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terça-feira, 23 de junho de 2026

Ester 7 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ester 7
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ESTER 7 – Os eventos do livro de Ester não acontecem dentro do templo. Sua mensagem é para ser aplicada fora das quatro paredes da igreja. Todavia, a teologia deste livro é riquíssima, embora seja pouco explorada. Note:

• Deus é soberano: Ele comanda o Universo, controla o Planeta Terra e direciona a história mundial conforme Seus nobres propósitos. Ele usa indivíduos e eventos seculares objetivando estabelecer Seus planos. Quando não vemos nitidamente Sua presença, é certo que Ele está agindo nos bastidores para levar a cabo a salvação ao seu auge.
• Deus é justo: Em meio à injustiça e perseguição de Seu povo, Deus está atuando de forma invisível. Como Juiz universal, julga àqueles que intentam erradicar Seu povo e recompensa aos que defendem a justiça. Deus é intolerante à injustiça; mais cedo ou mais tarde Ele fará justiça contra os injustos.
• Deus toma providências: As adversidades não atrapalham as providências de Deus em prol de Seu povo. Ele pode usar pessoas improváveis e situações complexas para mostrar ser Ele soberano em qualquer situação. Sua defesa, Sua justiça e Sua providência não conhecem limites – devemos aprender a confiar em Seu poder.

Ester 7 pode parecer ter senso de justiça poética na forma em que Hamã foi punido por suas ações perversas, cruéis e corruptas; entretanto, a história geral do livro é uma narrativa séria e trágica de perseguição e genocídio planejados contra um povo, por capricho de um homem vaidoso. Tal cena será vista mais amplamente nos últimos capítulos da história humana, como está previsto em Apocalipse 13:11-18.

A queda do orgulhoso Hamã revela que a soberba precede a queda. A arrogância que anseia pela destruição alheia será destruída sem sair-se vencedora. Quem desejava a morte alheia teme a justiça contra sua injustiça. A ironia dramática mostra que a forca preparada para inocentes será usada por quem a preparou. O “feitiço” pode sim virar-se contra o “feiticeiro”. A injustiça cai na malha fina da justiça (Ester 7:9-10). Diante do tribunal celestial, o mesmo acontecerá àqueles que lutam contra Deus (Apocalipse 20).

Em certas condições pode parecer que, em nossa vida, o mal parece estar ganhando forças (Apocalipse 6:9-11); contudo, Ester 7 nos mostra que Deus está atento às injustiças e pode reverter qualquer situação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Ele deu Seu filho para nossa redenção.

Devocional Diário:Fonte de Alegria


17 de Fevereiro


Ele deu Seu filho para nossa redenção.

Ao Senhor agradou esmagá-lo, fazendo-o sofrer. Quando Ele der a Sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas Suas mãos. Isaías 53:10

O plano de nossa redenção não foi um pensamento posterior, formulado depois da queda de Adão. Ele foi “a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos” (Rm 16:25). Foi um desdobramento dos princípios que, desde os séculos da eternidade, têm sido o fundamento do trono de Deus. Desde o início, Deus e Cristo sabiam da apostasia de Satanás e da queda do ser humano mediante o poder enganador do rebelde. Deus não determinou a existência do pecado, mas previu que ele surgiria e tomou providências para enfrentar a terrível situação. Seu amor pelo mundo era tão grande que decidiu entregar “Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16) (DTN, p. 11 [22]).

Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais. O resultado do conflito do Salvador com os poderes das trevas é alegria para os redimidos, resultando em glória para Deus por toda a eternidade. E tamanho é o valor de cada alma, que o Pai está satisfeito com o preço pago; e o próprio Cristo, contemplando os frutos de Seu imenso sacrifício, também Se alegra com satisfação (GC, p. 540 [652]).

“Sabendo que […] vocês foram resgatados […] pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula. Ele foi conhecido antes da fundação do mundo, mas foi manifestado nestes últimos tempos, em favor de vocês” (1Pe 1:18-20).

https://youtube.com/watch?v=7otDFlJHoeU&si=oL0us5BLF-X2PdqA

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Sua salvação

 Devocional Diário:-Fonte de Alegria

13 de Janeiro

Sua salvação

Celebraremos com júbilo a sua vitória e em nome do nosso Deus hastearemos pendões. Que o Senhor satisfaça todos os seus desejos. Salmo 20:5

Todo o Céu está interessado em nossa salvação. Anjos de Deus, milhares de milhares, e dezenas de milhares vezes dezenas de milhares, são comissionados a ministrar em favor dos que herdarão a salvação. Eles nos guardam do mal e fazem recuar as forças das trevas que estão procurando nos destruir. Não temos razão para nos sentirmos agradecidos a cada momento, gratos até mesmo quando aparentes dificuldades existem em nosso caminho? (T6, p. 52 [63]).

Deus deseja que os que recebem Sua graça sejam testemunhas do poder dela. Ele aceita livremente até aqueles cuja maneira de proceder tem sido extremamente ofensiva a Ele. Quando se arrependem, comunica-lhes Seu divino Espírito, coloca-os nos mais altos postos de confiança e envia-os àqueles que não O conhecem, para proclamar Sua ilimitada misericórdia. Quer que Seus servos deem testemunho de que, mediante Sua graça, as pessoas podem possuir caráter semelhante ao de Cristo e se alegrar na certeza de Seu grande amor (DTN, p. 614 [826]).

“Que Deus lhe conceda o que o seu coração almeja e realize tudo o que você planejou” (Sl 20:4). “Não tenha medo, ó terra; alegre-se e exulte, porque o Senhor faz grandes coisas” (Jl 2:21).

https://youtube.com/watch?v=O2Hq8U0F-qU&si=KAsbGsXlh8MwUZbD

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

NOSSA SALVAÇÃO

 Devocional Diário:  Descobertas da Fé

26 de Dezembro

NOSSA SALVAÇÃO

Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Lucas 10:25


Qual é o nosso papel na salvação? Se ela é inteiramente uma obra divina, então por que alguns serão salvos e outros não? Dizer que Deus escolheu uns para a salvação e outros para a perdição não soluciona o problema, pois, além de ir na contramão da justiça, essa ideia contradiz o fato de que “Deus não trata as pessoas com parcialidade” (At 10:34).

Ainda que a salvação seja uma obra divina, há algo que compete ao ser humano, caso contrário, todos seriam salvos e não haveria necessidade do juízo. E que atitude seria essa?

Vou ilustrar da seguinte maneira: poucos sabem, mas os cursos mais completos de primeiros socorros incluem, além dos procedimentos adequados dos socorristas, orientações sobre como a vítima deve agir para não prejudicar seu próprio resgate. Em situações de afogamento em mar agitado, por exemplo, o comportamento impróprio da vítima pode colocar em risco a vida de ambos. Em momentos assim, o desespero pode levar a vítima a agarrar-se ao socorrista, impedindo-o de realizar as manobras necessárias. Manter a calma nessas horas é essencial para evitar o esgotamento mental provocado pelo medo de morrer.

Há também situações de incêndio em que a vítima, por estar desorientada, bêbada ou estressada, foge do socorrista, aumentando significativamente o risco de não sobreviver. Em ambos os exemplos citados, a pessoa precisa de ajuda externa para que o resgate seja realizado com sucesso.

Assim também ocorre em relação a Cristo. Embora não haja nada que possa colocar nosso Salvador em risco, a comparação serve para ilustrar o fato de que, muitas vezes, não permitimos que Ele opere Sua graça em nós. E assim como uma vítima pode dificultar o trabalho do resgate humano, um pecador que não se arrepende também dificulta o trabalho de Deus, pois, embora o Salvador seja onipotente, Ele não usa Sua força para obrigar ninguém a ir para o Céu.

Portanto, nosso papel na salvação é aceitar o sacrifício de Cristo e não atrapalhar o trabalho de Deus. Nisso está nossa responsabilidade de escolha. É por isso que o convite divino é: “Hoje, se ouvirem a Sua voz, não endureçam o coração” (Hb 3:15). Você está disposto a abrir a porta do seu coração para que o maior Salva-vidas do Universo possa entrar?

https://youtube.com/watch?v=vQxT3X4dzjc&si=2w5Scc-7dctZPDma

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

SALVAÇÃO HOJE

 Devocional Diário: Descobertas da Fé

26 de Novembro

SALVAÇÃO HOJE


Hoje houve salvação nesta casa, pois também este é filho de Abraão. Lucas 19:9

Zaqueu era o chefe dos cobradores de impostos, a categoria mais odiada e desprezada pelos judeus. Eles trabalhavam para o governo romano, cobrando taxas absurdas acrescidas de propinas desonestas. Roma fazia vistas grossas à desonestidade deles, conquanto enchessem os cofres públicos com o mínimo esperado por César.

Imagino Zaqueu como um sujeito detestado, mas temido; alguém que não convidaríamos para o almoço, a menos que fôssemos interesseiros como ele. Mas veja como a graça de Deus vira nosso juízo de valores de ponta-cabeça. Cristo não endossaria jamais a ilegalidade de Zaqueu, pois seu procedimento prejudicava os menos favorecidos. No entanto, Ele conseguiu ver Zaqueu não como ele era, mas como poderia vir a ser ao entrar em contato com a graça transformadora.

Deus é especialista em restauração. Ele age como o colecionador de carros antigos Mike Hall e seu amigo Avery Shoaf, protagonistas da série Restauradores de Rust Valley. Eles vão a fazendas, desmanches e depósitos de carros abandonados em busca de relíquias que, depois de restauradas, passam a valer muito dinheiro. O que parece lixo, para eles é a oportunidade de trazer de volta um ícone automotivo.

Deus faz assim conosco. A diferença é que os protagonistas do show revendem os exemplares após restaurados, ao passo que Jesus não nos negocia jamais. Ele disse: “O que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6:37). Outra diferença é que os carros não possuem sentimentos ou vontade própria, nós sim. Como Zaqueu, precisamos sair de nossa zona de conforto e enfrentar nossa pequenez para ver Jesus.

Na verdade, Deus não precisa que subamos nenhum sicômoro para encontrá-Lo. Aliás, não há altura que nos coloque face a face com o Altíssimo. É Ele que desce ao nosso nível e nos alcança. Contudo, a disposição de Zaqueu era bem-vinda e tinha seu lugar. Isso revela que talvez nós precisemos de uma atitude para poder perceber Sua presença.

Seja como for, Jesus quer entrar em nossa casa, transformar nossa vida, perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Permita hoje que Jesus entre em sua vida e efetue uma transformação radical.

https://youtube.com/watch?v=cocBhIR4pUo&si=cR0mD8svFE2G0V1N

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

FÉ QUE NÃO SALVA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

13 de fevereiro

FÉ QUE NÃO SALVA

Jesus lhe disse: “Pois, então, veja! A sua fé salvou você.” Lucas 18:42


Normalmente, pensamos que a fé é um dom exclusivo daqueles que se entregam a Deus, dividindo as pessoas entre crentes e descrentes. Os crentes são considerados aqueles que têm fé, enquanto os descrentes englobam ateus, céticos e agnósticos. Entretanto, esse conceito é equivocado.

A fé não é um dom apenas daqueles que têm comunhão com Deus, e nem toda fé conduz à salvação. Tiago 2:19 destaca que “até os demônios creem” na existência de Deus e estremecem diante dela. Ou seja, até o diabo é crente e não ateu.

Considerando que os demônios são um caso perdido, podemos dizer que existe um tipo de fé exercida por eles que não conduz à salvação. E qual seria ela? A fé que não se mistura com a graça, que não está acompanhada pela piedade ou pela prática de boas obras (Tg 2:18). É a fé perdedora que se contrapõe à fé em Jesus, a qual denominamos fé salvadora.

Não pense também que a fé perdedora é uma exclusividade dos anjos caídos. Há muitas pessoas fazendo de Lúcifer, e não de Jesus, o objeto de sua crença. Elas até creem, mas na direção errada. Enquanto a fé salvadora leva os indivíduos a se tornarem mais semelhantes a Cristo, a fé dos demônios os faz parecer cada vez mais com o maligno.

Paulo escreveu: “Mas você precisa saber disto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Pois os seres humanos serão egoístas, avarentos, orgulhosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, convencidos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus. Tendo forma de piedade, mas negando o poder dela. Fique longe também destes” (2Tm 3:1-5).

Muitos pensam que essa lista se refere exclusivamente aos ímpios não religiosos que desdenham de Deus. No entanto, atente para a última linha: “Tendo forma de piedade, mas negando o poder dela”, o que aponta para pessoas que, por conveniência ou oportunismo, demonstram alguma exibição externa de cristianismo, mas não se permitem ser transformadas pela graça de Cristo. Até falam de Deus, mas convivem com o pecado, e se sentem confortáveis assim. Portanto, não basta ter fé; é preciso perguntar honestamente: Que tipo de fé possuímos?

https://mais.cpb.com.br/meditacao/fe-que-nao-salva/

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Arco-íris da salvação

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

20  de dezembro

Arco-íris da salvação

Tendo, pois, tal esperança, agimos com muita ousadia. 2 Coríntios 3:12


Existem vários elementos em comum entre os tempos de Noé e os nossos. Para sair do mundo antediluviano, por exemplo, era necessário entrar na arca, como hoje é preciso entrar para a igreja, o corpo de Cristo, a fim de abandonar a vida mundana. Há também a necessidade de proteção, de um abrigo seguro em meio às tempestades que nos cercam. E assim como a arca salvou Noé e sua família do dilúvio, o próprio Cristo Se apresenta como nosso refúgio espiritual.

De fato, a igreja é o portal por onde adentramos o reino do Céu, nosso lugar de descanso. A igreja que aguarda e confia, que vive ousadamente porque sabe que nada tem a perder, mas tudo a ganhar. A igreja que, diante dos dilúvios da vida, se mantém firme e esperançosa, aguardando o arco-íris que nunca se apagará. Pois assim como a fé em Deus preservou a família de Noé, a completa confiança no Criador nos há de conduzir em paz ao lar de glória, afinal.

Imagino como será quando esse momento chegar. Quando a pequenina nuvem se aproximar e o firmamento se abrir em um espetáculo de luz e som. Milhares de anjos tocarão suas trombetas em um concerto celestial, e no centro estará o Rei dos reis, Cristo, em um trono de fulgor deslumbrante. E todos aqueles que O esperaram sorrirão, porque sabiam que seria assim. Não haverá mais dor, nem sombras, nem morte. Apenas a graça imensa que compensa todo esforço e dor e a certeza de que somos amados pelo Pai.

Por isso, eu lhe digo: deseje intensamente esse momento. E enquanto ele não chega, mantenha o arco-íris da graça em seu coração. Proteja-se dos temporais da vida confiando na mensagem de Cristo e siga Seus passos. Não deixe que a chuva do relativismo e da confusão o arraste para fora do abrigo. Permaneça na fé, confie no amor de Deus e seja parte daqueles que esperam, com alegria e confiança, a vinda do Rei do Universo. Esse será o instante em que todas as dores se transformarão em alegria, e a promessa preconizada pelo arco-íris será cumprida em sua plenitude.

Pode não ser fácil viver dentro da arca, mas é melhor estar nela do que do lado de fora. Da mesma forma, é melhor estar na casa de Deus do que em meio ao mundo de pecado. Portanto, permaneça nos átrios do Senhor.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2024

A matemática da salvação

Devocional Diário


Vislumbres da eternidade
17 de outubro

A matemática da salvação

Assim diz o Senhor: “Por nada vocês foram vendidos, e sem dinheiro serão resgatados.” Isaías 52:3


Martin Gardner, um cientista e matemático que divulgou sua paixão por meio de provas e desafios numéricos, cativou muitos jovens e adultos ao longo dos anos. Hoje, proponho um exercício que segue o estilo de Gardner. A pergunta é simples: Quanto tempo você leva para resolver este problema: 256 x 3 x 45 x 3.961 x 77 x 488 x 2.809 x 0?

Pode parecer que este problema não tem nada a ver com nossa devoção diária, mas a verdade é que ele se assemelha muito à forma como buscamos a salvação. Acreditamos que podemos fazer algo para sermos salvos e, assim, somamos ou multiplicamos nossas ações. Vamos colecionando cifras até que chegamos ao final da conta e percebemos que tudo é multiplicado por zero, resultando em nada. Quanto tempo teríamos poupado se tivéssemos olhado primeiro para o final!

Satanás não valoriza o que fazemos e nada do que oferecemos pode satisfazer suas exigências. O inimigo adora multiplicar por zero; não me refiro a dinheiro, mas a vidas. Para ele, não somos nada, mas para Deus, somos tudo. Satanás sequestrou nosso planeta, após o pecado, e nos usou como reféns. Mas o sangue de Cristo nos libertou do cativeiro. Portanto, a salvação não é gratuita, mesmo que a recebamos assim. Ela custou a entrega do Filho de Deus. Não houve dinheiro, mas sim um custo elevadíssimo.

Jesus nos multiplica pelo infinito e nos dá a esperança de vida eterna. A batalha entre o zero (Satanás) e o infinito (Cristo) era indeterminada e incerta, mas a ressurreição de Cristo deixou claro que o infinito venceu. A vitória de Jesus resolve todos os problemas da humanidade, sejam matemáticos ou existenciais.

É hora de refletir sobre seus problemas. Como você os multiplica? Com mais problemas, dúvidas, falta de fé? Tome cuidado, pois, no fim, essa prática leva você ao zero, ao nada. Mas se você os multiplica pela esperança, pela confiança e pela fé em Jesus, verá que tudo começa a se encaixar e você deixará de ser um número para se tornar uma pessoa. Para Deus, você vale tudo, e Ele arrisca o infinito, pois Seu amor se inclina até você. Portanto, coloque-se no lugar certo da operação e comece já a desfrutar da eternidade ao lado do Deus que resolve todos os problemas.

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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Luz e salvação

 Devocional Diário

Luz e salvação

“Porque os Meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, e os caminhos de vocês não são os Meus caminhos”, diz o Senhor. Isaías 55:8

Muitos reconhecem sua incapacidade de compreender a Deus. No mundo dessas pessoas, existem tantas coisas que podem ser tocadas e medidas que elas não ousam experimentar o intangível e o incomensurável. Nós, no entanto, queremos conhecer a Deus e compreender cada uma de Suas intenções e desejos. No entanto, isso nem sempre é fácil.

Há coisas que, embora não as compreendamos completamente, utilizamos mesmo assim. O mesmo se aplica a Deus. Embora eu não consiga assimilar apropriadamente o conceito e o ser de Deus, continuo buscando-O e me relacionando com Ele. Por sua vez, independentemente do que eu venha a crer ou não, Ele sempre está disposto a me buscar e salvar. Minha impaciência e incapacidade não limitam Sua misericórdia e Seu poder.

Davi, no Salmo 27, afirma que Deus é sua luz e salvação. Que curioso! Pouquíssimos intelectuais juntariam essas duas palavras. Diriam luz e conhecimento, luz e sucesso, defesa e salvação. Mas luz e salvação? Curiosamente, essa é a chave. Deus não somente Se revela como também Se desvela por nós. Ele não para até sentir que estamos seguros sob Seu cuidado e Sua proteção. Só então compreendemos que Sua verdade nos liberta e salva, porque Ele não somente compartilha informação, mas, sobretudo, produz em nós a transformação de que precisamos para a eternidade. O salmista nos anima a esperar para podermos crescer em conhecimento e identificarmos a intervenção que se materializa graças a um Deus acessível.

O que Deus representa para nós? Muito, pois Ele nos completa. Não há limites para Ele, e todas as Suas facetas convergem para o amor: tudo o que há de alegre e divertido, porque Ele incendeia qualquer estado de ânimo; toda a plenitude, porque com Ele não há mais carências nem necessidades; toda a esperança, porque sabemos que Ele cumpre cada uma de Suas promessas. Não há outro como Ele, porque Seus pensamentos e métodos são outros. Nem sempre O entendo, mas Ele sempre me ama.

Deus é superior a qualquer coisa que nossa mente finita seria capaz de assimilar. Mas isso não nos impede de confiar Nele e submeter nossa vida à Sua santa vontade. Admita sua finitude e adore o Infinito.

Vislumbres da eternidade
4 de abril
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Entrega

Entrega

Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Deus não oferece teorias sobre a redenção; Ele redime. O enorme desafio do pecado tinha que ser equilibrado com uma enorme graça, e, de um modo perfeito, Jesus, o Filho de Deus, concretizou essa salvação. Não há dúvida de que o amor tem sua origem na Divindade. Ela reestabelece todas as coisas, comove-nos de tanta alegria e flui para os que vivem conosco.

Jesus é a energia salvífica mais impressionante do cosmo. Mesmo assim, Ele Se entregou por nós como uma criatura desamparada e indefesa. Aquele bebê cresceu na graça divina e amadureceu como a pessoa que modificou a história. Fato é que o Senhor gosta muito de surpresas e nos maravilha com elas de vez em quando. Seu tão amado Filho veio percorrer os caminhos desta Terra como mais um, apenas, discorrendo entre pequenos e grandes. Ele armou Sua tenda entre nós, junto a Seus irmãos. Não havia Nele nenhuma intenção de ser diferente. Ele Se igualou, pois era nessa igualdade que residia a solução. Plantou a semente do reino dos Céus em muitos corações. Mostrou-nos que amar é um princípio que não tem limites, pois o amor alcança até nossos inimigos. Abraçou os pequeninos com o abraço de quem ama. Defendeu a verdade, pois esta faz parte de nossa configuração, que nos torna livres. Estendeu Suas mãos aos outros porque há mais necessitados do que aqueles que reconhecem que estão em necessidade.

Seus pés pisaram os mesmos espaços que marginalizados, religiosos, especialistas na Palavra, pescadores, agricultores e soldados pisaram. Ele não somente ensinava coisas boas, mas as praticava. Tudo isso para que conhecêssemos corretamente a Deus, a quem chamava de “Pai”. Graças a Ele, compreendemos que a redenção não somente é possível, como também não nos custa nada.

Semelhantemente, compreendemos que o Senhor nos ama tanto que entregou o que Ele mais amava para que voltássemos a desfrutar de Sua presença. Toda verdade que define o que Deus é passa pela contemplação de Jesus, que nos atrai para Ele. Ao viver essa experiência, você se apaixonará pelo Senhor e, de maneira natural, começará a entender mistérios profundos. Medite na vida de Jesus e em Seu amor por você! 

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade - 3 de janeiro
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domingo, 3 de dezembro de 2023

TRÊS ALEGRIAS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

3 de dezembro

TRÊS ALEGRIAS

Também nos gloriamos em Deus por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, mediante o qual recebemos, agora, a reconciliação. Romanos 5:11

Temos três bons motivos para nos alegrar. É o que ensina o apóstolo Paulo, em Romanos 5, ao empregar três vezes a expressão “nos gloriamos”. Primeiramente, conforme o verso de hoje, devemos nos alegrar em Deus porque fomos reconciliados com Ele por meio de Cristo. Deus criou o ser humano à Sua imagem e semelhança. Eram amigos que estavam em perfeita harmonia. Mas o pecado gerou desconfiança, dúvida e desobediência, e a humanidade se tornou inimiga de Deus. Então, Deus tomou a iniciativa. Por meio de Seu Filho, Ele estendeu as mãos ao pecador para alcançá-lo, persuadi-lo e capacitá-lo a voltar. Portanto, podemos nos alegrar porque, por intermédio de Cristo, fomos reconciliados com Deus. Voltamos a ser amigos Dele.

Também é dito que “nos gloriamos nas próprias tribulações” (v. 3). É fácil entender que uma pessoa se alegre quando seus sonhos se realizam, quando tudo dá certo, quando a vida flui de modo fácil. Mas o texto declara que o cristão deve se alegrar em meio às tribulações. As dificuldades e os obstáculos ajudam a cultivar um caráter paciente e constante e a desenvolver a maturidade cristã. Além disso, eles nos impelem a olhar para o futuro, quando as dores não mais existirão (v. 3, 4).

Porque todos pecamos, todos carecemos da glória divina (Rm 3:23). Mas, por causa do que Cristo realizou, temos a esperança de participar da glória de Deus. Isso deve ser motivo para muita alegria. “Justificados, […] estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Rm 5:1, 2). Participar de Sua glória inclui usufruir as bênçãos que Ele preparou para nós e que nos serão concedidas a partir da volta de Jesus. Então ficaremos para sempre livres da dor, do sofrimento e das enfermidades. Teremos um corpo perfeito, saudável e imortal. Viveremos com nossos queridos e estaremos para sempre com o Senhor.

Olhando para o passado, podemos nos alegrar porque Deus nos amou e nos reconciliou por meio de Seu Filho. No presente, podemos ser alegres, mesmo em meio às aflições, porque Deus as usa para nos transformar à Sua imagem. Olhando para o futuro, devemos exultar porque participaremos de Sua glória. 

https://youtu.be/5ngmLfJhnaI

terça-feira, 14 de novembro de 2023

SALVAÇÃO E FÉ

 MEDITAÇÃO DIÁRIA - MARAVILHOSO DEUS

14 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/salvacao-e-fe/

SALVAÇÃO E FÉ

Também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois por obras da lei ninguém será justificado. Gálatas 2:16

Nossa experiência de salvação inclui dois procedimentos: justificação e santificação. A justificação é o perdão que Deus nos oferece. Ela é instantânea. A santificação é nossa caminhada com Ele, que nos torna cada dia mais puros, mais obedientes e mais amorosos, ou seja, mais parecidos com Jesus. Ela é um processo que dura toda a nossa existência. Deus é quem nos justifica (Rm 8:33) e nos santifica (1Ts 5:23).

Então, você pode perguntar: Qual é nossa parte na experiência da salvação? O que Deus espera de nós? Em Hebreus 12:2, Jesus é apresentado como o Autor da fé. No capítulo anterior, Hebreus 11, há uma exposição de dezenas de homens e mulheres que tiveram fé. Na sequência, Jesus é apresentado não apenas como possuindo fé, mas como o Originador da fé.

Deus dá aos seres humanos uma medida de fé (Rm 12:3), que pode ser desenvolvida ou não, dependendo de nossa vontade. Se usarmos essa medida de fé, ela aumentará. A fé é comparada às mãos (Caminho a Cristo, p. 74, 94). Assim como Deus nos dá mãos, Ele nos dá fé. Mas somos nós que decidimos o que fazer com essas mãos. Assim é com a fé. Você tem uma parte a desempenhar. Essa parte não é uma contribuição, mas o preenchimento de uma condição. É algo que depende unicamente de você: de sua vontade e de sua escolha.

Porque Deus concedeu poder de escolha, você pode decidir usar a fé que Ele lhe deu e crer em Suas promessas e em Sua Palavra, ou deixar essa fé se atrofiar. Você pode decidir se apropriar do perdão, da justificação que Deus lhe estende gratuitamente (At 5:30, 31; Mt 6:12; Is 55:7; Ef 4:32), ou pode desconfiar de que isso é bom demais para ser verdade e recusar a oferta divina, procurando inutilmente alcançar a justiça mediante seus esforços. Você pode, agora mesmo, abrir as portas de seu coração e dizer: “Eu creio, Senhor”, e assim receber gratuitamente a salvação (Ef 2:8, 9), a vida eterna (Rm 6:23), e permitir que Deus dirija sua vida. Neste dia, Deus nos concede mais uma vez Sua graça e Seu poder. “Aproximemo-nos [Dele] com um coração sincero, em plena certeza de fé” (Hb 10:22).

https://youtu.be/kBJ68FAItpg

segunda-feira, 16 de outubro de 2023

TEMPOS DA SALVAÇÃO

MEDITAÇÃO DIÁRIA - 

16 de outubro

     TEMPOS DA SALVAÇÃO

Devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus os escolheu desde o princípio para a salvação. 2 Tessalonicenses 2:13

   A Bíblia Sagrada é a revelação de Deus que nos conduz à salvação. Todos queremos ser salvos. Por isso, toda instrução que torna mais claro esse assunto é sempre bem-vinda. Examinando-se os muitos textos bíblicos que abordam o tema, fica evidente que a salvação é um processo e ocorre em três tempos: passado, presente e futuro. Em cada etapa recebemos benefícios de Deus e somos salvos de alguma coisa.

   No passado, quando reconhecemos que éramos pecadores, cremos em Jesus como nosso Salvador e confessamos a Ele nossos pecados, Deus nos perdoou e nos salvou da culpa (Sl 32:5) e da condenação (Rm 8:1). Essa obra de Deus por nós foi realizada em um momento. Ela é chamada de justificação (Tt 3:4-7). Repete-se sempre que precisamos de perdão.

   Se Deus apenas nos perdoasse e continuássemos sendo as mesmas pessoas, repetiríamos os mesmos pecados. Felizmente, não é isso que acontece. Deus não apenas quer nos declarar justos. Ele busca nos tornar justos. Por isso, ao nos perdoar, Ele nos concede Seu Espírito, que passa a habitar em nós e a dirigir nossa vida (Ef 3:16). Assim nos tornamos novas pessoas (2Co 5:17). Embora ainda pecadores, somos libertos da compulsão de pecar, do poder do pecado, de modo que este não mais nos domina (Rm 6:6, 10, 12, 14, 19, 22). Essa obra de Deus em nós acontece no presente e continua durante nossa existência. Nós a chamamos de santificação.

   Apesar do que Deus já fez por nós e em nós, o pecado continua presente não só em nossa natureza, mas no mundo à nossa volta. Continuamos a ser assediados pela tentação e pelo mal. É justamente dessas coisas que Deus nos salvará no futuro. Ficaremos livres de nossa natureza pecaminosa e da presença do pecado e do mal. Quando o Salvador retornar, a glória que perdemos no Éden (Rm 3:23) será restaurada (Fp 3:20, 21). Isso é o que chamamos de glorificação.

   No passado, Deus nos tirou de um poço fundo e largo, o poço do pecado. No presente, Ele cuida para não cairmos novamente nesse poço. No futuro, o poço deixará de existir. Sejamos sempre gratos a Deus por Sua salvação.

https://youtube.com/watch?v=ceqsThscSJU&si=SpfuCXIv_GDaaw-C

sábado, 26 de agosto de 2023

O FRACASSO DE ISRAEL

 Meditação Diária

26 de agosto

O FRACASSO DE ISRAEL

Eu lhes digo que o reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. Mateus 21:43


O plano de Deus de anunciar a salvação à humanidade mediante Israel não se concretizou conforme o ideal de Deus, mas foi alcançado de outra maneira. Isso foi exposto por Jesus na parábola dos lavradores maus (Mt 21:33-43). As causas básicas do fracasso de Israel em ser a luz do mundo foram duas. A primeira foi a atitude de tentar conservar as bênçãos de Deus somente para si. Ellen G. White afirmou: “De forma egoísta, guardaram para si mesmos aquilo que teria levado cura e vida espiritual a incontáveis multidões”, e “os pagãos foram olhados como estando fora do alcance de Sua misericórdia. A luz da verdade foi retida, e as trevas prevaleceram. As nações foram cobertas com o véu da ignorância; o amor de Deus era pouco conhecido, e o erro e a superstição floresceram” (Profetas e Reis, p. 415, 218 [705, 371]).

A segunda causa do fracasso de Israel foi a rejeição do Filho de Deus. As profecias anunciavam dois aspectos da obra do Messias: como sofredor e como rei. Os israelitas desconsideraram o primeiro e se concentraram apenas no segundo. Assim, quando o Messias veio, humilde, pobre, manso e sofredor, não O receberam (Jo 1:11) e se encarregaram de matá-Lo. “Tropeçaram na pedra de tropeço”, e isso ocorreu porque foram “descrentes” e “desobedientes” (1Pe 2:6-8; Rm 9:30-33).

O fracasso de Israel trouxe resultados. Primeiramente, eles receberam os resultados do que estava previsto na aliança aos desobedientes (Dt 28:15-68). Em segundo lugar, Israel deixou de ser o povo peculiar incumbido de evangelizar o mundo. Os judeus, individualmente, podem crer no evangelho, ser salvos e participar da missão (Mt 21:43; Rm 11:1, 2). Deus, porém, escolheu a igreja cristã para dar continuidade à missão de Seu povo. A igreja deve ser a luz do mundo. Ela é o Israel espiritual, do qual fazem parte judeus e gentios (Ef 2:11-22; Rm 10:12, 13; Gl 3:28, 29; Mt 28:19, 20).

Hoje, você e eu pertencemos ao povo missionário de Deus. Façamos nossa parte. Deus conta conosco.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-fracasso-de-israel/
https://youtu.be/dQbgEt-70PA

quinta-feira, 8 de junho de 2023

ESCOLHO RECEBER

 ESCOLHO RECEBER

Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam. Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. João 1:11, 12

A salvação é um dos principais temas da Bíblia. Quando a estudamos, percebemos que ela envolve questões fundamentais para nossa vida. Primeiramente, destacamos a fé. Ela vem de Jesus. Por isso, Ele é chamado de Autor da fé (Hb 12:2). Deus dá às pessoas uma medida de fé (Rm 12:3), e, se elas a usarem, ela aumentará, como ocorreu com todos aqueles homens e mulheres mencionados na galeria dos heróis da fé (Hb 11).

Em seguida, há o arrependimento – uma experiência à qual somos conduzidos pela bondade de Deus (Rm 2:4). O arrependimento não vem de nós mesmos. É uma dádiva divina (At 5:30, 31). O mesmo ocorre com o perdão e a justificação – são presentes de Deus (Is 55:7; Mt 6:12; At 5:30, 31; Ef 4:32).

Outro elemento importante que nos é dado por Deus é o direito de nos tornarmos Seus filhos, ou seja, de termos um novo começo e ingressarmos na comunhão com a família da fé (Jo 1:11-13). Também é necessário ter poder para obedecer – o que ocorre a partir da conversão. No momento em que recebemos a Cristo, o Espírito Santo entra em nós e nos fortalece de modo que sejamos obedientes à vontade de Deus (Ef 3:16, 20; cf. Jo 14:16; 1Ts 4:8).

Falando sobre a salvação como um todo, Paulo diz que ela não vem de nós, não vem das obras, para que ninguém se glorie. De onde ela vem? De Deus. Como ela vem? É um dom, um presente de Deus (Ef 2:8, 9). É de graça (Rm 6:23).

Diante disso, alguém pode dizer: “Mas, se tudo vem de Deus, qual é a minha parte? O que Deus espera que eu faça?” De fato, a salvação é obra divina do início ao fim. Contudo, você tem uma parte. Sua participação não é um acréscimo ao que Deus tem realizado, mas o preenchimento de uma condição. Algo que depende unicamente de você.

O texto de hoje menciona dois tipos de pessoas: as que receberam e as que não receberam. Qual dessas representa você? Sendo que você tem liberdade para escolher, aproprie-se do que Deus lhe oferece. Abra a porta do seu coração e diga: “Eu creio, Senhor!” Assim, você receberá gratuitamente a salvação. Esse é o seu desejo? Ela está ao seu alcance. 

Meditação Diária

08 de junho
https://mais.cpb.com.br/meditacao/escolho-receber/

quinta-feira, 4 de maio de 2023

DEUS AMOU O MUNDO

 DEUS AMOU O MUNDO

Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos. Tito 2:11

O pecado é universal. Todos pecaram (Rm 3:23). Mas a graça também é universal. Todos podem ser salvos. A missão salvadora de Deus é alcançar o mundo. Deus ama todas as pessoas (Jo 3:16) e deseja que todas sejam salvas (2Pe 3:9). Cristo é a Luz do mundo (Jo 8:12) e veio para tirar o pecado dele (Jo 1:29). O Espírito convence o mundo do pecado, da justiça que há em Cristo e do juízo de Deus sobre Satanás (Jo 16:8-11).

No período do Antigo Testamento, a missão de Israel foi alcançar o mundo. Desde o início, quando falou com Abraão e prometeu-lhe bênçãos, Deus mencionou o objetivo: “Em você serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn 12:3). Posteriormente, quando Abraão faleceu e Isaque se tornou o líder principal, as mesmas palavras lhe foram ditas pelo Senhor (Gn 26:4). Quando Isaque faleceu e Jacó assumiu a liderança, novamente Deus lembrou a missão com as mesmas palavras: “A sua descendência será como o pó da terra; você se estenderá para o oeste e para o leste, para o norte e para o sul. Em você e na sua descendência serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn 28:14). Séculos depois, quando Salomão concluiu a construção do templo e o dedicou a Deus, declarou, diante de todo o povo, que o templo seria para todos os povos (1Rs 8:41-43). Dessa forma, Deus planejou abençoar Israel e, por seu intermédio, as demais nações.

Nos tempos do Novo Testamento, quando a igreja assumiu o desafio como o povo mensageiro de Deus, a missão continuou a mesma: alcançar o mundo. Como Jesus afirmou, nosso campo de trabalho é o mundo (Mt 13:38). Por isso, somos enviados ao mundo. Ele ordenou: “Vão por todo o mundo” (Mc 16:15), “façam discípulos de todas as nações” (Mt 28:19). No último livro da Bíblia, ainda somos informados de que os salvos serão formados por uma grande multidão de todas as nações: “Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro […]. E clamavam com voz forte, dizendo: ‘Ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação’” (Ap 7:9, 10).

Hoje, Deus ainda ama o mundo. Anunciemos Sua salvação.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/deus-amou-o-mundo/
https://youtu.be/fwGKnPVT-cY
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

VIDA FUTURA

 VIDA FUTURA

Deus, [...] por causa do grande amor com que nos amou, [...] nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus [...] para mostrar nos tempos vindouros a suprema riqueza da Sua graça. Efésios 2:4, 6, 7

Era o ano de 1977. Eu estava recém-formado, recém-casado e começava meu trabalho como pastor distrital. As Meditações Matinais daquele ano foram especiais e me impactaram. Elas consistiam em mensagens compiladas dos escritos de Ellen G. White e enfocavam o segundo advento de Cristo. Todas as meditações do mês de dezembro eram sobre o julgamento final e a nova Terra. Nas próximas linhas, compartilharei alguns desses vislumbres proféticos com você.

Na Terra renovada, a vida será como foi inicialmente no Éden: no jardim, no campo e no lidar com a terra (p. 358). Ali todas as nossas capacidades se desenvolverão. Haverá múltiplas oportunidades para se realizar grandes empreendimentos (p. 358). Poderemos percorrer os outros mundos e ter acesso a todos os tesouros de conhecimento e sabedoria do Universo (p. 365, 371). Na verdade, o estudo e o aprendizado nunca cessarão. Por toda a eternidade, haveremos de conhecer mais e mais sobre Deus e Suas obras (p. 365), tendo a Cristo como nosso professor (p. 361). O principal tema de estudo será a ciência da redenção: a encarnação de Cristo, Seu sacrifício expiatório e Sua obra mediadora (p. 363).

Ali haverá muita música, vocal e instrumental – perfeita, majestosa e arrebatadora. Junto com os salvos e os anjos, louvaremos a Cristo (p. 359). Ali conheceremos o anjo que Deus determinou para nos acompanhar durante toda a nossa vida e ser nosso guarda. Conversaremos com ele e aprenderemos da intervenção divina em nossa vida (p. 312). Também manteremos comunhão com os demais anjos de Deus e com os salvos de todas as épocas. Quão prazerosos serão esses relacionamentos onde só haverá amor, simpatia e alegria! (p. 354).

Outra grande satisfação será conhecer tudo que de bom foi produzido por meio de nossa vida. O uso correto de nossas capacidades, as palavras e ações de bondade, os sacrifícios, a dedicação de nossa vida, as orações e lágrimas – enfim, o que Deus realizou por nosso intermédio –, tudo isso será conhecido e recompensado (p. 357). Esse lugar nos pertence. Caminhe em direção a essa terra prometida! 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/vida-futura/

https://youtu.be/6PsZemVfz_o
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sábado, 21 de janeiro de 2023

O BRILHO DA GRAÇA

 O BRILHO DA GRAÇA

Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos. Tito 2:11

Durante os tempos do Antigo Testamento, a manifestação da graça de Deus era uma promessa, e os fiéis aguardavam seu cumprimento. Isso ocorreu no primeiro advento de Cristo (2Tm 1:9, 10; Cl 1:26). O texto da carta a Tito nos diz que “a graça de Deus se manifestou”. O verbo usado aqui – manifestar – era o mesmo utilizado para se referir ao nascer do sol. Essa conotação de proporcionar luz é muito própria quando consideramos a condição moral e espiritual do mundo por ocasião do nascimento de Jesus.

Com frequência, ao pensarmos na situação do mundo atual, ficamos alarmados. Porém, eu convido você a fazer uma comparação, dentro da própria Bíblia, da condição do mundo em que Paulo se encontrava no início da era cristã com o atual. Compare as listas de pecados mencionados em cada época e você perceberá que aqueles dias eram terríveis. Como exemplo, cito uma lista do passado, a que se encontra em Romanos 1:26-31. São mencionados os pecados de perversão sexual, prática homossexual, disposição mental reprovável, “todo tipo de injustiça, perversidade, avareza, maldade”, “inveja, homicídio, discórdia, engano e malícia”; e os pecadores são retratados como “difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes, orgulhosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, desleais, sem afeição natural e sem misericórdia”. Se você ler os livros de história sobre os costumes e estilo de vida daqueles dias, poderá ficar assombrado. Esses pecados não eram isolados a ponto de chamar a atenção. Eles eram bastante comuns e generalizados.

O mundo estava envolto em uma intensa escuridão, mas Deus, ao nos enviar Seu Filho, fez brilhar a luz do “sol da justiça, trazendo salvação” (Ml 4:2; ver Is 9:2). Assim, o primeiro advento de Cristo é retratado como a manifestação da graça de Deus, semelhante ao nascimento do sol, que, à medida que se eleva nas alturas, vai dissipando as trevas. Desde os dias de Cristo, a brilhante luz do evangelho tem alcançado mais e mais cada canto deste mundo, iluminando e transformando nações e indivíduos. Essa graça também chegou até você. Aceite-a e permita que ela opere sua salvação.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

21 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-brilho-da-graca/

https://youtu.be/vMjaPbs3X1E
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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

A EXPERIÊNCIA DA SALVAÇÃO

 A EXPERIÊNCIA DA SALVAÇÃO

O mesmo Deus da paz os santifique em tudo. E que o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Tessalonicenses 5:23

A Bíblia Sagrada descreve a salvação como uma experiência. Dela fazem parte a justificação e a santificação. O que é justificação? John Wesley ensinava que “a justificação não é outra coisa senão o perdão dos nossos pecados” (Mateo Lelièvre, João Wesley: Sua Vida e Obra [São Paulo: Vida, 1997], p. 363) e Ellen G. White afirmou que “perdão e justificação são uma só e a mesma coisa” (Fé e Obras, p. 83 [103]). E santificação, o que é? Santificação é o crescimento na graça, o processo de aperfeiçoamento do caráter. É a obra purificadora da alma, que começa no momento da regeneração. Wesley dizia que “a santificação começa quando começamos a crer; e, à medida que aumenta a nossa fé, cresce também a nossa santidade” (João Wesley, p. 364). Ellen White declarou que a “verdadeira santificação não é simplesmente amar a Deus de todo o coração e andar de forma irrepreensível em Seus mandamentos e preceitos. Santificação não é uma emoção, mas um princípio de origem celestial que coloca todas as paixões e desejos sob o domínio do Espírito de Deus; e essa obra é efetuada por meio de nosso Senhor e Salvador” (Fé e Obras, p. 69, 70 [87]).

Ninguém pode ser santificado sem primeiro haver sido justificado; e ninguém pode ser justificado sem imediatamente entrar no processo da santificação. A ideia de santidade acompanha a ideia bíblica de santificação. Santidade significa separação. Em uma vida que está sendo santificada, deve haver separação para Deus e uma conduta que revele pureza (1Jo 3:3).

Deus quer justificar você. Quer lidar com o seu passado e perdoá-lo completamente. Quando isso acontece, cumpre-se a Palavra, que diz: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9). Deus também quer santificá-lo. Ele pôs Seu Espírito em você. Por Sua atuação, a cada dia você vai sendo transformado e se tornando mais santo, puro, obediente, amoroso e mais parecido com Jesus (Rm 8:11; Ef 3:16, 20).

Hoje, peça e aceite Seu perdão. Peça e aceite Sua santificação.

https://youtu.be/1W3kqpobbZ8
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quinta-feira, 10 de novembro de 2022

O DOADOR DE DESCANSO

 O DOADOR DE DESCANSO

Venham repousar um pouco, à parte, num lugar deserto. Marcos 6:31

Cristo não proferiu palavra alguma revelando a própria importância nem exibindo Sua superioridade. Jamais ignorava os outros seres humanos. Não reivindicava autoridade por causa de Sua relação com Deus. Suas palavras e ações, porém, revelavam que Ele tinha conhecimento da Sua missão e do Seu caráter. Falava das coisas celestiais como alguém que tem muita familiaridade com todas elas. Mencionava Sua intimidade e união com o Pai assim como um filho fala de sua conexão com os pais. Falava como Alguém que veio iluminar o mundo com a Sua glória. Jamais favoreceu as escolas dos rabinos, pois era o Mestre mandado por Deus para instruir a humanidade. Como Aquele em quem se encontra todo poder de restauração, Cristo falava sobre atrair a raça humana inteira a Si, dando-lhe vida eterna. Nele há poder para curar toda enfermidade física e espiritual.

Cristo veio ao nosso mundo com uma consciência maior do que a mera grandeza humana, a fim de realizar uma obra de resultados infinitos. Onde é possível encontrá-Lo fazendo esse trabalho? Na casa do pescador Pedro, descansando junto ao poço de Jacó, falando à mulher samaritana sobre a água viva. Em geral, Ele ensinava ao ar livre; mas, às vezes, no templo, pois comparecia aos ajuntamentos do povo judeu. Com maior frequência, porém, Jesus ensinava sentado na encosta de uma montanha ou em um barco de pesca. Entrava na vida desses humildes pescadores. Sua simpatia agia em prol dos necessitados, sofredores e desprezados. E muitos eram atraídos a Ele.

Quando o plano da redenção foi traçado, ficou decidido que Cristo não viria de acordo com Seu caráter divino; pois, nesse caso, não conseguiria Se relacionar com os aflitos e sofredores. Precisaria vir como pobre. Ele poderia ter vindo com a aparência de Sua posição exaltada nas cortes celestiais, mas não. Era preciso chegar ao nível mais profundo do sofrimento e da pobreza humana, a fim de que Sua voz fosse ouvida pelos sobrecarregados e desiludidos; para que pudesse Se revelar à alma exausta e enferma pelo pecado como o Restaurador, o Desejado de todas as nações, o Doador de descanso. E para aqueles que carecem de paz e descanso hoje, tão verdadeiramente quanto para aqueles que escutaram Suas palavras na Judeia, Ele diz: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28) (Manuscrito 14, 1897). 

PARA REFLETIR: Até que ponto você está disposto a abrir mão dos privilégios de um status para servir aos necessitados? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de novembro

Salmos 80 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 80 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 80 – Ao enfrentar situações sem s...