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domingo, 23 de setembro de 2018

O Respeito Para Com os Obreiros Idosos

Refletindo a Cristo

O Respeito Para Com os Obreiros Idosos -23 de setembro

Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor. Lev. 19:32.

A história de João fornece uma vívida ilustração de como Deus pode usar obreiros idosos. Quando João foi exilado para a ilha de Patmos, havia muitos que o consideravam como tendo passado do tempo de serviço, um caniço velho e quebrado, pronto para cair a qualquer momento. Mas o Senhor achou próprio usá-lo ainda. Embora banido das cenas de seus primeiros labores, ele não cessou de dar testemunho da verdade. Mesmo em Patmos fez amigos e conversos. Sua mensagem era de alegria, proclamava um Salvador ressurreto, que no Céu intercedia por Seu povo até que pudesse retornar e tomá-lo para Si mesmo. E foi depois de haver João encanecido na obra de seu Senhor que ele recebeu do Céu mais comunicações que durante todos os anos anteriores de sua vida.

A mais terna consideração deve ser dispensada a todos aqueles cujos interesses da vida estiveram ligados com a obra de Deus. Esses obreiros idosos têm permanecido fiéis em meio a tempestades e provas. Podem ter enfermidades, mas possuem ainda talentos que os qualificam para permanecer em seu lugar na causa de Deus. Embora gastos, incapazes de levar os encargos mais pesados que os mais jovens podem e devem levar, seus conselhos são do mais alto valor.

Podem eles ter cometido erros, mas de suas falhas aprenderam a evitar erros e perigos. … Suportaram provas e aflições, e embora tenham perdido parte de seu vigor, o Senhor não os põe de lado. Ele lhes dá especial graça e sabedoria.

Os que serviram seu Mestre quando a obra era difícil, que suportaram a pobreza e permaneceram fiéis quando poucos havia ao lado da verdade, devem ser honrados e respeitados. … Que os homens mais jovens sintam que ter entre eles tais obreiros lhes representa um alto favor. Dêem-lhes um lugar de honra em seus concílios.

Quando os que despenderam sua vida no serviço de Cristo se aproximam do fim de seu ministério terrestre, são impressionados pelo Espírito Santo a referir as experiências que tiveram em relação com a obra de Deus. O relato de Seu maravilhoso trato com Seu povo, de Sua grande bondade em livrá-lo das provas, deveria ser repetido aos recém-vindos à fé. Deus deseja que os velhos e provados obreiros permaneçam em seus lugares, fazendo sua parte para livrar a homens e mulheres de serem varridos pela poderosa corrente do mal, e deseja que conservem a armadura até que lhes ordene depô-la. Atos dos Apóstolos, págs. 572 e 574.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 272 –

Apocalipse 3 Comentários Pr Heber Thot Armí

APOCALIPSE 3
Comentários Pr Heber Thot Armí

 Jesus fez uma promessa antes de subir aos Céus, em Mateus 28:18-20, aos crentes:

“Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.

Após ressuscitar, Jesus passou 40 dias com Seus discípulos, depois subiu ao Céu (Atos 1:3). Decorridos 70 anos, quando os apóstolos tinham sido martirizados (exceto João), e a igreja perseguida, Jesus apareceu em Patmos para consolar o aflito apóstolo, revelando que cumpria a promessa de estar presente.

Isso explica porque cada carta às sete igrejas menciona Jesus com títulos característicos da visão de João no capítulo 1. Observe: “Estas são as palavras daquele que...”

1. “...tem as sete estrelas em sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro” (2:1; conf. 1:12-13, 16, 20).
2. “...é o Primeiro e o Último, que morreu e tornou a viver” (2:8; conf. 1:17-18);
3. “...tem a espada afiada de dois gumes” (2:12; conf. 2:16);
4. ...é o “Filho de Deus, cujos olhos são como chamas de fogo e os pés como bronze reluzente” (2:18; conf. 1:14-15);
5. “...tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas...” (3:1; conf. 1:4, 16);
6. “...é santo e verdadeiro, que tem as chaves de Davi...” (3:7; conf. 1:14, 18);
7. ...é o “Amém, a Testemunha Fiel e Verdadeira, o Soberano da Criação de Deus” (3:14; conf. 1:5).

A síntese do capítulo 3, de G. K. Beale, revela que:

• Cristo condena à igreja de Sardes por sua falta de testemunho e suas transigências e anima-a a superar tudo isto para herdar as bênçãos de uma vida de salvação (vs. 1-6);
• Cristo elogia à igreja de Filadéfia por perseverar em seu testemunho, no qual Ele dará a seus membros mais autoridade, e anima-os a seguir perseverando para conseguir uma comunhão e identificação com Ele no fim dos tempos (vs. 7-13);
• Cristo condena à igreja de Laodiceia por seu testemunho ineficaz e sua deplorável condição espiritual e exorta a seus membros a perseverar convertendo-se em testemunhas fieis e renovando sua comunhão com Ele para então reinar com Ele (vs. 14-22).

Sardes ilustra a igreja sem vida; Filadélfia, a igreja missionária; e, Laodiceia, a igreja morna. Aprendamos que testemunhar é a melhor forma de desenvolver-se espiritualmente; ação missionária é o segredo da vida espiritual. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 22 de setembro de 2018

Preparo Através da Disciplina

Refletindo a Cristo

Preparo Através da Disciplina - 22 de setembro

Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará. Prov. 2:10 e 11.

E hoje, como foi nos dias de Israel, cada jovem deve ser instruído nos deveres da vida prática. Cada um deve adquirir conhecimento de algum ramo de trabalho manual, pelo qual, sendo necessário, possa obter subsistência. Isto é essencial, não somente como salvaguarda contra as vicissitudes da vida, mas pela relação que tem com o desenvolvimento físico, mental e moral. Mesmo que fosse certo que alguém jamais necessitasse recorrer ao trabalho manual para a sua manutenção, deveria ainda ser ensinado a trabalhar. Sem o exercício físico, ninguém pode ter uma boa compleição e vigorosa saúde; e a disciplina do trabalho bem regulado não é menos essencial para se conseguir uma mente forte e ativa e um nobre caráter. …

Que os jovens sejam levados a compreender o objetivo de sua criação: honrar a Deus, e abençoar seus semelhantes; que vejam o terno amor que o Pai celestial manifestou para com eles, e o elevado destino para o qual a disciplina desta vida os deve preparar – a dignidade e honra a que são chamados, mesmo a se tornarem filhos de Deus; e milhares voltar-se-iam com desdém e repugnância dos alvos baixos e egoístas e dos prazeres frívolos que até então os preocuparam. Aprenderiam a odiar o pecado, e a excluí-lo, não meramente pela esperança de recompensa ou receio de castigo, mas por uma intuição da vileza inerente ao mesmo – porque seria uma degradação de suas aptidões dadas por Deus, uma mácula em sua varonilidade à semelhança de Deus. …

Os elementos de caráter que tornam um homem bem-sucedido e honrado entre os homens – o desejo irreprimível de algum bem maior, a vontade indomável, o esforço tenaz, a incansável perseverança – não devem ser esmagados. Pela graça de Deus devem ser encaminhados a objetivos tanto mais altos do que os meros interesses egoístas e temporais quanto os céus estão mais altos do que a Terra, a educação iniciada nesta vida continuará na vida vindoura. Dia após dia, as obras maravilhosas de Deus, as provas de Sua sabedoria e poder ao criar e manter o Universo, o mistério infinito do amor e sabedoria no plano da redenção, patentear-se-ão à mente com novas belezas. … Mesmo nesta vida podemos apreender vislumbres de Sua presença, e provar a alegria da comunhão com o Céu; porém, a plenitude dessa alegria e bênçãos será alcançada no além. Unicamente a eternidade poderá revelar o destino glorioso a que o homem, restabelecido à imagem de Deus, pode atingir. Patriarcas e Profetas, págs. 601 e 602.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 271 –

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