segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Pronto para vencer

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de novembro

Pronto para vencer

Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos. Neemias 6:9

Seria ótimo se nossas ações e intenções sempre recebessem a aprovação das pessoas. Esperar que isso aconteça, entretanto, é utopia, mesmo quando investimos o melhor que há em nós. Não faltarão pessoas dispostas a criticar, questionando nossos motivos mais puros, tentando desanimar ou mesmo combatendo em franca oposição. O pior mesmo é quando é aceso o chamado “fogo amigo”, expressão originada no ambiente militar e utilizada em guerras, quando um ataque ou bombardeio atinge aliados e até soldados do mesmo exército. Geralmente, essa anormalidade é causada por engano estratégico ou erro de interpretação. Atualmente, porém, a expressão também é utilizada como referência a casos de traição.

A desagradável surpresa ocasionada por esse tipo de “fogo” é justamente por que ele é “amigo”. Ninguém o espera, diferentemente do “fogo inimigo”. Esse já é esperado da parte de opositores. As melhores ações e intenções em favor do bem incomodam sempre os aliados do mal, que também sabem ser ativos e incendiários.

Neemias enfrentou o “fogo inimigo” ateado por Sambalate, Tobias e Gesém, opositores na reconstrução do muro de Jerusalém. Eles fizeram tudo para fazê-lo desistir de seu propósito, utilizando inclusive mentiras e propondo um encontro “pacífico”. Neemias, porém, concentrava-se na importância e na excelência de seu trabalho, o que não lhe deixava tempo para dar ouvidos às artimanhas, muito menos se impressionar com elas. Era homem de fé, oração e propósito. Em sua interação com Deus, ele obteve sabedoria suficiente para saber distinguir a natureza das ameaças e se dedicar mais e mais ao “grande projeto” que foi chamado a executar.

Possuidor de caráter humilde, Neemias sabia que, para cumprir sua missão, dependia inteiramente de Deus. E orou: “Fortalece as minhas mãos.” É com esse sentimento que devemos viver e trabalhar. Em nossas lutas, podemos recorrer a Deus e achá-Lo. Por meio de fervorosa oração, podemos receber graça, sabedoria e poder para silenciar adversários, neutralizar ameaças, apagar “fogos amigos” e “inimigos”. Mas a prece de Neemias é ainda mais pertinente em relação a nossas lutas espirituais particulares. Enquanto o inimigo maior insiste em nos desanimar, podemos recorrer a Deus e achar socorro “em ocasião oportuna” (Hb 4:16).

Lição de Fidelidade - Jeremias 35

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Jeremias 35

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Sermões com ilustrações práticas são recursos divinos para Deus apelar à fidelidade de Seu povo. Certamente precisamos desse sermão de Jeremias nos dias de hoje.

Jeremias recebe incumbência divina de dar uma ponderosa lição de fidelidade ao povo infiel ao Deus verdadeiro (vs. 1-2). O profeta deveria convocar um grupo dos descendentes de Recabe, que receberam fortes influências de Jonadabe havia cerca de 300 anos, o qual auxiliara Jeú a exterminar o culto ao deus Baal, no Reino do Norte em 841 a.C. (II Reis 10:15-28).

Os recabitas tinham parentesco com o sacerdote queneu, Jetro, sogro de Moisés (Juízes 1:16; 4:11). Jonadabe, filho de Recabe, deu instruções, nas quais seus descendentes preservaram e permaneceram fieis por séculos. As regras eram:

1. Não beber vinho;

2. Não construir casas;

3. Não cultivar a terra;

4. Habitar em tendas como nômades, para viverem bem e prosperarem.

Num contexto de guerra, conquistas, lutas por poder, etc., Jonadabe viu na vida simples uma forma de sobreviver; então, passou esse estilo de vida a seu povo. O vinho arruína a família, possuir casas e plantações dificulta quando precisassem deslocar-se devido às políticas das nações e Impérios.

Como havia perigo por todos os lados nos dias de conquistas do Império Babilônico, os recabitas buscaram abrigo em Jerusalém (v. 11).

Aproveitando que estavam entre eles, Jeremias convida-os a passarem uma lição aos judeus infiéis na frente dos líderes espirituais, no Templo. Eles deram um impactante exemplo de fidelidade ao recusarem o pedido de Jeremias. Eles não beberam vinho, não cederam à solicitação do profeta (vs. 3-10).

Deus usa o sermão prático dos recabitas para revelar Sua indignação ao Seu povo infiel, e explicar a razão da deportação deles ao exílio (vs. 12-17). Entretanto, antes dos recabitas se retirar, Jeremias proferiu bênção eterna aos dedicados e perseverantes descendentes de Jonadabe (vs. 18-19).

Pergunto:

• Nosso estilo de vida baseia-se na Palavra de Deus ou nas filosofias do inferno?

• Os valores transmitidos aos filhos são bíblicos ou mundanos, paganizados?

• Nossa fidelidade é evidente e exclusiva para Deus ou para coisas supérfluas?

• Perdemos tempo com tudo, consequentemente não investimos na Palavra de Deus?

Não devemos ignorar a mensagem nem os mensageiros de Deus; pois, assim tapamos os ouvidos para Deus. Reavivemos nossa fidelidade! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz


domingo, 29 de novembro de 2020

Os notáveis de Deus

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

29 de novembro

Os notáveis de Deus

Os que forem sábios, pois, resplendecerão com o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Daniel 12:3

Viagens turísticas às vezes incluem visitas a túmulos e monumentos de personagens notáveis da História, e a museus nos quais podem ser vistos objetos que pertenceram a eles. Muitos deles realizaram façanhas memoráveis; outros, porém, se destacaram por feitos negativos. Nos dois casos, nada mais ficou além dos restos mortais.

Nestes dias de fácil exposição midiática, muitos parecem dispostos a pagar todo e qualquer preço por um lugar sob os holofotes. O resultado é um desfile de “celebridades”, no mundo artístico, político, social e mesmo religioso, que nada têm a oferecer além de migalhas para satisfação popular. E não faltam louvor e exaltação a essas figuras. Considerando a fragilidade do material com que essas “celebridades” são constituídas, muitas parecem evaporar em pouco tempo, dando lugar a outras que seguem o mesmo caminho.

Contudo, há um grupo de pessoas autênticas, verdadeiramente célebres, cuja influência da vida e dos feitos não será passageira. Desse grupo, você e eu podemos fazer parte. Em Daniel 12, depois de haver descrito em detalhes a história do mundo, o profeta mostra o clímax da vitória do povo de Deus, sob a regência de Miguel, “o grande príncipe” (v. 1), nosso divino Salvador. Ali, Daniel apresentou os verdadeiros sábios e heróis, astros e estrelas do Universo de Deus: “Os que forem sábios, pois, resplendecerão com o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (v. 3).

O julgamento, o reconhecimento e a recompensa do Céu não são de acordo com os padrões terrestres. A sabedoria dos sábios e heróis de Deus vai além do que é terreno. Eles são sábios nas coisas espirituais. Sábios para conhecer a própria condição pecaminosa, entender os riscos dessa condição, conhecer Cristo e recorrer a Ele, aceitando-O como Salvador e Senhor. Inspirados por essa experiência, são sábios o suficiente para conduzir muitos “à justiça”, a mesma que lhes foi atribuída, tendo como base a fé exercida em Cristo Jesus. O sábio Salomão escreveu: “O fruto do justo é árvore da vida, e o que ganha almas é sábio” (Pv 11:30). Esses heróis não passarão. Entre os salvos, eles serão as estrelas refulgentes por toda a eternidade.

Advertências -Jeremias 34

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremias 34

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Quem não aprende a libertar, precisará aprender quando estiver no cativeiro. Deus proclamou libertação aos escravos, os líderes do povo de Deus ignoraram.

• Leia com atenção!

Misericordiosamente Deus usa Seus mensageiros para advertir aos pecadores objetivando a salvação deles. Em Jeremias 34:1-7 o profeta exorta o rei Zedequias pedindo-lhe que se renda à Babilônia.

A rejeição à misericórdia de Deus resulta no desprezo às palavras de Seus mensageiros. Consequentemente, as atitudes de um líder desobediente são vistas na opressão de seus semelhantes. Zedequias oprime israelitas, escravizando-os (Jeremias 34:8-16). Além de pecar contra seu próprio povo, o rei do povo de Deus peca contra a própria palavra divina, revelada em Êxodo 21:1-11.

Quem não tem interesse pelas elevadas instruções e sábias revelações divinas, certamente agirá conforme seus próprios interesses, que são egoístas, mesquinhos e resultam em problemas com as pessoas e com Deus. Quando Nabucodonosor cercava a cidade de Jerusalém, Zedequias concordou em libertar os escravos. Ao se retirar o exército babilônico, Zedequias achou conveniente sujeitar a escravidão novamente ao seu próprio povo. Assim, o nome de Deus foi profanado, então, as consequências horrendas seriam inevitáveis (Jeremias 34:17-22).

Reflita:

• Quando a Palavra de Deus é desonrada, as atitudes em relação ao próximo se tornam erradas.

• Quando a misericórdia de Deus é ignorada, as consequências das atitudes erradas chegarão como forte enxurrada.

• Quando não se valoriza a Palavra de Deus automaticamente não prioriza as orientações que apontam para bênçãos, paz e felicidade; então, terá que aprender a importância de ouvir a Palavra de Deus nos exílios da vida.

• Quando se age pela conveniência pessoal, pela lógica humana ou pelo que parece óbvio em vez de consultar a Deus e a Sua Palavra, a sociedade vira um caos, a opressão surge de onde deveria existir libertação, e a opressão invade a vida de todos.

• Quando se rejeita oportunidades de arrependimento, as pessoas se arrependerão de não ter-se arrependido; pois, as consequências não perdoam aos inconsequentes.

A liberdade dada por Deus deve ser usada para demonstrar nossa lealdade a Ele e a Sua Palavra.

Se assim fizermos nossa atitude será nobre em relação ao próximo, viveremos o padrão divino em um ambiente humano. Nossa sociedade perceberá que somos diferentes e assim testemunharemos alegremente de nosso Deus! – Heber Toth Armí.

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sábado, 28 de novembro de 2020

Tempo de livramento

MEDITAÇÃO DIÁRIA

28 de novembroTempo de livramento

Tempo de livramento

Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor que, hoje, vos fará; porque os egípcios, que hoje vedes, nunca mais tornareis a ver. Êxodo 14:13

Às vezes pagamos caro pela tentativa de resolver situações complicadas agindo sob o calor das emoções, especialmente negativas. Devemos utilizar todos os recursos disponíveis na solução de problemas, com a perspectiva de êxito; mas existem circunstâncias diante das quais tudo o que temos a fazer é esperar. Convém nos lembrarmos de que, conforme disse o próprio Deus, “na quietude e na confiança está o seu vigor” (Is 30:15, NVI).

Tão logo deixaram o Egito, os israelitas tiveram que enfrentar esse teste. Seguindo a ordem divina, eles acamparam em Pi-Hairote, perto do mar, e acabaram alcançados pelo exército egípcio. A situação era dificultada pelo cerco formado pelo mar, a montanha e o exército inimigo. Nada lhes restava, senão a expectativa de destruição ou a operação de um milagroso livramento. A incredulidade deles os fez visualizar o pior. E se abriram em lamentos, pensando que haviam sido preservados pelo sangue do cordeiro pascal apenas para que fossem sepultados no deserto.

A fé e a serena confiança de Moisés viram a infalibilidade do cuidado de Deus. Com palavras carregadas de consolo e ânimo, ele respondeu à murmuração, conforme registrado em nosso verso de hoje. O líder estava certo de que a perseguição empreendida pelos egípcios a Israel era parte do plano de Deus, tendo em vista a glorificação de Seu nome (Êx 14:4). Tinha fé sólida para acreditar em uma libertação, cuja forma era impossível imaginar. Era certo que o Senhor agiria. A incredulidade cria ou supervaloriza as dificuldades, impedindo-nos de ver a salvação divina. A fé eleva a alma acima das dificuldades, coloca-nos mais perto de Deus e nos habilita a permanecer destemidos, firmes e serenos, esperando Nele. Sem precipitações nem desespero.

Sempre que nos deparamos com grandes desafios e dificuldades ameaçadoras é natural que o medo se imponha a nós. Entretanto, não devemos permitir que ele assuma o controle. O medo nos enerva, deixa ansiosos, mas deve ser vencido com fervente e confiante oração. O medo não deve abalar nossa fé e nossa confiança no Deus do impossível. Então, esperemos o que Ele nos dirá. Deus sabe como nos tirar do redemoinho que permite vir sobre nós.

Foi assim que o mar se abriu, e o povo passou livre. Assim o Senhor nos dirá o que fazer quando estivermos diante de nossos “mares”. E, conforme se diz, se eles não se abrirem, Deus até pode nos surpreender, fazendo-nos passar por sobre as águas.

Mensagem De Esperança - Jeremias 33

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremias 33

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Se com nossos pecados, transgressões e insubmissão às orientações de Deus nosso choro pode durar uma noite, pela graça, misericórdia e bondade de Deus, a alegria certamente vem pela manhã (Salmo 30:5).

Ainda que as alianças com Deus sejam desprezadas e quebradas, Deus a renova. A graça divina nos livra de nossa desgraça. O perdão de Deus nos livra da condição precária que o pecado nos conduz. A disciplina divina visa despertar nossa vida a uma realidade que até então não foi percebida. O plano de Deus para nós é maior que nossas mais ousadas ambições.

Reflita:

• Reiteração da mensagem de esperança ao povo judeu aponta para um tempo quando Deus derrotaria a nação (Babilônia) que derrotou o Seu povo (os judeus). Além da restauração, Deus oferecerá Seu perdão aos transgressores de Seu povo (vs. 1-8).

• Promessa de restauração amplia a noção de remanescente fiel em Jerusalém. Um reavivamento se dará pela dinâmica e direta ação de Deus na Terra, a qual será tão gloriosa e impactante a tal ponto de atrair, inclusive, gentios de muitas partes do mundo para a adoração do Senhor (vs. 9-13).

• Confirmação das promessas antigas revela que nada impede Deus de realizar Seus planos no mundo, nem mesmo pecados e suas consequências na vida de Seu povo inconsequente. Mesmo que para isso seja necessário o próprio Deus entrar em cena, liderar diretamente e reinar como descendente de Davi para que Suas palavras se cumpram (vs. 14-26).

Deus não mede esforços para nos salvar. Ele fortalece Seu argumento com ilustrações visíveis:

• A promessa da perpetuidade da dinastia davídica e do sacerdócio levítico é tão firme quanto são o dia e a noite: Jesus é o descendente de Davi que viverá para reinar eternamente. Seu sacerdócio é mais nobre que o sacerdócio levítico.

• A aliança de Deus com Seu povo é tão fixa quanto as leis que regem a natureza. Deus não rejeita ao pecador, nem abandona quem O abandona. Sua igreja do Antigo Testamento aumentaria sob a regência de Cristo no Novo Testamento (Romanos 9-11).

Se Deus tivesse desistido dos pecadores já há muito tempo não haveria oportunidade de salvação para nenhum de nós. Portanto, aproveitemos que a graça está disponível para livrarmo-nos de nossas desgraças!

“Senhor, restaura-nos!” – Heber Toth Armí.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Corações aquecidos

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

27 de novembro

Corações aquecidos

E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras? Lucas 24:32

Espero que você não tenha tido grandes decepções na vida, especialmente ao esperar muito de alguma pessoa. No entanto, caso isso tenha acontecido, será que consegue se lembrar da maior delas? A Bíblia relata a grande decepção que os discípulos tiveram quando viram Jesus ser crucificado. O que torna esse fato ainda mais impressionante é sabermos que eles foram repetidamente instruídos sobre o assunto. Cristo morreria, seria sepultado e ressuscitaria três dias depois.

Apesar de tudo o que tinham ouvido, dois discípulos seguiam pelo caminho de Emaús perdidos em seu mundo de tristeza, desapontamento e decepção, diante de tudo o que havia acontecido nos últimos dias. Quase posso ouvir o doloroso suspiro de frustração enquanto, talvez com a voz embargada, diziam ao “estranho” que deles se aproximou: “Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam” (Lc 24:21). Em realidade, a decepção resultou das expectativas incorretas alimentadas por eles. Lembre-se: a redenção à qual se referiam tinha a conotação política da libertação do jugo romano, em que tinham apostado todas as esperanças.

Como foi possível eles não reconhecerem aquele “estranho” que, com sabedoria inigualável, iluminava a mente deles com a luz das Escrituras? Esse é o risco que também corremos quando nos deixamos subjugar pelas decepções que a vida nos traz. Perdemos muito, às vezes, não reconhecendo Aquele que Se aproxima de nós com o bálsamo da esperança. Cristo sempre vem a nós, a fim de que abramos o coração a Ele. Jesus não nos repele por causa de nossas dúvidas. Um gesto de repreensão de Sua parte, ao contrário de significar repulsa, apenas nos coloca no rumo certo para entender o desconhecido. Somente o fato de saber que Ele nos ouve deveria ser suficiente para aliviar o coração, antes mesmo de obtermos a resposta.

Mais tarde, quando finalmente eles O reconheceram, lembraram-se do que sentiram enquanto O ouviam: “Não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava?” À voz do Salvador, o coração congelado pela dor começava a arder, fazendo brilhar a esperança. Todo seguidor de Cristo sabe muito bem o quanto a comunicação com Ele é preciosa; como o coração é iluminado e aquecido ao ouvir sobre Ele e Seu amor, quando a assustadora escuridão o envolve. Não troque essa experiência por nada no mundo.

Pronto para vencer

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