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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

MARCOS 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

MARCOS 1 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Os Evangelhos foram escritos “em meio a tensões e interrogações que assaltavam as novas congregações cristãs. Não era fácil ser fiel a Jesus Cristo em uma cultura que estava completamente alheia ao evangelho, e era tanto ignorante como suspeitava da nova fé [...]. Embora o Evangelho de Marcos não seja orientado na direção de ideias teológicas, de uma forma mais elaborada e sistemática, o conteúdo do livro é o âmago da fé cristã e da mensagem de Cristo. A tese de Marcos pode ser declarada resumidamente: em Jesus Cristo, o Filho de Deus, o reino de Deus esperado se aproximou, para trazer salvação ao homem” (Henry E. Tulington).

A frase de abertura deste livro é chamada por Austin Farrer de, “uma semente, da qual crescerão as sentenças seguintes”. Portanto, reflita neste versículo:

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus”.

Para introduzir o ministério de Jesus, Marcos trata do ministério de João Batista, que, certamente, é aquele que preparou o caminho do Senhor (vs. 2-6), testemunhou poderosamente dEle como alguém mais poderoso do que ele (vs. 7-8), e fez o batismo público do Messias no rio Jordão (vs. 9-11). 

Marcos citou a voz ouvida do Céu, a qual merece atenção, por isso, reflita no significa destas palavras:

“Tu és meu Filho amado, em ti me comprazo”.

Sem entrar em detalhes, Marcos fez menção à tentação de Jesus (vs. 12-13), o retorno dEle para a Galiléia e o teor de Sua pregação (vs. 14-15), o chamado e vocação de alguns discípulos (vs. 16-20) para, então, concentrar-se no ministério de cura de Jesus:

• Cura de um endemoninhado (vs. 21-28);
• Cura da sogra de um de Seus discípulos (vs. 29-31);
• Curas diversas (vs. 32-34)
• Renovação das forças através da oração a fim de continuar Seu ministério de cura (vs. 35-45).

Marcos apresenta Jesus como tendo autoridade sobre os demônios e sobre qualquer tipo de enfermidade, autoridade que residia em Sua natureza divina e em Sua comunhão com o Pai. 

Nossa resposta adequada à autoridade de Cristo é o arrependimento (uma conversão radical na direção da vida) e a assimilação total da veracidade do evangelho do reino de Deus. 

Assim como os discípulos reagiram, devemos reagir hoje: Imediatamente deixaram tudo e O seguiram! Vamos reavivar-nos... – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A espiritualidade da lei

Refletindo a Cristo
A espiritualidade da lei, 22 de Fevereiro

Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar,vim para cumprir. Mateus 5:17.

Fora Cristo que, por entre trovões e relâmpagos, proclamara a lei no monte Sinai. A glória de Deus, qual fogo devorador, repousara no cimo do monte, e este tremera ante a presença do Senhor. O povo de Israel, prostrado em terra, havia escutado em temor os sagrados preceitos da lei. ...

Ao ser dada a lei, Israel, degradado pela servidão no Egito, necessitara ser impressionado com o poder e a majestade de Deus; no entanto, Ele não menos Se lhes revelou como um Deus de amor. ... A lei dada no Sinai era a enunciação do princípio do amor, a revelação, feita à Terra, da lei do Céu. Foi ordenada pela mão de um Mediador — proferida por Aquele por cujo poder o coração dos homens podia ser posto em harmonia com os seus princípios. Deus revelara o desígnio da lei, quando declarara a Israel: “Ser-Me-eis homens santos.” Êxodo 22:31.

Mas Israel não percebera a natureza espiritual da lei, e com demasiada freqüência sua professada obediência não passava de uma observância de formas e cerimônias, em vez de ser uma entrega do coração à soberania do amor. Quando Jesus, em Seu caráter e Sua obra, apresentava aos homens os santos, generosos e paternais atributos de Deus, e lhes mostrava a inutilidade de meras formas cerimoniais de obediência, os guias judaicos não recebiam nem compreendiam Suas palavras. Achavam que Ele Se demorava muito ligeiramente nas exigências da lei; e quando lhes expunha as próprias verdades que constituíam a alma do serviço que lhes era divinamente indicado, eles, olhando apenas ao exterior, acusavam-nO de buscar derribá-la.
As palavras de Cristo, conquanto proferidas com serenidade, eram ditas com uma sinceridade e poder que moviam o coração do povo. Em vão apuravam o ouvido à espera de uma repetição das mortas tradições e rigores dos rabis. Eles se admiravam “da Sua doutrina, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas”. Mateus 7:28-29. Os fariseus notavam a vasta diferença entre sua maneira de instruir e a de Cristo. Viam que a majestade, a pureza e beleza da verdade, com sua profunda e branda influência, estavam tomando posse de muitos espíritos. O divino amor do Salvador, Sua ternura, para Ele atraíam os homens. ...

O Salvador nada dissera para abalar a fé na religião e nas instituições que haviam sido dadas por intermédio de Moisés; pois todo raio de luz que o grande guia de Israel comunicara a seu povo fora recebido de Cristo. Conquanto muitos digam em seu coração que Ele viera para anular a lei, Jesus com inequívoca linguagem revela Sua atitude para com os estatutos divinos. “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas.” Mateus 5:17. — O Maior Discurso de Cristo, 45-47.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

MATEUS 28 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 28
Comentário Pr Heber Toth Armí


O livro de Mateus revela a incredulidade dos escribas e fariseus. Esse texto inspirado por Deus dá dicas espirituais de como lidar com incrédulos e ateus sabendo que a resposta da maioria será terrivelmente negativa.

Para a incredulidade, a ignorância da verdade é confortável. A verdade incomoda aos incrédulos. Contudo, a verdade não deve ser ignorada. Deve ser proclamada, porque as pessoas não sabem a razão pela qual não querem conhecê-la.

Ignorância gera arrogância. “Nada induz o ser humano a duvidar muito do que saber pouco” diz Francis Bacon. Observe com atenção alguns pontos do capítulo em questão:

• Após a morte de Jesus na sexta-feira, as mulheres esperaram passar o sábado para visitar ao sepulcro; então, sucedeu terremoto pela presença dum anjo que removeu a pedra e assentou-se nela. As mulheres ouviram ao anjo e creram em suas afirmações; ao retornarem apressadamente, encontraram Jesus ressuscitado (vs. 1-10).
• Os guardas romanos, colocados para vigiar o defunto, viram o mesmo que as mulheres (vs. 2-4); correram e contaram aos principais sacerdotes tudo o que aconteceu, os quais decidiram não acreditar; pelo contrário, numa reunião, decidiram subornarem aos guardas para divulgarem uma mentira ao invés da verdade (vs. 11-15).
• As mulheres adoraram a Jesus quando O viram (v. 9), a maioria dos discípulos também; contudo, alguns deles duvidaram (vs. 16-17). É difícil crer mesmo depois de ver! “É interessante que Mateus, no último parágrafo de seu evangelho, salientou o fato de que o aparecimento físico de Jesus deixou alguns em dúvida. A visão depende mais da fé do que a fé na visão” (Frank Stagg).
• Após receber toda autoridade no Céu e na Terra, Jesus comissionou Seus discípulos a irem ao mundo proclamar o evangelho com a garantia de Sua presença “até a consumação do século” (vs. 18-20).

“Observar a ênfase cristológica da Grande Comissão não é apenas uma questão de exegese correta, mas é decisiva para o espírito das missões. Só quando a soteriologia é subordinada à cristologia é que existe verdadeira salvação” (Stagg).

Cegueira espiritual impede as pessoas de perceberem evidências claras da verdade. Mas, a verdade prevalece apesar dos grandes líderes promoverem a mentira.

Jesus ressuscitou para salvar pecadores, apesar dos Seus ferrenhos opositores! Tenhamos fé e coragem para promover essa mensagem! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

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