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quarta-feira, 18 de outubro de 2023

ACHAMOS O MESSIAS

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

18 de outubro

ACHAMOS O MESSIAS

Ele encontrou primeiro o seu próprio irmão, Simão, a quem disse: “Achamos o Messias!” [...] E o levou a Jesus. João 1:41, 42


O evangelho de João começa com o testemunho de dois homens a respeito de Cristo. O primeiro é o do escritor, João, o discípulo amado. O segundo é de João Batista, o profeta e precursor de Jesus. O discípulo declara que Jesus existia antes do princípio de todas as coisas e que Ele é quem originou tudo que existe (Jo 1:1-3). Antes de vir a este mundo, Ele era Deus e estava com Deus, o Pai. A intenção do escritor é que os leitores creiam que Jesus é o Messias prometido, e que, assim, tenham vida espiritual (Jo 20:30, 31). 

João Batista, por sua vez, dizia que Jesus já existia antes dele (v. 15, 30) e que Ele era o Cordeiro de Deus (v. 29, 36) e o Filho de Deus (v. 34), que trouxe a graça e a verdade a este mundo (v. 17). João “veio como testemunha para testificar a respeito da luz, para que todos viessem a crer por meio dele” (Jo 1:7).

Na sequência, o evangelho narra o início do ministério de Jesus. Dois discípulos de João Batista, crendo em suas palavras, fizeram contato com Jesus e passaram um dia com Ele. “André, o irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido o testemunho de João e seguido Jesus. Ele encontrou primeiro o seu próprio irmão, Simão, a quem disse: ‘Achamos o Messias!’ […] E o levou a Jesus” (Jo 1:40-42).

“No dia seguinte, Jesus […] encontrou a Filipe, a quem disse: ‘Siga-Me.’ […]. Filipe encontrou Natanael e lhe disse: ‘Achamos Aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus […]. Venha ver’” (Jo 1:43-46). Esses quatro homens foram os primeiros a crer em Jesus, como o Filho de Deus e o prometido Salvador, e os primeiros a se tornarem Seus discípulos. 

Um deles, após conhecer Jesus, testemunhou para seu irmão, e este creu. O outro, tendo se encontrado com Cristo e aceitado Seu convite para segui-Lo, encontrou-se com um amigo e o conduziu ao Salvador, e ele também creu. Foi desse modo que o cristianismo se expandiu no início. Devemos testemunhar para quem está próximo de nós, para as pessoas mais queridas. Você também pode dizer a um amigo: “Achamos o Salvador! Venha ver!” 

https://youtu.be/dr7dGUt6jdk

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

O MESSIAS

 Meditação Diária

8 de setembro

O MESSIAS

O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas-novas aos pobres, enviou-Me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados. Isaías 61:1

No Antigo Testamento, quando Deus escolhia alguém para uma missão espiritual, providenciava para que essa pessoa fosse ungida. Isso aconteceu com sacerdotes, reis e profetas. O óleo de oliva derramado sobre a pessoa era um símbolo da atuação especial do Espírito de Deus a partir daquele momento. Na língua hebraica, em que foi escrito o Antigo Testamento, a palavra para ungido é “Messias”. Em grego, a língua do Novo Testamento, a palavra é “Cristo”. Portanto, “Messias”, “Cristo” e “Ungido” são termos sinônimos.

O Antigo Testamento contém muitas profecias a respeito do Messias. Sabemos que Ele nasceria em Belém (Mq 5:2) como um menino (Is 9:6) e que, em algum momento, seria morto e ressuscitaria (Is 53). Deus O usaria como instrumento para a salvação de toda humanidade e não apenas dos judeus. Isaías escreveu: “Agora diz o Senhor, que Me formou desde o ventre para ser o Seu servo, para trazer Jacó de volta e reunir Israel a Ele. […] Ele diz: ‘Para Você, é muito pouco ser o Meu servo para restaurar as tribos de Jacó e trazer de volta o remanescente de Israel. Farei também com que Você seja uma luz para os gentios, para que Você seja a Minha salvação até os confins da Terra’” (Is 49:5, 6).

Com o decorrer do tempo, o Messias ocuparia o trono de Davi e estabeleceria Seu reino, que aumentaria mais e mais (Is 9:7) até abranger toda a Terra (Sl 2; 72). Sob o Seu governo não haveria mais guerra, mas haveria justiça, segurança, paz e prosperidade (Is 11).

O texto de hoje foi lido por Jesus em um culto na sinagoga de Nazaré, no início de Seu ministério. Tendo acabado de ler, disse: “Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabam de ouvir” (Lc 4:20, 21). Em toda a Bíblia, o ungido mais importante foi Jesus. Nele, essas profecias encontram cumprimento. Por isso, os escritores do Novo Testamento não se cansam de se referir a Ele como “Jesus Cristo”. É nosso privilégio, hoje, crer em Jesus como o Ungido por Deus para nos salvar. Digamos como Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16:16). 

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-messias-2/
https://youtu.be/Y7ON73oNBNo

terça-feira, 27 de junho de 2023

MESSIAS PROMETIDO

 Meditação Diária

27 de junho

MESSIAS PROMETIDO

Domine Ele de mar a mar e desde o rio até os confins da Terra. [...] E todos os reis se prostrem diante Dele; todas as nações O sirvam. Salmo 72:8, 11


As diversas profecias do Antigo Testamento sobre o Messias podem ser classificadas em dois grupos: aquelas que apresentavam um Messias humilde e sofredor (Sl 22; Is 53) e aquelas que se referiam a Ele como um rei e conquistador (Sl 2; 72; 110). Com a luz que temos hoje, especialmente nos escritos do Novo Testamento, sabemos que essas profecias se referem, respectivamente, à primeira e segunda vindas de Cristo. Porém, os contemporâneos de Cristo não tinham essa compreensão. Eles desconsideraram as profecias que apresentam o Messias sofredor e se concentraram naquelas que O apresentam como rei vitorioso. Para eles, o Messias viria uma vez, na forma de um conquistador e rei.

Quando Cristo começou Seu ministério, muitos, até mesmo os 12 discípulos, esperavam um Messias que encabeçasse uma revolução, expulsasse os romanos, assumisse a posição de rei e, com o tempo, fosse conquistando as nações, uma a uma. Enfim, esperavam um reino terrestre. Por essa razão, quando Jesus veio de modo humilde, não O receberam. O evangelho relata que Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11).

Mediante a atuação do Espírito, com o correr do tempo, os discípulos e outros passaram a entender as Escrituras e a perceber que em Jesus as antigas profecias encontravam cumprimento perfeito. O profeta Daniel havia escrito sobre a época em que o Messias – o Ungido – estaria entre a humanidade (Dn 9:24-27), e essa foi a época em que Ele veio. Miqueias havia indicado o local de Seu nascimento: Belém, em Judá (Mq 5:2). Foi ali que Ele nasceu. O profeta Isaías havia predito que Seu ministério seria de pregação, cura e libertação (Is 61:1). Foi exatamente isso que Ele fez.
Então, aqueles que passaram a crer receberam o direito de serem feitos filhos de Deus (Jo 1:12). Hoje, nós também cremos em Jesus como o Messias. Por isso, pertencemos à família de Deus. Ele virá para reinar. Aguardemos com alegria e esperança Seu retorno.

https://youtu.be/Csk_wRW6gic

https://mais.cpb.com.br/meditacao/messias-prometido/

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

O PROMETIDO

  O PROMETIDO

Este é Aquele a respeito de quem eu falava, quando disse: “Depois de mim vem um Homem que é mais importante do que eu, porque já existia antes de mim.” João 1:30

Jesus e João Batista eram primos e tinham uma ligação muito próxima devido às circunstâncias que envolveram o nascimento deles. No entanto, não haviam tido qualquer contato direto um com o outro. A vida de Jesus tinha sido passada em Nazaré, na Galileia; a de João, no deserto da Judeia. Em ambientes bem diferentes, tinham vivido separados e não haviam se comunicado entre si. Foi a providência divina que determinou que fosse assim. Ninguém poderia acusá-los de terem conspirado para se apoiarem mutuamente em suas pretensões.

João sabia dos fatos que haviam marcado o nascimento de Jesus. Ouvira falar da visita que, em Sua infância, tinha feito a Jerusalém e do que se passara na escola dos rabinos. Sabia da vida sem pecado de Jesus e acreditava que Ele era o Messias, mas não tinha plena certeza disso. O fato de Jesus ter permanecido tantos anos no anonimato, não dando nenhum indício especial de Sua missão, deu lugar a dúvidas quanto a ser realmente o Prometido. No entanto, João Batista esperava com fé, acreditando que, no tempo designado pelo próprio Deus, tudo seria esclarecido. Havia sido revelado a ele que o Messias o procuraria para ser batizado e, então, seria dado um sinal de Seu caráter divino. Assim poderia apresentá-Lo ao povo.

Quando Jesus foi para ser batizado, João reconheceu Nele pureza de caráter que nunca tinha visto em pessoa alguma. A própria atmosfera de Sua presença era santa e inspirava respeito. Entre as multidões que haviam se reunido em torno dele no Jordão, João ouvira tristes histórias de crimes e encontrara pessoas curvadas sob o fardo de milhares de pecados. No entanto, nunca estivera em contato com um ser humano de quem exalasse uma influência tão divina. Tudo isso estava em harmonia com o que lhe fora revelado sobre o Messias. Apesar disso, esquivou-se de atender ao pedido de Jesus. Como poderia ele, pecador, batizar Aquele que não tinha pecado? E por que Aquele que não necessitava de arrependimento deveria submeter-Se a um rito que era uma confissão de culpa a ser lavada? (O Desejado de Todas as Nações, p. 77, 78 [109, 110]).

PARA REFLETIR: Quando Jesus foi até João Batista, este reconheceu Nele uma pureza de caráter que jamais tinha visto antes. É possível ter até mesmo uma fração da pureza de caráter que Jesus tinha? Como?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de dezembro

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

O PRÍNCIPE QUE VIRIA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

7 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-principe-que-viria/

O PRÍNCIPE QUE VIRIA

Naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judeia. Ele dizia: “Arrependam-se, porque está próximo o Reino dos Céus.” Mateus 3:1, 2


Entre a discórdia e o conflito, ouviu-se uma voz do deserto, voz forte e severa, mas cheia de esperança: “Arrependam-se, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 3:2). Com um poder novo e diferente, essa voz despertava o povo. Os profetas haviam predito a vinda de Cristo como um acontecimento que estava num futuro bem distante, mas esse era um aviso de que o evento estava muito próximo. A aparência incomum de João fazia os ouvintes se lembrarem dos antigos profetas. Nos costumes e no vestuário, assemelhava-se ao profeta Elias. Com o mesmo espírito e poder desse profeta, denunciava a corrupção nacional e repreendia os pecados predominantes. Suas palavras eram claras, incisivas e convincentes. Muitos acreditavam que fosse um dos profetas que havia ressuscitado. Toda a nação se comoveu. Multidões iam ao deserto.

João proclamava a vinda do Messias e chamava o povo ao arrependimento. Como símbolo da purificação do pecado, batizava-os nas águas do Jordão. Assim, por uma significativa lição prática, declarava que os que diziam ser o povo escolhido de Deus estavam contaminados pelo pecado e, sem purificação de coração e vida, não poderiam ter parte no reino do Messias. Autoridades, rabinos, soldados, cobradores de impostos e camponeses iam ouvir o profeta. Durante algum tempo, a solene advertência de Deus os agitou. Muitos foram levados ao arrependimento e receberam o batismo. Pessoas de todas as classes se submeteram às exigências de João Batista, a fim de participar do reino que ele anunciava.

Muitos escribas e fariseus foram até ele, confessando os pecados e pedindo o batismo. Haviam se exaltado como sendo melhores que os outros, levando o povo a admirar sua religiosidade. Agora, os piores segredos de sua vida eram revelados. Mas o Espírito Santo mostrou a João que muitos desses homens não tinham real convicção do pecado. Eram oportunistas. Como amigos do profeta, esperavam obter favor diante do Príncipe que viria. E, recebendo o batismo das mãos desse jovem mestre popular, achavam que estavam fortalecendo sua influência diante do povo.

João os enfrentou com a fulminante pergunta: “Raça de víboras! Quem deu a entender que vocês podem fugir da ira que está por vir? Produzam fruto digno de arrependimento! E não pensem que podem dizer uns aos outros: ‘Temos por pai Abraão’, porque eu afirmo a vocês que Deus pode fazer com que destas pedras surjam filhos a Abraão” (Mt 3:7-9) (O Desejado de Todas as Nações, p. 72, 73 [104-106]).

PARA REFLETIR:  Se os escribas e fariseus dos tempos de Jesus perderam toda ê pode evitar o mesmo destino na sua vida?
https://youtu.be/73ChD0xCF5c

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

O MESTRE DE NAZARÉ

 O MESTRE DE NAZARÉ

Clamam os justos, e o Senhor os escuta e os livra de todas as suas angústias. Salmo 34:17

Quando o Salvador começou Seu ministério, a concepção popular acerca do Messias e de Sua obra só servia para incapacitar o povo para O receber. O espírito da verdadeira devoção havia se perdido na tradição e no cerimonialismo, e as profecias eram interpretadas segundo os preconceitos de corações orgulhosos e amantes do mundo. Os judeus aguardavam Aquele que haveria de vir, não como um Salvador do pecado, mas como um grande príncipe que poria todas as nações sob o domínio do Leão da tribo de Judá. Inutilmente João Batista, com o poder de esquadrinhar os corações próprio dos antigos profetas, havia chamado o povo ao arrependimento. À margem do Jordão, em vão ele havia apontado a Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Deus estava buscando encaminharlhes o espírito às profecias de Isaías quanto ao sofrimento do Salvador, mas não queriam ouvir.

Houvessem os mestres e guias de Israel se submetido à Sua graça transformadora, e Jesus teria feito deles embaixadores Seus entre os seres humanos. Na Judeia, fora primeiro proclamada a vinda do reino, e primeiro fora feito o chamado ao arrependimento. No ato de expulsar os profanadores do templo de Jerusalém, Jesus Se anunciara como o Messias, Aquele que deveria purificar as pessoas da contaminação do pecado e tornar Seu povo um templo santo para o Senhor. Mas os dirigentes judaicos não quiseram se humilhar para receber o Mestre de Nazaré. Em Sua segunda visita a Jerusalém, Ele foi acusado perante o Sinédrio, e unicamente o temor do povo impediu esses líderes de tentar tirar-Lhe a vida. Foi então que, deixando a Judeia, iniciou Seu ministério na Galileia.

Sua obra ali prosseguira por alguns meses, antes de Ele fazer o Sermão do Monte. A mensagem que proclamara através da Terra: “Está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4:17) atraíra a atenção de todas as classes, avivandolhes ainda mais a chama de suas ambiciosas esperanças. A fama do novo Mestre se estendera para além dos limites da Palestina e, apesar da atitude dos líderes, propagava-se o sentimento de que Ele poderia ser o esperado Libertador (O Maior Discurso de Cristo, p. 1-3).

PARA REFLETIR: Você anseia pelo dia em que o Mestre de Nazaré o livrará da presença do pecado?
https://youtu.be/RS_F2lpb7H4

segunda-feira, 13 de junho de 2022

A ESPERANÇA DE ISRAEL

A ESPERANÇA DE ISRAEL

Rabi, sabemos que o senhor é Mestre vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que o senhor faz, se Deus não estiver com ele. João 3:2

   Se não houvesse nada mais, em todas as Escrituras, que apontasse claramente o caminho para o Céu, nós o teríamos aqui nestas palavras [Jo 3:1-16]. Elas nos dizem o que é conversão. Declaram-nos o que temos de fazer para ser salvos. E, meus amigos, desejo dizer a vocês que isso atinge diretamente a raiz da obra superficial no mundo religioso. Opõe-se diretamente à ideia de que podemos nos tornar filhos de Deus sem alguma modificação especial. É efetuada em nós uma nítida mudança se a verdade de Deus encontrou guarida em nosso coração, pois ela exerce uma influência santificadora sobre a vida e o caráter. Quando vemos os frutos da justiça naqueles que alegam possuir uma verdade avançada, como é o nosso caso, haverá um procedimento que testifica que temos aprendido de Cristo.

   Quando Cristo, a Esperança de Israel, foi suspenso na cruz e levantado segundo Ele havia dito a Nicodemos, a esperança dos discípulos morreu com Jesus. Eles não conseguiam explicar a questão. Não conseguiam compreender tudo que Cristo de antemão lhes dissera a esse respeito.

   No entanto, após a ressurreição, suas esperanças e fé reviveram, e saíram proclamando a Cristo e Este crucificado. Contaram como o Senhor da vida e glória foi preso e crucificado por mãos perversas, mas ressuscitou dentre os mortos. E assim, com grande intrepidez, eles proferiam as palavras de vida que causavam muita admiração ao povo.

   Os fariseus e os que ouviram os discípulos proclamar ousadamente que Jesus era o Messias deduziram que eles haviam estado com Ele e Dele aprendido. Eles falavam exatamente como Jesus falava. Isso assentou na mente daqueles que estes haviam aprendido de Jesus. O que tem acontecido com os Seus discípulos em todas as épocas do mundo? Ora, eles têm aprendido de Jesus, estado em Sua escola, sido Seus alunos e aprendido as lições de Cristo quanto à viva ligação do coração com Deus. Essa fé viva é essencial à nossa salvação, para que nos apeguemos aos méritos do sangue do Salvador crucificado e ressurreto, a Cristo, justiça nossa (Fé e Obras, p. 49, 50 [63, 64]).

PARA REFLETIR: Se alguém que não o conhece o observasse por uma semana, essa pessoa concluiria que você tem “aprendido de Jesus”?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

Segunda-feira, 13 de junho

terça-feira, 7 de junho de 2022

O HUMILDE NAZARENO

 O HUMILDE NAZARENO

Então Natanael perguntou: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?” Filipe respondeu: “Venha ver!” João 1:46

Em humildade, Cristo começou a Sua obra poderosa de elevação moral e espiritual da raça caída. Deixando de lado cidades e centros renomados de ensino, transformou em lar a humilde e obscura vila de Nazaré. Nesse lugar que, de acordo com o senso comum, não poderia produzir qualquer bem, o Redentor do mundo passou a maior parte da vida trabalhando no ofício de carpinteiro. Seu lar era entre os pobres. Sua família não se destacava por cultura, riquezas ou posição. No caminho que os pobres, esquecidos e sofredores precisam trilhar, Ele caminhou enquanto esteve na Terra, tomando sobre Si todos os males que os aflitos devem suportar.

Os judeus tinham grande orgulho da ideia de que o Messias viria como rei, conquistando os inimigos e pisoteando os pagãos com a Sua ira. Mas não fazia parte da missão de Cristo exaltar homens e mulheres, atendendo às expectativas do orgulho deles. Ele, o humilde Nazareno, poderia ter inundado de desprezo todo o orgulho do mundo, pois era o Comandante nas cortes celestiais. Mas veio em humildade, demonstrando que o Deus do Céu não respeita riquezas, posição ou autoridade. Em vez disso, Ele honra o coração contrito que se torna nobre pelo poder da graça de Cristo.

Jesus encerrou a Sua vida de trabalho e negação em nosso favor por meio do sacrifício supremo por nós. […]

Cristo é um Salvador vivo. Hoje, Ele Se assenta à destra de Deus como nosso Advogado, fazendo intercessão por nós; e nos convida a olhar para Ele e nos salvar. Contudo, o tentador sempre teve o propósito determinado de tirar Jesus de vista, a fim de sermos levados a nos apoiar nos braços da humanidade em busca de auxílio e força. Ele cumpriu tão bem esse propósito que nós, desviando os olhos de Jesus, em quem se concentra toda a esperança de vida eterna, olhamos para outros seres humanos em busca de auxílio e direção.

Assim como a serpente foi levantada por Moisés no deserto, para que todas as pessoas picadas pelas cobras venenosas pudessem olhar e viver, o Filho do Homem deve ser exaltado por Seus servos perante o mundo (Review and Herald, 29 de setembro de 1896).

PARA REFLETIR: Como você resiste à pressão das tentações do mundo em buscar poder, riqueza e fama?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

7 de junho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-humilde-nazareno/


segunda-feira, 4 de abril de 2022

O MESSIAS

 O MESSIAS

Então Maria deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou o menino e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. Lucas 2:7

Os anjos se maravilharam diante do glorioso plano da redenção. Observavam para ver de que maneira o povo de Deus receberia Seu Filho, revestido da humanidade. Anjos foram à terra do povo escolhido. Outras nações estavam imersas em lendas e adorando falsos deuses. Foi para a terra onde a glória de Deus se revelara e a luz da profecia brilhara que os anjos foram. Invisíveis, eles se dirigiram a Jerusalém, àqueles que haviam sido escolhidos como mestres das Sagradas Escrituras e ministros da Casa de Deus. A proximidade da vinda de Cristo já havia sido anunciada a Zacarias, enquanto ministrava perante o altar. O precursor já tinha nascido, e sua missão fora comprovada por milagres e profecias. As boas-novas de Seu nascimento e o maravilhoso significado de Sua missão haviam sido amplamente divulgados. No entanto, Jerusalém não estava se preparando para receber o Redentor.

Surpresos, os mensageiros celestiais viram a indiferença do povo a quem Deus tinha chamado para transmitir a luz da sagrada verdade ao mundo. A nação judaica havia sido conservada como testemunho de que Cristo nasceria da descendência de Abraão e da linhagem de Davi. Entretanto, não sabiam que Sua vinda agora estava tão próxima. No templo, o sacrifício da manhã e da tarde apontava diariamente para o Cordeiro de Deus, mas nem mesmo ali havia qualquer preparação para recebê-Lo. Os sacerdotes e mestres da nação ignoravam que o maior acontecimento da história estava prestes a ocorrer. Faziam suas orações destituídas de sentido e realizavam os ritos do culto para serem vistos pelos outros; mas, em sua luta por riquezas e honras mundanas, não estavam preparados para a revelação do Messias. A mesma indiferença permeava a terra de Israel. Corações egoístas e absorvidos pelo mundo estavam insensíveis à alegria que comovia o Céu. Somente alguns estavam ansiosos para contemplar o Invisível. A esses foi enviada a embaixada do Céu. […]

Os seres humanos não sabiam, mas as boas-novas enchiam o Céu de alegria. Com o mais profundo e afetuoso interesse, os santos seres do mundo da luz eram atraídos para a Terra. Todo o mundo se iluminava pela presença do Redentor (O Desejado de Todas as Nações, p. 26, 27 [43-47]).

PARA REFLETIR: Hoje o seu coração está preparado para receber Jesus, o Messias?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

04 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-messias/

domingo, 28 de março de 2021

Cidade Natal do Messias -Miquéias 5

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Miquéias 5

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Antes de Jesus nascer, Sua cidade natal estava profeticamente prevista. Além de tantos outros detalhes, Belém era a cidade indicada para receber o Messias.

• Belém seria a cidade natal do Messias!

Mergulhe fundo nas páginas sagradas e maravilhe-se não apenas com as profecias, mas também com a vinda do Filho de Deus, o Salvador do mundo. O capítulo em pauta oferece muitíssimas informações, princípios e lições de vida para este dia.

• Belém era a cidade de Davi (Gênesis 35:16), a Casa do pão; ela receberia o Pão da vida. Jesus nasceu e seu alvo era morrer (Miqueias 5:1-2). Como um bebê veio ao mundo, cresceu e viveu para revelar o plano divino. Seus inimigos O feriram (Marcos 15:19), mas em breve Ele ferirá a todos os Seus inimigos (Apocalipse 19:1-21).

• A revelação é progressiva, Miqueias não separa tão claramente a primeira vinda de Cristo da segunda. O capítulo 5:2 fala de Seu nascimento. E, nos versículos 3 a 6, revelam o tempo do reino absoluto de Cristo que se dará em Sua segunda vinda e o remanescente será salvo e estará em paz (Lucas 2:14; II Tessalonicenses 2:7-8).

• O Libertador salvará o pecador, mas devido a aceitação de poucos, somente um remanescente será considerado povo de Deus. Embora sejam poucos, Deus os abençoará reavivando com o orvalho de Sua graça, fortalecendo como um leão e protegendo dos adversários (vs. 7-9; ver 2:12-13).

• A salvação não se encontra na confiança de si mesmo, isso é orgulho que a impede. Ela também não está nas riquezas e forças militares ou políticas, nem em poderes religiosos, feitiçarias e idolatrias; somente no Messias (vs. 10-15).

Os reis do Oriente sabiam que o Rei dos judeus nasceria. Os conhecedores das profecias também. Mas, diferentemente dos judeus, os reis estavam interessados no Filho de Deus. Eles foram sozinhos adorar ao Messias em Belém, após serem informados pelos melhores eruditos e teólogos da época.

Indiferença gera descrença e desconfiança. O antigo povo de Deus, embora conhecedor, não levou a sério a revelação de Deus (Mateus 1:1-12). E… nós, a valorizamos?

A mudança de nossa história começou em Belém! Tomara que nenhum de nós seja indiferente também diante no nascimento de Jesus, o qual é O real sentido do Natal! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

O beijo da traição

MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de novembro

O beijo da traição

Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-O. Mateus 26:48

No Getsêmani, depois de ter aberto em oração a alma angustiada diante do Pai, Jesus despertou os discípulos que dormiam, informando-os da aproximação da comitiva que iria prendê-Lo. O grupo estava armado como se fosse enfrentar uma quadrilha, e tinha Judas à frente, como seu guia e informante. O beijo dado na face do Mestre escancarou a podridão de seu caráter e, num instante, ele assumiu seu lugar de personagem extremamente desprezível na história cristã.

O que teria levado esse homem a trair o Messias? Judas não havia sido um discípulo qualquer. Ao incluí-lo entre os doze, Cristo viu nele qualidades que poderiam ser úteis à causa do evangelho. Teve as mesmas oportunidades que tiveram os demais discípulos. Tudo indica que ele era influente e tinha acesso facilitado entre as autoridades religiosas, tanto que esteve com elas se oferecendo para entregar o Mestre e, depois, explodindo de remorso, para devolver as moedas, fruto da traição. Além disso, Judas era um hábil especialista em finanças e conquistou a confiança dos discípulos, tornando-se o tesoureiro do grupo e valendo-se dessa condição para roubar (Jo 12:6). De ladrão para traidor, a distância não foi grande.

As ideias nacionalistas que nutria jamais se harmonizaram com a descrição feita por Jesus sobre o caráter do Seu reino. Em vez de renunciar a elas, ruminava secretamente sua oposição e críticas a Ele. De fato, nunca O aceitou. Jesus “confiou-lhe a obra de evangelista. Concedeu-lhe poder para curar os doentes e expulsar os demônios. Entretanto, Judas não chegou ao ponto de se entregar totalmente a Cristo” (Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, p. 717). Exteriormente, mostrava-se leal à causa, mas interiormente não era fiel ao Senhor dela.

Sem rendição incondicional e completa a Jesus, não há caráter que possa ser transformado, fraquezas que possam ser vencidas, más tendências que possam ser redirecionadas. Só existe um meio pelo qual podemos ser desviados do caminho do espírito crítico e insubmisso, autossuficiência, vaidade, hipocrisia, desonestidade, avareza e de interesse egoísta, que caracterizou Judas. Esse meio é o reconhecimento de nossa vulnerabilidade e a entrega sincera e diária do controle da vida a Ele, que conhece os verdadeiros motivos e intenções do coração.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

O Libertador

MEDITAÇÃO DIÁRIA

5 de novembro

O Libertador

O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu. Isaías 61:1

Em Isaías 61, o profeta apresenta uma das mais belas descrições da missão a ser desempenhada pelo Messias. O próprio Jesus leu publicamente as palavras do profeta e reconheceu o cumprimento delas Nele mesmo (Lc 4:16-19). De fato, Cristo é incomparável. Entre as infindáveis razões que poderíamos enumerar para justificar essa realidade, está a unção do Espírito Santo sobre Ele. O que deveria realizar a partir disso é descrito em detalhes no texto.

Ele foi ungido “para pregar boas-novas aos quebrantados” (Is 61:1) ou “evangelizar os pobres” (Lc 4:18). Não apenas os pobres no sentido material, mas aos pobres espirituais, aquelas pessoas conscientes de sua dependência da graça divina. Pessoas que, desprovidas da acomodação laodiceana à suposta riqueza espiritual (Ap 3:17), sentem que são nada sem a misericórdia divina.

Ele foi ungido “para proclamar libertação aos cativos” do pecado (Lc 4:18). Seus ouvintes desejavam ser libertos do jugo romano. Os evangelhos estão repletos de exemplos de pessoas que se apropriaram da libertação proporcionada por Jesus e romperam as cadeias dos temores, angústias, dúvidas, pecado, culpa, frustrações, fracasso, desespero e muito mais.

Ele foi ungido “para restauração da vista aos cegos” (Lc 4:18). Fez isso ao longo de Seu ministério terrestre em benefício daqueles que eram cegos fisicamente. Continua a fazê-lo a cegos espirituais que a Ele se dirigem, clamando, por misericórdia, uma nova visão à semelhança de Bartimeu: “Mestre, que eu torne a ver!” (Mc 10:47, 51).

Ele foi ungido para “apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4:19) ou “o ano do favor [de Deus ao ser humano]” (Comentário Bíblico Adventista, v. 4, p. 338). Esse é o tempo da graça salvadora disponível a todos os homens (Tt 2:11). Tempo de oportunidade para que todos se reconciliem com Deus. Se a livre aceitação da liberdade em Cristo significa vida, a livre rejeição implica morte. Embora Ele seja gracioso e longânimo, Sua misericordiosa longanimidade não significa conivência com o mal.

Ele foi ungido “para consolar”. Aquele que levou sobre Si nossas enfermidades se compadeceu das multidões necessitadas e chorou junto à sepultura de Lázaro antes de trazê-lo de volta à vida. Foi ungido também para curar nossos males e angústias, trocar nosso desespero pela esperança e nossas lágrimas pelo sorriso. Ele sabe como fazer isso. Que precioso libertador nós temos!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Colossenses 2 Comentários de Kenneth Norton

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Colossenses 2
Comentários  de Kenneth Norton

Quando me ajoelhei ao lado de José, senti grande simpatia por aquele jovem torturado. Ele estava sofrendo por mais de uma hora, conforme o espírito maligno que o possuía praguejava e ameaçava aqueles de nós que estavam orando. Agora José estava deitado no chão, imóvel, como se estivesse morto. Sua postura física refletia a sua condição espiritual.

“José”, disse eu com a minha Bíblia aberta no chão à frente. “Colossenses capítulo 2 versículo 13 diz que mesmo que você esteja morto em seus pecados, Jesus lhe perdoará. No versículo 15 diz que Jesus desarmou os principados e potestades e triunfou sobre eles na cruz. Somente Jesus pode libertá-lo. Você acredita nisso, José?” Um instante depois a voz escura que estivera nos amaldiçoando gritou: “Eu sei disso há dois mil anos!”

José encontrou a liberdade naquele dia. Sua liberdade foi garantida dois mil anos atrás, quando Aquele que é a cabeça de todos os principados e potestades veio a esta terra em forma corpórea cheio de toda a plenitude da divindade (vs. 9-10). Ele veio para nos tornar vivos espiritualmente e para nos perdoar de todos os nossos pecados (v. 13). Por meio de  Sua morte na cruz, Ele desarmou e venceu os poderes das trevas (v. 15). Não precisamos mais olhar para as sombras dos tipos e cerimônias do Antigo Testamento que apontavam para o Messias. Podemos agora olhar para a realidade que é o próprio Jesus Cristo (vs. 16-17).

Em Colossenses 2, o apóstolo Paulo deixa claro que todos tem o privilégio de crescer no conhecimento de Cristo. (vs.18-19). O único modo de encontrarmos a plenitude é através de um relacionamento com Jesus (v. 10). José acreditou nessas verdades poderosas e isso mudou o curso da vida dele. Essas verdades já mudaram o curso da sua vida?
Kenneth Norton



quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Lucas 9 Comentários de Douglas Jacobs


 Lucas 9
Comentários  de  Douglas Jacobs

Em Lucas 9, Jesus pergunta a seus discípulos: “Quem as multidões dizem que eu sou? (v 18 NVI). Herodes, governador da Galiléia, fez uma pergunta semelhante, após ter ouvido “falar de tudo o que estava acontecendo” (v 7 NVI).

Cuza, administrador do tesouro de Herodes e marido de Joana, uma dos seguidores de Jesus, deve ter falado baixo: “Senhor, o rabino Jesus curou minha esposa e está curando muitos outros. Milhares se reúnem, vindos de todas as aldeias da Galileia para ouvi-lo.” O diretor do porto de Cafarnaum falaria: “Evidentemente, este Jesus pode controlar o tempo. Ele e seus discípulos estavam atravessando o lago da Galileia, quando um vendaval desceu do Monte Hermon. Quando o barco estava afundando, Jesus repreendeu o vento e, instantaneamente, todo o lago ficou calmo.” “Lembra-se de ter escutado acerca daquele homem perturbado que andava nu ao longo do país dos gadarenos?”, perguntaria o diretor da alfândega, “Ois então, Jesus expulsou seus demônios! Agora o ex-endemoninhado anda vestido, em perfeito juízo e dizendo a todos como Jesus o curou”.

“Algum outro relatório?” Herodes pergunta. “Sim”, diria o prefeito de Cafarnaum, “Jesus ressuscitou a filha de Jairo, um dos chefes da sinagoga de Cafarnaum. E em seguida, enviou Seus doze discípulos por toda a Galileia, pregando e curando. É como se Jesus estivesse em doze lugares ao mesmo tempo.” Perplexo, Herodes finalmente pergunta: Afinal,”quem, pois, é este de quem ouço essas coisas?” (Lucas 9:9 NVI). Seu chefe de segurança responde: “algumas pessoas estavam dizendo que João tinha ressuscitado dos mortos” (Lucas 9:7 NVI). “Não, isso não pode ser! Eu mandei degolar João! Quem mais?” “Alguns se perguntam se não é Elias que reapareceu. Outros dizem que um dos antigos profetas ressuscitou.” “Eu tenho que conhecê-lo e descobrir quem ele é”. Herodes olha para a sua equipe ainda perplexo: “Vão, descubram uma maneira para que eu me encontre com ele.”

A pergunta: “Quem é Jesus?” é a pergunta que todos devem responder. Herodes e os discípulos de Jesus enfrentaram essa questão depois de Jesus ter pregado “as boas novas do Reino de Deus” (Lucas 8:1 NVI) e provado Sua autoridade sobre a natureza, demônios, doença e morte. Jesus tinha inclusive transformado cinco pães e dois peixes em mais de 5000 refeições. Após todos estes milagres Jesus pergunta: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v. 18 NVI)

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus sobre o que as pessoas estavam dizendo sobre Ele, é idêntica à resposta dada a Herodes: Alguns dizem que o senhor é João Batista, Elias, ou um dos antigos profetas ressuscitado. Então, Jesus faz uma pergunta diferente e mais pessoal: “E vocês, o que dizem?”, “quem vocês dizem que eu sou?” (Lucas 19:20 NVI).

Esta é a pergunta mais importante que você terá que responder em toda a sua vida. Na verdade, é a única questão que realmente importa. Ao você ler a resposta de Pedro, opte por fazer dela a sua resposta: “Tu és O Cristo [o Ungido, o Messias] de Deus” (Lucas 9:20).

Douglas Jacobs




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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Lucas 4 Comentários de Douglas Jacobs


Lucas 4
Douglas Jacobs

Em Lucas 4:1, o Espírito Santo, que desceu sobre Jesus no Seu batismo (Lucas 3:22), agora O conduz ao deserto. Depois de obter a vitória sobre Satanás e suas tentações, Jesus “voltou no poder do Espírito para a Galiléia” (Lucas 4:14).

No deserto, Jesus venceu a Satanás pelo poder da Palavra de Deus. O diabo sempre nos tenta para que duvidemos de quem somos: “Se és o Filho de Deus, manda esta pedra transformar-se em pão” (Lucas 4:3). Jesus não respondeu diretamente a dúvida lançada por Satanás acerca de Sua divindade. Em vez disso, usou a melhor arma contra qualquer tentação, o “Está escrito”: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca do Senhor” (Dt 8:3), respondeu Ele.

Jesus venceu a Satanás por confiar na Palavra de Deus e na liderança do Espírito Santo. Quando Satanás lhe tentar, lembre-se do exemplo deixado por Jesus. Escolha adorar e servir somente a Deus (Lucas 4:8), mesmo que isto signifique perder algum conforto ou ganho imediato. Permita que a Palavra e o Espírito de Deus sejam o seu pão, a sua força e a sua segurança.

Douglas Jacobs



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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Lucas 3 Comentários de David Smith


Lucas 3
David Smith

A afirmação de Jesus que Ele era o Filho de Deus O levou à cruz (Mt 26:63-67). Marcos 3 revela a controvérsia que ocorreu no início do ministério de Jesus a respeito de Sua identidade e a fonte de Seu poder para realizar milagres. Lemos nos versos sete a doze que uma grande multidão seguia Jesus por causa dos milagres que Ele havia feito. Quando Ele expulsou os espíritos malignos, estes gritaram: “Tu és o Filho de Deus” (verso 11). Mas Jesus lhes disse para ficarem quietos. Disseminar esta informação prematuramente comprometeria Seu ministério.

Questionamentos a respeito de Sua identidade e poder seguiram Jesus onde quer que fosse. Nos versos 7-10, 20, 21 lemos sobre uma multidão atraída por Jesus que era tão grande que nem Jesus nem os seus discípulos tinham tempo para comer. O frenesi da multidão deixou Jesus vulnerável a acusações de perturbação civil. Para o observador casual, Sua vida parecia fora de controle. Sua própria família comentou: “Está fora de Si” (Mc 3:21 ARA).

Um professor da lei emitiu sua própria teoria: “Ele está possesso de Belzebu! E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios” (verso 22 ARA). Esta acusação inspirou a conhecida resposta de Jesus: “Se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir” (verso 25 ARA).

No final, houve aqueles que decidiram seguir a Jesus, porque estavam convictos de que Ele era o Filho de Deus. E valia a pena segui-Lo e obedecer a Suas palavras não apenas porque Ele realizava milagres, mas porque Ele falava pelo Pai e revelava a vontade de Deus. Esses seguidores de Jesus tornaram-se parte de Sua família. Como Ele declarou: “Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (verso 35).

Que privilégio o nosso de nos tornarmos parte da família de Jesus, reconhecendo-O como Deus e Salvador e amá-Lo!

David Smith,


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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mateus 26 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 26
Pr. Heber Toth Armí

Que rei dá a vida pelos súditos ingratos e infiéis? Existe alguém com um amor tão incondicional? Sim! Este capítulo fala de um soberano que se entregou pelos insignificantes pecadores, dos quais inclui eu e você. No mínimo, Sua pessoa deve ser considerada. Então continue lendo...

O evangelista Mateus escreveu os capítulos de 1 a 25 de seu livro tendo em vista um alvo: a morte do Rei dos reis, o Messias, o Filho de Deus. Infelizmente este poderoso livro não alcançou a razão cauterizada dos judeus; entretanto, se você permitir, o Espírito Santo irá imprimir em teu coração cada palavra.

O capítulo pode ser assim sintetizado:
1. Havia conspiração por parte dos religiosos objetivando destruir Jesus; desta forma, a festa da Páscoa cumpriria seu verdadeiro significado apontado simbolicamente pela morte de cordeiros (vs. 1-5).

2. Um ato de entrega e adoração em reconhecimento de que Jesus era o Messias escandalizou os desprovidos de discernimento espiritual, mas extraiu belas palavras da boca do Salvador (vs. 6-13).

3. Ao celebrar a primeira ceia Jesus eliminou a páscoa. Ele fez isso pelas seguintes razões: Na páscoa um cordeiro morria para substituir o pecado, Jesus é quem de fato fez isso; na páscoa, era um cordeiro por família, Jesus foi o sacrifício completo por todos; na páscoa, o cordeiro deveria ser perfeito, Jesus nunca falhou. Jesus substituiu a páscoa pela santa ceia (vs. 17-29).

4. Os discípulos ainda não tinham confiança plena em Jesus mesmo depois de ter acompanhado boa parte do Seu ministério. Por isso, além de sofrer a consequência do pecado, Jesus enfrentou traição, abandono e desprezo de seus amigos (vs. 30-56, 69-75).

5. Jesus, o soberano Rei foi julgado e condenado pelos líderes religiosos e políticos deste mundo, foi desprezado, humilhado, escarnecido e morto. Ele aceitou isso a fim de tomar nosso lugar, como um cordeiro morria pelo culpado transgressor (vs. 57-68).

Ao participar da próxima santa ceia, olhe para o passado, veja o Rei Jesus na cruz por você; considere o terrível preço para te libertar da tragédia do pecado; e, então, contemple o futuro, quando, na segunda vinda, Ele virá para levar os salvos deste mundo.

Jesus foi ao fundo do poço para libertar todo aquele que estiver lá. Comemore!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


domingo, 2 de novembro de 2014

Genealogia e Nascimento de Jesus-Mateus 1

Lições de Vida

Leitura Bíblica- Mateus 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Para que serve genealogia? A genealogia é tão inspirada como qualquer outra parte da Bíblia. É tão palavra de Deus e tão importante quanto quaisquer partes das Sagradas Escrituras.

“Um milênio antes, Deus tinha feito um acordo incondicional com Davi, prometendo-lhe um reino que duraria para sempre e uma linhagem perpétua (Sl 89:4, 36-37). Esse acordo agora é cumprido em Cristo: Ele é o herdeiro legítimo do trono de Davi por meio de José e a semente nobre de Davi por intermédio de Maria. Pelo fato de viver para sempre, seu reino não terá fim, e ele reinará pela eternidade como o maior filho de Davi” (William MacDonald). Ensinamento baseado na genealogia!

Observe comigo que o primeiro capítulo do livro de Mateus:
1. Tem a finalidade de apresentar o Messias Salvador que deixou o Céu para nascer na Terra.

2. Esclarece a natureza única, peculiar e exclusiva do menino que nasceu numa humilde estrebaria.

3. Apresenta um Rei eterno, Divino e Majestoso Universalmente sendo motivado pelo amor a fim de salvar o pecador.
Consequentemente, deste capítulo inaugural do Novo Testamento, é possível destacar os seguintes verdades impactantes:

1. Jesus, como filho de Davi, possui natureza humana (vs. 1-17): A genealogia apresenta Jesus como filho de Davi, com direito ao trono; como filho de Abraão, o descendente que abençoaria toda a Terra; e, revela o Messias, o Salvador do pecador.

2. Jesus, como filho de Jeová possui natureza divina (vs. 18-25): Jesus é Deus conosco porque é tão divino quanto Deus, o Pai (Jeová). O relato da concepção virginal pelo poder do Espírito Santo apresenta Jesus como o Filho de Deus, o Emanuel (Deus conosco).

Diante disso, extraímos as seguintes aplicações:

1. JESUS é o homem-Deus, que teve um começo como humano, mas nunca como divino.

2. JESUS é o descendente da mulher, o Libertador divino-humano, que veio para resgatar a humanidade do pecado.

3. JESUS é o único ser que legalmente tem condições de salvar o pecador, pois Ele é totalmente homem e totalmente Deus conosco.

Jesus é o Messias que cumpre cabalmente as profecias do Antigo Testamento!
Portanto, Conheça-O. Entenda melhor Quem Ele realmente é. Deixe que Ele seja teu Salvador, te liberte do pecado e te restaure com Seu perdão./ Heber Toth Armí

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Zacarias 13 Comentários Heber Toth Armí


Zacarias 13
Pr. Heber Toth Armí

Perfeição só existe em Deus; o que Ele fez, faz e fará é perfeito. Questionar o que Ele fez, faz e fará só revelará nossa imperfeição, que olhamos as coisas pelas lentes do egoísmo, orgulho, achismo, sem contar que nossa visão é bem limitada. O que Deus fará?

1. Deus fará uma reforma total (completa, perfeita); haverá uma fonte de purificação que restaurará todos os desvios de comportamento e eliminará toda impureza sexual e religiosa (v. 1).

2. Deus fará uma purificação realizando uma remoção dos ídolos (santos, santas, imagens de esculturas, etc.) e de todos os líderes religiosos falsos (vs. 1-6).

3. Deus ferirá um pastor, cuja morte causará no povo uma diáspora, se espalharão por todos os lados (v. 7).

4. Deus ferirá o pastor que desfruta de uma posição elevada, visto que Ele está ao Seu lado (vs. 8-9).

5. Deus sabe que a morte desse pastor é necessária para causar arrependimento (Reavivamento e reforma). Assim, Deus suscitará um remanescente fiel, zeloso e de boas obras (v. 9).

Zacarias é um livro evangélico, fortemente messiânico. Os escritores do Novo Testamento viram o plano divino descrito no Antigo Testamento realizando-se em Jesus. Frequentemente eles aplicaram as referências de Zacarias a Jesus, tais como:

1. O Rei glorioso, vitorioso, mas pacífico (9:9);
2. O transpassado (12:10)
3. O pastor abatido (13:1).

No capítulo em questão, o transcorrer da história de Israel estava ligada à linhagem de Davi como obra da graça divina, tanto quanto Deus ter dado Jesus foi obra da graça. Os profetas enviados nada mais eram que manifestação de Sua graça a um povo que merecia condenação e morte.

Os profetas de Deus eram desprezados, maltratados; muitos eram mortos. Não havia nada de popular ser profeta; por isso, os falsos profetas surgiam com mensagens mais palatáveis e as multidões os aceitavam e os seguiam. Mas Deus revelará quem era dEle e quem era agente disfarçado do diabo.

O capítulo culmina com um oráculo de Deus exigindo o assassinato do Seu Pastor, o rei davídico em Israel. Devido a isso, dos habitantes do mundo, dois terços morreriam, deixando vivo um terço, o qual seria testado e purificado: O verdadeiro povo de Deus (vs. 8-9).

Reaviva-te! Reforme-se! Deus quer nos salvar!

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Zacarias 9 Comentários de Sook-Young Kim


Zacarias 9
Sook-Young Kim

Zacarias 9 pode ser dividido em quatro partes:
1) o julgamento das nações (9:1-8);
2) a primeira vinda do Rei messiânico (v. 9-12);
3) a segunda vinda do Rei messiânico (v. 13-15); e
4) o estado de felicidade das pessoas redimidas (v. 16-17).

Na primeira parte, o profeta apresenta a mensagem de Deus com advertências para as nações. Ele enumera cidades como Damasco, Tiro, Sidon, etc, representando as nações do mundo. Elas irão enriquecer com prata e ouro, mas o Senhor as consumirá com fogo.

Em meio ao veredicto divino sobre as nações, haverá um remanescente destes povos que retornará ao Senhor e será para Ele como Judá e Jerusalém. Quão surpreendente! Aqui temos um vislumbre do coração de Deus, que anseia que todas as nações se cheguem a ele.

Na segunda parte, o versículo 9 é citado por Mateus e João ao eles retratarem a cena da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém. Imagine Jesus montado sobre o filho de uma jumenta por ocasião de Sua entrada em Jerusalém. Imagine que em poucos dias ele será crucificado. Imagine a brisa da primavera de Jerusalém na época da Páscoa e a multidão espalhando ramos de palmeiras e gritando Hosana. Ele é o Rei dos reis, mas não vem montado em um cavalo ou numa carruagem, como uma figura real, mas em um jumento, conforme indicado pela profecia.

Alguns comentaristas Judeus ficaram perplexos porque a Bíblia apresenta duas imagens do Messias. Em Daniel 7, a figura messiânica é retratada, vindo sobre as nuvens do céu. Em Zacarias 9, o Messias é retratado humilde, assentado sobre um jumento. Segundo a explicação destes comentaristas judeus, se Israel for digno, o Messias virá sobre as nuvens do céu, mas se Israel for indigno, Ele virá como uma pessoa humilde (ver Talmude Judeu Sanh 98a). No entanto, nós, os crentes em Jesus, compreendemos que estas duas descrições do Messias correspondem a primeira e segunda vinda de Cristo (Mateus 24:30).

A terceira parte (Zc 9:13-15) descreve a segunda vinda do Messias. O Senhor aparecerá, tocará a trombeta, e virá com um vento turbilhão. Ele acampará ao redor do seu povo e os protejerá. Seu reinado se estenderá por todo o universo, e o mal não mais existirá. Seu povo viverá em Sua presença como um rebanho bem cuidado.

O capítulo termina falando sobre a paz e a felicidade dos redimidos (v. 16-17). Aqueles que farão parte do reino glorioso do Messias serão lindos no caráter e no aspecto físico. Eles brilharão como jóias de uma coroa! Os redimidos terão a certeza de que estão no céu não por qualquer mérito de sua parte, mas porque foram salvos por Jesus. Eu quero estar lá nesse reino! E você?

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul



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Salmos 85 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 85 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 85 – Quando das cinzas Deus nos l...