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segunda-feira, 28 de maio de 2018

O Estudo da Bíblia Produz Cultura

Refletindo a Cristo

O Estudo da Bíblia Produz Cultura-28 de maio


Pelo conhecimento se encherão as câmaras de toda sorte de bens, preciosos e deleitáveis. Prov. 24:4.
É lei de Deus que a força, tanto para o espírito e a alma como para o corpo, se adquira por meio do esforço. É o exercício que desenvolve. De acordo com essa lei, Deus proveu em Sua Palavra os meios para o desenvolvimento mental e espiritual.
A Bíblia contém todos os princípios que os homens necessitam compreender a fim de se habilitarem tanto para esta vida como para a futura. E tais princípios podem ser compreendidos por todos. Quem quer que possua espírito capaz de apreciar seus ensinos, não poderia ler uma simples passagem da Bíblia sem adquirir dela algum conceito auxiliador. Todavia, os mais valiosos ensinos da Bíblia não serão obtidos com um estudo ocasional ou fragmentado. Seu grande conjunto de verdades não é apresentado de modo a ser descoberto pelo leitor apressado ou descuidoso. … As verdades que irão perfazer o grande todo, devem ser pesquisadas e reunidas “um pouco aqui, um pouco ali”. Isa. 28:10.
Quando assim descobertas e reunidas, notar-se-á que se adaptam perfeitamente umas às outras. Cada evangelho é um suplemento dos outros, cada profecia uma explicação de outra, cada verdade um desenvolvimento de alguma outra. Os símbolos da economia judaica são esclarecidos pelo evangelho. Cada princípio tem na Palavra de Deus seu lugar, cada fato sua significação. E a estrutura completa, em seu plano e execução, dá testemunho do seu Autor. Mente alguma poderia conceber ou moldar tal estrutura, a não ser a que possui o Ente infinito.
Pesquisando as várias partes e estudando as relações entre elas existentes, são chamadas a uma intensa atividade, as mais altas faculdades da mente humana. Ninguém poderá empenhar-se em tal estudo, sem desenvolver poder mental.
E não somente na pesquisa e reunião da verdade consiste o valor mental do estudo da Bíblia. Também consiste no esforço exigido para se apreenderem os temas apresentados. O espírito ocupado unicamente com coisas comuns, torna-se acanhado e enfraquecido. Nunca trabalhando para compreender grandiosas e profundas verdades, depois de algum tempo perde a faculdade de crescer. Como salvaguarda contra esta degenerescência, e como estímulo ao desenvolvimento, nada se poderá igualar ao estudo da Palavra de Deus. Como meio para o preparo intelectual, a Bíblia é mais eficaz do que qualquer outro livro, ou todos os outros livros reunidos. … Nenhum outro estudo poderá transmitir tal poder mental como o faz o esforço para se compreenderem as verdades estupendas da revelação. A mente, elevada assim em contato com os pensamentos do Infinito, não poderá deixar de expandir-se e fortalecer-se. Educação, págs. 123 e 124.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986  Pág. 154 –

Romanos 6 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 6 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Antes de Paulo mostrar a solução da humanidade condenada, ele revirou a sujeira da alma humana; apresentou um quadro vívido de uma raça corrompida e depravada, enlameada no pecado, afogando num mar de imoralidades.

Muitos não gostam de psicólogos, tememos que revire os lixos emocionais. Se permitirmos que Deus lide conosco, precisaremos permitir que Ele mexa nas feridas purulentas e nos lixos imundos e fétidos de nosso caráter.

• Em Romanos 1:1-2:20 Paulo tratou do problema da humanidade, da doença moral que é o pecado;
• Em Romanos 3:21-5:21 Paulo tratou da providência de Deus, que é o remédio para o dente moral: A justificação pela fé em Cristo;
• A partir deste capítulo, Paulo apresentará o estilo de vida do pecador que foi justificado pela graça, mediante a fé em Cristo.

No capítulo em análise, Paulo revela o meio de reavivar o pecador morto. Aqui fica evidente que, avivamento acontece com o novo nascimento. Quem quer experimentar a nova vida em Cristo precisa morrer definitivamente para o pecado. 

Reflita:

1. Ser salvo significa liberdade, não libertinagem. Jesus não liberta o indivíduo do pecado para que este venha a pecar como antes ou mais do que antes. A graça de Cristo alcança ao pecador para libertá-lo da desgraça do pecado, não para liberá-lo a pecar. Estar debaixo da graça não significa carta branca (ou licença) para pecar.

2. O batismo bíblico é uma decisão consciente que deve acontecer quando o pecador decide tornar-se cristão e opta por morrer para a velha vida. O evangelho é um convite para viver, embora antes tenha de morrer. Quem se identifica com a morte de Cristo, morre para o pecado; porém, também com Cristo ressuscita para uma nova vida: Morto para o pecado e vivo para Deus.

3. Se somos livres da escravidão do pecado, também somos livres do poder do pecado. Ou pertencemos a Deus ou pertencemos ao pecado, não há como pertencer a ambos. Somos influenciados e súditos de quem nos entregamos. 

Sendo assim, o cristão não é indeciso: ora pende para um lado e ora para outro. Quem está em Cristo vive uma novidade de vida. A vida dupla é uma hipocrisia, uma existência cristã ilusória. Se este é o caso, é preciso rever teu cristianismo – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico



domingo, 27 de maio de 2018

A Avenida da Saúde

Refletindo a Cristo

A Avenida da Saúde- 27 de maio


Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os Seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. Sal. 34:15
A certeza de estar procedendo corretamente é o melhor remédio para corpo e mente enfermos. A bênção especial de Deus repousando sobre o recebedor significa saúde e força. Aquele cuja mente está calma e satisfeita em Deus, se acha no caminho da saúde. A certeza de que os olhos do Senhor estão sobre nós, e de que os Seus ouvidos estão atentos às nossas orações, é realmente uma satisfação. O fato de saber que temos um Amigo que nunca falha, e a quem podemos confiar todos os segredos do coração, é uma felicidade que as palavras jamais poderão expressar. Aqueles cujas faculdades morais se acham obscurecidas pela doença não são os que representam apropriadamente a vida cristã ou os encantos da santidade. Acham-se freqüentemente possuídos de fervoroso fanatismo, ou gélida indiferença, ou apatia.
Os que não sentem ser um dever religioso disciplinar a mente a fim de que esta se demore em temas positivos, serão geralmente encontrados num dos seguintes dois extremos: ou estarão exultantes por uma contínua sucessão de divertimentos estimulantes, condescendendo com conversas frívolas, rindo e gracejando, ou estarão deprimidos, enfrentando grandes provações e conflitos mentais que, segundo imaginam, poucos experimentaram ou podem compreender. … Trabalho apropriado, e exercício salutar de todas as suas faculdades, desviariam os seus pensamentos de si próprios. …
Se exercitassem a mente para que esta se demorasse em idéias que nada têm a ver com o eu, eles ainda poderiam ser úteis. … Sentimentos de desânimo são freqüentemente o resultado de demasiado lazer. As mãos e a mente devem estar ocupadas em trabalho útil, aliviando as cargas dos outros; e os que estiverem assim ocupados beneficiarão a si próprios também. …
A mente deve ser desviada do eu; suas faculdades devem ser exercitadas a fim de divisar meios de fazer os outros melhores e mais felizes. “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” Tia. 1:27.
A verdadeira religião enobrece a mente, refina o gosto, santifica o raciocínio, e torna o seu possuidor participante da pureza e santidade do Céu. Ela traz para perto os anjos, e nos separa mais e mais do espírito e influência do mundo. Ela faz parte de todas as ações e relações da vida, e nos dá um espírito sadio, produzindo como consequência felicidade e paz. Signs of the Times, 23 de outubro de 1884.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 153 

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