domingo, 31 de dezembro de 2023

É PRECISO PROSSEGUIR

  MEDITAÇÃO DIÁRIA

31 de dezembro
É PRECISO PROSSEGUIR

Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Filipenses 3:14

É necessário que, de tempos em tempos, façamos uma avaliação de nossa vida. Feito isso, é preciso olhar para frente e estabelecer novos propósitos. Seguindo adiante, acompanhe as seguintes sugestões:

Realize as mudanças necessárias, especialmente naqueles pontos em que fracassou. Se você continuar a fazer o que está fazendo, obterá os mesmos resultados. Se deseja alcançar outros resultados, mude. Mude agora mesmo.

Alimente pensamentos positivos. Isso foi admiravelmente resumido do seguinte modo: “Se você pensa que pode, então pode. E se você pensa que não pode, acertou.” Quando alguém pensa que não pode, nem tenta. Quando alguém pensa que pode, empenha-se e frequentemente consegue.

Arrisque mais. Escrevendo sobre a importância de se correr riscos calculados, um escritor declarou que “há muitas maneiras de alguém se tornar um fracassado, mas a melhor é nunca se arriscar”. Outro disse: “Se você não arriscar nada, estará arriscando mais ainda.”

Faça mais do que é pedido. Surpreenda, assim, seus pais, seus professores, seus líderes…
Persevere, a despeito das circunstâncias negativas, dos obstáculos e do próprio desânimo. Seja resiliente.

Ajude outros a vencer. Em 2013, Abel Mutai, campeão olímpico nos 3 mil metros com obstáculos, liderava com folga uma prova de cross country disputada em Navarra, na Espanha, quando a 20 metros da chegada confundiu-se imaginando já ter cruzado a linha. O atleta espanhol Ivan Fernandez Anaya, que ocupava a segunda posição na prova, em vez de se aproveitar da situação, alertou o queniano a prosseguir até a chegada e obter a vitória. O gesto de grandeza ganhou repercussão internacional.

Prossiga firme, com novos propósitos e com vontade, confiante no Senhor – que é por nós –, e esteja disposto a ajudar outros a vencer. 

Isaías 38 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 38
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 38 – Este relato enfatiza a importância da oração fervorosa e da busca pela vontade divina em momentos de aflição! Este capítulo narra o momento em que o rei Ezequias adoece gravemente e recebe notícias de que sua vida está chegando ao fim. Nesse contexto, ele volta-se para Deus em oração, suplicando por misericórdia e cura. Deus, respondendo à sinceridade e fé do rei, decide prolongar seus dias, proporcionando-lhe mais 15 anos de vida.

• Ao refletir sobre este capítulo, é inevitável não considerar as profundas questões espirituais que permeiam a existência humana.
• Ao observar a resposta de Deus à súplica do moribundo, somos lembrados da importância da fé e da confiança nEle, independentemente das circunstâncias.

É importante notar que, além da cura Deus concede mais tempo de vida ao moribundo líder político de Judá, o que destaca a importância do relacionamento entre a humanidade e Deus.

• Uma forte lição deste relato é que o Deus que estabeleceu leis fundamentais que governam o Universo, indicou haver harmonia entre ciência e fé.
• Dinheiro, poder, fama, status, medicina, conhecimento e ciência têm suas limitações; somente Deus é infinito e ilimitado!

Ciência e religião em harmonia é o equilíbrio mais desafiador de conseguir – o que só é possível mediante a revelação do Criador. Isaías 38 ilustra claramente que, mesmo diante da compreensão científica que podemos adquirir, devemos ser totalmente dependentes da vontade soberana do Deus que sabe e pode todas as coisas.

Diante disso, podemos afirmar que, a fé não deve ser vista como antagônica à razão, mas como uma dimensão que enriquece nossa cosmovisão. Analisando Isaías 38 somos lembrados de que nossa existência é curta, passageira, efêmera; portanto, deve estar inteiramente sujeita à vontade divina.

• Na cura miraculosa percebe-se a interconexão entre o natural e o sobrenatural, entre o que entendemos e aquilo que ultrapassa nossa compreensão.
• Como seres finitos, nossa busca por conhecimento científico deve coexistir com a humildade diante do desconhecido e do reconhecimento da transcendência divina.

Precisamos, como Ezequias, reconhecer a graça e a misericórdia divinas em nossa vida, equilibrando nossa busca pelo conhecimento científico com a aceitação da grandeza inexplicável do Criador.

A fé não deve ser vista como oposta à razão, mas como uma dimensão que complementa nossa compreensão limitada da existência! – Heber Toth Armí.

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sábado, 30 de dezembro de 2023

É PRECISO AVALIAR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

30 de dezembro
É PRECISO AVALIAR

Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom. Gênesis 1:31

primeira folha da Bíblia nos conta como Deus criou todas as coisas. Ele poderia ter criado tudo em um piscar de olhos. Porém, com o propósito de estabelecer o tempo para nós, Ele o fez aos poucos, em períodos diários, totalizando uma semana. Ao fim de cada dia, Deus contemplava o que havia feito e fazia uma avaliação. Diz o relato: “E Deus viu que isso era bom” (Gn 1:12). Ao término da semana da criação, Ele fez uma avaliação final, que abrangia todas as Suas obras: “Deus viu tudo o que havia feito, e eis que era muito bom” (Gn 1:31).

De tempos em tempos, também precisamos efetuar uma avaliação de nossa vida pessoal, de nossas realizações e de nossa relação com Deus e com os semelhantes. Avaliar é determinar o valor de algo. A autoavaliação ajuda em nosso aperfeiçoamento. Precisamos dar valor, ou seja, valorizar o que há de bom: o que somos e o que temos.

Avaliar é olhar para o passado, e o passado deve nos ensinar preciosas lições, mesmo que ele não tenha sido tão positivo como esperávamos. Como foi dito por Archibald MacLeish, “só há uma coisa mais dolorosa que aprender com a experiência. É não aprender com a experiência”. Certa vez, Henry Ford declarou que “fracassar é a oportunidade de começar de novo, mais inteligentemente”. Qualquer fracasso deve ser encarado apenas como uma derrota temporária e não um fiasco permanente. É uma nova chance de construir novos hábitos e desenvolver atitudes positivas que nos conduzam rumo à vitória.

Na realidade, é importante lembrar que Deus pode transformar maldições em bênçãos. Ele pode até usar as coisas ruins que nos acontecem para o nosso bem. O apóstolo Paulo assegurou: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm 8:28).
Se, ao avaliar sua vida, você perceber fracassos, não desanime. Tire lições positivas do que ocorreu. Erga sua cabeça. Confie no Senhor e siga em Seus caminhos. Deus o fará triunfar.

Isaías 37 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 37
Comentário: Pr. Heber Toth Armí



ISAÍAS 37 – Se estamos do lado de Deus, quem poderá derrotar-nos? Nem mesmo uma máquina de guerra aparentemente insuperável, nem mesmo o diabo e seu exército!

Com Deus, somos invencíveis! Observe a história deste capítulo…

Cerca de 45 km de onde estava Ezequias, Senaqueribe havia conquistado Laquis. Seu exército era extremamente poderoso e habilidoso. Suas estratégias eram lógicas e racionais. Aparentemente, não aceitar a proposta de Senaqueribe seria ousadia ignorante que causaria o inevitável desastre.

“Se Deus não viesse em resgate de Judá, as ameaças do Rabsaqué se teriam cumprido literalmente. Esta era uma ocasião de profundo exame de coração e oração para Judá. A calamidade com que eles se defrontavam os levou para mais perto de Deus… Se Deus não os tivesse protegido, muitos teriam morrido, e outros teriam perdido a esperança na vida de um Messias. Então, qual teria sido o futuro do povo de Deus?” (Roy Gane).

Deus entrou em cena, Ele agiu a fim de responder aos argumentos do inimigo, para:

1. Provar que Ele não era como os demais deuses derrotados dos outros povos conquistados;

2. Revelar que as súplicas por ajuda, libertação e salvação são, graciosas e bondosamente, respondidas;

3. Mostrar que a confiança nEle faz total diferença diante das ameaças impostas pelas circunstâncias que conspiram contra nossa fé.

Aos piedosos que se humilham e ao buscar a Deus estendem perante Ele seus problemas e oram com fé em Seu poder, serão surpreendidos com a resposta divina. A graça de Deus faz por nós o que não merecemos, e muito mais do que conseguimos imaginar!

Ao enfrentar desafios que aparecem e ameaçam, considere estes pontos:

• …busque ao Senhor em oração sincera; com humildade, mas fervorosamente (v. 1);
• …consulte aos profetas de Deus, busque orientação nas Sagradas Escrituras (vs. 2-13);
• …deixe Deus tomar conta de tudo; não exija o quê fazer, ou como Ele deve agir (vs. 14-20);
• …atente para o profeta que Deus usa para te orientar, incentivar e fortalecer a confiança nEle (vs. 21-35);
• …observe atentamente o magnífico e poderoso livramento de Deus em resposta a tua entrega total (vs. 36-38).

Com apenas um anjo Deus nos surpreende ao mostrar que Ele está no controle e pode atender qualquer um de nossos clamores! Queira torná-lO conhecido aos incrédulos como desejou Ezequias! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Isaías 36 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 36
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 36 – É grande o desafio de viver confiando em Deus num mundo que desafia constantemente tal confiança. A sociedade incrédula, a filosofia anti-Deus verdadeiro e, cercados por estúpidos líderes políticos pagãos, tornam real a necessidade de uma fé concreta em Deus.

Antes de considerar alguns pontos importantes do capítulo, amplie tua visão desta nova seção:
“Os capítulos 36-39 formam um parêntese histórico ligando a primeira parte do livro (caps. 1-35), que consiste em profecias de juízos e bênçãos originárias do período assírio, à segunda parte, composta de profecias de consolo que emanam do período babilônico. O nome de Ezequias é mencionado cerca de 35 vezes nessa seção, que é, às vezes, intitulada Volume de Ezequias. Essa seção é quase idêntica ao texto de 1Rs 18.13-20-19. É provável que Isaías tenha escrito o material, que foi mais tarde incorporado à história do corte de Judá e, por último, a Reis” (Merril F. Unger).

Além de I Reis, este episódio encontra-se resumidamente em II Crônicas 32:1-31. Citado por três vezes na Bíblia este relato precisa ser considerado como extremamente relevante aos servos de Deus de todas as épocas e lugares.

Os miraculosos detalhes destas histórias “nos lembram de que não há qualquer circunstância que possamos imaginar que limite o poder de Deus para nos salvar”; além disso, deixam claro que, “ter confiança em Deus quando enfrentamos desvantagens esmagadoras não faz sentido para as pessoas” (Lawrence O. Richard).

Em 701 a.C. Senaqueribe, por meio de Rabsaqué, atacou psicológica e teologicamente ao rei Ezequias e seu povo, por motivos banais. Daqui extraímos estas lições:
• Indivíduos astutos nos atacam alegando que ninguém, nem mesmo Deus, pode nos salvar de suas mãos.
• Inimigos do povo de Deus que acham que estão sendo usados por Deus atacam aos crentes desprezando-os e ridicularizando suas forças.
• Insolentes provocadores ameaçam com argumentos racionais e lógicos, inclusive teológicos, intentando minar a fé do povo de Deus.

Argumentos insolentes, blasfêmias petulantes, interpretações equivocadas e retóricas com lógica ainda ameaçam a fé de universitários cristãos com o mesmo ímpeto de Rabsaqué.

Portanto, é necessário aprender com Ezequias que, por mais que os ataques sejam palavras que pareçam lanças afiadas, cujo objetivo é humilhar os fieis, e deixar-nos sem palavras… confiar em Deus faz total diferença! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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VOLTE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

29 de dezembro

VOLTE!

“Israel, volte para o Senhor, seu Deus, porque você caiu por causa dos seus pecados. Oseias 14:1


Após a morte de Salomão, em 931 a.C., o primeiro rei das dez tribos de Israel, Jeroboão, enveredou pelo caminho da idolatria e arrastou consigo seu povo (1Rs 12:25-33). Essa prática continuou nos muitos anos seguintes. Deus não ficou apenas observando. Ele agiu para trazer Israel de volta e fez isso mediante o dom de profecia. O último desses profetas foi Oseias. Seu ministério durou cerca de 25 anos, de 750 a 725 a.C. Além de proclamar e escrever a mensagem de Deus para Seu povo, ele a experimentou. “Quando, pela primeira vez, o Senhor falou por meio de Oseias, o Senhor lhe disse: ‘Vá e case com uma prostituta, e tenha com ela filhos de uma prostituta. Porque a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor’” (Os 1:2).

Oseias obedeceu e se casou. Com o tempo, Gômer, a esposa, afastou-se dele e se prostituiu. Apesar de tudo, ele se empenhou para salvar o casamento. Isso foi uma ilustração viva do amor de Deus para com Seu povo. Embora Israel tivesse deixado o Senhor e ido após seus amantes – os ídolos e as nações pagãs – Deus ainda estava disposto a perdoar Seu povo e a manter a aliança com ele.

O que isso nos revela? Observe que a história de Oseias é também a nossa história. “Nós somos Gômer, e Deus é Oseias. Ele nos desposou quando éramos impuros. Sabia que muitas vezes seríamos infiéis. […] Ainda assim, Ele nos amava e nos adquiriu para Si por meio da expiação efetuada por Cristo. Se a história de Oseias não pode ser real (porque ‘Deus não podia pedir que um homem se casasse com uma mulher infiel’), então a história da salvação também não é real, porque é precisamente isso que Cristo tem feito por nós” (Lição da Escola Sabatina, 30 de março de 1988).

O tema do livro de Oseias é o amor de Deus para com Seu povo, e a palavrachave é “volte”. Quatorze vezes Deus diz ao povo que O abandonou: “Volte!” Ainda hoje, Deus está chamando quem se afastou Dele, dizendo: “Volte!”

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

VOCÊ PODE ESTAR ERRADO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

28 de dezembro

VOCÊ PODE ESTAR ERRADO

Assim, temos ainda mais segura a palavra profética, e vocês fazem bem em dar atenção a ela, como a uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça no coração de vocês. 2 Pedro 1:19

Um grande navio singrava as águas do oceano. A postos, em meio a um forte nevoeiro, seu capitão distinguiu o que parecia ser a luz de outro navio que se aproximava seguindo uma rota que poderia levar a uma colisão frontal. Rapidamente, por meio de sinais convencionais de luzes que piscavam, ele enviou uma mensagem ao navio que se aproximava: “Favor mudar seu curso dez graus a ocidente.” Logo, veio a resposta através do espesso nevoeiro: “Senhor, mude seu curso dez graus a oriente.”

O capitão não gostou. Valendo-se de sua posição superior, enviou nova mensagem ao outro navio: “Sou capitão de mar com 35 anos de experiência. Mude seu curso dez graus a ocidente!” Imediatamente, o outro respondeu: “Sou um marinheiro quarta classe. O senhor mude seu curso dez graus a oriente!”

O capitão ficou muito irritado. Percebendo que estavam se aproximando um do outro muito rapidamente e que o acidente poderia ocorrer em poucos minutos, advertiu quem estava do outro lado com a mensagem: “Sou um navio cargueiro de 50 mil toneladas. Mude seu curso dez graus a ocidente!”

Veio, então, a última resposta. Uma mensagem simples, que dizia: “Eu sou um farol. O senhor mude seu curso!”

O farol fora edificado para iluminar a escuridão da noite, para servir de guia às embarcações, para evitar o perigo e o desastre e para salvar vidas. Devia ser obedecido. O capitão, por sua vez, podia ter uma elevada posição, muitos anos de experiência e comandar uma enorme embarcação, porém estava errado.

Da mesma forma, Deus concedeu à igreja o dom de profecia para iluminar nossa jornada rumo ao porto, e devemos considerá-lo uma grande bênção, atendendo às suas orientações. Se algo não está em harmonia entre nossa vida e a revelação divina mediante o dom profético, adivinhe quem deve mudar. Como o capitão dessa história, também podemos ter uma elevada posição na sociedade ou na igreja. Podemos ter muita experiência e comandar grandes projetos e, mesmo assim, estar errados. Por isso, sigamos a luz que Deus nos envia.

Isaías 35 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 35
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 35 – Há continuidade temática em Isaías 33, 34 e 35; começando com promessas de redenção e restauração aos que confiam em Deus, passando pelo juízo contra todas as nações iníquas, culmina na imagem de alegria e renovação do remanescente fiel no capítulo em questão.

Juntos, estes três capítulos formam uma narrativa que aborda diferentes aspectos do relacionamento entre Deus e Seu povo, incluindo juízo, restauração e alegria na presença divina. De certa forma, Isaías 35 complementa a mensagem geral dos capítulos anteriores; proporcionando uma visão mais completa da resposta divinas às ações humanas, que inclui não apenas juízo e restauração, mas também a promessa de alegria e renovação àqueles que buscam ao Senhor de coração.

Isaías 35 apresenta uma visão de restauração e bênção que se alinha com a mensagem de esperança em Isaías 33. Há uma clara continuidade na narrativa, mostrando que após o julgamento e a desolação previstas em Isaías 34, existe uma promessa de renovação e restauração em Isaías 35. Este capítulo inicia com uma descrição vívida da transformação que ocorrerá no Planeta Terra. Descreve o deserto florescendo, os cegos enxergando, os surdos ouvindo e os coxos/aleijados saltando como cervos. Há uma atmosfera de plena alegria e redenção.

Fica evidente, com esta sequência, que a bênção da redenção e da restauração precisa passar pelo julgamento do povo de Deus e de todo o Planeta Terra. Isso implique que, mais do que temer o juízo divino é importante preparar-se para ele; pois, através desse juízo é que vem a salvação aos pecadores que confiam na provisão do Messias proclamado por Isaías.

Sendo que o antigo Israel foi infiel “não alcançou o glorioso destino que poderia, e as promessas deste capítulo pertencem ao novo Israel”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Então, “quando os resgatados do Senhor houverem sido com segurança recolhidos na Canaã celestial – livres para sempre do cativeiro da maldição, sob o qual ‘toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora’ (Romanos 8:22) – regozijar-se-ão com indizível alegria e plenos de glória”, comenta Ellen White.

Isaías 33, 34 e 35 são ampliados em Apocalipse 19, 20 e 21. Com o processo de juízo investigativo, comprovatório, e, executivo no fim do milênio, haverá uma Nova Terra. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

PERDÃO E PODER

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

27 de dezembro

PERDÃO E PODER

Por essa razão, eu me ponho de joelhos diante do Pai [...]. Peço a Deus que, segundo a riqueza da Sua glória, conceda a vocês que sejam fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito, no íntimo de cada um. Efésios 3:14, 16


Quando sou justificado, Deus me considera como se jamais houvesse pecado. Nesse exato momento, tem início em minha vida a obra da santificação. Isso pode ser ilustrado com um ponto e uma linha. Em uma linha há um primeiro ponto, muitos outros pontos e um ponto final. Comparando, podemos dizer que a linha inteira é a santificação, e que o primeiro ponto é a justificação. Portanto, a justificação já é o início da santificação.

No mesmo instante em que Deus me justifica, junto com Seu perdão, recebo uma dose de Seu poder, a fim de viver dali em diante uma vida de obediência, diferente daquela que eu vivia. Desse modo, se eu menti, Ele me perdoa, considera como se eu não houvesse mentido e, além disso, concede-me poder para não mentir mais. Se fui desonesto, Ele me perdoa, considera como se eu tivesse sido sempre honesto e me dá Seu poder para não mais praticar a desonestidade.

Quando pecamos e vamos conversar com Deus sobre isso, Ele estende as mãos com dois presentes. Em uma das mãos está o perdão; na outra, o poder. Deus nunca dá Seu perdão sem oferecer junto Seu poder. Ocorre, frequentemente, que agarramos o perdão, mas não estendemos nossa mão para apanhar o poder, imaginando que o perdão seja suficiente. Esquecemos que um sem o outro não tem muito valor.

O texto que estamos considerando ensina que Deus o torna forte ao colocar em você Seu Espírito. Com esse poder, você vai viver dia a dia uma vida de obediência, de santidade e de pureza. Esse poder o tornará vitorioso sobre as más tendências – hereditárias ou cultivadas – sobre o mundo, o diabo e suas tentações.

Eu convido você, agora, a orar mais uma vez, a se aproximar de Deus e a agarrar Seu perdão e Seu poder.

Isaías 34 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 34
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 34 – Quando consideramos o escopo de um livro bíblico em vez de determo-nos somente num texto/capítulo, nossa compreensão dos temas espirituais se amplia.

Observe com atenção:

Isaías 33 e 34 compartilham a mesma temática de juízo divino, contudo, eles abordam aspectos diferentes desse tema. Isaías 33 dá ênfase na restauração ao remanescente fiel, enquanto Isaías 34 pinta um cenário sombrio de juízo para as nações iníquas. Isaías 33 trata da bênção que viria a Judá após um período de ameaças e perigos, Isaías 34 descreve uma visão de juízo sobre as nações ímpias do mundo, com imagem de desolação e destruição.

Além disso, Isaías 33 destaca a importância da confiança em Deus em tempos difíceis, e menciona Sua justiça e salvação; porém, Isaías 34 explora o dia da vingança do Senhor e Sua ira contra as nações que se rebelam contra Ele. Desta forma, Isaías 33 contém promessas de bênçãos e prosperidade que advêm ao povo justo; em contraste, em Isaías 34 há profecia de eventos catastróficos sobre os povos injustos.

• Em Isaías 33 menciona-se a destruição e julgamento sobre as nações inimiga de Judá, em contraste com a restauração e bênção à Sião. Pode-se dizer que Isaías 33 representa uma mistura de julgamento divino e esperança de restauração, com ênfase na justiça divina e na promessa de uma Jerusalém fortalecida e abençoada.

• Em Isaías 34, o tema do julgamento é retomado, mas de uma maneira mais ampla e global. O foco agora está na ira de Deus contra todas as nações. Ele retrata um quadro mais amplo da ira divina e do julgamento que abrange todo o Planeta Terra.

Assim, os dois capítulos se complementam ao fornecer uma visão mais abrangente do plano de Deus, começando com a resposta divina às nações inimigas do remanescente – em Isaías 33 –, expandindo para um julgamento mais amplo – em Isaías 34.

Desta forma, ambos os capítulos compartilham a ênfase na soberania divina e na resposta às ações humanas, mas cada um destaca um aspecto diferente dessa dinâmica. A sequência transmite uma mensagem abrangente sobre a justiça, a misericórdia e o juízo de Deus em relação às escolhas e ações do povo de Deus e de todas as nações! Portanto, reavivemo-nos para reagir corretamente diante dEle! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 26 de dezembro de 2023

DEUS É JUSTO?

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

26 de dezembro

DEUS É JUSTO?

Mas, agora, sem lei, a justiça de Deus se manifestou, sendo testemunhada pela Lei e pelos Profetas. É a justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos e sobre todos os que creem. Romanos 3:21, 22

A carta de Paulo aos romanos é considerada por teólogos de todas as tradições cristãs o livro mais importante da Bíblia. Seu tema é a justificação pela fé. Nos capítulos iniciais, é dito como todos – judeus e gentios – são merecedores da ira de Deus, porque todos pecaram (3:10, 23). Depois, no final do capítulo três, é demonstrado como Deus pode justificar o pecador e, ainda assim, manter a Sua justiça.

Durante os tempos do Antigo Testamento, Deus não parecia ser justo. Não porque fosse demasiado rigoroso e severo, mas exatamente pelo contrário. Ele parecia ser muito tolerante (v. 25), pelo menos com algumas pessoas. É verdade que Ele puniu os contemporâneos de Noé com o dilúvio, os sodomitas com fogo e os egípcios com as dez pragas. Mas, o que dizer do pecado de Davi, mandando matar Urias? E a multidão de pecados do rei Manassés? O texto afirma que Deus deixou impunes os pecados anteriormente cometidos (v. 25) porque mesmo aqueles que receberam alguma punição não receberam o tanto que mereciam. Porém, Deus planejou resolver isso de forma definitiva no futuro (v. 26), o que foi feito na cruz de Cristo.

Em toda a carta, o único lugar que mostra como nos livramos da ira divina é o verso 25, que aponta o que foi feito na cruz. Houve na cruz uma propiciação, ou seja, o afastamento da ira de Deus. Essa ira foi redirecionada para Cristo, que morreu em nosso lugar, como nosso substituto. Na cruz, nosso pecado foi punido. Por isso, Deus pode nos inocentar e nos justificar.

Foi na cruz que Deus expôs a Sua justiça publicamente (v. 25), e isso irradiou no tempo e no espaço. O passado foi iluminado, demonstrando que Deus foi justo no trato com os pecadores, assim como também é justo no presente e será nas eras futuras. Além disso, todo o Universo pode saber que Deus foi justo, sempre justo.

A justiça que Ele nos oferece provém da Sua graça (v. 24). Por causa do que Deus fez em Cristo, Ele pode nos justificar. Decida, neste dia, receber a Sua justiça e ser grato pela salvação que Ele lhe oferece.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/Deus-e-justo/

Isaías 33 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 33
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 33 – O tema deste capítulo é “oração por livramento”. Porém, “o tema ‘esperar no Senhor’ também ocorre nesse contexto. Está associado a um conceito bíblico fundamental: ‘o temor do SENHOR’. O temor do Senhor tem uma conotação positiva. Consiste na atenção e no respeito reverente ao Senhor, algo essencial para um relacionamento com Deus. O temor do Senhor é uma das virtudes do Messias (11:2, 3). É a atitude que Deus espera de todos os seres humanos (Ec 12:13; ver também Ap 14:7). O temor do Senhor é comparado ao valor de um tesouro (Is 33:6)”, explica a Bíblia Andrews.

Confiar em Deus é de suprema importância e uma atitude valiosa, pois...

• Em meio ao caos, a justiça divina é a âncora que firma nossa esperança, guiando-nos através das tempestades da vida.

• As muralhas do pecado desmoronam diante da luz da santidade divina, revelando a necessidade de arrependimento e transformação do coração.

• Nosso refúgio seguro está na confiança no Senhor, cuja fidelidade é a rocha inabalável em que encontramos segurança e proteção eternas.

• A graça divina restaura o coração contrito, transformando lamentos em louvores e desespero em esperança renovada.

• Na presença de Deus, a justiça encontra-se com a misericórdia, formando o alicerce da paz que transcende a compreensão humana.

• Em meio às aflições, somos chamados a buscar a face do Senhor – é na comunhão com Ele que encontramos refrigério e consolo reais.

• O Senhor é o governante que traz estabilidade e ordem, transformando caos em cosmos, e desespero em esperança viva.

• A sabedoria é a bússola que guia nossos passos trôpegos, revelando o caminho da retidão e da verdadeira realização em Deus.

• A presença divina é a luz que dissipa as trevas, iluminando nosso caminho e revelando, mediante a graça, os mistérios ocultos.

• No deserto da vida, o Senhor é a fonte que sacia nossa sede espiritual, transformando lugares áridos em jardins de abundância.

Embora Isaías 33 trate primariamente com o povo judeu do Antigo Testamento, sua mensagem continua relevante para instigar nossa confiança no Deus que é capaz de perdoar, redimir e restaurar o remanescente fiel, mesmo diante das ameaças e dificuldades. Isaías exorta-nos a buscar a justiça, a abandonar o pecado e a confiar na proteção e direção divinas.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

CRISTO SE ESVAZIOU

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

25 de dezembro

CRISTO SE ESVAZIOU

Cristo Jesus, [...] mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Pelo contrário, Ele Se esvaziou [...], tornando-Se semelhante aos seres humanos. Filipenses 2:5-7

Refletindo sobre o que Cristo fez para nos salvar, o apóstolo Paulo declara que Ele Se esvaziou, tornando-Se semelhante a nós. O que isso quer dizer? Não significa que tenha desistido da divindade. Mas, temporariamente, Cristo trocou poderes e privilégios pela posição de servo.

Um dos poderes que Cristo não utilizou nesta Terra foi a onipresença. Antes de vir a este mundo, Ele podia estar em toda parte ao mesmo tempo. Contudo, como homem, só podia estar em um lugar de cada vez, igual a nós. Se Jesus estivesse no lar de Lázaro, não poderia estar simultaneamente no barco de Pedro, no mar da Galileia nem pregando nos pátios do templo.

Outro poder do qual Cristo abriu mão foi a onisciência. Anteriormente, tinha todo o conhecimento, desde o mais remoto passado ao mais longínquo futuro. Porém, em Sua humanidade, só sabia o que o Pai Lhe revelava. Ao ser interrogado quanto à ocasião de Seu retorno a este mundo, Ele disse não saber. Sua resposta foi: “A respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24:36).

Ellen G. White relata que Ele, na infância, teve que aprender, como acontece com as crianças. “O menino Jesus não recebeu instruções nas escolas das sinagogas. Seu primeiro mestre humano foi Sua mãe. Dos lábios dela e dos escritos dos profetas, Ele aprendeu as coisas celestiais. As próprias palavras por Ele ditas a Moisés para Israel foram então ensinadas no colo de Sua mãe” (O Desejado de Todas as Nações, p. 46 [70]).

Desse modo, “ao tornar-Se substituto do homem, Cristo não manifestou Seu poder como Filho de Deus” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 235 [278]). Além disso, Seu esvaziamento foi voluntário. Ele “a Si mesmo Se esvaziou, […] a Si mesmo Se humilhou” (Fp 2:7, 8, ARA). Sim, Jesus não veio a este mundo unicamente por vontade do Pai (Jo 3:16). Veio por Sua própria escolha.
Talvez, hoje, você também deva se esvaziar, renunciar a certos direitos para que alguém seja abençoado. Pense nisso e tenha um feliz Natal! 

Isaías 32 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 32
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 32 – Uma vida, família, igreja e até nação entregue a Cristo, quando regida pelo Espírito Santo, transforma até o deserto estéril em terra fértil (um bosque); a injustiça cede lugar à justiça; e, a vida agitada, corrida e estressante converte-se em paz, quietude e tranquilidade.

Pecadores que se convertem a Cristo, o Rei justo, se tornam príncipes que representam o Messias neste mundo insípido, imoral e tomado pelas trevas do mal (vs. 1-2). Cada crente, verdadeiramente cristão, cheio do Espírito Santo, será…
1. …um esconderijo contra os vendavais da vida para os que buscarem conselhos, orientações e ouvirem de seus lábios a mensagem do evangelho.
2. …um refúgio contra as tempestades insurgentes neste mundo de injustiça, perversidade e desgraças;
3. …como um manancial àqueles que estão áridos numa terra seca de verdades, de amor, e espiritualidade viva;
4. …como a sombra de uma grande Rocha para os que sofrem no calor das investidas do diabo, das injustiças dos agentes dos demônios, e da falta de proteção em uma sociedade pautada pelo pecado.

O pecado reverte os planos divinos, destrói a criação e deturpa o caráter do ser humano criado à imagem de Deus. A natureza e a sociedade tornam-se um caos, catástrofes se tornam ameaças e os valores são invertidos. Entretanto, Deus estabeleceu um plano para julgar e condenar ao mal; e, então, restaurar tudo o que o pecado arruinou (vs. 3-14).

Para isso, Jesus, o Messias, veio para salvar aos pecadores; e, o Espírito Santo foi enviado para transformar aos transgressores. O coração de quem se entrega a Cristo e é regido pelo Espírito Santo caracteriza-se com “antes” e “depois” de ser reavivado (vs. 15-18):
• De árido passou a fértil, produz o fruto do Espírito;
• De injusto passou a justo;
• De tortuoso passou a reto;
• De incrédulo passou a ter fé;
• De impaciente/inquieto passou a ter paz/descanso.

Embora continuem num mundo perverso, os conversos que promovem o bem serão bem-aventurados até o dia em que Deus dará um basta total ao poder do mal e seus promotores (vs. 18-20).

Precisamos de mais pessoas convertidas a Cristo, cheias do Espírito Santo. Precisamos de mais crentes reavivados que façam a diferença na sociedade. Precisamos impactar o mundo com o poder celestial, sendo representantes divinos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 24 de dezembro de 2023

VIDA SOCIAL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

24 de dezembro

VIDA SOCIAL

Alegrei-me quando me disseram: “Vamos à Casa do Senhor.” Salmo 122:1


Quando este salmo foi escrito, a Casa do Senhor estava em Jerusalém. Em todo o Israel, naquela época, esse era o único lugar de adoração aceito por Deus. A alegria do salmista por estar na Casa do Senhor também incluía a satisfação de estar acompanhado por outros. Foram seus companheiros que o haviam convidado, dizendo: “Vamos à Casa do Senhor.” Fiéis de todas as cidades peregrinavam em direção ao lugar de culto (v. 4). Eram todos “irmãos e amigos” (v. 8).

Não podemos separar a vida social da religião. Devemos ser uma irmandade, uma família. A amizade é uma grande ajuda para conservar os membros da igreja firmes na fé. Todo tipo de atividade social patrocinada pela igreja pode estar diretamente relacionado à vida espiritual, na medida em que contribui para um melhor entrosamento dos membros. Pode ser um passeio, uma excursão, um piquenique, um junta-panelas, a prática de um esporte, um chá de panela, um chá de bebê, uma festa de aniversário, etc.

Todos precisamos de amizades dentro da igreja. Nossos melhores e maiores amigos deveriam ser nossos irmãos de fé. Sem dúvida, isso contribui para termos mais satisfação em ir à Casa de Deus e participar do culto. Deus quer nos usar em nossos relacionamentos. Podemos ser uma bênção para outros; e eles, uma bênção para nós. Quando há alguém que precisa de conforto e consolo, podemos, por meio de nossas palavras, levar-lhe alívio. Se não houver palavras, podemos dar um aperto de mão, um abraço, como se estivéssemos dizendo: “Eu estou com você, pode contar comigo.”

Em nossos relacionamentos, parece que gostamos de falar de nós mesmos. Contudo, deveríamos procurar ouvir mais. Alguns necessitam abrir o coração para alguém de confiança. Querem desabafar algo. Ouvindo, talvez descubramos suas dificuldades e possamos dizer uma palavra que os ilumine. Também é importante saber guardar segredo sobre qualquer confidência, se houver.
Além disso, fazer coisas juntos é um excelente meio para promover a união. Portanto, valorize os encontros sociais promovidos por sua igreja. Você poderá se surpreender com os resultados abençoados.

Isaías 31 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 31
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 31 – Querer saber mais que Deus é o cúmulo da loucura. Acreditar e confiar em qualquer pessoa ou coisa em lugar de Deus é o cúmulo do orgulho e da arrogância.

O orgulho impede as pessoas enxergarem sua real condição e necessidade de um salvador divino. O profeta Isaías, neste capítulo…

1. Reitera a tragédia que sofreria aqueles que depositassem sua confiança no Egito e não na Palavra de Deus (vs. 1-3);
2. Demonstra que, apesar do fracasso e descaso de Deus que resultaria em tragédia nacional do povo escolhido, Deus promete resgatar Seu povo (vs. 4-9);
3. Apresenta um Deus apaixonado insistindo com pessoas negligentes, indiferentes e rebeldes a voltarem a comprometer-se com Ele (vs. 6-7);
4. Mostra a esperança de salvação/restauração que toda e qualquer deformação causada pela desgraça do pecado aconteceria mediante a graça e o poder manifestados pelo Messias, o Salvador (vs. 8-9).

No tempo do fim, nenhum poder humano restará. Como todo o poder no Céu quanto na Terra fora dada a Cristo por Ele ter vencido a Satanás, aos demônios, ao pecado e à morte, quando instituir Seu reino não permitirá que outros poderes concorram com Ele (Mateus 28:18).

Adão e Eva perderam seu posto de governantes deste mundo ao cederem espaço ao diabo (Gênesis 1:26-28; Salmo 8:5-8). Satanás lutava para preservar tudo em Suas mãos, mas Cristo veio e reconquistou tudo o que o mal tinha tomado (Lucas 4:6: Atos 2:14-36).

De acordo com o evangelista Lucas, o diabo tem a seu poder muitos governos que intentam impedir que o reino de Deus seja estabelecido; entretanto, todo esforço satânico e toda guerra diabólica serão extintos pelo poder do Messias.

Porém, como Deus quer salvar; Ele, certamente, usará todo recurso para atrair até inimigos do Seu povo. Caso eles rejeitem Sua estratégia, não há nada mais a ser feito. O orgulho é um obstáculo à fé tanto para os crentes como para os incrédulos. Confiar nas próprias opiniões parece mais atraente que confiar no Senhor.

O orgulho é o “Eu” em evidência. Todos têm orgulho, exceto aqueles que morreram para o eu para que Cristo viva no lugar desse eu, como demonstra Paulo em Gálatas 2:20.

Reavivemo-nos! Sejamos súditos do reino de Deus! “Senhor, guia-nos sempre. Amém!”– Heber Toth Armí.

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sábado, 23 de dezembro de 2023

VIDA ESPIRITUAL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de dezembro

VIDA ESPIRITUAL

Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo – pela graça vocês são salvos. Efésios 2:4, 5


natureza humana, em sua origem, era santa, perfeita e estava em plena harmonia com o Criador. O ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, foi formado com corpo, mente e espírito.

O corpo físico o identifica com o reino animal. A mente é chamada na Bíblia de coração e, em alguns contextos, de alma (1Ts 5:23), abrangendo as faculdades intelectuais, as emoções e a vontade. O espírito, por sua vez, é aquele aspecto que nos torna capazes de manter comunhão com Deus e de perceber e apreciar as coisas espirituais. Isso nenhum animal possui.

O propósito de Deus ao criar a humanidade foi que esta refletisse cada vez melhor Sua imagem e glória. Todas as suas capacidades poderiam ser desenvolvidas. Contudo, devido à entrada do pecado, a natureza humana foi transformada integralmente. O corpo, a mente e o espírito foram afetados. Iniciou-se um processo de deterioração do corpo e da mente, e sua morte espiritual foi imediata (Ef 2:1, 5). O ser humano se tornou alienado de Deus e perdeu o desejo e a capacidade de conhecê-Lo. Suas faculdades espirituais deixaram de funcionar, e ele se tornou incapaz de se interessar por assuntos espirituais.

Felizmente, Deus concebeu um plano para recuperar a humanidade e restaurá-la à Sua imagem e semelhança, de modo a conduzi-la à perfeição original. Esse plano centraliza-se na pessoa e na obra de Cristo e continua em andamento por meio de Seu Espírito. Por causa de Seu amor, Aquele que deu Seu Filho por nós envia também Seu Espírito e Sua Palavra. Quando o pecador ouve a Palavra e crê, ocorre uma ressurreição espiritual. Ele recebe vida de Deus (Ef 2:4, 5).

À nossa volta, existem pessoas que parecem estar vivas. Têm um corpo forte e saudável. São inteligentes e espertas, mas estão mortas espiritualmente. Vivem como se Deus não existisse. Levemos a elas a Palavra. Ao crerem em Jesus, receberão a verdadeira vida. 

Isaías 30 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 30
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 30 – A misericórdia divina contrasta com a desobediência humana. Aqui, o profeta profere poderosa mensagem de arrependimento humano vinculado à restauração divina. É uma profecia de restauração e também de sábia advertência para quem vive na desobediência.

Observe a seguinte síntese do capítulo em pauta:

• Isaías 30:1-5 destaca a imprudência de confiar em alianças humanas em lugar de depender da orientação divina.
• Isaías 30:6-7 salienta a obstinação do povo na desobediência a Deus, mesmo cientes das terríveis consequências.
• Isaías 30:8-17 trata da paciência e da misericórdia divinas, encorajando pecadores a abandonarem os caminhos da rebeldia, rebelião e perversão.
• Isaías 30:18-26 enfatiza a restauração prometida àqueles que retornam à aliança com o Deus compassivo, disposto a perdoar a todo transgressor.
• Isaías 30:27-33 revela a destruição operada por Deus sobre o inimigo de Seu povo a fim de mostrar Seu poder e Sua justiça ao proteger o povo que confia nEle.

Podemos afirmar que nossa vida é feita de decisões. Cada ouvinte precisa escolher entre a obediência e a rebelião. Isaías tem uma mensagem oportuna para nosso tempo. Ele mostra que confiar em Deus, não em alianças humanas, traz restauração e proteção que nossa alma anseia com todas as forças. Assim, Isaías 30 revela a chamada à fidelidade divina, alertando contra depositar a confiança em fontes humanas.

Cada pessoa, em sua trajetória, depara-se com a encruzilhada entre a obediência e a rebeldia diante das orientações de Deus. O profeta incentiva a todos nós a confiar em Deus como o alicerce seguro para nossa história. Em um mundo tomado pela incerteza, Isaías lembra-nos da instabilidade das alianças humanas e da fragilidade das fontes terrenas de confiança. Somos confrontados com a necessidade de olhar para além das soluções temporárias oferecidas pelo mundo e então, depositar toda nossa confiança na sabedoria e poder divinos, que são eternos e inabaláveis, para obtermos vitórias!

À medida que adentramos pelos desafiadores anos do século 21, o chamado à fidelidade a Deus contido em Isaías 30 permanece tão relevante quanto nunca. Num mundo empapuçado de incertezas, a escolha entre a obediência e a rebeldia ganha urgência renovada. O texto profético convida-nos a refletir sobre nossas decisões e a escolher o caminho da confiança inabalável em Deus; nEle há verdadeira restauração e proteção! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

VENDO O INVISÍVEL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

22 de dezembro

VENDO O INVISÍVEL

Pela fé, Moisés abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a ira do rei, pois permaneceu firme como quem vê Aquele que é invisível. Hebreus 11:27

mais destacado exemplo de idolatria na experiência do povo de Deus no Antigo Testamento foi visto no episódio da adoração ao bezerro de ouro (Êx 32:1-10). “Acostumados, no Egito, com as representações materiais da divindade, era difícil para eles confiar em um ser invisível; por isso ainda dependiam de Moisés para alimentar sua fé. Agora ele havia sido tirado deles […]. Entre as coisas consideradas pelos egípcios como símbolos da divindade, estava o boi ou o bezerro. E foi pela sugestão dos que haviam praticado essa forma de idolatria no Egito, que então foi feito e adorado um bezerro” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 266, 267 [315, 316]).

Eles queriam ver para poder seguir. Mas a religião da Bíblia é alicerçada na fé (Hb 11:6). Moisés foi capaz de ver Aquele que é invisível. Noé nunca havia visto um dilúvio; no entanto, pela fé, ele o viu chegando e fez o que Deus lhe ordenara. Abraão, pela fé, viu uma cidade celestial, dispôs-se a abrir mão de seu lar terreno para seguir a Deus e, embora velho e sem filhos, viu uma multidão de descendentes. Todos os heróis da fé (Hb 11) realizaram seus feitos porque viram o invisível e creram que Deus concede a retribuição àqueles que O buscam (Hb 11:6).

A obediência ao primeiro e segundo mandamentos da santa lei de Deus se reflete na adoração exclusiva ao Deus invisível. Um exemplo de fidelidade nesse ponto é encontrado na história dos três amigos de Daniel (Dn 3). O rei da Babilônia planejou um evento de adoração. Apenas os líderes do império foram convocados. Entre eles, estavam os amigos de Daniel. O risco de morte era alto e imediato. Mas, de modo algum, eles adorariam uma imagem. Quando a banda tocou, todos se curvaram, menos os três hebreus. Foi-lhes oferecida uma segunda oportunidade, mas eles a recusaram. Ficaram firmes, não dando valor à imagem visível, mas crendo no Deus invisível. No momento certo, o Senhor Se tornou visível e pôs fim à provação.

Hoje, em meio às nossas lutas, somos convidados a andar pela fé, vendo o que não é visível, com os olhos fixos em Cristo, até que Ele Se manifeste outra vez e nos abençoe para sempre com Sua presença.

Isaías 29 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 29
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 29 – Você gosta de gente falsa? Aprecias quando as pessoas se aproximam de ti intendado enganar? Gostas daqueles que vivem uma mentira, tentando iludir com palavras e atitudes?

Se você, que não possui perfeição não tolera pessoas hipócritas, imagina um Deus santo! “O povo [de Deus da época de Isaías] caracterizava-se por insensibilidade espiritual, hipocrisia religiosa e falta de disposição em confiar o seu próprio destino a Deus” (Robert B. Chisholm).

Talvez precisamos mais das mensagens de Isaías. Elas não foram úteis apenas para Israel. No cristianismo, a religiosidade não flui melhor que no judaísmo. Com uma Bíblia maior, não tornamo-nos pessoas melhores.

Será que as mesmas características do antigo povo de Deus não estão estampadas no atual povo de Deus? Será que...

1. Somos menos insensíveis espiritualmente? Estamos priorizando a Deus mais do que o povo de Israel no passado?
2. Estamos mais distantes da hipocrisia? Somos mais consagrados e piedosos do que os judeus de antigamente?
3. Temos mais disposição em confiar a Deus nosso futuro? Entregamos cada dia, cada decisão e todos nossos planos para Ele dirigir, alterar alguma coisa ou substitui-los pelos Seus?

Proponho que, estamos iguais ou piores que os israelitas do passado! Se iguais ou piores, a Palavra de Deus está à nossa disposição como esteve para os antigos judeus. Reflita profundamente nestes itens:

1. Descaso às coisas espirituais reduz tudo a nada: Ariel, o sagrado nome de Jerusalém, sofreria seu último cerco por inimigos destruidores (Isaías 29:1-4; Miqueias 4:11; 5:4-15).

2. Os instrumentos de Deus que amarem ao pecado e abusarem do poder ultrapassando os planos de Deus sofrerão terríveis consequências; foi assim no passado e continuará assim até a consumação dos séculos (Isaías 29:5-12; Zacarias 14:3, 12-15).

3. Cegueira religiosa e fria formalidade resultam em vida espiritual vazia de sentido e desprovida de propósitos nobres. Tais pessoas se decepcionarão consigo mesmas, pois serão vomitadas da boca de Deus, enquanto os humildes e sensíveis à vontade divina serão salvos (Isaías 29:13-24; Apocalipse 3:14-21).

Sem a revelação forte e impactante da Palavra de Deus nos conformamos facilmente com nossa insensibilidade espiritual, hipocrisia religiosa e falta de disposição em confiar a vida inteira a Deus.

Por isso, na Bíblia somos confrontados para que sejamos reavivados! Aceitaremos? – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

VENCENDO A TENTAÇÃO

 MEDITAÇÃO

21 de dezembro

VENCENDO A TENTAÇÃO

Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm lá do alto, descendo do Pai das luzes [...]. Pois, segundo o Seu querer, Ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das Suas criaturas. Tiago 1:17, 18

Um dos ardis do diabo é nos convencer de que Deus não Se importa conosco, não nos ama, não cuida de nós, não quer nosso bem. Ele insinuou isso a Eva no Éden e a Jesus no deserto. Em contrapartida, a bondade de Deus é uma grande proteção para não cedermos à tentação. Tiago apresenta algumas informações sobre Deus que assinalam Sua bondade.

Primeiramente, como Deus é Pai, Ele dá boas dádivas. Mais do que isso, o modo de Ele dar Suas dádivas também é bom. A expressão “todo dom perfeito” pode ser traduzida como “todo ato de dar”. Deus sempre concede Suas bênçãos com amor. Assim, tanto aquilo que Deus oferece quanto a maneira como o faz são bons. Além disso, Suas dádivas são concedidas constantemente. O gerúndio “descendo” significa “descendo continuamente”. Suas dádivas não são ocasionais, mas constantes. Elas continuarão a vir sobre nós porque Ele não muda. De fato, Ele não pode mudar para pior porque é santo, nem para melhor porque é perfeito.

Se Davi houvesse se lembrado da bondade de Deus, não teria cometido o pecado com Bate-Seba. Isso foi o que Natã lhe disse quando Deus o enviou para repreender o rei (2Sm 12:7-9). Também pode ser dito que a lembrança da bondade de Deus refreou José quando este foi tentado (Gn 39:8, 9). Quando perceber que está sendo tentado, lembre-se da bondade de Deus em sua vida.

Outro recurso para não cairmos em tentação é ter a convicção de que somos filhos de Deus. Ele nos gerou (1Jo 3:9). Fomos, de fato, gerados por intermédio da Palavra de Deus (1Pe 1:23) para sermos primícias de Suas criaturas, ou seja, o melhor de todas as criaturas de Deus. Partilhamos da natureza divina. Somente nós, seres humanos, temos o privilégio de Deus ter Se tornado um de nós.

Portanto, sabendo que Deus é um Pai bondoso que nos tem concedido incontáveis bênçãos, suportemos com perseverança as provas e tentações, com a confiança de que, ao final, receberemos a coroa da vida (Tg 1:12). 

Isaías 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 28

Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 28 – Como estamos perdidos e condenados à morte por causa de nossos pecados, Deus criou métodos visando atrair-nos para Seu plano de libertação.

• Com nossos defeitos e erros, Deus nos ama e quer moldar nosso caráter.

O alvo primário de Deus é a salvação dos condenados. Cada ato Seu, mesmo que muitas vezes não compreendemos, serve para nos despertar para Seu perdão. Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, é um dos muitos meios que Ele usa para alcançar nosso arruinado coração.

Considere, reflita:

• Vida dissoluta, orgulho, arrogância e egoísmo dos crentes israelitas resultaria em castigo divino: Uma invasão assíria (Isaías 28:1-4, 7-8).
• A Palavra de Deus revelou-lhes a situação deles e o perigo em que se encontravam por preferirem o pecado antes que o alerta divino, selando assim, seu infeliz destino (Isaías 28:9-13).
• O objetivo de Deus é salvar, ainda que um pequeno remanescente, o qual nem isso seria possível se não fosse Seus métodos insistentes de atração e transformação (Isaías 28:5-6).
• Querendo fugir da morte, os ignorantes fazem aliança com o pecado que promete prazer, mas paga com morte a seus clientes. Fazer planos com a morte e com o inferno não é nada sábio. Só existe segurança na Pedra divina: Cristo (Isaías 28:14-20; Daniel 2:34; 9:27; I Pedro 2:8).
• Sem Cristo não há opção, a condenação é certa e nada poderá evitá-la. A única saída é confiar em Deus e em Seu Messias. Escarnecer de Deus e de Seu plano é assinar a própria sentença. Os líderes políticos e eclesiásticos que são responsáveis pelo povo deveriam saber e ensinar as verdades contidas nos versos 13-29.

“Assim como um lavrador poda, planta e colhe no devido tempo e usa os métodos adequados para cada atividade, assim também o Senhor lidaria com o Seu povo de maneira sábia e apropriada. Embora o julgamento fosse necessário [para Efraim e Judá], o Senhor não permitiria que fosse excessivo”, comenta Robert B. Chisholm.

As estratégias de Deus para salvar-nos são muitas e Ele trata individualmente com cada pecador. A alguns Ele alerta, a outros Ele disciplina, a outros Ele deixa experimentar a vergonha do pecado, a outros o sofrimento. Mas a todos Ele almeja salvar.

Deixe Deus libertar, guiar e moldar teu caráter! Você permite-lhe a poda? – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

VIDA TRANSFORMADA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

20 de dezembro

VIDA TRANSFORMADA

Peço a Deus que [...] conceda a vocês que sejam fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito, no íntimo de cada um. Efésios 3:16

Deus o torna forte ao colocar Seu Santo Espírito em você. É com o poder Dele que você viverá no presente, dia a dia, uma vida de obediência, de santidade e de pureza. É esse poder que o tornará vitorioso sobre as más tendências – hereditárias ou cultivadas –, sobre o mundo, o diabo e suas tentações. Essa presença santificará seus pensamentos, emoções, palavras e atos de vida.

Como isso pode ser real em sua vida, neste dia? Assim como você exercita os músculos e os desenvolve nas atividades físicas, você deve se exercitar espiritualmente para ser fortalecido mediante o Espírito. Ore a Deus e clame por força e poder dos Céus. Estude a Bíblia e analise a vida daqueles que venceram os poderes do mal. Tome a firme decisão de se afastar da tentação e testemunhe a todos ao seu redor sobre as bênçãos encontradas na Palavra de Deus e no relacionamento com Ele.

Assim, não viveremos mais continuamente em pecado (1Jo 3:4, 6, 9), o que não significa que nunca mais haveremos de pecar (1Jo 1:8, 10). Ainda poderemos, vez ou outra, cair em pecado. Mas este não nos dominará mais como antes (Rm 6:14). Esse domínio foi quebrado por Cristo. Quando pecarmos, será justamente porque, naquele momento de pecado, deixamos de confiar em Deus. Mesmo então, Deus não nos abandona, pois somos Seus filhos. Devemos, então, correr para Ele, confessar o pecado, e Ele prontamente nos perdoará, nos justificará outra vez (1Jo 2:1). Embora ainda possamos falhar, haverá um grande contraste com a vida anterior. E quanto mais pecadores tenhamos sido, maior será o contraste (2Co 5:17; Ef 4:22–5:21; Cl 3:1-17; Tt 3:3-8).

Aceite, hoje, o perdão de Deus e permita que o Seu bom Espírito o fortaleça a cada momento. Exercite-se espiritualmente em oração, estudando a Bíblia e testemunhando de Deus. Persista nesse caminho. Logo você sentirá novas forças para viver uma nova vida.

Isaías 27 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 27
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 27 – O escopo desta seção apocalíptica de Isaías vai além dos limites geográficos do mundo material. Abrange a realidade espiritual, que Paulo chama de “dominadores deste mundo em trevas”, “as forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (Efésios 6:12).

Antes mesmo de chegar a Isaías 27, o profeta já havia feito alusão a um ser que agia por trás das forças humanas corruptoras, ao falar do rei da Babilônia como tendo caído dos Céus, estrela da manhã, como tendo sido atirado à Terra – aquele que dizia no coração: “Subirei aos Céus, acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mãos alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Isaías 14:12-14).

Ao iniciar Isaías 27, o profeta trata da execução do Leviatã/Dragão/Monstro, “serpente veloz”, “serpente tortuosa”, a “serpente aquática”. A ideia da serpente vem de Gênesis 3:1-15.

Comentando Isaías 27:1, a Bíblia Andrews explica que o dragão é uma “criatura misteriosa descrita, neste contexto, como uma ‘serpente sinuosa’, um réptil do mar ou monstro marinho. O termo ocorre em Jó 3:8; 41:1; Sl 74:14; 104:26. A criatura pode ter dado a João o motivo para chamar Satanás de dragão e antiga serpente (Ap 12:9; 20:2)”.

O intuito divino com Isaías 27:1 é revelar que as poderosas forças do mal não estão no controle. Deus domina e destrói as potestades do mal. Portanto,

• Adversidades que Seu povo enfrenta, não são porque Ele não dá conta de protegê-lo.
• Nossas aflições não são porque Deus negligencia atenção e proteção.

Na sequência, “a passagem deixa claro que o juízo tinha o objetivo de banir a idolatria do meio do povo de Deus. A pergunta do v. 7 leva à afirmação do v. 9, a qual declara que até mesmo o juízo por meio do exílio tinha em si um componente de redenção” (Bíblia Andrews).

Isaías 27:2-13 demonstra que Deus cuida de Sua vinha e faz o necessário para torná-la frutífera. “Às vezes pode parecer que o Senhor esqueceu os perigos de Sua igreja, e o dano a ela feito por seus inimigos. Mas Deus não esqueceu. Nada neste mundo é tão caro ao coração de Deus como Sua igreja”, diz Ellen White. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Generosidade nas orações

 Bom dia


19 de dezembro
Leia 2Coríntios 9:6-10 e reflita

Generosidade nas orações

Quem lança apenas algumas sementes obtém uma colheita pequena, mas quem semeia com fartura obtém uma colheita farta.
2 Coríntios 9:6

Você nunca saberá exatamente o bem que resultou de suas orações, mas Deus sabe. Por exemplo, se você orar (como eu orei) por uma jovem vítima do tráfico sexual, não saberá como suas orações afetarão a situação dela. Talvez ela consiga fugir ou ser resgatada por causa de suas orações. Se você acredita que mais pessoas precisam orar com você sobre algo, peça a Deus para despertar o coração de outros guerreiros e guerreiras de oração a fim de que ouçam o chamado para orar a respeito daquela mesma situação. Deus quer fazer isso. Contudo, mesmo que ninguém mais esteja orando por aquele assunto específico no momento, o Espírito Santo está com você — em você — ajudando-a a orar.

Deus vê o seu coração a disposição generosa de orar. Ele fica satisfeito de saber que você tem o coração de uma guerreira de oração. E o mesmo princípio referente à contribuição material pode ser aplicado a sua contribuição para o avanço do reino por meio da intercessão: se você lançar muitas sementes de oração, colherá grandes bençãos para si, para seus entes queridos e até para desconhecidos . Suas orações generosas serão respondidas por um Deus generoso.

🛐 Senhor, ensina-me a orar com generosidade, não apenas por mim mesma e pelas pessoas ao meu redor, mas também por outras que colocares em meu coração. Que minhas intercessões deem muitos frutos para o teu reino.

Meditações Diária -  Bom dia! 2 - Stormie Omartian - 19 de dezembro
@moracao #bomdia

FALSA FÉ

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

18 de dezembro

FALSA FÉ

Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação [...], homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. Judas 4, ARA

Algumas vezes me deparei com carros, caminhonetes e caminhões nos quais constava a inscrição “Presente de Deus”. Nessas ocasiões, eu pensava que todos os donos daqueles veículos fossem pessoas agradecidas ao bondoso Pai celestial. Certo dia, porém, fiquei sabendo que um dos maiores traficantes do Brasil costumava presentear seus melhores parceiros com algum veículo em que constava a inscrição “Presente de Deus”. Ou seja, nem sempre essa inscrição em um automóvel será uma verdadeira demonstração de gratidão ao Criador.

A falsificação da fé já estava presente na era apostólica. Falsos mestres, sorrateiramente, invadiam a igreja e deturpavam a doutrina. Sabendo disso, os apóstolos escreveram as epístolas, cujo objetivo era, também, combater as heresias e manter a doutrina pura. A Carta de Judas, por exemplo, revela o que os falsos mestres ensinavam e como se comportavam.

Os falsos mestres são enganadores. Por isso, não são o que aparentam. Eles parecem irmãos, mas quando participam das reuniões de fraternidade estão apenas preocupados consigo mesmos. Parecem pastores, mas apascentam a si mesmos. Parecem uma boa nuvem que vai trazer a chuva tão esperada, mas, levada pelos ventos, não chove onde é necessária. Eles parecem árvores frutíferas, mas não têm frutos nem raízes. Estiveram espiritualmente mortos antes de conhecer o evangelho e, depois de o abandonarem, morreram uma segunda vez.

Esses enganadores são o que não aparentam. São como as rochas submersas – um perigo para os navegadores. Se você ficar por perto vai se dar mal. Afaste-se. Os faróis existem para alertar sobre rochas submersas, e a Carta de Judas é um farol que nos incentiva a ficar longe dos falsos mestres. Eles se assemelham às ondas que espumejam a própria sujeira e às estrelas cadentes que brilham por um momento e logo desaparecem.

Diferentemente da doutrina verdadeira, a heresia vem do inimigo de Deus. Ela é seu instrumento para nos afastar de nosso Pai. Fuja da heresia! Escolha estar do lado da verdade. 

https://youtu.be/VVnTIcHAl30

Isaías 26 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 26
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 26 – Ao estudarmos seriamente um texto bíblico, é de suma importância utilizar recursos da exegese para interpretá-lo, os elementos da hermenêutica para compreender seu significado mais amplo, e da homilética para aplicá-lo corretamente.

Estudando desta forma, enriqueceremos com a mensagem bíblica, fortaleceremos nossa fé e nortearemos nossas ações conforme a orientação divina.

Isaías 26 inclui uma série de hinos de louvor e lamentações que fazem parte de uma seção do livro que abrange os capítulos 24 a 27. Essa parte é conhecida como “Apocalipse de Isaías” ou “Pequeno Apocalipse”, pois contém elementos semelhantes a textos apocalípticos, focando em eventos escatológicos – referentes aos últimos dias.

Especialmente, em Isaías 26 há uma expressão de confiança e louvor em meio à expectativa da redenção divina: Os versículos...

• ...1-11 apresentam um hino destacando a cidade fortificada e a segurança que Deus proporciona ao Seu povo – esse é o segredo da confiança de quem depende de Deus!
• ...12-15 descrevem a espera paciente do povo de Deus pela manifestação de Seu juízo e Sua justiça. Nisso está a fonte da paz diante das injustiças sofridas nesta vida.
• ...16-21 retomam a confiança em Deus como Juiz justo; a seção conclui com chamado à oração pelo estabelecimento do reino de Deus e pela redenção do povo que lhe busca e se entrega-se a Ele. Assim, os indivíduos conseguem estabilidade emocional mesmo em um mundo moribundo.

Aqueles que confiam na proteção divina o fazem porque a Palavra revelada assegura que o próprio Deus guardará “em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque confia em Deus”; esse Deus “é a Rocha Eterna” – poderoso, invencível, que luta por Seu povo.

Aqueles que têm assegurado seu destino, ainda que sejam ceifados pela morte, andam pelo suave caminho provido por Deus; andam pelo caminho das ordenanças divinas, pois no íntimo do coração suspiram por Deus durante a noite e logo cedo anseiam por Ele.

Ciente destas verdades, focado na doutrina da ressurreição, o apóstolo Paulo conclui sua exposição sobre esta esperança com um apelo: “Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil” (I Coríntios 15:58).

Portanto, se cremos nisto, então devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí..

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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

VIDA A DOIS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

18 de dezembro

VIDA A DOIS

Não é bom que o homem esteja só; farei para ele uma auxiliadora que seja semelhante a ele. Gênesis 2:18


Ao longo do relato da criação é dito: “E Deus viu que isso era bom” (Gn 1:10, 12, 18, 21). Contudo, em algum momento do sexto dia, ao avaliar algo que acabara de criar, Deus disse que algo não era bom. Não porque fosse defeituoso, mas porque estava incompleto. Ele disse: “Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer-lhe uma companheira.” Então, formou a mulher e a trouxe ao homem. Agora, ao vê-los juntos, acompanhados de todas as coisas criadas, Deus faz uma nova avaliação: “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom” (Gn 1:31).

O ser humano não foi criado para viver em solidão. Ele necessita de companhia para se sentir realizado e feliz, e a melhor companhia que pode ter está no casamento. É por meio desse vínculo especial que as necessidades físicas, mentais e sociais do homem e da mulher podem ser mais bem supridas. Diz a Bíblia: “Melhor é serem dois do que um” (Ec 4:9), porque um pode apoiar o outro, um pode ajudar o outro. Unidos produzem mais e são mais fortes na luta contra as adversidades.

Quando alguém assume o casamento, espera receber carinho, compreensão, apoio e segurança; mas também deve estar disposto a dar as mesmas coisas e tudo que puder para fazer o outro feliz e para que o casamento seja vitorioso.

Certa manhã, vi um passarinho preto piando desesperadamente no jardim. Então apareceu um pássaro bem menor que o alimentava. Um amigo me explicou que aquele era um filhote de chupim, um pássaro que não choca os ovos. Ele os coloca no ninho de um tico-tico, que os choca. Depois que nascem os filhotes, o tico-tico os alimenta como se fossem seus. Assim, eu havia visto um chupim filhote sugando tudo que podia de um tico-tico bem menor do que ele.

Infelizmente, há pessoas que têm uma compreensão errada do casamento. Elas se casam apenas pensando em receber, em exigir, em sugar do outro tudo o que puderem. São verdadeiros chupins. Em vez disso, marido e mulher devem estar dispostos a dar, a contribuir, a fazer tudo que puderem para abençoar um ao outro. Os que agem assim podem contar com a bênção de Deus. No casamento e na vida, o que você pode fazer para tornar o outro feliz?

Isaías 25 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 25
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

ISAÍAS 25 – Se em Isaías 24 revela-se um quadro de terror ao condenado pecador, em Isaías 25 o profeta revela uma cena de júbilo para o pecador salvo.

Se em Isaías 24 o profeta desenha um quadro assustador do resultado amargo do pecado, onde a Terra geme sob o peso da transgressão; se ali as palavras de Isaías reverberam como trovão, alertando para a corrupção, contaminação e maldição como resultado da condenação dos que afastaram-se do caminho divino, em Isaías 25 há um contraste vívido, onde é pintado um quadro de júbilo celestial.

• Onde antes ecoavam lamentos e gemidos, agora ressoam alegres cânticos dos remidos. Agora, a cena transforma-se revelando um banquete e remoção da mortalha que obscurecia a esperança.

Assim, a redenção emerge como o sol da manhã após uma longa noite tenebrosa, trazendo nova vida aos corações antes mergulhados na condenação. Do horror da condenação, ao êxtase da salvação, Isaías 24 e 25 formam um poderoso contraste. O pecador, que outrora tremeu frente à tempestade da transgressão, agora encontra refúgio nas promessas resplandecentes da redenção.

• Onde havia desolação, brilhou a promessa de um banquete celestial. Desta forma, o texto sagrado convida o pecador a olhar para além do horizonte de seus erros, a um amanhecer onde alegria triunfa sobre o terror, e salvação resplandece como um enorme farol de esperança.

Isaías 25 celebra a vitória sobre a morte e a destruição, dando destaque à promessa da ressurreição e salvação. Ele contém cântico de louvor a Deus, reconhecendo Sua grandeza e fidelidade ao derrotar aos que oprimem ao Seu povo.

Depois, apresenta-se o banquete preparado por Deus em que todas as nações são convidadas a participar (Isaías 25:6-7). A morte, que “projeta uma sombra sobre todos os aspectos da vida humana”, a qual “é a evidência mais esmagadoras do reinado do pecado”, como afirma Siegfried Shwantes, será destruída. Paulo comenta sobre isso em I Coríntios 15:54. Embora nenhum ímpio ilustrado por Moabe escape do juízo divino, quem confiar na salvação provida por Deus se alegrará (Isaías 25:8-12).

Na verdade, Isaías 25:9 revelam palidamente a profusa alegria dos redimidos quando Deus enxugar dos seus olhos toda lágrima e não existir mais a morte, o luto e a dor (Apocalipse 21:4). Portanto, reavivemo-nos no Senhor! – Heber Toth Armí.

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domingo, 17 de dezembro de 2023

COM MODÉSTIA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de dezembro
COM MODÉSTIA

Que as mulheres, em traje decente, se enfeitem com modéstia e bom senso, não com tranças no cabelo, ouro, pérolas ou roupas caras, porém com boas obras, como convém a mulheres que professam ser piedosas. 1 Timóteo 2:9, 10

Na caminhada cristã, todos nós precisamos, vez e outra, receber conselhos, admoestações e até repreensões da parte de Deus. Essas coisas são para nosso bem, para que nos conservemos firmes em Seu caminho. O texto de hoje chama a nossa atenção para a aparência e o vestuário das filhas de Deus. Os textos bíblicos que tratam do assunto são poucos e costumam ser endereçados especialmente para as mulheres, porque esse assunto costuma estar mais ligado à natureza e à psicologia femininas. De qualquer modo, os princípios envolvidos servem para todos e se aplicam também a outros usos e costumes.

Além do texto acima, de Paulo, temos um texto de Pedro. Ele escreveu: “Que a beleza de vocês não seja exterior, como tranças nos cabelos, joias de ouro e vestidos finos, mas que ela esteja no ser interior, uma beleza permanente de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe 3:3, 4).

Cada agrupamento humano tem sua cultura e seus costumes quanto à apresentação pessoal. As próprias vestimentas do povo de Deus nos tempos bíblicos eram bem diferentes das que usamos atualmente em nosso país. Observe que esses textos bíblicos não apresentam detalhes de estilo, tamanho, formato e cores. Contudo, trazem instruções gerais e abrangentes que nos servem de guia. Assim, o traje deve ser, primeiramente, decoroso – ou seja, digno, decente, honroso, com pudor. Deve ser modesto – quer dizer, despretensioso, sem vaidade, comedido. Deve ainda ser sóbrio, moderado, simples. A admoestação é para não focar nas joias e vestidos caros ou luxuosos, aquelas coisas que chamam demais a atenção para nós.

Quem deseja obedecer à Palavra de Deus deve comparar sua aparência pessoal e seu vestuário a essas orientações bíblicas e verificar se há algo em que possa melhorar. Seu Salvador quer ser o Senhor em todas as áreas de sua vida. Você tem disposição para ouvir Suas orientações? 

Isaías 24 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 24
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 24 – A degradação ambiental pode ser vista como consequência do comportamento humano negligente e destrutivo. Contudo, neste capítulo apocalíptico, a profecia de Isaías revela a deterioração da Terra como parte do juízo divino sobre nações e pessoas que afastaram-se dos princípios do Seu reino de amor.

O cenário descrito neste capítulo parece atual.

• Embora tenha sido escrito na época do Antigo Testamento, as razões da devastação do mundo moderno é igual a dos tempos do profeta.
• A preferência da humanidade pelo pecado é a razão da calamidade em que nos encontramos.

Assim como um vazamento afunda um navio, um pecado é suficiente para destruir uma nação. Sim, um único ato de transgressão moral, um pecado, uma infração da Lei de Deus, tem o poder de minar os alicerces de um povo, corroendo os valores fundamentais que o sustentam.

Da mesma forma que um pequeno vazamento é muitas vezes negligenciado – até que seja tarde demais – os pecados podem passar despercebidos em meio às preocupações cotidianas por sobrevivência. Isaías utiliza esta mensagem em forma de poesia para despertar consciências adormecidas, lançando luz sobre a gravidade dos atos que podem parecer triviais à primeira vista. A retórica da urgência impregna suas palavras, chamando a atenção para a necessidade de vigilância e responsabilidade coletiva.

Não são poucos os pecados de nossa sociedade. As consequências virão sobre as pessoas que ignoram a moralidade:

• A Terra está contaminada, porque seus habitantes desobedeceram às leis de Deus, violaram Seus decretos e quebraram a aliança eterna.
• “Por isso a maldição consome a Terra, e seu povo é culpado. Por isso...” (Isaías 24:4-6). Deus dá explicação para a nossa situação!

Pior que um colapso de um navio, é a destruição de uma nação. Todavia, Isaías ressalta a escala global das consequências do pecado, instando os leitores a considerarem o impacto não meramente em nível individual, mas nas estruturas mais amplas da sociedade. A retórica persuasiva de Isaías busca acordar os apáticos, recordando-lhes que escolhas pessoais reverberam para além do indivíduo, moldando o destino de comunidades e nações inteiras. Em suas palavras, encontramos um apelo à reflexão e à ação, uma advertência sobre a fragilidade das fundações que sustentam a coletividade.

Um remanescente verá a reversão da situação (Isaías 24:12-16, 23). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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No caminho

  Devocional Diário Vislumbres da eternidade 12 de julho https://mais.cpb.com.br/meditacao/no-caminho/ No caminho Ensine a criança no camin...