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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mateus 26 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 26
Pr. Heber Toth Armí

Que rei dá a vida pelos súditos ingratos e infiéis? Existe alguém com um amor tão incondicional? Sim! Este capítulo fala de um soberano que se entregou pelos insignificantes pecadores, dos quais inclui eu e você. No mínimo, Sua pessoa deve ser considerada. Então continue lendo...

O evangelista Mateus escreveu os capítulos de 1 a 25 de seu livro tendo em vista um alvo: a morte do Rei dos reis, o Messias, o Filho de Deus. Infelizmente este poderoso livro não alcançou a razão cauterizada dos judeus; entretanto, se você permitir, o Espírito Santo irá imprimir em teu coração cada palavra.

O capítulo pode ser assim sintetizado:
1. Havia conspiração por parte dos religiosos objetivando destruir Jesus; desta forma, a festa da Páscoa cumpriria seu verdadeiro significado apontado simbolicamente pela morte de cordeiros (vs. 1-5).

2. Um ato de entrega e adoração em reconhecimento de que Jesus era o Messias escandalizou os desprovidos de discernimento espiritual, mas extraiu belas palavras da boca do Salvador (vs. 6-13).

3. Ao celebrar a primeira ceia Jesus eliminou a páscoa. Ele fez isso pelas seguintes razões: Na páscoa um cordeiro morria para substituir o pecado, Jesus é quem de fato fez isso; na páscoa, era um cordeiro por família, Jesus foi o sacrifício completo por todos; na páscoa, o cordeiro deveria ser perfeito, Jesus nunca falhou. Jesus substituiu a páscoa pela santa ceia (vs. 17-29).

4. Os discípulos ainda não tinham confiança plena em Jesus mesmo depois de ter acompanhado boa parte do Seu ministério. Por isso, além de sofrer a consequência do pecado, Jesus enfrentou traição, abandono e desprezo de seus amigos (vs. 30-56, 69-75).

5. Jesus, o soberano Rei foi julgado e condenado pelos líderes religiosos e políticos deste mundo, foi desprezado, humilhado, escarnecido e morto. Ele aceitou isso a fim de tomar nosso lugar, como um cordeiro morria pelo culpado transgressor (vs. 57-68).

Ao participar da próxima santa ceia, olhe para o passado, veja o Rei Jesus na cruz por você; considere o terrível preço para te libertar da tragédia do pecado; e, então, contemple o futuro, quando, na segunda vinda, Ele virá para levar os salvos deste mundo.

Jesus foi ao fundo do poço para libertar todo aquele que estiver lá. Comemore!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

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Mateus 26 Comentários de Stephen Bauer


Mateus  26
Stephen Bauer

Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.

Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!

Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação.

Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.

Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.

Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos.

Stephen Bauer, Ph.D.




http://www.palavraeficaz.com/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mateus 25 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Leitura Bíblica- Mateus 25

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O fim do mundo é a preocupação de muitos cristãos e não cristãos. Contudo, a preocupação de Cristo é a preparação da humanidade que, mesmo Ele tendo providenciado tudo para a salvação de todos, a maioria se perderá – inclusive de dentro da igrejas verdadeira.

Para exemplificar isso, Jesus conta duas parábolas no capítulo em questão:
1. A parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. A parábola dos talentos (vs. 14-30).
3. O restante Jesus aborda como se dará a sentença no dia do juízo (vs. 31-46).

A primeira parábola destaca cinco virgens néscias e cinco sábias: Representam todos os crentes. No tempo do fim a sonolência alcança a todos; a única diferença é a quantidade de azeite. Segundo Leroy E. Froom, “O azeite representa o Espírito Santo. Sem o Espírito de Deus, de nada vale o conhecimento da Palavra, por mais ortodoxa que seja nossa compreensão da mesma. Podemos estar bem familiarizados com todos os seus mandamentos, preceitos, promessas e profecias; mas a menos que o Espírito Santo os torne uma realidade em nossa vida, o caráter não é transformado [...]. Não é bastante estar esperando com a igreja, ou mesmo dentro [dela]. Mera profissão nada mais é que disfarçada aparência que conduzirá à perdição”.

A parábola dos talentos revela a importância de servir a Deus com os dons que Ele nos dá por meio de Seu Espírito. Aquele que enterra seus talentos não usando-os para o avanço da missão evangelística, perderá todos os dons que recebera de Deus, inclusiva a vida; todavia aquele que os usar será grandemente recompensando, mesmo não possuindo muitos talentos.

A conclusão do sermão de Jesus revela que no fim, o teste não será uma prova intelectual ou que será passada uma fita métrica em volta da cabeça para medir quanto aprendeu sobre teologia; mas, será colocada “uma fita” para medir o coração, a fim de avaliar quanto cada pessoa amou. Afinal, no tempo do fim, o que importa não é quanto eu sei ou quanto eu fiz, mas “quanto” e “como” amei.

“Então, os ‘bodes’ serão conduzidos à condenação eterna, mas as ‘ovelhas’ à recompensa eterna” (v. 46).

Este capítulo revela como será a seleção de quem irá ao Céu de quem não irá: Reflita! Reavive-se! / Heber Toth Armí

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