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domingo, 16 de dezembro de 2018

Um hino de vitória- Êxodo 15

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica-
Êxodo 15
Comentários Bíblicos: Pr. Heber Toth Armí

Um hino de vitória

Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.

É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.

Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.

Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:

• Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);

• Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);

• Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);

• Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);

• Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).

Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.

Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).

Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).

1. Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;

2. Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.

Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí
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Dos Dissabores Para um Reino de Paz

Refletindo a Cristo
16 de dezembro
Dos Dissabores Para um Reino de Paz


Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina. … Porque Ele faz a ferida e Ele mesmo a ata; Ele fere, e as Suas mãos curam. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará. Jó 5:17-19.

Mas quando nos sobrevém a tribulação, quantos de nós são como Jacó! Julgamos ser a mão de um inimigo; e na escuridão lutamos cegamente até ter gasto as forças, sem encontrarmos conforto nem libertação. O toque divino em Jacó ao raiar do dia, revelou Aquele com quem estivera lutando – o Anjo do concerto; e pranteando, deixou-se cair impotente nos braços do Infinito Amor, para receber as bênçãos que sua alma anelava. Também nós precisamos aprender que as provações significam benefício, e não desprezar o castigo do Senhor, nem desfalecer quando somos por Ele repreendidos. […]

Não é vontade de Deus que nos mantenhamos subjugados pela muda tristeza, coração ferido e quebrantado. Ele quer que olhemos para cima e Lhe contemplemos a serena face de amor. O bendito Salvador Se põe ao lado de muitos, cujos olhos estão tão cegados pelas lágrimas, que nem O discernem. Deseja tomar-nos pela mão, e que O olhemos com fé simples, permitindo que Ele nos guie. Seu coração abre-Se às nossas dores, tristezas e provações. Amou-nos com amor eterno e com amorável benignidade nos atraiu. Podemos fazer descansar sobre Ele o coração e meditar o dia todo em Sua amorável benignidade. Ele erguerá a alma acima dos diários dissabores e perplexidades, a um reino de paz.

Pensai nisto, filhos do sofrimento e da dor, e regozijai-vos em esperança: “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1João 5:4).

Bem-aventurados são também os que choram com Jesus, em simpatia com os entristecidos do mundo, e em tristeza pelo pecado. Desse pranto não participa nenhum pensamento egoísta. Jesus foi o Varão de dores, suportando angústia de coração tal que nenhuma linguagem poderá retratar. Seu espírito foi ferido e moído pelas transgressões do homem. Afadigou-Se em zelo consumidor para aliviar as necessidades e infortúnios da humanidade, e o Seu coração pesava de tristeza ao ver multidões recusarem ir a Ele para que vivessem. Todos os que são seguidores de Cristo terão parte nesta experiência. Ao participarem de Seu amor, entrarão para o Seu serviço a fim de salvar os perdidos. Participam dos sofrimentos de Cristo e também participarão da glória que há de ser revelada. Unidos com Ele em Sua obra, com Ele sorvendo o cálice da amargura, são também participantes de Sua alegria. […]

O Senhor tem graça especial para outorgar ao que pranteia, graça cujo poder é abrandar corações e ganhar almas. O Maior Discurso de Cristo, págs. 11-13.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, Pág. 356

sábado, 15 de dezembro de 2018

Seu ilimitado poder- Êxodo 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 14Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Seu ilimitado poder

Há neste texto estupendas orientações espirituais. Este capítulo “é uma das passagens mais emocionantes da Bíblia”, destaca William MacDonald.

Acompanhe este emocionante relato; antes, porém, observe estes pontos propostos por Eugene H. Merril:

1. Mais uma vez Deus endureceu o coração do faraó, de modo que, pela sua derrota, o Egito soubesse que Javé é Deus (vs. 1-18);
2. Através de uma noite inteira de angústia, a presença do Senhor guardou Israel dos exércitos do Egito (vs. 19-20)

3. Então Javé, no ato redentor mais maravilhoso do AT, abriu o mar para que Seu povo passasse com segurança, enquanto seus inimigos pereciam (vs. 21-31).

Esta passagem fala dos limites humanos que dão oportunidade de Deus revelar Seu ilimitado poder (vs. 1-4). Demonstra que embora inimigos de Deus alcancem Seu povo que o medo pareça estrangular a fé, demonstrar confiança nas ordenanças de Deus possível a vitória que parecia impossível (vs. 5-14).

Um homem de fé faz toda a diferença em uma nação desnorteada, aflita e desesperada. A voz de Moisés ecoando imperativamente apelando ao povo que “marche” frente ao mar deve motivar-nos a entregar-nos a Deus como instrumento Seus a fim de ver milagres acontecerem: O mar se abriu em dois para dois milhões de pessoas passarem (vs. 15-22).

A tentativa frustrada dos egípcios deve gravar em nosso coração e razão que é loucura/idiotice batalhar contra Deus mesmo que tenhamos à nossa disposição o melhor, mais bem preparado e equipado exército do mundo. Quando Deus entra em cena e faz justiça, a salvação do povo de Deus está na destruição de Seus inimigos (vs. 23-31).

Compartilho mais: Em minha Bíblia anotei frases de um sermão que ouvi deste capítulo:

• A fé é o medo de joelho clamando a Deus por ajuda (vs. 9-10);
• O problema do ponto-de-vista humano foi a solução oportuna para Deus revelar Seu poder (vs. 11-12);
• Deus não ajuda a quem se ajuda, Ele ajuda a quem não pode se ajudar (vs. 13-14);
• Nossos extremos são as oportunidades de Deus (vs. 15-16).

Erwin Lutzer enfatiza que...

• Deus nos conduz a lugares de aperto;
• Em cada lugar apertado Deus provê uma forma de escape;
• Nossos lugares apertados devem tornar-se os lugares apertados de Deus.

Sendo Deus poderoso: Que impede reavivar-nos? – Heber Toth Armí

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João Enfrentou os Erros Com Firmeza

Refletindo a Cristo,
15 de dezembro
João Enfrentou os Erros Com Firmeza


Ora, a mensagem que, da parte dEle, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nEle treva nenhuma. I João 1:5.

João não prosseguiu seu trabalho sem grandes embaraços. Satanás não estava ocioso. Instigou homens maus para abreviarem a vida útil desse homem de Deus; mas santos anjos o protegeram de seus assaltos. … A igreja, em seu perigo, necessitava de seu testemunho.

Pela representação maliciosa e falsidade, os emissários de Satanás procuraram despertar oposição contra João e a doutrina de Cristo. Em conseqüência, dissensões e heresias estavam pondo em perigo a igreja. João enfrentou estes erros com inflexibilidade. Vedou o caminho aos adversários da verdade. Escreveu e exortou, para que os dirigentes destas heresias não tivessem o menor estímulo. Presentemente, há males semelhantes aos que ameaçavam a prosperidade da igreja primitiva, e os ensinos do apóstolo sobre estes pontos deveriam ser cuidadosamente atendidos. “Deveis ter amor”, é o clamor que se pode ouvir em toda parte, especialmente daqueles que professam a santificação. Mas o amor é demasiado puro para cobrir um pecado não confessado. Os ensinos de João são importantes para aqueles que vivem entre os perigos dos últimos dias. Ele estivera intimamente ligado a Cristo. Escutara Seus ensinos e testemunhara Seus poderosos milagres. Assim apresentou um convincente testemunho, que tornou sem efeito as falsidades de Seus inimigos. …

João desfrutou a bênção da verdadeira santificação. Mas notai: o apóstolo não proclama ser sem pecado; está em busca da perfeição, andando à luz da presença de Deus. Testifica que o homem que professa conhecer a Deus e, contudo, quebra a lei divina, nega sua profissão. “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” I João 2:4. Neste século de alarmante liberalidade, estas palavras seriam taxadas de carolice. Mas o apóstolo ensina que, conquanto devamos manifestar cortesia cristã, estamos autorizados a chamar o pecado e os pecadores por seu verdadeiro nome – que isto é coerente com o verdadeiro amor. Conquanto tenhamos de amar as pessoas por quem Cristo morreu e trabalhar por sua salvação, não devemos condescender com o pecado. Não nos unamos com os rebeldes chamando a isso amor. Deus exige de Seu povo atual que permaneça, como o fez João em seu tempo, inflexivelmente pelo direito, em oposição aos erros destruidores das pessoas. A Santificação, págs. 64 e 65.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, – Pág. 355

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

O que significa “êxodo”-- Êxodo 13

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 13
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

O que significa “êxodo”


Como mudar a história de uma nação que não vê possibilidade alguma de melhoras? Como mudar o rumo da nação escrava da maior potência mundial? Como inspirar esperança em corações empedernidos pelo desespero e sofrimento? Como migrar da situação deprimente à libertação?

Dica: Concentre-se no que o Deus libertador revela nas páginas sagradas da Bíblia.

O que significa “êxodo”? Você ouviu falar de “êxodo rural”? O dicionário diz: “Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para áreas rurais, ou de áreas rurais para áreas urbanas”.

Portanto, êxodo denota “emigração”, “saída”, “retirada”. O Dicionário Bíblico Adventista conecta êxodo “à partida ou viagem dos israelitas do Egito depois de haver habitado nesse país por mais de 2 séculos e ter sido escravos por algum tempo. Esta migração foi realizada sob a direção de Moisés e acompanhada de muitos milagres”.

Os enviados de Deus enfrentam oposição neste mundo de demônios; contudo, ao depender do poder divino para cumprir a missão divina, agentes missionários alcançarão objetivos divinos incalculáveis. A nação que entender e aceitar isso se erguerá da lama ou do pó (Israel); mas, aquela que ignorar, afundará em suas execráveis atitudes ambiciosas (Egito).

Observe Êxodo 13 nestes dois tópicos:

1. Após morte dos primogênitos que rejeitaram o sangue do cordeiro, os primogênitos vivos deveriam ser consagrados/dedicados ao Senhor. Eles deveriam aprender sobre Deus por meio dos pais – os quais devem ser líderes espirituais dos filhos (vs. 1-16).

2. Os israelitas emigraram do Egito, liderados por Deus, não por Moisés; este é apenas um mero instrumento nas mãos divinas. A nuvem diurna e a coluna de fogo noturna representavam a presença ininterrupta de Deus (vs. 17-22).

Pontos a considerar:

• É imprescindível todo pai amoldar a vida espiritual dos filhos;

• É importante submeter-se às orientações divinas;

• É impressionante o que acontece com famílias e nações que permitem que Deus seja Deus.

Quem assim proceder emigrará deste mundo para o Céu com sua família, na companhia de todo o povo de Deus, liderado por Cristo.

Cristãos aguardam novo êxodo, maior que o primeiro! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí


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Refletindo a Cristo
14 de dezembro
As Provações Educam, Purificam e Fortalecem


Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, … mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da Sua glória vos regozijeis e alegreis. I Ped. 4:12 e 13.

Olhando com visão profética para os perigosos tempos em que a igreja de Cristo estava para entrar, o apóstolo exortou os crentes a permanecerem firmes em face das provas e sofrimentos. “Amados”, escreveu ele, “não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse.”

As provas são parte da educação recebida na escola de Cristo, para purificar os filhos de Deus da escória do que é terreno. É porque Deus está guiando Seus filhos que lhes sobrevêm experiências probantes. Provas e obstáculos são Seus métodos escolhidos de disciplina, e as condições por Ele indicadas para o êxito. Aquele que lê os corações humanos conhece-lhes as fraquezas melhor do que eles mesmos as poderiam conhecer. Ele vê que alguns têm qualificações que, se apropriadamente dirigidas, poderiam ser usadas no avançamento de Sua obra. Em Sua providência Ele leva essas almas a diferentes posições e variadas circunstâncias, para que possam descobrir os defeitos que estão ocultos ao seu próprio conhecimento. Dá-lhes oportunidades de vencer esses defeitos, habilitando-se para o serviço. Não raro permite que o fogo da aflição os abrase, a fim de serem purificados.

O cuidado de Deus por Sua herança é incessante. Ele não permite que sobrevenha a Seus filhos nenhuma aflição que não seja essencial ao seu bem presente e eterno. Deseja purificar Sua igreja da mesma maneira como Cristo purificou o templo durante Seu ministério terrestre. Tudo quanto Ele faz recair sobre Seu povo como provas, vem para que alcancem mais profunda piedade e maior força para levar avante os triunfos da Cruz.

Houve um tempo na experiência de Pedro em que ele não se dispunha a ver a cruz na obra de Cristo. Quando o Salvador deu a conhecer aos discípulos os sofrimentos e morte que O esperavam, Pedro exclamou: “Senhor, tem compaixão de Ti; de modo nenhum Te acontecerá isso.” Mat. 16:22. A compaixão própria, que se esquivava de seguir a Cristo no sofrimento, preparou as razões de Pedro. Foi para o discípulo uma amarga lição, que ele não aprendeu senão vagarosamente, a de que a senda de Cristo na Terra é feita de sofrimento e humilhação. Porém na fornalha de fogo ardente devia ele aprender essa lição. Agora, quando seu corpo outrora ativo estava curvado ao peso dos anos e trabalhos, pôde ele escrever: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, … mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo.” Atos dos Apóstolos, págs. 524 e 525.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, Pág. 354 –

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Instituição da Páscoa- Êxodo 12

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 12
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí


Instituição da Páscoa


O remédio para qualquer desgraça causada pelo pecado é a graça, não há outro. Além disso, se diluído em legalismo ou liberalismo teológico ou outra coisa qualquer perde totalmente o efeito. Atente bem para o que diz a palavra de Deus para não aceitar palavras de pastores, padres, papas, presbíteros, bispos, doutores, etc.

A páscoa/Pessach ilustra teológica, didática e pedagogicamente o evangelho que liberta dos pesados fardos de pecados do presente e do passado, e restaura o estrago causado por ele; ela oferece um futuro a quem mal vive o presente.

A páscoa original, orientada por Deus, descrita na Bíblia, não tem coelhos nem ovos (símbolo místico da fertilidade) nem chocolates. Havia cordeiro, sangue, morte, ervas amargas e pães asmos/ázimos:

• Ervas amargas simbolizavam lembranças amargas da escravidão (v. 14);
• Sangue, carne e morte do cordeiro simbolizavam união familiar (vs. 3-4);
• Pães asmos/sem fermento simbolizavam purificação (vs. 8, 19-20).

Tudo apontava ao plano da salvação que chegaria ao seu auge quando o Cordeiro de Deus – Cristo – morresse e derramasse Seu sangue para libertar-nos de nossa escravidão do pecado, restaurando-nos e purificando-nos das agruras vividas na miséria da imoralidade; promovendo assim, união familiar, principalmente na família eclesiástica.

O salário do pecado é a morte. O anjo da morte passaria pelo Egito, mas passaria por alto (ou por cima) da casa em que alguém passasse sangue por cima da porta e nas laterais. Não existiam condições ou escolhas aleatórias de famílias; quem quisesse salvar-se deveria passar sangue nas portas da casa: seja egípcio ou israelita, bom ou ruim (v. 48).

Faraó não aceitou; portanto, sentiu na alma o que significa ignorar a graça de Deus (v. 30).

O anjo não olharia comportamento de ninguém, somente o sangue. A única recomendação era decidir passar sangue ou não. Quem submetesse às orientações divinas perceberia que a PÁSCOA comemoraria...

1. A libertação do sofrimento, da escravidão (vs. 31-33, 37-51);
2. O poder de Deus em libertar/salvar/redimir (vs. 17, 27-29).

Páscoa fala do início de uma nova vida: da escravidão à libertação, da tristeza à alegria, do pecado à santidade.

O princípio permanece válido: O único meio de livrar-se da morte é através da morte do Cordeiro de Deus: Cristo (verdadeira páscoa cristã: 1 Coríntios 5:7).

“Liberta-nos, Senhor. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí


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Pedro Fortaleceu os Aflitos

Refletindo a Cristo
Pedro Fortaleceu os Aflitos - 13 de dezembro

Para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. I Ped. 1:7.

Os seres humanos, dados eles próprios ao mal, são inclinados a tratar duramente com os tentados e os que erram. Eles não podem ler o coração; não conhecem suas lutas e pesares. Necessitam aprender a respeito da repreensão que é amor, do golpe que fere para curar, da advertência que fala de esperança.

Durante seu ministério, Pedro vigiou fielmente o rebanho que lhe fora confiado, tornando-se assim digno do encargo e responsabilidades que lhe foram outorgados pelo Salvador. Exaltou sempre a Jesus de Nazaré como a Esperança de Israel, o Salvador da humanidade. Mantinha sua própria vida sob a disciplina do Mestre por excelência. Buscava, por todos os meios ao seu alcance, educar os crentes para o serviço ativo. Seu piedoso exemplo e incansável atividade inspiravam muitos jovens promissores a se entregarem inteiramente à obra do ministério. Com o passar do tempo a influência do apóstolo como educador e líder cresceu; e conquanto jamais perdesse de vista sua preocupação de trabalhar especialmente pelos judeus, levou contudo seu testemunho a muitas terras, e fortaleceu a fé de multidões no evangelho.

Nos últimos anos de seu ministério, Pedro foi inspirado a escrever aos crentes “dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia”. I Ped. 1:1. Suas epístolas foram o meio de reavivar o ânimo e fortalecer a fé daqueles que estavam sofrendo provas e aflições, e de renovar as boas obras dos que, assediados por tentações de toda ordem, estavam em perigo de perder seu apego a Deus. Essas cartas levam a impressão de terem sido escritas por alguém em quem os sofrimentos de Cristo, bem como Sua consolação, tinham sido abundantes; alguém cujo ser todo tinha sido transformado pela graça, e cuja esperança de vida eterna era certa e firme.

No início de sua primeira carta, o encanecido servo de Deus rende a seu Senhor tributo de louvor e graças. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”, exclama, “que, segundo a Sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar.” I Ped. 1:3 e 4. …

Nesta esperança de uma herança segura na Terra renovada rejubilavam-se os primeiros cristãos, mesmo em tempos de severa prova e aflição. Atos dos Apóstolos, págs. 516-518.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo
Pág. 353

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Dureza de coração- Êxodo 11

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 11Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Dureza de coração

Faraó pôs o Egito inteiro a perder, mas não dispôs a render-se ao verdadeiro Deus. Seu orgulho era o entulho suprimindo todo espaço de Deus no coração. E nós... como respondemos aos insistentes apelos divinos?

Muitos insistem no que creram a vida inteira. Não abrem mão ainda que se prove tamanha ilusão em sua falsa religião. Faraó cria ser deus, seu primogênito era a divindade que ocuparia seu lugar – Moisés previu futuro sombrio ao Egito (vs. 1-10).

Com dureza de coração (teimosia) diante das evidentes manifestações do Deus que desejava sua conversão, Faraó arruinou seu império. Contudo, fica claro que...

1. Deus sabe o limite de Seus julgamentos sobre os impenitentes: “Vou atingir a faraó e o Egito mais uma vez [disse a Moisés], e será a última” (v. 1);

2. Deus conhece os mínimos detalhes das futuras reações dos pecadores: “Eles vão querer livrar-se de vocês o mais rápido possível [Deus profetiza]” (v. 1);

3. Deus toca no coração dos injustos quando precisa fazer justiça a Seu povo: Aos escravos que trabalharam demasiadamente sem salário, Deus ordenou que pedissem recursos aos egípcios; pois, “Deus fez que os egípcios se mostrassem generosos” (v. 2);

4. Deus restaura a reputação de Seus dedicados e submissos servos: Moisés que no início fora rejeitado até pelos israelitas (seu povo), agora “era muito admirado pelos egípcios, uma figura pública de respeito entre os membros da corte e o povo em geral” (v. 3);

5. Deus sempre avisa o que fará, ainda que os avisados rejeitem Sua mensagem (vs. 4-7);

6. Deus, através de Moisés, informa até mesmo o resultado de Suas ações na vida de Seus opositores: “Então, todos os seus súditos vão dobrar os joelhos e implorar: ‘Saiam daqui! Você e seu povo’” (v. 8).

7. Deus sabe que nenhum decreto (nada) mudará o coração de concreto de Faraó; o qual, movido pela raiva, não pela submissão/convicção, permitiria a saída dos hebreus (vs. 9-10).

Tem gente que não aprende nenhuma lição espiritual! Quantas vidas, famílias, cidades arruinadas/destruídas, devido a tanta inflexibilidade diante dos insistentes apelos de Deus.

Tem gente que, embora o presente revele um futuro claramente certo que sem Deus tudo será incerto, prefere apegar-se às suas inseguras convicções.

“Senhor, salva-me de mim mesmo!” – Heber Toth Armí

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O Poder Irresistível da Vida de Paulo

Refletindo a Cristo
O Poder Irresistível da Vida de Paulo - 12 de dezembro

Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti. Isa. 26:3.

Nero pronunciou a decisão que condenava Paulo à morte de mártir. …

A poucos espectadores se permitiu estar presentes; pois seus perseguidores, alarmados com a extensão da sua influência, temiam que fossem ganhos conversos para o cristianismo por meio das cenas de sua morte. Mas, até os soldados empedernidos que o acompanhavam, ouviram suas palavras, e com espanto o viram animoso e mesmo alegre à vista da morte. Para alguns que testemunharam seu martírio, o espírito de perdão que manifestou para com seus assassinos, e sua inabalável confiança em Cristo até o último momento, mostraram ser um cheiro de vida para vida. …

A paz celestial que o semblante de Paulo irradiava ganhou muitas almas para o evangelho.

Paulo levava consigo a atmosfera do Céu. Todos os que com ele se associavam sentiam a influência de sua união com Cristo. O fato de que sua própria vida exemplificava a verdade que pregava, dava a sua pregação um convincente poder. Nisto reside o poder da verdade. A influência espontânea e inconsciente de uma vida santa é o mais convincente sermão que se pode fazer em prol do cristianismo. O argumento, mesmo quando seja irrespondível, pode só provocar oposição; mas o exemplo piedoso tem um poder a que é impossível resistir completamente.

O apóstolo perdeu de vista seus próprios sofrimentos, que se aproximavam, em sua solicitude por aqueles que ele estava prestes a deixar a lutar com o preconceito, ódio e perseguição. Os poucos cristãos que o acompanharam para o local da execução, ele se esforçou por fortalecer e animar, repetindo as promessas feitas àqueles que são perseguidos por causa da justiça. Assegurou-lhes que nada falharia de tudo aquilo que o Senhor falara com respeito a Seus filhos provados e fiéis. Por algum tempo poderiam estar sob o peso de multiformes tentações; poderiam achar-se destituídos de conforto terrestre; poderiam, porém, animar o coração com a certeza da fidelidade de Deus, dizendo: “Sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.” II Tim. 1:12. Logo terminaria a noite de provações e sofrimentos, e raiaria a alegre manhã da paz e do dia perfeito.

O apóstolo estava a olhar para o grande além, não com incerteza ou terror, mas com esperança e anelante expectativa. Ao encontrar-se no lugar do martírio, não vê a espada do carrasco ou a terra que tão logo há de receber o seu sangue; olha, através do calmo céu azul daquele dia de verão, para o trono do Eterno. Atos dos Apóstolos, págs. 509-512.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo– Pág. 352

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O poder de Deus!- Êxodo 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 10
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí


O poder de Deus!


Com as pragas ficam evidentes que a guerra dos deuses não é mitologia, nem filmes de ficção científica: Aconteceu de verdade – embora possa ter inspirado a ambos.

1. Transformar águas do Nilo (7:14-25) em sangue demonstrou que o rio, ora como Hâpi (doador da vida), ora como Osíris, (deus da fertilidade), não era nada diante do Soberano do Universo;

2. A praga das rãs (8:1-5) foi um golpe desferido à outra divindade; rã era adorada como símbolo de Hekt, uma forma da deusa Hathor;

3. Ao ferir o pó da terra para, então, surgir piolhos (8:16-19), pode ter sido um ataque ao deus do deserto, Set;

4. A praga das moscas (8:20-32) pode ser uma humilhação aos deuses Rá e/ou Uatchit, ambos representados por insetos. “Esses julgamentos eram um golpe contra o prestígio de Ísis, esposa de Osíris, e Hathor, maior deusa egípcia” (Merril R. Unger);

5. A peste nos animais (9:1-7) revela o falso poder dos deuses: Ápis, geralmente representado como touro; Hathor, como vaca; Khnum e Amon, como carneiros;

6. A praga dos tumores/úlceras que causaram feridas purulentas (9:8-12) “talvez visasse a três divindades egípcias: Sekhmet, deusa que supostamente controlava as enfermidades; Sunu, deus da pestilência; e Ísis, deusa da cura” (Abel Ndejarareou);

7. A chuva de pedras/saraivas (9:13-35) pode foi um golpe à deusa egípcia do céu, Nut; evidenciando que o verdadeiro Deus do Céu é o Senhor Jeová;

8. A praga dos gafanhotos (10:1-20) devia afetar a crença na deusa Serafis e Ísis, que supostamente protegiam a lavoura egípcia;

9. A praga dos três dias de trevas/escuridão totais (10:21-29) afrontou ao deus Ra, nome dado ao sol – principal deus do panteão egípcio.

Cada praga golpeava fatalmente vários deuses egípcios, pois havia muitíssimos. O Deus verdadeiro revelou a incapacidade de qualquer outro ser deus; intentando assim, atrair todos (egípcios e israelitas), da adoração dos falsos deuses para Ele, o único Deus verdadeiro.

Não existem deuses, feitiços, macumbas, ciências ocultas, alquimia, etc. que invalidem o poder de Deus!

Há um grande conflito: Satanás tentando iludir com falsas divindades, e Deus revelando a verdade. Cabe a cada um de nós tomarmos decisão sábia de honrar e testemunhar do verdadeiro Deus – sem titubear como titubeou Faraó!

Querido(a): Não endureça teu coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí


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A Vitória da Paciência e da Coragem

Refletindo a Cristo
A Vitória da Paciência e da Coragem -11 de dezembro

E a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus. Filip. 1:14.


E por seu exemplo [Paulo], foram os cristãos impelidos a maior energia como advogados da causa no trabalho público de que Paulo havia sido afastado. Dessa maneira foram as cadeias do apóstolo de tal influência que, quando seu poder e utilidade pareciam liquidados, e segundo todas as aparências muito pouco poderia ele fazer, alcançou ele para Cristo molhos em campos dos quais parecia inteiramente excluído.

Antes do fim desses dois anos de prisão, Paulo pôde dizer: “As minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares” (Filip. 1:13); e entre os que enviavam saudações aos filipenses, ele mencionou “especialmente os da casa de César”. Filip. 4:22.

A paciência, assim como a coragem, tem as suas vitórias. Pela mansidão sobre a prova, não menos do que pela ousadia nos empreendimentos, podem almas ser ganhas para Cristo. O cristão que manifesta paciência e bom ânimo sob aflição e sofrimentos, que enfrenta a própria morte com a paz e calma de uma fé inabalável, pode realizar para o evangelho mais do que faria por uma longa vida de fiel labor. Muitas vezes, quando o servo de Deus é subtraído ao trabalho ativo, a misteriosa providência que nossa curta visão seria levada a lamentar, é designada por Deus para realizar a obra que de outra forma jamais seria feita.

Não pense o seguidor de Cristo, quando não mais lhe é possível trabalhar ativa e abertamente para Deus e Sua verdade, que não tem mais serviço a fazer nem recompensa a esperar. As verdadeiras testemunhas de Cristo jamais são postas de lado. Em saúde e na enfermidade, na vida e na morte, Deus ainda as usa. Quando pela maquinação de Satanás os servos de Cristo foram perseguidos, seu ativo trabalho embaraçado, quando lançados na prisão, ou arrastados ao cadafalso ou à fogueira, foi que a verdade pôde alcançar maior triunfo. Ao selarem essas fiéis criaturas seu testemunho com o próprio sangue, almas até então em dúvida e incerteza, foram convencidas da doutrina de Cristo, e corajosamente tomaram sua posição ao lado dEle. Da cinza dos mártires brotou uma abundante colheita para Deus. …

O apóstolo e seus cooperadores podiam ter argumentado que seria vão chamar ao arrependimento e à fé em Cristo os servos de Nero. … Mas Paulo não raciocinou assim, em fé apresentou o evangelho a essas almas; e entre os que ouviram alguns houve que decidiram obedecer a qualquer preço. Não obstante os obstáculos e perigos, aceitaram a luz e confiaram em que Deus os ajudaria a fazer a sua luz brilhar para outros. Atos dos Apóstolos, págs. 464-466.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 351

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Deus quer a conversão-Êxodo 9

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica- Êxodo 9
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí


Deus quer a conversão

O foco primário de Deus não é humilhar/destruir Seus opositores/inimigos, mas salvar a todos; se desejarem, inclusive Seus inimigos podem salvar-se (do contrário, Deus os destruiria em frações de segundos).

O tema que permeia a Bíblia é o grande conflito entre Deus e Satanás. É notável um conflito cósmico entre Deus e Seu povo de um lado, e poderes do mal e seus seguidores do outro. Aqui, representado por Moisés e Faraó!

Entretanto, em cada praga, Deus quer despertar interesse espiritual em Faraó e nos egípcios. Deus quer a conversão de grandes líderes políticos, eles que não querem render-se a Ele. Consequentemente, as pragas continuam:

• Doença mortal/pestes nos animais domésticos (vs. 1-7);
• Tumores/úlceras malignas (vs. 8-12);
• Saraivada/chuva de pedras (vs. 13-35).

Deus dava evidências e mais evidências de Seu grande poder, Sua incomparável capacidade e Sua grandeza, mas Faraó, em sua torpeza mental, mantinha firme a sua defesa: "Não deixarei ir o povo!"

Deus não obriga ninguém a servi-lO; contudo, quer que todos O conheçam. Observe as nítidas evidências do Seu soberano propósito:

1. Doenças e catástrofes naturais não eram acidentais ou circunstanciais, eram providenciais e intencionais: Faraó verificou que enquanto os animais egípcios estavam mortos, os animais dos israelitas estavam vivos – todavia, Faraó continuou inflexível (vs. 6-7);

2. Até os magos/feiticeiros ficaram cheios de úlceras, desprovidos de proteção; contudo, Faraó exaltou-se diante do Deus Todo-poderoso (vs. 11-12);

3. Deus esclarece Sua missão: “Você sabe que eu já poderia ter eliminado você [Faraó] e seu povo com doenças mortais, sem deixar ninguém para contar a história. Mas eu o mantive vivo por uma única razão: Fazê-lo reconhecer o meu poder, para que a minha reputação se espalhe por toda a terra” (vs. 13-19).

Após a chuva de pedras, “atemorizado com o poder do Senhor, Faraó confessa: Esta vez eu pequei; o Senhor é justo, porém eu e o meu povo somos ímpios (9:27) e suplica pela misericórdia de Deus, prometendo que agora deixaria o povo ir (9:28). Porém, mais uma vez, volta atrás em sua permissão. Passa a impressão de ser sincero em suas palavras durante a crise, mas parece mudar de ideia conforme as circunstâncias”, pondera Abel Ndjerarerou.

Cuidemos para que não sejamos como Faraó em nosso compromisso com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí


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O Que as Provações Nos Ensinam

Refletindo a Cristo
O Que as Provações Nos Ensinam-10 de dezembro

Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os Meus caminhos, diz o Senhor. Isa. 55:8.

O obreiro de Deus muitas vezes considera as atividades da vida como sendo essenciais para o progresso da obra. Ele vê a si próprio como uma necessidade, e o eu é associado a tudo que é dito e realizado. Então Deus Se interpõe, e afasta Seu filho para longe das coisas terrenas, que atraem sua atenção, a fim de que possa contemplar a Sua glória. Ele diz: “Esta pobre alma perdeu de vista a Mim e a Minha suficiência. Seus olhos não se acham fixos em seu Senhor. Preciso espalhar Minha luz e Meu poder vitalizador em seu coração, e desse modo prepará-lo para trabalhar na direção certa. Ungindo seus olhos com o colírio celestial, prepará-lo-ei para receber a verdade.”

O Senhor é compelido a fortalecer o coração contra a auto-suficiência e a presunção, de modo que o obreiro não considere suas falhas como virtudes, e desse modo se perca em virtude de exaltação própria. Às vezes o Senhor abre caminho para a humanidade através de um processo doloroso; a obra de purificação é uma grande obra, e sempre acarretará sofrimento e provação ao homem. Mas ele precisa passar pela fornalha até que o fogo tenha consumido a escória, e ele possa refletir a imagem divina.

Os que seguem suas próprias inclinações não são bons juízes do que o Senhor está fazendo, e estão cheios de descontentamento. Vêem fracasso onde há triunfo, e perda onde há ganho. Como Jacó, estão prontos a exclamar: “Todas estas coisas me sobrevêm” (Gên. 42:36), quando as próprias coisas das quais reclamam estão juntamente contribuindo para o seu bem. “Os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os Meus caminhos, diz o Senhor”. Isa. 55:8. …

Pensemos um pouco na experiência de Paulo. No exato momento em que os esforços do apóstolo pareciam ser mais necessários para fortalecer a provada e perseguida igreja, sua liberdade lhe foi tirada, e ele foi acorrentado. Mas esta foi a oportunidade para o Senhor atuar, e preciosas foram as vitórias obtidas.

Quando, segundo todas as aparências, Paulo podia fazer o mínimo, foi que a verdade teve entrada no palácio real. Não foram os magistrais sermões de Paulo que atraíram a atenção desses grandes homens, mas as suas cadeias. Através de seu cativeiro ele se tornou um conquistador para Cristo. A paciência e mansidão com as quais ele se submeteu ao seu longo e injusto confinamento, levou esses homens a dar valor ao caráter. Ao enviar a última mensagem aos seus amados na fé, Paulo acrescenta às suas palavras as saudações desses santos da casa de César aos santos em outras cidades. Signs of the Times, 21 de fevereiro de 1900.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 350 –

domingo, 9 de dezembro de 2018

As dez pragas -Êxodo 8

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica: Êxodo 8
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

As dez pragas

Deus entende o que há no coração de cada um de nós. Ele entende até o pagão. Pena que muitos de nós não entendemos nem quereremos entender o amor que há no coração do Criador.

As dez pragas revelam a paciência divina frente à arrogância humana. Há misericórdia no fato de Deus ter enviado a praga da morte dos primogênitos em décimo lugar, (poderia ter sido a terceira, ou ainda a primeira). Cada praga era um chamado estrondoso de um Deus amoroso.

Após a praga das águas converterem em sangue (no capítulo anterior), mais três pragas vieram na sequência:

1. Das rãs (1-15);

2. Dos piolhos (vs. 16-19);

3. Das moscas (vs. 20-32).

Observe os seguintes detalhes nos versos 20-32 destacados por Douglas Stuart:

• Anúncio da praga (vs. 20-23);

• A praga e sua devastação (v. 24);

• Primeira concessão de Faraó: Oferta de festa religiosa, mas dentro do Egito (v. 25);

• Moisés rejeita a primeira oferta de Faraó (vs. 26-27);

• Segunda concessão de Faraó: Permissão para uma viagem temporária ao deserto (vs. 28-29);

• Eliminação da praga, seguindo o cumprimento da promessa por parte de Faraó (vs. 30-32).

Os feiticeiros duplicaram até a praga das rãs. Na praga dos piolhos reconheceram que era, de fato, “o dedo de Deus”; contudo, Faraó ignorou (v. 19). Feitiçaria e ignorância não dão lugar para Deus. Fique longe disso!

A feitiçaria/magia/bruxaria/etc. está vinculada aos deuses falsos; à bem da verdade, é o diabo quem está por trás exercendo poder. Muitos creem que só Deus faz milagres ou atos sobrenaturais, assim Satanás ilude àqueles que buscam milagres a qualquer preço. Cuidado, atualmente a feitiçaria está mais ousada do que antes, está nos púlpito de muitas igrejas.

Faraó possuía um coração duro. Quando cedia, logo se arrependia de ter cedido, voltando atrás no que havia dito (vs. 15, 19, 32). Aquele que não cede sinceramente à revelação divina firma-se na falsidade como se fosse verdade. Distorções teológicas endurecem o coração e embrutecem a mente...

Observe no texto a misericórdia divina. “Antes de ser infligida cada uma das pragas, Moisés devia descrever sua natureza e efeitos, para que o rei pudesse salvar-se da mesma se o quisesse” (Ellen G. White).

Que Deus maravilhoso! Inclinemos nossa face perante Ele para adorá-lO. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

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