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sábado, 26 de julho de 2025

Levítico 11 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 11
Comentário Pr Heber Toth Armí


LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!

Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.

Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).

Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13).

Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).

Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam... façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14).

Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 24 de abril de 2022

Animais X Alimentação - Levítico 11

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 11

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!

Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.

Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).

Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13). 

Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).

Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam... façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14). 

Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 28 de março de 2019

Um povo santificado– Deuteronômio 14

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 14
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Um povo santificado

No estudo do capítulo anterior vimos como Deus preza pela verdade. A doutrina pode ser adulterada, mas não tem aprovação de Deus. Há falsos profetas, apóstolos, mestres, e, até falsos cristãos.

Ignorantes em relação à Bíblia torcem Sua mensagem para sua própria destruição e a de seus adeptos (II Pedro 2:1-3; 3:16). No texto em apreço, escrito por Moisés sob a inspiração do Espírito Santo, muitos têm-se desviado do seu verdadeiro significado.

Deus quer um povo santificado, separado do pecado, descomprometido com o erro, e avesso à corrupção (vs. 1-2). Diante disso, dois pontos são destacados:

1. Alimentação dos servos de Deus difere dos que servem ao seu bel prazer (vs. 3-21);

2. Os recursos dos que servem a Deus são usados diferentemente daqueles que servem ao orgulho/egoísmo, aos seus próprios interesses corruptos (vs. 22-29).

Em relação ao primeiro ponto, quase todas as instituições religiosas o descartam; já o segundo ponto, muitos o distorcem/deturpam.

Sobre o primeiro ponto, muitos consideram errado beber, fumar, usar drogas; mas, aprovam comer carnes que Deus declarou serem imundas, impróprias ao cristão, como porco e derivados: bacon, salame, banha, mortadela, calabresa, linguiça, etc.

Sobre o segundo ponto há várias controvérsias. Os que interpretam as Escrituras conforme suas próprias intensões (II Pedro 1:19-21) declaram que o dízimo pode ser usado conforme cada um propor no coração, não apenas entregar na igreja para evangelismo.

Em Tese de Conclusão de Curso (TCC), de Teologia, no UNASP-EC, Alex Adriano Machado destacou, sobre o dízimo em Deuteronômio 14 que, “a interpretação de um único dízimo, não exclusivo aos levitas, não é razoável, pois conduziria a tribo de Levi ao empobrecimento. A insistência nesta ideia macula todo o ensino bíblico sobre os dízimos e torna questionável a própria Bíblia, tendo em vista a irreconciliável contradição entre Dt 14 e Nm 18. Além disso, compromete seriamente a pregação do evangelho, uma vez que o próprio indivíduo define onde aplicar o dízimo. Uma investigação minuciosa das Escrituras não admite tal interpretação”.

Em seguida, Machado atesta que a Bíblia apresenta claramente três espécies de dízimos: O destinado totalmente aos levitas, o anual e o trienal.

Estude mais para não ser enganado! Não permita que o dinheiro, ou teu ventre, seja teu deus!

“Senhor, torna-nos santos... Amém!”- Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Um povo santificado- Dt 14

Leitura Bíblica – Deuteronômio  14
Um povo santificado
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

No estudo do capítulo anterior vimos como Deus preza pela verdade. A doutrina pode ser adulterada, mas não tem aprovação de Deus. Há falsos profetas, apóstolos, mestres, e, até falsos cristãos.

Ignorantes em relação à Bíblia torcem Sua mensagem para sua própria destruição e a de seus adeptos (II Pedro 2:1-3; 3:16). No texto em apreço, escrito por Moisés sob a inspiração do Espírito Santo, muitos têm-se desviado do seu verdadeiro significado.

Deus quer um povo santificado, separado do pecado, descomprometido com o erro, e avesso à corrupção (vs. 1-2). Diante disso, dois pontos são destacados:

1. Alimentação dos servos de Deus difere dos que servem ao seu bel prazer (vs. 3-21);

2. Os recursos dos que servem a Deus são usados diferentemente daqueles que servem ao orgulho/egoísmo, aos seus próprios interesses corruptos (vs. 22-29).

Em relação ao primeiro ponto, quase todas as instituições religiosas o descartam; já o segundo ponto, muitos o distorcem/deturpam.

Sobre o primeiro ponto, muitos consideram errado beber, fumar, usar drogas; mas, aprovam comer carnes que Deus declarou serem imundas, impróprias ao cristão, como porco e derivados: bacon, salame, banha, mortadela, calabresa, linguiça, etc.

Sobre o segundo ponto há várias controvérsias. Os que interpretam as Escrituras conforme suas próprias intensões (II Pedro 1:19-21) declaram que o dízimo pode ser usado conforme cada um propor no coração, não apenas entregar na igreja para evangelismo.

Em Tese de Conclusão de Curso (TCC), de Teologia, no UNASP-EC, Alex Adriano Machado destacou, sobre o dízimo em Deuteronômio 14 que, “a interpretação de um único dízimo, não exclusivo aos levitas, não é razoável, pois conduziria a tribo de Levi ao empobrecimento. A insistência nesta ideia macula todo o ensino bíblico sobre os dízimos e torna questionável a própria Bíblia, tendo em vista a irreconciliável contradição entre Dt 14 e Nm 18. Além disso, compromete seriamente a pregação do evangelho, uma vez que o próprio indivíduo define onde aplicar o dízimo. Uma investigação minuciosa das Escrituras não admite tal interpretação”.

Em seguida, Machado atesta que a Bíblia apresenta claramente três espécies de dízimos: O destinado totalmente aos levitas, o anual e o trienal.

Estude mais para não ser enganado! Não permita que o dinheiro, ou teu ventre, seja teu deus!

“Senhor, torna-nos santos... Amém!”- Heber Toth Armí



Deuterônômio 14 Comentários: Cindy Tutsch

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 14
Comentários: Cindy Tutsch

Porque os israelitas foram separados para o Senhor, Moisés os lembra de novo, como fez em Levítico 11, quais animais cuja carne se poderia comer e quais eram impuros. A condição de separação e consagração dos israelitas deveria ser completamente incorporada ao seu estilo de vida e suas escolhas. Embora a “bebida forte” referida neste capítulo (v. 26) seja a fermentada, isto não era o ideal de Deus para Seu povo, assim como a escravidão e a poligamia. A instrução de Paulo para glorificar a Deus em tudo, até mesmo no que nós bebemos (1Co 10:31; 1Co 6:19-20), nos aconselha a abandonar tudo o que é prejudicial para o organismo.

O conceito de um “segundo dízimo” – distinto do primeiro dízimo, de uso exclusivo para o sustento dos sacerdotes e levitas – mostra-nos a importância de repartir de nossa abundância com aqueles que têm menos. Isto incluía os “sem terra” (hoje também incluímos os “sem teto”), o migrante, os marginalizados, os pobres e os refugiados. Ellen White nos lembra de nossa obrigação para com o pobre desamparado, com estas palavras: “Quando se tem feito o que é possível para ajudar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva e o órfão, o velho, o inválido e o enfermo, os quais requerem simpatia e cuidado.” A Ciência do Bom Viver, p 137/202.

Cindy Tutsch
Diretora Associada aposentada do Patrimônio Ellen G. White


quinta-feira, 12 de março de 2015

Romanos 14 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Romanos 14
Norman McNulty

Aqui Paulo lida com diferentes práticas dentro da fé cristã. A leitura deste capítulo, juntamente com 1 Coríntios 8, onde ele lida com as mesmas questões, nos dá uma melhor compreensão do que Paulo está ensinando. Naquele tempo, os cristãos estavam se perguntando se era ou não lícito comprar carnes vendidas no mercado que haviam sido sacrificadas a ídolos. Havia alguns que haviam abandonado as práticas pagãs e tinham escrúpulos em comer destes alimentos. A estes, Paulo os exorta a não comerem destes alimentos, se assim sentissem desejos de voltar à sua antiga prática da adoração de ídolos. Outros poderiam comer a mesma comida e nem pensar a respeito dos ídolos aos quais estes alimentos haviam sido sacrificados. Paulo encoraja aos que comem esse alimento que não desprezem aqueles que não comem. E, por outro lado, exorta aqueles que não comem esses alimentos a não julgarem aqueles que o fazem (vs. 3, 4).

Paulo também aborda o fato de que alguns cristãos observavam os dias das festas cerimoniais, enquanto outros não os observavam (veja Gálatas 4:10). O apóstolo diz que cada um deve estar “plenamente convicto em sua própria mente” (v. 5, NVI). Em outras palavras, a questão das comidas sacrificadas a ídolos, e a observância de dias cerimoniais não era uma questão de salvação (vs. 5, 6). No entanto, Paulo lembra aos crentes que nenhum homem vive para si mesmo e ninguém morre para si mesmo (v. 7). O que fazemos afeta os que nos rodeiam. Em seguida, ele afirma que todos estaremos diante do tribunal de Cristo e seremos julgados de acordo com as nossas ações, não as dos outros (vs. 8-12).

Então, até o final do capítulo, Paulo volta ao assunto inicial. Paulo está pessoalmente convencido de que comer carnes sacrificadas a ídolos não contamina ninguém. E embora ele tenha exortado ambos os lados a não julgarem uns aos outros, ele se preocupa que aqueles que são espiritualmente fracos possam perder sua fé ao verem outros cristãos fazendo coisas que acham erradas, ou seja, comendo alimentos que tenham sido sacrificadas aos ídolos. Com base nessas preocupações, Paulo encoraja aqueles que são fortes na fé que se abstenham de comer ou beber qualquer coisa que possa ofender a um irmão,fazendo assim que ele deixe de seguir a Cristo (vs. 21-23).

Como pode ser visto neste capítulo, Paulo não está lidando com a ingestão de alimentos puros ou impuros, como muitos cristãos afirmam, ou guardar ou não dias cerimoniais. E, sim, em respeitar o ponto de vista/a consciência de nossos irmãos. Os princípios são claros:. devemos evitar fazer qualquer coisa que possa fazer os novos na fé retornarem ao que faziam antes de se tornarem cristãos.
Norman McNultyNeurologista, TN, EUA



Salmos 44 Comentário

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