sábado, 16 de abril de 2022

O DIVINO AJUDADOR

 O DIVINO AJUDADOR

Levem as cargas uns dos outros e, assim, estarão cumprindo a lei de Cristo. Gálatas 6:2

O poder do amor estava em todas as curas de Cristo; e apenas participando desse amor, pela fé, podemos ser instrumentos para Sua obra. Se deixamos de nos conectar divinamente com Cristo, a corrente de energia vitalizante não pode fluir em abundantes torrentes de nós para o povo. Houve lugares em que o próprio Salvador não pôde realizar muitas obras poderosas, por causa da incredulidade. Da mesma maneira, a incredulidade hoje separa a igreja de seu divino Ajudador. É fraco seu apego às realidades eternas. Por sua falta de fé, Deus fica decepcionado e é privado de Sua glória.

É fazendo a obra de Cristo que a igreja tem a promessa de Sua presença. “E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28:20). Tomar o Seu jugo é uma das primeiras condições para receber Seu poder. A própria vida da igreja depende de sua fidelidade em cumprir a comissão do Senhor. Sem dúvida, negligenciar essa obra significa convidar a fraqueza e a decadência espirituais. Onde não há trabalho ativo em benefício de outros, o amor diminui e a fé acaba definhando.

Cristo quer que Seus ministros sejam educadores da igreja na obra do evangelho. Devem ensinar o povo a buscar e salvar os perdidos. Mas será que essa é a obra que estão fazendo? Quantos estão lutando para reavivar a centelha de vida em uma igreja que está quase morrendo! Quantas igrejas são cuidadas como ovelhas enfermas pelos que deviam estar buscando a ovelha perdida! Enquanto isso, milhões e milhões estão perecendo sem Cristo.

Em suas insondáveis profundezas, o amor divino se moveu em favor dos seres humanos, e os anjos se admiram de ver naqueles que são alvos de tão grande amor uma gratidão meramente superficial. […] O Céu fica indignado pela negligência manifestada para com os perdidos. Quer saber como Cristo considera isso? O que sentiria um pai ou uma mãe se soubessem que seu filho, estando perdido no frio e na neve, foi desprezado e deixado a perecer por aqueles que o poderiam ter salvado? Não ficariam profundamente ofendidos e indignados? Não acusariam esses assassinos com ira tão ardente como suas lágrimas e tão intensa como seu amor? Os sofrimentos de cada pessoa são sofrimentos de um filho de Deus, e os que não estendem a mão em socorro de seu semelhante quase a perecer provocam a justa ira divina. Essa é a ira do Cordeiro (O Desejado de Todas as Nações, p. 662, 663 [825]).

PARA REFLETIR: Falta-lhe a presença de Jesus porque você tem negligenciado a Sua obra?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de abril

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