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terça-feira, 15 de novembro de 2022

AQUELE QUE MORREU PELA HUMANIDADE

 AQUELE QUE MORREU PELA HUMANIDADE

   E o Pai não julga ninguém, mas confiou todo julgamento ao Filho. João 5:22

   Um contraste maravilhoso será visto entre o primeiro e o segundo advento de Cristo. Nenhuma linguagem humana é capaz de descrever as cenas da segunda vinda do Filho do Homem nas nuvens do Céu. Ele virá com a própria glória, com a glória do Pai e dos santos anjos. Virá vestido nos trajes de luz, os quais tem usado desde os dias da eternidade. Anjos O acompanharão. Milhares de milhares O escoltarão em Seu caminho. […] A voz de Cristo invadirá a sepultura e entrará nos ouvidos dos mortos, e “todos os que se acham nos túmulos […] sairão” (Jo 5:28). 

   “Todas as nações serão reunidas em Sua presença” (Mt 25:32). Aquele que morreu pela humanidade deverá julgá-la no dia final, pois o Pai “Lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem” (Jo 5:27). Que dia singular será, quando as pessoas que rejeitaram a Cristo olharem para Aquele cujos pecados O traspassaram. Então saberão que Ele ofereceu o Céu a todos, desde que permanecessem ao Seu lado como filhos obedientes; saberão que Ele pagou um preço infinito por sua redenção, mas não aceitaram a liberdade da escravidão opressora do pecado. […] 

   Ao olhar para Sua glória, lembranças do Filho do Homem revestido de humanidade virão à memória. Serão lembrados de como O trataram, como O recusaram e como escolheram o lado do grande apóstata. Tudo que Ele disse e fez, a humilhação à qual desceu para salvá-los da mancha do pecado surgirá diante deles em condenação. […] 

   Mais uma vez, ouvirão a voz de Pilatos dizendo: “Não encontro Nele crime algum” (Jo 19:4). Verão a cena vergonhosa do julgamento, na qual Barrabás foi colocado ao lado de Cristo e tiveram o privilégio de escolher o Inocente. Mais uma vez, escutarão as palavras de Pilatos: “Quem vocês querem que eu solte: Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?” (Mt 27:17). E escutam a resposta: “Fora com este! Solte-nos Barrabás!” (Lc 23:18). Diante da pergunta de Pilatos: “Que farei, então, com Jesus, chamado Cristo?”, a resposta foi: “Que seja crucificado!” (Mt 27:22) (Review and Herald, 5 de setembro de 1899). 

   PARA REFLETIR: O que mais impressiona você nessa cena de julgamento?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de novembro

terça-feira, 18 de outubro de 2022

O SUSTENTADOR DA HUMANIDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

18 de Outubro

         O SUSTENTADOR DA HUMANIDADE

   Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei. Mateus 11:28

   Façam da obra de Cristo seu exemplo. Constantemente Ele saía fazendo o bem, alimentando o faminto e curando os enfermos. Ninguém que a Ele viesse em busca de simpatia saía desapontado. Comandante das cortes celestiais, Ele Se fez carne e habitou entre nós, e Sua vida de trabalho é um exemplo da tarefa que devemos executar. Seu amor terno e piedoso é uma repreensão a nosso egoísmo e nossa dureza de coração. 

   Cristo Se pôs como cabeça da humanidade nas vestes da humanidade. Tão plena de simpatia e amor era Sua atitude que nem o mais pobre tinha receio de ir a Ele. Era bom para todos, facilmente acessível ao mais humilde. Ia de casa em casa curando os enfermos, alimentando os famintos, confortando os tristes, tranquilizando os aflitos, falando de paz ao atribulado. Ele Se dispôs a humilhar-Se a Si mesmo, a negar-Se. Não procurava distinguir-Se. Era servo de todos. Sua comida e Sua bebida era ser um conforto e um consolo a outros, era alegrar os tristes e aliviar o fardo daqueles com quem diariamente entrava em contato. 

   Cristo Se apresenta diante de nós como um Homem padrão, o grande Médico-Missionário – um exemplo para todos que viessem depois. Seu amor puro e santo abençoava todo que estivesse dentro de Sua esfera de influência. Seu caráter era absolutamente perfeito, isento da mais leve mancha de pecado. Ele veio como expressão do perfeito amor de Deus, não para esmagar, não para julgar e condenar, mas para sanar todo caráter fraco e defeituoso, para salvar homens e mulheres do poder de Satanás. Ele é o Criador, Redentor e Sustentador da humanidade. Ele faz o convite a todos: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei. Tomem sobre vocês o Meu jugo e aprendam de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e vocês acharão descanso para a sua alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt 11:28-30). 

   Qual, então, é o exemplo que devemos dar ao mundo? Devemos nos empenhar na mesma obra que o grande Médico-Missionário tomou a Si em nosso favor. Devemos seguir o caminho da abnegação assinalado por Cristo (Beneficência Social, p. 53, 54). 

   PARA REFLETIR: O que impede você de tomar o jugo de Jesus e aprender Dele? 

terça-feira, 13 de setembro de 2022

O MESTRE E SALVADOR DA HUMANIDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-mestre-e-salvador-da-humanidade/

O MESTRE E SALVADOR DA HUMANIDADE

Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva. Deuteronômio 32:2

O Senhor diz hoje aos Seus filhos: “Sejam fortes […] e trabalhem; porque Eu estou com vocês” (Ag 2:4). Os cristãos sempre encontram no Senhor um forte apoio. Podemos não conhecer a forma como Ele ajuda; mas de uma coisa sabemos: o Senhor jamais abandona aqueles que põem sua confiança Nele. Se os cristãos soubessem quantas vezes o Senhor preparou seu caminho, para que a vontade do inimigo a respeito deles não se realizasse, não andariam tropeçando e se queixando. Sua fé estaria firme em Deus, e nenhuma provação teria poder para abalá-los. Eles O reconheceriam como sua sabedoria e eficiência, e Ele poderia realizar aquilo que deseja por meio deles.

As fervorosas súplicas e palavras de encorajamento enviadas por intermédio de Ageu receberam uma ênfase adicional por meio de Zacarias, a quem Deus suscitou para o apoiar nos apelos feitos a Israel para que executasse a ordem de se levantar e edificar. A primeira mensagem de Zacarias foi uma garantia de que a Palavra de Deus jamais falha e uma promessa de bênção aos que dessem ouvidos à segura palavra da profecia.

Com os campos devastados, as escassas reservas de provisões rapidamente se esgotando e rodeados por povos hostis, ainda assim os israelitas prosseguiam com fé, em resposta ao apelo dos mensageiros de Deus, e trabalhavam diligentemente para restaurar o templo arruinado. Era uma obra que requeria uma firme confiança em Deus. Enquanto o povo se esforçava para fazer sua parte, procurando uma renovação da graça de Deus no coração e na vida, mensagem após mensagem era dada por intermédio de Ageu e Zacarias, com a certeza de que sua fé seria ricamente recompensada e de que a Palavra de Deus sobre a futura glória do templo, cujas paredes eles estavam reparando, não falharia. Nesse mesmo edifício apareceria, na plenitude do tempo, o Desejado de todas as nações como o Mestre e Salvador da humanidade.
Assim, os construtores não foram deixados lutando sozinhos; “os referidos profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam” (Ed 5:2); e o Senhor dos Exércitos tinha declarado: “Sejam fortes […] e trabalhem; porque Eu estou com vocês” (Ag 2:4) (Profetas e Reis, p. 334, 335 [576, 577]). 

PARA REFLETIR: Você ainda aprecia as orientações que Deus deixou por intermédio dos antigos profetas? 
https://youtu.be/FLAUK3b_DvQ

quinta-feira, 7 de julho de 2022

O SUBSTITUTO DA HUMANIDADE

 O SUBSTITUTO DA HUMANIDADE

Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados. Efésios 5:1

Se o povo que viveu antes do Dilúvio tivesse obedecido à Palavra de Deus, não teria perecido nas águas diluvianas. Se os israelitas tivessem obedecido à Palavra de Deus, Ele teria derramado sobre eles bênçãos especiais. Mas eles caíram em consequência da condescendência com o apetite e a paixão. Não foram obedientes à Palavra de Deus. A condescendência com o apetite pervertido os levou a numerosos e graves pecados. Se eles tivessem considerado primeiramente os reclamos de Deus e depois as suas necessidades físicas em submissão à escolha divina do alimento apropriado para eles, certamente nenhum deles teria sucumbido no deserto. Teriam sido estabelecidos na boa terra de Canaã como um povo santo e feliz, sem nenhum indivíduo fraco em todas as suas tribos.

O Salvador do mundo tornou-Se pecado pela humanidade. Ao tornar-Se Substituto da humanidade, não manifestou Seu poder como Filho de Deus, mas enfileirou-Se entre os filhos dos homens. Deveria suportar a prova da tentação como homem, em favor do ser humano, sob as mais difíceis circunstâncias, e deixar um exemplo de fé e perfeita confiança em Seu Pai celestial. Cristo sabia que o Pai Lhe supriria alimento quando fosse para Sua glória. Nessa severa provação, quando a fome O pressionava além da medida, não diminuiria prematuramente uma partícula da prova que Lhe foi dada, exercendo Seu divino poder.

O ser humano caído, quando colocado em apuros, não tem poder para operar milagres em seu próprio benefício, a fim de salvar-se da dor ou angústia, ou obter vitórias sobre seus inimigos. Era propósito de Deus testar e provar a humanidade e dar-lhe a oportunidade de desenvolver o caráter, levando-a frequentemente a situações de prova, para testar sua fé e confiança em Seu amor e poder. A vida de Cristo era de uma conduta perfeita. Estava sempre ensinando a homens e mulheres, por Sua palavra e Seu exemplo, que deviam depender de Deus e que Nele deveriam depositar sua fé e firme confiança (No Deserto da Tentação, p. 38, 39 [43, 44]). 

PARA REFLETIR: Jesus escolheu voluntariamente experimentar cada desafio e condição extrema humana a fim de ajudá-lo a desenvolver o caráter nos momentos difíceis da vida. Você deu a Jesus permissão para que hoje seja um dia de edificação do caráter?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

7 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-substituto-da-humanidade/

domingo, 19 de junho de 2022

A GRANDE FONTE DE ILUMINAÇÃO

 A GRANDE FONTE DE ILUMINAÇÃO

A verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina toda a humanidade. João 1:9

Nenhuma outra luz brilhou nem brilhará jamais sobre os homens caídos, a não ser aquela que procede de Cristo. Jesus, o Salvador, é a única luz que pode iluminar a escuridão de um mundo imerso no pecado. A respeito de Cristo está escrito: “A vida estava Nele e a vida era a luz dos homens” (Jo 1:4). Foi recebendo de Sua luz que os discípulos puderam se tornar portadores de luz. A vida de Cristo no coração, Seu amor revelado no caráter, faz de nós a luz do mundo.

De si mesma a humanidade não possui luz. Separados de Cristo, somos semelhantes a uma vela apagada, como a Lua quando tem a face voltada para o lado contrário ao Sol. Não temos um único raio luminoso a lançar sobre as trevas do mundo. Ao volver-nos, porém, para o Sol da Justiça, ao nos colocarmos em contato com Cristo, todo o nosso ser é iluminado com o brilho da divina presença.

Os seguidores de Cristo devem ser mais do que uma luz entre os seres humanos. Eles são a luz do mundo. Jesus diz a todos quantos proferem Seu nome: “Vocês se entregaram a Mim, e Eu os entreguei ao mundo como Meus representantes.” […] Como Cristo é o instrumento para a revelação do Pai, assim devemos nós ser o meio para a revelação de Cristo. Embora nosso Salvador seja a grande Fonte de iluminação, não esqueçamos, como cristãos, que Ele é revelado mediante a humanidade. As bênçãos de Deus são concedidas por intermédio de instrumentos humanos. O próprio Cristo veio ao mundo como o Filho do homem. A humanidade, unida à natureza divina, deve tocar a humanidade. A igreja de Cristo, cada discípulo do Mestre, individualmente, é o veículo designado pelo Céu para a revelação de Deus aos homens. Anjos de glória esperam comunicar por nosso intermédio a luz e o poder celestiais a quem está quase a perecer. Os agentes humanos deixarão de cumprir a tarefa que lhes é designada? Então, o mundo seria, na mesma proporção, roubado da prometida influência do Espírito Santo.

Mas Jesus não pediu aos discípulos: “Façam um esforço para que sua luz brilhe.” Ele simplesmente disse: “Assim brilhe também a luz de vocês diante dos outros” (Mt 5:16). Quando Cristo habita no coração é impossível esconder a luz de Sua presença. Se aqueles que professam ser seguidores de Cristo não são a luz do mundo, é porque o poder vital os deixou. Se não têm luz para comunicar, é porque não têm ligação com a Fonte da luz (O Maior Discurso de Cristo, p. 39-41).

PARA REFLETIR: Você tem brilhado? O caminho de quem Jesus iluminará por seu intermédio hoje?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

19 de junho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-grande-fonte-de-iluminacao/


segunda-feira, 25 de abril de 2022

A FRENTE DA HUMANIDADE

 A FRENTE DA HUMANIDADE

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Colossenses 1:15

Este é o tempo em que todo aquele que ocupa cargo de responsabilidade e todo membro da igreja devem colocar cada detalhe de seu trabalho em perfeita harmonia com os ensinos da Palavra de Deus. Por meio de vigilância incansável, orações fervorosas e palavras e atos cristãos devemos mostrar ao mundo o que Deus quer que Sua igreja seja.

De Sua elevada posição, Cristo, o Rei da glória, a Majestade do Céu, viu o estado da humanidade. Teve compaixão dos seres humanos em sua fraqueza e pecaminosidade e veio à Terra para revelar quem é Deus para os homens. Deixando Sua corte real, revestindo Sua divindade com os véus da humanidade, veio pessoalmente ao mundo para desenvolver em nosso favor um caráter perfeito. Não escolheu morada entre os ricos da Terra. Nasceu na pobreza, de pais humildes, e viveu na desprezada aldeia de Nazaré. Logo que atingiu idade suficiente para manejar as ferramentas, contribuiu com a Sua parte para o sustento da família.

Cristo condescendeu em colocar-Se à frente da humanidade para sofrer tentações e suportar as provas que os seres humanos têm que sofrer e suportar. Tinha de conhecer o que a humanidade tem que sofrer da parte do inimigo caído, a fim de saber como socorrer os que são tentados.

E Cristo foi feito nosso juiz. O Pai não é o juiz. Tampouco são os anjos. Aquele que Se revestiu da humanidade e viveu vida perfeita neste mundo será quem nos julgará. Só Ele pode ser nosso juiz. Vamos nos lembrar disso, irmãos? Os pastores se lembrarão disso? E os pais e mães se lembrarão? Cristo assumiu a humanidade para poder ser nosso juiz. Nenhum de nós foi designado para julgar outra pessoa. Tudo o que podemos fazer é nos corrigir. Exorto-lhes, em nome de Cristo, a obedecer à ordem que lhes dá, de nunca assumirem a atitude de juízes. Dia a dia tem soado aos meus ouvidos esta mensagem: “É preciso descer do assento de juiz. Fazê-lo em humildade.”

Jamais foi tão necessário como agora que nos neguemos a nós mesmos e carreguemos cada dia a cruz. Até que extremo nós estamos dispostos a dar provas de abnegação? (Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 185, 186).

PARA REFLETIR: Qual é a sua cruz? O que você carregará hoje enquanto segue Cristo?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-frente-da-humanidade/

domingo, 15 de agosto de 2021

As Três Grandes Perguntas da Vida

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sábado - 14 de agosto

AS TRÊS GRANDES PERGUNTAS DA VIDA

Que fazes aqui, Elias? 1 Reis 19:9

A pergunta que Deus dirigiu a Elias pode também ser entendida como uma das três questões que mais têm preocupado os filósofos ao longo dos séculos. O crente em Cristo é o único que encontra resposta satisfatória a qualquer das três. A primeira diz respeito à origem do homem. As especulações da hipótese evolucionista diminuem a natureza do homem, sugerindo que ele emergiu gradualmente de uma forma de vida inferior. O verdadeiro crente em Deus, porém, reconhece que no princípio o homem foi trazido à existência por um ato divino de criação especial, sendo feito à imagem de Deus. Essa crença reveste o homem de um valor infinito, atribuindo a todo indivíduo alto valor.

A segunda pergunta em importância é: “Qual é o dever do homem aqui?” Toda pessoa tem uma tarefa a cumprir. Ninguém está aqui por acaso. Todos têm um propósito a cumprir na vida. Cristo deu a todos uma obra a fazer, mas poucos seguem o caminho que lhes é destinado. O dever do homem é glorificar o Criador e ser uma bênção aos semelhantes. “Todos têm seu lugar no plano eterno do Céu. Todos devem colaborar com Cristo para a salvação de almas. Tão certo como nos está preparado um lugar nas mansões celestiais, há também um lugar designado aqui na Terra, onde devemos trabalhar para Deus” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 326, 327).

A terceira pergunta é: “Qual é o destino da humanidade?” Para onde irá no fim de tudo? Para o descrente, a morte é o fim da existência. Não enxerga além da tumba. A fé cristã olha para além do presente, para a eternidade. A vida é rica de sentido para o indivíduo que crê que Cristo morreu, ressurgiu, ascendeu ao Céu e voltará em breve para buscar os Seus filhos.

Quão gratos devemos, na verdade, nos sentir por possuir uma fé que proporciona sentido à nossa existência e nos ajuda a encontrar solução para os grandes problemas da vida!

Guilherme Gordon Murdoch, 26/4/1966

segunda-feira, 5 de abril de 2021

“Deus amou o mundo de tal maneira”

 MEDITAÇÃO DIÁRIA


Segunda-feira, 5 de abril

“Deus amou o mundo de tal maneira”

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Muitas têm sido as tentativas dos homens para descrever o insondável amor de Deus pela humanidade. Todas essas tentativas ficam muito distantes da realidade. A mais eloquente analogia é a do amor de um pai e uma mãe por seus filhos. Depois de o Mestre descrever o mais fielmente possível esse amor, O ouvimos dizer: “Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?” (Mt 7:11).

“Se os pais se sacrificam por seus filhinhos, quanto mais Deus! Se um homem daria a vida pelos amigos, quanto mais Deus! Se vocês são capazes de sofrer por alguém a quem amam, quanto mais Deus! Lembrem-se de como Lacordaire dramatizou uma vez essa verdade? ‘Se vocês querem saber como o Todo-Poderoso Se sente a nosso respeito, escutem o pulsar de seu próprio coração. Acrescente a isso o Infinito’” (Stewart, Heralds of God, p. 148).

O amor de Deus pelo homem não se expressa apenas em João 3:16, mas em toda a história do evangelho. A encarnação foi uma expressão desse amor. O ministério de Jesus em benefício dos homens foi constante e uma eloquente tentativa de dramatizar o amor de Deus. A cruz foi a suprema manifestação do amor. Deus continuou demonstrando Seu imenso amor no ministério do Espírito Santo, em nós, e na obra de Cristo no Céu em favor dos pecadores, na promessa da segunda vinda de Jesus e na esperança da vida eterna. Todas essas grandes verdades evangélicas refletem o amor de Deus.

Alguém pode perguntar: “Se Deus me ama, por que eu sofro?” “Se Deus ama o mundo, por que existe tanta dor?” Parte da resposta a essas perguntas está nas palavras de Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:17, 18).

O amor de um Deus eterno deve ser avaliado nos termos de Sua eternidade. Seu amor pode ser sentido agora, mas só será compreendido na vida eterna.

Norval F. Pease, 22/3/1970

segunda-feira, 11 de março de 2019

Um Salvador que Vem da Eternidade

A Fé Pela Qual Eu Vivo

11 de março

Um Salvador que Vem da Eternidade

Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nEle antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dEle em caridade. Efésios 1:3 e 4.

Desde a queda o Senhor tem executado Sua vontade no plano da redenção, pelo qual Ele procura restaurar o homem à sua perfeição original. A morte de Cristo na cruz tornou possível a Deus receber e perdoar a todo ser arrependido. Signs of the Times, 12 de junho de 1901.

Quando o divino Sofredor pendia sobre a cruz, anjos reuniram-se ao Seu redor e, enquanto O olhavam e ouviam o Seu brado, perguntaram, com intensa emoção: “Acaso o Senhor Jeová não O salvará?” … Então foram proferidas as palavras: “Jurou o Senhor e não Se arrependerá” (Salmos 110:4). Pai e Filho estão empenhados em cumprir as condições do concerto eterno. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Cristo não estava só ao realizar Seu grande sacrifício. Era o cumprimento do concerto feito entre Ele e Seu Pai antes que se estendessem os fundamentos do mundo. Com mãos unidas associaram-se num solene pacto pelo qual Cristo Se tornaria fiador da humanidade caso fosse ela vencida pelo engano de Satanás. TheYouth’s Instructor, 14 de julho de 1900.

A salvação da humanidade sempre fora objeto de consideração nos concílios do Céu. O concerto de misericórdia fora feito antes da fundação do mundo. Existiu por toda a eternidade, e é chamado o concerto eterno. Tão certo como nunca houve um tempo em que Deus não existisse, nunca houve também um momento em que não fosse o deleite da Mente Eterna manifestar Sua graça à humanidade. Comentário Bíblico Adventista, vol. 7, pág. 1041.

Quanto mais consideramos este assunto, encontramos maiores profundezas, e há ainda profundezas a atingir ao estudarmos a glória do Redentor. É a glória do Príncipe da vida, e os maiores recursos do homem não lograrão alcançá-la. Os próprios anjos desejam analisar profundamente este tema misterioso e maravilhoso: a redenção do ser humano. Manuscrito 128, 1897.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 76

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

O Ato que Coroou a Criação

A Fé Pela Qual Eu Vivo
23 de janeiro

O Ato que Coroou a Criação

E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou. Gênesis 1:27.


Aqui está claramente estabelecida a origem da humanidade; e o relato divino refere tão compreensivelmente que não há lugar para conclusões errôneas. Patriarcas e Profetas, pág. 44.

Depois que a Terra com sua abundante vida animal e vegetal fora suscitada à existência, o homem, a obra coroadora do Criador, e aquele para quem a linda Terra fora preparada, foi trazido em cena. …

Ao sair o homem das mãos do Criador era de elevada estatura e perfeita simetria. O rosto trazia a rubra coloração da saúde, e resplendia com a luz da vida e com alegria. A altura de Adão era muito maior do que a dos homens que hoje habitam a Terra. Eva era um pouco menor em estatura; contudo suas formas eram nobres e cheias de beleza. Patriarcas e Profetas, págs. 44 e 45.

Não há lugar para a suposição de que o homem evoluiu, por meio de morosos graus de desenvolvimento, das formas inferiores da vida animal ou vegetal. … Aquele que estabeleceu os mundos estelares nos altos céus, e com delicada perícia coloriu as flores do campo, Aquele que encheu a Terra e os céus com as maravilhas de Seu poder, vindo a coroar Sua obra gloriosa a fim de pôr em seu meio alguém para ser o governador da linda Terra, não deixou de criar um ser digno das mãos que lhe deram vida. A genealogia de nossa raça, conforme é dada pela inspiração, remonta sua origem não a uma linhagem de germes, moluscos e quadrúpedes a se desenvolverem, mas ao grande Criador. Posto que formado do pó, Adão era filho “de Deus” (Lucas 3:38). Patriarcas e Profetas, pág. 45.

Depois dos seres angélicos, a família humana, formada à imagem de Deus, constitui a mais nobre de Suas obras criadas. A Verdade Sobre os Anjos, pág. 48.

Quando Adão saiu das mãos do Criador, trazia ele em sua natureza física, intelectual e espiritual, a semelhança de seu Criador. … Era Seu intento que quanto mais o homem vivesse tanto mais plenamente revelasse esta imagem, refletindo mais completamente a glória do Criador. Educação, pág. 15.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 29

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

A corrupção Gênesis 6 (Com. Pr Héber)

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖Gênesis 6 (leia em sua Bíblia)
A corrupção da humanidade
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

A corrupção da humanidade não é característica apenas dos últimos dias. Ela é tão antiga quanto a queda, e desenvolveu-se muito rapidamente. A progressão do mal tornou-se quase irreversível, a tal ponto de ter que colocar um freio acionado por Deus. Esse freio chama-se dilúvio, que tornou-se a barreira ao aumento da perversidade.

A coisa piorava na sociedade, a maldade penetrou em cada canto do mundo e do coração da humanidade. Gênesis 6 mostra a Israel, que ao receber a mensagem desse livro estava no Egito (e também a nós), que Deus toma providências  radicais quando o mal parece sufocar ao bem.

Em meio aos perigos oriundos da corrupção, “Gênesis proporcionou a Israel a base teológica e histórica de sua existência como povo escolhido de Deus. Israel podia traçar sua genealogia até o patriarca Abraão, a quem Deus havia escolhido dentre as nações dispersas, e a quem fez as grandes promessas pactuais de que teria posteridade e território”. Desta forma, “o conteúdo de Gênesis dava segurança aos israelitas de que Deus os daria o futuro prometido, e que Ele era capaz de cumprir com Suas promessas” (Walvoord e Zuck).

1. O dilúvio aconteceu como uma ação direta de Deus no mundo, participando ativamente na história humana; a literalidade do dilúvio é ratificada por profetas posteriores (Isaías 54:9), pelos apóstolos (I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; 3:6), pelo próprio Jesus (Mateus 24:37-39; Lucas 17:26-27) e também por muitos achados arqueológicos em todo mundo.
2. O objetivo divino com a inundação mundial foi colocar limites à corrupção moral, social, física e espiritual numa sociedade que sofria no império da violência. 

Observe estes dois importantes pontos:

• Visando atingir as famílias, Satanás promove o jugo desigual, e o resultado é catastrófico (vs. 1-6);
• Visando salvar a família, Deus chama Noé: Sua família é a única e entrar na arca especial para livrar-se do dilúvio (vs. 7-22).

A graça de Deus atua na desgraça humana; porém, cada pessoa decide aceitar ou rejeitar o presente divino. Ele entra em cena e salva quem se apega a Seu método de resgate.

Deus é paciente, mas não passivo. Ele atua quando o mal desafia Seus planos. Se outrora agiu contra a violência e imoralidade, Ele logo agirá no presente! Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quarta-feira, 6 de junho de 2012

MD-Salmos 42:1



Meditação Diária       
               SEDE DA ALMA

Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma. Sal. 42:1.

Em cidades como Nova Iorque, ou Paris, a água não é mais simplesmente água, é bebida de luxo. 
Com mais de 700 marcas para escolher, “eau de bonteille” pode custar até o absurdo preço de 15 dólares num restaurante sofisticado, como o Alain Ducase, de Nova Iorque.

Nos últimos anos, a venda de água engarrafada no mundo tem aumentado bastante, e a indústria daquilo que os americanos estão chamando de “a essência da vida” chega hoje a 7 bilhões de dólares anuais só nos Estados Unidos. Tudo porque, de repente, a humanidade parece ter redescoberto os benefícios da água para a saúde.

Está comprovado que as pessoas bebem pouca água. Calcula-se que a maioria dos habitantes do planeta vive cronicamente desidratada. Todos os dias, um adulto perde por volta de um litro de líquido e, se esse líquido não for reposto, haverá prejuízo para o organismo.

O texto de hoje apresenta a figura da corça suspirando pelas correntes das águas. Nas terras desérticas, era comum ver as manadas das corças movendo-se de um lugar para outro, buscando uma poça de água. Às vezes, uma corça solitária perseguida pelos predadores ficava exausta e machucada de tanto correr, e o seu último refúgio era uma poça de água. O animalzinho descia a colina e nadava no meio da água, procurando ocultar-se de seus inimigos. Para a corça, a água não era algo opcional, era assunto de vida ou morte.

Porém, o Salmo de hoje não está falando apenas de água, está falando de Deus, o único Ser capaz de suprir a sede da alma. “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Sal. 42:2), diz Davi.

“Sede do Deus vivo.” Nossos dias estão cheios de deuses mortos. Inventamos pequenos deuses, manipuláveis, dirigíveis, só para tentar enganar a sede da alma. Brincamos de acreditar em Deus, mas o coração continua sedento. Como um deserto sem vida, esperando uma gota de água, uma palavra de amor, um gesto de ternura, uma atitude de carinho.

Ah, se o ser globalizado de hoje abandonasse um pouco suas conexões mirabolantes e parasse na sua corrida louca, descobriria o segredo da vida vitoriosa do salmista e também diria: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma.”/Escrito por Alejandro Bullón/

Experimente estar com Jesus através da oração e da leitura da Bíblia a cada amanhecer e veja a transformação que Ele pode operar em sua vida.

Salmos 3 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 3 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 3 – O sono é um presente do gracio...