segunda-feira, 15 de agosto de 2022

O SANTO SUBSTITUTO

 O SANTO SUBSTITUTO

Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças. Mateus 8:17

Com que intenso interesse foi essa luta observada pelos anjos celestiais e os mundos não caídos, quando estava sendo reivindicada a honra da lei! Não meramente para este mundo, mas para o Universo do Céu, devia ser para sempre liquidado o conflito. A confederação das trevas também estava observando, para ver se porventura havia uma perspectiva de triunfo sobre o divino e humano Substituto da raça humana, a fim de que o apóstata pudesse exclamar “Vitória!”, e o mundo e seus habitantes se tornassem para sempre seu reino. 

Mas Satanás alcançou apenas o calcanhar; não pôde tocar a cabeça. Por ocasião da morte de Cristo, Satanás viu que estava derrotado. Viu que seu verdadeiro caráter foi claramente revelado diante de todo o Céu, e que os seres celestiais e os mundos que Deus havia criado estariam inteiramente do lado de Deus. Viu que suas perspectivas de influência futura junto deles seriam completamente eliminadas. A humanidade de Cristo demonstraria através dos séculos eternos a questão que decidiu o litígio. 

Tomando sobre Si a natureza humana em seu estado decaído, Cristo não participou, no mínimo que fosse, do seu pecado. Era sujeito às debilidades e fraquezas que atribulam as pessoas, “para se cumprir o que foi dito por meio do profeta Isaías: ‘Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças’” (Mt 8:17). Ele foi tocado com a sensação de nossas fraquezas, e em tudo foi tentado como nós. Contudo, não conheceu pecado. Era o Cordeiro “sem defeito e sem mácula” (1Pe 1:19). Pudesse Satanás, no mínimo particular, ter levado Cristo a pecar, e teria esmagado a cabeça do Salvador. Como se deu, apenas pôde tocar-Lhe o calcanhar. Se a cabeça de Cristo tivesse sido tocada, teria perecido a esperança da raça humana. A ira divina teria sobrevindo a Cristo, como sobreveio a Adão. Cristo e a igreja teriam ficado sem esperança. 

Não devemos ter dúvidas acerca da perfeita ausência de pecado na natureza humana de Cristo. Nossa fé deve ser uma fé inteligente, olhando para Jesus com perfeita confiança, com plena e inteira fé no Sacrifício expiador. Isso é necessário para que a alma não seja envolvida em trevas. Esse santo Substituto é capaz de salvar perfeitamente; pois Ele apresentou ao maravilhoso Universo perfeita e completa humildade em Seu caráter humano, e perfeita obediência a todas as reivindicações de Deus (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 255, 256). 

PARA REFLETIR: Como você pode ser tão perfeito na sua esfera quanto Cristo é na Dele?

https://youtu.be/jGwVxHRUvhM

MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-santo-substituto/

Juízes 3 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 3

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 3 – Os juízes eram líderes libertadores antes que legisladores; foram levantados para salvar antes que para legislar questões legais.

Observe estas curiosidades:

O nome do livro em pauta vem da Vulgata Latina “Liber Judicum”, que por sua vez deriva da LXX (Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento) “Kritai”, que quer dizer “juízes”. Na Bíblia Hebraica, o título é sopetim, extraído de Juízes 2:16 – “Então o Senhor levantou JUÍZES [líderes], que OS LIBERTARAM das mãos daqueles que os atacavam”. Ao fornecer o significado do termo, o texto indica seu caráter soteriológico.

Note que Deus levantava os juízes/líderes e os acompanhava: “Sempre que o Senhor lhes levantava um juiz, Ele estava com o juiz que os SALVAVA das mãos dos seus inimigos...; pois o Senhor tinha misericórdia por causa dos gemidos deles diante daqueles que os oprimiam e os afligiam” (Juízes 2:18).

Em Juízes 3:9 o primeiro líder após a morte de Josué foi Otoniel; contudo, Deus liderava sobre tudo: “Quando clamaram ao SENHOR, Ele lhes levantou um LIBERTADOR, Otoniel, filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, que os LIBERTOU”. O Espírito Santo atuou sobre Otoniel; conseguindo, assim, agir com resultados satisfatórios: “O Espírito do SENHOR veio sobre ele, de modo que LIDEROU Israel e foi à guerra. O SENHOR entregou Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, nas mãos de Otoniel, que prevaleceu contra ela” (Juízes 3:10).

Depois de Otoniel veio Eúde (Juízes 3:12-30) e Sangar (Juízes 3:31). Enquanto os israelitas sofriam por suas escolhas erradas, clamaram “ao SENHOR”, e Ele “lhe deu um LIBERTADOR chamado Eúde, homem canhoto”; o qual, ao criar estratégia e ferir Eglom traiçoeiramente, até sua muita gordura cobrir toda a espada cravada em sua barriga, voltou ao exército israelita, dizendo: “Sigam-me... pois o SENHOR entregou Moabe, o inimigo de vocês, em suas mãos”.

O foco está em Deus, portanto:

• Ainda que soframos consequências de nossas próprias escolhas erradas e de nossas negligências (Juízes 3:6), Deus atende em nossas angústias quando Lhe suplicamos.

• Quando medo, tristeza, frustrações e aflições resultantes de nossas decisões contrárias aos mandamentos divinos invadem nosso ser, devemos correr para Deus – o único que realmente poderá libertar-nos.

Deus tem Seu método de nos devolver a paz quando a perdemos por nossas atitudes erradas (Juízes 3:11, 30). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 14 de agosto de 2022

O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS


 O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

O que diz respeito a mim o Senhor levará a bom termo; a Tua misericórdia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares as obras das Tuas mãos. Salmo 138:8

A cruz de Cristo será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado, eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se esquecerá que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins têm prazer em adorar, humilhou-Se para reerguer a humanidade decaída. Nunca será esquecido que Ele suportou a culpa e a vergonha do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram Sua vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Quando as nações dos salvos olham para seu Redentor e contemplam a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem Seu trono, que existe de eternidade a eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto e nos remiu para Deus com Seu preciosíssimo sangue!”

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos enchiam de temor e pavor aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal se misturam com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos o caráter divino em suas manifestações de misericórdia e compreendemos, como nunca antes, o significado daquele título tão comovente: “Pai nosso.”

Entenderemos que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais (O Grande Conflito, p. 539, 540 [651, 652]). 

PARA REFLETIR: Quando você fará uma pausa para agradecer a Deus pelo único meio pelo qual Ele poderia salvá-lo: o sacrifício do Seu Filho, Jesus Cristo?

https://youtu.be/ZCmvsPiARbA

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de agosto 

https:///meditacao/o-arbitro-de-todos-os-destinos/

Juízes 2 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 2

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 2 – A transigência resulta em fracasso. Isso é fato. “Cada página do livro [de Juízes] contribui para enfatizar essa verdade... As duas tribos e meia – Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés lamentavelmente já haviam transigido, ao preferirem se estabelecer em Gileade, a leste do Jordão. O primeiro capítulo de Juízes oferece-nos uma lista de oito conquistas incompletas de Judá, Benjamim, Manassés, Efraim, Zebulom, Aser, Naftali e Dã. As outras tribos, Issacar e Simeão, não foram mencionadas, mas supõe-se que seu comportamento tenha sido igual ao dos outros”, diz J. Sindlow Baxter.

Assim, na questão de salvação, todo cuidado é pouco! Em relação a má influências, a ordem de Deus é radical, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (2 Coríntios 6:14-15). Os exemplos negativos antigos servem de advertência para nós hoje, a fim de que tomemos devido cuidado, atendendo aos apelos divinos.

Os apóstolos conheciam o perigo de envolver-se com doutrinas espúrias, com evangelho adulterado. Por isso, suas ênfases são radicais, por exemplo:

• “Ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8).

• “Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus... Se alguém chegar a vocês e não trouxer esse ensino, não o receba em casa nem o saúdem. Pois quem o saúda torna-se participante das suas obras malignas” (2 João 9-11).

Embora a nação tenha chorado quando Deus delatou seus pecados (Juízes 2:1-5), em seguida o texto inspirado registra que não houve arrependimento genuíno. Logo após a morte de Josué, o povo despencou rumo à idolatria. Ao invés de influenciar, o povo de Deus era fortemente influenciado, promovendo um sincretismo religioso, o que acarretou fracasso para Israel (Josué 2:6-23).

A lição é nítida, “se dominarmos o mal de maneira incompleta no início, teremos constantes problemas com ele mais tarde e, em geral, acabaremos derrotados por ele no fim. Isso aconteceu com Israel. E vem acontecendo com outros. Devemos precaver-nos! Não é bom cutucar a onça com vara curta! É insensato abafar o pecado com panos quentes! A ordem divina para Israel foi severa, mas necessária. A nação acolheu o inimigo e viveu para arrepender-se disso”, analisa Baxter.

Tenhamos cuidado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 13 de agosto de 2022

O PADRÃO DE BONDADE

 O PADRÃO DE BONDADE

E Ele disse-lhe: “Por que Me chamas bom?” Mateus 19:17, ARC

O grande conflito entre o Príncipe da luz e o príncipe das trevas não arrefeceu um jota ou um til de seu ímpeto com o passar do tempo. O conflito árduo entre a luz e as trevas, entre o erro e a verdade, só aprofunda em sua intensidade. A sinagoga de Satanás se encontra extremamente ativa, e o poder enganador do inimigo trabalha da maneira mais sutil nesta era. Cada ser humano que não se entrega a Deus e não vive sob o controle do Espírito será pervertido pelos agentes satânicos. 

O inimigo trabalha sem parar, a fim de suplantar Jesus Cristo no coração humano e colocar seus atributos no caráter das pessoas, em lugar dos atributos divinos. Ele lança as suas fortes ilusões sobre a mente humana a fim de obter poder controlador, obscurecer a verdade e abolir o verdadeiro Padrão de bondade e justiça, para que o professo mundo cristão seja varrido para a perdição, separando-se de Deus. Ele trabalha para que o egoísmo tome conta do planeta, invalidando os efeitos da missão e obra de Cristo. 

Jesus veio ao mundo a fim de trazer de volta o caráter de Deus à humanidade e reimprimir na alma humana a imagem divina. Ao longo de toda sua vida, por meio do esforço contínuo e laborioso, Cristo buscou chamar atenção do mundo para Deus e Suas santas reivindicações, a fim de que os seres humanos se encham do Espírito de Deus, sejam movidos pelo amor e revelem tanto na vida como no caráter os atributos divinos. Cristo veio para ser luz, e luz do mundo; Sua vida foi de constante negação do eu e sacrifício pessoal. O Senhor Jesus valorizava cada ser humano e não conseguia suportar a ideia de uma pessoa perecer. Seu grande coração de amor envolvia o mundo inteiro e O levou a oferecer salvação completa a todos que Nele crerem. 

No caráter de Cristo se uniam majestade e humildade. Temperança e negação do eu eram identificadas em cada ato da Sua vida. Mas não havia traço algum de fanatismo nem autoridade fria manifesta na Sua conduta que diminuíssem a Sua influência junto àqueles com quem entrava em contato. O Redentor do mundo tinha uma natureza muito mais que angelical. Contudo, ligada à Sua majestade divina, havia mansidão e humildade que atraíam todos a Ele (Manuscrito 39, 1894). 

PARA REFLETIR: Jesus o valoriza e faz todo o possível para que você não se perca.

https://youtu.be/Ybdf76_UTTM

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-padrao-de-bondade/

Juízes 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Juízes 1

Comentário Pr Heber Toth Armí

JUÍZES 1 – O livro histórico de Juízes inicia apresentando o que deveria ter acontecido caso Israel seguisse devidamente às orientações sábias do Deus que planeja vitórias completas. Suas mensagens visam incentivar-nos a avançar na direção certa, sem espaço para estagnar. 

• Não podemos nos acomodar a certos vícios que adotamos pensando serem melhores e mais vantajosos que seguir os planos e estratégias celestiais.

O aspecto negativo de Juízes 1 é revelado nos versículos 16 a 36, onde apresenta o povo de Deus dando preferência à conveniência baseada na lógica humana em vez de perseverar na obediência ao Deus Onipotente. O foco em riquezas materiais e exploração de pessoas parecia ser o caminho do sucesso para os israelitas; porém, o resultado foi catastrófico, apenas fracasso – como indica o restante do livro.

Na verdade, o livro começa bem; com poderosos pontos positivos, apresentando exemplos que deveriam ter sido seguidos, deixando um forte legado para nós no século 21:

1. As tribos de Judá e Simeão uniram as forças a fim de derrotar o rei déspota cananeu Adoni-Bezeque (Juízes 1:1-8). 

• A união do povo de Deus com o Deus do povo resulta em forças para cumprir os propósitos divinos.

2. A família de Calebe corajosamente abriu caminho para que a tribo de Judá controlasse a região montanhosa. Otoniel, o sobrinho de Calebe que tornou-se genro, conquistou Debir; e junto com Calebe, expulsaram de Hebrom os filhos de Anaque (Juízes 1:9-15; 3:7-11). 

• As famílias devem possuir alvos elevados, apontados por Deus, e avançar na direção desses alvos.

Os primeiros versos de Juízes apresentam o povo consultando a Deus após a morte de Josué. Essa atitude deveria ser nosso estilo de vida todos os dias quando despertamos pela manhã para orientarmo-nos com Deus!

Observe como pode ser sintetizada a pedagogia divina:

• Egito=Escravidão: Lugar de opressão, medo, mundanismo e depravação espiritual.

• Deserto=Processo: Preparação, dependência, confiança, revelação e mudança de mentalidade.

• Reino=Liberdade: Terra Prometida, paz e justiça.

Como ser livre possuindo mentalidade de escravo? A grande lição que Israel deveria assimilar e nós também, é que após ser liberto por Deus, devemos aprender com Ele quanto ao quê fazer para desfrutar a liberdade; do contrário, a liberdade será ilusória, uma decepção.

Sejamos moldados pela Palavra, para vivermos os planos de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

O PACIENTE SOFREDOR

  O PACIENTE SOFREDOR

Certamente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si. Isaías 53:4

Por sobre o trono se revela a cruz; e como em vista panorâmica, aparecem as cenas da tentação e queda de Adão e os passos sucessivos no grande plano da redenção. O humilde nascimento do Salvador; Sua infância de simplicidade e obediência; Seu batismo no Jordão; o jejum e a tentação no deserto; Seu ministério público, desvendando às pessoas as mais preciosas bênçãos do Céu; os dias repletos de atos de amor e misericórdia, e as noites de oração e vigília na solidão das montanhas; as tramas de inveja, ódio e maldade, com que Seus benefícios eram retribuídos; a terrível e misteriosa agonia no Getsêmani, sob o peso esmagador dos pecados do mundo inteiro; Sua traição nas mãos da multidão assassina; os tremendos acontecimentos daquela noite de horror. O Prisioneiro que não opunha resistência, abandonado por Seus discípulos mais amados e rudemente empurrado pelas ruas de Jerusalém; o Filho de Deus triunfantemente exibido perante Anás, obrigado a comparecer ao palácio do sumo sacerdote, ao tribunal de Pilatos e diante do covarde e cruel Herodes, escarnecido, insultado, torturado e condenado à morte – tudo é vividamente retratado.

Em seguida, diante da multidão agitada, revelam-se as cenas finais: o paciente Sofredor trilhando o caminho do Calvário; o Príncipe do Céu suspenso na cruz; os sacerdotes arrogantes e a multidão zombadora escarnecendo de Sua agonia mortal; as trevas sobrenaturais; a Terra a tremer, as rochas despedaçadas e as sepulturas abertas, marcando o momento em que o Redentor do mundo rendeu a vida.

O terrível espetáculo mostra exatamente como aconteceu. Satanás, seus anjos e súditos não têm poder para se desviar da exibição de sua própria obra. Cada ator relembra a parte que desempenhou. Herodes, matando as inocentes crianças de Belém, para que pudesse destruir o Rei de Israel; a malvada Herodias, sobre cuja alma criminosa pesa o sangue de João Batista; o fraco e oportunista Pilatos; os soldados zombadores; os sacerdotes e as autoridades, e a multidão enfurecida que clamou: “Que o sangue Dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos!” (Mt 27:25) – todos contemplam a dimensão de seu crime. Em vão procuram se esconder da majestade divina de Seu rosto, mais resplandecente que o Sol, enquanto os remidos lançam suas coroas aos pés do Salvador, exclamando: “Ele morreu por mim!” (O Grande Conflito, p. 551, 552 [666, 667]). 

PARA REFLETIR: O registro da sua vida revelará o seu amor por um Salvador sofredor?

https://youtu.be/yAh_TKrxDKk

MEDITAÇÃO DIÁRIA

12 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-paciente-sofredor/

O SANTO SUBSTITUTO

 O SANTO SUBSTITUTO Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas doenças. Mateus 8:17 Com que intenso interesse foi essa luta...