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terça-feira, 24 de abril de 2018

Como Obter Força Espiritual

Refletindo a Cristo

Como Obter Força Espiritual- 24 de abril 

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim. João 5:39.
O Espírito Santo Se acha ao lado de cada verdadeiro pesquisador da Palavra de Deus, habilitando-o a descobrir as gemas escondidas da verdade. A iluminação divina lhe vem à mente fixando-lhe a verdade com uma nova e vigorosa importância. Ele se enche de uma alegria jamais experimentada antes. A paz de Deus repousa sobre ele. A preciosidade da verdade é percebida como nunca antes. Uma luz celestial resplandece sobre a Palavra, fazendo com que cada letra pareça estar tingida de ouro. O próprio Deus fala ao coração, tornando Sua Palavra espírito e vida.
A vida eterna é a recepção dos elementos vivos contidos nas Escrituras, é o fazer a vontade de Deus. Isto é o que significa o comer a carne e o beber o sangue do Filho de Deus. Todos têm a oportunidade de participar do pão do Céu estudando a Palavra de Deus, e obtendo assim força espiritual. …
Um rico banquete é preparado para os que aceitam a Cristo como seu Salvador pessoal. Dia a dia, ao participarem de Sua Palavra, são nutridos e fortalecidos.
Por que o povo de Deus não toma conhecimento das palavras do Grande Mestre? Por que se voltam para os seres humanos em busca de auxílio e conforto, quando possuem a grandiosa promessa: “Quem comer a Minha carne e beber o Meu sangue permanece em Mim, e Eu, nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e igualmente Eu vivo pelo Pai, também quem de Mim se alimenta por Mim viverá. … Quem comer este pão viverá eternamente”? João 6:56-58.
Aqueles que participam do banquete para eles preparado obterão uma experiência do mais alto valor. Verão que em comparação com a Palavra de Deus, a palavra do homem é como a palha para o trigo.
Em todo e qualquer plano que fazemos, precisamos agir com inteira dependência de Deus, ou seremos enganados pelas aparências, em vez da realidade. …
Por causa dos resíduos eliminados pelo corpo, o sangue precisa ser constantemente renovado através de alimento. Assim também com a nossa vida espiritual. A palavra precisa ser diariamente recebida, crida e transformada em ação. Cristo precisa habitar em nós, dando energia a todo o ser, e renovando o sangue vital do indivíduo. Seu exemplo deve ser nosso guia. Em nosso relacionamento uns com os outros, precisamos revelar Sua simpatia. Precisa haver prática real da graça de Cristo em nosso coração. Então poderemos dizer com o apóstolo: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim”. Gál. 2:20. A vida de Cristo no coração é a razão da alegria e a garantia de nossa glória. Review and Herald, 1° de outubro de 1901.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 120 – 

João 21 Comentário Pr Heber Toth Armí

JOÃO 21
Comentário Pr Heber Toth Armí

 Jesus morreu e ressuscitou para restaurar-nos física, mental e espiritualmente. Sem esta restauração, Seu sacrifício não teria sentido atualmente.

Como exemplo dessa restauração, o evangelista João cita dois personagens:

• Tomé: Jesus restaurou sua fé, crença e confiança. A incredulidade deve dar lugar à credulidade (João 20:24-31; 21:24-25).
• Pedro: Jesus o restaurou da vanglória, descrédito, covardia e distração.

“Depois do café da manhã na praia [João 21:1-14], veio a entrevista que Pedro temia [João 21:15-18]. Três vezes ele havia negado a Jesus. Assim, três vezes Jesus lhe fez a mesma pergunta: ‘Você me ama?’ E três vezes Jesus o renomeou, dizendo: ‘Cuide das minhas ovelhas’ [...]. A pergunta não foi sobre o passado, mas sobre o presente; não sobre palavras ou obras, mas sobre a atitude do coração de Pedro. O amor a Cristo pressupõe prioridade, pois são pecadores perdoados os que mais amam” (John Stott).

Jesus quer restaurar-nos também:

• De nossa vanglória: Às vezes somos arrogantes. Pensamos que amamos a Jesus mais que as demais pessoas. Vangloriamo-nos de nosso cristianismo trôpego pensando que jamais negaremos a fé. Pedro, que alegava permanecer com Jesus ainda que todos O abandonassem, O negou três vezes; agora, por três vezes, Jesus perguntou-lhe sobre seu amor a fim de curar-lhe a vanglória. Jesus quer fazer o mesmo conosco.

• Do descrédito: Nossas palavras podem ser jogadas ao chão por nossas próprias ações contrárias ao que prometemos (João 18:15-27). O líder que peca tão gravemente como Pedro, que perde a credibilidade diante das pessoas, Jesus o perdoa e o restaura ao serviço. Jesus confiou a Pedro a missão de apascentar e pastorear Seu rebanho. Em vez de demiti-lo do cargo, Jesus o restaurou do descrédito. Há esperança para nós!

• Da covardia: A ousadia humana (João 13:37) pode tornar-se covardia diante da pressão da sociedade (João 18:15-27). Contudo, Jesus quer curar-nos. Curado, Pedro foi martirizado, crucificado de cabeça-para-baixo falando de Cristo.

• Da distração. Às vezes, como Pedro, somos distraídos diante da missão dada por Cristo. Podemos distrair por causa das dificuldades (Mateus 14:30), voltando à rotina antiga (João 21:3) ou focando em outra pessoa (João 21:20-23). Hoje Jesus quer dizer-nos, “quanto a ti, segue-Me”, deixe a distração!

Tudo o que João escreveu visa despertar nossa crença em Jesus. Reavivemo-nos intensamente! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

Compartilhe conosco tua experiência com o evangelho escrito por João...

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A Fé Qualifica as Pessoas

Refletindo a Cristo,

A Fé Qualifica as Pessoas - 23 de abril

Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Heb. 11:1.
Quantas vezes os que confiavam na Palavra de Deus, embora se encontrando literalmente desamparados, têm resistido ao poder do mundo inteiro! Eis Enoque, puro de coração e de vida santa, mantendo firme a sua fé na vitória da justiça contra uma geração corrupta e escarnecedora; Noé e sua casa contra os homens de sua época, homens da maior força física e mental, e da moral mais vil; os filhos de Israel junto ao Mar Vermelho, desamparada e aterrorizada multidão de escravos contra o mais poderoso exército da mais poderosa nação do globo; Davi, como um pastorzinho, tendo de Deus a promessa do trono, em oposição a Saul, o rei estabelecido e disposto a manter firmemente o seu poder; Sadraque e seus companheiros no fogo, e Nabucodonosor no trono; Daniel entre os leões e seus inimigos nos altos postos do reino; Jesus na cruz, e os sacerdotes e principais dos judeus forçando até o governador romano a fazer a vontade deles; Paulo em grilhões, conduzido à morte de criminoso, sendo Nero o déspota de um império mundial.
Tais exemplos não se encontram somente na Bíblia. São abundantes em todo o registro do progresso humano. Os valdenses e os huguenotes, Wycliffe e Huss, Jerônimo e Lutero, Tyndale e Knox, Zinzendorf e Wesley, com multidões de outros, têm testemunhado do poder da Palavra de Deus contra o poder e astúcia humanos em apoio do mal. Tais constituem a verdadeira nobreza do mundo. Tais são a sua linhagem real. Nesta linhagem a juventude de hoje é chamada a tomar lugar.
Necessita-se de fé nas pequenas coisas da vida, tanto como nas grandes. Em todos os nossos interesses e ocupações diários, a força amparadora de Deus se nos torna real por meio de uma confiança perseverante. …
Unicamente essa percepção da presença de Deus poderá banir aquele receio que faria da vida um peso à tímida criança. Fixe ela em sua memória esta promessa: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem, e os livra.” Sal. 34:7. Que leia a maravilhosa história de Eliseu na cidade montesina e, entre ele e os exércitos de inimigos armados, uma poderosa multidão circunjacente de anjos celestiais. Leia como a Pedro, na prisão e condenado à morte, apareceu o anjo de Deus; como, depois de passarem pelos guardas armados, pelas portas maciças e grandes portões de ferro com seus ferrolhos e travessas, o anjo guiou o servo de Deus em segurança. …
De maneira não menos assinalada do que Ele operava naquele tempo, fará hoje onde quer que haja corações de fé, que sejam os condutores de Seu poder. Educação, págs. 254-256.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 119 – 

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