sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

O PROMETIDO

  O PROMETIDO

Este é Aquele a respeito de quem eu falava, quando disse: “Depois de mim vem um Homem que é mais importante do que eu, porque já existia antes de mim.” João 1:30

Jesus e João Batista eram primos e tinham uma ligação muito próxima devido às circunstâncias que envolveram o nascimento deles. No entanto, não haviam tido qualquer contato direto um com o outro. A vida de Jesus tinha sido passada em Nazaré, na Galileia; a de João, no deserto da Judeia. Em ambientes bem diferentes, tinham vivido separados e não haviam se comunicado entre si. Foi a providência divina que determinou que fosse assim. Ninguém poderia acusá-los de terem conspirado para se apoiarem mutuamente em suas pretensões.

João sabia dos fatos que haviam marcado o nascimento de Jesus. Ouvira falar da visita que, em Sua infância, tinha feito a Jerusalém e do que se passara na escola dos rabinos. Sabia da vida sem pecado de Jesus e acreditava que Ele era o Messias, mas não tinha plena certeza disso. O fato de Jesus ter permanecido tantos anos no anonimato, não dando nenhum indício especial de Sua missão, deu lugar a dúvidas quanto a ser realmente o Prometido. No entanto, João Batista esperava com fé, acreditando que, no tempo designado pelo próprio Deus, tudo seria esclarecido. Havia sido revelado a ele que o Messias o procuraria para ser batizado e, então, seria dado um sinal de Seu caráter divino. Assim poderia apresentá-Lo ao povo.

Quando Jesus foi para ser batizado, João reconheceu Nele pureza de caráter que nunca tinha visto em pessoa alguma. A própria atmosfera de Sua presença era santa e inspirava respeito. Entre as multidões que haviam se reunido em torno dele no Jordão, João ouvira tristes histórias de crimes e encontrara pessoas curvadas sob o fardo de milhares de pecados. No entanto, nunca estivera em contato com um ser humano de quem exalasse uma influência tão divina. Tudo isso estava em harmonia com o que lhe fora revelado sobre o Messias. Apesar disso, esquivou-se de atender ao pedido de Jesus. Como poderia ele, pecador, batizar Aquele que não tinha pecado? E por que Aquele que não necessitava de arrependimento deveria submeter-Se a um rito que era uma confissão de culpa a ser lavada? (O Desejado de Todas as Nações, p. 77, 78 [109, 110]).

PARA REFLETIR: Quando Jesus foi até João Batista, este reconheceu Nele uma pureza de caráter que jamais tinha visto antes. É possível ter até mesmo uma fração da pureza de caráter que Jesus tinha? Como?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de dezembro

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