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terça-feira, 8 de setembro de 2026

SALMO 32 — A ALEGRIA DO PERDÃO

 SALMO 32 — A ALEGRIA DO PERDÃO

Feliz é quem foi perdoado”

📘Contexto
O Salmo 32 é atribuído a Davi e é um dos chamados salmos penitenciais. Davi fala da experiência de carregar o peso do pecado e, depois, experimentar a liberdade que vem quando confessamos nossas transgressões a Deus.
O salmo mostra que esconder o pecado nos enfraquece, mas confessá-lo abre o caminho para o perdão, a restauração e a paz.

📘Mensagem central
A verdadeira felicidade não está em uma vida sem erros, mas em uma vida que encontra perdão, direção e proteção em Deus.

📘Comentários sobre os versículos

▪︎Versículos 1-2 — A felicidade do perdão
“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada...”
Davi começa mostrando que a maior bênção não é possuir muitas coisas, mas ter o coração livre da culpa porque Deus perdoou.

▪︎Versículos 3-4 — O peso de esconder o pecado
Enquanto Davi permaneceu em silêncio, sentiu-se espiritualmente enfraquecido. O pecado não confessado pode se tornar um peso sobre a alma.

▪︎Versículo 5 — A confissão traz libertação
“Confessei-Te o meu pecado...”
Davi não tentou justificar-se. Ele confessou, e encontrou perdão. Deus não despreza um coração sincero e arrependido.

▪︎Versículos 6-7 — Deus é esconderijo
O Senhor é apresentado como refúgio e proteção. Em meio às dificuldades, podemos correr para Ele.

▪︎Versículos 8-9 — Deus deseja nos ensinar
Deus não apenas perdoa; Ele também orienta. Sua vontade é que aprendamos a caminhar em Seus caminhos.

▪︎Versículos 10-11 — A alegria de confiar
O salmo termina com uma celebração: quem confia no Senhor encontra misericórdia e pode alegrar-se mesmo em meio às lutas.

📘Lições espirituais
•O pecado escondido pesa sobre o coração.
•A confissão sincera abre a porta para o perdão.
•Deus deseja restaurar, não apenas condenar.
•O Senhor é nosso esconderijo nos dias difíceis.
•Quem aprende a confiar em Deus encontra verdadeira alegria.
•O perdão recebido deve produzir uma vida transformada.

📘Aplicação para a vida
Não carregue sozinho aquilo que você pode entregar a Deus.
Se existe algo em seu coração que precisa ser confessado, fale com Deus hoje. Não esconda, não racionalize e não adie.
O mesmo Deus que conhece a sua fraqueza também oferece perdão, restauração e um novo começo.

📘 Perguntas para reflexão
•Existe alguma coisa que estou tentando esconder de Deus?
•Tenho realmente confessado meus erros ou apenas tentado justificá-los?
•Creio de coração que Deus pode me perdoar?
•Tenho buscado Sua orientação para não repetir os mesmos erros?
•Em quem tenho encontrado meu refúgio nos momentos difíceis?

📘Desafio do dia
Separe alguns minutos hoje para conversar sinceramente com Deus.
Confesse aquilo que precisa ser confessado, agradeça pelo perdão e peça ao Espírito Santo que conduza seus passos em um novo caminho.

🙏 Oração
Senhor meu Deus,
obrigado porque Tu conheces meu coração e, mesmo assim, me amas.
Perdoa os meus pecados, limpa minha vida e retira de mim todo peso de culpa. Dá-me um coração sincero para confessar, humildade para aprender e força para mudar.
Sê o meu esconderijo, minha proteção e minha direção. Que eu não tente caminhar sozinho, mas confie em Ti todos os dias.
Que a alegria do Teu perdão renove meu coração e que minha vida reflita a Tua graça.
Em nome de Jesus, amém.

“Quando confessamos nossos pecados, Deus transforma o peso da culpa na alegria de um coração perdoado.”

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #Salmo32 #EstudoBiblico

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Ele perdoou meus pecados

 Devocional Diário:

1 de Maio -

Ele perdoou meus pecados


Eis que Lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, vendo a fé que eles tinham, disse ao paralítico: “Coragem, filho; os seus pecados estão perdoados.” Mateus 9:2

Esse paralítico havia perdido toda esperança de restabelecimento. Sua doença era o resultado de uma vida pecaminosa, e seus sofrimentos eram amargurados pelo remorso. […] Ansiava ver Jesus e receber a certeza do perdão, bem como a paz do Céu. Então estaria contente de viver ou morrer, segundo a vontade de Deus. […]

Suplicou aos amigos que o conduzissem em seu leito a Jesus, o que empreenderam satisfeitos. Tão compacta era, porém, a multidão que se aglomerara dentro e em volta da casa em que estava o Salvador, que era impossível ao doente e seus amigos chegarem até Ele. […]

Repetidamente os condutores do paralítico procuraram forçar caminho por entre a multidão, mas seus esforços eram inúteis. […] Por sugestão sua, os amigos o suspenderam para o telhado da casa e, abrindo o teto, baixaram-no aos pés de Jesus.

O discurso foi interrompido. O Salvador contemplou a dolorosa fisionomia e viu os olhos súplices Nele cravados. Bem conhecia Ele o anseio daquela alma oprimida. […] Havia sido Cristo quem atraíra o sofredor a Si. Agora, em palavras que soavam qual música aos ouvidos atentos do enfermo, o Salvador disse: “Coragem, filho; os seus pecados estão perdoados” (Mt 9:2).

O peso da culpa cai da alma do doente. Não pode duvidar. […] A esperança toma o lugar do desespero, e a alegria o do opressivo desalento. Desaparece o sofrimento físico do homem, e todo o seu ser se acha transformado. Sem mais nada pedir, repousa em tranquilo silêncio, feliz demais para falar alguma coisa (CBV, p. 38, 39 [73–76]).

https://youtube.com/watch?v=fzyWPbPpvDk&si=w-iLHmqwl4Gt-GZ0

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Restauração, Perdão -2 Samuel 19

 Restauração, Perdão e o Retorno do Rei

📖 Comentários – 2 Samuel 19

🟦 Contexto Geral
Após a morte de Absalão, Davi vive um profundo luto. Embora legítima, sua dor acaba ofuscando a grande vitória que Deus concedera ao povo. Este capítulo mostra o delicado equilíbrio entre sentimentos pessoais, liderança responsável e restauração nacional.

Comentário por Blocos
1. O luto de Davi e a repreensão de Joabe (vs. 1–8)
Davi chora amargamente por Absalão, a ponto de desanimar os soldados que haviam arriscado a vida por ele. Joabe, com palavras duras porém necessárias, chama o rei à responsabilidade: o povo precisava de um líder presente. Davi então se recompõe e reassume seu lugar à porta da cidade, restaurando a moral do exército.
👉 Lição: Há momentos em que a dor precisa ser entregue a Deus para que o dever seja cumprido com equilíbrio.

2. O retorno do rei e a divisão entre as tribos (vs. 9–15)
Com a derrota de Absalão, Israel debate o retorno de Davi ao trono. Judá demora a agir, e Davi toma a iniciativa, buscando reconciliação e convidando seu próprio povo a trazê-lo de volta. Ele também demonstra graça ao nomear Amasa, antigo comandante rebelde, como chefe do exército.
👉 Lição: A verdadeira liderança busca reconciliação, não vingança.

3. Perdão a Simei (vs. 16–23)
Simei, que havia amaldiçoado Davi, agora pede perdão. Abisai deseja puni-lo, mas Davi escolhe misericórdia e declara que aquele é um dia de restauração, não de morte.
👉 Lição: A graça abre caminhos que a justiça severa fecharia.

4. Mefibosete e o coração ferido (vs. 24–30)
Mefibosete explica que fora enganado por Ziba e que permanecera em luto durante a ausência do rei. Davi, talvez cansado, decide dividir as terras entre os dois. Mefibosete aceita com humildade, valorizando mais o retorno do rei do que os bens.
👉 Lição: Quem ama o rei se contenta com Sua presença, não com posses.

5. Barzilai, exemplo de fidelidade desinteressada (vs. 31–40)
Barzilai, já idoso, recusa honrarias e riquezas, pedindo apenas que seu servo Quimã receba o favor do rei. Davi honra esse pedido.
👉 Lição: A fidelidade sincera não busca recompensas, mas deixa legado.

6. Novo conflito entre Judá e Israel (vs. 41–43)
O capítulo termina com tensão entre as tribos, mostrando que, embora o rei esteja restaurado, o coração do povo ainda precisa de cura.
👉 Lição: A restauração externa nem sempre significa unidade interna.

Ensinamentos Principais
•O líder precisa equilibrar emoção e responsabilidade.
•O perdão é uma poderosa ferramenta de restauração.
•A presença do rei vale mais do que qualquer recompensa.
•Conflitos mal resolvidos podem ressurgir se não houver unidade espiritual.
💌 t.me/bibliaG

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

PERDOAR A SI MESMO

 Devocional Diário - Descobertas da fé

1 de outubro

PERDOAR A SI MESMO

Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres. João 8:36


Tempos atrás, assisti a um comercial interessante sobre prevenção do câncer de mama, no qual o marido e os filhos mandavam recados do tipo: “Eu posso chegar cedo por você”, “eu posso arrumar o quarto por você”… “mas não posso fazer a mamografia por você”.

Assim também é com o perdão de Deus. É como se Jesus dissesse: “Eu posso deixar o Céu e morrer por você. Mas não posso decidir por você.”

Segundo especialistas, todos nós temos a tendência de procrastinar tarefas e decisões que consideramos estressantes ou desafiadoras. Sentimos insegurança, por exemplo, quando precisamos aceitar uma transformação radical em nosso estilo de vida, mesmo que seja para melhor.

Sendo assim, é crucial estarmos atentos às armadilhas do nosso inconsciente, que nos prendem aos sentimentos que resistem à mudança. Uma dessas armadilhas é a sabotagem que fazemos ao perdão divino. Em outras palavras: nós nos arrependemos, pedimos perdão, Deus nos perdoa, mas nós mesmos não nos perdoamos.

A Bíblia não aborda diretamente o tema de perdoar a si mesmo, mas o conceito está nas entrelinhas do ensino bíblico. Veja a parábola do credor incompassivo (Mt 18:23-35). Ela fala de alguém que, tendo uma enorme dívida perdoada, não foi capaz de perdoar um colega que lhe devia pouco. Ele recebeu misericórdia e não foi misericordioso.

Por quê? A resposta está no autoperdão. Ao ser confrontado com sua dívida, ele não pede ao rei que o perdoe, mas que lhe dê um prazo: “Tenha paciência comigo, e pagarei tudo ao senhor” (v. 26). Ora, o valor que ele devia era 11 vezes maior do que os impostos anuais da Judeia, Pereia,
Idumeia, Galileia e Samaria. Ele nunca saldaria aquela dívida.

O texto diz que o rei perdoou-lhe a dívida, mas ele certamente saiu com a sensação de que apenas ganhara um prazo. A dívida continuava lá, de modo que não se sentiu perdoado. Por isso, foi incapaz de perdoar seu semelhante.

Deus nos convida hoje a experimentarmos o perdão. Somente assim poderemos seguir adiante, tendo paz com Deus e com o próximo.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/perdoar-a-si-mesmo/

domingo, 20 de julho de 2025

Levítico 5 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 5
Comentário Pr Héber Toth Armí


LEVÍTICO 5 – A santidade é um processo divino na humanidade contaminada pelo pecado. Rituais instituídos divinamente orientam o caminho do pecador a desfrutar a presença do Criador. O livro de Levítico, de forma geral, “está inteiramente associado com o conteúdo do livro de Êxodo, que conclui com a descrição do santuário ao qual está associada toda forma de culto externo descrita em Levítico” (Russell Champlin).

Continuando as formas de sacrifícios e ofertas dos primeiros capítulos, Levítico 5 orienta quanto aos sacrifícios por pecados ocultos, pela culpa e pecados por ignorância. Há sacrifícios especiais pela culpa resultante do engano, blasfêmia precipitada e impureza. Consistindo assim, num capítulo de conteúdo riquíssimo. A oferta da transgressão contra Deus “retrata Cristo expiando os aspectos nocivos do pecado, ou seja, a injúria cometida”, assinala Merrill Unger.

O perdão de Deus poderia ser experimentado por todo aquele que praticava os rituais sem ignorar seu significado espiritual. Desta forma, a transgressão do culpado seria perdoada por Deus (Levítico 4:26, 31, 35; 5:6, 10, 13). Contudo, a expiação de pecados por ignorância (Levítico 4:1-35) ou pecados por negligência (Levítico 5:1-13) deveria ser acompanhada pela restituição ao indivíduo prejudicado (Levítico 5:14-19).

Note que Deus preza pelo pobre, reconhece e considera sua situação. Assim, o pobre deveria oferecer duas rolinhas ou pombinhos ao sacerdote como oferta pela culpa (Levítico 5:7). Se fosse paupérrimo, o transgressor deveria levar pelo menos uma porção de farinha (Levítico 5:11).

Deus proveu perdão para pecados cometidos por ignorância, negligência e imprudência. A diferença basilar destas ofertas está na exigência adicional da restituição: Além da oferta pelo pecado, deveria acontecer a restituição.

O pecado é seriíssimo – inclusive pecados involuntários; quando apontados, devem ser devidamente tratados. Pessoas descobertas em pecados devem arrepender-se e então restaurar a quem prejudicou, a fim de reatar o relacionamento com Deus.

Note como Jesus tratou enfaticamente deste assunto: “Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois, volte e apresente sua oferta” (Mateus 5:23-24).

Na oração modelo, Jesus ensinou a pedir racionalmente: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Consideremos seriamente isso... reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

O instrumento mais poderoso

 Devocional Diário 

Vislumbres da eternidade 

21 de agosto

O instrumento mais poderoso

Jesus dizia: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Lucas 23:34

Nelson Mandela, um ícone da luta contra a segregação racial, exerceu sua liderança na África do Sul após anos de cárcere em Robben Island, Pollsmoor e Victor Verster. Não é fácil esquecer 27 anos de prisão, mas Mandela sabia que a verdadeira liberdade requeria a estrada do esquecimento e proferiu estas palavras marcantes sobre o assunto: “O perdão liberta a alma e afasta o medo. Por isso é uma ferramenta tão poderosa.” Mandela soube perdoar, e esse foi o segredo de seu sucesso. 

Desmond Tutu, também vítima da segregação, afirmou que o perdão é uma necessidade absoluta para a continuação da existência humana. Hannah Arendt, sobrevivente do holocausto nazista, declarou que o perdão é a chave para a ação e a liberdade. Por sua vez, Martin Luther King Jr., diante do racismo, enfatizou que quem é incapaz de perdoar é incapaz de amar. Essas pessoas sofreram, mas perdoaram e mudaram o mundo. 

Perdoar não é simplesmente um ato de misericórdia ou compaixão, mas uma resolução de conflito. É deixar o outro livre de nossas cargas e obstáculos, para que ele possa se apresentar diante de Deus sem barreiras. É decidir conscientemente que as lembranças da memória serão menos importantes do que as possibilidades das esperanças. Perdoar implica uma sensibilidade e empatia imensas, um exercício profundo da ternura humana. Esse coração só se consegue ao lado de Deus, pois o perdão divino não é apenas o perdão da transgressão, mas a redenção do pecado. 

Quando era jovem, eu acreditava que o perdão era resultado de um momento de condescendência. Pensava que perdoar significava abrir mão da vantagem que ser vítima proporciona e dar uma oportunidade ao outro de continuar o jogo. Mas hoje, tenho certeza de que há muita ternura nas palavras de Jesus: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” É a ternura de quem ama de verdade, ferido, mas procurando uma razão para continuar amando, mesmo que essa razão seja a inconsciência do outro. 

Deus já perdoou você com um amor que não tem limites. Por que não proceder da mesma forma com os outros? O perdão é a chave para a liberdade e pode transformar a vida de muitas pessoas. Perdoe e experimente o perdão. Perdoe e veja as coisas mudando ao seu redor.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-instrumento-mais-poderoso/

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sábado, 27 de janeiro de 2024

Membros da mesma família

 Membros da mesma família

Vocês ouviram o que foi dito: “Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo.” Eu, porém, lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês. Mateus 5:43, 44

Você já percebeu como muda a avaliação que fazemos das pessoas quando se trata de nossa família? Enquanto os outros são teimosos, nossos familiares são persistentes. Enquanto os outros são fofoqueiros, nossos familiares se interessam pela vida dos demais. Eu tive um amigo brasileiro que afirmava com fina ironia que seus amigos só tinham virtudes; qualquer coisa negativa era pertinente aos outros.

A certa altura do Sermão do Monte, Jesus Se dedicou a corrigir conceitos equivocados. Um deles tem a ver com quem amamos e quem odiamos. Se fosse feito um estudo sobre o que pensamos acerca dessa questão, tenho certeza de que a grande maioria afirmaria que é necessário apreciar os que estão perto de nós (nosso próximo), ser neutros com os que conhecemos e, obviamente, rejeitar nossos adversários. Jesus, no entanto, não pensa assim. Ele sabe que amar ou odiar nos modifica e que odiar nos transforma em pessoas piores. Ele sabe que tanto o amor quanto o ódio são estilos de vida que não podem coexistir.

Certa lenda conta que um menino indígena se aproximou do avô em busca de conselho. “Vovô, existem dois lobos dentro de mim. Um lobo bom, que deseja ser fiel; e um lobo mal, que deseja causar danos. Eles vivem lutando dentro de mim. Qual deles você acha que vencerá?”, perguntou o menino. O avô olhou para ele com o carinho dos que realmente são sábios e afirmou: “Aquele que você alimentar.” O que Jesus nos pede é que deixemos de alimentar qualquer tipo de ódio. Deixe que a maldade morra de inanição. Como indica Ellen G. White, “os filhos de Deus são os que partilham de Sua natureza. Não é a posição terrena nem o nascimento, tampouco a nacionalidade ou os privilégios religiosos, o que prova que somos membros da família de Deus; é o amor, um amor que envolve toda a humanidade” (O Maior Discurso de Cristo, p. 54 [75]).

É como se Deus nos dissesse: “Estes também são Meus filhos e, portanto, seus irmãos também. Somos uma família, e a família vê as coisas de outra maneira.” Quando procuramos enxergar as pessoas dessa forma, não há inimigos. Todos se tornam alvos do nosso amor e perdão. 

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
27 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/membros-da-mesma-familia/

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

PERDÃO E PODER

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

27 de dezembro

PERDÃO E PODER

Por essa razão, eu me ponho de joelhos diante do Pai [...]. Peço a Deus que, segundo a riqueza da Sua glória, conceda a vocês que sejam fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito, no íntimo de cada um. Efésios 3:14, 16


Quando sou justificado, Deus me considera como se jamais houvesse pecado. Nesse exato momento, tem início em minha vida a obra da santificação. Isso pode ser ilustrado com um ponto e uma linha. Em uma linha há um primeiro ponto, muitos outros pontos e um ponto final. Comparando, podemos dizer que a linha inteira é a santificação, e que o primeiro ponto é a justificação. Portanto, a justificação já é o início da santificação.

No mesmo instante em que Deus me justifica, junto com Seu perdão, recebo uma dose de Seu poder, a fim de viver dali em diante uma vida de obediência, diferente daquela que eu vivia. Desse modo, se eu menti, Ele me perdoa, considera como se eu não houvesse mentido e, além disso, concede-me poder para não mentir mais. Se fui desonesto, Ele me perdoa, considera como se eu tivesse sido sempre honesto e me dá Seu poder para não mais praticar a desonestidade.

Quando pecamos e vamos conversar com Deus sobre isso, Ele estende as mãos com dois presentes. Em uma das mãos está o perdão; na outra, o poder. Deus nunca dá Seu perdão sem oferecer junto Seu poder. Ocorre, frequentemente, que agarramos o perdão, mas não estendemos nossa mão para apanhar o poder, imaginando que o perdão seja suficiente. Esquecemos que um sem o outro não tem muito valor.

O texto que estamos considerando ensina que Deus o torna forte ao colocar em você Seu Espírito. Com esse poder, você vai viver dia a dia uma vida de obediência, de santidade e de pureza. Esse poder o tornará vitorioso sobre as más tendências – hereditárias ou cultivadas – sobre o mundo, o diabo e suas tentações.

Eu convido você, agora, a orar mais uma vez, a se aproximar de Deus e a agarrar Seu perdão e Seu poder.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

PERDOE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de dezembro

PERDOE

Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros. Colossenses 3:13


Pode haver pessoas que queiram nosso perdão. São aquelas que reconhecem que nos prejudicaram por palavras, ações ou omissões, de modo planejado ou pelo desejo do momento. Algumas, antes, eram amigas e queridas. Mantinham bom relacionamento conosco; outras, não. Nosso relacionamento era mínimo ou nulo. Enfim, quando alguém nos pede perdão, temos duas opções: perdoar ou não.

O que queremos dizer por “não perdoar o ofensor”? Significa guardar mágoa ou até ódio, desejando que ele se dê mal na vida e que o próprio Deus não lhe seja favorável. Pode incluir o espírito de vingança e a realização de ações correspondentes.

O que significa “perdoar o ofensor”? Que eu devo esquecer o que houve? Não! Em nenhum lugar da Bíblia é ensinado que aquele que perdoa esquece, como é dito popularmente. A Bíblia afirma que Deus, quando perdoa, esquece (Is 43:25). Mesmo esse “esquecer” de Deus não significa que Ele não Se lembra. Por isso, embora Ele tenha perdoado a geração de Israel que saiu do Egito (Nm 14:19, 20), séculos depois lembrou aos seus descendentes os pecados dos seus antepassados, a fim de que não imitassem o mau exemplo deles (Sl 106:24-26). Deus é perfeito, inclusive em conhecimento, e não sofre de amnésia. Declarar que Deus esquece o pecado é só um modo de dizer que, em Seu trato conosco, Ele não leva em conta o pecado que Ele mesmo perdoou.

Perdoar comunica a ideia de que, havendo a possibilidade de me vingar, escolho não fazer isso. Revela que não vou guardar mágoa, inclusive para meu próprio bem, pois guardar mágoa é como tomar veneno esperando que o outro morra. Indica que eu não desejo o mal para o ofensor, mas o considero como alvo do amor de Deus, sabendo que Cristo deu a Sua vida por ele e que ele é um candidato ao Céu, assim como eu. Significa, ainda, que eu entreguei o assunto a Deus. Ele, que conhece tudo que aconteceu e que é perfeitamente justo e misericordioso, vai fazer o que é certo. Por isso, posso ficar em paz.

Quando o ofendido deve perdoar? O ideal é que o perdão ocorra no momento em que a ofensa é praticada. Jesus fez assim (Lc 23:34). Estêvão também (At 7:59, 60). Esse procedimento só é possível pela graça de Deus e acontece na vida de cristãos com maturidade espiritual. 

domingo, 6 de agosto de 2023

CAMINHO PARA O PERDÃO

  Meditação Diária

6 de agosto

CAMINHO PARA O PERDÃO

Confessei-Te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Eu disse: “Confessarei ao Senhor as minhas transgressões”; e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Salmo 32:5


Depois de haver cometido adultério com Bate-Seba e ter assassinado Urias, esposo dela, Davi foi repreendido por um profeta, reconheceu seu pecado e voltou-se para o Senhor. Como resultado dessa experiência, Davi compôs dois salmos nos quais retrata a enormidade de seus pecados, o sofrimento que os acompanhou e, também, seu arrependimento genuíno, além da alegria que brotou a partir do maravilhoso perdão de Deus. São os Salmos 32 e 51. A primeira parte do Salmo 32, na qual iremos nos aprofundar neste dia, apresenta-nos o caminho para o perdão.

Por meio de seus versos, Davi manifesta a angústia de quem encobre seu pecado. “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a Tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor secou como no calor do verão” (v. 3, 4). Havia uma atitude de teimosia em esconder o pecado, em não resolver a questão. Enquanto isso, permanecia um forte sentimento de culpa, de estar sob a condenação divina. De dia não vivia bem, à noite não dormia bem. O próprio corpo estava enfraquecido. A alegria, o ânimo e o bom humor haviam desaparecido. Não havia sossego, não havia paz.

Entretanto, Davi decidiu resolver o problema e sair da situação de culpa, condenação e tristeza. Para nosso proveito, ele registrou o que fazer para ser perdoado. Dirigindo-se a Deus, ele disse: “Confessei-Te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Eu disse: ‘Confessarei ao Senhor as minhas transgressões’; e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado” (v. 5). Ele confessou seus pecados. Como resultado, Deus o perdoou.

O Salmo 32 ainda retrata a alegria de quem é perdoado. “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo” (v. 1, 2, ARA). Quando somos perdoados, o pecado deixa de ser um entrave em nossa relação com Deus. Não é mais levado em conta. Não há mais condenação (Rm 8:1). Deus nos considera como se não houvéssemos pecado, e somos tidos por “bem-aventurados”.

Hoje, você pode confessar seus pecados. Você pode ser completamente perdoado. Você pode ser bem-aventurado.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/caminho-para-o-perdao/
https://youtu.be/Qzo1mAJGmCU

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Salmos 32 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 32

Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 32 – Há lições profundas nas inspiradas palavras deste Salmo. Temos muito a aprender quando consideramos sua mensagem. O poeta e rei Davi o escreveu, e Deus o preservou até hoje para instruir-nos. Vamos explorá-lo com oração e, coração sensível:

O Salmo 32 ensina sobre a importância de reconhecer nossos pecados: O salmista reconheceu a realidade do pecado em sua vida, descreveu a aflição e o peso esmagador enquanto tentava escondê-lo/ignorá-lo. “Quem esconde seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).

O Salmo 32 ensina sobre a terrível consequência da culpa: O silêncio e a culpa afetaram física e emocionalmente ao salmista. Ele sentiu sua vitalidade esgotar-se, sua força diminuir e sua vida tornar-se deserto árido. A culpa não tratada corretamente pode impactar negativamente nossa saúde e bem-estar.

O Salmo 32 ensina o caminho do arrependimento e do perdão: Davi revela ter confessado seus pecados, reconhecendo sua transgressão e voltando-se a Deus em arrependimento genuíno. Em Deus encontramos misericórdia e perdão quando há arrependimento sincero e confissão de pecados.

O Salmo 32 ensina sobre a maravilhosa graça de Deus em nos perdoar: O salmista declara a bem-aventurança daqueles cujos pecados são perdoados e cujas transgressões são cobertas. Não importam quão terríveis e imundos sejam nossos pecados, Deus pode e quer perdoar a todos nós. Na desgraça da vida, Cristo anseia que busquemos Sua graça restauradora!

O Salmo 32 apresenta o destino para a alegria e comunhão com Deus: O salmista encoraja os perdoados a se alegrarem no Senhor. Ele destaca que a comunhão com Deus produz alegria e satisfação no coração reconciliado e perdoado. Ao sermos restaurados por Deus, experimentaremos uma profunda alegria espiritual e viveremos em íntima comunhão com o Deus que é rico em perdoar (Miqueias 7:18-19).

A mensagem do Salmo 32 desafia:

• Pecador, confesse seus erros, arrependa-se com fervor, pois em Deus há misericórdia e amor sem fim, pronto para lhe perdoar, assim como fez por mim.
• Liberte-se da culpa, encontre em Deus paz e alívio; no perdão divino, descubra seu refrigério.
• Não tema o tamanho ou peso da transgressão, no arrependimento sincero, encontre a redenção.

Que a graça do perdão nos inspire a viver, em comunhão com Deus, alegres em Seu poder! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 19 de maio de 2023

DEUS PERDOA REPETIDAMENTE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

19 de maio

DEUS PERDOA REPETIDAMENTE

Busquem o SENHOR enquanto Ele pode ser encontrado; invoquem-No enquanto Ele está perto. Que o ímpio abandone o seu mau caminho, e o homem mau, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico e perdoar. Isaías 55:6, 7

Nos anos posteriores à conquista de Canaã, os israelitas se deixaram influenciar pelos povos idólatras que permaneceram em seu território e pelas nações ao redor. Eles se misturaram em casamento e aceitaram os deuses pagãos, quebrando a aliança com o Senhor. Como resultado, Deus retirou Sua proteção, e eles foram oprimidos pelos povos vizinhos. Isso ocorreu por 300 anos e ficou conhecido como o período dos juízes – um dos mais sombrios da história de Israel. Talvez o título mais apropriado para esses juízes fosse o de libertadores, porque essa foi sua atividade mais destacada. Não eram juízes no sentido comum de nossos dias.

Nesse período, percebe-se um ciclo de eventos que se repetia continuamente e que está muito bem exposto no livro de Neemias: “Ainda assim foram desobedientes e se revoltaram contra Ti; viraram as costas à Tua lei e mataram os Teus profetas, que testemunhavam contra eles, para os fazerem voltar a Ti; e cometeram grandes blasfêmias. Por isso Tu os entregaste nas mãos dos seus inimigos, que os oprimiram. Mas no tempo da sua angústia, clamaram a Ti e dos Céus Tu os ouviste; e, segundo a Tua grande misericórdia, lhes deste libertadores que os salvaram das mãos dos que os oprimiam. Porém, quando se viam em descanso, tornavam a fazer o mal diante de Ti, e Tu os abandonavas nas mãos dos seus inimigos, para que dominassem sobre eles. Mas, quando se converteram e clamaram a Ti, Tu os ouviste dos Céus e, segundo a Tua misericórdia, os livraste muitas vezes” (Ne 9:26-28).

As informações bíblicas sobre essa época destacam duas realidades: a grande desobediência e rebeldia do povo, e a grande misericórdia de Deus para com eles, perdoando-os e livrando-os continuamente. Isso foi escrito para nosso proveito. Se você pecou mais uma vez contra o Senhor e o tem feito repetidamente, não desista. Volte-se para Ele, pois Ele é grandioso em perdoar. Hoje, Ele ainda está perto.

https://youtu.be/JjUwywc5W_Y

quinta-feira, 11 de maio de 2023

DEUS É JUSTO AO PERDOAR

 DEUS É JUSTO AO PERDOAR

Deus apresentou [Cristo] como propiciação, [...] tendo em vista a manifestação da Sua justiça no tempo presente, a fim de que o próprio Deus seja justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Romanos 3:25, 26

A morte de Cristo foi uma obra de Deus com um propósito definido (At 2:23). Foi um ato público, para ser visto e contemplado. Deus precisava ser visto publicamente não apenas como justificador – Aquele que perdoa –, mas também como justo. Por isso, Ele “apresentou [Jesus] como propiciação, no Seu sangue”.

Desde o dilúvio, Deus nunca tratou a humanidade, má e desobediente, como ela mereceu. Antes, Ele continuou “fazendo o bem, dando […] chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo o coração [das pessoas] de fartura e de alegria” (At 14:17). Então a justiça de Deus não podia ser vista, porque o mal não era punido. Mas Deus, em Sua paciência, estava apenas adiando o juízo. No devido tempo, este foi realizado, e “os pecados anteriormente cometidos” (Rm 3:25) foram punidos na pessoa de Cristo que, como o Cordeiro de Deus, substituiu os pecadores.

O plano de Deus para com os pecados cometidos antes da cruz foi o de cobri-los. Isso ocorreu por meio dos muitos sacrifícios oferecidos desde o surgimento do pecado. Esse é o significado de “expiação”. Agindo assim, Deus atuava com justiça, tendo como base a futura morte de Cristo. Desse modo, os pecados foram cobertos pelos sacrifícios que Ele próprio havia estipulado. Mas não foram retirados.

Referindo-se aos pecados cometidos antes da cruz, o texto declara que Deus, em Sua tolerância, os havia “deixado impunes”, ou seja, os pusera de lado, temporariamente, em vista dos sacrifícios. Houve um adiamento do juízo. Mas, quando o verdadeiro Cordeiro de Deus veio a este mundo, Deus julgou o pecado executando contra Ele Sua justiça. Então os pecados foram tirados, não apenas cobertos. Essa morte demonstrou que Deus fora justo em procrastinar Seu juízo sobre aqueles pecados. Assim, hoje, Deus pode ser visto, simultaneamente, como “justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”. Confesse agora a Deus o seu pecado, e ele será apagado pelo sangue de Jesus. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

11 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/deus-e-justo-ao-perdoar/
https://youtu.be/HJXQB2-MEyk

quarta-feira, 10 de maio de 2023

DEUS É GRANDIOSO EM PERDOAR

 DEUS É GRANDIOSO EM PERDOAR

Que o ímpio abandone o seu mau caminho, e o homem mau, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Isaías 55:7

A Bíblia é o livro que trata das grandezas de Deus. Ele é grandioso em conhecimento, em poder e em majestade. Mas também é grandioso em perdoar. Isso significa que Ele perdoa de modo generoso. Foi o que ocorreu com Davi, após ele haver cometido pecados gravíssimos.

Davi adulterou com Bate-Seba e, para encobrir esse pecado, cometeu outro ainda pior: o assassinato do esposo dela. Davi era o escolhido de Deus. O Senhor o guiara, protegera e fizera prosperar de modo espetacular muitas vezes! Guiado pelo Espírito de Deus, ele já havia escrito vários salmos. Mas, naquele momento, quais eram os sentimentos e pensamentos de Deus a respeito desses pecados? O que Deus faria? Diz o texto sagrado: “Porém isto que Davi tinha feito pareceu mau aos olhos do Senhor. O Senhor enviou Natã a Davi” (2Sm 11:27–12:1).

Quando Deus não Se agrada de nossa conduta, Ele cogita meios para nos repreender e corrigir. Sua intenção é nos tirar do caminho mau e nos colocar no caminho do bem. Para tanto, Ele usa Seu Espírito, Seus servos e Sua Palavra. A tarefa deles é confortar os perturbados, mas também perturbar os que se sentem confortáveis. Foi por isso que Deus enviou o profeta Natã a Davi. O rei precisava reconhecer seus pecados. Precisava confessá-los a Deus e buscar Seu perdão.

Diante da repreensão, Davi respondeu a Natã: “Pequei contra o Senhor” (2Sm 12:13). A palavra de Deus tocou profundamente o rei, e ele reconheceu a enormidade de seus pecados. Assumiu sua culpa e não fez nenhum esforço para se justificar. Posteriormente, referindo-se a esse episódio em um salmo, ele disse a Deus: “Confessei-Te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Eu disse: ‘Confessarei ao Senhor as minhas transgressões’; e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado” (Sl 32:5).

Se hoje você estiver em um caminho errado, lembre-se de que o Senhor ainda usa Seu Espírito, Seus servos e Sua Palavra para afastá-lo do pecado e aproximá-lo de Si. Lembre-se, também, de que Deus é compassivo e grandioso em perdoar. Volte-se para Ele.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/deus-e-grandioso-em-perdoar/
https://youtu.be/TK0EqJXvZT0

sexta-feira, 3 de março de 2023

Neemias 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Neemias 1
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


NEEMIAS 1 – Precisamos perceber que geralmente somos tão responsáveis pela situação desesperadora do povo de Deus quanto os outros. A culpa alheia comumente é a mesma que a nossa! Portanto, mais que lamentar a condição de declínio espiritual do povo, os fieis devem humildemente chorar e orar para Deus reverter a situação!

Isso explica a razão pela qual, diante da situação desesperadora dos judeus, Neemias priorizou a confissão de pecados e o perdão de Deus. A lição bíblica salta perante nossos olhos: Antes de pedir qualquer atuação de Deus em alguma situação, é urgente confessar pecados e obter perdão. Qualquer outro tipo de oração, não passará de mera ilusão!

Observe que, através da forma de Neemias orar, a teologia da oração nos mostra que orar não visa manipular a Deus, ou convencê-lO de que tem de fazer algo; nem lembrar-Lhe de Suas promessas... Na verdade, orar significa colocar toda nossa confiança na Palavra de Deus. Ainda que orar com base na revelação nos apresente o motivo de nossa real situação: Consequência de nossa desobediência.

A Palavra de Deus revela nossos infortúnios e incentiva-nos a confessar nossa terrível culpa diante do Soberano Juiz. Isso nos faz convictos de que não é confiando em nossos méritos, habilidades ou honras, mas na misericórdia de Deus que conseguimos o favor divino. Assim Neemias aproximou-se em oração do Deus Todo-poderoso crendo no atendimento de suas súplicas!

Neemias era um jovem, nascido em Babilônia. Vivendo no conforto do novo Império, preferiu não ir com o remancescente à Terra prometida. Residia no palácio real de Susã, tinha alta posição de alguém de grande confiança do rei persa. Ao saber de seus irmãos em Sião, reagiu positivamente!

Tristeza, não crítica, caracteriza quem descobre a situação deplorável do povo de Deus. Além disso, o servo de Deus não se afasta, nem abandona o povo com seus problemas; ele interessa e intercede pela intervenção divina. Ele também não indaga seu irmão informante dizendo: Não há ninguém que tome atitude lá?

Pessoas prósperas podem preocupar-se com o caos de seus irmãos a tal ponto de interceder em prol da atuação divina. Quando, sinceramente, observamos Neemias, que mesmo sendo imperfeito recorreu a Deus, somos inspirados a fazer o mesmo.

Somos chamados a repensar nossa religiosidade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 30 de outubro de 2022

O SALVADOR QUE PERDOA OS PECADOS

 O SALVADOR QUE PERDOA OS PECADOS

Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. 1 João 1:9

Deus não Se desanima conosco por causa de nossos pecados. Podemos cometer erros e ofender Seu Espírito; mas quando nos arrependemos e vamos a Ele com o coração contrito, Ele não nos faz voltar. Há empecilhos a serem removidos. Têm-se acariciado sentimentos errados, e tem havido orgulho, presunção, impaciência e murmurações. Tudo isso nos separa de Deus. Os pecados devem ser confessados. Deve haver mais profunda obra de graça no coração. Os que se sentem fracos e desanimados podem se tornar fortes homens e mulheres de Deus e fazer nobre trabalho pelo Mestre. Devem, porém, trabalhar de um ponto de vista elevado. Não devem ser influenciados por quaisquer motivos egoístas. 

Temos de aprender na escola de Cristo. Coisa alguma senão Sua justiça pode nos dar o direito a uma única das bênçãos do concerto da graça. Por muito tempo desejamos e procuramos obter essas bênçãos, mas não as recebemos porque temos acariciado a ideia de que poderíamos fazer alguma coisa para nos tornar dignos delas. Não temos olhado para fora de nós mesmos, crendo que Jesus é um Salvador vivo. Não devemos pensar que nossa própria graça e nossos méritos nos salvem. A graça de Cristo é nossa única esperança de salvação. Por intermédio de Seu profeta, o Senhor promete: “Que o ímpio abandone o seu mau caminho, e o homem mau, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55:7). Temos de crer na clara promessa e não aceitar os sentimentos em lugar da fé. Quando confiarmos plenamente em Deus, quando nos apoiarmos nos méritos de Jesus como Salvador que perdoa os pecados, receberemos todo o auxílio que possamos desejar. 

Olhamos para nós mesmos como se tivéssemos poder para nos salvar; mas Jesus morreu por nós porque somos incapazes de fazer isso. Nele está nossa esperança, nossa justificação, nossa justiça. Não devemos ficar desanimados, temendo não termos um Salvador, ou que Ele não tenha pensamentos de misericórdia para conosco. Agora mesmo Ele está prosseguindo em Sua obra em nosso favor, convidando-nos para nos chegarmos a Ele em nosso desamparo e sermos salvos. Desonramo-Lo por nossa incredulidade (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 350, 351). 

PARA REFLETIR: Qual é o papel dos sentimentos na sua experiência espiritual? Como fazer da fé, não dos sentimentos, a fonte dos seus atos?

https://youtu.be/Vx_SLuAd1u0

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de Outubro 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-salvador-que-perdoa-os-pecados/

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

2 Samuel 12 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2 Samuel 12
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 12 – Nem sempre reconhecemos que nossos erros são pecados que ofendem a Deus. A consciência cauterizada não enxerga a pecaminosidade em que encontra nossa natureza carnal. Se Deus não revelar nossos erros, facilmente consideramos que somos bons naquilo que fazemos.

Davi esquematizou para que sua transgressão não fosse descoberta. Fazemos isso pensando que, pelo fato de aparentemente ter dado certo praticar o que Deus reprova em Sua palavra, tudo estará correndo bem. Mas, a única forma de estarmos bem, é sendo confrontados por Deus em nossos pecados; e, então, sinceramente arrepender-nos, aceitando o perdão e correção de Deus. Natã confrontou a Davi com sabedoria, tato e misericórdia; Davi reconheceu seu erro e permitiu a correção de Deus, desfrutando do perdão celestial.

Nossa sociedade está mergulhada na lama da perversidade. A imoralidade sexual tem levado desde crianças a idosos à perversidade, transgredindo o padrão moral de comportamento instituído pelo nosso Fabricante; por isso, estamos desgraçadamente arruinados neste mundo de pecado. Precisamos não apenas de profetas Natãs nos dias atuais, mas também aprender a ser mais parecidos com Davi ao ser confrontado com nossos pecados.

É certo pensarmos que “Deus perdoou Davi e lhe preservou a vida”; entretanto, também devemos estar bem cientes que ele pagou um “preço terrível por um momento de prazer”, como observou Gene Getz. Mesmo com o perdão de Deus, o preço do prazer pecaminoso desenfreado cobrará muito caro. Se, porém, ainda rejeitar o perdão divino, o preço será a perdição e morte eterna.

A parábola que o profeta contou ao rei deve-se ao fato de que o pecador é mais exigente em relação aos outros do que em relação a si mesmo (II Samuel 12:1-5). É muito fácil exigir justiça quando outros erram, e esperar misericórdia quando nós erramos; por conseguinte, a parábola que serviu a Davi deve ser útil para despertar nossa indignação contra o pecado; e, ao Natã redirecionar a Davi a indignação pelo erro alheio (II Samuel 12:6-13), deve despertar-nos em nossa atual letargia espiritual.

Quando reconhecemos nossas faltas e busquemos a graça perdoadora de Deus, apesar das consequências de nossos pecados, adoraremos ao Senhor e voltaremos ao posto em que havíamos abandonado (II Samuel 11:1-4; 12:13-31). Eis o caminho do reavivamento! Trilharemos por ele hoje? – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌


terça-feira, 6 de setembro de 2022

FONTE DE PERDÃO E DE PAZ

 A VERDADEIRA FONTE DE PERDÃO E DE PAZ

Por causa do Teu nome, Senhor, perdoa a minha iniquidade, que é grande. Salmo 25:11

Os crentes de Corinto, antes tão propensos a perder de vista seu alto chamado em Cristo, tinham desenvolvido a força do caráter cristão. Suas palavras e seus atos revelavam o poder transformador da graça de Deus, e eles eram agora uma grande força para o bem nesse centro de paganismo e superstição. Junto de seus amados companheiros e desses fiéis conversos, o espírito cansado e abatido do apóstolo encontrou repouso.

Durante sua permanência em Corinto, Paulo teve tempo para pensar em novos e mais vastos campos de trabalho. Sua planejada viagem a Roma ocupava de forma especial seus pensamentos. Ver a fé cristã firmemente estabelecida no grande centro do mundo conhecido naquela época era uma de suas mais preciosas esperanças, um de seus mais acalentados planos. Uma igreja já havia sido estabelecida em Roma, e o apóstolo desejava conseguir a colaboração dos crentes dessa comunidade na obra a ser promovida na Itália e em outros países. Com o objetivo de preparar o caminho para seus trabalhos entre esses irmãos, muitos dos quais ele desconhecia até então, enviou-lhes uma carta, anunciando sua intenção de visitar Roma e sua esperança de fincar a bandeira da cruz na Espanha.

Em sua carta aos romanos, Paulo expôs os grandes princípios do evangelho. Ele declarou sua posição nas questões que estavam perturbando as igrejas judaicas e gentílicas. Além disso, mostrou que as esperanças e promessas que antes haviam pertencido aos judeus eram, agora, oferecidas também aos gentios.

Com grande clareza e poder, o apóstolo apresentou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. Ele esperava que outras igrejas também pudessem ser ajudadas pela instrução enviada aos cristãos de Roma; mas não podia prever o vasto alcance da influência de suas palavras! Ao longo dos séculos, a grande verdade da justificação pela fé tem permanecido como um poderoso farol, guiando os pecadores arrependidos ao caminho da vida. Foi essa luz que dissipou as trevas que envolviam a mente de Lutero e lhe revelou o poder do sangue de Cristo para purificar do pecado. A mesma luz tem guiado à verdadeira Fonte de perdão e de paz milhares de vidas sobrecarregadas de pecado (Atos dos Apóstolos, p. 237, 238 [372-374]).

PARA REFLETIR: A verdade da justificação pela fé em Jesus tem levado paz vida?
https://youtu.be/DHm7Hd-2RvI

MEDITAÇÃO DIÁRIA

6 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-verdadeira-fonte-de-perdao-e-de-paz/

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

A VERDADEIRA FONTE DE PERDÃO E DE PAZ

 A VERDADEIRA FONTE DE PERDÃO E DE PAZ

Por causa do Teu nome, Senhor, perdoa a minha iniquidade, que é grande. Salmo 25:11

Os crentes de Corinto, antes tão propensos a perder de vista seu alto chamado em Cristo, tinham desenvolvido a força do caráter cristão. Suas palavras e seus atos revelavam o poder transformador da graça de Deus, e eles eram agora uma grande força para o bem nesse centro de paganismo e superstição. Junto de seus amados companheiros e desses fiéis conversos, o espírito cansado e abatido do apóstolo encontrou repouso.
Durante sua permanência em Corinto, Paulo teve tempo para pensar em novos e mais vastos campos de trabalho. Sua planejada viagem a Roma ocupava de forma especial seus pensamentos. Ver a fé cristã firmemente estabelecida no grande centro do mundo conhecido naquela época era uma de suas mais preciosas esperanças, um de seus mais acalentados planos. Uma igreja já havia sido estabelecida em Roma, e o apóstolo desejava conseguir a colaboração dos crentes dessa comunidade na obra a ser promovida na Itália e em outros países. Com o objetivo de preparar o caminho para seus trabalhos entre esses irmãos, muitos dos quais ele desconhecia até então, enviou-lhes uma carta, anunciando sua intenção de visitar Roma e sua esperança de fincar a bandeira da cruz na Espanha.

Em sua carta aos romanos, Paulo expôs os grandes princípios do evangelho. Ele declarou sua posição nas questões que estavam perturbando as igrejas judaicas e gentílicas. Além disso, mostrou que as esperanças e promessas que antes haviam pertencido aos judeus eram, agora, oferecidas também aos gentios.

Com grande clareza e poder, o apóstolo apresentou a doutrina da justificação pela fé em Cristo. Ele esperava que outras igrejas também pudessem ser ajudadas pela instrução enviada aos cristãos de Roma; mas não podia prever o vasto alcance da influência de suas palavras! Ao longo dos séculos, a grande verdade da justificação pela fé tem permanecido como um poderoso farol, guiando os pecadores arrependidos ao caminho da vida. Foi essa luz que dissipou as trevas que envolviam a mente de Lutero e lhe revelou o poder do sangue de Cristo para purificar do pecado. A mesma luz tem guiado à verdadeira Fonte de perdão e de paz milhares de vidas sobrecarregadas de pecado (Atos dos Apóstolos, p. 237, 238 [372-374]).

PARA REFLETIR: A verdade da justificação pela fé em Jesus tem levado paz vida?
https://youtu.be/DHm7Hd-2RvI

sábado, 3 de setembro de 2022

O ÚNICO AUXILIADOR

 O ÚNICO AUXILIADOR

Jesus andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo, porque Deus estava com Ele. Atos 10:38

Durante três anos, o Senhor da luz e glória havia entrado e saído por entre Seu povo. Ele “andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo” (At 10:38), aliviando os quebrantados de coração, pondo em liberdade os que estavam presos, restaurando a vista aos cegos, fazendo os coxos andarem e os surdos ouvirem, purificando os leprosos, ressuscitando os mortos e pregando o evangelho aos pobres (Lc 4:18; Mt 11:5). A todas essas classes igualmente foi dirigido o gracioso convite: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28).

Embora Lhe fosse recompensado o bem com o mal, e Seu amor com o ódio (Sl 109:5), Ele prosseguiu firmemente em Sua missão de misericórdia. Jamais os que buscavam Sua graça foram rejeitados. Como viajante sem lar, tendo a perseguição e a penúria como porção diária, viveu para atender às necessidades e abrandar as desgraças humanas, para insistir com as pessoas a aceitarem o dom da vida. As ondas de misericórdia, rebatidas por aqueles corações obstinados, retornavam em uma onda mais forte de afetuoso e inexprimível amor. Israel, porém, se desviara de seu melhor Amigo e único Auxiliador. As súplicas de Seu amor haviam sido desprezadas, Seus conselhos repelidos e Suas advertências ridicularizadas.

A hora de esperança e perdão passava rapidamente. A taça da ira de Deus, por tanto tempo adiada, estava quase cheia. As nuvens que haviam se acumulado durante séculos de apostasia e rebelião, agora saturadas de ca- lamidades, estavam prestes a desabar sobre um povo criminoso; e o Único que os poderia salvar da condenação iminente havia sido menosprezado, injuriado, rejeitado e logo seria crucificado. No momento em que Cristo fosse erguido na cruz do Calvário, o tempo de Israel como nação favorecida e abençoada por Deus cessaria. A perda de uma pessoa que seja é uma calamidade infinitamente maior do que as riquezas e tesouros do mundo todo. No entanto, quando Cristo contemplava Jerusalém, estava diante da condenação de uma cidade inteira, de toda uma nação. Sim, aquela cidade e nação que foram escolhidas por Deus, Seu tesouro peculiar (O Grande Conflito, p. 15, 16 [20, 21]).

 PARA REFLETIR:  Em que ocasião você resistiu aos apelos misericordiosos de Jesus, apenas para vê-Lo voltar com uma demonstração ainda maior de o amor?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-unico-auxiliador/

https://youtu.be/rmncSsExGNE

Salmos 36 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 36 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontad...