sábado, 24 de julho de 2021

Esperança Para Todos

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de julho, sábado

Esperança Para Todos

Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores. 1 Timóteo 1:15

“Você tem seis meses de vida.” Essa foi a sentença de morte que Howard Cradle recebeu de seu médico em 1914. Seu corpo estava arruinado em virtude do vício em álcool durante sete anos. Tristonho, lembrou-se do passado desperdiçado, do caráter arruinado e do dinheiro esbanjado. Além de tudo, havia se tornado viciado em jogo.

Alguém poderia descer mais baixo? Howard sofrera tanto tempo as misérias do pecado que começou a odiá-lo. Sabia que devia haver uma vida melhor. Ele queria muito recomeçar sua vida! Mas o médico lhe dissera que só tinha seis meses de graça. Sentiu o desejo de rever seu lar e conversar com seus pais, que eram cristãos. Ao voltar à velha casa no sítio, lembrou-se da infância feliz que passara ali. Ao se aproximar, podia imaginar sua mãe de joelhos, orando, como era seu costume. Será que sua mãe o receberia? No íntimo sabia que sim.

Não foi desapontado. Viu o mesmo sorriso, o mesmo acolhimento caloroso. Howard ainda era o menino dela.

– Mãe, estou cansado de pecar! – exclamou. – Pequei demais e não há esperança para mim.

Ela o beijou ternamente e lhe disse:

– Filho, venho orando há 12 anos para ouvir você dizer que está cansado do pecado. – Então pegou uma Bíblia e leu em voz alta: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve” (Is 1:18).

– Por favor leia de novo, mãe.

Ela leu essa passagem várias vezes, e então se ajoelharam para orar. Ficaram ali diante de Deus bastante tempo em oração. Howard orou a noite toda. Quando acordou, pareceu-lhe que toda a beleza do Céu tinha invadido a pequena casa.

Imediatamente, Howard Cradle começou a contar a história de sua vida a quem quisesse ouvi-la. Testemunhou de seu Salvador nas ruas, em tavernas, lojas, prefeituras, igrejas e auditórios. Milhares de pessoas aceitaram a Cristo como resultado de seu testemunho. Sua personalidade radiante fez dele um grande vendedor de automóveis. Mas sua paixão era pregar a Cristo, o que fez em igrejas e pelo rádio.

Suas últimas palavras em seu leito de morte, 25 anos depois, foram para que seus ouvintes aceitassem a Cristo como seu Salvador.

Siegfried J. Schwantes, 16/3/1991

A morte de Jesus -João 19

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - João 19

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Que as profundas e terríveis experiências de Cristo num extraordinário gesto de sacrifício penetrem profundamente nossa mente a tal ponto de inundar nosso coração com o amor divino até alcançar a transformação substancial de nossa existência.

1. Estude este capítulo com oração e atenção. Perceba como Pilatos intentou apaziguar à turbulenta multidão que intentava matar o inocente Jesus utilizando estratégias crudelíssimas. Observe que Jesus foi terrivelmente açoitado, torturado. Tente imaginar Jesus sofrendo a humilhação da zombaria da jocosa coroação com coroa toda de espinhos, um manto de púrpura real, e bofetadas; visando satisfazer a sede por sangue dos opositores…

• Contudo, os sedentos de sangue não se satisfizeram. Queriam mais! Tomados de ódio e fúria, líderes religiosos e guardas exigiram crucificação ao visivelmente inocente que alegava e demonstrava ser o Filho de Deus. Pilatos não sabia mais o quê fazer, senão atender à súplica por vingança (vs. 1-11).

2. Preste atenção nos argumentos dos judeus intentando convencer Pilatos a levar à crudelíssima morte de cruz ao meigo e amoroso Jesus. Imagine a cena: Era dia 14 de Nisã, de preparação da celebração nacional da Páscoa. Pilatos volta-se contra os judeus e os ridiculariza com seus argumentos: “Eis o vosso rei”. Por que ter medo de alguém arruinado e passivo como este pobre coitado?

• Depois disto, os judeus se submeteram a um rei pagão, César, para não se submeterem a Jesus. Pilatos estava inclinado a soltar Jesus, entretanto, apenas cede, dando consentimento ao veredicto judaico que se lhe oferecia. Apesar disse, Jesus cumpre a Palavra de Deus, torna-Se a realidade da profecia, é crucificado, despido e morto diante de Sua mãe (vs. 12-29).

3. Reflita profundamente em cada detalhe apresentado por João. Medite demoradamente no lado aberto de Jesus depois de morto e, em Seu enterro… (vs. 30-42).

• “A morte de Jesus certamente foi singular, e muitos supõem que foi causada por uma ruptura no coração, i.e., coração partido. O sofrimento e a pressão de Sua humanidade imaculada ao tornar-se oferta pelo pecado foi demais para seu corpo físico, que não suportou, provocando o rompimento do coração – o sangue acumulou-se no pericárdio, dividindo-se em massa aquosa e em espécie de coágulo sanguíneo” (Merril F. Unger).

Como ficar indiferente diante de cenas assim?

“Senhor, impressiona-nos!” – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 23 de julho de 2021

Perfeição na Esfera Humana

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de julho, sexta

Perfeição na Esfera Humana

Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste. Mateus 5:48

Nosso Salvador entende tudo acerca da natureza humana e diz a cada ser humano: “Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48). Como Deus é perfeito em Sua esfera, assim deve o homem ser perfeito em sua esfera. Os que recebem a Cristo acham-se entre o número daqueles aos quais são pronunciadas as palavras tão cheias de esperança: “A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no Seu nome” (Jo 1:12). Essas palavras nos declaram que não devemos nos contentar com nada menos do que o melhor e mais elevado caráter, um caráter formado à semelhança divina. Ao se processar um caráter tal, a vida, a fé, a pureza da religião, constituem um exemplo edificante para outros. (Medicina e Salvação, p. 112, 113).

Mas os que esperam contemplar uma transformação mágica em seu caráter sem resoluto esforço de sua parte para vencer o pecado, esses serão decepcionados. Não temos motivo para temer enquanto olharmos a Jesus; razão alguma para duvidar de que Ele seja capaz de salvar perfeitamente a todos os que a Ele se chegam; mas podemos, sim, temer constantemente que nossa velha natureza de novo alcance a supremacia, que o inimigo elabore alguma cilada pela qual nos tornemos outra vez cativos seus. Devemos operar nossa salvação com temor e tremor, pois é Deus que opera em nós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade. Com nossas faculdades limitadas, devemos ser tão santos em nossa esfera como Deus é santo na Sua. Na medida de nossa capacidade, devemos tornar manifesta a verdade, o amor e a excelência do caráter divino. Como a cera toma a impressão do sinete, assim deve a alma tomar a impressão do Espírito de Deus e reter a imagem de Cristo.

Devemos crescer diariamente em amabilidade espiritual. Havemos de falhar muitas vezes em nossos esforços por copiar o Modelo divino. Muitas vezes havemos de nos prostrar em pranto aos pés de Jesus, por motivo de nossas faltas e erros; mas não devemos desanimar; cumpre orar mais fervorosamente, crer mais plenamente, e tentar de novo, com mais constância, crescer na semelhança de nosso Senhor (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 336, 337).

Ellen G. White, 7/8/1977

Submissão a Cristo - João 18

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - João 18

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Os evangelistas ampliam nossa visão da pessoa e obra de Jesus. De quantos mais ângulos observarmos a Jesus, mais O apreciaremos. Por isso existem os quatro evangelhos.

Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas se assemelham entre si, sendo chamados, desta forma, de Sinóticos. D. A. Carson, comentando sobre isso, declara o seguinte:

As diferenças mais frequentes levantadas por João e os Sinóticos são três:

1. Os romanos têm um papel mais central em João que nos Sinóticos: eles inclusive aparecem na cena da prisão (18:3), e Pilatos toma muito espaço.

2. Não só não há registro em João da agonia de Jesus no Getsêmani, mas também, em geral, há muito esforço em mostrar que Jesus está no controle. Não há menção do beijo traiçoeiro de Judas: Jesus vai em direção à Sua prisão (18:1, 4) e controla o curso dos eventos. Ele interroga Seus captores e demonstra de tal forma Sua glória que eles caem para trás no chão (18:3-8).

3. Há diversas passagens em João que não têm nenhum paralelo nos Sinóticos:

a) O ato de levar Jesus a Anás (18:12-14);

b) Sua resposta ao sumo sacerdote e o oficial que lhe bateu (18:19-24);

c) Os diálogos entre Jesus e Pilatos (18:28-37; 19:9-11);

d) Os diálogos entre Pilatos e os judeus (18:28-32; 19:4-7, 13-16);

e) A declaração de que Jesus levou Sua própria cruz (19:17);

f) Um excurso [desvio do tema principal, digressão] sobre o significado da inscrição na cruz (19:20-22);

g) A criação do elo entre Sua mãe e o discípulo amado (19:26-27);

h) O grito na cruz (19:30).

Merril F. Unger observa que “Jesus disse a Pilatos que Seu reino (Sl 45.3,6; Is 9.6,7; Zc 9.9) não era deste mundo, i.e., deste sistema mundial satânico baseado em princípios de orgulho, luxúria e guerra, [vs. 36]. Se Seu reino fosse assim, então Seus servos lutariam. Jesus enfatizava a verdadeira natureza do Seu reino, em gritante contraste com Roma e outros governos do mundo”.

Pergunto, ao deparar-se com o sistema de governo de Cristo como você reage?

• Como Anás?

• Como Pilatos?

• Como Pedro?

• Como o povo judeu?

• Como discípulo medroso?

Devemos trilhar o caminho da total submissão a Cristo para que pertençamos ao Reino de Deus. Envolver-se com tal reino transforma nossa conduta radicalmente desde agora! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

O Peso da Consciência

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

22 de julho, quinta

O PESO DA CONSCIÊNCIA

Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens. Atos 24:16

Um operário ganhava muito pouco para sustentar a família. Certo dia, não resistindo às dificuldades financeiras, furtou algumas joias da loja onde trabalhava como faxineiro, escondendo-as dentro de sua marmita. Ao passar pela portaria, o porteiro lhe disse: “Pode passar. Você é crente, e eu sei que os crentes são honestos.”

À noite, porém, o homem não conseguiu dormir. Sua consciência acusava-o, repetindo-lhe incessantemente a voz do porteiro: “Você é crente, e eu sei que os crentes são honestos.” No dia seguinte, não suportando mais o sentimento de culpa, o faxineiro resolveu confessar seu erro e devolver as joias.

Esta é a coisa certa a fazer: reparar o erro e pedir perdão às pessoas ofendidas e a Deus, perdoar-se a si mesmo e dormir tranquilo. Tomar tranquilizantes, sedativos ou antidepressivos não é o remédio para uma consciência culpada.

O escritor Chuck Colson narra, em um de seus livros, o caso de um homem que não se perdoou pelo que fez durante a Segunda Guerra Mundial. Dos 24 criminosos de guerra julgados em Nuremberg, Albert Speer foi o único que admitiu sua culpa por ter sido colaborador de Hitler. Como consequência, passou 20 anos na prisão de Spandau.

Ao ser libertado, foi entrevistado pelo jornalista David Hartman, que lhe perguntou: “O senhor disse que a culpa jamais pode ser perdoada, ou pelo menos não deveria. O senhor ainda pensa assim?”

Speer respondeu: “Cumpri uma sentença de 20 anos, e agora deveria dizer que sou um homem livre, que minha consciência está limpa por eu ter passado todo esse tempo na prisão, como castigo. Mas não posso fazer isso. Eu ainda carrego o peso do que aconteceu com milhões de pessoas durante a época de Hitler, e não consigo me livrar dessa culpa. Não creio que seja possível.”

Colson desejou escrever a Speer e falar-lhe a respeito de Jesus e de Sua morte na cruz. Quis lhe falar a respeito do perdão de Deus. Mas não houve tempo, pois Speer faleceu logo depois dessa entrevista. Ele morreu sem saber que Deus “é quem perdoa todas as [...] iniquidades; quem sara todas as [...] enfermidades” (Sl 103:3).

Se você se sente culpado por algum pecado, peça perdão à pessoa ofendida (se for possível), peça perdão a Deus, e então perdoe-se. Deus já o perdoou. Assim você voltará a dormir. E a viver.

Rubem Scheffel, 26/1/2010

A oração de Jesus - João 17

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - João 17

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Orar é tão importante que Jesus, mesmo sendo divino, orou ao Pai. Se Ele, que era perfeito, precisava de oração enquanto esteve neste mundo, quanto mais nós!

Jesus era um Deus de oração para que, ao olharmos para Seu exemplo, sejamos homens e mulheres de oração. D. A. Carson sugere o seguinte esboço para o capítulo da oração de Jesus:

1. Jesus ora por Sua glorificação (vs. 1-5);

2. Jesus ora por Seus discípulos:

a) Base de Jesus para esta oração (vs. 6-11a);

b) Jesus ora para que Seus discípulos sejam protegidos (vs. 11b-16);

c) Jesus ora para que Seus discípulos sejam santificados (vs. 17-19).

3. Jesus ora por aqueles que creem (vs. 20-23);

4. Jesus ora para que todos os crentes sejam aperfeiçoados para poder ver a glória de Jesus (vs. 24-26).

Existe uma intimidade entre Jesus e o Pai que por mais profundo que penetremos nessa oração, dificilmente a entenderemos plenamente.

“A oração inteira é uma bela ilustração de intercessão de nosso amado Senhor à mão direita de Deus. Nenhuma palavra contra Seu povo; nenhuma referência às suas falhas ou deficiências… Não. Ele só fala deles segundo o propósito do Pai, como em associação com Ele, e como os recipientes da plenitude que Ele trouxe do céu para conferir a eles… Todas as petições em particular a favor do Seu povo se referem às coisas espirituais: Todas têm referência às bênçãos celestiais. O Senhor não pede riquezas para eles, nem honras, nem influência mundial, ou grandes propriedades, mas ora mui sinceramente que sejam guardados do mal, separados do mundo, qualificados para as obrigações e elevados em segurança ao lar celestial. Prosperidade da alma é a melhor prosperidade; é o índice da verdadeira prosperidade” (Marcos Rainsford).

Ao meditar nesta oração especial de Jesus realizada antes da Sua morte na cruz, você precisa…

• Entender que antes mesmo de interceder no Céu por você, Cristo intercedeu na Terra.

• Compreender a abrangência desta oração de Cristo: Ele orou por Si, pelos discípulos e pelos crentes de todos os tempos e lugares.

• Aprender a usufruir intensamente dos benefícios da intercessão de Cristo.

• Permitir que Deus responda em você a oração de Jesus em relação à união e à missão.

“Senhor, desperta-nos, reaviva-nos, restaura-nos, reforma-nos, usa-nos…” – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 21 de julho de 2021

PARADOXO DA INESPERABILIDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 DE JULHO, QUARTA

PARADOXO DA INESPERABILIDADE

Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima. Isaías 53:2, 3, NVI

O orgulho, às vezes, tem que tirar o chapéu para a humildade, o ceticismo é obrigado a se curvar diante do incrível, a rotina é surpreendida pelo imprevisível. “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”, disse o humorista Barão de Itararé. Contudo, de onde menos se espera pode vir o inesperado. É delicioso quando alguém por quem não se dá nada vira a expectativa ao avesso. Afinal, por que a altura, a força, a aparência, a riqueza e o poder têm que ganhar sempre?

O “paradoxo da inesperabilidade” ocorre quando o menino magricela que está no banco de reserva entra em campo, sai driblando todo mundo, dá um chapéu no zagueiro grandalhão e completa a jogada com um gol de placa. Ou mesmo quando alguém como o desconhecido Paul Potts, dente quebrado, canta uma ária num programa de TV, mostra um timbre de voz excepcional, surpreende o júri e vence a competição.

Porém, acima de qualquer fato inesperado está a figura do Messias sofredor. Sendo singular, veio como alguém comum; sendo rico, veio como pobre; sendo rei, veio como servo. Filho de Deus em forma humana, Ele não apareceu com o perfil de um líder imponente, um magnata endinheirado, um modelo de beleza. Não usou nenhum esplendor espetaculoso para capturar nossa admiração. Sua grandeza estava oculta aos olhares superficiais. A elite judaica o desprezou, o que significa que a sociedade influente não viu mérito nele. As pessoas preferiam não notá-lo, como se fosse ninguém. Solitário, incompreendido, usando métodos não ortodoxos, Ele fugiu ao roteiro idealizado para o Messias. Quem poderia imaginar que Ele seria assim?

No entanto, esse personagem rejeitado trouxe luz com um brilho inigualável para um planeta em trevas, mostrou amor em uma magnitude desconhecida num mundo sem graça, revelou o valor inestimável de pessoas sem importância. O Homem que morreu como se fosse indefeso era o mais poderoso de todos. O guerreiro ferido na maior de todas as batalhas estava lá para oferecer a vitória aos derrotados. Inesperadamente, o Messias era Deus entre os homens, e não tínhamos percebido.

Ao contemplar essa figura de Isaías 53, deixe o “paradoxo da inesperabilidade” se manifestar diante de você. Em vez de desviar o rosto e rejeitar Jesus, olhe para Ele. Você será surpreendido pelo inesperado.

Marcos De Benedicto, 8/4/2016

Esperança Para Todos

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