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terça-feira, 3 de março de 2015

Romanos 5 Comentários Pr. Heber T. Armí

Lições de vida -
 
Romanos 5
Comentários Pr. Heber T. Armí 
Deus, misericordiosamente, compadece-Se do miserável pecador. O misericordioso Deus olha amorosamente à miserabilidade da raça humana e oferece-Lhe um poderoso Salvador.
Por meio da justificação pela fé Deus oferece o melhor aos que Lhe fizeram o pior. Por isso, nós, pecadores miseráveis e condenados, devido ao sacrifício do Filho de Deus, podemos ser declarados justos e mudar nosso status: De condenados para salvos.
Simplesmente, nosso pecado é contabilizado na conta de Jesus; e, Sua justiça, em nossa conta. “Ao aceitar, pela fé, o que Deus sempre desejou para nós – consertar nossa situação com ele, tornar-nos prontos para ele –, alcançamos tudo isso com Deus por causa de nosso Senhor Jesus”. Ao entender isso, cairemos de joelhos em gratidão e louvores a Ele (vs. 1-4).
“Mas ainda há muito mais”, escreveu Paulo, “continuamos a expressar nosso louvor, mesmo que estejamos cheios de problemas...” (vs. 3-5). “Agora que já desfrutamos esta maravilhosa amizade com Deus, não nos contentaremos com meras declarações formais, mas cantaremos louvores a Deus, por meio de Jesus, o Messias” (v. 11).
Assim, dos versos de 1-11 destacamos que, em Cristo...
 1. Somos abençoados: regozijemo-nos em meios aos problemas do presente;
2. Somos bem-aventurados: sonhemos com a plenitude da redenção no futuro.
O que acontece quando alguém se entrega a Jesus? “Embora o pecador tenha vivido antes sob a ira de Deus, agora, sendo crente, ele está sob a benção de Deus” (John MacArthur). Adão abriu a porta que deu acesso ao pecado e suas consequências; por outro lado, Jesus abriu a porta que deu acesso à vida e bênçãos de Deus (vs. 12-20).
O capítulo encerra com estas palavras: “Tudo o que o pecado pode fazer é nos ameaçar com a morte. Já a graça, uma vez que Deus está consertando as coisas por meio do Messias, nos convida à vida – uma vida que continua para sempre”.
“Sintetizando, até que se chegue ao pé da cruz, não se pede perdão dos pecados. Fora desse lugar nunca se chegará a conhecer os pecados. Pior ainda, ninguém reconhecerá ser pecador longe da cruz. Diante da cruz o pecado adquire sua verdadeira e horrorosa dimensão” (Dr. Raul Quiroga).
A graça superou o pecado a fim de libertar o pecador da sentença de morte! 
Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Romanos 5 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por sua Palavra

Romanos 5
Norman McNulty

Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós. Ao experimentarmos essa fé, Deus a purifica através da tribulação, experiência e esperança (1Pe 1:7). Deus nos permite passar por este processo para fortalecer a nossa fé (vv 3-5).

Em seguida, Paulo descreve a morte de Cristo na cruz como a expiação pelos nossos pecados (vv 6-11). Esta é a segunda vez em Romanos que a morte e a redenção de Cristo pelo Seu sangue é explicitamente mencionada (ver Rm 3:24, 25). Por incrível que pareça, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós! Nós temos sido justificados pelo seu sangue e salvos da ira por meio dele. Não só fomos justificados e reconciliados por sua morte, mas Paulo também mostra que somos salvos pela Sua vida (v. 10). Em um capítulo posterior, Paulo vai nos dar uma compreensão mais profunda desta declaração. Sim, Jesus morreu para nos salvar do registro passado de nossos pecados, e também para nos dar o poder de viver a vida que Ele viveu na carne nesta terra.

Em seguida, Paulo descreve o efeito que Adão e Cristo tiveram sobre a humanidade. O primeiro Adão afetou negativamente toda a humanidade, condenando-a, mas o Segundo Adão o fez positivamente, redimindo-a (vv 12-21). Por causa do pecado de Adão, a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Assim, a morte passou a todos os homens, porque todos escolheram o mesmo caminho do pecado. Adão era uma figura daquele que haveria de vir (o segundo Adão). Quando Adão escolheu pecar fez com que todos nós tivéssemos uma natureza pecaminosa. O Segundo Adão também fez uma escolha que poderia afetar toda a humanidade se todos nós escolhêssemos aceitar a Sua morte na cruz.

Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeiro a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).

Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/5/


segunda-feira, 2 de março de 2015

Romanos 4 Comentários Pr. Heber T. Armí

Lições de vida -

Lições da Bíblia -Romanos 4
Comentários Pr. Heber T. Armí 


Numa época de pluralismo, relativismo e subjetivismo é necessário o evangelho puro, absoluto e total, exposto claramente nas páginas da epístola de Paulo aos romanos. Este evangelho, quando devidamente entendido suscita a paixão das pessoas por Jesus e Seu infinito sacrifício.

O pecado torna-nos réus; ao pecar tornamo-nos alvos da ira divina; merecemos a condenação: a morte! Contudo, Deus pode transformar um final terrível num final feliz. Ele tem a única solução para o problemão do pecado. Em Seu Filho tornamo-nos salvos da ira. A salvação é pela graça mediante a fé – qualquer coisa diferente disto é evangelho falso!

Embora pareça nova essa teologia da salvação, só parece, mas não é. Ele é tão antiga quanto a necessidade de salvação. Não é uma visão exclusiva do Novo Testamento, ela está enraizada no Antigo Testamento; e, é isso que Paulo intentará provar a nós neste capítulo.

Hernandes Dias Lopes o divide nos seguintes tópicos:

1. Abraão foi justificado pela fé, não pelas obras (vs. 1-8);
2. Abraão foi justificado pela fé, não pela circuncisão (vs. 9-12);
3. Abraão foi justificado pela fé, não pela lei (vs. 13-17a);
4. Abraão foi justificado pela fé, não pela fé na fé (vs. 17b-22);
5. Abrão foi justificado pela fé, não isoladamente, mas como exemplo de todos os que creem (vs. 23-25).

Deus nunca mudou Seu plano de salvação. Nunca foi pelas obras ou pela lei – embora haja intérpretes que alegam que no Antigo Testamento era por obras da lei, e, atualmente há quem defenda a ideia de que é pela obediência a mandamentos –, Paulo provou completamente o contrário!

A salvação é um presentão de Deus a nós que merecemos punição pelos nossos pecados. Ela é gratuita, e a recebemos mediante a fé. Entretanto, não é qualquer fé. “A fé que é posta em relação a justificação não é a fé geral em Deus; muito menos ainda é alguma fé sem conteúdo bem definido e inteligível; é a fé dirigida à pessoa de Cristo”, declara John Murray.

“Não haveria justificação sem a morte de Jesus no Calvário”, argumenta Siegfried J. Schwantes, “porque Ele morreu e ressuscitou, nós podemos obter perdão e vida eterna”.


A fé é a mão estendida a Deus para receber dEle a salvação! – Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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