sábado, 1 de agosto de 2026

Deus Se agrada da retidão

 Devocional Diário:

1 de Agosto -
Deus Se agrada da retidão

Bem sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. Eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas, e acabo de ver com alegria que o Teu povo aqui reunido Te faz ofertas voluntariamente. 1 Crônicas 29:17


Cristo fica feliz com Seus seguidores quando mostram que, embora humanos, são participantes da natureza divina (DTN, p. 114 [153]).

Não é pelas riquezas, educação ou posição que Deus avalia os homens. Avalia-os pela sua pureza de intenção e formosura de caráter (CBV, p. 305 [477]).

De todos é requerido perfeição moral. Nunca devemos baixar a norma de justiça com o fim de acomodar à prática do mal tendências herdadas ou cultivadas. Precisamos compreender que imperfeição de caráter é pecado. Todos os justos atributos de caráter habitam em Deus como um todo perfeito e harmonioso, e todo aquele que aceita a Cristo como Salvador pessoal tem o privilégio de possuir esses atributos (PJ, p. 191 [330]).

Almeje cultivar toda graça do caráter para a glória do Mestre. Você deve agradar a Deus em cada aspecto da formação de seu caráter. Isso você pode fazer, porque Enoque Lhe agradou, embora vivesse em uma época degenerada. E há Enoques em nosso tempo (PJ, p. 192 [332]).

“Pela fé, Enoque foi levado a fim de não passar pela morte; não foi achado, porque Deus o havia levado. Pois, antes de ser levado, obteve testemunho de que havia agradado a Deus” (Hb 11:5).

https://youtube.com/watch?v=Dhf5Uh99At8&is=aFZBRKcco2OyHjp1

Jó 36 comentários

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica Jó 36
Comentário: 
Pr. Heber Toth Armí

JÓ 36 – Embora possamos não entender as razões pelas quais enfrentamos situações complexas, difíceis e dolorosas, Deus tem planos perfeitos e não desperdiça oportunidade para ensinar-nos preciosas e valiosas lições, que enriquecem a vida e a fé.

Até a presença de Eliú teve seu valor no relato inspirado. Sua “aparição é marcada por uma ascendência ilustre que, possivelmente, o liga a Abraão (Buz era sobrinho de Abraão; Gn 22:21) e até mesmo faz dele um antepassado de Davi (Rão era antepassado de Davi; Rt 4:19). Diferente dos três amigos de Jó, que eram edomitas, Eliú era definitivamente um hebreu. Por isso, ele começou o seu discurso afirmando que havia recebido inspiração divina direta (Jó 32:6-10) que, finalmente, o levou a falar contra os homens mais velhos e, presumivelmente, mais sábios (Jó 32:11-22)”. Todavia, em Jó 35 e 36, ele retrata “uma imagem sombria de Deus, descrevendo-O como um Ser distante, muito longe da esfera humana e sem nenhum interesse na vida individual da humanidade”, informa Clifford Goldstein.

Isso explica porque Eliú forneceu “uma última defesa do Senhor, personificando e ampliando as crenças teológicas do grupo” (Paul House).

Da perspectiva de John Hartley, Eliú ofereceu quatro pontos fundamentais:

1. O sofrimento pode ser uma medida disciplinar visando salvar Jó de um destino pior (33:19-33).
2. Jó não deveria questionar ou culpar Deus (34:5-9).
3. Deus governa de forma justa (34:10-30).
4. Jó deveria prestar atenção aos ensinamentos de Deus e meditar sobre Seus propósitos (36:5-37:24).

Como os cinco sábios desconheciam que “Jó foi apanhado no meio de um desafio celestial” (Jó 1 e 2), era impossível acertar em suas afirmações. Mesmo que Eliú estivesse abordando a pedagogia do sofrimento (Jó 36:1-23) e a majestade de Deus (Jó 36:24-33), ainda estava limitado desprovido da informação dos dois primeiros capítulos do livro de Jó. Conquanto, “embora Eliú introduza algum elemento novo, enfatizando a natureza instrutiva do sofrimento, ele pouco defende ou altera radicalmente a perspectiva dos demais amigos”. Desta forma, “como os outros, ele não admite, na sua teologia, um Deus que permite que o íntegro, o puro [Jó 1:1-5], sofra”, salientou House.

Limitados como Eliú, corremos riscos de aderir a seus conceitos; entretanto, Deus almeja ampliar nossa compreensão através do estudo do livro de Jó. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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Justiça e Misericórdia

 Jó 36 – Deus Fala por Meio da Sua Justiça e Misericórdia

🔹Contexto
Jó 36 faz parte do último discurso de Eliú (Jó 32–37). Depois de ouvir o debate entre Jó e seus três amigos, Eliú procura apresentar uma visão mais equilibrada sobre Deus. Embora ainda não compreenda plenamente o sofrimento de Jó, ele enfatiza que Deus é justo, misericordioso e soberano. Para Eliú, as dificuldades podem ser um meio pelo qual Deus disciplina, ensina e conduz Seus filhos ao arrependimento e ao amadurecimento espiritual.
Neste capítulo, Eliú exalta a grandeza de Deus, Seu cuidado pelos justos e Seu poder revelado na natureza, preparando o caminho para a manifestação do próprio Senhor nos capítulos seguintes.

🔹Comentários por versículos

●Versículos 1–4 – Eliú pede que Jó o ouça
Eliú afirma que ainda tem algo importante a dizer em defesa da justiça de Deus. Ele acredita que suas palavras são sinceras e fundamentadas no conhecimento que recebeu.
•Lição: Antes de falar sobre Deus, precisamos fazê-lo com reverência, humildade e fidelidade à Sua Palavra.

●Versículos 5–7 – Deus é poderoso e justo
Eliú declara que Deus é poderoso, mas não despreza ninguém. Ele sustenta os justos e faz justiça aos oprimidos.
•Lição: O poder de Deus sempre é acompanhado de amor, justiça e misericórdia.

●Versículos 8–12 – A disciplina tem propósito
Segundo Eliú, quando Deus permite dificuldades, Seu objetivo é chamar a atenção das pessoas para que abandonem o pecado e aprendam a confiar mais nEle.
•Lição: Muitas provações podem se tornar oportunidades de crescimento espiritual quando nos aproximamos de Deus.

●Versículos 13–15 – O perigo de endurecer o coração
Eliú adverte que quem resiste à correção perde a oportunidade de experimentar a libertação que Deus oferece.
•Lição: Um coração humilde aprende até mesmo nas dificuldades.

●Versículos 16–21 – Um convite para confiar
Eliú acredita que Deus deseja conduzir Jó para um lugar de descanso, mas alerta contra a murmuração e o ressentimento.
•Lição: Mesmo quando não entendemos os caminhos de Deus, somos chamados a confiar em Seu caráter.

●Versículos 22–25 – Deus é o maior Mestre
Ninguém ensina como Deus. Sua sabedoria supera toda compreensão humana.
•Lição: A verdadeira sabedoria começa quando reconhecemos que Deus sabe mais do que nós.

●Versículos 26–33 – A grandeza de Deus na criação
Eliú descreve o ciclo das chuvas, das nuvens, dos trovões e das tempestades para mostrar que toda a natureza revela o poder e a sabedoria do Criador.
Essas imagens também preparam o leitor para a resposta de Deus, que falará do meio da tempestade (Jó 38).
•Lição: A criação testemunha diariamente a majestade, o cuidado e o governo de Deus sobre todas as coisas.

🔹Aplicações para a vida
Deus continua trabalhando mesmo quando não conseguimos compreender Seus planos.
As provações podem produzir crescimento espiritual quando permitimos que Deus nos ensine.
O sofrimento não diminui o amor de Deus por nós.
Precisamos confiar mais no caráter de Deus do que nas circunstâncias.
A natureza nos lembra diariamente que Deus continua sustentando o universo e também sustenta nossa vida.

📖Versículo-chave
"Eis que Deus é excelso em Seu poder; quem é mestre como Ele?" (Jó 36:22)

Esse versículo resume a mensagem do capítulo: Deus é o supremo Mestre, poderoso, justo e digno de total confiança.

🔹Lição principal
Quando Deus permite circunstâncias difíceis, Seu propósito não é nos destruir, mas nos aperfeiçoar. Aquele que governa o universo também governa nossa vida com infinita sabedoria, mesmo quando ainda não conseguimos compreender Seus caminhos.

💌 t.me/bibliaG
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Deus Se agrada da retidão

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