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domingo, 23 de agosto de 2026

Deus é a Minha Segurança

 Comentários Salmo 16 

Deus é a Minha Segurança

“Na Presença de Deus Há Segurança e Plenitude de Alegria”


📘Contexto
O Salmo 16 é atribuído a Davi. É uma declaração de confiança absoluta no Senhor. Davi reconhece que sua verdadeira segurança não está nas circunstâncias, nas riquezas ou nas pessoas, mas em Deus.
O salmo também aponta para uma esperança maior: a confiança de que Deus não abandonará Seu servo à morte. Por isso, os versículos 9–11 são compreendidos no Novo Testamento como uma importante referência à ressurreição de Cristo (Atos 2:25-32; 13:35-37).

📘Mensagem central
Quando Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida, encontramos segurança, direção, contentamento e esperança, mesmo diante das incertezas.
Davi não diz que não existem problemas. Ele declara que, com Deus ao seu lado, não será abalado.

📘Comentários por versículo

▪︎Versículo 1 — “Guarda-me, ó Deus, porque em Ti confio.”
Davi começa reconhecendo sua necessidade de proteção. Ele não confia em sua própria força.
•Lição: A verdadeira segurança começa quando reconhecemos nossa dependência de Deus.

▪︎Versículo 2 — “Tu és o meu Senhor; não tenho outro bem além de Ti.”
Davi declara que Deus é seu maior tesouro.
•Lição: Podemos possuir muitas coisas, mas nada se compara ao privilégio de ter Deus como nosso Senhor.

▪︎Versículo 3 — “Quanto aos santos que há na terra...”
Davi valoriza aqueles que pertencem ao Senhor.
•Lição: Nossa caminhada espiritual também é fortalecida pela comunhão com pessoas que amam a Deus.

▪︎Versículo 4 — “Muitas serão as penas dos que escolhem outro deus.”
O salmista contrasta aqueles que seguem o Senhor com aqueles que colocam sua confiança em outros deuses.
•Lição: Aquilo que colocamos no lugar de Deus nunca poderá oferecer a segurança que somente Ele proporciona.

▪︎Versículo 5 — “O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice.”
Davi encontra satisfação em Deus.
•Lição: Quando Deus é nossa herança, aprendemos a viver com contentamento, mesmo quando nem tudo acontece como desejamos.

▪︎Versículo 6 — “As minhas divisas caem em lugares amenos.”
A linguagem transmite a ideia de uma herança preciosa e agradável.
•Lição: Quem reconhece Deus como sua porção aprende a enxergar bênçãos mesmo nas coisas simples da vida.

▪︎Versículo 7 — “Bendigo o Senhor que me aconselha.”
Davi reconhece que Deus o orienta.
•Lição: Deus não deseja apenas nos proteger; Ele também deseja nos ensinar a escolher o caminho certo.

▪︎Versículo 8 — “Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim.”
Este é um dos grandes centros do salmo.
Davi mantém Deus diante dos olhos e no centro de suas decisões.
•Lição: Quando Deus está à nossa frente, podemos permanecer firmes mesmo quando as circunstâncias mudam.

▪︎Versículo 9 — “Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta.”
A confiança em Deus produz alegria.
•Lição: A verdadeira alegria não depende apenas do que acontece ao nosso redor; ela nasce da certeza de que pertencemos a Deus.

▪︎Versículo 10 — “Pois não deixarás a minha alma na morte.”
Aqui aparece uma poderosa esperança além da morte. O Novo Testamento aplica esse texto à ressurreição de Jesus.
•Lição: Para quem está em Cristo, a morte não é o fim da história. Existe esperança de ressurreição e vida eterna.

▪︎Versículo 11 — “Tu me farás ver os caminhos da vida.”
O salmo termina olhando para a presença de Deus:
“Na Tua presença há plenitude de alegria.”
•Lição: O maior presente não é simplesmente receber algo de Deus, mas estar na presença do próprio Deus.

📘Lições espirituais
1. Deus deve ser nossa primeira escolha.
2. Nossa segurança está no Senhor, não nas circunstâncias.
3. Contentamento nasce quando reconhecemos Deus como nossa porção.
4. Precisamos permitir que Deus oriente nossas decisões.
5. A presença de Deus produz verdadeira alegria.
6. Nossa esperança ultrapassa esta vida.
7. Quem coloca Deus diante de si não precisa viver dominado pelo medo.

📘Aplicação para hoje
Pergunte antes de começar o dia:
“Senhor, estás realmente no centro das minhas escolhas?”

Nas decisões familiares, financeiras, profissionais e espirituais, procure colocar Deus antes da ansiedade, antes da opinião das pessoas e antes dos seus próprios impulsos.

Quando não souber qual caminho seguir, faça como Davi: busque o conselho do Senhor.

E quando o coração estiver inquieto, lembre-se:
A presença de Deus é maior que a incerteza do caminho.

📘 Perguntas para reflexão
1.O que tem ocupado o primeiro lugar em meu coração?
2.Em que área da minha vida preciso confiar mais em Deus?
3 Tenho buscado a orientação do Senhor antes de tomar decisões?
4 Consigo encontrar contentamento mesmo quando as circunstâncias não são favoráveis?
5 Minha alegria depende das circunstâncias ou da presença de Deus?
6 O que significa, na prática, colocar o Senhor continuamente diante de mim?

📘Desafio
Durante este dia, antes de cada decisão importante, faça uma breve oração:
“Senhor, coloca-Te à minha frente e guia meus passos.”
Depois, procure agir de acordo com aquilo que Deus ensina em Sua Palavra.

🙏 Oração
Senhor meu Deus, Quero colocar-Te continuamente diante de mim. Guarda meu coração, dirige meus pensamentos e orienta minhas decisões. Ensina-me a encontrar em Ti minha segurança, minha satisfação e minha alegria. Quando eu estiver inseguro, lembra-me de que Tu estás comigo. Quando eu não souber qual caminho seguir, aconselha-me e guia meus passos. Que nada ocupe o lugar que pertence somente a Ti. E que minha esperança esteja firmada na certeza da vida eterna e da ressurreição. Quero viver cada dia na Tua presença, porque sei que nela existe verdadeira alegria e plenitude. Em nome de Jesus, amém.

👉“Quando Deus está continuamente diante de nós, o medo perde força, o coração encontra segurança e o caminho ganha esperança.”

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #Salmo16 #EstudoBiblico

domingo, 29 de dezembro de 2024

Esperança que vence a morte

Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade


29  de dezembro

Esperança que vence a morte

Jesus declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá.” João 11:25

A escuridão reinava. O sábado havia sido longo e triste, e o céu estava silencioso. Mas, então, a vida retornou. O anjo, com solenidade, moveu a pedra, e a terra tremeu. Foi quando a luz iluminou tudo. Jesus saiu da tumba; o amor tinha vencido.

Nesse dia, a tumba de José de Arimateia se tornou o maior projetor de esperança que já existiu. Nada, nem mesmo o quasar ULAS J1120+0641, o objeto interestelar mais brilhante do Universo, poderia se comparar a essa luz. Tudo ficou claro naquele momento. Na cruz, o caráter de Deus e de Seu Filho encarnado foi definido com transparência: amor. Na ressurreição, a divindade de Jesus foi confirmada. Os holofotes estavam sobre a natureza e qualidade divinas, e ficou comprovado que não existe bondade maior. Deus havia vencido.

Essa vitória diminui a morte e amplia a esperança. Afinal, para o cristão, a morte é apenas um sono, um momento de silêncio e escuridão. A vida está escondida com Cristo em Deus, e, quando Cristo Se manifestar, os fiéis também serão manifestados com Ele, em glória.

A luz que vem da ressurreição continua a iluminar nossa vida e projetar nossa esperança. Assim como Jesus venceu a morte, nós também viveremos, acreditando Nele. Não é emocionante pensar nisso? Imagine o momento em que a voz do Salvador será ouvida do Céu, entrando nas sepulturas e abrindo os túmulos. Os mortos em Cristo ressurgirão, e a igreja será glorificada com Ele. Esse é o poder que ressuscitou Jesus dentre os mortos e que Ele usará para erguer Sua igreja.

Nos momentos sombrios, olhe para a tumba de José de Arimateia e veja que está vazia. Jesus não está mais lá. Lembre-se de que há um Deus amoroso que deu tudo por você, que venceu por você e que deseja voltar. Apegue-se a Ele e espere por Ele.

Que essa verdade possa iluminar seus dias e renovar sua esperança. Que a luz da ressurreição possa brilhar em seu caminho, guiando-o para um futuro glorioso ao lado do Senhor. Creia, confie, aguarde, pois Aquele que venceu a morte está ao seu lado e irá até o fim com você.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/esperanca-que-vence-a-morte/

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Macerando a esperança

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

10  de dezembro

Macerando a esperança

O meu coração se alegra e a minha língua exulta; além disto, também a minha própria carne repousará em esperança. Atos 2:26


A maceração é uma técnica muito antiga utilizada para amolecer e dar aroma aos alimentos. Consiste, primeiramente, em introduzir o alimento em um líquido (água, azeite, leite, etc.) para que adquira uma consistência e sabor mais apropriados, de acordo com o propósito do cozinheiro. Depois, é preciso dar tempo para que o alimento se transforme.

Em seu sermão do Pentecostes, Pedro empregou um texto de Davi (Sl 16:9) em que este falava da condição humana e de como o ser humano encontra estabilidade em Deus. Segundo Davi, seu coração se alegrou, sua língua exultou e seu corpo pôde repousar em esperança. É uma imagem que me faz lembrar a sensação que experimentamos em uma festa: alegria, conversas animadas e, quando todos vão embora, lembranças. Lembranças que nos fazem sorrir novamente e desejar que a experiência se repita. Colocamos, então, para macerar nossas esperanças de novos encontros.

O sermão de Pedro acelerou a propagação da imagem pública da igreja primitiva. Aparentemente, a partir daquele momento, não houve descanso para nenhum cristão. As pressões políticas e as perseguições sociais se intensificaram. Apesar disso, olhar para Jesus os motivava a viver alegres entre as penúrias, a falar com simpatia em meio às injustiças, a macerar o próprio ser na esperança enquanto tudo era trevas. “Sob a mais feroz perseguição, essas testemunhas de Jesus conservaram sua fé incontaminada. […] Com palavras de fé, paciência e esperança, encorajavam uns aos outros a suportar privações e aflições. A perda de todas as bênçãos terrenas não podia forçá-los a renunciar a sua fé em Cristo. Provas e perseguições nada mais eram do que passos que os levavam para mais perto de seu descanso e sua recompensa” (Ellen G. White, Cristo Triunfante, p. 352).

O mesmo Pedro falaria posteriormente sobre a “viva esperança” para a qual Deus nos regenera (1Pe 1:3-5). Essa esperança maravilhosa, macerada entre os sofrimentos desta vida, nos dá a certeza de que em breve nos encontraremos na presença do Salvador, onde já não haverá mais pranto nem pesar. Lá a alegria será plena, e o sabor da eternidade não terá comparação. Você tem se preparado para esse grande encontro?

https://mais.cpb.com.br/meditacao/macerando-a-esperanca/

sábado, 7 de dezembro de 2024

Precisa-se de esperançadores

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

7 de dezembro

Precisa-se de esperançadores

Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. Hebreus 10:23


O cristão é um ser de esperança. E é impossível para aqueles que seguem a Jesus não serem conhecedores dessa virtude. O mundo precisa de esperança, da mesma forma que precisa de médicos, políticos ou professores. A profissão de “esperançador” não é categorizada como tal, mas deveria ser, pois um esperançador pode mudar a vida de uma pessoa proporcionando-lhe uma visão adequada da existência.

Se você deseja ser um esperançador, é preciso desenvolver algumas habilidades. A primeira delas é viver pessoalmente a esperança. É difícil compartilhar algo que não se tem, muito menos quando se trata de virtudes. É necessário ter claro o horizonte de um cristão, viver cada dia como se já se encontrasse diante da eternidade, desfrutar as promessas feitas por Jesus e confiar plenamente Nele.

Um esperançador também deve aprender a ver o lado positivo de cada pessoa e de cada momento. Ele não somente fala da eternidade como um tempo futuro sem fim, mas também se preocupa em encontrar o melhor de cada pessoa e de cada circunstância no presente. Ver o que há de positivo nos outros não somente melhora você como profissional da esperança, mas também melhora você como ser humano.

Estabelecer relações é outra habilidade essencial de um esperançador. As relações são muito mais do que conexões; são comunicação (diálogo, intercâmbio) e compromisso (interesse, responsabilidade). Um esperançador nunca impõe nada, mas é extremamente criativo propondo vínculos. Ele não busca o próprio reconhecimento, mas sim que a pessoa se encontre com o Deus das oportunidades e das promessas.

Por fim, um esperançador sempre olha para frente. Não seremos bons esperançadores se ficarmos amarrados às lembranças do passado. O passado deve nos projetar a um presente consciente e a um futuro anelante. Nossa forma de ver a vida pode ajudar os outros a olhar na mesma direção.

Como bom cristão e esperançador profissional, você é necessário. E se quiser trabalhar com isso, comece hoje mesmo. Há muitas pessoas que vivem sem esperança do amanhã, e você pode mudar a vida delas apresentando-lhes a maravilhosa certeza do retorno de Jesus. Faça sua parte como mensageiro da esperança.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/precisa-se-de-esperancadores/

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Oh, que esperança!

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

5 de dezembro

      Oh, que esperança!

   Há somente um corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança para a qual vocês foram chamados. Efésios 4:4

   Há momentos em que a música nos leva a lugares inimagináveis e nos envolve de tal forma que nos sentimos parte de um todo, unidos pelo mesmo sentimento, pelo mesmo ideal. É assim que me sinto quando canto o hino “Oh, Que Esperança!” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, no 444). Lembro-me da minha formatura em Teologia, quando entoamos esse cântico com lágrimas nos olhos, porque sabíamos que todo o conhecimento adquirido tinha como objetivo transmitir a esperança da vinda de Cristo. Já ouvi essa música ser cantada em diversas línguas e lugares, e ela sempre gera nas pessoas a mesma emoção. É uma sensação que nos une, que nos fortalece e nos faz sentir parte de algo maior, parte de uma comunidade unida em um só propósito. 

   Essa unidade, no entanto, não deve ser restrita apenas aos momentos em que cantamos juntos. Devemos entender que nossa fé é valiosa demais para ser escondida atrás de disputas e diferenças. Somos um em Cristo, unidos em confiança, amor e fidelidade. E isso não significa que devemos perder nossa identidade, mas sim que devemos reconhecer que, apesar das diferenças, somos todos iguais perante Deus. Somos todos filhos amados, e a nossa fé e o nosso amor devem nos unir em um só objetivo. 

   O que nos une é algo maior do que apenas nossa fé. É a esperança; a esperança de um futuro melhor; a esperança de uma vida eterna ao lado de Cristo. Essa esperança é tão poderosa que muda nossa perspectiva da realidade. Ela nos faz enxergar além do material, além do momentâneo; ela nos leva a ver o mundo de uma forma nova, a ver a vida como uma oportunidade única de nos unirmos a Jesus e sermos salvos por Ele. É a certeza que nos guia e nos faz seguir em frente, mesmo quando tudo parece perdido. 

   Dedique um tempo para cantar e refletir sobre a letra do hino “Oh, Que Esperança!”. Memorize-a e leve-a aonde quer que for. Deixe o Espírito de Deus trabalhar em seu coração e reavivar a chama da esperança no iminente retorno de Jesus. Deixe o Santo Espírito reavivar sua fé. Que essa música seja a trilha sonora de uma vida nova e que ela encha seu coração de ânimo para cumprir a missão que Deus nos confiou./

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Esperança divina

 Esperança divina

Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi atribuído para justiça. Gênesis 15:6

Depois de anos emigrando, Abraão tinha aprendido dois conceitos extremamente importantes para os nômades: o valor das estrelas e da família. As estrelas eram o mapa da Antiguidade, pois informavam a posição e a trajetória dos viajantes. Sob aquele céu estrelado, Abraão se lembrava com clareza de sua saída de Ur, dos caminhos até Harã, da marcha para a aventura. Mas ele ainda não tinha descendentes.

Certa noite, Deus pediu que ele contasse as estrelas. Abraão ficou atônito, pois eram muitíssimas. O Senhor então prometeu: “Assim será a sua posteridade” (v. 5). E Abraão creu. Esse ato de fé revelava muito mais sobre religião do que ele próprio foi capaz de compreender naquele momento.

Paulo gostava desse relato e o mencionou em diversas ocasiões. Mas é em Romanos 4 que ele parece desfrutá-lo mais, fazendo uma leitura mais detalhada. Paulo nos relembra que somente a fé é necessária para sermos justificados por Jesus (v. 3), que as obras não podem comprar nossa salvação. O apóstolo enfatiza que Abraão não era circuncidado quando aconteceu o evento (v. 9, 10). Hoje em dia, esse conceito nos parece sem importância, mas era vital no primeiro século. Circuncidados, os judeus eram os descendentes de Abraão e depositários da fé. Os gentios estavam fora desse círculo. Mas Paulo os faz lembrar que não existem restrições para a fé, e que todos, absolutamente todos, podemos viver essa experiência.

Abraão teve paciência para esperar e ver como a promessa seria cumprida; ele não possuía uma fé passageira, mas constante. “Esperando contra a esperança” (v. 18), ele creu. Isso quer dizer que, quando a esperança humana não é suficiente, devemos abraçar a esperança divina. Era possível que um idoso casado com uma idosa tivesse um filho? Humanamente, não. Mas Deus tem outras maneiras de proceder, e Abraão acabou tendo uma grande descendência.

No jogo da vida, Jesus é polivalente. Ele Se coloca em nosso lugar e nos salva. Isso vale para qualquer situação, inclusive as que parecem sem solução. Para Ele, não importa o quanto dure a partida, pois, no fim, Ele sempre ganhará. E, com Ele, vencem todos os que O seguem. Permaneça firme em Jesus! 

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
8 de fevereiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/esperanca-divina/

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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

SIGO ESPERANDO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de novembro

SIGO ESPERANDO

Não percam a confiança de vocês, porque ela tem grande recompensa. [...] Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não irá demorar. Hebreus 10:35, 37

Era 1964, o ano em que eu completaria nove anos de idade. Havíamos voltado da igreja e tínhamos acabado de almoçar. Fomos para o quintal, e meu pai, tomando algumas canas-de-açúcar, descascou-as e as cortou em pequenos cubos que nós, crianças, gostávamos de mastigar. Foi então que minha mãe falou: “Alguns pastores estão dizendo que Jesus voltará neste ano.” Imediatamente, olhei para o céu anil do Rio Grande do Sul.

Naquela época, havia gente que gostava de fazer cálculos para descobrir quando Cristo viria. Eles lembravam que depois de 120 anos da pregação de Noé, havia caído o Dilúvio. Como Jesus havia comparado os dias de Seu retorno aos dias de Noé (Mt 24:37-39), eles acharam que havia certa lógica em tomar a data de 1844, que assinala o início do juízo investigativo, e somar a ela 120 anos de pregação. Claro, o resultado foi 1964. Mas essas cogitações estavam erradas, e Jesus não veio.

Anos depois, eu estava terminando o ensino médio no Instituto Adventista Cruzeiro do Sul quando, lendo o livro Patriarcas e Profetas, escrito por Ellen G. White, fui profundamente tocado por Deus. Embora toda a minha curta vida tivesse sido passada na igreja, foi mediante a leitura desse livro, nas madrugadas de 1972, que fiz uma entrega completa a Jesus. Mais do que isso, senti que Deus me chamava para ser um pastor.

Confesso que, quando comecei a estudar Teologia no antigo Instituto Adventista de Ensino, eu pensava que Jesus voltaria antes de eu completar meus estudos. Mas Jesus não veio. Então, veio a formatura, o casamento e o início do trabalho no Mato Grosso do Sul, na região de Nova Andradina. Minha convicção era de que o retorno de Cristo estava muito próximo.

O tempo passou e, quando escrevo estas linhas, faz poucos dias que completei 65 anos, idade-limite de trabalho para um pastor adventista. Logo estarei aposentado. Trabalhei como pastor por 44 anos, e Jesus ainda não voltou. Mas, enquanto Ele não vem, sigo esperando com confiança, porque Ele certamente virá! 

https://youtu.be/69JbuE0_R4A

segunda-feira, 5 de junho de 2023

Salmos 30 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 30
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 30 – Este é um Salmo de esperança e louvor a Deus por Suas preciosas e maravilhosas atuações em favor da humanidade. Pois, Ele é capaz de transformar nossas tristezas em alegrias, e trazer curas e restaurações em meio às adversidades.

Da mesma forma que a experiência de Davi no Salmo 30, o Livro de Ester descreve um momento de perigo e aflição, seguido de intervenção sobrenatural e resgate. A história de Ester, a judia que tornou-se rainha da Pérsia, e desempenhou um papel crucial na proteção de seu povo do plano de destruição elaborado por Hamã, foi marcada por reviravoltas, perigo iminente e salvação providencial. Deus tirou Seu povo de um estado de angústia e tristeza, transformando-o em alegria e louvor.

O Deus que merece ser exaltado é Aquele que providencia um amanhecer de alegria após uma noite de choro (Salmo 30:1-5). Pelo poder de Deus, não só Davi e o povo de Ester, mas Jó também experimentou uma reviravolta da noite de aflição para um amanhecer de alegria. Hoje também, muitos de nós podemos celebrar como Davi:

“Mudaste o meu pranto em dança,
a minha veste de lamento e veste de alegria,
para que o meu coração
cante louvores a ti e não se cale.
Senhor, meu Deus,
eu te darei graças para sempre” (Salmo 30:11-12).

O Deus que reverte nosso quadro físico, emocional e espiritual deve ser glorificado. A experiência pessoal deve promover proclamação para multidões (Salmo 30:4-10).

Mais especificamente neste Salmo, “o contexto histórico pode ser a ocasião em que Davi dedicou propriedades e materiais para a construção do tempo após a praga divina por levantar o censo em Israel (ver 1Cr 21; 22:1-6). Davi agradece porque a ira de Deus e seu choro são passageiros, uma vez que a ‘alegria vem pela manhã’ (v. 5)”, comenta a Bíblia Andrews.

Reflita:

• A tristeza e o choro são temporários, pois Deus pode transformar as aflições de nossas ações em belas manhãs de alegria.
• Nossas ações podem causar angústia e sofrimento – noites tenebrosas; porém, a reação de Deus pode trazer perdão, cura e paz.
• A queda trouxe trevas de morte à humanidade, Jesus trouxe luz. NEle temos esperança!

Quando reconhecemos nossos erros perante Deus em arrependimento sincero, certamente encontraremos restauração e redenção! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 4 de junho de 2023

ESPERE NO SENHOR

 Meditação Diária

04 de junho

ESPERE NO SENHOR

Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele, e o mais Ele fará. [...] Descanse no Senhor e espere Nele. Salmo 37:5, 7


No dia em que comecei a preparar esta meditação, levei minha esposa para deixá-la internada em um hospital. Ela possui transtorno bipolar. Naquela mesma semana, fez 29 anos que descobrimos a enfermidade. Essa doença é de fundo genético. Desde o início nos foi dito que ela não tem cura, mas tem tratamento. Durante todo esse tempo, ela teve acompanhamento médico. O especialista a examina e faz a receita. Nós compramos a medicação, e ela usa. Isso tem sido uma bênção para nós e, de um modo geral, permite que ela tenha uma vida normal ou quase isso. Contudo, em certos períodos do ano, há momentos mais difíceis.

Deus sabe que nós O amamos. Nós sabemos que Ele nos ama. Muitas vezes oramos a Ele a respeito dessa enfermidade. Algumas vezes com lágrimas e aflição. Nós provamos Suas promessas. Ele já nos atendeu em outros momentos de modo maravilhoso.

Os exemplos da Bíblia nos instruem e abençoam. Eliseu foi um grande profeta e realizou diversos milagres, mas o Senhor permitiu que ele sofresse de uma demorada enfermidade, com a qual veio a falecer. Ellen G. White escreveu: “Eliseu não teve a oportunidade de seguir seu mestre numa carruagem de fogo. Em vez disso, o Senhor permitiu que ele sofresse de uma prolongada enfermidade. Durante as longas horas de sofrimento e fraqueza humana, sua fé permaneceu firme nas promessas de Deus, e sentiu sempre à sua volta os mensageiros celestiais trazendo conforto e paz. […] Durante sua vida exercera forte fé […]. Quando a morte o chamou, ele estava pronto para repousar de seus labores” (Profetas e Reis, p. 155 [263, 264]).

Paulo orou repetidamente para que Deus tirasse de sua vida aquilo que o afligia. Nós não sabemos o que era, mas ele definiu a dificuldade como “um espinho na carne”. A resposta de Deus a esse servo fiel foi “não”. Mas logo acrescentou: “A Minha graça é o que basta para você” (2Co 12:7-9). Deus não retiraria o seu mal, mas estaria com ele, ajudando-o a suportá-lo.

Finalmente, 80 dias depois que comecei a escrever esta página, consegui concluí-la. Minha esposa ficou no hospital apenas oito dias. Deus agiu, e ela logo ficou bem. No momento em que escrevo, ela está no melhor dos seus dias. Obrigado, Senhor!

https://mais.cpb.com.br/meditacao/espere-no-senhor/

https://youtu.be/Hmsn6Ny5pZM

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Salmos 2 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 2
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 2 – Independente de você crer ou não, de ser cristão ou ateu, considere esse texto escrito há milhares de anos e foi sempre relevante para todas as gerações, válido até hoje.

Este Salmo contém poderosa mensagem de esperança e transformação. Seu conteúdo inspirado convida-nos a olhar para além de nossas dificuldades e acreditar no Deus que é maior que qualquer problema.

A mensagem deste Salmo contém um aspecto profético. Parte de sua profecia cumpriu na primeira vinda de Cristo; contudo, ainda há muito para cumprir no futuro. A parte cumprida garante aquela que ainda precisa cumprir. Mesmo pretendendo negar a relevância da crença em Deus, não se pode negar a relevância histórica do Salmo 2 e a profecia contida nele: Deus escolheu um Ungido para governar as nações e trazer justiça para o mundo.

Isso quer dizer que a injustiça, a corrupção, a opressão e a violência que nos rodeiam não são o destino final da humanidade. É certo que existe esperança de um futuro melhor, governado por um Rei justo e compassivo (Apocalipse 11:15, 17-18; 12:5; 19:15-16).

Como isso tornou-se possível? O Jesus que veio como um bebê e dividiu a história mundial conquistou o direito de retornar como Rei dos reis e Senhor dos senhores para estabelecer Seu reino de justiça e paz na Terra (Daniel 2:1-49).

O Salmo 2 apresenta a soberania de Cristo sobre todas as soberanias do mundo, e revela o juízo final que virá sobre os rebeldes que se opõem à verdade, à justiça, aos princípios de Seus reino e O rejeita como Rei. Analise cada parte do Salmo:

• A conspiração das nações contra Deus e Seu Ungido: Representada por Herodes quando intentou a destruição de Cristo ao nascer (Salmo 2:1-3; Apocalipse 12:4).
• A intervenção divina para frustrar os planos de rebelião das nações: Deus é o Soberano e nenhum poder humano pode frustrar Seus planos (Salmo 2:4-6; Daniel 7:1-27; 9:1-10:21).
• O plano de Deus para salvar a humanidade na pessoa de Seu Filho: Jesus foi batizado e Deus o Ungiu para ser o Redentor da humanidade (Salmo 2:7-9; Mateus 3:17-18).
• Advertência do juízo final: Diante de um julgamento mundial, é preciso submeter-Se Àquele que Se submeteu para salvar-nos (Salmo 2:10-12; João 3:16, 36).

Diante disso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 4 de setembro de 2022

O ÚNICO AUXILIADOR

 O ÚNICO AUXILIADOR



Jesus andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo, porque Deus estava com Ele. Atos 10:38

Durante três anos, o Senhor da luz e glória havia entrado e saído por entre Seu povo. Ele “andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo” (At 10:38), aliviando os quebrantados de coração, pondo em liberdade os que estavam presos, restaurando a vista aos cegos, fazendo os coxos andarem e os surdos ouvirem, purificando os leprosos, ressuscitando os mortos e pregando o evangelho aos pobres (Lc 4:18; Mt 11:5). A todas essas classes igualmente foi dirigido o gracioso convite: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28).

Embora Lhe fosse recompensado o bem com o mal, e Seu amor com o ódio (Sl 109:5), Ele prosseguiu firmemente em Sua missão de misericórdia. Jamais os que buscavam Sua graça foram rejeitados. Como viajante sem lar, tendo a perseguição e a penúria como porção diária, viveu para atender às necessidades e abrandar as desgraças humanas, para insistir com as pessoas a aceitarem o dom da vida. As ondas de misericórdia, rebatidas por aqueles corações obstinados, retornavam em uma onda mais forte de afetuoso e inexprimível amor. Israel, porém, se desviara de seu melhor Amigo e único Auxiliador. As súplicas de Seu amor haviam sido desprezadas, Seus conselhos repelidos e Suas advertências ridicularizadas.

A hora de esperança e perdão passava rapidamente. A taça da ira de Deus, por tanto tempo adiada, estava quase cheia. As nuvens que haviam se acumulado durante séculos de apostasia e rebelião, agora saturadas de ca- lamidades, estavam prestes a desabar sobre um povo criminoso; e o Único que os poderia salvar da condenação iminente havia sido menosprezado, injuriado, rejeitado e logo seria crucificado. No momento em que Cristo fosse erguido na cruz do Calvário, o tempo de Israel como nação favorecida e abençoada por Deus cessaria. A perda de uma pessoa que seja é uma calamidade infinitamente maior do que as riquezas e tesouros do mundo todo. No entanto, quando Cristo contemplava Jerusalém, estava diante da condenação de uma cidade inteira, de toda uma nação. Sim, aquela cidade e nação que foram escolhidas por Deus, Seu tesouro peculiar (O Grande Conflito, p. 15, 16 [20, 21]).

 PARA REFLETIR:  Em que ocasião você resistiu aos apelos misericordiosos de Jesus, apenas para vê-Lo voltar com uma demonstração ainda maior de o amor?

https://youtu.be/rmncSsExGNE

sábado, 3 de setembro de 2022

O tempo de Deus

 Assista a "O tempo de Deus não é o tempo do homem | Pastor Mário Jesan" no YouTube

https://youtu.be/Da6BKS23UFQ

O ÚNICO AUXILIADOR

 O ÚNICO AUXILIADOR

Jesus andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo, porque Deus estava com Ele. Atos 10:38

Durante três anos, o Senhor da luz e glória havia entrado e saído por entre Seu povo. Ele “andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo” (At 10:38), aliviando os quebrantados de coração, pondo em liberdade os que estavam presos, restaurando a vista aos cegos, fazendo os coxos andarem e os surdos ouvirem, purificando os leprosos, ressuscitando os mortos e pregando o evangelho aos pobres (Lc 4:18; Mt 11:5). A todas essas classes igualmente foi dirigido o gracioso convite: “Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu os aliviarei” (Mt 11:28).

Embora Lhe fosse recompensado o bem com o mal, e Seu amor com o ódio (Sl 109:5), Ele prosseguiu firmemente em Sua missão de misericórdia. Jamais os que buscavam Sua graça foram rejeitados. Como viajante sem lar, tendo a perseguição e a penúria como porção diária, viveu para atender às necessidades e abrandar as desgraças humanas, para insistir com as pessoas a aceitarem o dom da vida. As ondas de misericórdia, rebatidas por aqueles corações obstinados, retornavam em uma onda mais forte de afetuoso e inexprimível amor. Israel, porém, se desviara de seu melhor Amigo e único Auxiliador. As súplicas de Seu amor haviam sido desprezadas, Seus conselhos repelidos e Suas advertências ridicularizadas.

A hora de esperança e perdão passava rapidamente. A taça da ira de Deus, por tanto tempo adiada, estava quase cheia. As nuvens que haviam se acumulado durante séculos de apostasia e rebelião, agora saturadas de ca- lamidades, estavam prestes a desabar sobre um povo criminoso; e o Único que os poderia salvar da condenação iminente havia sido menosprezado, injuriado, rejeitado e logo seria crucificado. No momento em que Cristo fosse erguido na cruz do Calvário, o tempo de Israel como nação favorecida e abençoada por Deus cessaria. A perda de uma pessoa que seja é uma calamidade infinitamente maior do que as riquezas e tesouros do mundo todo. No entanto, quando Cristo contemplava Jerusalém, estava diante da condenação de uma cidade inteira, de toda uma nação. Sim, aquela cidade e nação que foram escolhidas por Deus, Seu tesouro peculiar (O Grande Conflito, p. 15, 16 [20, 21]).

 PARA REFLETIR:  Em que ocasião você resistiu aos apelos misericordiosos de Jesus, apenas para vê-Lo voltar com uma demonstração ainda maior de o amor?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

3 de setembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-unico-auxiliador/

https://youtu.be/rmncSsExGNE

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Deus tem uma mensagem

 Deus tem uma mensagem pra você

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https://youtu.be/wgPcLH9gMC0

segunda-feira, 13 de junho de 2022

A ESPERANÇA DE ISRAEL

A ESPERANÇA DE ISRAEL

Rabi, sabemos que o senhor é Mestre vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que o senhor faz, se Deus não estiver com ele. João 3:2

   Se não houvesse nada mais, em todas as Escrituras, que apontasse claramente o caminho para o Céu, nós o teríamos aqui nestas palavras [Jo 3:1-16]. Elas nos dizem o que é conversão. Declaram-nos o que temos de fazer para ser salvos. E, meus amigos, desejo dizer a vocês que isso atinge diretamente a raiz da obra superficial no mundo religioso. Opõe-se diretamente à ideia de que podemos nos tornar filhos de Deus sem alguma modificação especial. É efetuada em nós uma nítida mudança se a verdade de Deus encontrou guarida em nosso coração, pois ela exerce uma influência santificadora sobre a vida e o caráter. Quando vemos os frutos da justiça naqueles que alegam possuir uma verdade avançada, como é o nosso caso, haverá um procedimento que testifica que temos aprendido de Cristo.

   Quando Cristo, a Esperança de Israel, foi suspenso na cruz e levantado segundo Ele havia dito a Nicodemos, a esperança dos discípulos morreu com Jesus. Eles não conseguiam explicar a questão. Não conseguiam compreender tudo que Cristo de antemão lhes dissera a esse respeito.

   No entanto, após a ressurreição, suas esperanças e fé reviveram, e saíram proclamando a Cristo e Este crucificado. Contaram como o Senhor da vida e glória foi preso e crucificado por mãos perversas, mas ressuscitou dentre os mortos. E assim, com grande intrepidez, eles proferiam as palavras de vida que causavam muita admiração ao povo.

   Os fariseus e os que ouviram os discípulos proclamar ousadamente que Jesus era o Messias deduziram que eles haviam estado com Ele e Dele aprendido. Eles falavam exatamente como Jesus falava. Isso assentou na mente daqueles que estes haviam aprendido de Jesus. O que tem acontecido com os Seus discípulos em todas as épocas do mundo? Ora, eles têm aprendido de Jesus, estado em Sua escola, sido Seus alunos e aprendido as lições de Cristo quanto à viva ligação do coração com Deus. Essa fé viva é essencial à nossa salvação, para que nos apeguemos aos méritos do sangue do Salvador crucificado e ressurreto, a Cristo, justiça nossa (Fé e Obras, p. 49, 50 [63, 64]).

PARA REFLETIR: Se alguém que não o conhece o observasse por uma semana, essa pessoa concluiria que você tem “aprendido de Jesus”?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

Segunda-feira, 13 de junho

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Paulo em Roma - Romanos 1

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Romanos 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Mesmo que nossos planos sejam os mesmos planos de Deus, a realização deles pode não ser fácil ou acontecer como gostaríamos.

O último terço do livro de Atos descreve a viagem de Paulo de Jerusalém a Roma (Atos 19:21-28:31). Essa capital e maior cidade do Império Romano sempre esteve no coração desse apóstolo (Atos 19:21). Para alcançar seu objetivo, teve de passar por prisão ilegal, julgamentos de judeus e romanos, reclusão e naufrágio.

Hernandes Dias Lopes observa que por oito vezes Paulo revelou seu propósito de visitar Roma:

• Essa viagem foi alvo de suas orações (Romanos 1:10);

• Ele propôs-se várias vezes visitar os crentes romanos (Romanos 1:13);

• Expressou que em todas as investidas para visitá-los, fora impedido (Romanos 1:13);

• Afirmou que, ao escrever sua Carta aos Romanos, estava pronto para anunciar o evangelho a eles (Romanos 1:15);

• Afirmou ter sido impedido de visitar Roma porque seu compromisso era prioritariamente pregar o evangelho onde Cristo não tinha sido ainda anunciado (Romanos 15:20-22);

• Disse ter pregado em todos os cantos do Império Romano e, não tendo mais onde pregar nas regiões que percorrera, aproveitaria para passar por Roma quando fosse visitar a Espanha (Romanos 15:23-24);

• Estando de partida para Jerusalém, a fim de levar uma oferta aos santos, disse que seguiria para a Espanha, passando por Roma (Romanos 15:25-29);

• Ele pediu oração à igreja de Roma, queria livramento dos rebeldes judeus, alcançar bom êxito na entrega da oferta, e chegar a Roma (Romanos 15:30-32). Deus também queria que Paulo fosse a Roma (Atos 23:11).

Paulo chegou a Roma, mas de uma forma indesejada: Como prisioneiro. Mas, sua carta fora escrita antes, da cidade de Corinto, no final de sua terceira viagem missionária. Na carta, Paulo:

• Na introdução, Paulo se apresenta-se e revela que os crentes romanos são os destinatários; também apresenta o tema: Cristo e o evangelho da salvação (vs. 1-7).

• Explica por que escreve (vs. 8-15) e sobre o que escreve (vs. 16-17): Justificação pela fé.

• Começa sua argumentação referindo-se ao pecado. Sua tese é: Mesmo possuindo conhecimento de Deus, a humanidade não O glorificou, mudou a verdade em mentira, e rejeitou o conhecimento do verdadeiro Deus (vs. 18-32). Consequentemente, todos os humanos estão condenados.

Paulo mostrará que, apesar disso, há esperança e salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 24 de julho de 2021

Esperança Para Todos

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de julho, sábado

Esperança Para Todos

Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores. 1 Timóteo 1:15

“Você tem seis meses de vida.” Essa foi a sentença de morte que Howard Cradle recebeu de seu médico em 1914. Seu corpo estava arruinado em virtude do vício em álcool durante sete anos. Tristonho, lembrou-se do passado desperdiçado, do caráter arruinado e do dinheiro esbanjado. Além de tudo, havia se tornado viciado em jogo.

Alguém poderia descer mais baixo? Howard sofrera tanto tempo as misérias do pecado que começou a odiá-lo. Sabia que devia haver uma vida melhor. Ele queria muito recomeçar sua vida! Mas o médico lhe dissera que só tinha seis meses de graça. Sentiu o desejo de rever seu lar e conversar com seus pais, que eram cristãos. Ao voltar à velha casa no sítio, lembrou-se da infância feliz que passara ali. Ao se aproximar, podia imaginar sua mãe de joelhos, orando, como era seu costume. Será que sua mãe o receberia? No íntimo sabia que sim.

Não foi desapontado. Viu o mesmo sorriso, o mesmo acolhimento caloroso. Howard ainda era o menino dela.

– Mãe, estou cansado de pecar! – exclamou. – Pequei demais e não há esperança para mim.

Ela o beijou ternamente e lhe disse:

– Filho, venho orando há 12 anos para ouvir você dizer que está cansado do pecado. – Então pegou uma Bíblia e leu em voz alta: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve” (Is 1:18).

– Por favor leia de novo, mãe.

Ela leu essa passagem várias vezes, e então se ajoelharam para orar. Ficaram ali diante de Deus bastante tempo em oração. Howard orou a noite toda. Quando acordou, pareceu-lhe que toda a beleza do Céu tinha invadido a pequena casa.

Imediatamente, Howard Cradle começou a contar a história de sua vida a quem quisesse ouvi-la. Testemunhou de seu Salvador nas ruas, em tavernas, lojas, prefeituras, igrejas e auditórios. Milhares de pessoas aceitaram a Cristo como resultado de seu testemunho. Sua personalidade radiante fez dele um grande vendedor de automóveis. Mas sua paixão era pregar a Cristo, o que fez em igrejas e pelo rádio.

Suas últimas palavras em seu leito de morte, 25 anos depois, foram para que seus ouvintes aceitassem a Cristo como seu Salvador.

Siegfried J. Schwantes, 16/3/1991

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Deus, nossa única esperança - Isaías 12

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 12
Comentário Pr Heber Toth Armí 

 A verdadeira religião produz salvação para quem está sentenciado à condenação. A libertação, obviamente, produzirá alegria e adoração.

“Este capítulo 12 é uma conclusão poética da primeira grande divisão do livro de Isaías […]. É uma conclusão apropriada das mensagens dos primeiros onze capítulos, e especialmente de 11:1-10. Expressa com força e clareza a esperança do profeta de que Israel, apesar da sua infidelidade como nação, tem um grupo dos fieis ao Santo de Israel que cumprirá a sua missão messiânica” (A. R. Crabtree).

Tanto no capítulo anterior, como neste, percebe-se o plano de Deus contemplando toda a terra. Portanto, “Isaías revela que o Messias é um grande missionário de Deus, que deseja se tornar um ponto de ligação não só para seu povo escolhido, mas para todo o mundo” (Comentário Bíblia de Estudo Andrews).

“O cântico apresenta-se em duas porções. Os versos de 1 a 3 expressam a gratidão individual, talvez da assembleia congregada no culto. Os versos 4 a 6, no plural, falam da gratidão ao Senhor, e da proclamação das suas grandes obras em toda a terra” (Crabtree).

Jesus disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12:32).

Jesus é o Messias, o Salvador da humanidade. Assim como Israel seria restaurado, pecadores são salvos da escravidão resultantes do pecado. Quem realmente experimenta a graça do plano da salvação, exulta em louvor e adoração: Gratidão a Deus inunda o coração do pecador.

• Prevendo a futura libertação do pecado e suas consequências, o profeta declara como reagirá o povo de Deus e até mesmo o que dirá quando experimentar a salvação (v. 1);
• Os salvos reconhecem que a salvação não está fundamentada em coisas ou filosofias, mas em uma pessoa, o Messias – O Senhor é força, salvação e cântico do condenado pecador. A música comum difere do louvor ao Senhor! (v. 2);
• Os miseráveis pecadores resgatados exploram as bênçãos da conversão. Os salvos são beneficiados com o refrigério espiritual e se tornam fontes de bênçãos aos outros (vs. 3-4);
• Quem experimenta realmente o milagre da graça em sua vida desgraçada, proclamará alegremente ao mundo os divinos atos salvíficos (vs. 5-6).

A presença de Deus é nossa única esperança (v. 6)! Com tal mensagem, resta-nos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #rbhw

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Desafios de Fé - Isaías 7

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 7
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Precisamos de segurança. Carecemos de uma base sólida para nossa esperança. Necessitamos da presença confortadora e tranquilizadora de um Ser superior às nossas forças e habilidades…

Não precisamos de um Deus indiferente, distante e ausente. Não precisamos de um Deus que não age e nem nos protege. Não queremos um Deus mais fraco que nós ou, inativo, incapaz de atender-nos quando mais precisamos.

Existem muitos deuses assim, entretanto, o Deus da Bíblia é diferente. Ele é atuante, presente e, acima de tudo, onipotente.

Ameaçado pela guerra, correndo risco de ser substituído, Acaz, rei de Judá, foi desafiado a confiar no Deus que faz promessas. Quando o rei verificava o sistema hídrico da cidade, em preparação ao cerco, o profeta Isaías e seu filho Sear-Jasube foram encontrá-lo (vs. 1-3).

A própria presença do profeta com o filho perante o rei temeroso já transmitia-lhe uma mensagem poderosa:

1. O nome Isaías significa “Jeová Salva”
2. O nome Sear-Jasube significa “Um resto voltará”.

Sim! Em meio à crise que avançava e ameaçava, Deus preservaria um remanescente de Seu povo (vs. 4-9).

• Este Deus age, interage e protege!

Ao Isaías solicitar a Acaz um sinal, este recusou a fazê-lo. Contudo, Isaías disse que daria o sinal mesmo contra a vontade do rei: Nasceria uma criança, não muito tempo daquele encontro, a qual chamaria Emanuel (vs. 10-14) – didaticamente, outra mensagem em símbolos:

3. O nome Emanuel significa “Deus está conosco”.

A soberania divina sobre os inimigos do povo escolhido se veria antes de a criança perder a inocência: Deus protegeria (vs. 15-16). Efraim, representando dez tribos de Israel, desapareceria em poucos anos.

Contudo, devido à incredulidade do monarca judeu, a nação sofreria mais com mais outra ameaça. Além da Síria, a Assíria, em cujo poder Acaz confiou, dizimaria a Terra Prometida (vs. 17-25).

Aplicações:

• Duvidar da Palavra de Deus dada pelos profetas não vale à pena.
• Deus Se faz presente mesmo quando não queremos Sua presença.
• A maior evidência da presença Divina entre nós Se deu no nascimento de Jesus (Mateus 1:23).
• Hoje, Deus está conosco pela presença do Espírito Santo, nosso Consolador, ajudando-nos nos desafios da fé neste mundo – basta aceitá-lO (João 14:16-17,26).

Clamemos fervorosamente: “Senhor, livra-nos da incredulidade. Faz-nos mais crentes em Tuas promessas! Amém” – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 29 de junho de 2019

Infortúnio com Esperança

A Fé Pela Qual Eu Vivo
29 de junho
Infortúnio com Esperança


Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os demais, que não têm esperança. I Tess. 4:13.

Aos aflitos desejaria dizer: Tende bom ânimo, na esperança da manhã da ressurreição. As águas das quais vos tendes abeberado são ao vosso paladar amargas como foram as de Mara aos filhos de Israel, no deserto, mas Jesus pode, com Seu amor, torná-las tão doces! Quando Moisés apresentou ante o Senhor as lastimáveis dificuldades dos filhos de Israel, não apresentou Ele algum remédio novo, mas chamou-lhes a atenção para aquilo que estava à mão; pois havia ali uma moita ou arbusto por Ele criado, e que devia ser lançado à água para tornar a fonte doce e pura. Feito isto, o povo sofredor pôde beber da água, com agrado e segurança.

Deus proveu um bálsamo para toda ferida. Há um bálsamo em Gileade, há ali um médico. Não querereis agora, como nunca antes, estudar as Escrituras? Buscai do Senhor sabedoria em toda emergência. Em cada prova, suplicai a Jesus que vos mostre um meio de saída de vossas dificuldades, e então vossos olhos se abrirão para verdes o remédio e aplicardes ao vosso caso as curadoras promessas que foram registradas em Sua Palavra. Deste modo o inimigo não encontrará lugar para vos levar a lamentações e descrença, mas ao contrário, tereis fé, e esperança e ânimo no Senhor. O Espírito Santo dar-vos-á claro discernimento, para que possais ver cada bênção e apropriar-vos delas, as quais agirão como antídoto à tristeza, como um ramo de cura a todo trago amargo que vos seja levado aos lábios. Cada trago de amargura será misturado com o amor de Jesus, e em vez de vos queixardes da amargura, vereis que o amor e a graça de Jesus por tal forma se combinam com a tristeza, que esta se transformará em alegria suave, santa e santificada.

Quando Henrique White, nosso filho mais velho, estava à morte, disse: “Um leito de dor é lugar precioso quando temos a presença de Jesus.” Quando somos obrigados a sorver das águas amargas, volvamo-nos do amargo para o precioso e brilhante. Na prova, a graça pode dar à alma humana a confiança, e quando estamos junto à cama de um moribundo e vemos como o cristão pode suportar o sofrimento e atravessar o vale da morte, reunimos forças e coragem para trabalhar, e não fracassamos, nem ficamos desanimados de guiar almas a Jesus. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 273 e 274.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 185

Salmos 36 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 36 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontad...