sem combustível (azeite), nossa leitura da Bíblia não será eficiente sem a presença constante do Espírito Santo (vs. 1-4).

“Quando Moisés entrou no santuário, depois de 12 dias reservados à dedicação do altar no pátio, podemos entender que estava escuro dentro do Lugar Santo. Naquela conversa, o Senhor orientou que Arão devia acender as sete lâmpadas do ‘candelabro’, conhecida em hebraico como o menorá, da palavra hebraica or, luz” (Holbrook).

2. A consagração dos levitas para interceder em prol da salvação dos israelitas: Os levitas foram considerados “ofertas”. O que não implica que tivessem algum mérito que oferecer pelo preço horrendo do pecado; mas sim, que eles fariam uma obra fantástica em favor de seus irmãos, impossibilitados de fazerem por si mesmos (vs. 5-26).

“A tribo, como um todo fora oferecida a Deus como sacrifício vivo, e este, por sua vez, lhes dava como um dom esse ministério especial no santuário, em lugar dos primogênitos, a quem eles agora representavam” (Holbrook).

É muito importante...

• ...Estar vestido decentemente para representar Deus ao mundo; antes de começar a expiação/intercessão pelos israelitas os levitas se lavaram e barbearam (v. 7, 21-22).

• ...Entregar-se a Deus antes de convidar outros a se entregarem a Ele (v. 8)

• ...Passar pela consagração antes de interceder pela congregação (vs. 9-16).

• ...Possuir vigor físico na obra espiritual (vs. 23-26).

Vamos consagrar-nos?Heber Toth Armí
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Ele Morreu por nós

A Fé Pela Qual Eu Vivo
13 de fevereiro

Ele Morreu por nós


Mas Deus prova o Seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Rom. 5:8.

Há uma grande verdade central a ser conservada sempre em mente ao esquadrinharem-se as Escrituras – Cristo e Ele crucificado. Toda outra verdade é investida de influência e poder correspondentes a suas relações para com esse tema. … O coração paralisado pelo pecado só pode ser dotado de vida pela obra realizada na cruz pelo Autor de nossa salvação. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.084.

Ao inclinar Cristo a cabeça e morrer, levou consigo as colunas do reino de Satanás para a Terra. Venceu a Satanás. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.108.

Cristo submeteu-Se à crucifixão, se bem que o exército celestial O pudesse haver livrado. Os anjos sofreram com Cristo. O próprio Deus foi crucificado com Cristo; pois Cristo era um com o Pai. Os que rejeitam a Cristo, os que não querem que esse Homem reine sobre eles, preferem colocar-se sob o domínio de Satanás, fazer-lhe a obra como escravos. Todavia Cristo entregou Sua vida por eles no Calvário. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.108.

Aquele que morreu pelos pecados do mundo devia permanecer no sepulcro o tempo designado. Ficou naquela prisão de pedra como prisioneiro da justiça divina. Ele era responsável perante o Juiz do Universo. Ele era portador dos pecados do mundo, e somente Seu Pai O podia libertar. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.114.

Ele Se identificou com os nossos interesses, desnudou o peito ao golpe da morte, tomou a culpa do homem e sua pena, e ofereceu em favor dele um completo sacrifício a Deus. Em virtude dessa expiação, Ele tem poder de oferecer ao homem justiça perfeita e plena salvação. Quem quer que nEle creia como Salvador pessoal, não perecerá, mas terá a vida eterna. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 925.

Foi pago o preço da redenção do homem, e tudo quanto ele possui e é deve ser aspergido com o sangue de Cristo, dedicado a Deus; pois Lhe pertence. Signs of the Times, 1º de agosto de 1900.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 50

Ninguém deve cruzar os braços- Números 7

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 7
Comentários
Heber Toth Armí

Ninguém deve cruzar os braços

Graças a graça divina podemos encontrar esperança e paz neste deserto causticante da vida.

Não temos o privilégio de transportar as pesadas mobílias do sagrado lugar da habitação de Deus pelo desafiante deserto, mas temos privilégios e responsabilidades de noticiar ao mundo a existência e a importância do Santuário Celestial.

Há quem favorece ao avanço do reino de Deus no mundo, mas há também quem é um estorvo. Há pedras de tropeço dentro e fora da igreja. Nunca deveríamos regredir por causa destes percalços. Nunca deveríamos abandonar nosso compromisso com a igreja de Deus por causa de pessoas problemáticas.

Não é somente através do voto nazireu que alguém se doava a Deus consagrando-se inteiramente ao Seu serviço. Mediante dons, talentos e recursos entregues a Sua causa também poderia consagrar-se a Ele.

Baseado em R. Dennis Cole, temos a seguinte estrutura deste capítulo:

1. Marco histórico e introdução (vs. 1-11);

2. Descrição dos presentes das tribos (vs. 12-83);

3. Resume das ofertas presenteadas (vs. 84-88);

4. Jeová fala com Moisés no Tabernáculo (v. 89).

“Os chefes das tribos contribuíram com carros e bois para o transporte do tabernáculo. Embora as ofertas sejam identificadas por tribo, são registradas em detalhes [...] porque o Senhor dispensa atenção especial às ofertas de Seu povo e porque, para Ele, as ofertas são de caráter pessoal” (Merril F. Unger).

A reação de Deus foi impressionante diante da disposição dos príncipes ao ofertarem 28 quilos e 800 gramas em peças de prata, 1 quilo e 440 gramas em utensílios de ouro vivendo no deserto, mais os 250 animais sacrificados. Deus falou (v. 89) cumprindo o que prometera em Êxodo 25:22.

Na obra de Deus alguns ajudam diretamente, carregando muitas e pesadas responsabilidades nos ombros; outros, com pesados recursos financeiros; ninguém, porém, deve cruzar os braços e esperar ser honrado como se fosse Deus – isso pode ser a razão de muitos descartarem a religião bíblica.

Preguiça, omissão, apatia e indiferença diante da obra de Deus impede a graça de Sua presença, mas nossa demonstração real de interesse por Deus resulta em demonstração real de Seu interesse por nós.

Deus Se entrega a nós e nós nos entregamos a Ele com tudo o que temos. É disso que Ele Se alegra... Heber Toth Armí
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Sua Vida Irrepreensível

A Fé Pela Qual Eu Vivo
12 de fevereiro

Sua Vida Irrepreensível


Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo e nada tem em Mim. João 14:30.


É um irmão em nossas fraquezas, mas não em possuir idênticas paixões. Sendo sem pecado, Sua natureza recuava do mal. Jesus suportou lutas, e torturas de alma, em um mundo de pecado. Sua humanidade tornava a oração necessidade e privilégio. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 220.

Ele poderia haver pecado; poderia haver caído, mas nem por um momento houve nEle uma propensão má. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.128.

Tomando sobre Si a natureza do homem em seu estado caído, Cristo não participou sequer no mínimo de seu pecado. Estava sujeito às enfermidades e fraquezas de que o homem está rodeado. … Era tocado pelo sentimento de nossas enfermidades, e era em todos os pontos tentado como nós somos. E todavia não “conheceu pecado”. II Cor. 5:21. Ele era o “Cordeiro imaculado e incontaminado”. I Ped. 1:19. Pudesse Satanás no mínimo particular haver tentado Cristo a pecar, e haveria ferido a cabeça do Salvador. Como aconteceu, ele só pôde tocar-Lhe o calcanhar. Houvesse a cabeça de Cristo sido tocada, e a esperança da humanidade haveria perecido. A ira divina haveria vindo sobre Cristo como veio sobre Adão. Cristo e a Igreja teriam ficado sem esperança. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.131.

Nem por um pensamento pôde Cristo ser levado a ceder ao poder da tentação. … Cristo declarou de Si mesmo: “… Se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em Mim.” Review and Herald, 6 de novembro de 1887.

Jesus não permitiu que o inimigo O puxasse para o lodo da incredulidade, ou O empurrasse para o lamaçal do desânimo e do desespero. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 927.

A humanidade de Cristo estava unida à divindade, e nesta força Ele suportaria todas as tentações que Satanás trouxesse contra Ele, e manteria ainda Sua vida incontaminada pelo pecado. E esse poder para vencer, dá-lo-ia Ele a todo filho e filha de Adão que aceitasse pela fé os justos atributos de Seu caráter. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 927.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 49

Magnífica bênção espiritual - Números 6

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 6
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: Heber Toth Armí

Magnífica bênção espiritual

Quais as lições do antigo ritual do nazireado? Embora o nazireado não seja praticado hoje, este capítulo inspirado tem princípios a nos revelar. Leia até o fim para não perder a bênção final reservada a você...

Nazireu era um voto de consagração, do qual os pais poderiam dedicar seu(s) filho(s) a Deus ou, alguém poderia fazer uso do livre-arbítrio para submeter-se a tal consagração exclusiva ao serviço divino.

Abstinência quanto ao fruto da videira implicava que a intimidade com Deus é melhor que o melhor fruto da terra. Sua aparência (cabelos longos) revelaria publicamente ser um peregrino em busca de um mundo melhor, livre de qualquer contaminação (não tocar em cadáveres).

Exemplos de nazireus:
• Sansão;
• Samuel;
• João Batista.

Jesus e Paulo falaram de o cristão abster-se do casamento (celibato) objetivando dedicar-se inteira e intensamente à obra de Deus (Mateus 19:12; 1 Coríntios 7:32-33). Estes casos específicos são raros; celibato e nazireado não são regras gerais para todo religioso.

Entretanto, casada ou solteira, nova ou idosa, cada pessoa deveria consagrar-se inteiramente a Deus; biblicamente, a consagração não é opção; acompanha a conversão genuína. Portanto, querido(a) amigo(a):

“Consagre-se a Deus pela manhã; faça disso tua primeira atividade. Ore: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés coloco todos os meus planos. Usa-me hoje para Teu serviço.

Permanece comigo, e permite que toda a minha obra seja feita em Ti’. Essa é uma questão diária. Cada manhã, consagre-se a Deus para esse dia. Submeta-Lhe todos os teus planos, para saber se devem ser levados adiante, ou não, de acordo com o que a Sua providência indicar” (Ellen G. White).

O capítulo encerra com magnífica bênção espiritual. A bênção no final “trata-se de uma bela invocação tripla da providência, graça e favor do Senhor” (Merril F. Unger). Leia-a como entusiasmo a cada manhã:

“Que o Eterno abençoe e guarde vocês,

Que o Eterno sorria para vocês e presenteie vocês,

Que o Eterno olhe para vocês bem nos olhos e os faça prosperar”.

Ao receber esta bênção recebe-se o nome de Deus, a confirmação do compromisso de Deus e a Sua bênção para as atividades do dia e a jornada da vida rumo ao Céu (vs. 22-27).

Reavivemo-nos! A consagração resulta em preciosas bênçãos! Vamos consagrar-nos?

Heber Toth Armí
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

A Fé Pela Qual Eu Vivo
11 de fevereiro

O Criador Encarna


E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que Se manifestou em carne foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido acima, na glória. I Tim. 3:16.

A encarnação de Cristo é o mistério de todos os mistérios. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.082.

Cristo era um com o Pai, todavia esteve pronto a descer da exaltação de Alguém que era igual a Deus. Signs of the Times, 4 de julho de 1895.

A fim de poder realizar Seu desígnio de amor em benefício da raça caída, Ele Se tornou osso de nosso osso e carne de nossa carne. Signs of the Times, 24 de setembro de 1902.

Quão vasto o contraste entre a divindade de Cristo e a impotente criança da manjedoura de Belém! Como podemos nós medir a distância entre o poderoso Deus e a desamparada criancinha? Não obstante o Criador dos mundos, Aquele em quem habitava corporalmente a plenitude da divindade, manifestou-se no impotente nenê da manjedoura. Incomparavelmente mais elevado que qualquer dos anjos, igual ao Pai na dignidade e glória, e todavia revestido da humanidade! A divindade e a humanidade achavam-se misteriosamente combinadas, e o homem e Deus tornaram-se um. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.130.

Teria sido uma quase infinita humilhação para o Filho de Deus, revestir-Se da natureza humana mesmo quando Adão permanecia em seu estado de inocência, no Éden. Mas Jesus aceitou a humanidade quando a raça havia sido enfraquecida por quatro mil anos de pecado. Como qualquer filho de Adão, aceitou os resultados da operação da grande lei da hereditariedade. O que estes resultados foram, manifesta-se na história de Seus ancestrais terrestres. Veio com essa hereditariedade para partilhar de nossas dores e tentações, e dar-nos o exemplo de uma vida impecável. O Desejado de Todas as Nações, pág. 49.

Os que afirmam que era impossível Cristo pecar, não podem crer que Ele tomasse realmente sobre Si a natureza humana. Mas não foi Cristo realmente tentado, não somente por Satanás no deserto, mas no decorrer de toda a Sua existência, desde a infância à varonilidade? SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 929.

Nosso Salvador Se revestiu da humanidade com todas as contingências da mesma. Tomou a natureza do homem com a possibilidade de ceder à tentação. Não temos que suportar coisa nenhuma que Ele não tenha sofrido. O Desejado de Todas as Nações, pág. 117.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 48

O cuidado de Deus - Números 5

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 5
Comentários Heber Toth Armí

O cuidado de Deus


Evite perigos que o inimigo prepara tentando arruinar-te. Não faça hoje de teu coração um lixeiro espiritual para que amanhã ele não seja um depósito de lixo diabólico. Ao levantar-se, busque alimentos nobres para que tua mente não fique pobre...

Comece o dia lendo a Palavra de Deus, medite nela o dia todo. Junte-se a milhares de leitores que hoje focam seus olhos no quinto capítulo de Números; o qual pode ser assim estruturado, conforme R. Dennis Cole:

1. Isolamento dos portadores de diversas doenças (vs. 1-4);

2. Restituição pelas ofensas (vs. 5-10);

3. Caso da esposa suspeita de adultério (vs. 11-31).

Deus preza pela saúde física (vs. 1-4), pela saúde emocional/relacional (vs. 5-10) e pela saúde espiritual (vs. 11-31). Deus não quer Seu povo contaminado com doenças que o debilita na jornada desta vida, nem pecados que atrapalham na caminhada, nem desvios espirituais que tiram o foco do alvo correto.

Boa parte do texto lida com o ciúme por motivos corretos ou doentios. “O ciúme tem destruído muitos casamentos”, declarou Charles E. Wittschiebe. Portanto, seja cristão de verdade, sirva ao Senhor em toda Sua vontade.

Ciúmes podem surgir da atitude incorreta do cônjuge com alguém do sexo oposto, ou da fértil imaginação da mente doentia, imatura e insegura do cônjuge que vê o que não existe, causando sofrimento a quem diz amar. Como agir quando há suspeita e não se admite o erro?

“O texto descreve um teste que deve ser aplicado a uma esposa cujo marido está suspeitando de sua fidelidade. Deus prometeu agir através de ritos para purificar uma esposa inocente, ou para identificar aquela que é culpada. Esse rito lembra-nos de que se nós mesmos não lidarmos com os nossos pecados, da mesma maneira como a esposa culpada, iremos ‘levar nossa iniquidade’” (Lawrence O. Richards).

Enfim, notam-se as seguintes verdades teológicas:

1. Deus não é causador de problemas, Ele sempre tem a solução para nossos problemas.

2. Deus oferece solução aos problemas antes que eles surjam na vida de Seu povo.

3. Deus é atencioso, cuidadoso e dedicado ao Seu povo desejando-lhe o melhor.

4. Deus conhece nossas fraquezas e oferece-nos auxílio antes que necessitemos.

A graça divina se revela frente a cada necessidade humana! Aleluia!

“Senhor, restaura-me!” Heber Toth Armí

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

O Grande “Eu Sou”

A Fé Pela Qual Eu Vivo
10 de fevereiro
O Grande “Eu Sou”


E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós. Êxo. 3:14.

Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada. “Quem tem o Filho tem a vida.” I João 5:12. A divindade de Cristo é a certeza de vida eterna para o crente. O Desejado de Todas as Nações, pág. 530.

Toda a comunhão entre o Céu e a raça decaída tem sido por meio de Cristo. Foi o Filho de Deus que fez a nossos primeiros pais a promessa de redenção. Foi Ele que Se revelou aos patriarcas. Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e Moisés compreenderam o evangelho. …

Jesus era a luz de Seu povo – a luz do mundo – antes que viesse à Terra sob a forma humana. O primeiro raio de luz a penetrar a sombra em que o pecado envolveu o mundo, veio de Cristo. E dEle tem vindo todo raio da luz celestial que tem incidido sobre os habitantes da Terra. No plano da redenção, Cristo é o Alfa e o Ômega – o Primeiro e o Último. Patriarcas e Profetas, págs. 366 e 367.

Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: “EU SOU O QUE SOU. … Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Foi esse o penhor da libertação de Israel. Assim, quando Ele veio “semelhante aos homens”, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado “em carne”. I Tim. 3:16. O Desejado de Todas as Nações, pág. 24.

Essa inconsciente criancinha era a Semente prometida, a quem apontava o primeiro altar, construído à porta do Éden. Este era Siló, o doador de paz. … Este era Aquele que os videntes haviam há muito predito. Era o Desejado de todas as nações, a Raiz e a Geração de Davi, a Resplandecente Estrela da Manhã. O Desejado de Todas as Nações, pág. 52.

A nós nos diz: “EU SOU o Bom Pastor.” João 10:11. “EU SOU o Pão Vivo.” João 6:51. “EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida.” João 14:6. “É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra.” Mat. 28:18. EU SOU a certeza da promessa. SOU EU, não temais. “Deus conosco” é a certeza de nossa libertação do pecado, a segurança de nosso poder para obedecer à lei do Céu. O Desejado de Todas as Nações, págs. 24 e 25.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 47

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