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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Lucas 11 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Lucas 11
Pr. Heber Toth Armí

Tem coisas que fazemos que ofendem a Deus, até mesmo realizadas com objetivos religiosos. Por isso, no livro “Caminho a Cristo” diz: “Tudo o que é ofensivo a Deus, tem de ser renunciado” (p. 39). Só quem ama a Jesus de todo o coração terá tal determinação.

Contudo, os fracos e incapazes de renunciar o que ofende a Deus podem recorrer à oração. Aliás, o médico Lucas é o evangelista que mais enfatiza o ministério da oração. E este capítulo está permeado com orientações sobre como orar e o incentivo para fazê-lo.

Entretanto, se você quer experimentar profundidade espiritual, não permita que entre em tua alma aquilo que não seja substancialmente espiritual; pois, se você assim o permitir, perderá o prazer da devoção e da vida cristã.

Assim como sem diálogo não há relacionamento duradouro, sem comunhão com Cristo não há cristianismo sério e verdadeiro. Portanto, aprenda com Jesus que
1. A oração na vida cristã não é opção, é a essência do vigor espiritual (vs. 1-4);
2. A perseverança na oração é a herança de Cristo a nós, seres mortais (vs. 5-8);
3. A oração é o meio de buscar em Deus auxílio como um filho busca em seu pai (vs. 9-13).

Outro ponto importante deste capítulo enfatizado por Lucas é o poder de Cristo sobre o poder de Satanás e a interpretação incorreta que os críticos fazem de Jesus e o que acontece com aquele que não vive em plena comunhão com Deus (vs. 14-26).

Lucas ainda descreve o comportamento dos críticos à luz dos ensinamentos de Jesus. Não resta dúvidas de que o ser humano, por mais religioso que seja, não sabe avaliar com clareza as evidências da verdade (vs. 29-54).

Deixei de propósito os versos 27 e 28 para concluir, com as seguintes aplicações:
1. Conceber Jesus e amamentá-lO não é sinônimo de tê-lO no coração; antes de ser chamada agraciada, Maria praticava a Palavra de Deus.
2. Bem-aventurado mais do que ser mãe de Jesus é quem ouve e pratica a Palavra de Deus.
3. Bem-aventurado é mais aquele que tem intimidade espiritual com Jesus do que aquele que teve intimidade carnal.

Hoje, decida ser bem-aventurado ouvindo, aplicando e praticando a Palavra de Deus em tua vida.

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:



Lucas 11 Comentários de Douglas Jacobs

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Lucas 11
Comentários  de  Douglas Jacobs

Atendendo ao pedido de Seus discípulos para que os ensinasse a orar, assim como João ensinara aos seus próprios discípulos, Jesus lhes concede a oração modelo, que encontramos em Lucas 11:2-4 (e Mt 6:9-15).

A “Oração do Senhor” não era uma oração a ser constantemente repetida. Isso se torna evidente a partir da história que Jesus contou a seguir de um homem que pede a seu amigo que lhe dê pão para atender a um convidado que havia chegado de surpresa. Por contraste, Jesus ensinou que Deus sabe e deseja atender ás nossas necessidades antes que o peçamos. Nós é que temos de ser transformados por nossas orações, que devem vir do fundo de nossa realidade e amor.

A Oração do Senhor descreve o que podemos apresentar ao Senhor em nossas orações.Jesus inicia a Sua oração com: “Pai Nosso que estais nos Céus” (Lucas 11:2 NKJV). Aquele a quem dirigimos nossas orações está acima de tudo, Ele está no Céu. Ao mesmo tempo, Ele é um Deus pessoal, nosso Pai. Quando oramos, “santificado seja o Teu nome” (Lucas 11:2), estamos reconhecendo a Sua santidade e a nossa pecaminosidade. Estamos pedindo ao “Pai Nosso”, a nos dar o Seu caráter santo.

Em seguida, Jesus nos ensina a pedir: “Venha o Teu reino. Sua vontade seja feita na terra como no céu “(Lucas 11:2, 3 NKJV). Este mundo ainda não está sob o controle completo de Jesus. Portanto, estamos a orar pelo momento em que o pecado será erradicado e quando Jesus será novamente Senhor de todos na terra. E estamos a rezar para que a vontade de Deus se realize em nossas vidas hoje, assim como é feita no céu. Em todos os dias encontramos “compartimentos específicos” em nossos corações, os quais devemos submeter à vontade de Deus.

Além disso, todos os dias precisamos do “nosso pão cotidiano” (Lucas 11:3 NVI) e auxílio em outras necessidades físicas. Todos os dias precisamos de perdão pelos pecados que nós cometemos, e a cada dia precisamos estender o perdão àqueles que nos ofenderam. Talvez Jesus tenha agrupado os pedidos por pão e perdão porque a comida é uma das nossas necessidades físicas mais básicas e perdão é a nossa mais importante necessidade espiritual.

Na versão de Lucas da Oração do Senhor, o pedido final de Jesus é por libertação tanto da tentação quanto do próprio Satanás: “E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal” (Lucas 11:4 NKJV). Ambas as frases transmitem a mesma ideia: “Não nos permita sermos levados a situações em que o maligno tenha a oportunidade de nos tentar”.

Para dar mais vida à sua vida de oração, use os pontos principais da Oração do Senhor, adicionando seu próprio reconhecimento ao governo de Deus e seu louvor pessoal por Sua santidade. Adicione também seus pedidos para que Seu Reino venha e para que Sua vontade se realize em sua vida. Então traga a Ele suas próprias e específicas necessidades físicas e pedidos de perdão. Assim como as áreas específicas em que você quer que Deus te livre das tentações de Satanás. Então, repouse o seu coração, na certeza de que Ele ouviu e atenderá, no Seu tempo, com Sua sabedoria e poder, às suas necessidades.

Douglas Jacobs, D.Min.


http://www.palavraeficaz.com/

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Lucas 10 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Lucas 10

Pr. Heber Toth Armí

Algum tempo atrás li um pequeno grande livro; pequeno em páginas, grande em conteúdo. O livro “Oração Radical”, do professor de Homilética Derek Morris, foi baseado nos primeiros versículos deste fenomenal capítulo de Lucas.

Nas poucas palavras delimitadas aqui, fica impossível reverter todas as excelentes aplicações que o livro apresenta (mas fica a dica). Em resumo, deixo os pontos homileticamente organizados ao leitor desta postagem; extraídos dos versos 1 a 12 e 17:

1. Vendo o mundo por uma perspectiva radical: A seara é grande!

2. Reconhecendo um problema radical: Os ceifeiros são poucos!

3. Fazendo a oração radical: Rogai ao Senhor da seara que envie trabalhadores para Sua seara!

4. Enfrentando desafios radicais: Vos envio como cordeiros para o meio de lobos!

5. Trabalhando com dependência radical: Não levar nada para depender tudo de Deus!

6. Desfrutando alegria radical: “Regressaram possuídos de alegria” (v. 17).
Este é o melhor livro sobre esta porção da Bíblia que li. Vale à pena ter e ler esta obra. Continuando, o texto bíblico apresenta outros pontos interessantes:

1. Muitos não aceitarão o evangelho pregado com inteira dependência de Deus (vs. 13-16); não se iluda pensando que todo verdadeiro discípulo deve levar à conversão a todos os que forem evangelizados.

2. É preciso corrigir o foco de nossa alegria: não o sucesso (muitas conversões, excelentes pregações, realizações de grandes milagres e expulsão de demônios), mas o ter o nome no livro da vida deve nos alegrar de verdade (vs. 17-20).

3. Jesus é o Salvador dos pecadores que humildemente refletem Seu caráter bondoso e compassivo aos moribundos deste mundo; Jesus ilustra isso na parábola do bom samaritano (vs. 21-36). Não basta ser religioso, é preciso ser misericordioso.

4. Jesus quer comunhão, não agitação na religião. Temos de aprender a trabalhar como Marta, sem ignorar a melhor parte da vida cristã, a comunhão com Cristo, ilustrada no exemplo de Maria (vs. 38-42).

Lucas, um inspirado médico escritor, sintetizou com maestria os grandes ensinamentos do Mestre dos mestres. Todos eles são totalmente válidos para instruir nossa vida e nortear nosso cristianismo.

O que decidimos fazer com os ensinos de Cristo determinará nosso destino.

“Senhor, reaviva-me por Tua Palavra; torna-me assíduo leitor e praticante destas sublimes gemas espirituais. Amém!”

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