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sábado, 11 de maio de 2024

Continue o bom trabalho

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
11 de maio
https://mais.cpb.com.br/meditacao/continue-o-bom-trabalho/

Continue o bom trabalho

Fale a toda a congregação dos filhos de Israel e diga-lhes: Sejam santos, porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou Santo. Levítico 19:2


De acordo com a Bíblia, um santo é uma pessoa especial graças a outra Pessoa, e que procura ter a atitude adequada para se parecer cada dia mais com essa Pessoa: Jesus Cristo. Fato é que todos os crentes deveriam ser santos. Por quê? Porque estar com Deus, viver com Cristo, faz de nós pessoas melhores.

Permita-me comparar isso a um ambiente de escola. No cristianismo, todo mundo tem matrícula grátis, uma bolsa de estudos que cobre tudo, um Mestre excepcional e a possibilidade de alcançar muitas e ótimas competências. O que é preciso? Esforço. Sendo esforçados, receberemos, de quando em quando, um retorno pelo nosso progresso. Às vezes, a nota nos sugerirá que devemos tentar novamente. Tudo bem, pois, se você for esforçado, terá todas as oportunidades de que precisar. O melhor é quando você lê debaixo da sua nota: “Continue o bom trabalho”, pois isso quer dizer que você está no caminho certo.

Além disso, Deus colocou alguns indicadores para fazermos nossas autoavaliações. Por exemplo, Miqueias 6:8 diz: “Ele já mostrou a você o que é bom; e o que o Senhor pede de você? Que pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com o seu Deus.” Veja que o texto não diz “seja justo” (algo impossível para nós, por nossas próprias forças). Ele propõe que pratiquemos a justiça. Não há nada melhor do que a prática para saber se você sabe ou não, se tem as competências ou não. A justiça é o dia a dia da nova Terra e, por essa razão, devemos conhecer perfeitamente o assunto. O segundo indicador é se verdadeiramente gostamos de amar os outros. Ou seja, você valoriza o amor? O amor é o princípio que rege o Universo, um conhecimento básico que você deve interiorizar. O terceiro indicador é ter uma conduta de humildade. O egoísmo e o orgulho fazem parte do desastre em que vivemos. Reconhecer Deus como Soberano e Senhor de sua vida é voltar às origens, ao mundo sem pecado. Só então você compreenderá a importância disso.

Por fim, tudo isso deve ser feito “com o seu Deus”, porque o Senhor é o nosso Tutor. Só com a ajuda Dele poderemos avançar na caminhada rumo ao Céu. Com Ele, o sucesso é garantido!

sábado, 23 de abril de 2022

Santo X Profano - Levítico 10

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 10

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 10 – Existe diferença entre o sagrado e o profano, ainda que muitos não concordem com tal distinção. Não considerar essa diferença implica em aberta desobediência às orientações de Deus, o que caracteriza pecado gravíssimo.

Levítico 10 é um breve interlúdio didático, porém dramático, que explica de forma radical o perigo de misturar o santo com o profano. Os sacerdotes Nadabe e Abiú, ambos filhos do Sumo Sacerdote Arão, não muito tempo da consagração deles, “pegaram, cada um o seu incensário, nos quais ascenderam fogo, acrescentaram incenso e trouxeram fogo estranho perante o Senhor, sem que tivessem sido autorizados”, começa o registro histórico.

Saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu imediatamente. Arão silencia pela perda de seus filhos displicentes. Depois de retirar os cadáveres do acampamento, Moisés destacou os devidos cuidados quanto ao ministério do Santuário. Inclusive repreendeu fortemente aos sacerdotes Eleazar e Itamar, mas foram justificados com a explicação de Arão.

Levítico 10:10 é um apelo contundente que merece total atenção: “Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, ensinar aos israelitas...”. A gritante diferença entre sagrado e profano é tão contrastante quanto a vida e a morte.

A intemperança no comer e beber obscurece a mente impedindo-a de distinguir entre o sagrado e o profano. Pessoas embriagadas com as iguarias deste mundo, não perceberão a diferença entre certo e errado. É perigoso sem possuir “clara percepção da diferença entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro (Is 28:7)”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

A negligência em diferenciar o santo do profano resulta em sérias consequências. Nadabe e Abiú não eram ingênuos espirituais. Eles subiram com Moisés e os setenta anciãos ao Monte Sinai; viram a glória de Deus, comeram e beberam em Sua presença (Êxodo 24:9-11). Depois dessa experiência, perderam a reverência. Amor e temor devem ser a referência do pecador diante do Senhor.

Portanto, deveríamos saber considerar devidamente as coisas sagradas, por exemplo:

• O casamento (Levítico 20:10-21; Hebreus 12:4).

• O sábado (Levítico 23:3; Ezequiel 20:12, 20).

• O dízimo (Levítico 27:30; Mateus 23:23).

A religião bíblica é séria; não deve ser tratada nem praticada levianamente (Atos 5:1-10). Para agir corretamente, reavivemos nosso senso daquilo que é santo! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

O SANTO DE ISRAEL

 O SANTO DE ISRAEL

O Meu Filho eles respeitarão. Mateus 21:37

Deus suportou Seu povo com coração de pai. Pleiteou com eles por bênçãos dadas e retiradas. Pacientemente lhe expôs seus pecados, e com longanimidade esperava seu reconhecimento. Profetas e mensageiros foram enviados para reclamar os direitos de Deus sobre os lavradores; mas, em vez de serem bem-vindos, foram tratados como inimigos. Os lavradores perseguiam-nos e matavam-nos. Deus enviou ainda outros mensageiros, porém receberam o mesmo tratamento que os primeiros, os lavradores apenas mostraram ódio ainda mais decidido.

Como último recurso, Deus enviou Seu Filho, dizendo: “O Meu Filho eles respeitarão” (Mt 21:37). Mas sua resistência tornara-os vingativos, e disseram entre si: “Este é o herdeiro; venham, vamos matá-Lo e ficar com a herança Dele para nós” (v. 38).

Os líderes judeus não amavam a Deus. Por isso, romperam com Ele e rejeitaram todas as propostas para uma reconciliação justa. Cristo, o Amado de Deus, veio para reivindicar os direitos do Proprietário da vinha; mas os lavradores O trataram com desprezo aberto, dizendo: “Não queremos que este reine sobre nós.” Invejavam a beleza do caráter de Cristo. Sua maneira de ensinar era muito superior à deles, e temiam Seu êxito. Argumentava com eles, desmascarando sua hipocrisia e lhes mostrando a consequência inevitável de seu procedimento. Isso lhes provocou a ira ao extremo. Torturavam-se ante as repreensões que não podiam silenciar. Odiavam o alto padrão de justiça que Cristo constantemente apresentava. Viam que Seus ensinos acabariam revelando seu egoísmo e resolveram matá-Lo. Odiavam Seu exemplo de fidelidade e piedade, e a elevada espiritualidade revelada em tudo quanto fazia. Toda a Sua vida lhes era uma reprovação do egoísmo, e, ao chegar a prova final, prova que significava obediência para vida eterna ou desobediência para morte eterna, rejeitaram o Santo de Israel. Ao escolherem entre Cristo e Barrabás, exclamaram: “Solte-nos Barrabás” (Lc 23:18). E ao perguntar Pilatos: “Que farei, então, com Jesus?” gritaram: “Que seja crucificado!” (Mt 27:22) (Parábolas de Jesus, p. 293, 294).

PARA REFLETIR: Você já tentou silenciar a voz de Jesus porque Ele repreendeu algum pecado acariciado em sua vida? Por acaso você é diferente da turba que gritou: “Que seja crucificado!”?

Meditação Diária

27/01/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-santo-de-israel/


domingo, 10 de agosto de 2014

Igreja propriedade de Deus- Ezequiel 44

Igreja  propriedade de Deus
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O dono da igreja é Quem dá diretrizes, regras e atividades a serem realizadas. O dono da igreja não é o papa, nem o padre, nem o pastor. Também não é o sacerdote, ou presbítero, diácono, nem o bispo, muito menos uma família grande que participa dela. A igreja é propriedade de Deus.

Diante dessa realidade, é necessário dar atenção ao que o dono da igreja diz sobre quem atua em seus serviços. A mensagem do capítulo em apreço é: Deus não aceita compromisso parcial, envolvimento superficial e espiritualidade relapsa.

Segue o resumo do capítulo:
1. Orientações sobre a porta oriental e o príncipe (vs. 1-3);
2. Qualificações dos ministros do templo (vs. 4-14);
3. Regras sobre os deveres sacerdotais (vs. 15-27);
4. Regulamentos sobre o sustento dos ministros do templo (vs. 28-31).

Candidatos à liderança da igreja, por mais habilidade que tenham, sem priorizar Deus no tempo, talento e recursos, não deve liderar atividades espirituais. Caloteiros, mentirosos, imorais, indecentes, intemperantes, superficiais no estudo da Bíblia, etc. não são aprovados por Deus para atuar em Sua igreja, mesmo sendo aprovados pelos votos.

A quem falta devoção, consagração, fervor, espiritualidade, santificação, compromisso com a Palavra e com os filhos de Deus, todos devem ser excluídos da liderança da igreja de Deus. Aos que permanecerem, os regulamentos bíblicos devem regê-los. Os que participam da comissão de nomeação dos líderes da igreja de Deus devem ter os princípios bíblicos em mente.

Deus aceita a todos em Seu amor, só não aceita a qualquer um na liderança de Sua igreja. Nas palavras de S. J. Schwantes, “somente sacerdotes da linhagem de Zadoque poderiam servir no novo Templo”. Estes, não deveriam beber nada alcoólico. “O sacerdote não podia permitir que algo viesse a obliterar seu discernimento espiritual ao se ocupar das coisas sagradas. Uma das razões para a temperança é que ao sacerdote cabe ensinar o povo a distinguir entre o santo e o profano” (v. 43).

Em síntese:
1. A igreja será reavivada caso a liderança seja comprometida com Deus;
2. A igreja será reavivada se os princípios da Palavra de Deus forem seguidos na escolha da liderança.

Pense nisso e aplique isso na hora de escolher os líderes da igreja de Deus

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Normas Relativas ao Templo- Ezequiel 44

Normas Relativas ao Templo
Jon Dybdahl

A última parte do capítulo anterior (Ezequiel 43), que descreve o altar e sua consagração, e este capítulo apresentam normas relativas ao templo e ao sacerdócio. Em 43:12, Ezequiel falou da “lei do templo.” Embora o conteúdo do presente capítulo pareça ser diferente, seu conteúdo também pode ser enquadrado sob o título “a lei do templo.”

A primeira seção do capítulo trata do príncipe (o governante secular), e do portão oriental. O portão leste, ou oriental deveria ser fechado para nunca mais ser aberto, pois foi por ali que Deus entrou no templo. Isso reforça Ezequiel 43:7 que diz que Deus nunca mais deixará o seu templo. Como este portão nunca voltará a ser utilizado por Deus como uma saída ele deverá ser fechado para sempre. Toda vez que um adorador entrar no templo e ver o portão leste fechado ele é lembrado da presença permanente de Deus com o Seu povo.

O restante do capítulo trata daqueles que podem entrar no templo e também dos sacerdotes. A maioria das leis desta seção é semelhante às leis dadas em Levítico, especialmente nos capítulos 17-26. O princípio fundamental é encontrado em Levítico 19:2: “Sejam santos porque eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Os sacerdotes e essas leis tinham como objetivo ensinar ao povo a diferença entre o santo e o profano, o puro e o impuro. As pessoas que se aproximam de Deus devem ser santas, isto é, separadas do pecado e dos pecadores.

O pecado do povo de Israel trouxe como conseqüência o juízo divino e a perda da presença de Deus. Na cidade restaurada, não deve haver qualquer pecado para que a presença de Deus possa permanecer ali. Todos os regulamentos apresentados no livro de Ezequiel existem para apoiar a santidade do povo e permitir a presença de Deus.

Será que nós, hoje, estamos dando a devida importância à separação do pecado e a santidade de Deus?
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA



http://www.palavraeficaz.com/

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