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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Verdadeiras Normas de Excelência Cristã

Refletindo a Cristo

Verdadeiras Normas de Excelência Cristã 23 de maio

Segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo.  I Ped. 1:15 e 16.
É plano de Deus que o aperfeiçoamento seja a obra vitalícia de todo o Seu povo, e que em todos os seus objetivos eles sejam guiados e controlados por princípios cristãos e por uma correta experiência. Muitos, porém, não conseguem entender o verdadeiro objetivo da vida, e sob a influência de erros acariciados, sacrificam tudo o que é realmente valioso na vida. O verdadeiro homem é aquele que está disposto a sacrificar os seus próprios interesses para o bem de outros. …
O intelecto é uma força mais poderosa do que a riqueza ou o vigor físico. Se for santificado e controlado pelo Espírito de Deus, poderá exercer uma poderosa influência para o bem. Mas o intelecto apenas não faz o homem, de acordo com o padrão divino. Quando se torna servo do vício, um grande intelecto é uma maldição para o seu possuidor e para todos os que se acham sob sua influência.
A afirmação de verdadeira varonilidade por parte de alguém precisa ser determinada pelo uso das faculdades que Deus lhe deu. Lord Byron possuía raros dotes intelectuais; mas não era um homem segundo o critério divino. … Ele foi um dos homens mais notáveis do mundo; Deus, porém, o considerava apenas alguém que havia abusado dos talentos que Ele lhe concedera. Muitos outros, aos quais Deus dotou de poderoso intelecto, e a quem o mundo chamou de grandes homens, se alinharam sob a bandeira de Satanás, e utilizaram os dons de Deus para a perversão da verdade e destruição de vidas. …
Em contraste com a vida de tais homens está a de Martinho Lutero. Ele não nasceu príncipe. Não usava coroa real. De uma cela solitária sua voz foi ouvida, e sentida sua influência. Possuía um coração nobre e generoso, bem como um vigoroso intelecto, e todas as suas faculdades foram utilizadas para o bem da humanidade. Permaneceu corajosamente ao lado da verdade e do direito, e resistiu a oposição do mundo a fim de beneficiar seus companheiros.
O que beneficiará a humanidade é a vida espiritual. Se o homem estiver em harmonia com Deus, dependerá continuamente dEle para ter força. “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” Mat. 5:48. Nossa obra vitalícia deve ser a de avançar continuamente rumo à perfeição do caráter cristão, esforçando-nos sempre para submeter-nos à vontade de Deus, e lembrando que os esforços iniciados na Terra continuarão por toda a eternidade. Deus colocou diante da família humana uma elevada norma, e o que for fiel à varonilidade que Deus lhe concedeu, não apenas promoverá a felicidade de seu próximo nesta vida, mas o auxiliará a conseguir uma eterna recompensa na vida por vir. Signs of the Times, 17 de junho de 1886.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 149

Romanos 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 1 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Mesmo que nossos planos sejam os mesmos planos de Deus, a realização deles pode não ser fácil ou acontecer como gostaríamos.

O último terço do livro de Atos descreve a viagem de Paulo de Jerusalém a Roma (Atos 19:21-28:31). Essa capital e maior cidade do Império Romano sempre esteve no coração desse apóstolo (Atos 19:21). Para alcançar seu objetivo, teve de passar por prisão ilegal, julgamentos de judeus e romanos, reclusão e naufrágio. 

Hernandes Dias Lopes observa que por oito vezes Paulo revelou seu propósito de visitar Roma:

• Essa viagem foi alvo de suas orações (Romanos 1:10);
• Ele propôs-se várias vezes visitar os crentes romanos (Romanos 1:13);
• Expressou que em todas as investidas para visitá-los, fora impedido (Romanos 1:13);
• Afirmou que, ao escrever sua Carta aos Romanos, estava pronto para anunciar o evangelho a eles (Romanos 1:15);
• Afirmou ter sido impedido de visitar Roma porque seu compromisso era prioritariamente pregar o evangelho onde Cristo não tinha sido ainda anunciado (Romanos 15:20-22);
• Disse ter pregado em todos os cantos do Império Romano e, não tendo mais onde pregar nas regiões que percorrera, aproveitaria para passar por Roma quando fosse visitar a Espanha (Romanos 15:23-24);
• Estando de partida para Jerusalém, a fim de levar uma oferta aos santos, disse que seguiria para a Espanha, passando por Roma (Romanos 15:25-29);
• Ele pediu oração à igreja de Roma, queria livramento dos rebeldes judeus, alcançar bom êxito na entrega da oferta, e chegar a Roma (Romanos 15:30-32). Deus também queria que Paulo fosse a Roma (Atos 23:11).

Paulo chegou a Roma, mas de uma forma indesejada: Como prisioneiro. Mas, sua carta fora escrita antes, da cidade de Corinto, no final de sua terceira viagem missionária. Na carta, Paulo:

• Na introdução, apresenta-se; e, revela que os crentes romanos são os destinatários; também apresenta o tema: Cristo e o evangelho da salvação (vs. 1-7).
• Explica por que escreve (vs. 8-15) e sobre o que escreve (vs. 16-17): Justificação pela fé.
• Começa sua argumentação referindo-se ao pecado. Sua tese é: Mesmo possuindo conhecimento de Deus, a humanidade não O glorificou, mudou a verdade em mentira, e rejeitou o conhecimento do verdadeiro Deus (vs. 18-32). Consequentemente, todos os humanos estão condenados.

Paulo mostrará que, apesar disso, há esperança e salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

terça-feira, 22 de maio de 2018

Recebemos a Sabedoria da Eternidade

Refletindo a Cristo

Recebemos a Sabedoria da Eternidade 22 de maio 

Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência. Prov. 9:9.
Acariciando as sugestões do Espírito, e a elas obedecendo, nosso coração se dilatará para receber mais e mais de Seu poder, e para fazer maior e melhor obra. Energias adormecidas são despertadas, e faculdades paralisadas recebem nova vida.
O obreiro humilde, que obedientemente responde ao apelo de Deus, pode estar certo de que receberá a assistência divina. Aceitar responsabilidade tão grande e sagrada, por si só eleva o caráter. Estimula à atividade as mais elevadas forças mentais e espirituais, e fortalece e purifica a mente e o coração. Pela fé no poder de Deus é maravilhoso quão forte se torna um homem débil, quão decididos seus esforços, quão fecundos de grandes resultados. Quem principia com pouco conhecimento, e de modo humilde fala o que sabe, ao passo que procura diligentemente mais sabedoria, achará todo o tesouro celestial aguardando seu pedido. Quanto mais procurar comunicar luz, mais luz receberá. Quanto mais alguém experimentar explicar a Palavra de Deus a outros com amor, mais clara ela se tornará para ele. Quanto mais usarmos nosso conhecimento e exercitarmos nossas faculdades, maior conhecimento e capacidade teremos.
Todo esforço feito para Cristo reverterá em bênçãos para nós mesmos. Se usarmos nossos meios para Sua glória, Ele nos dará mais. Se tentarmos ganhar outros para Cristo, manifestando em nossas orações preocupação por eles, nosso coração palpitará pela influência vivificadora da graça de Deus; nossos próprios afetos arderão com mais divino fervor; toda a nossa vida cristã será mais e mais uma realidade, mais sincera e mais devota.
O valor do homem é calculado no Céu de acordo com a capacidade do coração de conhecer a Deus. Esse conhecimento é a fonte da qual origina todo o poder. Deus criou o homem para que toda faculdade fosse faculdade da mente divina, e sempre procura pôr a mente humana em associação com a divina. Oferece-nos o privilégio de cooperar com Cristo, revelando Sua graça ao mundo, para que recebamos conhecimento crescente das coisas celestes. Olhando para Cristo adquirimos visão mais brilhante e distinta de Deus, e pela contemplação somos transformados. A benignidade e o amor para com nossos semelhantes tornam-se um instinto natural. Desenvolvemos caráter que é uma cópia do divino. Crescendo à Sua semelhança, ampliamos nossa capacidade de conhecer a Deus. Mais e mais entramos em comunhão com o mundo celeste, e temos poder incessantemente crescente de receber as riquezas do conhecimento e sabedoria da eternidade. Parábolas de Jesus, págs. 354 e 355.

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