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sábado, 17 de dezembro de 2022

O ORIGINADOR DE TODA A VERDADE

 O ORIGINADOR DE TODA A VERDADE

   E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai. João 1:14

   Em Cristo combinaram-se divindade e humanidade. A divindade não se degradou para tornar-se humanidade, ela conservou seu lugar; mas a humanidade, pela união com a divindade, resistiu à mais feroz prova da tentação no deserto. O príncipe deste mundo se aproximou de Cristo depois de Seu longo jejum, quando estava no auge da fome, e sugeriu-Lhe que mandasse às pedras que se tornassem pão. Mas o plano de Deus, delineado para a salvação da humanidade, previa que Cristo conhecesse a fome, a pobreza e todos os aspectos da experiência humana. Ele resistiu à tentação, mediante o Poder que as pessoas também podem possuir. Apoiou-Se no trono de Deus, e não existe homem ou mulher que não possa ter acesso ao mesmo auxílio, pela fé em Deus. O ser humano pode se tornar participante da natureza divina. Não há ninguém que não possa pedir o auxílio do Céu, quando tentado e provado. Cristo veio para revelar a fonte de Seu poder, a fim de que o ser humano não confiasse jamais em suas capacidades humanas desajudadas. 

   Os que querem vencer devem empenhar ao máximo todas as faculdades de seu ser. Devem lutar pedindo poder divino, de joelhos diante de Deus. Cristo veio para ser nosso exemplo e nos revelar que podemos ser participantes da natureza divina. Como? Tendo escapado da corrupção que pela cobiça há no mundo. Satanás não alcançou a vitória sobre Cristo. Não pôs o pé sobre a alma do Redentor. Não atingiu a cabeça, se bem que tenha ferido o calcanhar. Cristo, por Seu exemplo, tornou evidente que o ser humano pode permanecer íntegro. É possível a homens e mulheres ter poder para resistir ao mal; poder que nem a Terra nem a morte nem o inferno conseguem dominar; poder que os colocará onde possam vencer como Cristo venceu. 

   Foi obra de Cristo apresentar a verdade na moldura do evangelho e revelar os preceitos e princípios que Ele dera à humanidade caída. Todas as ideias que Ele apresentava eram Dele mesmo. Não teve necessidade de tomar emprestados pensamentos de quem quer que fosse, pois Ele era o Originador de toda a verdade. Podia apresentar as ideias de profetas e filósofos e preservar Sua originalidade, pois toda a sabedoria era Sua; Ele era a fonte, o manancial de toda a verdade. Estava na dianteira de todos, e por Seus ensinos tornou-Se o guia espiritual de todos os séculos (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 408, 409). 

   PARA REFLETIR: Se Jesus é o Originador de toda verdade, quem é a fonte de todas as mentiras? 
https://youtu.be/K5w0PJH73sc

MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-originador-de-toda-a-verdade/

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

O PROMETIDO

  O PROMETIDO

Este é Aquele a respeito de quem eu falava, quando disse: “Depois de mim vem um Homem que é mais importante do que eu, porque já existia antes de mim.” João 1:30

Jesus e João Batista eram primos e tinham uma ligação muito próxima devido às circunstâncias que envolveram o nascimento deles. No entanto, não haviam tido qualquer contato direto um com o outro. A vida de Jesus tinha sido passada em Nazaré, na Galileia; a de João, no deserto da Judeia. Em ambientes bem diferentes, tinham vivido separados e não haviam se comunicado entre si. Foi a providência divina que determinou que fosse assim. Ninguém poderia acusá-los de terem conspirado para se apoiarem mutuamente em suas pretensões.

João sabia dos fatos que haviam marcado o nascimento de Jesus. Ouvira falar da visita que, em Sua infância, tinha feito a Jerusalém e do que se passara na escola dos rabinos. Sabia da vida sem pecado de Jesus e acreditava que Ele era o Messias, mas não tinha plena certeza disso. O fato de Jesus ter permanecido tantos anos no anonimato, não dando nenhum indício especial de Sua missão, deu lugar a dúvidas quanto a ser realmente o Prometido. No entanto, João Batista esperava com fé, acreditando que, no tempo designado pelo próprio Deus, tudo seria esclarecido. Havia sido revelado a ele que o Messias o procuraria para ser batizado e, então, seria dado um sinal de Seu caráter divino. Assim poderia apresentá-Lo ao povo.

Quando Jesus foi para ser batizado, João reconheceu Nele pureza de caráter que nunca tinha visto em pessoa alguma. A própria atmosfera de Sua presença era santa e inspirava respeito. Entre as multidões que haviam se reunido em torno dele no Jordão, João ouvira tristes histórias de crimes e encontrara pessoas curvadas sob o fardo de milhares de pecados. No entanto, nunca estivera em contato com um ser humano de quem exalasse uma influência tão divina. Tudo isso estava em harmonia com o que lhe fora revelado sobre o Messias. Apesar disso, esquivou-se de atender ao pedido de Jesus. Como poderia ele, pecador, batizar Aquele que não tinha pecado? E por que Aquele que não necessitava de arrependimento deveria submeter-Se a um rito que era uma confissão de culpa a ser lavada? (O Desejado de Todas as Nações, p. 77, 78 [109, 110]).

PARA REFLETIR: Quando Jesus foi até João Batista, este reconheceu Nele uma pureza de caráter que jamais tinha visto antes. É possível ter até mesmo uma fração da pureza de caráter que Jesus tinha? Como?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de dezembro

Salmos 78 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 78 – Ellen White atesta que: “Como educador, não têm rival as...