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sábado, 26 de agosto de 2023

O FRACASSO DE ISRAEL

 Meditação Diária

26 de agosto

O FRACASSO DE ISRAEL

Eu lhes digo que o reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. Mateus 21:43


plano de Deus de anunciar a salvação à humanidade mediante Israel não se concretizou conforme o ideal de Deus, mas foi alcançado de outra maneira. Isso foi exposto por Jesus na parábola dos lavradores maus (Mt 21:33-43). As causas básicas do fracasso de Israel em ser a luz do mundo foram duas. A primeira foi a atitude de tentar conservar as bênçãos de Deus somente para si. Ellen G. White afirmou: “De forma egoísta, guardaram para si mesmos aquilo que teria levado cura e vida espiritual a incontáveis multidões”, e “os pagãos foram olhados como estando fora do alcance de Sua misericórdia. A luz da verdade foi retida, e as trevas prevaleceram. As nações foram cobertas com o véu da ignorância; o amor de Deus era pouco conhecido, e o erro e a superstição floresceram” (Profetas e Reis, p. 415, 218 [705, 371]).

A segunda causa do fracasso de Israel foi a rejeição do Filho de Deus. As profecias anunciavam dois aspectos da obra do Messias: como sofredor e como rei. Os israelitas desconsideraram o primeiro e se concentraram apenas no segundo. Assim, quando o Messias veio, humilde, pobre, manso e sofredor, não O receberam (Jo 1:11) e se encarregaram de matá-Lo. “Tropeçaram na pedra de tropeço”, e isso ocorreu porque foram “descrentes” e “desobedientes” (1Pe 2:6-8; Rm 9:30-33).

O fracasso de Israel trouxe resultados. Primeiramente, eles receberam os resultados do que estava previsto na aliança aos desobedientes (Dt 28:15-68). Em segundo lugar, Israel deixou de ser o povo peculiar incumbido de evangelizar o mundo. Os judeus, individualmente, podem crer no evangelho, ser salvos e participar da missão (Mt 21:43; Rm 11:1, 2). Deus, porém, escolheu a igreja cristã para dar continuidade à missão de Seu povo. A igreja deve ser a luz do mundo. Ela é o Israel espiritual, do qual fazem parte judeus e gentios (Ef 2:11-22; Rm 10:12, 13; Gl 3:28, 29; Mt 28:19, 20).

Hoje, você e eu pertencemos ao povo missionário de Deus. Façamos nossa parte. Deus conta conosco.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-fracasso-de-israel/
https://youtu.be/dQbgEt-70PA

quinta-feira, 9 de março de 2023

APRENDAM DE MIM

 APRENDAM DE MIM

Tomem sobre vocês o Meu jugo e aprendam de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e vocês acharão descanso para a sua alma. Mateus 11:29

Com frequência, a Bíblia apresenta coisas da natureza para ilustrar verdades espirituais. O próprio Filho de Deus, em Sua missão de nos salvar, é chamado de “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Apesar de inocente, Ele morreria sobre a cruz, como os inocentes cordeiros morriam sobre o altar. Já no Apocalipse, Ele é retratado como “o Leão da tribo de Judá” (Ap 5:5), porque lutou bravamente contra o pecado e as forças do mal e saiu vitorioso. No evangelho de Mateus, embora não seja mencionado o nome de um animal, a referência é ao boi, visto que normalmente é o animal que usa um jugo.

Jugo ou canga é um instrumento de madeira colocado sobre o pescoço dos animais para que possam realizar determinada tarefa. Naqueles tempos, quando queriam treinar um boi novo para o serviço, eles o colocavam debaixo de um jugo. Ao lado dele, ia um boi mais velho e experiente. Durante semanas eles andavam juntos. O boi mais velho conhecia bem o boieiro e suas vontades, conhecia bem os caminhos, porque já passara por eles muitas vezes. Quando chegavam a um atoleiro ou a uma subida íngreme, era ele o que fazia mais força e arcava com o maior peso. Assim, dia a dia o novilho ia aprendendo com o boi mais velho e era por ele ajudado. Ao convidar: “aprendam de Mim”, Jesus está dizendo: “Eu sou o boi mais velho, e você é o boi novo; fique ao Meu lado e Me acompanhe. Eu conheço ao Senhor e Sua vontade, Eu conheço o caminho. Já vivi na Terra e passei por lutas e aflições. Eu tenho todo o poder e vou ajudar você nos momentos difíceis.” Depois de irmos a Jesus e aceitarmos Sua vontade para nossa vida, é nosso privilégio desfrutar diariamente de Sua companhia e Dele aprender. Isso ocorre quando oramos, quando estudamos a Bíblia, quando participamos dos cultos e quando meditamos sobre Sua atuação neste mundo.

Se caminharmos continuamente a Seu lado, Ele nos transformará. Nosso caráter será semelhante ao Seu. Desse modo, desfrutaremos de Seu descanso e experimentaremos Sua paz.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

8 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/aprendam-de-mim/

https://youtu.be/YsDzSs3HoIM
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

O INEXPLICÁVEL PRESENTE

 O INEXPLICÁVEL PRESENTE

Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. Lucas 9:56, ARA

Estamos nos aproximando do final de mais um ano. Logo o Natal e o Ano-Novo chegarão. Sejamos francos e cuidadosos ao revisar como foi a nossa vida ao longo do ano que está prestes a terminar, considerando o seu peso histórico e eterno. Levemos em conta os muitos sinais que tivemos do favor de Deus nas bênçãos que nos concedeu. O mais inexplicável Presente que o Senhor poderia derramar ao mundo foi o Dom de Seu amado Filho.

Não apreciamos nem metade da grandeza do plano da salvação. Aquele que era um com o Pai desceu do trono glorioso no Céu, deixou de lado Suas vestes e coroa reais, para revestir a Sua divindade da humanidade, rebaixando-Se ao nível das frágeis capacidades humanas. “Sendo rico, Se fez pobre por amor de vocês, para que, por meio da pobreza Dele, vocês se tornassem ricos” (2Co 8:9). Infinito foi o sacrifício da parte do Pai; infinito foi o sacrifício do Filho! O dom mais elevado que o Céu podia conceder foi derramado para resgatar a humanidade caída. Como é grande a bondade divina! Seria muito mais fácil eliminar o mundo do que reformá-lo. Mas Cristo declara: “o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lc 9:56, ARA).

O Filho de Deus entendia o desespero da situação e veio Ele próprio ao nosso mundo, a fim de que, por meio Dele, a humanidade tivesse acesso à vida eterna. Sendo o Filho do Deus Altíssimo, submeteu-Se a insulto, zombaria e morte cruel porque ama os seres humanos e desejou salvá-los da ruína. No entanto, mostrando-se determinado a se desligar de toda comunicação com o Céu, como quem rejeita a misericórdia divina e desafia a onipotência, o mundo que Ele veio salvar crucificou o Senhor da glória. Seremos capazes, queridos irmãos e irmãs, de contemplar tamanho amor e sacrifício tão infinitos sem nos emocionar? Que imensidão de recursos o poder divino providenciou para a raça caída!

Olhemos para Jesus e vejamos o amor extraordinário pela humanidade que a cruz do Calvário evidencia. O grande sacrifício foi feito, e Cristo comprou homens e mulheres a um preço infinito. “Vocês foram comprados por preço” (1Co 6:20), a saber, o sangue precioso do Filho de Deus. E agora Jesus diz: “O coração humano Me pertence”. […] Assim Ele garante a posse da consciência dos seres humanos (Review and Herald, 11 de dezembro de 1888).

PARA REFLETIR: Como o seu valor diante de Deus é positiva ou negativamente afetado pelo pecado?
https://youtu.be/uqtBQ_bO6sc

MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-inexplicavel-presente/

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

O FILHO DE DEUS

 O FILHO DE DEUS

E o Deus de toda a graça, que em Cristo os chamou à Sua eterna glória, depois de vocês terem sofrido por um pouco, Ele mesmo irá aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar vocês. 1 Pedro 5:10

Depois de sua expulsão do Éden, a vida de Adão na Terra foi cheia de tristeza. Cada folha a murchar, cada vítima do sacrifício, cada mancha na bela face da natureza, cada mácula na pureza do ser humano era uma nova lembrança de seu pecado. A aflição do remorso era terrível, pois quando Adão observava a iniquidade dominante entre as pessoas e as repreendia, elas respondiam acusando-o de ser o causador do pecado. Com paciente humildade, ele suportou durante quase mil anos o castigo da transgressão. Arrependeu-se sinceramente de seu erro, confiando nos méritos do Salvador prometido, e morreu na esperança de uma ressurreição. O Filho de Deus redimiu a falta e a queda da humanidade e, agora, pela obra da expiação, Adão é reintegrado em seu primeiro domínio.

Maravilhado, ele contempla as árvores que um dia foram seu deleite; as mesmas cujo fruto ele próprio havia colhido nos dias de sua inocência e alegria. Vê as videiras que sua própria mão havia tratado, as mesmas flores das quais com tanta satisfação havia cuidado. Sua mente capta a realidade daquela cena; ele compreende que isso é, em realidade, o Éden restaurado, mais lindo agora do que quando foi expulso dele. O Salvador o leva à árvore da vida, apanha o fruto glorioso e convida-o a comer. Olha em redor de si e contempla uma multidão de sua família resgatada no paraíso de Deus. Lança então sua brilhante coroa aos pés de Jesus e, caindo ao Seu peito, abraça o Redentor. Dedilha a harpa de ouro, e pelas abóbadas do Céu ecoa o cântico triunfante: “Digno, digno, ‘digno é o Cordeiro’ (Ap 5:12) ‘que esteve morto e tornou a viver!’ (Ap 2:8).” A família de Adão se une ao cântico e lança suas coroas aos pés do Salvador, inclinando-se perante Ele em adoração.

Essa reunião é testemunhada pelos anjos que choraram quando Adão caiu em pecado e transbordaram de alegria quando Jesus ascendeu ao Céu, depois de ressurgido, tendo aberto a sepultura por todos os que cressem em Seu nome. Contemplam agora a obra da redenção completa e unem as vozes no cântico de louvor (O Lar Adventista, p. 446, 447 [540, 541]). 

PARA REFLETIR: O que você diria a Adão depois de testemunhar o maravilhoso encontro dele com Deus no Céu? 
https://youtu.be/ppM3J6dstRs

MEDITAÇÃO DIÁRIA

8 de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-filho-de-deus/

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

O FILHO QUERIDO

 O FILHO QUERIDO

Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do Seu Filho amado. Colossenses 1:13

Foi-me mostrado o grande amor e condescendência de Deus em dar Seu Filho para morrer, a fim de que a humanidade pudesse encontrar perdão e viver. Foram-me mostrados Adão e Eva, que tiveram o privilégio de contemplar a beleza e o encanto do Jardim do Éden e a quem fora dado comer de toda árvore do jardim, exceto uma. Mas a serpente tentou Eva, e esta tentou o marido, e ambos comeram da árvore proibida. Quebraram o mandamento de Deus e se tornaram pecadores. As notícias se espalharam através do Céu, e as harpas todas se calaram. Os anjos se entristeceram e temeram que Adão e Eva estendessem novamente a mão, comessem o fruto da árvore da vida e se tornassem pecadores imortais. […] 

A tristeza encheu o Céu ante a realidade de que o ser humano tinha se perdido, que o mundo que Deus havia criado se encheria de mortais condenados à miséria, enfermidade e morte e que não havia meio de escape para o ofensor. Toda a família de Adão tinha que morrer. Vi então o amorável Jesus e contemplei em Seu semblante uma expressão de simpatia e pesar. Logo O vi Se aproximar da inexcedível luz que envolvia o Pai. Disse meu anjo assistente: “Ele está em conversa íntima com Seu Pai.” A ansiedade dos anjos parecia ser intensa enquanto Jesus estava em comunhão com Seu Pai. Três vezes Ele foi envolvido pela gloriosa luz em torno do Pai. Na terceira vez, Ele veio do Pai e pudemos ver Sua pessoa. Seu semblante estava calmo, livre de toda perplexidade e angústia e brilhava com uma luz maravilhosa que palavras não podem descrever. Ele fez então saber ao coro angélico que se abrira um caminho de escape para a humanidade perdida; que estivera pleiteando com o Pai e obtivera permissão de dar Sua própria vida como resgate para a raça, levar seus pecados e receber sobre Si a sentença de morte, abrindo dessa maneira caminho pelo qual pudessem, mediante os méritos do Seu sangue, encontrar perdão para as transgressões passadas e, mediante a obediência, ser levados de volta ao jardim do qual haviam sido expulsos. […] 

Então alegria, alegria inexprimível, encheu o Céu, e o coro celestial cantou um cântico de louvor e adoração. Eles tocaram suas harpas e cantaram com mais entusiasmo que jamais haviam cantado, por causa da grande graça e condescendência de Deus em entregar o Seu Filho querido para morrer pela raça rebelada (Primeiros Escritos, p. 125-127). 

PARA REFLETIR: Por que você escolheria morrer por pecados cujo preço já foi pago na cruz?

https://youtu.be/xCf550KAz5I

MEDITAÇÃO DIÁRIA

11 de agosto 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-filho-querido/

terça-feira, 26 de julho de 2022

O MINISTRO DA NOVA ALIANÇA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

26 de julho

       O MINISTRO DA NOVA ALIANÇA

   Quando, porém, Cristo veio como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos humanas, quer dizer, não desta criação. Hebreus 9:11

   O serviço sacrifical que apontava para Cristo passou, mas os olhos da humanidade se voltaram para o verdadeiro sacrifício pelos pecados do mundo. O sacerdócio terrestre terminou; mas nós olhamos para Jesus, o Ministro da nova aliança, e para o “sangue aspergido, que fala melhor do que o sangue de Abel” (Hb 12:24, NVI). “O caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo, […] mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, […] por Seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção” (Hb 9:8, 11, 12, ARC). 

   “Por isso, também pode salvar totalmente os que por Ele se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). Embora o serviço sacerdotal tivesse de ser transferido do templo terrestre para o celestial; embora o santuário e nosso grande Sumo Sacerdote fossem invisíveis aos olhos humanos, os discípulos não sofreriam nenhuma perda com isso. Não experimentariam falha alguma em sua comunhão nem diminuição de poder por causa da ausência do Salvador. Enquanto Cristo ministra no santuário do Céu, Ele continua a ser, por meio de Seu Espírito, o ministro da igreja na Terra. Apesar de estar ausente aos nossos olhos, Ele cumpre a promessa que nos deu ao partir: “Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mt 28:20, NVI). Embora delegue Seu poder a ministros inferiores, Sua presença vitalizante permanece ainda em Sua igreja. 

   “Tendo, pois, Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote […], conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa se compadecer das nossas fraquezas; pelo contrário, Ele foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Portanto, aproximemo-nos do trono da graça com confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça para ajuda em momento oportuno” (Hb 4:14-16) (O Desejado de Todas as Nações, p. 123, 124 [166]). 

   PARA REFLETIR: Que poder pessoal Jesus, o Ministro da nova aliança, oferece a você hoje na batalha contra o pecado?

segunda-feira, 6 de junho de 2022

O PRECIOSO FILHO DE DEUS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

6 de junho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/58029/

O PRECIOSO FILHO DE DEUS

O centurião e os que com ele guardavam Jesus, vendo o terremoto e tudo o que se passava, ficaram possuídos de grande temor e disseram: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus.” Mateus 27:54

Quem pode compreender o amor aqui manifestado! A multidão angélica contemplou com assombro e dor Aquele que havia sido a majestade do Céu e usado a coroa de glória, usando agora a coroa de espinhos, vítima ensanguentada da ira de uma turba enfurecida, inflamada até à loucura pelo ódio de Satanás. Contemplem o paciente Sofredor! Tem na cabeça a coroa de espinhos. O sangue corre-Lhe de toda lacerada veia. Tudo isso em consequência do pecado! Nada poderia ter induzido Cristo a abandonar a honra e majestade que tinha no Céu e vir a um mundo pecador para ser desdenhado, desprezado e rejeitado por aqueles a quem veio salvar, finalmente sofrendo na cruz, senão o amor eterno, redentor, que permanecerá para sempre um mistério.

Maravilhe-se, ó Céu, e assombre-se, ó Terra! Eis o opressor e o oprimido! Vasta multidão circunda o Salvador do mundo. Escárnios e zombarias misturam-se com as vulgares imprecações de blasfêmias. Seu humilde nascimento e Sua vida são comentados por insensíveis vilões. Sua declaração de ser o Filho de Deus é ridicularizada pelos principais sacerdotes e anciãos, e gracejos vulgares e zombarias ofensivas passam de boca em boca. Satanás estava exercendo inteiro controle na mente de seus servos. Para fazê-lo eficazmente, começa com o sumo sacerdote e os anciãos, inspirando-lhes o delírio religioso. Eles são movidos pelo mesmo espírito satânico que instiga os mais vis e endurecidos pecadores. Há nos sentimentos de todos uma corrupta harmonia, desde os sacerdotes e anciãos hipócritas até os mais degenerados. Cristo, o precioso Filho de Deus, foi conduzido, e a cruz colocada em Seus ombros. A cada passo, escorria sangue de Seus ferimentos. […]

Nem uma palavra respondeu Jesus a tudo isso. Enquanto os pregos estavam sendo cravados em Suas mãos, e gotas do suor da agonia saíam de Seus poros, dos lábios pálidos e trementes do inocente Sofredor soltou-se uma oração de amor perdoador em benefício de Seus assassinos: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34) (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 207-209).

PARA REFLETIR: Se Jesus suportou tanto por você, por que às vezes é tão difícil sofrer por Ele?

sexta-feira, 29 de abril de 2022

O GRANDE CENTRO DE ATRAÇÃO

MEDITAÇÃO DIÁRIA

29 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-grande-centro-de-atracao/

O GRANDE CENTRO DE ATRAÇÃO

E Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim. João 12:32

A mensagem do terceiro anjo requer a apresentação do sábado do quarto mandamento, e essa verdade tem de ser levada perante o mundo; mas o grande Centro de atração, Jesus Cristo, não deve ser deixado de fora da mensagem do terceiro anjo. Por muitos que têm se empenhado na obra para este tempo, Cristo foi feito secundário, e deram o primeiro lugar a teorias e debates…

Parece que tem havido um véu diante dos olhos de muitos que têm trabalhado na causa, de modo que, ao apresentarem a lei, não tinham uma visão de Jesus, e não proclamavam o fato de que, onde aumentou o pecado, aumentou muito mais ainda a graça. É na cruz do Calvário que a misericórdia e a verdade se encontram, que a justiça e a paz se beijam. O pecador tem de sempre olhar o Calvário, e com a fé simples de uma criancinha, deve descansar nos méritos de Cristo, aceitando Sua justiça e crendo em Sua misericórdia. Os obreiros na causa da verdade devem apresentar a justiça de Cristo, não como luz nova, mas como uma luz preciosa que por algum tempo o povo perdeu de vista. Devemos aceitar a Cristo como nosso Salvador pessoal, e Ele nos imputa a justiça de Deus em Cristo. Repitamos e tornemos preeminente a verdade descrita por João: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4:10).

No amor de Deus abriu-se o mais maravilhoso veio de preciosa verdade, e os tesouros da graça de Cristo apresentam-se abertos perante a igreja e o mundo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito” (Jo 3:16). Que amor é esse – que maravilhoso, insondável amor – que levou Cristo a morrer por nós quando éramos ainda pecadores! Que perda é para a alma que compreende as fortes reivindicações da lei, e ainda assim falha em compreender a superabundante graça de Cristo! É certo que a lei de Deus revela Seu amor, quando é pregada como verdade em Jesus; pois em cada sermão deve o pregador insistir no dom de Cristo por este mundo culpado. Não admira que corações não se tenham enternecido com a verdade, se foi apresentada de modo frio e destituído de vida (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 383, 384).

PARA REFLETIR: O que significa compartilhar a verdade bíblica conforme ela é em Jesus?

quarta-feira, 21 de julho de 2021

PARADOXO DA INESPERABILIDADE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 DE JULHO, QUARTA

PARADOXO DA INESPERABILIDADE

Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima. Isaías 53:2, 3, NVI

O orgulho, às vezes, tem que tirar o chapéu para a humildade, o ceticismo é obrigado a se curvar diante do incrível, a rotina é surpreendida pelo imprevisível. “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”, disse o humorista Barão de Itararé. Contudo, de onde menos se espera pode vir o inesperado. É delicioso quando alguém por quem não se dá nada vira a expectativa ao avesso. Afinal, por que a altura, a força, a aparência, a riqueza e o poder têm que ganhar sempre?

O “paradoxo da inesperabilidade” ocorre quando o menino magricela que está no banco de reserva entra em campo, sai driblando todo mundo, dá um chapéu no zagueiro grandalhão e completa a jogada com um gol de placa. Ou mesmo quando alguém como o desconhecido Paul Potts, dente quebrado, canta uma ária num programa de TV, mostra um timbre de voz excepcional, surpreende o júri e vence a competição.

Porém, acima de qualquer fato inesperado está a figura do Messias sofredor. Sendo singular, veio como alguém comum; sendo rico, veio como pobre; sendo rei, veio como servo. Filho de Deus em forma humana, Ele não apareceu com o perfil de um líder imponente, um magnata endinheirado, um modelo de beleza. Não usou nenhum esplendor espetaculoso para capturar nossa admiração. Sua grandeza estava oculta aos olhares superficiais. A elite judaica o desprezou, o que significa que a sociedade influente não viu mérito nele. As pessoas preferiam não notá-lo, como se fosse ninguém. Solitário, incompreendido, usando métodos não ortodoxos, Ele fugiu ao roteiro idealizado para o Messias. Quem poderia imaginar que Ele seria assim?

No entanto, esse personagem rejeitado trouxe luz com um brilho inigualável para um planeta em trevas, mostrou amor em uma magnitude desconhecida num mundo sem graça, revelou o valor inestimável de pessoas sem importância. O Homem que morreu como se fosse indefeso era o mais poderoso de todos. O guerreiro ferido na maior de todas as batalhas estava lá para oferecer a vitória aos derrotados. Inesperadamente, o Messias era Deus entre os homens, e não tínhamos percebido.

Ao contemplar essa figura de Isaías 53, deixe o “paradoxo da inesperabilidade” se manifestar diante de você. Em vez de desviar o rosto e rejeitar Jesus, olhe para Ele. Você será surpreendido pelo inesperado.

Marcos De Benedicto, 8/4/2016

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

João 11 Comentários de Christopher Bullock


 João 11
Christopher Bullock

Nesta história Jesus não cura no momento em que é chamado. Após receber a urgente mensagem, Ele aguarda algum tempo para ir até Betânia e curar seu amigo Lázaro. Então, Ele diz: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo” (v. 11 NVI).

Lázaro vivia em Betânia, a menos de 3 km a leste de Jerusalém. O pequeno povoado se aninhava na encosta oriental do Monte das Oliveiras. Jesus orara por muitas vezes neste monte e fora recebido muitas vezes na casa de Lázaro e suas irmãs. Eles se tornaram mais ligados do que familiares entre si.

Por que Jesus esperou pela morte daquele a quem Ele amava? (v.3) Jesus mesmo explica que isto ocorrera para a glória de Deus (v.4), assim como ocorrera com o cego de nascença a quem Jesus recuperou a vista (Jo 9:3), para que os discípulos cressem (v. 15).

Ao narrar a ressurreição de Lázaro, João 11 responde à pergunta feita a Jesus em João 10:36-38. Ele estava blasfemando ao dizer que era o Filho de Deus? Alguns pensavam que estava. Jesus diz que eles não precisariam acreditar nEle, a não ser que fizesse as obras de Seu Pai. Mas se Ele fizesse – como ao ressuscitar Lázaro – então todos eles saberiam que Jesus está no Pai e o Pai nEle.

Jesus tinha ressuscitado anteriormente duas pessoas: 1) o filho da viúva de Naim – Ele deu ordem para o garoto levantar e este ressurgiu (Lc 7:11-17) e 2) a filha de Jairo – Ele só falou uma palavra para efetuar a cura (Lc 8:40-56). Neste capítulo, entretanto, Jesus espera até Lázaro estar morto por quatro dias, para que não houvesse qualquer dúvida de que ele estava realmente morto. Assim não haveria qualquer dúvida de que Ele é a Ressurreição e a Vida. E este fato não só se refere à capacidade de Jesus em trazer mortos físicos novamente à vida, mas também em dar vida aos que estão mortos espiritualmente. Jesus tem a vida nEle! E através dEle podemos experimentar uma “nova vida”.

Pode ser que você esteja se sentindo preso em uma tumba espiritual durante quatro dias, ou 40 anos, mas o seu Salvador Doador e Restaurador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama!

Deixe-O vencer as suas batalhas espirituais e lhe dar uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia.

Então, pela fé, abra a lápide de seu coração hoje a este Grande Médico e receba a vida em abundância!

Christopher Bullock




http://www.palavraeficaz.com/

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mateus 26 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 26
Pr. Heber Toth Armí

Que rei dá a vida pelos súditos ingratos e infiéis? Existe alguém com um amor tão incondicional? Sim! Este capítulo fala de um soberano que se entregou pelos insignificantes pecadores, dos quais inclui eu e você. No mínimo, Sua pessoa deve ser considerada. Então continue lendo...

O evangelista Mateus escreveu os capítulos de 1 a 25 de seu livro tendo em vista um alvo: a morte do Rei dos reis, o Messias, o Filho de Deus. Infelizmente este poderoso livro não alcançou a razão cauterizada dos judeus; entretanto, se você permitir, o Espírito Santo irá imprimir em teu coração cada palavra.

O capítulo pode ser assim sintetizado:
1. Havia conspiração por parte dos religiosos objetivando destruir Jesus; desta forma, a festa da Páscoa cumpriria seu verdadeiro significado apontado simbolicamente pela morte de cordeiros (vs. 1-5).

2. Um ato de entrega e adoração em reconhecimento de que Jesus era o Messias escandalizou os desprovidos de discernimento espiritual, mas extraiu belas palavras da boca do Salvador (vs. 6-13).

3. Ao celebrar a primeira ceia Jesus eliminou a páscoa. Ele fez isso pelas seguintes razões: Na páscoa um cordeiro morria para substituir o pecado, Jesus é quem de fato fez isso; na páscoa, era um cordeiro por família, Jesus foi o sacrifício completo por todos; na páscoa, o cordeiro deveria ser perfeito, Jesus nunca falhou. Jesus substituiu a páscoa pela santa ceia (vs. 17-29).

4. Os discípulos ainda não tinham confiança plena em Jesus mesmo depois de ter acompanhado boa parte do Seu ministério. Por isso, além de sofrer a consequência do pecado, Jesus enfrentou traição, abandono e desprezo de seus amigos (vs. 30-56, 69-75).

5. Jesus, o soberano Rei foi julgado e condenado pelos líderes religiosos e políticos deste mundo, foi desprezado, humilhado, escarnecido e morto. Ele aceitou isso a fim de tomar nosso lugar, como um cordeiro morria pelo culpado transgressor (vs. 57-68).

Ao participar da próxima santa ceia, olhe para o passado, veja o Rei Jesus na cruz por você; considere o terrível preço para te libertar da tragédia do pecado; e, então, contemple o futuro, quando, na segunda vinda, Ele virá para levar os salvos deste mundo.

Jesus foi ao fundo do poço para libertar todo aquele que estiver lá. Comemore!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Deus Se agrada da retidão

  Devocional Diário: 1 de Agosto - Deus Se agrada da retidão Bem sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. E...