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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

A autoridade de Deus e a seriedade da obediência

 📖 Comentários – 2 Reis 1

A autoridade de Deus e a seriedade da obediência

Contexto
Após a morte de Acabe, seu filho Acazias assume o trono em Reino de Israel. Ele sofre um acidente e, em vez de consultar o Senhor, busca orientação em Baal-Zebube, deus de Ecrom.

1️⃣ A Escolha Errada de Acazias (vs. 1–4)
Acazias cai de uma janela e fica gravemente ferido.
Em vez de buscar ao Deus de Israel, envia mensageiros para consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom.
👉 Aqui está o ponto central:
Não foi apenas uma questão de informação, foi uma questão de fé.
Deus envia o profeta Elias para interceptar os mensageiros com uma pergunta impactante:
Porventura não há Deus em Israel...?”

Aplicação:
Toda vez que buscamos respostas longe de Deus, revelamos onde realmente está nossa confiança.

2️⃣ A Autoridade Profética e o Fogo do Céu (vs. 9–12)
O rei manda prender Elias.
Dois grupos de cinquenta soldados são consumidos por fogo que desce do céu.
● Isso revela:
•A santidade de Deus
•A autoridade do chamado profético
•O perigo de tratar com arrogância aquilo que é santo
👉Não era Elias defendendo sua honra — era Deus defendendo Sua autoridade.

3️⃣ Humildade que Salva (vs. 13–15)
O terceiro capitão age diferente:
Ele se humilha.
E o resultado?
Sua vida é poupada.
👉 Aqui aprendemos que:
Deus resiste ao orgulhoso, mas responde ao humilde.

4️⃣ O Cumprimento da Palavra (vs. 17)
Acazias morre conforme a palavra do Senhor anunciada por Elias.
● Lição final:
A Palavra de Deus não falha.
Ela pode ser ignorada, mas nunca anulada.

Aplicações Espirituais
✔ Em momentos de crise, a quem eu recorro primeiro?
✔ Tenho tratado as coisas de Deus com reverência?
✔ Minha postura é de orgulho ou humildade?

👉“Quando Deus é ignorado nas decisões, as consequências se tornam inevitáveis.”

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Comentários de Rute 1

 📘 Comentários de Rute 1

1. Contexto do capítulo
Rute 1 apresenta o cenário inicial da história: crise, perda e decisões que definem destinos. É um capítulo marcado por dor, lealdade e o primeiro movimento da graça de Deus na vida de uma família quebrada.

1.1 – A fuga para Moabe (vv. 1-2)
Israel vivia na época dos juízes — período de instabilidade espiritual.
A fome leva Elimeleque e sua família a Moabe, uma terra de nações pagãs e histórico de tensão com Israel.
Aplicação: decisões tomadas por medo e carência espiritual podem nos levar a lugares distantes do propósito de Deus.

1.2 – A dor e as perdas (vv. 3-5)
Elimeleque morre.
Os filhos, casados com moabitas, também morrem.
Naomi fica sem marido, sem filhos e sem herdeiros.
No contexto da época, isso significava total vulnerabilidade social e emocional.
Aplicação: há momentos em que parece que todas as estruturas caem, mas Deus está silenciosamente preparando uma nova história.

1.3 – O retorno ao pão (vv. 6-7)
Naomi resolve voltar para Belém ao ouvir que Deus “visitou o seu povo dando-lhe pão”.
Belém significa “Casa do Pão”.
Quando Deus age, o lugar que antes era fome se torna provisão.
Aplicação: sempre haverá um chamado de Deus para voltar ao centro da Sua vontade, mesmo depois de períodos de afastamento.

1.4 – A despedida e as escolhas (vv. 8-14)
Naomi incentiva as noras a voltarem às suas famílias e deuses.
Orfa escolhe voltar.
Rute decide ficar — e isso muda toda a trajetória da história bíblica.
Orfa não fez uma má escolha culturalmente, mas Rute fez uma escolha de fé.
Aplicação: algumas pessoas nos acompanham até certo ponto; poucas permanecem quando a jornada envolve renúncia e fé.

1.5 – A declaração de fidelidade de Rute (vv. 15-18)
Este é o ponto alto do capítulo.
Rute diz:
“O teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus.”
Ela adere ao Deus de Israel voluntariamente.
Faz uma aliança não por vantagens, mas por amor sacrificial.
Mostra caráter, coragem e fé genuína.
Aplicação: verdadeira fé muitas vezes nasce em meio à dor, e decisões espirituais profundas surgem em momentos de crise.

1.6 – A amargura de Naomi (vv. 19-22)
Naomi retorna a Belém e diz: “Não me chamem Naomi (agradável), chamem-me Mara (amarga).”
Ela pensa que Deus a feriu e a esvaziou.
Mas, ironicamente, ela volta com Rute, que será o canal da restauração divina.
Aplicação: às vezes interpretamos mal os caminhos de Deus.
O que parece “vazio” pode ser exatamente o que Ele vai usar para encher nossa vida de forma surpreendente.
O capítulo termina com um detalhe profético:
“Começava a colheita da cevada.”
Um tempo novo está prestes a começar.

💡 Lições espirituais de Rute 1
Deus trabalha mesmo quando não percebemos.
Decisões de fé feitas em meio à dor produzem frutos eternos.
A graça de Deus alcança estrangeiros, marginalizados e quebrantados.
Voltar para Deus é sempre o início da restauração.
A fidelidade de uma pessoa pode mudar o destino de gerações.

terça-feira, 29 de abril de 2025

Gênesis 13 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Gênesis 13
Comentário Pr Heber Toth Armí


GÊNESIS 13 – Nossa vida é marcada por escolhas, na maioria das vezes escolhemos mal. Somente com Deus nossas escolhas serão boas. Há muito que aprender nesse texto!

Ur dos Caldeus era um lugar bem desenvolvido, de onde Deus chamou Abrão (Atos 7:2-3). O chamado foi renovado por Deus em Harã (Gênesis 11:31), confirmado em Siquém (Gênesis 12:7), e de novo em Betel (Gênesis 13:14-17) e mais duas vezes em Hebrom (Gênesis 15:5-18; 17:1-8).

Ur dos Caldeus era um lugar próspero, assim como Harã. Parece que Abrão só avançou além de Harã quando foi novamente chamado por Deus. Até Harã ele estava com toda sua família, a qual Josué 24:2-3 informa que “prestavam culto a outros deuses”. “Até então, Deus lidara com toda a raça adâmica, que agora se afundava numa idolatria universal. Deus, então, seleciona um pequeno braço do grande rio por meio do qual, por fim, purificará o próprio rio” (Merril F. Unger).

Em Gênesis 12 vemos que além de não consultar a Deus, se devia ir ao Egito em busca de alimentos para sua família, servos e animais, Abrão mentiu e sofreu algumas consequências; só não sofreu mais porque Deus entrou em cena e “livrou a pele dele”. Deus atua apesar de nossos erros; e nos redireciona quando reconhecemos onde falhamos e decidimos retornar ao lugar de onde não deveríamos ter saído.

Abrão engatinhava na fé; estava sendo moldando e levando à maturidade. Após ser mandado embora do Egito devido a repreensão de Deus ao Faraó, sua fé amadureceu. Ele, que havia errado em levar a parentela que deveria ter deixado para trás, precisava resolver essa questão porque enfrentava dificuldades com os pastores de Ló, seu sobrinho (Gênesis 13:1-18).

Há certos problemas que só se resolvem com fé, confiando na condução de Deus. Abrão aprendeu com dificuldades. Então, primeiro deixou Ló escolher sua região, escolha esta feita pela vista, rumo ao declínio espiritual; Abrão, foi ao outro lado, dependendo de Deus. Escolher pela fé é um desafio para nós; porém, ao fazê-lo, a espiritualidade decola!

Independente de Deus, nossas escolhas são falhas. Com visão limitada para saber o que realmente é bom para nós, só Deus sabe do que realmente nos encherá o coração de satisfação diante de qualquer situação! Confiemos!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 8 de junho de 2023

ESCOLHO RECEBER

 ESCOLHO RECEBER

Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam. Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus. João 1:11, 12

salvação é um dos principais temas da Bíblia. Quando a estudamos, percebemos que ela envolve questões fundamentais para nossa vida. Primeiramente, destacamos a . Ela vem de Jesus. Por isso, Ele é chamado de Autor da fé (Hb 12:2). Deus dá às pessoas uma medida de fé (Rm 12:3), e, se elas a usarem, ela aumentará, como ocorreu com todos aqueles homens e mulheres mencionados na galeria dos heróis da fé (Hb 11).

Em seguida, há o arrependimento – uma experiência à qual somos conduzidos pela bondade de Deus (Rm 2:4). O arrependimento não vem de nós mesmos. É uma dádiva divina (At 5:30, 31). O mesmo ocorre com o perdão e a justificação – são presentes de Deus (Is 55:7; Mt 6:12; At 5:30, 31; Ef 4:32).

Outro elemento importante que nos é dado por Deus é o direito de nos tornarmos Seus filhos, ou seja, de termos um novo começo e ingressarmos na comunhão com a família da fé (Jo 1:11-13). Também é necessário ter poder para obedecer – o que ocorre a partir da conversão. No momento em que recebemos a Cristo, o Espírito Santo entra em nós e nos fortalece de modo que sejamos obedientes à vontade de Deus (Ef 3:16, 20; cf. Jo 14:16; 1Ts 4:8).

Falando sobre a salvação como um todo, Paulo diz que ela não vem de nós, não vem das obras, para que ninguém se glorie. De onde ela vem? De Deus. Como ela vem? É um dom, um presente de Deus (Ef 2:8, 9). É de graça (Rm 6:23).

Diante disso, alguém pode dizer: “Mas, se tudo vem de Deus, qual é a minha parte? O que Deus espera que eu faça?” De fato, a salvação é obra divina do início ao fim. Contudo, você tem uma parte. Sua participação não é um acréscimo ao que Deus tem realizado, mas o preenchimento de uma condição. Algo que depende unicamente de você.

O texto de hoje menciona dois tipos de pessoas: as que receberam e as que não receberam. Qual dessas representa você? Sendo que você tem liberdade para escolher, aproprie-se do que Deus lhe oferece. Abra a porta do seu coração e diga: “Eu creio, Senhor!” Assim, você receberá gratuitamente a salvação. Esse é o seu desejo? Ela está ao seu alcance. 

Meditação Diária

08 de junho
https://mais.cpb.com.br/meditacao/escolho-receber/

sábado, 3 de junho de 2023

ESCOLHA A VIDA!

 Meditação Diária

03 de junho

ESCOLHA A VIDA!

Hoje tomo o céu e a terra por testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolham, pois, a vida, para que vivam, vocês e os seus descendentes. Deuteronômio 30:19

Deus criou os animais com algum grau de inteligência e emoção. Eles podem aprender algumas coisas e sentir alegria, tristeza e dor, mas não possuem uma percepção moral desenvolvida como nós humanos. Eles agem por instinto. Por isso, há machos que acasalam com muitas fêmeas e não têm qualquer compromisso com nenhuma delas. Alguns roubam seu alimento. Outros matam e devoram suas vítimas. Em todas essas ações, não há pecado pessoal ou transgressão voluntária de algum mandamento. Não há culpa, nem condenação, porque não são seres morais.

Diferentemente deles, o ser humano foi criado à imagem de Deus, tendo discernimento moral e espiritual. Nossas capacidades espirituais nos possibilitam manter um relacionamento com Deus, enquanto nosso discernimento moral nos ajuda na tomada de decisões. Temos livre-arbítrio e somos responsáveis por nossas escolhas.

Com frequência, a Bíblia nos apresenta dois caminhos: o do bem e o do mal (Dt 30:15-20; Mt 7:13, 14). Adão e Eva, os pais da humanidade, foram criados perfeitos e iniciaram sua jornada no caminho do bem. Nós, quando nascemos, não tivemos a liberdade de escolher qual caminho queríamos trilhar. Nem nossos pais puderam escolher por nós. A escolha foi feita pelo primeiro homem, Adão, e ele escolheu sair do caminho do bem e andar na estrada do mal. Assim, todos nós, descendentes dele, nascemos no caminho que conduz à morte.

Contudo, ao trilhar esse caminho, nós nos deparamos com encruzilhadas e placas que indicam outro caminho, o da vida. Nesses momentos podemos escolher: continuar no caminho do mal, aquele no qual nascemos, ou sair dele e seguir o caminho do bem. É verdade, também, que aqueles que escolheram trilhar o caminho do bem encontrarão novas encruzilhadas e novas placas que indicarão a possibilidade de retornar ao caminho da perdição. Nós as chamamos de tentações. Durante toda a nossa vida, usaremos nosso livre-arbítrio e faremos escolhas pelas quais seremos responsáveis. Hoje, você pode escolher o caminho em que andará. Escolha a vida!

https://youtu.be/liBMTMtx-g4

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

1 Samuel 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Samuel 8
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 8 – O fato de Israel ter rei não contrariava o que Deus pretendia para Seu povo (Gênesis 17:6, 16; 35:11; 49:10); porém, o propósito israelita de ter rei contrastava com a intenção do Deus do povo.

O próprio Deus muito tempo antes já havia dado orientações específicas para a atuação de alguém na monarquia (Deuteronômio 17:14-20). Porém, em I Samuel 8 o que estava por trás do propósito de Israel ao pedir um rei demonstrava a intenção do povo em rejeitar a Deus, e os benefícios pretendidos por Ele em torná-lo uma nação especial, diferente, com uma missão divina no mundo.

O desejo de ser igual às outras nações foi uma forma de rejeitar a participação nos planos celestiais, e descartar a Deus dos seus planos pessoais e nacionais. Tal atitude é uma rebelião contra o governo de Deus, como fizera Lúcifer antes de tornar-se Satanás.

O livro de Juízes demonstrou a anarquia social por não se ter monarquia em Israel (Juízes 17:9; 18:1; 19:1; 21:25). Assim, um dos objetivos do livro dos Juízes é mostrar a importância fundamental de ter um rei. Samuel é o último dos juízes, que além de julgar Israel, era influente profeta de Deus. Consequentemente, o livro de I Samuel apresenta a transição da teocracia para a monarquia. Tudo foi conduzido por Deus, o soberano do Universo.

A cosmovisão israelita em relação ao rei visava orgulho e grandeza; com tal pano de fundo, Deus mostra quão ruim seriam os resultados. Em vez de avançar, o povo regrediria. Em lugar de crescimento, haveria retrocesso (I Samuel 8:6-18).

Além de almejar ser como outras nações (revelado na conclusão de 1 Samuel 8), a motivação para o pedido de um rei também se deu pelo fato de Samuel estar velho e seus filhos seres corruptos, apresentado na introdução do capítulo. É possível que a fraca liderança do sumo sacerdote Eli tenha contribuído com a percepção da necessidade de um líder expressivo.

Digno de atenção é o fato de Deus ceder aos caprichos e vaidades do povo, e também o fato de. mesmo indignado, Samuel obedecer a Deus. Tais atitudes têm muito a nos ensinar, diante de nossa tendência de exaltar e afagar nosso ego, nosso orgulho...

Rejeitemos nossas vaidades, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 12 de março de 2021

Nossa escolha

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sexta-feira, 12 de março

Nossa escolha

Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais [...]. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué 24:15

Há em nosso mundo duas classes de pessoas. Uma é composta por quem contempla um Salvador crucificado e ressuscitado. A outra inclui todos quantos preferiram olhar para longe da cruz e seguir a direção de influências satânicas. Este grupo se encontra sempre empenhado em pôr pedras de tropeço diante do povo de Deus a fim de fazê-lo cair, desviar do caminho da obediência e seguir na estrada larga da desobediência e da morte. […]

Muitos escolhem a injustiça porque Satanás a apresenta de tal maneira que ela parece atrativa aos que não se acham em guarda contra os seus ardis. E ele atua de modo especial por meio de homens e mulheres não santificados, que professam ser filhos de Deus. De um modo ou de outro, o inimigo buscará enganar a todos, até aos próprios eleitos. Unicamente na medida em que participamos da natureza divina, podemos escapar às corruptoras influências trazidas sobre nós pelo inimigo das almas.

Quando Satanás busca romper as barreiras da alma, tentando-nos a condescender com o pecado, precisamos, por fé viva, reter nossa ligação com Deus e ter confiança em Sua força para nos habilitar a vencer todo ataque. Cumpre-nos fugir do mal e procurar a justiça, a mansidão, a santidade. […]

É tempo de cada um de nós decidir o lado em que nos achamos. Os instrumentos de Satanás trabalharão com toda mente que permitir ser trabalhada por ele. Há, porém, agentes celestiais esperando para comunicar os brilhantes raios da glória de Deus a todos quantos estiverem dispostos a recebê-lo (Manuscrito 43, 1908).

Pertence a nós o direito de escolher se estaremos entre os servos de Cristo ou entre os de Satanás. Mostramos cada dia, pela nossa conduta, o serviço de quem escolhemos. […]

Qual é a sua escolha, prezado leitor? Qual é o registro de sua vida diária? (The Youth’s Instructor, 21 de novembro de 1883).

Ellen G. White, 9/1/1962

sábado, 12 de setembro de 2020

As Escolhas de Jesus

MEDITAÇÃO DIÁRIA

12 de setembro
As Escolhas de Jesus

Não fostes vós que Me escolhestes a Mim; pelo contrário, Eu vos escolhi. João 15:16

Sendo Deus, Ele optou por abrigar-Se no ventre de uma virgem e nascer como um de nós. Era o Criador assumindo a identidade da criatura. Rei do Universo e mantenedor dos mundos, viveu sem ostentação. Senhor, tornou-Se servo. Mestre dos mestres, “aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hb 5:8). Ele é a vida, contudo, morreu para dar vida a quem devia morrer. Esse é Jesus! Se nós estivéssemos em Seu lugar, faríamos tudo diferente, em nome da manutenção do status, poder e autopreservação.

Não há dúvida de que a singularidade Dele se destaca como razão pela qual foi rejeitado pelos líderes religiosos de Seu tempo. Lembremo-nos de que eles “esperavam pelo Messias por vir como um conquistador, para neutralizar a força daqueles que os oprimiam e exaltar Israel ao domínio universal. Desse modo, o caminho para a rejeição do Salvador foi preparado. […] O orgulho obscurecia a visão deles. Interpretavam a profecia segundo seus desejos egoístas” (Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, p. 30). Diante disso, ao iniciar Sua igreja na Terra, Jesus escolheu homens simples para formar Seu núcleo de discípulos.

Conforme descreveu John MacArthur, “nenhum deles era conhecido por ser um grande estudioso ou erudito. Não tinham o currículo de grandes oradores e teólogos. Na verdade, eles viviam à margem das instituições religiosas da época de Jesus. Não se destacavam por seus talentos naturais nem aptidões intelectuais. Pelo contrário, todos eles estavam sujeitos a cometer erros, ter atitudes equivocadas, lapsos na fé e terríveis fracassos” (12 Homens Extraordinariamente Comuns, p. 12).

Por iniciativa de Jesus, não foram escolhidos como meros auxiliares, porém amigos (Jo 15:13-15), com os quais compartilhou os mistérios do Pai e pelos quais deu a vida. Não há um só aspecto num relacionamento entre líderes e liderados cristãos que dispense o amor. Esse foi o princípio com que Cristo conquistou aquele grupo de homens, cuja resposta foi a entrega sem reservas, apesar deles mesmos. Eles foram objeto do amor que cria valores para os desvalorizados, e torna amáveis os sem amor. É o mesmo amor que jorra na direção dos discípulos modernos, tão iguais aos primeiros nos altos e baixos da natureza humana. Assim, também fomos escolhidos para ocupar um lugar especial no coração do Mestre, onde sempre cabe mais um frágil pecador para ser restaurado.
Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Fique Alerta -2 Samuel 11 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Samuel 11
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Fique Alerta

Você enfrenta dificuldades... Tensão do início ao fim do dia... Você vai à luta... Com habilidade e oração percebes Deus ajeitando as coisas. Desafios transformam-se em vitórias. Daí, você relaxa. Descansa...

De repente, como grandes sequoias comidas por pequenos besourinhos, você cai ao chão, afunda em detestáveis pecados... Essa história reflete à realidade de Davi, e talvez, de muitos de nós que lemos II Samuel 11. Portanto, atenção:

“Não sejam tão ingênuos e autoconfiantes. Vocês não são diferentes. Podem fracassar tão facilmente como qualquer um. Nada de confiar em vocês mesmos. Isso é inútil! Mantenham a confiança em Deus” (I Coríntios 10:11-12).

Esse capítulo negro na história de Davi não é exemplo para ninguém; é um alerta para todos! A seguinte oração de Amy Carmichael deveria ter sido de Davi; e, cada um de nós deveria proferi-la quantas vezes necessárias:

“Deus, fortalece-me contra mim mesma,
O covarde que, com patética voz,
Clama pela facilidade, pelo descanso e pelo prazer.
O eu, arqui-inimigo de mim mesmo,
Meu amigo mais falso
Meu adversário mais mortal
Meu obstáculo em todos os meus caminhos”.

Convido-te a pensar/repensar: Como teria sido... SE DAVI NÃO...

• ...TIVESSE ficado em casa quando seu exército estava em guerra!

• ...PERMANECESSE deitado em seu leito quando deveria estar lutando!

• ...DEMORASSE observando uma mulher que não era sua!

• ...PEDISSE para que trouxesse Bate-Seba para seu quarto!

• ...E... se fossem eliminados os nossos SE’s, como seria tua vida? Então, pense antes de pecar...

Gene Getz aponta sete excelentes reflexões concisas sobre os capítulos sombrios de Davi; destacarei apenas três delas:

1. As maiores falhas de Davi sempre ocorreram após um período de grande sucesso e popularidade.

2. Às vezes, Davi interpretou, incorretamente, o sucesso e a popularidade como sinais da aprovação de Deus para tudo o que ele fazia.

3. Os maiores pecados de Davi (adultério e assassinato) desqualificaram-no grandemente para corrigir e disciplinar seus filhos quando estes cometeram os mesmos pecados.

Adultério é deturpação do amor. É corrupção da moral. É torpor da alma. É perversão sexual. O adultério de Davi começou muito antes da ociosidade. Começou com poligamia: Ele tinha mais de meia dúzia de mulheres.

• Grandes ícones espirituais também caem!
• Grandes heróis falham!

Fique alerta: Pecado gera pecado! Ore mais! /Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
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terça-feira, 25 de junho de 2019

Melhores Amigos – 1 Samuel 20

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 1 Samuel 20
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Melhores Amigos

Baseando-se neste capítulo, Rosalie Haffner Lee sugere qualidades a serem consideradas na escolha de verdadeiros amigos:

1. Semelhança de gostos e interesses: Para andar juntas, duas pessoas precisam estar de acordo – assim como Davi e Jônatas.

2. Alguém que é sensível e bondoso: Embora em algumas pessoas se encontrem tais qualidades como força, coragem e persistência, em todo amigo verdadeiro deve haver uma fusão dessas qualidades com outras mais brandas, como delicadeza e simpatia – como na amizade de Davi e Jônatas.

3. Deve haver afeição: Jônatas estava disposto a renunciar à sucessão do trono de seu pai; seu desejo era ser leal ao amigo.

4. Deve haver aproximação de valores espirituais: Jônatas conhecia os caminhos de Deus do mesmo modo que Davi. Quando os dois amigos estavam prestes a separar-se, Jônatas foi confortado com o pensamento de que o Senhor dirigiria os acontecimentos de acordo com Sua vontade, e preservaria a amizade deles.

Sobre esse episódio na vida de Davi, quando corria risco de morte, Ellen G. White observou: “A amizade de Jônatas por Davi era também da providência de Deus, a fim de preservar a vida do futuro governante de Israel”.

Amigos são importantes para avançarmos neste mundo de tristezas. Um provérbio sueco reza: “A amizade dobra nossa alegria e divide a tristeza ao meio”. William Shakespeare declarou: “Depois de algum tempo você aprende que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida”.

Por causa dos satânicos objetivos do tentador, cumprir planos divinos é desafiador. Inimigos como Saul podem surgir de onde nem imaginamos. Cumprir os propósitos de Deus faz as hostes demoníacas se levantarem para criar estratégias intentando interrompê-los.

Diante desta realidade, “se desejamos uma vida além da mera existência biológica, é necessário interagir com Deus. Não há outra alternativa” – diz teólogo Eugene Peterson.

• Nossa amizade com Deus deve estar acima de qualquer amizade;

• Os amigos mais caros, nobres e importantes são aqueles presenteados por Deus;

• Os melhores amigos são aqueles que te apoiam e te ajudam a viver os planos divinos.

Assim, carecemos de boas amizades nos dias atuais. Por isso, precisamos ser bons amigos.

Faça sólidas amizades!/Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
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sábado, 15 de junho de 2019

Saul escolhido para ser Rei– 1 Samuel 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 1 Samuel 10
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Saul escolhido para ser Rei

Vitória ou derrota: Depende de nossa atitude diante de Deus! Deus consagra (v. 1), sanciona (vs. 2-3), acompanha (v. 7), transforma (v. 9), habilita (v. 10) e oferece recursos (v. 26), porém, para vencer, é preciso permanecer dependente dEle.

1. Começar bem é importante, mas terminar bem é muito mais importante. Saul começou bem, foi ungido pelo profeta Samuel, seguiu fielmente cada uma das instruções do profeta, foi cheio do Espírito Santo e teve a vida transformada. Quem dera ele tivesse permitido que Deus continuasse fazendo nele essa obra! (vs. 1-9).

2. Ser cheio do Espírito Santo e possuir o dom de profecia não é sinônimo de perfeição, impecabilidade e infalibilidade. Saul profetizou. Alcançou o posto de profeta, contudo ocultou ao seu tio o fato de ter sido ungido para reinar em Israel (vs. 10-16).

3. Ser escolhido por Deus, apreciado pelo povo, ungido pelo profeta, não anula a vontade de Deus quando esta é contrária à vontade humana. O povo foi devidamente convocado, a cerimônia estava pronta. Mas, cadê o rei? Samuel precisou consultar a Deus sobre o paradeiro de Saul: Escondido no meio da bagagem! (vs. 17-25).

4. Problemas surgem com facilidade quando a vontade divina é desprezada. Após encerrar a coroação e o povo ter gritado “viva o rei”, “Alguns vadios saíram resmungando: ‘Esse daí, um libertador? Vocês devem estar brincando!’. Eles o desprezavam; por isso, não deram honras a Saul. Mas Saul não deu bola para eles”. (vs. 26-27).

5. Problemas incomodam. O problema para enfrentar era grave. Saul era inexperiente/jovem. Começou seu reinado tendo que lidar com grandes desafios. Essa é a vida do líder (v. 27).

Esconder-se das responsabilidades não é uma maneira correta de transmitir confiança aos liderados. Contudo, a insegurança torna o fraco em dependente de Deus. Seria importante para a função designada a nós por Deus, que todos estivéssemos sempre submetidos ao Espírito Santo, como esteve Saul, logo no começo de sua vida pública.

“Não é que Deus não possa preparar o homem, mas o homem não quer humilhar o coração perante Deus, para que Ele, em tempo oportuno, o exalte” (Francis D. Nichol).

Mensagem do capítulo: O sucesso depende de muito esforço pessoal e total dependência de Deus (v. 7). Reavivemo-nos! /Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
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sábado, 11 de maio de 2019

O desafio – Josué 24

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Josué 24
Comentários: Pr. Heber Toth Armí


O desafio


Querer a Deus, sem compromisso com Ele, é inaceitável. Querer bênçãos, sem amor ao Senhor, é inconcebível. As últimas palavras de Josué são magistrais e merecem nossa total atenção. Leia-as calma e atentamente!

Deus é o foco principal do discurso de Josué (vs. 3, 5, 6, 8, 10, 11, 12, 13). Toda a história de Israel havia sido regida por Deus. Agora era necessária uma decisão, ou confirmação da decisão já feita. Então, ousadamente, Josué faz o apelo do versículos 15.

A verdadeira religiosidade é uma questão de decisão. Colocando-se como exemplo de liderança familiar e eclesiástica, Josué desafiou o povo de sua época a servir ao Senhor como seu Deus. O desafio estende-se a nós, hoje, também...

• O último capítulo do livro em estudo é claro: Tomar posição e viver a fé com determinação era a maior necessidade do povo de Deus na época de Josué, NOSSA TAMBÉM...

Richard M. Davidson analisa: “Josué é um exemplo para nós em diversos aspectos”:

1. Seu caráter demonstra fidelidade, coragem, força e altruísmo;

2. Sua missão nos ensina que Deus nos convida, como cristãos, para possuir uma herança, para ganhar outros para Cristo, e para vencer o pecado;

3. Sua carreira nos mostra como ser fiel e verdadeiro, não apenas nos momentos de crise, mas também quando tudo vai bem. Até sua última atividade envolveu a criação de um relacionamento entre o povo e Deus.

“A obra de Josué em prol de Israel estava finalizada. Havia seguido inteiramente ao Senhor; e no livro de Deus ele é chamado: ‘o servo do Senhor’” (Ellen G. White). Gene Getz oferece dois princípios da despedida final de Josué:

1. Temos de crer de todo o coração que Deus é o único Deus verdadeiro;

2. Devemos amar a Deus de todo o coração.

A tradição familiar religiosa pode ser grande obstáculo que atrapalha a inteira decisão de servir ao verdadeiro Deus. Contudo, temos o exemplo de Abraão, que abandonou a tradição familiar, a idolatria e o politeísmo para servir ao Deus verdadeiro (v. 3). A graça que o alcançou está disponível hoje também.

Veja a reação do povo e, a morte de Josué nos versículos 16-33.

“Escolhei hoje” – Servir inteiramente a Deus é uma decisão individual diária...

REAVIVEMO-NOS! Heber Toth Armí /


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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Escolhas– Deuteronômio 29

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 29
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Escolhas


Nossas escolhas revelam se somos sábios ou ignorantes. Muitos vivem como animais, não pensam antes de agir. Parecem viver por instinto. Agem, depois pensam; se arrependem, mas é tarde demais.

• As consequências de más escolhas não levam em consideração nossa ignorância.

Os filhos inocentes sofrem por causa de pais displicentes. Muitos culpados e causadores dos próprios sofrimentos questionam Deus por permitir tamanha desgraça pela qual vivem. Outros tentam transferir sua culpa: Aos pais, governo, igreja e/ou a Deus, pelas irresponsabilidades vividas irrefletidamente!

De acordo com este sermão de Moisés, precisamos considerar...

1. As ações de Deus em nossa vida: Moisés reflete o que Deus fez a Israel desde o êxodo até a chegada aos campos de Moabe (vs. 1-8);

2. O compromisso de Deus conosco baseado na graça, não em méritos: Moisés reafirma o significado gracioso da aliança entre Deus e Seu povo antes de entrar na Terra Prometida (vs. 9-15);

3. As consequências de negligenciar as advertências de Deus: Moisés apresenta o que ocorreria aos que negligenciassem a Deus após entrarem em Canaã (vs. 16-29).

Cada um de nós tem capacidade de escolher sabiamente. Não precisamos viver por instinto, a não ser que não queiramos pagar o preço de buscar sabedoria em Deus. Mas, é importante saber que podemos pagar o preço de nossa negligência – o que é pior!

Cada um de nós sempre terá opções de escolhas, ainda que estejamos em uma prisão. Nosso coração e mente, e até mesmo nossas ações e reações podem ser submetidos a Deus ou ao diabo – a escolha é nossa!

Cada um de nós tem liberdade de obedecer ou desobedecer a Deus. Ninguém é obrigado a nada; por isso, Deus precisou insistir tanto, e revelar os prós e os contra de cada uma das opções disponíveis.

Sugestões:

• Antes de qualquer decisão, considere com atenção as nobres alternativas – assim escolherás bem!

• Antes de fazer qualquer escolha, considere o que a Bíblia diz – assim tomarás as mais nobres decisões de tua vida!

A Bíblia (v. 29)...

1. ...Não é tudo o que Deus sabe – não devemos bisbilhotar/especular o que não foi revelado!

2. ...É revelação daquilo que é útil para nosso bem – devemos estudar, praticar e transmitir aos filhos seus ensinamentos!

“Senhor, reaviva-nos por Sua Palavra!” Heber Toth Armí
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terça-feira, 16 de outubro de 2018

O Pecado- Gn4 Com Pr Heber Toth Armí

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 4 ( leia em sua Bíblia)
O Pecado
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

 O pecado não entrou devagarinho no mundo. O diabo aproveitou a oportunidade e abusou da brecha aberta para mostrar o que é capaz de fazer com a criação de Deus.

1. A segunda geração em sua juventude experimentou brutalmente os estilhaços do pecado. Satanás ataca a família. Aconteceu o primeiro fratricídio, irmão assassinou irmão (vs. 1-8);
2. As orientações e a graça divina foi descaradamente rejeitada, Deus foi questionado e ignorado. Após todas as demonstrações de misericórdia e graça (vs. 9-15) ao rebelde e revoltado “... retirou-se Caim da presença do Senhor” (v. 16).
3. Materialismo, hedonismo, imoralidade, ambição, crueldade e perversidade passaram a reger a humanidade que Deus fizera perfeita a Sua imagem e semelhança (vs. 17-27).
4. Parece que uma depressão espiritual, uma apatia religiosa e uma mornidão na busca a Deus tomou conta por alguns anos até mesmo de Adão e Eva, após a desgraça com seus filhos, até que outro filho e um neto começam o primeiro movimento de reavivamento e reforma na história do mundo (vs. 25-26). 

O espirito humano que causa sofrimento nos outros surgiu com o pecado evidente logo no início de suas manifestações na humanidade. O povo de Israel na escravidão egípcia começava a ter uma luz com esses relatos. O sofrimento na escravidão egípcia (ou no pecado) não se deve ao fato de que Deus não existe, ou que Ele não ama ao pecador. 

Os piores capítulos de nossa história revela um Deus presente em cada acontecimento. Sua graça é infinita. Observe:

- Ele fala ao irado Caim antes dele cometer fratricídio; o qual ficou calado diante das perguntas retóricas e amorosas de Deus (vs. 5-7);
- Após ter matado seu irmão, Deus aparece-lhe novamente, mas Caim mentiu, transferiu responsabilidade, questionou e mesmo assim recebeu oportunidade de viver e um sinal que lhe protegeria (vs. 9-15).
- Embora Caim fora considerado maldito, é a terra que sofre as maldições. Isso é graça divina! (vs. 11-12).
- Satanás corrompe a família; porém, Deus opera na família. Quando o futuro parecia desesperador e a semente da esperança parecia não brotar, Deus despertou Sete e Enos, pai e filho; daí se começou a história dos reavivamentos e reformas na História humana (vs. 17-26). 

Permita que Deus desperte teu coração também! – Heber Toth Armí.
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Dois Caminhos: Gênesis 4

💌Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 4 ( leia em sua Bíblia)
Meditação
Dois Caminhos

Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta; ao passo que de Caim e de sua oferta não Se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante. Gênesis 4:4 e 5.

Caim veio perante Deus com íntima murmuração e incredulidade, com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua dádiva não exprimia arrependimento de pecado. Achava, como muitos agora, que seria um reconhecimento de fraqueza seguir exatamente o plano indicado por Deus, confiando sua salvação inteiramente à expiação do Salvador prometido. Preferiu a conduta de dependência própria. Viria com seus próprios méritos. Não traria o cordeiro, nem misturaria seu sangue com a oferta, mas apresentaria seus frutos, produtos de seu trabalho. Apresentou sua oferta como um favor feito a Deus, pelo qual esperava obter a aprovação divina. Caim obedeceu ao construir um altar, obedeceu ao trazer um sacrifício, prestou, porém, apenas uma obediência parcial. A parte essencial, o reconhecimento da necessidade de um Redentor, ficou excluída. …

Caim e Abel representam duas classes que existirão no mundo até o final do tempo. Uma dessas classes se prevalece do sacrifício indicado para o pecado; a outra arrisca-se a confiar em seus próprios méritos; o sacrifício desta é destituído da virtude da mediação divina, e assim não é apto para levar o homem ao favor de Deus. É unicamente pelos méritos de Jesus que nossas transgressões podem ser perdoadas. …

Alguns pretendem que a espécie humana necessita, não de redenção mas de desenvolvimento – que ela pode aperfeiçoar-se, elevar-se e regenerar-se. Assim como Caim julgava conseguir o favor divino com uma oferta a que faltava o sangue de um sacrifício, assim esperam estes exaltar a humanidade à norma divina, independentemente da expiação. A história de Caim mostra qual deverá ser o resultado. Mostra o que o homem se tornará separado de Cristo. A humanidade não tem poder para regenerar-se. Ela não tende a ir para cima, para o que é divino, mas para baixo, para o que é satânico. Cristo é a nossa única esperança. “Nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. “Em nenhum outro há salvação” (Atos 4:12). Patriarcas e Profetas, págs. 72 e 73.

Fonte: Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, -19 de janeiro – Pág. 25
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Por que ... Gn 3 - ComPr Heber Toth Armí

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 3 ( leia em sua Bíblia)
Por que ...
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

 Uma das perguntas que mais é elevada aos Céus talvez seja: “Por que sofremos?”

Se Deus planejou e fez tudo perfeito, se Ele declarou que tudo era muito bom, se Ele criou o ser humano a Sua imagem e semelhança, se instituiu o sábado e o casamento para alegria e benefício dos humanos, se o ambiente do Jardim do Éden era perfeito, e se o próprio Criador além de orientar sobre o perigo existente vinha todas as tardes para estar na companhia de nossos primeiros pais, por que sofremos?

Israel era escravo no Egito, maltratado, desprezado e humilhado pelos egípcios quando Moisés chegou do deserto para explicar-lhes muitas coisas e dar-lhes esperança. O povo de Deus era afligido com cargas impostas com tirania cruel; se isso ainda não bastasse, os egípcios também lhe amargou a vida com dura escravidão a tal ponto do clamor e gemido pelo sofrimento por causa de seus exatores chegarem até aos céus (ver Êxodo 1:11-16; 2:23; 3:7-9).

Por que...

...sofremos?
...existe gente cruel? 
...o mal existe? 

O terceiro capítulo de Gênesis é essencial na compreensão destas questões. Sem ele, muitas perguntas não teriam respostas verdadeiras. Embora Deus tenha feito tudo para alegria e felicidade de Suas criaturas, um ser encarnou a serpente e estragou o que era muito bom. Apocalipse 12:7-9 revela-nos que Satanás agiu por trás desse “animal falante”.

Observe este esboço de autoria de Álvaro César Pestana:

1. A tentação e o pecado (vs. 1-6);
2. Os resultados do pecado (vs. 7-24);
3. A primeira mensagem de salvação (vs. 9, 15). 

O diabo fez estrago; mas, e Deus, não fez nada? Reflita mais detidamente: Deus avisou do perigo emboscado mesmo num lugar perfeito e apresentou a sentença da desobediência (Gênesis 2:16-17). Deus poderia ter dito “Eu avisei”, após Adão e Eva pecarem. E assim, também poderia ter dado a sentença indicada e levado os transgressores à condenação imediata; porém, 

- Prometeu enviar um libertador para resolver o problema causado pelos pecadores (Gênesis 3:15);
- Matou um cordeiro, fez roupas de peles e vestiu aos despidos e envergonhados transgressores (v. 21);
- Fez perguntas ao casal e deu a sentença a Satanás (vs. 14-15). 

Além destes, há muitos atos da graça divina neste capítulo. Portanto, reavivemo-nos apesar do sofrimento! – Heber Toth Armí. #rpsp #ebiblico #palavraeficaz

domingo, 10 de janeiro de 2016

Deuterônômio 29 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 29

Comentários: John Ash

Moisés chega agora à conclusão do seu terceiro e último discurso. Mais uma vez ele apresenta o seu conhecido conselho, que é também um mandamento divino, dizendo: "hoje lhes ordeno que amem o Senhor, o seu Deus," (Dt 30:16, NVI). Moisés ainda repete: "amem o Senhor, o seu Deus," (v. 19).
O amor é reconhecido como o grande mandamento. Os livros de Levítico e mesmo Deuteronômio (embora em menor grau), lidam com o que alguns chamam de pequenas regras para a adoração. Mas todas essas regras são de alguma forma alicerçadas no amor .

O sistema do Antigo Testamento sempre foi um sistema espiritual e apresentava o amor a Deus como sendo a essência da religião. Infelizmente, as pessoas concentraram-se no "sistema" e não no Deus para o qual o sistema apontava. Quando Paulo proclamou que "o amor é o cumprimento da lei" (Romanos 13:10, NVI),  estava apenas repetindo o ensinamento deste capítulo. Em sua essência, o amor se manifesta quando você e eu "imitamos a Deus" e "obedecemos a Sua voz." A obediência às orientações de Deus para o nosso viver é uma evidência de que possuímos o amor verdadeiro.

Por fim, segundo Moisés, conhecer a lei de Deus é um privilégio, porque ela é uma voz de autoridade que coloca um ponto final na busca incansável da humanidade por um guia confiável para uma vida bem sucedida. Não precisamos tentar subir ao céu ou cruzar os oceanos a fim de encontrar sabedoria suficiente para nossas necessidades.

Aqueles que consideram os mandamentos de Deus como um fardo cometem um erro, pois, na verdade, são instruções misericordiosas que nos conduzem à vida plena.

2 Crônicas 30 Comentário

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