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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

João 19 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


João 19
 Pr. Heber Toth Armí

Quem não tem tempo para as coisas espirituais, está o tempo inteiro perdendo tempo.

Jesus deu mais do que Seu tempo precioso a nós: Ele deu Sua vida impecável! Ele morreu de amor por nós, o que temos feito em resposta?

Jesus foi um inocente condenado, ninguém foi mais injustiçado. Diante disso, há outra injustiça: Nós somos culpados, contudo, estamos vivos. A verdade é que, em Cristo somos absolvidos. Pela morte de Cristo, a vida eterna nos é garantida. Claro, aos que aceita viver por Ele!

Por amar-nos e para salvar-nos de nosso destino horrendo, Jesus pagou o preço de nosso pecado morrendo em nosso lugar para reverter nosso destino. Ele foi...

1. Condenado – como o pior dos pecadores, para salvar a qualquer pecador que render-se a Ele (vs. 1-16);

2. Crucificado – experimentando o pior e mais humilhante sofrimento a fim de nos constranger ao arrependimento dos atos que O levaram a passar por tudo isso (vs. 17-27);

3. Sacrificado – na pior situação Jesus consumou a mais eloquente obra em prol dos pecadores a fim de salvá-los de quaisquer situações (vs. 28-37);

4. Sepultado – após morrer, na sexta feira, Jesus foi colocado num sepulcro novo de um rico de Arimateia, onde permaneceu por poucos dias – no domingo o sepulcro já seria desocupado (vs. 38-42).

Jesus cumpriu tudo o que as profecias mais antigas predisseram. Sua morte foi real tanto quanto todos Seus feitos e promessas relacionadas a Ele. Ele foi, é e continuará sendo a única esperança aos seres humanos de toda raça.

As atitudes de José de Arimateia e Nicodemos nos mostram que ricos, cultos e intelectuais que, sinceramente e humildemente, olharem para Jesus poderão beneficiar-se de Seu sacrifício tanto quanto qualquer pobre, miserável ou analfabeto que se entrega a Ele.

Portanto, não devemos desperdiçar nosso precioso tempo em coisas insignificantes: E, o que é mais importante do que passar tempo com Aquele que deu Seu tempo e Sua vida para oferecer-nos a eternidade?

“Deixe que a água e o sangue,
Que do Seu lado perfurado fluíram,
Sejam do pecado a cura dupla,
Salva-me da culpa e poder dele” (Augustos Toplady).

O coração culpado, amargo ou azedo ainda não foi impactado pelo evangelho, ou o ainda não conheceu o evangelho verdadeiro!

Imagens do Google
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

João 18 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


João 18
Pr. Heber Toth Armí

“Deus faz o melhor pelos seres humanos, estes Lhe dão o pior” – Tive esse insight quando meditei profundamente neste capítulo. Deus deu Jesus ao mundo. Jesus deu a vida por nós.

E nós, como reagimos a tão grande ato de bondade? Indiferença, frieza, um culto formal (monótono), hipocrisia? O que você acha? Te sentes cristão verdadeiramente comprometido e entusiasmado dia e noite, todos os dias, pelo presente Divino?

A seguir, as aplicações extraídas deste capítulo tem base no teólogo expositivo C. J. Ryle:

Nos primeiros versículos (vs. 1-11) vemos...

1. ...a excessiva dureza de coração que pode tomar conta do coração de uma pessoa ímpia;
2. ...a completa voluntariedade dos sofrimentos de Cristo;
3. ...a terna misericórdia do Senhor Jesus demonstrada em Sua preocupação com a segurança dos discípulos;
4. ...a perfeita submissão de nosso Senhor à vontade do Pai.

Nos versículos 18-27 aprendemos que devemos observar...

1. ...a admirável dureza do coração das pessoas incrédulas;
2. ...a admirável condescendência de nosso Senhor Jesus Cristo;
3. ...o admirável grau de fraqueza que pode ser encontrado em um verdadeiro cristão.

Nos versículos 28-40 notamos...
1. ...a falsa consciência dos perversos inimigos de nosso Senhor;
2. ...a descrição que o Senhor Jesus fez de Seu próprio reino;
3. ...a maneira como o Senhor Jesus descreveu Sua missão;
4. ...a indagação de Pôncio Pilatos dirigida a nosso Senhor.

Jesus demonstrou bondade, amor, compaixão e tolerância aos pecadores. Ele foi cortes com Judas, o traidor; Ele foi bondoso com Malco, soldado que Pedro cortou a orelha; Ele foi como um cordeiro submisso perante as maldosas autoridades religiosas; Ele foi compassivo com Pedro, que O negou publicamente; Ele foi gentil com autoridades políticas que O humilhavam.

Esse é o presente de Deus para nós. Jesus foi a melhor pessoa que viveu neste Planeta, mas foi tratado como a pior delas pelos humanos. As pessoas boas (religiosas) se revelaram más diante de Jesus. Isso deve nos fazer pensar quem realmente nós somos. De bom não temos nada!

Contudo, temos um exemplo; aliás, mais que um exemplo. A morte de Cristo é o método Divino para salvar-nos de nós mesmos. Seu sacrifício não visa apenas a nossa libertação das consequências do pecado, mas nossa transformação de vida.
Valorizemo-lO mais! 

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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João 18 Comentários de Christopher Bullock


 João 18
 Christopher Bullock

Jesus sabe o que irá acontecer com ele (vs.3). Sua prisão, a negação de Pedro, a traição de Judas, incluindo os julgamentos injustos — tudo acontecerá como previsto.

Ironicamente, ao invés de se esconder, Jesus e seus discípulos se dirigem para um jardim que costumavam frequentar. Logo chega um “destacamento de soldados”, conduzido por Judas. Com o beijo da traição vem a prisão de Jesus e duas vezes Ele diz: “Sou Eu” aquele a quem buscais (v. 5, 8). Por outro lado, Pedro negou conhecer Jesus por duas vezes. Pedro só aprenderia a lição de permitir que Jesus reinasse plenamente em seu coração depois de sua terceira negação.

Você tem deixado Jesus ser o Rei do seu coração e governar a sua vida, ou você está negando que o conhece por sua maneira de viver? Alguns oferecem a Jesus apenas o serviço de lábios, e não o serviço da vida, o que é uma negação dEle. Jesus não é um item acessório que você utiliza quando quer. Jesus nunca disse: “Dá-me o teu coração e faça de conta que você não me conhece nem a meus ensinos”. Ele quer o nosso TUDO, porque Ele deu TUDO de si.

João menciona neste capítulo três “julgamentos”. O primeiro foi diante de Anás, o sogro do sumo sacerdote Caifás. Quando questionado por Anás, Jesus respondeu com sinceridade. Por falar a verdade, um funcionário bateu no rosto de Jesus!! A verdade nem sempre é bem vinda.

Após ser interrogado por Caifás, Jesus foi levado para o palácio do governador romano, Pilatos, que lhe dirigiu mais perguntas. Pilatos não estava gostando nem um pouco de sentir-se encurralado entre a inocência de Jesus e a maldade dos líderes Judaicos.

Quando Pilatos perguntou a Jesus a importante questão: “És tu o rei dos judeus? Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem” (v. 36). Então Pilatos perguntou: “Você é rei?” Jesus respondeu: “Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade” (v. 37, NVI). Pilatos então perguntou: “Que é a verdade?” (v. 38), mas não parou para ouvir a resposta. A verdade para Pilatos era que ele não havia encontrado nenhum motivo para a acusação feita contra Jesus (v.38). No entanto, ainda assim ele enviou Jesus para ser crucificado.

O que é a verdade? Não é essa a questão que desafia a todos os seres humanos? 

Jesus nos convida a aceitarmos a verdade existente em Sua Palavra. Um lugar de amor, serenidade e descanso. Isso é o que Ele deseja para cada um de nós!

Christopher Bullock



http://www.palavraeficaz.com/

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