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domingo, 23 de setembro de 2018

O Respeito Para Com os Obreiros Idosos

Refletindo a Cristo

O Respeito Para Com os Obreiros Idosos -23 de setembro

Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor. Lev. 19:32.

A história de João fornece uma vívida ilustração de como Deus pode usar obreiros idosos. Quando João foi exilado para a ilha de Patmos, havia muitos que o consideravam como tendo passado do tempo de serviço, um caniço velho e quebrado, pronto para cair a qualquer momento. Mas o Senhor achou próprio usá-lo ainda. Embora banido das cenas de seus primeiros labores, ele não cessou de dar testemunho da verdade. Mesmo em Patmos fez amigos e conversos. Sua mensagem era de alegria, proclamava um Salvador ressurreto, que no Céu intercedia por Seu povo até que pudesse retornar e tomá-lo para Si mesmo. E foi depois de haver João encanecido na obra de seu Senhor que ele recebeu do Céu mais comunicações que durante todos os anos anteriores de sua vida.

A mais terna consideração deve ser dispensada a todos aqueles cujos interesses da vida estiveram ligados com a obra de Deus. Esses obreiros idosos têm permanecido fiéis em meio a tempestades e provas. Podem ter enfermidades, mas possuem ainda talentos que os qualificam para permanecer em seu lugar na causa de Deus. Embora gastos, incapazes de levar os encargos mais pesados que os mais jovens podem e devem levar, seus conselhos são do mais alto valor.

Podem eles ter cometido erros, mas de suas falhas aprenderam a evitar erros e perigos. … Suportaram provas e aflições, e embora tenham perdido parte de seu vigor, o Senhor não os põe de lado. Ele lhes dá especial graça e sabedoria.

Os que serviram seu Mestre quando a obra era difícil, que suportaram a pobreza e permaneceram fiéis quando poucos havia ao lado da verdade, devem ser honrados e respeitados. … Que os homens mais jovens sintam que ter entre eles tais obreiros lhes representa um alto favor. Dêem-lhes um lugar de honra em seus concílios.

Quando os que despenderam sua vida no serviço de Cristo se aproximam do fim de seu ministério terrestre, são impressionados pelo Espírito Santo a referir as experiências que tiveram em relação com a obra de Deus. O relato de Seu maravilhoso trato com Seu povo, de Sua grande bondade em livrá-lo das provas, deveria ser repetido aos recém-vindos à fé. Deus deseja que os velhos e provados obreiros permaneçam em seus lugares, fazendo sua parte para livrar a homens e mulheres de serem varridos pela poderosa corrente do mal, e deseja que conservem a armadura até que lhes ordene depô-la. Atos dos Apóstolos, págs. 572 e 574.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 272 –

Apocalipse 3 Comentários Pr Heber Thot Armí

APOCALIPSE 3
Comentários Pr Heber Thot Armí

 Jesus fez uma promessa antes de subir aos Céus, em Mateus 28:18-20, aos crentes:

“Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.

Após ressuscitar, Jesus passou 40 dias com Seus discípulos, depois subiu ao Céu (Atos 1:3). Decorridos 70 anos, quando os apóstolos tinham sido martirizados (exceto João), e a igreja perseguida, Jesus apareceu em Patmos para consolar o aflito apóstolo, revelando que cumpria a promessa de estar presente.

Isso explica porque cada carta às sete igrejas menciona Jesus com títulos característicos da visão de João no capítulo 1. Observe: “Estas são as palavras daquele que...”

1. “...tem as sete estrelas em sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro” (2:1; conf. 1:12-13, 16, 20).
2. “...é o Primeiro e o Último, que morreu e tornou a viver” (2:8; conf. 1:17-18);
3. “...tem a espada afiada de dois gumes” (2:12; conf. 2:16);
4. ...é o “Filho de Deus, cujos olhos são como chamas de fogo e os pés como bronze reluzente” (2:18; conf. 1:14-15);
5. “...tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas...” (3:1; conf. 1:4, 16);
6. “...é santo e verdadeiro, que tem as chaves de Davi...” (3:7; conf. 1:14, 18);
7. ...é o “Amém, a Testemunha Fiel e Verdadeira, o Soberano da Criação de Deus” (3:14; conf. 1:5).

A síntese do capítulo 3, de G. K. Beale, revela que:

• Cristo condena à igreja de Sardes por sua falta de testemunho e suas transigências e anima-a a superar tudo isto para herdar as bênçãos de uma vida de salvação (vs. 1-6);
• Cristo elogia à igreja de Filadéfia por perseverar em seu testemunho, no qual Ele dará a seus membros mais autoridade, e anima-os a seguir perseverando para conseguir uma comunhão e identificação com Ele no fim dos tempos (vs. 7-13);
• Cristo condena à igreja de Laodiceia por seu testemunho ineficaz e sua deplorável condição espiritual e exorta a seus membros a perseverar convertendo-se em testemunhas fieis e renovando sua comunhão com Ele para então reinar com Ele (vs. 14-22).

Sardes ilustra a igreja sem vida; Filadélfia, a igreja missionária; e, Laodiceia, a igreja morna. Aprendamos que testemunhar é a melhor forma de desenvolver-se espiritualmente; ação missionária é o segredo da vida espiritual. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 22 de setembro de 2018

Preparo Através da Disciplina

Refletindo a Cristo

Preparo Através da Disciplina - 22 de setembro

Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará. Prov. 2:10 e 11.

E hoje, como foi nos dias de Israel, cada jovem deve ser instruído nos deveres da vida prática. Cada um deve adquirir conhecimento de algum ramo de trabalho manual, pelo qual, sendo necessário, possa obter subsistência. Isto é essencial, não somente como salvaguarda contra as vicissitudes da vida, mas pela relação que tem com o desenvolvimento físico, mental e moral. Mesmo que fosse certo que alguém jamais necessitasse recorrer ao trabalho manual para a sua manutenção, deveria ainda ser ensinado a trabalhar. Sem o exercício físico, ninguém pode ter uma boa compleição e vigorosa saúde; e a disciplina do trabalho bem regulado não é menos essencial para se conseguir uma mente forte e ativa e um nobre caráter. …

Que os jovens sejam levados a compreender o objetivo de sua criação: honrar a Deus, e abençoar seus semelhantes; que vejam o terno amor que o Pai celestial manifestou para com eles, e o elevado destino para o qual a disciplina desta vida os deve preparar – a dignidade e honra a que são chamados, mesmo a se tornarem filhos de Deus; e milhares voltar-se-iam com desdém e repugnância dos alvos baixos e egoístas e dos prazeres frívolos que até então os preocuparam. Aprenderiam a odiar o pecado, e a excluí-lo, não meramente pela esperança de recompensa ou receio de castigo, mas por uma intuição da vileza inerente ao mesmo – porque seria uma degradação de suas aptidões dadas por Deus, uma mácula em sua varonilidade à semelhança de Deus. …

Os elementos de caráter que tornam um homem bem-sucedido e honrado entre os homens – o desejo irreprimível de algum bem maior, a vontade indomável, o esforço tenaz, a incansável perseverança – não devem ser esmagados. Pela graça de Deus devem ser encaminhados a objetivos tanto mais altos do que os meros interesses egoístas e temporais quanto os céus estão mais altos do que a Terra, a educação iniciada nesta vida continuará na vida vindoura. Dia após dia, as obras maravilhosas de Deus, as provas de Sua sabedoria e poder ao criar e manter o Universo, o mistério infinito do amor e sabedoria no plano da redenção, patentear-se-ão à mente com novas belezas. … Mesmo nesta vida podemos apreender vislumbres de Sua presença, e provar a alegria da comunhão com o Céu; porém, a plenitude dessa alegria e bênçãos será alcançada no além. Unicamente a eternidade poderá revelar o destino glorioso a que o homem, restabelecido à imagem de Deus, pode atingir. Patriarcas e Profetas, págs. 601 e 602.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 271 –

APOCALIPSE 2 Comentário Pr Heber Toth Armí

Apocalipse 2 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Originalmente o livro foi escrito de Patmos para 7 das igrejas cristãs da Ásia, conforme temos em Apocalipse 1:11, que diz:

“Escreva num livro o que você vê. Envie-o às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia”.

João, aflito na prisão de Pátmos, obediente à voz do majestoso e glorioso Cristo, faz conforme a ordem que recebeu. No final do livro, no capítulo 22:16, o Revelador declara:

“Eu, Jesus, enviei meu anjo para testificar a respeito dessas coisas às igrejas. Eu sou a Raiz e o Ramo de Davi, a Brilhante Estrela da Manhã”.

Com base no teor profético-estatológico do livro e pautando-nos por estes dois versículos, concluímos que, cada uma das cartas às 7 igrejas podem ser assim aplicadas a...:

1. ...Qualquer congregação local com características semelhantes às igrejas destinatárias;
2. ...Qualquer membro da igreja que tenha características apresentadas nas igrejas;
3. ...Qualquer geração de cristãos de qualquer época da história cujas características coadunam com as igrejas da Ásia citadas no Apocalipse;
4. ...Sete períodos cronológicos da história eclesiástica começando com a época de João, o escritor do Apocalipse.

O capítulo 2 pode ser assim sintetizado, conforme G. K. Beale:

• Cristo elogia à igreja de Éfeso por sua ortodoxia e condena sua falta de testemunho, exortando-a a superar esta carência para herdar a vida eterna (vs. 1-7);
• Cristo elogia à igreja de Esmirna por suportar a tribulação e anima a continuar sendo fiel em previsão de uma iminente e mais severa perseguição para poder herdar a vida eterna e o reino celestial (vs. 8-11);
• Cristo elogia à igreja de Pérgamo por perseverar em seu testemunho em meio à perseguição, e condena sua permissividade com a idolatria, exortando-a a vencer isso para não ser condenada e poder conseguir uma comunhão e identificação com Cristo no fim dos tempos (vs. 12-17).
• Cristo elogia à igreja de Tiatira por seu testemunho cristão, e condena sua permissividade com a idolatria, exortando-a a vencer isto para não ser condenada e poder ter autoridade no fim dos tempos junto com Cristo (vs. 18-29).

Éfeso refere-se à igreja sem amor; Esmirna, à igreja perseguida; Pérgamo, à igreja profanada; Tiatira, à igreja paganizada. A sequência mostra um esfriamento espiritual e afastamento da fé; contudo, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Paz Além de Todo o Entendimento

Refletindo a Cristo

Paz Além de Todo o Entendimento - 21 de setembro

Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27.

Antes que nosso Senhor experimentasse Sua agonia na cruz, fez Seu testamento. Ele não possuía prata, ouro ou casas para deixar aos Seus discípulos. Era um homem pobre, no que diz respeito às posses terrestres. Poucos em Jerusalém eram tão pobres como Ele. Mas Ele deixou aos Seus discípulos uma dádiva mais rica do que qualquer rei da Terra poderia conceder aos seus súditos. “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou”, disse Ele; “não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” João 14:27.

Ele lhes deixou a paz que havia sido Sua durante Sua vida na Terra, que havia estado com Ele em meio à pobreza, maus-tratos e perseguição, e que estaria com Ele durante Sua agonia no Getsêmani e na dolorosa cruz.

A vida do Salvador na Terra, embora vivida em meio a conflitos, foi uma vida de paz. Embora irados inimigos estivessem constantemente em seu encalço, Ele disse: “E Aquele que Me enviou está comigo, não Me deixou só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada.” João 8:29. Nenhuma tempestade de ira satânica podia perturbar a calma dessa perfeita comunhão com Deus. E Ele diz também a nós: “A Minha paz vos dou”.

Os que tomam a Cristo pela palavra, e entregam o coração aos Seus cuidados, e sua vida à Sua orientação, encontrarão paz e quietude. Nada no mundo pode entristecê-los quando Jesus os torna felizes por Sua presença. Na perfeita submissão há perfeita confiança. O Senhor diz: “Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti.” Isa. 26:3. …

A experiência de cada homem testifica da veracidade das palavras da Escritura: “Mas os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar”. Isa. 57:20. … O pecado destruiu nossa paz. … As paixões dominadoras do coração nenhum poder humano pode controlar. … Nesse aspecto somos tão impotentes como o eram os discípulos para aquietar o furor da tempestade. Mas Aquele que falou mansamente às ondas do mar da Galileia, fala também palavras de paz a cada coração. Por mais feroz que seja a tempestade, os que se voltam para Jesus com o clamor: “Senhor, salva-nos” (Mat. 8:25), encontrarão libertação. Sua graça, que reconcilia a pessoa com Deus, acalma os conflitos das paixões humanas, e em Seu amor o coração repousa. “Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram. … E, assim, os levou ao desejado porto.” Sal. 107:29 e 30. …

O coração que está em harmonia com Deus é participante da paz do Céu, e repartirá sua bendita influência ao seu redor. O espírito de paz permanecerá como um bálsamo sobre os corações cansados e oprimidos pelos conflitos do mundo. Signs of the Times, 27 de dezembro de 1905.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 270 –

Apocalipse 1 Comentários Pr Heber Toth Atmí

APOCALIPSE 1 
Comentários Pr Heber Toth Atmí

O esboço do primeiro capítulo atiça nosso interesse:

1. Título e objetivo do livro (vs. 1-3):
• Há bênçãos para quem estuda Apocalipse.

2. Missiva introdutória (vs. 4-8):
• Após saudação, há uma tríplice expressão de louvor.

3. Vocação profética de João (vs. 9-20):
• Contém uma doxologia, uma profecia e uma autoproclamação da parte de Deus antes do apóstolo apresentar sua situação, o que ouviu e viu; depois recebe sua missão.

O Espírito Santo prepara-nos para a mensagem de João no Apocalipse. Observe o que escreveu Isaac Newton:

“Parece que há uma alusão ao Apocalipse na Epístola de Pedro e na aos Hebreus: Consequentemente, devem ter sido escritas antes desta. Tais alusões em Hebreus parecem-me o discurso referente ao Sumo-Sacerdote no Tabernáculo Celeste, o qual é simultaneamente Sacerdote e Rei, como era Melquisedeque; e as que se referem à Palavra de Deus como sendo afiada espada de dois gumes; o repouso milenar; a terra cujo fim é ser queimada, supostamente pelo lago de fogo; o julgamento e a viva indignação que devorará os adversários; a cidade celeste que tem alicerces cujo Construtor e Autor é Deus; a nuvem de testemunha; o monte Sião; a Jerusalém celeste; a grande assembleia; os espíritos dos justos que se tornaram perfeitos, etc.; a ressurreição; o abalo dos Céus e da Terra e sua mudança, para que um novo Céu, nova Terra e novo Reino que não pode ser abalado, possa ser estabelecido”.

“Já na primeira Epístola de Pedro, ocorre isto: ‘a revelação de Jesus Cristo’, expressão repetida duas ou três vezes (1Pd 1:7, 13; 4:13; 5:1); o sangue de Cristo como o ‘do Cordeiro que foi imolado, desde o princípio do mundo’ (Apoc. 13:8); a construção ‘espiritual’ no céu (Apoc. 21); e ‘uma herança incorruptível, e que não pode contaminar-se, nem murchar, reservada nos céus para nós, a quem o poder de Deus guarda, pela fé, para a salvação, que está preparada para se manifestar no último tempo (1Pd 1:4-5); o sacerdócio real (Apoc. 1:6; 5:10); o santo sacerdócio (Apoc. 20:6); o começo do julgamento na Casa de Deus (Apoc. 20:4, 12); e a igreja da Babilônia (Apoc. 17)”.

Não apenas estas cartas preparam-nos para o Apocalipse, mas toda a Bíblia o faz. Estudemo-lo avidamente para reavivarmo-nos espiritualmente! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Manter o Olhar em Cristo

Refletindo a Cristo

Manter o Olhar em Cristo -20 de setembro

Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual em troca da alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Heb. 12:2.

Se suspeitas, invejas, ciúmes e suposições malévolas forem acalentadas, estas excluirão a bênção de Deus, pois Jesus não pode habitar num coração onde tais coisas sejam nutridas. O templo da alma precisa ser purificado de toda contaminação. …

Cristo previu o perigo de todas essas coisas, e pouco antes de dar Sua vida pelo mundo Ele orou a Seu Pai para que os discípulos fossem um com Cristo assim como Ele é um com o Pai. … Nada pode ofender mais o Espírito de Deus do que desavenças entre os trabalhadores de Sua vinha, porque o mesmo espírito que alimentam é difundido entre as igrejas. Tal semente, uma vez semeada, é difícil de erradicar. Requer tempo, trabalho e angústia de alma ajustar as coisas, e introduzir um estado de harmonia e paz. Todo o Céu está trabalhando pela unidade da igreja, e os professos seguidores de Cristo estão agindo em desentendimento com Deus, porque não atendem às Suas instruções, trazendo discórdia. …

Aquele que corre numa competição certamente não conquistará a vitória se ficar olhando para trás ou para os lados, a fim de ver se os demais competidores o estão ultrapassando. Ele precisa correr para conquistar a coroa de glória imortal, olhando para Jesus, que é o Autor e Consumador da fé.

Esta obra na qual nos achamos envolvidos é uma obra grandiosa e santa. Não podemos, por um momento sequer, ficar desprevenidos. A coroa, a coroa, a imperecível coroa a ser conquistada, é o que o competidor deve manter em mente. Portanto, correi de tal maneira que a alcanceis. … Não olheis para os homens. Vossa responsabilidade é perante Deus, e Ele “retribuirá a cada um segundo o seu procedimento”. Rom. 2:6. … Contemplamos e captamos os resplendentes raios da face de Jesus Cristo. Recebemos tanto quanto podemos suportar. Não nos detenhamos para discutir as circunstâncias; conservemos antes Cristo em mente. Através do poder transformador do Espírito Santo nos tornamos semelhantes à imagem do bendito Objeto que contemplamos.

Não murmureis nem descobri defeitos. Contemplando a Jesus, Sua imagem é gravada no coração e refletida no espírito em palavras, em verdadeiro serviço pelo nosso próximo. A alegria de Cristo está em nosso coração, e nossa alegria é completa. Isso é verdadeira religião. Tenhamos a certeza de obtê-la, e sejamos bondosos, corteses, e tenhamos amor no coração – aquele tipo de amor que jorra para fora e é expresso em boas obras, que é uma luz a brilhar para o mundo, e que torna a nossa alegria completa. Manuscrito 26, 1889.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 269 –

JUDAS Comentários Pr Heber Toth Armí

JUDAS 
Comentários Pr Heber Toth Armí 

É preciso tomar muito cuidado com a falsificação do evangelho, pois a cada dia fica mais comum a proliferação de falsos cristãos.

Desde os sermões de Jesus, é notório o apelo para cuidar com falsificadores espirituais. Os apóstolos não apenas lidaram com tais falsificadores, mas também alertaram aos seus leitores a tomarem cuidados com eles. Estamos diante de uma carta inteira falando sobre isso, leia Judas várias vezes; depois, acompanhe cada linha deste comentário:

1. Os manipuladores do evangelho são perversos, sem deixar de ser sútil; porém, o Espírito Santo quer que você os identifique: Eles...

• ...se envolvem discretamente com os cristãos (v. 4);
• ...não são pessoas transformadas pelo evangelho, seus frutos revelam isso (vs. 4, 14-15, 18);
• ...transformam a liberdade da graça de Cristo em libertinagem, em graça barata (v. 4);
• ...não aceitam que Jesus seja o único Soberano, diminuem Sua autoridade e poder (v. 4).

2. Pela leitura da carta de Judas fica claro que nem toda religião é correta, nem todo aquele que fala de Deus tem o Espírito Santo, que nem todo aquele que alega ser cristão o é de fato e nem todo evangelho pregado é verdadeiro. O líder espiritual deve cuidar para que o rebanho de Deus não esteja comendo alimento espiritual contaminado (Atos 20:28-30; Ezequiel; 3:17-19).

3. Tanto cristãos genuínos quanto os cristãos hereges precisam saber que Deus é:

• O glorioso e gracioso Criador, Redentor, Legislador e Juiz do Universo (vs. 4, 24);
• Misericordioso e Majestoso (vs. 2, 25);
• Amoroso e justo (vs. 2, 6, 15, 21);
• Cheio de paz e de poder (vs. 2, 25);
• O autor da salvação e também da destruição (vs. 3, 5);
• Senhor do tempo e da eternidade (vs. 4, 25).

4. Cada cristão precisa conhecer a Bíblia inteira, para saber, pelas histórias do êxodo (v. 5), da rebelião de Satanás (v. 6), de Sodoma e Gomorra (v. 7), da morte de Moisés (v. 9), de Caim (v. 11), de Corá (v. 11), de Enoque (vs. 14-15) e de Adão (v. 14), que a verdadeira fé e obediência contam muito para Deus.

Quem não tem tempo para estudar e lutar pela verdade bíblica certamente se envolverá com doutrinas falsas que afastam do verdadeiro evangelho. Portanto, reavivemo-nos na Palavra de Deus! Avancemos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Espírito de Benevolência

Refletindo a Cristo
Espírito de Benevolência- 19 de setembro

Não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. Tito 3:2.

Quantos obreiros úteis e honrados na causa de Deus têm recebido preparo entre os humildes deveres das mais modestas posições da vida! Moisés foi candidato ao governo do Egito, mas Deus não o pôde tirar da corte do rei para fazer a obra que lhe era designada. Somente depois de ele haver sido por quarenta anos um fiel pastor, foi enviado como libertador de seu povo. Gideão foi tirado da eira, para ser o instrumento nas mãos de Deus, para livrar os exércitos de Israel. Eliseu foi convidado a deixar o arado, e atender ao mandado do Senhor. Amós era agricultor, lavrador do solo, quando Deus lhe deu uma mensagem a proclamar.

Todos quantos se tornam coobreiros de Cristo, terão a executar grande quantidade de trabalho penoso, desagradável, e suas lições devem ser sabiamente escolhidas, e adaptadas a suas peculiaridades de caráter, e à obra que eles têm de realizar.

O Senhor me tem mostrado, por muitas maneiras e em várias ocasiões, quão cuidadosamente devemos lidar com os jovens – que é necessário o mais fino discernimento para tratar com o espírito humano. Todos quantos têm de lidar com a educação e preparo da juventude, precisam viver muito achegados ao grande Mestre, para adquirir Seu espírito e maneira de atuar. Devem-lhes ser dadas lições que afetem seu caráter e a obra de sua vida.

Deve-lhes ser ensinado que o evangelho de Cristo não tolera nenhum espírito de discriminação, que ele não dá lugar a juízos descorteses de outros, o que tende diretamente à exaltação própria. A religião de Cristo nunca degrada o que a recebe, nem o torna vulgar e rude; nem o torna maldoso, em pensar ou sentir, para com aqueles por quem Cristo morreu. …

Alguns se acham em perigo de fazer do exterior o todo-importante, de pôr excessiva estima no valor de meras convenções. …

Tudo quanto incite a crítica menos generosa, a disposição para notar e expor todo defeito ou erro, é mau. Isso fomenta desconfiança e suspeita, as quais são contrárias ao caráter de Cristo, e prejudiciais ao espírito que nelas se exercita. Os que se empenham nessa obra, apartam-se gradualmente do espírito do cristianismo.

A educação essencial, perdurável, é a que desenvolve as mais nobres qualidades, que anima o espírito de geral benevolência, levando a mocidade a não pensar mal de ninguém, para que não ajuízem mal dos motivos, nem interpretem falsamente as palavras e ações. O tempo empregado nessa espécie de instrução produzirá frutos para a vida eterna. Obreiros Evangélicos, págs. 332-334.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986– Pág. 268

III JOÃO – Comentário Pr Heber Toth Armí

III JOÃO – 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Já avançado em idade, sentindo o peso da experiência e calejado no lidar com diversas pessoas, o único apóstolo vivo dará uma aula de como aprender dos bons exemplos e como não seguir os maus elementos existentes dentro da igreja.

Abra a tua Bíblia e leia esta minúscula carta de João várias vezes, em diferentes versões. Depois, observe atentamente este esboço, realizado por Karen H. Jobes:

1. Receptor da carta e saudação (vs. 1-4):
• Receptor da carta;
• Um desejo de bem-estar;
• Base da confiança do ancião;
• Exortação implícita.
2. Razão para escrever (v. 4):
• Confirmação da hospitalidade de Gaio;
• Exortação a fazer o certo.
3. O problema com Diótrefes (vs. 9-11):
• Não recebe exortação do ancião;
• Publicamente faz observações depreciativas sobre o ancião;
• Não acolhe a cristãos recomendados pelo ancião;
• Proíbe aos membros da igreja local acolhê-los;
• Expulsa da igreja aos que acolhem os enviados pelo ancião;
• Exortação a fazer o que é certo.
4. Apresentação de Demétrio (v. 12):
• Todos os que o conhecem dão bom testemunho dele;
• Demétrio fica confirmado pela verdade em si mesma;
• O ancião recomenda pessoalmente a Demétrio;
• O ancião confirma a veracidade de seu conhecimento da verdade.
5. Fechamento (vs. 13-15):
• Há mais para dizer, si se produz ou quando acontecer a visita do ancião;
• Benção de paz em situação problemática;
• Intercâmbio de saudações.

Assim como Gaio, precisamos dos conselhos do velho apóstolo João. Relacionado à conduta de Diótrefes, temos este apelo: “Amigo, não tenha parte nessa maldade”. Além disso: “Sirva de exemplo”. Porque é fato: “Quem faz o bem faz o trabalho de Deus. Quem faz o mal falsifica o que é de Deus e nada sabe sobre Ele” (v. 11).

Existem líderes e membros na igreja como Diótrefes, autoritários e egoístas; ore por eles, mas jamais seja como eles. Há, também, pessoas amáveis, compassivas e bondosas – como Demétrio – as quais são dignas da amizade dos servos de Deus.

“Nas três personalidades mencionadas nesta carta, temos três modelos de comportamento cristão na igreja. Podemos escolher imitar qualquer um dos três, mas não devemos ter ilusão quanto a chegar a resultados diferentes dos demonstrados” (Jonathan Gallagher).

Se um apóstolo escrevesse uma carta inspirada ao novo pastor de tua congregação, o que ele escreveria sobre você? – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

terça-feira, 18 de setembro de 2018

O Motivo do Perdão

Refletindo a Cristo

O Motivo do Perdão-18 de setembro
O Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos. Prov. 15:29.

Nós mesmos devemos tudo à livre graça de Deus. A graça do concerto é que prescreveu nossa adoção. A graça do Salvador efetua nossa redenção, regeneração e exaltação a co-herdeiros de Cristo. Que esta graça seja revelada a outros.

Não dê ao perdido ocasião para desânimo. Não permita intervir uma severidade farisaica para ferir seu irmão. Não surja amargo escárnio no espírito ou no coração. Não manifeste sinal de desprezo na voz. Se falar uma palavra de você mesmo, se tomar atitude de indiferença, ou denotar suspeita ou desconfiança, poderá causar a ruína de uma vida. Carece ela de um irmão com o coração simpatizante do Irmão mais velho para que lhe toque o coração humano. Sinta ela o aperto de uma mão simpatizante, e ouça o sussurro: Oremos. Deus dará rica experiência a ambos. A oração une-nos um ao outro e a Deus. A oração traz Jesus ao nosso lado, e dá à alma fatigada e perplexa novas forças para vencer o mundo, a carne e o diabo. A oração desvia os ataques de Satanás.

Quando alguém se volta da imperfeição humana para contemplar a Jesus, dá-se uma divina transformação no caráter. O Espírito de Cristo que opera no coração conforma-o a Sua imagem. Seja pois vosso esforço exaltar a Jesus. Que os olhos do espírito se dirijam ao “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29. Empenhando-vos nesta obra, lembrai-vos de que “aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados”. Tia. 5:20.

“Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” Mat. 6:15. Nada pode justificar o espírito irreconciliável. Aquele que não é misericordioso para com os outros, mostra não ser participante da graça perdoadora de Deus. No perdão de Deus, o coração do perdido é atraído ao grande coração do Infinito Amor. A torrente da compaixão divina derrama-se no espírito do pecador e, dele, na de outros. A benignidade e misericórdia que em Sua própria vida preciosa Cristo revelou, serão vistas também naqueles que se tornam participantes de Sua graça. …

Não nos é perdoado porque perdoamos, porém, como o fazemos. O motivo de todo perdão acha-se no imerecido amor de Deus; mas, por nossa atitude para com os outros denotamos se estamos possuídos desse amor. Parábolas de Jesus, págs. 250 e 251.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 267 –

II JOÃO 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

II JOÃO 1
Comentário Pr Heber Toth Armí 

O discípulo amado pega pesado nesta segunda carta enviada à igreja no primeiro século. Quanto a seus ensinamentos, carecemos talvez mais deles agora que os crentes de outrora.

Sua mensagem deve ser proclamada atualmente tanto quanto foi a motivação de João alertar os crentes. As verdades contidas nos treze versículos devem ser diligentemente aplicadas no viver diário do cristão quanto foi a intenção do apóstolo ao escrevê-las.

Embora o mandamento do amor deve ser devidamente seguido, e realmente devemos amar uns aos outros, a prática do amor tem limites. “Quando o enganador procura os crentes, eles não devem abrir suas casas para ele nem lhe dar boas vindas. Mas essa proibição não contradiz a regra cristã primitiva de demonstrar hospitalidade a estranhos (Hebreus 13:1)”, nem mesmo, “João está falando do viajante que precisava de hospedagem por uma noite. Ele se refere ao mestre que tem a intenção de destruir a igreja de Jesus Cristo” (Simon J. Kistemaker).

Por isso, a síntese desta carta pode ser assim elaborada:

• Saudação à senhora igreja, noiva de Cristo (vs. 1-4);
• Recomendação de fé e amor, a essência de um relacionamento íntimo com o Senhor (vs. 5-6);
• Advertência contra enganadores, não vendedores de produtos falsos, mas charlatões que pervertem o evangelho e a natureza de Cristo (v. 7);
• Aviso aos crentes: Que cuidem de si mesmos em relação aos que manipulam a fé (v. 8-9);
• Ultimato quanto ao fato de tornar-se cúmplice apoiando hereges e inimigos disfarçados dos cristãos (vs. 10-11);
• O amor anseia falar mais do que escrever, pois o sentimento fica limitado quando expresso em palavras escritas; por isso, João encerrou logo sua redação e propôs visitar a igreja destinatária desta missiva (vs. 12-13).

O amor a Deus e a submissão a Cristo tornam-nos fieis a Seus ensinamentos. Por isso, esta cartinha “é um tesouro num pequeno frasco, que convida os leitores de todas as idades a viver o amor e a verdade de Jesus Cristo” (Bíblia Andrews).

A atitude certa para com enganadores nos levará a ter atitudes corretas em relação a Cristo e a Sua verdade; portanto, é muito importante estudar esta carta que visa alertar-nos quanto a essa realidade!

“Senhor, ajude-nos a andar na verdade, amar de verdade, e fugir da falsidade!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

I JOÃO 5 Comentário Pr Heber Roth Armí

I JOÃO 5
Comentário Pr Heber Roth Armí

Fica claro nestes cinco capítulos que “não há nada mais importante na vida cristã do que o amor”; que contrasta com o amor de quem não tem Cristo, pois, “somente porque experimentamos o amor que vemos na cruz é que amamos da maneira que distingue o cristão” (Leon Morris).

Morris ainda destaca que “é impressionante que” as cartas de João, “que dão tanta ênfase ao amor, tenham mais referências aos mandamentos de Deus do que qualquer outro livro do Novo Testamento”.

Assim, já na introdução do capítulo, João atesta que, “o teste da verdade para saber se amamos ou não os filhos de Deus é este: amamos a Deus? Guardamos Seus mandamentos? A prova de que amamos a Deus está na guarda dos Seus mandamentos, e eles não parecem difíceis” (vs. 1-3). 

Avance em teu estudo. O esboço de Merrill F. Unger auxilia a obter visão mais geral do capítulo em questão:

1. Fé e comunhão:
• A fé nos insere na comunhão (vs. 1-3);
• A fé traz a vitória (vs. 4-5).
2. Testemunho e comunhão:
• O testemunho a respeito do Filho (vs. 6-10);
• A crença no testemunho de Deus (vs. 11-12).
3. A oração e a comunhão:
• A importância da certeza (v. 13);
• O poder da oração (vs. 14-15).
4. A comunhão na oração e o cristão pecador:
• A oração e o problema do pecado grave (vs. 16-17);
• O pecado e seu remédio (vs. 18-20);
• Incumbência final (v. 21).

A fé que não está pautada no amor é insignificante, sem valor para Deus. A fé que não se submete aos mandamentos divinos é deficiente, falha e insuficiente para agradar a Deus, pois está desprovida de submissão ao Salvador. A prática do amor altruísta é o cumprimento da Lei de Deus (Romanos 13:8; Tiago 2:8).

Aquele que é cristão de verdade, ama genuinamente; quem ama de verdade, apreciará grandemente a comunhão com Deus e com os membros de Sua igreja. A fé não repele, ela aproxima e atrai!

A fé em Jesus concede vitória sobre o pecado e o mundanismo; ela dá garantia de vida eterna, certeza da resposta às orações, e transforma nosso coração. Nascer de Deus significa renunciar ao mundo radicalmente.

Após refletir nessas profundas verdades, resta-nos erguer e reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

Obediência, o Fruto da Fé

Refletindo a Cristo

Obediência, o Fruto da Fé- 17 de setembro

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes a Minha aliança, então sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a Terra é Minha.Êxo. 19:5.

A obediência – nosso serviço e aliança de amor – é o verdadeiro sinal de discipulado. Assim diz a Escritura: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos.” I João 5:3. “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” I João 2:4. É a fé, e ela só, que, em vez de dispensar-nos da obediência, nos torna participantes da graça de Cristo, a qual nos habilita a prestar obediência.

Não ganhamos a salvação por nossa obediência; pois a salvação é dom gratuito de Deus, e que obtemos pela fé. Mas a obediência é fruto da fé. “Bem sabeis que Ele Se manifestou para tirar os nossos pecados; e nEle não há pecado. Qualquer que permanece nEle não peca; qualquer que peca não O viu nem O conheceu”. I João 3:5 e 6. Aí é que está a verdadeira prova. Se habitamos em Cristo, se o amor de Deus habita em nós, nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações estão em harmonia com a vontade de Deus tal como se expressa nos preceitos de Sua santa lei. “Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como Ele é justo.” I João 3:7. A justiça está definida no padrão da santa lei de Deus, expressa nos dez preceitos dados no Sinai.

A chamada fé em Cristo que professa desobrigar os homens da obediência a Deus, não é fé, mas presunção. “Pela graça sois salvos, mediante a fé.” Efés. 2:8. Mas “a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma”. Tia. 2:17. Jesus disse de Si mesmo, antes de descer à Terra: “Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração.” Sal. 40:8. E justamente antes de ascender para o Céu, declarou: “Tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e permaneço no Seu amor.” João 15:10. Diz a Escritura: “Nisto sabemos que O conhecemos: se guardarmos os Seus mandamentos. Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou.” I João 2:3 e 6. …

A condição de vida eterna é hoje justamente a mesma que sempre foi – exatamente a mesma que foi no Paraíso, antes da queda de nossos primeiros pais – perfeita obediência à lei de Deus, perfeita justiça. Se a vida eterna fosse concedida sob qualquer condição inferior a essa, correria perigo a felicidade do Universo todo. Estaria aberto o caminho para que o pecado, com todo o seu cortejo de infortúnios e misérias, se imortalizasse. …

Quanto mais a sensação de nossa necessidade nos impelir para Ele e para a Palavra de Deus, tanto mais exaltada visão teremos de Seu caráter, e tanto mais plenamente refletiremos a Sua imagem. Caminho Para Cristo, págs. 60-62 e 65.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. Pág. 266

domingo, 16 de setembro de 2018

Pedras que Vivem

Refletindo a Cristo
Pedras que Vivem - 16 de setembro

Chegando-vos para Ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual… agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. I Ped. 2:4 e 5.

Quando a sagrada obra de Deus for purificada de todo o lixo que se tem acumulado durante anos, o nome de Deus será glorificado em vosso meio. Quando o Espírito Santo controlar os instrumentos humanos, cessarão completamente os negócios furtivos que têm sido praticados. Ver-se-á honestidade, veracidade, e disposição para que todos entendam os métodos de trabalho. O caráter dos obreiros será edificado com vigas impecáveis e sólidas. Ver-se-á retidão no trato em todos os que guardam os mandamentos de Deus. Cada fio da teia será criado pelo Senhor, e cada obreiro estirará seu fio na teia para ajudar a compor o padrão. O padrão virá do grande tear, perfeito em seu desenho.

Três mil anos atrás, Davi fez a pergunta: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua palavra.” Sal. 119:9. Corações impuros precisam ser purificados e santificados. Então poderá ser dado o testemunho: “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, Ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.” II Cor. 4:6.

Neste mundo precisamos brilhar em boas obras. O Senhor requer que Seu povo, que lida com coisas sagradas, esteja a sós com Deus, reflita os princípios do Céu em cada transação comercial, reflita a luz do caráter de Deus, o Seu amor, como Cristo a refletia. Se contemplarmos a Jesus, toda a nossa vida arderá com a maravilhosa luz. Cada órgão nosso há de ser uma luz; então, para onde quer que nos voltemos, a luz será refletida de nós para os outros. Cristo é o caminho, a verdade, a vida. NEle não há trevas; portanto, se estivermos em Cristo, não haverá trevas em nós.

Qual é o fruto do Espírito? Melancolia, tristeza, aflição e pranto? Não, não; o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Esses dons serão vistos em cada pedra que ajuda a formar o templo de Deus. Nem todas as pedras são da mesma dimensão ou formato, mas cada pedra tem seu lugar no templo.

No templo não há uma única pedra deformada. Todas são perfeitas, e na diversidade há unidade, formando um todo completo. Uma coisa é certa: cada pedra é uma pedra viva, uma pedra que emite luz. Agora é o tempo para que as pedras tiradas da pedreira do mundo sejam trazidas ao atelier divino e esculpidas, ajustadas, e polidas, para que possam brilhar. Special Instruction Regarding Royalties, págs. 20 e 21.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 Pág. 265 –

I JOÃO 4 Comentário Pr Heber Toth Armi

I JOÃO 4 
Comentário Pr Heber Toth Armi

O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:

1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).

Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs. 

A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.

A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.

O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é. 

• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!

Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!

Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada. 

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sábado, 15 de setembro de 2018

Integridade – Virtude Cristã

Refletindo a Cristo

Integridade – Virtude Cristã- 15 de setembro 


Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o Senhor, teu Deus. Deut. 25:15.
  
Em todos os aspectos da vida, os cristãos devem seguir os princípios de estrita integridade. Estes não são os princípios que governam o mundo, pois lá Satanás é senhor, e seus princípios de engano e opressão imperam. Os cristãos, porém, servem a outro Senhor, e seus atos devem ser efetuados em Deus. É preciso pôr de lado todo desejo egoísta de lucro.
Para alguns, o desvio da perfeita lealdade nos negócios poderá parecer de pouca importância, mas nosso Salvador não o considera assim: Suas palavras nessa questão são claras e explícitas: “Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito.” Luc. 16:10. O homem que comete fraudes em coisas pequenas, também as cometerá em coisas grandes se lhe sobrevier tentação.

Os seguidores de Cristo são obrigados a estar mais ou menos ligados com o mundo em assuntos comerciais. Em Sua oração por eles, o Salvador diz: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.” João 17:15. Os cristãos devem comprar e vender tendo em mente que os olhos de Deus os estão observando. Eles jamais devem usar balanças falsas e pesos enganosos. …

Em cada ato da vida o verdadeiro cristão é exatamente o que deseja que os circunstantes pensem ser ele. É guiado pela verdade e retidão. Não faz intrigas; conseqüentemente, nada tem a ocultar. Ele pode ser criticado e provado; mas em meio a tudo, sua inflexível integridade brilha como ouro puro. É um amigo e benfeitor de todos os que a ele se acham ligados; e seus companheiros depositam confiança nele, pois ele é confiável.

Emprega ele operários para trabalhar na sua seara? Ele não retém seu salário arduamente ganho. Dispõe de recursos para os quais não tem uso imediato? Ele alivia as necessidades de seu irmão menos afortunado. Ele não procura ampliar suas posses aproveitando-se de circunstâncias adversas de seu próximo. Aceita unicamente o preço justo por aquilo que vende. Se há defeitos nos artigos vendidos, ele o diz com franqueza ao comprador, embora em assim fazendo ele pareça trabalhar contra os seus próprios interesses.

Um homem poderá não ter uma aparência agradável; mas se possuir a reputação de ser íntegro, honesto em todo o seu trato, ele será respeitado. … O homem que adere com firmeza à verdade conquista a confiança de todos. Não somente os cristãos nele confiam; os mundanos também são obrigados a reconhecer o valor do seu caráter. Signs of the Times, 19 de fevereiro de 1902.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 264 

I JOÃO 3 Comentário Pr Heber Toth Armi

I JOÃO 3 
Comentário Pr Heber Toth Armi

Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.

O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:

1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).

Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27). 

João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da...

• ...prova moral: justiça (2:28-3:10);
• ...prova social: amor (3:11-18);
• ...prova doutrinária: fé (4:1-6).

Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.

O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.

• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração! 

Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).

Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

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