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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Malaquias 2 Comentários

Lições de Vida

Malaquias 2
Pr. Heber Toth Armí

Aprecio toda a Palavra divina, contudo, o livro de Malaquias é a sobremesa do Antigo Testamento. Já extrai algumas preciosíssimas verdades, reflexões, lições e princípios de vida, principalmente do segundo capítulo; veja:

1. Enquanto o povo de Deus se preocupa com orações não respondidas (1:13), Deus se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Se Deus não responde tuas orações, não O questione; questione a ti mesmo. O erro nunca está com Deus.

2. Se o casamento está por um fio, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Se falta perdão é porque sobra orgulho; sendo assim, o fim de união sempre será o fim da discussão;

3. Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá postura errada perante Deus e atitudes erradas diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);

4. O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados;

5. A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos do Céu: Jugo desigual, o qual Deus condena (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No verso 16 Deus disse que odeia duas coisas:

1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual só cresce em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade para com Deus (vs. 1-9) gera infidelidade no mais íntimo relacionamento (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: Compromisso afetuoso

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Malaquias 2 Comentários de Andy Nash

Reavivados por Sua Palavra

 Malaquias 2
 Andy Nash

” ’E agora esta advertência é para vocês, ó sacerdotes. Se vocês não derem ouvidos e não se dispuserem a honrar o meu nome’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘lançarei maldição sobre vocês, e até amaldiçoarei as suas bênçãos…’ “(Mal. 2:1-2 NVI).

Algumas vezes temos a falsa ideia de que as pessoas só sacrificavam animais quando pecavam. Isso não é verdade. Aqui estão os tipos de sacrifício oferecidos. Neles, o sangue e a gordura eram totalmente queimados e a carne era comida, exceto na oferta de expiação quando tudo era completamente queimado.

* Oferta pelo Pecado: pelo pecado individual.
* Oferta de Comunhão: para louvor.
* Oferta de grãos: para dedicação e bênção.
* Holocausto (oferta totalmente queimada): para expiação.

Vemos um princípio importante aqui: cada área da vida do adorador deveria ser oferecida a Deus. Mas na época de Malaquias, este compromisso total com Deus não estava havendo nem por parte das pessoas comuns nem por parte dos próprios sacerdotes.

As repreensões do Senhor aos líderes sacerdotais de Israel eram tão diretas quanto poderiam ser: “Por causa de vocês eu destruirei a sua descendência; esfregarei na cara de vocês os excrementos dos animais oferecidos em sacrifício em suas festas e lançarei vocês fora, com os excrementos. … Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca todos esperam a instrução na Lei, porque ele é o mensageiro do Senhor … Mas vocês se desviaram do caminho e pelo seu ensino causaram a queda de muita gente…” (Mal. 2:3, 7, 8 NVI).

A apostasia do sacerdócio israelita foi um dos processos mais tristes no Antigo Testamento. A tribo de Levi – separada como se fossem vasos consagrados ao serviço do Senhor – estava sendo representada agora por homens cujo coração tinha se afastado do Senhor.

Ao longo dos próximos 400 anos, a situação do sacerdócio só iria piorar: os políticos e mundanos saduceus distorceriam toda a função do Templo transformando-o em um covil de ladrões (Cf. Mat 21:12,13).

E quanto a nós? O que podemos dizer a respeito de nossa santidade e dedicação ao Senhor? Cristo nos constituiu sacerdotes (Apoc. 1:5-6). Por meio de nossas palavras e ações representamos aquele que nos ama e morreu por nós. Que através de nossa vida coerente e altruísta possamos inspirar outros a conhecer mais do Deus Criador e Redentor.
Andy Nash
Southern Adventist University


http://www.palavraeficaz.com/

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Malaquias 1- Comentários

Malaquias 1
Pr. Heber Toth Armí

Certa vez fiz uma viagem. Em dez dias dirigi 3.670 km. Com meu Fiat Pálio 1.0 sai de Xaxim, SC, Brasil; cruzei o estado do Rio Grande do Sul; entrei no Uruguai, visitei Montevidéu, Punta del Este e Maldonado. Subi até encontrar uma ponte para Argentina, fui a Santa Fé, na província de Paraná. Em todo trajeto não me perdi, a não ser quando estava chegando em casa. Faltavam cerca de 100 km, era noite; percorri uns 200 km a mais por causa disso.

Aprendi, com isso, uma lição espiritual: Na vida cristã a gente pode se perder na reta final. A mornidão atinge à igreja nos últimos dias. Aconteceu ao povo de Deus do passado e acontece hoje, no período laodiceano. Quando as profecias referentes ao Messias estavam à beira de cumprir-se, o povo relaxou espiritualmente.

Foi preciso entrar em cena um profeta de fibra: Malaquias. Suas mensagens foram oportunas para a primeira vinda do Messias, tanto quanto são para Seu retorno.

Malaquias não se apresenta; ele nos ensina que é mais importante falar de Deus do que de si mesmo. Ele exortou o povo que deveria ter aprendido após a disciplina de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Embora havia reconstruído o templo, mas a fé do povo ainda estava em ruínas. É para incendiar a fé dos trôpegos espirituais que Malaquias ergueu sua voz.

Sendo que...
1. Nem sempre a disciplina divina resulta em mudanças de vida;
2. Nem sempre a operação divina em restaurar materialmente alcança o aspecto espiritual;
3. Nem sempre reforma na igreja significa reforma na vida...

...Então, é necessário reatar o compromisso de um relacionamento genuíno com Deus. Para isso, é imprescindível reconhecer que:

1. O amor de Deus por Seu povo é real, infinito e atuante (vs. 1-6);
2. O amor de Deus jamais ignora a correção de Seus filhos (vs. 7-10);
3. O amor de Deus não é irresistível; portanto, não O rejeite (vs. 11-14).

Amor é base para qualquer relacionamento, mesmo com Deus. Práticas sem amor é hipocrisia e formalismo. Somente quem ama a Deus de verdade dispõe-se a não traí-lO com o diabo, praticando o pecado.

Quando a sonolência espiritual toma conta, acorde; levante a cabeça e comprometa-se plenamente com Deus!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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