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sábado, 25 de fevereiro de 2023

Esdras 5 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Esdras 5
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

ESDRAS 5 – A estratégia literária de Deus na Bíblia visa chamar nossa atenção para ensinamentos gloriosos. Cada frase inspirada pelo Espírito Santo contém instruções relevantes, divinamente pensadas para orientar-nos e alimentar-nos espiritualmente.

George Rawlinson considera o livro de Esdras um enredo singelo, que, através “de um relato simples e direto, expõe um dos mais importantes acontecimentos da história judaica: o retorno do povo de Deus do cativeiro na Babilônia”.

Rawlinson acrescenta que “há pouco conteúdo didático expresso; o escritor narra os fatos da forma mais natural possível, deixando que a própria narrativa se encarregue de transmitir seus ensinamentos”.

Esdras é um livro bíblico singular, pois seus 280 versículos são assim divididos:

• 111 versículos são registros históricos.
• 109 versículos são narrativas.
• 44 versículos são cartas.
• 10 versículos são orações.
• 3 versículos contém proclamação pública.
• 3 versículos são fragmentos.

Esdras 5 apresenta a importância do dom de profecia no desenvolvimento da obra divina. Ageu e Zacarias exortaram e auxiliaram os trabalhadores no retorno à obra de Deus. Os adversários ressurgiram buscando meios de paralisá-los novamente. Contudo, sob a regência de Deus e a autoridade civil concedida por Ciro, desta vez a interferência dos opositores falhou.

Possivelmente, inimigos do Deus dos judeus falaram coisas que preocuparam ao oficial persa, Tatenai. O qual, sendo bom político de mente aberta buscou informações nas fontes certas visando tomar decisões corretas. Ele consultou fontes primárias, os judeus; e, fontes legais com seus superiores. Consequentemente, tomou uma decisão imparcial, pautando-se em fatos concretos e documentados, sem tomar partido – não baseada em falatórios: relatórios infundados.

Nem todos os governos são maus, ou corruptos! Influenciado pelas investigações de Tatenai, o rei Dario encontrou o decreto original assinado por Ciro. Consequentemente, além de pedir que Tatenai não interferisse na reconstrução do Templo, deveria, juntamente com Seter-Bozenai, financiarem a obra com dinheiro do tesouro real, e comprarem o necessário para o culto ao Deus dos judeus (Esdras 6:6-13).

O governo não existe para instituir religiões, essa não é sua atribuição; tampouco deve reprimir qualquer religião. O governo deve agir para que haja liberdade religiosa, e respeito entre as religiões. O Estado deve criar ambiente na sociedade em que pessoas de credos diferentes possam viver em harmonia!

Aproveite! Onde há liberdade religiosa, facilita o surgimento de reavivamentos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

1 Reis 2 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Reis 2
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I REIS 2 – Inclusive no governo entre o povo de Deus nem tudo é pacífico. Conflitos, armadilhas e mortes marcaram a entronização de Salomão após Davi, seu pai, falecer.

Adonias arquitetou um plano maquiavélico, usando Bate-Seba, mãe de Salomão, lutando de forma camuflada por seu ideal frustrado no capítulo anterior. Ele queria para si a Abisague, concubina de Davi; seu pedido foi traiçoeiro porque era prática corrente que um novo rei tomasse o harém de seu antecessor (II Samuel 16:21-22). Assim que tomou ciência da situação, “o rei Salomão deu ordem a Benaia, filho de Joiada, que ferisse e matasse Adonias” (I Reis 2:13-21). Antes de morrer, Davi alertou Salomão das dificuldades de reinar (I Reis 2:1-12).

Davi orientou Salomão quanto ao que fazer com Joabe e Simei, o que foi devidamente acatado pelo novo rei: Os dois foram assassinados (I Reis 2:28-46). Com relação ao sacerdote Abiatar que servira seu pai, Salomão apenas o expulsou do cargo, “cumprindo a palavra que o Senhor tinha dito em Siló a respeito da família de Eli” (I Reis 2:26-27).

“Portanto, a fim de consolidar seu reino, Salomão removeu de forma ostensiva todos os que não lhe eram fieis. A partir desse ponto, seu reinado foi pacífico”. William MacDonald ainda observa que isso aponta a um momento escatológico: “Quando voltar para estabelecer Seu reino, o primeiro ato de Cristo será destruir Seus inimigos e remover do reino os elementos ofensivos” [Romanos 16:20]. Além disso, um princípio específico atual implica que “o cristão experimenta paz ao remover de sua vida tudo que se opõe ao governo de Cristo sobre o seu interior”.

Para executar a vontade de Deus se requer firmeza e hombridade, além de fidelidade ao Senhor e perseverança nas orientações de Sua Palavra. Caso a seguirmos à risca, Ele abençoará a caminhada rumo à prosperidade (I Reis 2:2-4). Estas instruções de Davi a Salomão refletem as orientações de Moisés a Josué (Deuteronômio 31:6-8, 23).

Deus mesmo quer conduzir nossa vida; porquanto, nos convida: “Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido” (Josué 1:8). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 24 de abril de 2022

O GOVERNANTE DE ISRAEL

 O GOVERNANTE DE ISRAEL

Então Natanael exclamou: “Mestre, o senhor é o Filho de Deus! O senhor é o Rei de Israel!” João 1:49

No período judaico, todas as revelações de Deus ao Seu povo e tudo relacionado à adoração estavam intimamente ligados ao santuário, com o tabernáculo no deserto e, depois, com o templo. Ali Deus era adorado; ali as ofertas e os sacrifícios eram apresentados diante Dele. Ali o peitoral do sumo sacerdote, cravejado de pedras preciosas, recebia mensagens da parte de Jeová. Ali, no santo dos santos, oculto pelas asas dos querubins, habitava o símbolo perpétuo da presença do Santo, o Criador dos céus e da Terra. Ali ficava a arca da aliança, contendo as tábuas da lei; arca que, para Israel, era o símbolo da presença divina e a garantia de vitória nas batalhas…

Em todas as páginas da história sagrada nas quais se registra o agir de Deus para com o Seu povo escolhido, estão traços brilhantes do grande Eu Sou. A manifestação mais clara já concedida por Ele do Seu poder e da Sua glória aos filhos da humanidade ocorreu quando foi reconhecido como o Governante de Israel e entregou a lei ao povo. Ali se encontrou um cetro jamais segurado por mãos humanas. E o agir imponente do Rei invisível de Israel era indizivelmente grandioso e terrível.

Foi, de fato, uma esplêndida dispensação, e aqueles que ridicularizam a antiga lei judaica […] devem se lembrar de que estão pisando em solo sagrado. Embora nos regozijemos hoje de que o nosso Salvador veio à Terra e o sacrifício pelo pecado tipificado na lei cerimonial se tornou realidade, não há desculpa para nutrir sentimentos de desrespeito pelo período em que o próprio Cristo era o líder do Seu povo. Quem faz isso pode não ter noção do que está fazendo, mas revela ignorar tanto as Escrituras como o poder de Deus. Mostra que necessita da iluminação divina e de um conhecimento mais profundo de Deus e da Sua Palavra.

O Cristo tipificado nos ritos e nas cerimônias da lei judaica é o mesmo que se encontra revelado no evangelho. As nuvens que envolviam a Sua forma divina desapareceram, e Jesus, o Redentor do mundo, permanece revelado (The Signs of the Times, 3 de junho de 1886).

PARA REFLETIR: Por que Jesus simplesmente não Se revelou sem tipos e símbolos?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-governante-de-israel/

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

A Cruz Desmascara o Governo de Satanás

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de setembro, segunda

A CRUZ DESMASCARA O GOVERNO DE SATANÁS

E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Colossenses 2:15

Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo se encontraram face a face. Ali ocorreu a suprema manifestação de ambos. Cristo vivera apenas para confortar e fazer o bem. E Satanás, ao levá-Lo à morte, manifestou o quanto seu ódio contra Deus é terrível. Tornou evidente que o verdadeiro objetivo de sua rebelião era tirar o Senhor de Seu trono e destruir Aquele por meio de quem Seu amor se manifestava.

Pela vida e morte de Cristo, os pensamentos humanos também são trazidos à luz. Da manjedoura à cruz, a vida do Salvador foi um convite à entrega e à participação no sofrimento. Revelou as intenções humanas. Jesus veio com a verdade do Céu, e todos aqueles que ouviam a voz do Espírito Santo eram atraídos a Ele. Os adoradores do próprio eu pertenciam ao reino de Satanás. Em sua atitude em relação a Cristo, todos mostrariam de que lado estavam. É assim que cada um traz a sentença sobre si mesmo.

No dia do juízo final, toda pessoa que se perder compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e seu real significado será visto por todo aquele que foi cegado pela transgressão. Diante da visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, os pecadores estarão condenados. Toda falsa desculpa será banida. Ficará evidente como a rebelião humana é abominável. As pessoas verão os resultados de sua escolha. Toda questão entre a verdade e o erro, no longo conflito, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus nem motivo para deslealdade.

Quando os pensamentos de cada coração forem revelados, tanto os leais quanto os rebeldes se unirão ao declarar: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? […] Porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” [Ap 15:3, 4] (O Desejado de Todas as Nações, p. 36, 37).

Embora a Terra tenha sido lançada fora da jurisdição do Céu e alienada de sua comunhão, Jesus tornou a ligá-la com a esfera de glória (Signs of the Times, 24 de novembro de 1887).

Ellen G. White, 25/8/1956 e 2005

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Deus E A Autoridade Governamental

 Meditação Diária

Terça-feira, 07 de setembro

DEUS E A AUTORIDADE GOVERNAMENTAL

Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas. Romanos 13:1

Nossa época de corrupção política, tumulto e contenda parece contradizer a declaração de Paulo de que as autoridades governamentais “foram instituídas por Deus”. O governo sob o qual Paulo viveu era muito corrupto. A maldade do poder e da opressão entre os dirigentes do Império Romano tinha se alastrado amplamente durante o desenvolvimento da igreja cristã primitiva.

Como nos sentiríamos se o supremo dirigente da nação em que vivemos tivesse o poder de ordenar a morte de qualquer indivíduo sem que houvesse alguma forma de julgamento? A cabeça de João Batista trazida num prato a Herodias é um testemunho da crueldade e do abuso da autoridade governamental nos dias do Novo Testamento.

Cláudio César, que reinou diversos anos antes de serem escritas as palavras de nosso texto, é outro exemplo de liderança governamental degradada. Seu domínio maníaco produziu um hediondo reinado de terror. O historiador Will Durant fez uma vívida descrição verbal desse tirano: “No meio de um banquete ele lembrou a seus convidados que poderia matar todos eles onde se achavam reclinados; e enquanto abraçava sua esposa ou amante, dizia alegremente: ‘Esta bela cabeça cairá quando quer que eu der a ordem.’”

Mesmo em face dessa realidade terrível, o apóstolo Paulo ordenou que os cristãos estivessem sujeitos às autoridades superiores, a despeito de maus atos praticados pelos governantes. Mas esse conceito tem suas restrições. A obediência à lei e à autoridade do governo termina onde começa a Lei de Deus.

O cristão crê que Deus domina tanto na esfera espiritual como civil. As duas divisões dos Dez Mandamentos expõem a autoridade dessas duas esferas. Que nossos atos demonstrem que somos fiéis servos de Deus e leais cidadãos de nosso país!

Robert Spangler, 29/8/1978

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Seu Maravilhoso Amor

A Fé Pela Qual Eu Vivo
Seu Maravilhoso Amor
6 de fevereiro


Vede quão grande caridade [amor] nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a Ele. I João 3:1.

O amor é o princípio que fundamenta o governo de Deus no Céu e na Terra, e esse amor precisa estar entretecido na vida do cristão. … O coração influenciado por esse santo princípio será elevado acima de tudo quanto é de natureza egoísta. The Youth’s Instructor, 10 de junho de 1897.

Ao fazer qualquer tentativa para descrever esse amor, sentimo-nos como bebês balbuciando suas primeiras palavras. Podemos adorar em silêncio; pois nesta questão só o silêncio é eloqüência. Toda e qualquer linguagem é inadequada para descrever esse amor. Fundamentos da Educação Cristã, págs. 179 e 180.

Todo o amor paternal que veio de geração em geração através do coração humano, toda fonte de ternura que se abriu na alma do homem, não passam de tênue riacho em comparação com o ilimitado oceano, quando postos ao lado do infinito, inesgotável amor de Deus. A língua não o pode exprimir, nem a pena é capaz de o descrever. Podeis meditar nele todos os dias de vossa vida; podeis esquadrinhar diligentemente as Escrituras a fim de compreendê-lo; podeis reunir toda faculdade e poder a vós concedidos por Deus, no esforço de compreender o amor e a compaixão do Pai celeste; e todavia existe ainda um infinito para além. Podeis estudar por séculos esse amor; não obstante jamais podereis compreender plenamente a extensão e a largura, a profundidade e a altura do amor de Deus em dar Seu Filho para morrer pelo mundo. A própria eternidade nunca o poderá bem revelar. No entanto, ao estudarmos a Bíblia e meditarmos sobre a vida de Cristo e o plano da redenção, esses grandes temas se desdobrarão mais e mais ao nosso entendimento. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 337.

Em cada verdadeiro discípulo, este amor, como fogo sagrado, arde no altar do coração. Foi sobre a Terra que o amor de Deus foi revelado por meio de Cristo. É sobre a Terra que Seus filhos devem refletir este amor mediante uma vida irrepreensível. Assim serão os pecadores levados à cruz, a fim de contemplarem o Cordeiro de Deus. Atos dos Apóstolos, pág. 334.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 43

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Zacarias 9 Comentários

 Zacarias 9

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Alegria é o resultado daqueles que creem na profecia. Segurança existe na alma daqueles que põem em Deus Sua confiança. Certeza tem aquele que contempla a beleza profética.

1. A aplicação primária desta revelação é advertência explícita a todos os opositores e opressores do antigo Israel: Serão derrotados pelo soberano dono de toda a Terra (vs. 1-8). Flávio Josefo informa que ao Alexandre, o Grande, destruir os povos e cidades em volta de Israel, o Templo e a cidade de Jerusalém foram preservados. Contudo, tal profecia terá supremo cumprimento no segundo e no terceiro adventos de Cristo a este planeta: Os remidos serão protegidos quando os ímpios forem destruídos.

2. A vitória divina é garantida com humildade e simplicidade trazendo felicidade aos que dependeram de Cristo com sinceridade (vs. 9-10). Montando num jumentinho, mansamente, mas triunfante, o Messias com humildade vencerá a maldade trazendo liberdade aos escravos do pecado. “Paz resultará do governo [do Messias, (v. 10)], pois Ele terá como objetivo ‘o estabelecimento da ordem moral e da justiça social’ no poder do Espírito Santo” (Paul R. House).

3. Os que rejeitarem ao Rei da Paz experimentarão as consequências de seus pecados acariciados no segundo e terceiro adventos de Cristo; os que O receberam serão protegidos (vs. 10-17). Nesse evento universal Jesus acabará com a guerra e trará paz. Seu reino de glória será estabelecido. Seu povo triunfará. Cristo o salvará. O remanescente fiel é o povo que será recompensado.

Após a entrada triunfal de Cristo sobre um jumentinho em Jerusalém, Ele afirmou aos líderes religiosos que não O reconheceram cumprindo as profecias: “Da próxima vez que me virem vocês irão dizer: ‘Oh! Ele é um bendito do Senhor e está vindo para instituir o governo de Deus” (Mateus 23:39, AM).

A profecia é positiva, visa encher o coração dos ouvintes de alegria: “Grite e aplauda, Filha de Sião! Faça um estardalhaço, Filha de Jerusalém! O Seu rei está a caminho: um rei bom que faz tudo de forma correta, um rei humilde montado num jumentinho, cria de um animal de carga [...] Ele vai oferecer paz às nações, um governo pacífico em toda a terra, dos quatro ventos aos sete mares”.

Os políticos e governadores corruptos não mais existirão. Aleluia! Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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