segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Exemplo De Humildade

 Meditação Diária

Segunda-feira, 27 de setembro

EXEMPLO DE HUMILDADE

O jovem Samuel servia ao Senhor, perante Eli. 1 Samuel 3:1

Mesmo sendo levado para trabalhar no tabernáculo ainda muito jovem, Samuel tinha deveres a cumprir no serviço de Deus, de acordo com sua capacidade. No começo, essas responsabilidades eram bastante humildes e nem sempre agradáveis, mas ele as desempenhava da melhor maneira possível e com boa vontade. […]

Se as crianças fossem ensinadas a considerar a humilde rotina dos deveres de cada dia como o caminho que o Senhor lhes indica, como uma escola em que devem se preparar para a realização de um serviço fiel e eficiente, quanto seu trabalho lhes pareceria mais agradável e honroso! Cumprir cada dever como algo a ser feito para o Senhor traz beleza ao trabalho mais humilde e une os obreiros da Terra aos seres santos que realizam a vontade de Deus no Céu (Patriarcas e Profetas, p. 505).

A vida de Samuel desde a meninice tinha sido uma vida de piedade e devoção. Ele havia sido deixado sob o cuidado de Eli em sua juventude, e a bondade do seu caráter conquistou a afeição do idoso sacerdote. Ele era bondoso, generoso, diligente, obediente e respeitoso. O contraste entre a conduta do jovem Samuel e a dos próprios filhos do sacerdote era muito marcante, e Eli encontrava refrigério, conforto e bênção com a presença de seu tutelado. Era coisa singular que entre Eli, o supremo juiz da nação, e aquela simples criança pudesse existir tão cálida amizade. Samuel era prestativo e afetuoso, e nenhum pai jamais amou mais ternamente a um filho do que Eli a esse jovem. Ao sobrevirem a Eli as aflições da idade, Ele sentiu de maneira mais aguda o comportamento desalentador, condenável e indigno de seus filhos, e buscou em Samuel o conforto e apoio.

Quão tocante é ver jovens e velhos sentindo mútua dependência, o jovem buscando do idoso conselho e sabedoria, o idoso procurando no jovem ajuda e simpatia. Assim é que devia ser sempre. Deus gostaria que os jovens possuíssem qualificações tais de caráter que encontrassem prazer na presença amiga dos idosos, de modo que se unissem por ternos laços de afeição àqueles que estão se aproximando da sepultura (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 2, p. 1129, 1130).

A glória do ministério - 2 Coríntios 3

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 3

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);

• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);

• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);

• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);

• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);

• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);

• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);

• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);

• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);

• A glória do


ministério – sua pureza (6:11-7:1);

• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);

• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);

• É autenticado por Deus (vs. 4-6);

• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);

• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);

• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;

2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;

3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

domingo, 26 de setembro de 2021

Cristo Suportou A Cruz Por Nós

 Meditação Diária

Domingo, 26 de março

CRISTO SUPORTOU A CRUZ POR NÓS

E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Filipenses 2:8, NVI

Pela alegria que Lhe estava proposta, Cristo suportou a cruz, desprezando a afronta, e está para sempre assentado à destra de Deus. Morreu na cruz como sacrifício pelo mundo, e por esse sacrifício adveio a suprema bênção que Deus podia conceder: o dom do Espírito Santo. Essa bênção será dada a todos quantos receberem a Cristo.

O mundo caído é o campo de batalha do maior conflito que o Universo celestial e as potências terrestres já presenciaram. Foi designado como teatro da grande luta que se havia de travar entre o bem e o mal, entre o Céu e o inferno. Toda criatura humana desempenha uma parte nesse conflito. Ninguém pode ocupar terreno neutro. Os homens aceitarão ou rejeitarão o Redentor do mundo. Todos são testemunhas, a favor ou contra Cristo. Ele chama os que se acham sob Sua bandeira para que se empenhem com Ele na luta como fiéis soldados, de modo a herdarem a coroa da vida. Foram adotados como filhos e filhas de Deus. Cristo deixou-lhes a firme promessa de que grande será a recompensa no reino do Céu para os que partilham de Sua humilhação e sofrimento por amor da verdade.

A cruz do Calvário desafia, e há de afinal vencer todo poder terreno e infernal. Na cruz se concentram todas as influências, e dela todas as influências se irradiam. Ela é o grande centro de atração, pois nela Cristo deu a vida pela humanidade. Esse sacrifício foi oferecido a fim de restaurar o homem à sua perfeição original; e mais ainda. Foi feito para proporcionar-lhe inteira transformação de caráter, tornando-o mais que vencedor. Aqueles que, no poder de Cristo, vencerem o grande inimigo de Deus e do homem, ocuparão nas cortes celestiais uma posição acima dos anjos não caídos. […] Pois maior alegria do que a que se encontra em Cristo não pode haver (General Conference Bulletin, 1899).

Ellen G. White, 23/8/1956 e 2005

O pecado…

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 2

Comentário Pr Heber Toth Armí 

A introdução deste capítulo liga ao capítulo anterior; na qual temos a informação que o apóstolo Paulo…

• …não estava disposto a retornar a Corinto em tristeza (v. 1).

• …reconhecia que caso ele os entristecesse, em contrapartida, eles o alegravam (v. 2);

• …expôs que a alegria dos crentes promovia sua alegria (v. 3);

• …em vez de visitá-los em clima de tristeza, escreveu-lhes, chorando, não para entristecê-los, mas para mostrar-lhes seu amor (v. 4).

O amor requer cuidados, promove a paz baseando-se na justiça a qual gera harmonia entre os crentes e Deus. A bênção divina se manifesta numa igreja que lida corretamente com o pecador, e erradica radicalmente ao pecado.

Na anterior carta de Paulo aos crentes de Corinto (I Coríntios 5), foi tratado do problema de um jovem que cometera incesto com a mulher de seu pai, ou seja, mantinha relação sexual com sua madrasta. Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo ordenou veementemente à igreja disciplinar duramente a esse jovem, orientando à comunidade a:

• …entregá-lo a Satanás visando à destruição da carne;

• …lançar fora o fermento estragado;

• …expulsar da comunidade o transgressor dos princípios sexuais.

Contudo, nessa ocasião, Paulo também orientou à comunidade eclesiástica a:

• …chorar;

• …julgar o pecado; e,

• …remover o pecado.

Nesta segunda carta, o apóstolo volta ao mesmo assunto; e, destaca três fatos, conforme observa Hernandes Dias Lopes: O pecado…

• …não tratado produz tristeza nos obreiros de Deus (v. 5);

• …não tratado produz tristeza na igreja de Deus (v. 5);

• …precisa ser confrontado e o faltoso precisa ser disciplinado (v. 6).

Como para Deus não há caso perdido, toda disciplina, por mais dura que seja, precisa restaurar ao pecador; por isso, o perdão da igreja deve ser oferecido ao transgressor. Warren W. Wierbe destaca: A igreja deve…

• …perdoar o transgressor por amor a ele/Paulo, pois o perdão cura corações feridos (vs. 7-8).

• …reafirmar seu amor pelo irmão perdoado por amor ao Senhor (vs. 9-10);

• …perdoar o transgressor por amor à própria igreja (v. 11).

Paulo sabia que Deus o conduzia e o usava para edificar a igreja de Cristo (vs. 14-17). Aprendamos com esse grande apóstolo e, reavivemos nosso compromisso com o sacrifício de Cristo que liberta-nos de nossos pecados!

Após ser perdoado, não dê novamente espaço ao pecado! – Heber Toth Armí.

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sábado, 25 de setembro de 2021

O Que É O Arrependimento?

  Meditação Diária

Sábado 25 de setembro

O QUE É O ARREPENDIMENTO?

Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Atos 2:37, 38

Quando me arrependo, mudo minha maneira de pensar e de sentir; há mudança até em minha atitude, e a própria direção de minha vida é modificada. Afasto-me do pecado para servir a Deus. Isso não é natural em nós nem podemos fazê-lo quando queremos. O natural é ocultarmos o pecado.

“O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará” (Pv 28:13). Não prosperamos mesmo. A vida espiritual estaciona quando não nos arrependemos. Sem confissão sincera, o pecado fica sempre diante de nós (Sl 51:3). Não como uma acusação, mas como um desvio. É uma verdadeira tendência, persistente, com uma força superior. Esse sentimento sombrio nos arrasta e não podemos fazer nada para impedi-lo. Para acabar com isso, Deus nos concede o arrependimento por meio de Jesus Cristo.

“O Deus de nossos pais”, disse Pedro ao Sinédrio, “ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-O num madeiro. Deus, porém, com a Sua destra, O exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (At 5:30, 31).

No arrependimento, sentimos uma espécie de tristeza. Não a confusa e destruidora tristeza que o pecado deixa, mas uma tristeza em harmonia com Deus. Ela surge quando o Espírito Santo nos ajuda a compreender toda a maldade do pecado, e nos induz a reconhecê-lo.

“Agora, me alegro”, dizia Paulo aos Coríntios, “porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, […] porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação” (2Co 7:9, 10).

A tristeza do pecado é diferente. Confusa e difícil. Destruidora e perversa. Davi a expressou de forma dramática, porque o pecado é uma contaminação destrutiva. Nesse processo, ele aniquila todo nosso ser interior.

“Enquanto calei os meus pecados”, dizia Davi, “envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. […] E o meu vigor se tornou em sequidão de estio” (Sl 32:3, 4).

Mas, quando confessamos nosso pecado, Deus nos restitui a alegria, e voltamos a viver.

Mario Veloso, 17/5/1997

Segunda carta de Paulo aos Coríntios

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Deveríamos aplicar os ensinamentos bíblicos à nossa vida assim que o recebermos.

Ao lermos esta segunda carta de Paulo aos Coríntios, notemos que:

Os crentes parecem ter colocado seu comportamento em harmonia com as exortações de Paulo na primeira carta destinada a eles.

Outros problemas surgiram, talvez, em algumas questões, a situação da igreja tenha se agravado: Adentraram intrusos que questionaram a liderança e a teologia de Paulo.

Paulo se propôs a ir a Corinto para resolver tais problemas pessoalmente. Visando preparar os crentes para isso, eis o propósito desta carta em análise.

Paulo muda o itinerário outrora traçado em prol dos crentes de Corinto. Às vezes devemos deixar alguns planos e substituí-los por outros (vs. 15-16; ver I Coríntios 16:5-6).

Paulo revela seu sofrimento e sua experiência com o conforto oriundo do próprio Deus; isso deixa evidente que nenhum recurso humano pode providenciar consolo e refúgio de paz e alegria que tanto clama o coração humano (vs. 1-11).

Diante de falsas acusações de falsos cristãos, Paulo alegou consciência limpa perante Deus (vs. 12-14);

Paulo apresentou a sinceridade de suas intenções de realmente visitá-los, e isso não era demagogia da parte dele apregoada pelos críticos de seu trabalho (vs. 15-16).

Paulo não joga com a mesma estratégia dos críticos, mas com a de Cristo; a qual é explicar, não acusar, como faz Satanás (vs. 17-22; cf. Apocalipse 12:10).

O líder verdadeiro que é servo genuíno de Cristo está mais do que disposto a contribuir com a salvação de seus opositores (vs. 23-24).

A Trindade atua com o objetivo de restaurar pecadores de todos os tipos. Nos versículos 20-22 temos:

Deus PROMETE salvação;

Jesus é a garantia dessa PROMESSA;

O Espírito Santo sela a CERTEZA da promessa em nosso coração.

Em II Coríntios “Paulo insiste constantemente na presença de realidades contrastantes, até contraditórias, em Cristo, no apóstolo e no cristão: sofrimento e consolação (1:3-7; 7:4); morte e vida (4:1-12; 6:9); pobreza e riqueza (6:10; 8:9); fraqueza e força (12:9-10). Tal é o mistério pascal, a presença de Cristo ressuscitado em meio ao mundo antigo de pecado e de morte (cf. 1Cor 1-2)” (Comentário Bíblia de Jerusalém).

Embora oponentes busquem nossa destruição, no Onipotente temos consolação! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Não Dobrar Os Joelhos A Baal

 Meditação Diária

Sexta-feira, 24 de setembro

NÃO DOBRAR OS JOELHOS A BAAL

Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal. 1 Reis 19:18

Elias era uma pessoa notável, um dos maiores homens do Antigo Testamento. Possuía força de caráter e vigor incomuns. Viveu em tempos difíceis. Quase todo o Israel, conduzido por Acabe e pela rainha Jezabel, havia caído em idolatria profunda.

Por meio desse homem excepcional, Deus combateu os males existentes e restaurou o verdadeiro culto a Jeová. Jezabel jurou matar o profeta. Fugindo para salvar a vida, Elias se escondeu numa caverna. Ele declarou para Deus que era o único que havia permanecido fiel. Em resposta, o Senhor lhe assegurou que havia ainda 7 mil que não haviam se dobrado a Baal e que Lhe eram fiéis.

Em nossos dias, há um grande número de quem se pode dizer o mesmo, pessoas que mantêm sua integridade diante de Deus. Há exércitos de jovens que podem dizer com legitimidade: “Em nada considero a vida preciosa […], contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20:24).

Quando o exército dos midianitas se dirigiu para destruir Israel, Gideão tinha 32 mil homens. Deus os reduziu a 300. Eram homens que não recuariam e jamais se comprometeriam. Prosseguiriam sempre em nome do Senhor e confiando Nele. Com esses poucos, Deus derrotou os midianitas. É assim que Deus age sempre. Ele não depende de números. Chama homens que se disponham a ficar firmes haja o que houver.

Em toda parte, pessoas se curvam a Baal. Estamos preparados para ficar ao lado de Deus? Ele quer saber se estamos inteiramente a Seu lado ou se estamos com um pé na igreja e o outro fora. Não podemos fazer progredir a causa de Deus mais depressa do que progredimos nós mesmos em nossa vida espiritual. As maiores derrotas ocorrem sempre na linha de menor resistência.

Há hoje milhares de cristãos cujo relacionamento com Deus é uma força dinâmica na vida. Eles falam ousadamente em favor de Cristo. Não ficam fazendo pronunciamentos em torres de marfim a respeito da verdade. São pessoas reais que estão preparadas para testemunhar de Cristo em qualquer lugar. Como eles, devemos lutar ao lado de Miguel e Seus anjos. Só a luz pode lutar com os poderes das trevas.

Edward Heppenstall, 9/12/1976

Exemplo De Humildade

  Meditação Diária Segunda-feira, 27 de setembro EXEMPLO DE HUMILDADE O jovem Samuel servia ao Senhor, perante Eli. 1 Samuel 3:1 Mesmo sendo...