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terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Obedecer 1 Samuel 15

 📖 1 Samuel 15 — Comentários Bíblicos

🔹 Contexto do capítulo
Deus ordena a Saul, por meio do profeta Samuel, que destrua completamente os amalequitas, um povo que havia atacado Israel covardemente no passado (Êx 17:8–16; Dt 25:17–19). A ordem era clara e específica.

1️⃣ Obediência parcial não é obediência (vv. 1–9)
Saul vence a batalha, mas poupa o rei Agague e o melhor dos animais, contrariando a ordem divina.
👉 Lição: Saul fez o que parecia “bom aos seus olhos”, mas não o que Deus havia determinado.
“Obedecer é melhor do que sacrificar” (v.22)
🔎 Muitas vezes obedecemos até onde não afeta nossos interesses. Deus, porém, busca obediência completa.

2️⃣ A autojustificação e o engano do coração (vv. 10–13)
Saul afirma a Samuel:
“Cumpri a palavra do Senhor.”

Porém, os balidos das ovelhas desmentem suas palavras.
👉 Lição: O pecado não confessado sempre deixa rastros. Palavras não substituem atitudes.

3️⃣ Transferência de culpa (vv. 14–21)
Saul tenta se justificar dizendo que o povo quis poupar os animais para sacrifício.
👉 Lição: Líderes espirituais são responsáveis por suas decisões. Culpar outros revela imaturidade espiritual.

4️⃣ Obediência vale mais que sacrifício (vv. 22–23)
Samuel declara uma das frases mais fortes do Antigo Testamento:
“A rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como idolatria.”
👉 Lição: Obediência seletiva é rebelião disfarçada de religiosidade.

5️⃣ Arrependimento tardio e superficial (vv. 24–31)
Saul admite o erro, mas demonstra mais preocupação com sua imagem diante do povo do que com o coração de Deus.
👉 Lição: Nem todo arrependimento é genuíno. O verdadeiro arrependimento gera mudança, não apenas remorso.

6️⃣ A rejeição de Saul como rei (vv. 26–29)
Samuel declara que o Senhor rasgou o reino de Saul.
👉 Lição: Chamado não sustenta desobediência. Unção não substitui caráter.

7️⃣ Agague é executado (v. 33)
Samuel executa o juízo que Saul deixou de cumprir.
👉 Lição: O que não eliminamos pela obediência, volta para nos ferir mais tarde.

🌿 Aplicações espirituais para hoje
Deus não aceita obediência parcial.
Boas intenções não substituem fidelidade.
Sacrifício sem obediência é vazio.
Caráter sustenta o chamado.
Pecados tolerados enfraquecem a vida espiritual.

✨ Frase de impacto
“A obediência que agrada a Deus não é negociável.”
💌 t.me/bibliaG

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Números 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Números 28
Comentário Pr Heber Toth
Armí

NÚMEROS 28 – Cada um de nós pode escolher aceitar a oferta de amor do Deus que Se sacrificou por nós (profetizado nos símbolos de cada oferta e festa instituídas no Antigo Testamento) ou desprezar a promessa divina. Os filhos de Abraão que foram miraculosamente tirados do império egípcio rejeitaram o presente de Deus e morreram durante a peregrinação do deserto. No deserto deste mundo, atualmente muitos estão rejeitando a gloriosa oferta de salvação outorgada pelo Céu.

Almejando o bem da nova geração, Deus estabeleceu novamente os requisitos da religião prática através dos rituais diários, semanais e anuais. Não se pode desprezar ou relaxar as práticas espirituais: “Tenham cuidado de apresentar-me na época designada a comida para as minhas ofertas preparadas no fogo, como um aroma que me seja agradável”. Toda oferta deveria ser “de um ano, sem defeito” (Números 28:1-3, 9, 11, 19, 31), e “sem fermento” (Números 28:17). Os frutos deveriam ser os primeiros produzidos e colhidos (Números 28:26); e, a farinha deveria ser, obviamente, a melhor (Números 28:5, 9, 12-13, 20, 28).

Por outro lado, diariamente, “a oferta derramada que acompanha [a oferta de aroma agradável dedicada ao Senhor] será um litro de bebida fermentada para cada cordeiro. Derramem a oferta de bebida para o Senhor no Lugar Santo” (Números 28:7). E mais, quanto às ofertas mensais, “para cada novilho deverá haver uma oferta derramada de meio galão de vinho; para o carneiro, um livro; e para o cordeiro, um livro” (Números 28:14).

Isso revela profeticamente que Jesus, sem mancha de pecado, assumiria a nossa culpa e pagaria o preço de nossas transgressões (Números 18:22, 30). Jesus é a oferta perfeita de Deus cujo objetivo é libertar-nos da culpa dos nossos pecados (Isaías 52:13-53:12; João 1:29, 36). Se há opção de salvação, é graças à oferta divina. Precisamos depender dela continuamente!

Da mesma forma que Deus planejara outorgar uma maravilhosa terra-lar aos israelitas, deseja o mesmo para nós. Infelizmente, os ingratos rebeldes murmuradores não puderam usufruir da bênção da promessa divina. A mensagem para nós é clara: “Bem-aventurados os humildes [mansos], pois eles receberão a terra por herança... Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:5, 8-9).

Por conseguinte, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Levítico 9 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 9
Comentário Pr Héber Toth Armí


LEVÍTICO 9 – Moisés é um líder espiritual por excelência. Ele compartilhou sua liderança com Arão, e juntos fizeram os preparativos para o povo experimentar a presença do Senhor.

Após toda a cerimônia sacrifical e os sete dias de confinamento nas imediações do Santuário, Arão foi consagrado a Sumo Sacerdote, e seus filhos a sacerdotes; na sequência, preparam-se para inaugurar as cerimônias:

Arão ofereceu primeiramente sacrifícios para si mesmo: um bezerro da oferta pelo pecado; fez então o holocausto com o sangue, cabeça, entranhas e pernas do bezerro (Levítico 9:8-14).

Somente após sacrificar para si que Arão apresentou a oferta pelo povo: ofereceu a oferta pelo pecado, o holocausto, um punhado de oferta de cereal e ofereceu um boi e um carneiro em sacrifício pacífico; em que o sangue é aspergido sobre o altar e em redor dele, as partes dos animais foram queimados no altar, com exceção do peito direito e da coxa direita que foram considerados oferta movida perante o Senhor (Levítico 9:15-21).

Em seguida, o Sumo Sacerdote Arão levantou as mãos para abençoar ao povo para concluir sua participação da oferta pelo pecado, o holocausto e a oferta pacífica; e então, entrou com Moisés na Tenda do Encontro. Ao se retirarem, ambos abençoaram o povo. E, o resultado foi espetacular (Levítico 9:22-24):

1. A glória do Senhor apareceu a todos os presentes na cerimônia;
2. Saiu fogo da presença de Deus e consumiu o holocausto e as porções de gordura do altar;

Como resposta a tudo isso, o povo demonstrou duas atitudes positivas:

1. Gritou de alegria;
2. Prostrou-se com o rosto em terra.

Com a nomeação e consagração de Arão como Sumo Sacerdote para levar o povo a Deus, o texto nos revela que a graça escolhe líderes que foram longe em seu pecado, todavia aceitaram ser restaurados por Deus para lidar com os pecadores. Isso se deve, porque, quem foi grandemente perdoado será mais compassivo e tolerante com os pecadores – além de ser um exemplo do poder acolhedor e transformador de quem já sofreu a dura desgraça do pecado.

Quando a graça liberta pecadores, o favor celestial é derramado na congregação de crentes que esperam a abençoadora e gloriosa presença divina. Assim, é evidente que a graça promove grandioso reavivamento! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 28 de julho de 2023

QUANTO DEVO A DEUS?

 Meditação Diária

28 de julho

QUANTO DEVO A DEUS?

Será que alguém pode roubar a Deus? Mas vocês estão Me roubando e ainda perguntam: “Em que Te roubamos?” Nos dízimos e nas ofertas. [...] Tragam todos os dízimos à casa do Tesouro [...]. Malaquias 3:8, 10


O profeta Malaquias viveu no tempo de Esdras e Neemias, por volta do ano 450 a.C. Naqueles dias, a igreja de Deus – o povo de Judá – havia se afastado Dele. Estava vivendo de modo errado no tocante a vários assuntos. Malaquias foi o instrumento de Deus para lhes apontar os pecados e convidá-los a voltar. Um dos erros da época era a desconsideração para com a obra de Deus e a manutenção de Sua igreja na Terra.

A igreja foi acusada de se desviar dos estatutos de Deus, e a linguagem empregada era forte. A acusação era de roubo. Havia roubo nos dízimos. Como pode alguém saber se está sendo fiel ou não a Deus quanto ao dízimo? “Dízimo” vem de “dez”. São dez por cento. Quando não devolvemos essa porção de toda a nossa renda para Deus, estamos sendo desonestos.

Também havia roubos nas ofertas. Como alguém pode saber se está sendo fiel nas ofertas? Devo dar de acordo com meus impulsos, no momento de um apelo emocionante? Serve qualquer quantia? Ou Deus nos deixou também uma norma com relação às ofertas? Sim, há uma norma: as ofertas voluntárias devem ser oferecidas a Deus de acordo com a “bênção” que Dele temos recebido (Dt 16:10); conforme nossa “prosperidade” (1Co 16:1-4); conforme as “posses” (2Co 8:1-4, 10, 11); e “proporcionalmente” (Dt 16:17). Deus não especificou a porcentagem. Quem faz isso é o doador. Quanto mais prosperamos e somos abençoados, quanto maiores são nossas posses, maior deve ser a proporção de nossa oferta.

Depois da repreensão houve um apelo. A igreja foi convidada a voltar para Deus. Sempre que Deus repreende, Ele o faz com o objetivo de salvar. Aqueles que haviam se afastado foram convidados a voltar, a ser fiéis a Deus. Deviam ser fiéis na devolução do dízimo e de ofertas proporcionais. Além disso, a orientação bíblica é que as ofertas devem ser preparadas com antecedência, não no instante em que são recolhidas na igreja (2Co 9:5). Devem ser dadas com alegria (2Co 9:7), como expressão de nossa generosidade (2Co 9:5) e de nosso amor por Deus.

Em suma, Deus é fiel conosco; sejamos fiéis a Ele.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/quanto-devo-a-deus/

https://youtu.be/S4bToA4rjRE

terça-feira, 7 de junho de 2022

Números 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 28

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 28 – Cada um de nós pode escolher aceitar a oferta de amor do Deus que Se sacrificou por nós (profetizado nos símbolos de cada oferta e festa instituídas no Antigo Testamento) ou desprezar a promessa divina. Os filhos de Abraão que foram miraculosamente tirados do império egípcio rejeitaram o presente de Deus e morreram durante a peregrinação do deserto. No deserto deste mundo, atualmente muitos estão rejeitando a gloriosa oferta de salvação outorgada pelo Céu.

Almejando o bem da nova geração, Deus estabeleceu novamente os requisitos da religião prática através dos rituais diários, semanais e anuais. Não se pode desprezar ou relaxar as práticas espirituais: “Tenham cuidado de apresentar-me na época designada a comida para as minhas ofertas preparadas no fogo, como um aroma que me seja agradável”. Toda oferta deveria ser “de um ano, sem defeito” (Números 28:1-3, 9, 11, 19, 31), e “sem fermento” (Números 28:17). Os frutos deveriam ser os primeiros produzidos e colhidos (Números 28:26); e, a farinha deveria ser, obviamente, a melhor (Números 28:5, 9, 12-13, 20, 28). 

Por outro lado, diariamente, “a oferta derramada que acompanha [a oferta de aroma agradável dedicada ao Senhor] será um litro de bebida fermentada para cada cordeiro. Derramem a oferta de bebida para o Senhor no Lugar Santo” (Números 28:7). E mais, quanto às ofertas mensais, “para cada novilho deverá haver uma oferta derramada de meio galão de vinho; para o carneiro, um livro; e para o cordeiro, um livro” (Números 28:14).

Isso revela profeticamente que Jesus, sem mancha de pecado, assumiria a nossa culpa e pagaria o preço de nossas transgressões (Números 18:22, 30). Jesus é a oferta perfeita de Deus cujo objetivo é libertar-nos da culpa dos nossos pecados (Isaías 52:13-53:12; João 1:29, 36). Se há opção de salvação, é graças à oferta divina. Precisamos depender dela continuamente!

Da mesma forma que Deus planejara outorgar uma maravilhosa terra-lar aos israelitas, deseja o mesmo para nós. Infelizmente, os ingratos rebeldes murmuradores não puderam usufruir da bênção da promessa divina. A mensagem para nós é clara: “Bem-aventurados os humildes [mansos], pois eles receberão a terra por herança... Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:5, 8-9).

Por conseguinte, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 17 de maio de 2022

Números 7 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 7

Comentário Pr Heber Toth 

NÚMEROS 7 – Os grandes desertos da vida nos ensinam grandes lições. Bruno Euclides, olhando para a história sagrada do povo de Deus, declarou que “o deserto é um sinal de que você não está mais no Egito. Seja grato!”.

O livro de Números revela que na caminhada pelo deserto deste mundo, o povo de Deus precisa dos líderes espirituais. Somente submetendo-nos com responsabilidade ao Senhor e a Seus líderes, cumprindo fielmente aos deveres designados pelo Espírito Santo, poderemos obter segurança durante a travessia pelo deserto desta vida.

São os líderes espirituais que abençoa ao povo de Deus; eles que transmitem as bênçãos dos céus aos lares do povo de Deus (Números 6:22-27).

Em Números 7:89 notamos que Deus falou com Seu líder Moisés, “de forma audível, assim como fizeram com Adão e Eva no jardim (Gn 3:9) e com Abraão à porta de sua tenda (Gn 17:1). Nesta ocasião, só Moisés recebeu permissão para entrar no tabernáculo a fim de ouvir a mensagem de Deus (ver Êx 25:22; 40:33, 34; Lv 16:2)” (CBASD, v. 1, p. 924).

Os líderes das doze tribos de Israel ofereceram suas ofertas ao Soberano Senhor no Santuário. Desta forma eles estavam reconhecendo a soberania divina sobre toda esfera não só religiosa, mas também na esfera política. “Dia a dia as tribos chegavam umas após as outras, levando utensílios de prata e ouro e grande número de animais para sacrifício. Ainda mais importante que essas ofertas generosas, porém, era a entrega que Israel fazia de si mesmo para o Senhor”, observa Eugene Merrill.

Líderes e liderados devem reconhecer o Deus que abençoa graciosa e ricamente (Números 6:22-27). A consagração do altar demonstra a dedicação do povo a Deus. A reação positiva do povo às bênçãos divinas fornece importantes lições para nós:

• Se reconhecermos a generosidade de Deus, seremos generosos para com Ele.

• Devemos promover a unidade e a igualdade entre o povo de Deus, como as tribos que se comprometeram unanimemente.

• Ofertas são entregues aos líderes religiosos, os quais administrarão conforme Deus orientou.

• Adoração não deve ser fruto de obrigação, deve ser a resposta do coração cheio de gratidão.

• Ofertas contribuem para a manutenção e avanço do ministério do Soberano Deus que visa salvar pessoas.

Diante disso, certamente precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Levítico 9 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 9

Comentário Pr Héber Toth Armí

LEVÍTICO 9 – Moisés é um líder espiritual por excelência. Ele compartilhou sua liderança com Arão, e juntos fizeram os preparativos para o povo experimentar a presença do Senhor.

Após toda a cerimônia sacrifical e os sete dias de confinamento nas imediações do Santuário, Arão foi consagrado a Sumo Sacerdote, e seus filhos a sacerdotes; na sequência, preparam-se para inaugurar as cerimônias:

Arão ofereceu primeiramente sacrifícios para si mesmo: um bezerro da oferta pelo pecado; fez então o holocausto com o sangue, cabeça, entranhas e pernas do bezerro (Levítico 9:8-14).

Somente após sacrificar para si que Arão apresentou a oferta pelo povo: ofereceu a oferta pelo pecado, o holocausto, um punhado de oferta de cereal e ofereceu um boi e um carneiro em sacrifício pacífico; em que o sangue é aspergido sobre o altar e em redor dele, as partes dos animais foram queimados no altar, com exceção do peito direito e da coxa direita que foram considerados oferta movida perante o Senhor (Levítico 9:15-21).

Em seguida, o Sumo Sacerdote Arão levantou as mãos para abençoar ao povo para concluir sua participação da oferta pelo pecado, o holocausto e a oferta pacífica; e então, entrou com Moisés na Tenda do Encontro. Ao se retirarem, ambos abençoaram o povo. E, o resultado foi espetacular (Levítico 9:22-24):

1. A glória do Senhor apareceu a todos os presentes na cerimônia;

2. Saiu fogo da presença de Deus e consumiu o holocausto e as porções de gordura do altar;

Como resposta a tudo isso, o povo demonstrou duas atitudes positivas:

1. Gritou de alegria;

2. Prostrou-se com o rosto em terra.

Com a nomeação e consagração de Arão como Sumo Sacerdote para levar o povo a Deus, o texto nos revela que a graça escolhe líderes que foram longe em seu pecado, todavia aceitaram ser restaurados por Deus para lidar com os pecadores. Isso se deve, porque, quem foi grandemente perdoado será mais compassivo e tolerante com os pecadores – além de ser um exemplo do poder acolhedor e transformador de quem já sofreu a dura desgraça do pecado.

Quando a graça liberta pecadores, o favor celestial é derramado na congregação de crentes que esperam a abençoadora e gloriosa presença divina. Assim, é evidente que a graça promove grandioso reavivamento! – Heber Toth Armí.

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sábado, 10 de outubro de 2020

OFERTA PRECIOSA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de outubro

OFERTA PRECIOSA

Pedro, porém, disse: Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isto te dou: em nome de Jesus, o Nazareno, anda! Atos 3:6

Cheios do Espírito Santo, Pedro e João estavam transformados. A timidez havia cedido lugar à coragem, e o evangelho era proclamado por eles com poder. Em seu sermão no dia de Pentecostes, Pedro denunciara destemidamente os líderes judaicos de haverem matado Jesus Cristo. Enquanto isso, no templo, junto à porta Formosa, um aleijado de nascença seguia sua rotina de pedir esmolas aos frequentadores do local. Alguns eram generosos, acreditando que, com isso, atrairiam para si o favor de Deus; outros o ignoravam. Foi ali que os dois apóstolos encontraram aquele homem, e Pedro teve a atenção chamada para seu clamor.

Ao contrário dos que se mostravam indiferentes, compadecidos, Pedro e João o miraram e lhe deram a ordem que talvez implicasse a necessidade de desviar o olhar de suas limitações, focalizando-o em quem o poderia socorrer: “Olha para nós!” (v. 4). Em lugar de uma esmola, porém, ele ouviu: “Não possuo prata nem ouro”, seguindo-se a ordem para andar. Que presente seria superior a esse? Jamais andara antes. Entretanto, num piscar de olhos, pareceu esquecer-se disso. Nova energia invadiu aquele corpo debilitado, levando vida aos músculos e nervos. “De um salto”, firmou-se em pé e andou, louvando a Deus, celebrando o poder e o nome de Jesus.

Quantos aleijados espirituais temos encontrado em nosso caminho? Quantos olhares pedintes cruzam com o nosso, todos os dias? Quantos nos estendem a mão na tentativa de obter alguma dádiva que lhes dê nova perspectiva? O que temos para essas pessoas? Recursos que eventualmente tenhamos para repartir não representam o bastante para elas. O que as pessoas a nosso redor precisam para curar as feridas da alma é Daquele em cujo nome o milagre foi operado: Cristo, o centro da pregação e do testemunho dos primeiros cristãos.

Pedro e João deram do que tinham: poder em nome de Jesus. Quanto a nós, convém atentarmos para as palavras de Leighton Ford: “Quando o Cristo do trono final e o Cristo da cruz Se tornam o Cristo do coração, torna-se impossível olhar para os outros, senão através de novos olhos – os olhos de Cristo – e partilhar com eles Aquele que significa tanto para nós” (A Igreja Viva, p. 40). Se temos que compartilhar Jesus Cristo em uma sociedade espiritualmente indigente, onde pessoas estão carentes de verdadeiro sentido para a vida, precisamos ser repletos Dele e de Seu amor que satisfaz, cura e restaura.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quarta-feira, 10 de julho de 2019

O Incenso da Justiça

A Fé Pela Qual Eu Vivo
10 de julho
O Incenso da Justiça


E andai em amor, como também Cristo vos amou e Se entregou a Si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Efés. 5:2.

Os pães da proposição eram conservados sempre perante o Senhor como uma oferta perpétua. Assim, era isto uma parte do sacrifício cotidiano. Era chamado o pão da proposição, ou “pão da presença”, porque estava sempre diante da face do Senhor. Êxo. 25:30. Era um reconhecimento de que o homem depende de Deus, tanto para o pão temporal como o espiritual, e de que este é recebido apenas pela mediação de Cristo. … Tanto o maná como o pão da proposição apontavam para Cristo, o pão vivo, que sempre está na presença de Deus por nós. Patriarcas e Profetas, pág. 354.

Na oferta do incenso o sacerdote era levado mais diretamente à presença de Deus do que em qualquer outro ato do ministério diário. Como o véu interno do santuário não se estendia até ao alto do edifício, a glória de Deus, manifestada por cima do propiciatório, era parcialmente visível no primeiro compartimento. Quando o sacerdote oferecia incenso perante o Senhor, olhava em direção à arca; e, subindo a nuvem de incenso, a glória divina descia sobre o propiciatório e enchia o lugar santíssimo, e muitas vezes ambos os compartimentos, de tal maneira que o sacerdote era obrigado a afastar-se para a porta do santuário. Como naquele cerimonial típico o sacerdote olhava pela fé ao propiciatório que não podia ver, assim o povo de Deus deve hoje dirigir suas orações a Cristo, seu grande Sumo Sacerdote que, invisível aos olhares humanos, pleiteia em seu favor no santuário celestial.

O incenso que subia com as orações de Israel, representa os méritos e intercessão de Cristo. Sua perfeita justiça, que pela fé é atribuída ao Seu povo, e que unicamente pode tornar aceitável a Deus o culto de seres pecadores. Diante do véu do lugar santíssimo, estava um altar de intercessão perpétua; diante do lugar santo, um altar de expiação contínua. Pelo sangue e pelo incenso deveriam aproximar-se de Deus – símbolos aqueles que apontam para o grande Mediador, por intermédio de quem os pecadores podem aproximar-se de Jeová, e por meio de quem unicamente, a misericórdia e a salvação podem ser concedidas à alma arrependida e crente. Patriarcas e Profetas, pág. 353.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 197

domingo, 9 de dezembro de 2018

As dez pragas -Êxodo 8

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica: Êxodo 8
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

As dez pragas

Deus entende o que há no coração de cada um de nós. Ele entende até o pagão. Pena que muitos de nós não entendemos nem quereremos entender o amor que há no coração do Criador.

As dez pragas revelam a paciência divina frente à arrogância humana. Há misericórdia no fato de Deus ter enviado a praga da morte dos primogênitos em décimo lugar, (poderia ter sido a terceira, ou ainda a primeira). Cada praga era um chamado estrondoso de um Deus amoroso.

Após a praga das águas converterem em sangue (no capítulo anterior), mais três pragas vieram na sequência:

1. Das rãs (1-15);

2. Dos piolhos (vs. 16-19);

3. Das moscas (vs. 20-32).

Observe os seguintes detalhes nos versos 20-32 destacados por Douglas Stuart:

• Anúncio da praga (vs. 20-23);

• A praga e sua devastação (v. 24);

• Primeira concessão de Faraó: Oferta de festa religiosa, mas dentro do Egito (v. 25);

• Moisés rejeita a primeira oferta de Faraó (vs. 26-27);

• Segunda concessão de Faraó: Permissão para uma viagem temporária ao deserto (vs. 28-29);

• Eliminação da praga, seguindo o cumprimento da promessa por parte de Faraó (vs. 30-32).

Os feiticeiros duplicaram até a praga das rãs. Na praga dos piolhos reconheceram que era, de fato, “o dedo de Deus”; contudo, Faraó ignorou (v. 19). Feitiçaria e ignorância não dão lugar para Deus. Fique longe disso!

A feitiçaria/magia/bruxaria/etc. está vinculada aos deuses falsos; à bem da verdade, é o diabo quem está por trás exercendo poder. Muitos creem que só Deus faz milagres ou atos sobrenaturais, assim Satanás ilude àqueles que buscam milagres a qualquer preço. Cuidado, atualmente a feitiçaria está mais ousada do que antes, está nos púlpito de muitas igrejas.

Faraó possuía um coração duro. Quando cedia, logo se arrependia de ter cedido, voltando atrás no que havia dito (vs. 15, 19, 32). Aquele que não cede sinceramente à revelação divina firma-se na falsidade como se fosse verdade. Distorções teológicas endurecem o coração e embrutecem a mente...

Observe no texto a misericórdia divina. “Antes de ser infligida cada uma das pragas, Moisés devia descrever sua natureza e efeitos, para que o rei pudesse salvar-se da mesma se o quisesse” (Ellen G. White).

Que Deus maravilhoso! Inclinemos nossa face perante Ele para adorá-lO. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Louvor e Ações de Graça

Refletindo a Cristo

Louvor e Ações de Graça - 28 de setembro

Louvarei com cânticos o nome de Deus, exaltá-Lo-ei com ações de graças. Sal. 69:30.

A voz é um órgão maravilhoso. É uma bênção maravilhosa, a qual devemos usar totalmente na causa de Cristo, e não para exaltar ao demônio, através de queixumes sobre as dificuldades do caminho para o Céu. Vamos dar ao mundo um exemplo vivificante da beleza que há na religião e em Jesus Cristo através dos sacrifícios que oferecemos a Deus, falando de Sua bondade e de Seu poder.

Se vos sentirdes predispostos a murmurar, suprimi o desejo antes de torná-lo audível, e educai vossas vozes e língua, e então, ao abrirdes os olhos pela manhã, a primeira atitude será: “Dou graças ao Senhor; Ele me guardou durante a noite. Agradeço-Te, ó Jesus, pela paz que há em meu coração.” E assim, de manhã, ao meio-dia e à noite tereis uma oferta de gratidão, que se eleva a Deus como um cheiro suave.

E Jesus disse que nos enviaria o Consolador. O que é o Consolador? É o Espírito Santo de Deus. O que é o Espírito Santo? É o representante de Jesus Cristo, é o nosso Advogado, que Se coloca ao nosso lado e apresenta nossas petições perante o Pai, perfumadas com os Seus méritos. Lá Ele aceita as petições do mais humilde dos santos. Ele não pergunta quanto dinheiro tendes, ou quão abundantes são vossas propriedades, mas o mais humilde santo que traz sua petição a Deus, tem sua oferta de gratidão perfumada com as riquezas da Sua graça, e o Pai a aceita como vossa oferta, e a bênção é dada a vós, graça por graça.

Ao apresentardes vossa oferta de gratidão, Deus é glorificado, e vos dá ainda mais. Ao apresentardes ações de graças, Ele vos dá mais alegria. Aprendemos a louvar a Deus, de quem procede toda boa dádiva. Não começaríamos aqui mesmo a virar a página e a esquecer nossas murmurações e queixumes e críticas, e a educar a língua a proferir palavras corteses, amorosas e compassivas, e a ser bondosos a cada um de Seus filhos?

Revelemos a Cristo formado em nós, a esperança da glória, através dos frutos que produzimos, e assim poderemos evidenciar ao mundo o Salvador que vive. … Ele ressuscitou. Quebrou os grilhões da tumba. Em triunfo Se regozija sobre o sepulcro aberto de José. “Eu sou a ressurreição e a vida.” João 11:25. Glória a Deus. Eu louvo a Ele, a ressurreição da vida. Tendes… um Salvador que vive.

Então, reclinai vosso desajudado espírito em Jesus Cristo. Permanecei na videira, e produzi frutos para a Sua glória, e a sua alegria estará em vós, e a vossa alegria será completa. … Que o Espírito Santo de Deus impressione o coração, e que o caráter revele o encanto de Jesus Cristo, pois sois Seus representantes. Manuscrito 43, 1894.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 277 –

terça-feira, 11 de setembro de 2018

A Oferta da Viúva

Refletindo a Cristo

A Oferta da Viúva - 11 de setembro

E disse: Verdadeiramente, vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos. Luc. 21:3.

A viúva pobre que lançou duas moedas na caixa de ofertas demonstrou amor, fé, e bondade. Ela deu tudo o que possuía, confiando em Deus pelo futuro incerto. Nosso Salvador declarou que sua pequena dádiva havia sido a maior lançada na caixa aquele dia. Seu valor foi medido, não pela importância em dinheiro, mas pela pureza de motivos que a impeliu.

A bênção de Deus sobre a oferta sincera a tem tornado uma fonte de excelentes resultados. A oferta da viúva tem sido como um pequeno regato fluindo através do tempo, que se alarga e aprofunda em seu curso, contribuindo em mil direções para a expansão da verdade e o alívio dos necessitados.

A influência daquela pequena dádiva tem agido e reagido em milhares de corações em todas as épocas e em todos os países. Como resultado, inúmeras ofertas têm fluído para o tesouro do Senhor, da parte de pobres liberais e abnegados. Além disso, seu exemplo tem estimulado para a realização de boas obras milhares de amantes da comodidade, egoístas e indecisos, e suas ofertas também têm dilatado o valor da oferta da viúva.

A liberalidade é um dever que de modo algum pode ser negligenciado; mas nem os ricos nem os pobres devem, por um momento sequer, entreter o pensamento de que suas ofertas a Deus podem expiar os defeitos de seu caráter cristão. Diz o grande apóstolo: “E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.” I Cor. 13:3.

Ele também descreve os frutos do verdadeiro amor: “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.” I Cor. 13:4-8. Se quisermos ser aceitos como seguidores de Cristo, precisamos produzir os frutos do Espírito, pois é o próprio Salvador quem declara: “Pelos seus frutos os conhecereis”. Mat. 7:20.

É com o objetivo de cultivar em nós um Espírito de bondade que o Senhor pede nossos donativos e ofertas. Ele não depende dos homens para obter recursos para manter Sua casa. Ele declara, por intermédio do profeta: “Pois são Meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e são Meus todos os animais que pululam no campo. … Pois o mundo é Meu e quanto nele se contém.” Sal. 50:10-12. Signs of the Times, 21 de janeiro de 1886.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 260

quarta-feira, 8 de abril de 2015

2 Coríntios 9 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  
 Leitura Bíblica- 2 Coríntios 9
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Aquele que não sabe ofertar ainda não aceitou a incalculável oferta divina. Quem entrega a Deus ofertas inferiores aos recursos que recebe dEle está convertido superficialmente a Cristo. A conversão integral/completa abrange tudo, até mesmo o bolso e a conta bancária. O evangelho que não atinge o todo não é todo o evangelho.

Nosso ponto de vista precisa ser revisto do ângulo bíblico, não dos gananciosos e manipuladores charlatães que exploram e arrancam dinheiro do povo. Nem sempre ofertar estará ofertando a Deus, mas aos usurpadores do lugar dEle. Contudo, aquele que não sabe dar, é porque não reconhece tudo o que recebeu de Deus (vs. 1-5, 12-15).

Biblicamente, quem não doa perde e quem doa recebe. É como semear, quem guarda sementes não colhe nada, quem “doa” as semente à terra (enterra), colherá muitos grãos (ou frutos). No texto refere-se a dinheiro e bênçãos. Onde o egoísta/mesquinho perde, o liberal/generoso ganha (vs. 6-11).

Como os generosos são recompensados? Eles recebem...
1. ...um senso de partilhar amor genuíno com quem precisa de ajuda;
2. ...um senso de que ser cristão vai muito além de meras crenças e frias teorias;
3. ...a certeza da aprovação de Deus.

Aliás, tudo reflete o caráter de Cristo. Tem coisa melhor que receber o caráter desprendido de Cristo? Tem nível mais alto a atingir do que ter o amor de Cristo regendo nossas atitudes?

O ato de dar reprime o egoísmo e dilata o amor, torna o cristão mais devoto a Deus e representante de Seu bondoso caráter neste mundo carente. Veja como doar é muito importante:

• Doação material alivia as amarguras das pessoas;
• Doação de tempo e atenção reduz a solidão e o medo;
• Compartilhar a fé produz esperança.

No âmbito do conhecimento quem mais aprende é aquele que mais ensina: Assim é em todas as áreas; quem doa sempre sairá ganhando. Se, quem planta vento, colhe tempestade, imagina quem planta generosidade e bondade!

Somente o indivíduo que entregou seu coração Àquele que doou Sua vida pelos pecadores poderá ser verdadeiramente generoso com os necessitados e auxiliará financeiramente o avanço do evangelho no mundo. A este, Deus recompensará!

Que nossas ofertas não deem "provas" que tratamos Cristo e nossos semelhantes como mendigos!

“Reaviva-nos, Senhor, inteiramente!”

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Malaquias 3 Comentários: Heber Toth Armí

Lições de Vida
Leitura Bíblica- Malaquias 3

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Embora esse texto seja o foco de líderes religiosos gananciosos, o foco do texto não é dinheiro (dízimos e ofertas). Interpretação incorreta é uma deturpação que rouba ao texto seu verdadeiro significado.

Então, do que trata o texto usado para arrancar dinheiro dos fieis?
Embora fale sobre dízimos e ofertas, esses temas são periféricos. Periféricos? Sim! Deus não quer nosso dinheiro. Sendo o dono de todo ouro e toda prata, por que Ele vai querer nossos insignificantes recursos?

O capítulo fala de purificação e juízo (vs. 1-5); sem purificação todo pecador experimentará condenação (por isso, é preciso haver reavivamento e reforma). Deus conduzirá Seu amado povo a um reavivamento da primitiva piedade (vs. 3-4).

Na sequência,
1. Deus convida Seu povo à renovação espiritual, um chamado a um compromisso relacional, não financeiro, a fim de que os fieis não sejam consumidos no juízo, mas salvo pela misericórdia (vs. 6-7). Deus suplica amorosamente: “Voltem para mim, e voltarei para vocês”.

2. Deus, em Seu amor e graça, convida negligentes e rebeldes a um relacionamento sério sem nenhuma interferência financeira, sem estresse da escassa economia da sociedade (vs. 8-9). O dinheiro não deve ocupar no coração o lugar que pertence a Deus. Colocar qualquer coisa como prioridade é roubar o lugar exclusivamente dEle.

3. Deus convida Seu povo que não O tem como Deus a rever Sua religiosidade a fim de que experimente os privilégios de um relacionamento exclusivo. Deus não é vendedor de bênçãos e nem pedinte de dinheiro; Ele quer que troquemos nossa confiança, apego e interesse em riquezas por confiança, apego e interesse nEle, que serão muito maiores as vantagens (vs. 9-13).

Dizimar e ofertar só terá sentido se Deus tiver sempre em nossa vida o primeiro lugar!

O que mais precisamos aprender?

1. Que ser religioso, devolver dízimos e ofertas, frequentar a igreja, etc. sem relacionamento com Deus, resultará em grande frustração (vs. 13-15). Muitos que serviram a Deus erradamente concluem: “Inútil é servir a Deus”.

2. Que, ao ser religioso baseado num relacionamento sério com Deus, no juízo se verá “a diferença entre quem faz o que é direito e quem não faz, entre servir o Eterno e não servi-lo” (vs. 16-18).

Entendeu? Então compartilhe para ajudar os sinceros!

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