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domingo, 16 de dezembro de 2018

Um hino de vitória- Êxodo 15

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica-
Êxodo 15
Comentários Bíblicos: Pr. Heber Toth Armí

Um hino de vitória

Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.

É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.

Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.

Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:

• Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);

• Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);

• Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);

• Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);

• Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).

Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.

Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).

Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).

1. Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;

2. Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.

Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

Dos Dissabores Para um Reino de Paz

Refletindo a Cristo
16 de dezembro
Dos Dissabores Para um Reino de Paz


Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina. … Porque Ele faz a ferida e Ele mesmo a ata; Ele fere, e as Suas mãos curam. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará. Jó 5:17-19.

Mas quando nos sobrevém a tribulação, quantos de nós são como Jacó! Julgamos ser a mão de um inimigo; e na escuridão lutamos cegamente até ter gasto as forças, sem encontrarmos conforto nem libertação. O toque divino em Jacó ao raiar do dia, revelou Aquele com quem estivera lutando – o Anjo do concerto; e pranteando, deixou-se cair impotente nos braços do Infinito Amor, para receber as bênçãos que sua alma anelava. Também nós precisamos aprender que as provações significam benefício, e não desprezar o castigo do Senhor, nem desfalecer quando somos por Ele repreendidos. […]

Não é vontade de Deus que nos mantenhamos subjugados pela muda tristeza, coração ferido e quebrantado. Ele quer que olhemos para cima e Lhe contemplemos a serena face de amor. O bendito Salvador Se põe ao lado de muitos, cujos olhos estão tão cegados pelas lágrimas, que nem O discernem. Deseja tomar-nos pela mão, e que O olhemos com fé simples, permitindo que Ele nos guie. Seu coração abre-Se às nossas dores, tristezas e provações. Amou-nos com amor eterno e com amorável benignidade nos atraiu. Podemos fazer descansar sobre Ele o coração e meditar o dia todo em Sua amorável benignidade. Ele erguerá a alma acima dos diários dissabores e perplexidades, a um reino de paz.

Pensai nisto, filhos do sofrimento e da dor, e regozijai-vos em esperança: “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1João 5:4).

Bem-aventurados são também os que choram com Jesus, em simpatia com os entristecidos do mundo, e em tristeza pelo pecado. Desse pranto não participa nenhum pensamento egoísta. Jesus foi o Varão de dores, suportando angústia de coração tal que nenhuma linguagem poderá retratar. Seu espírito foi ferido e moído pelas transgressões do homem. Afadigou-Se em zelo consumidor para aliviar as necessidades e infortúnios da humanidade, e o Seu coração pesava de tristeza ao ver multidões recusarem ir a Ele para que vivessem. Todos os que são seguidores de Cristo terão parte nesta experiência. Ao participarem de Seu amor, entrarão para o Seu serviço a fim de salvar os perdidos. Participam dos sofrimentos de Cristo e também participarão da glória que há de ser revelada. Unidos com Ele em Sua obra, com Ele sorvendo o cálice da amargura, são também participantes de Sua alegria. […]

O Senhor tem graça especial para outorgar ao que pranteia, graça cujo poder é abrandar corações e ganhar almas. O Maior Discurso de Cristo, págs. 11-13.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, Pág. 356

sábado, 15 de dezembro de 2018

Seu ilimitado poder- Êxodo 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 14Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Seu ilimitado poder

Há neste texto estupendas orientações espirituais. Este capítulo “é uma das passagens mais emocionantes da Bíblia”, destaca William MacDonald.

Acompanhe este emocionante relato; antes, porém, observe estes pontos propostos por Eugene H. Merril:

1. Mais uma vez Deus endureceu o coração do faraó, de modo que, pela sua derrota, o Egito soubesse que Javé é Deus (vs. 1-18);
2. Através de uma noite inteira de angústia, a presença do Senhor guardou Israel dos exércitos do Egito (vs. 19-20)

3. Então Javé, no ato redentor mais maravilhoso do AT, abriu o mar para que Seu povo passasse com segurança, enquanto seus inimigos pereciam (vs. 21-31).

Esta passagem fala dos limites humanos que dão oportunidade de Deus revelar Seu ilimitado poder (vs. 1-4). Demonstra que embora inimigos de Deus alcancem Seu povo que o medo pareça estrangular a fé, demonstrar confiança nas ordenanças de Deus possível a vitória que parecia impossível (vs. 5-14).

Um homem de fé faz toda a diferença em uma nação desnorteada, aflita e desesperada. A voz de Moisés ecoando imperativamente apelando ao povo que “marche” frente ao mar deve motivar-nos a entregar-nos a Deus como instrumento Seus a fim de ver milagres acontecerem: O mar se abriu em dois para dois milhões de pessoas passarem (vs. 15-22).

A tentativa frustrada dos egípcios deve gravar em nosso coração e razão que é loucura/idiotice batalhar contra Deus mesmo que tenhamos à nossa disposição o melhor, mais bem preparado e equipado exército do mundo. Quando Deus entra em cena e faz justiça, a salvação do povo de Deus está na destruição de Seus inimigos (vs. 23-31).

Compartilho mais: Em minha Bíblia anotei frases de um sermão que ouvi deste capítulo:

• A fé é o medo de joelho clamando a Deus por ajuda (vs. 9-10);
• O problema do ponto-de-vista humano foi a solução oportuna para Deus revelar Seu poder (vs. 11-12);
• Deus não ajuda a quem se ajuda, Ele ajuda a quem não pode se ajudar (vs. 13-14);
• Nossos extremos são as oportunidades de Deus (vs. 15-16).

Erwin Lutzer enfatiza que...

• Deus nos conduz a lugares de aperto;
• Em cada lugar apertado Deus provê uma forma de escape;
• Nossos lugares apertados devem tornar-se os lugares apertados de Deus.

Sendo Deus poderoso: Que impede reavivar-nos? – Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

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