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sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

O amor de Deus

 O amor de Deus

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus. 1 João 4:7

Deus é amor. Não podemos imaginá-Lo diferentemente. O Senhor nos propõe que sejamos como Ele é. Por meio da Bíblia, Ele nos leva à maneira correta de entender essa ideia maravilhosa. Contemplar a Deus nos converterá em pessoas de bem e verdadeiramente amorosas, visto que é Nele que fundamentaremos nosso amor.

O amor que está baseado em Deus não pode ser desenvolvido unicamente com emoções. Depender das emoções é viver na efemeridade das ocasiões ou dos processos hormonais. Embora a maioria das pessoas pense que o amor é apenas uma sensação, temos que ir além do instinto (que nos restringe e perturba) para podermos interiorizar a grandeza do significado do amor. Com relação a isso, Ellen G. White indica que, “quando o princípio celestial do eterno amor encher o coração, ele fluirá para outros, […] porque o amor é o princípio da ação e modifica o caráter, governa os impulsos, controla as paixões, subjuga inimizades, eleva e enobrece as afeições” (Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 196 [223]). Em resumo, o amor:

1. É um princípio. Poderíamos dizer que é a mecânica com que o Universo funciona. Ele vem de Deus; não é o resultado de mera atração física ou convenções sociais.

2. É ação. Esse amor não é um conceito teórico. Antes, é a origem de nossas ações, o motor que permite que nossas ideias se convertam em realidade.

3. Modifica o caráter. A principal virtude do amor que vem de Deus é que esse amor nos faz semelhantes a Ele. Progressivamente, vai nos melhorando até chegarmos a ser semelhantes ao modelo representado por Cristo.

4. Governa os impulsos, controla as paixões e subjuga inimizades. Por ser um princípio, o amor tem a qualidade de limitar tudo que é meramente emocional ou hormonal. O amor permite que vivamos de forma equilibrada. Além disso, capacita-nos a resolver conflitos.

5. Eleva e enobrece as afeições. O amor de Deus gera em nós um desejo por maturidade espiritual, fazendo com que nossos impulsos sejam canais de motivação para que cresçamos como pessoas.
Esse é o tipo de amor desejável, e Deus compartilha esse amor com você, pois Ele o ama imensamente. Que mudanças o amor de Deus precisa realizar em sua vida? Pense e ore sobre isso. 

Devocional Diário - 5 de janeiro

Vislumbres da eternidade

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amor-de-Deus-4/

terça-feira, 1 de agosto de 2023

O AMOR DE DEUS

 Meditação Diária

1 de agosto

O AMOR DE DEUS

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 1 João 4:7

Os escritores do Novo Testamento usaram duas palavras ao se referirem à ação de amar. A primeira é file?, que se refere a uma afeição emocional (Jo 11:36). A outra é agapa?, que significa um amor racional e voluntário com base em uma escolha deliberada, em que o componente emocional é subordinado à verdade e santidade (Mt 5:44; 19:19). Essa era uma palavra raramente usada. Os cristãos se apropriaram dela e a empregaram para indicar o amor de Deus (Jo 3:16) e o amor que devemos ter para com o próximo (1Co 13).

Antes de Cristo ter vindo a este mundo, o mais perfeito conceito de amor imaginado pelo ser humano era o de amar quem corresponde ao amor. Mas os cristãos pensavam no amor como aquela qualidade demonstrada na cruz: o amor pelos totalmente indignos. Amor manifestado a outros sem pensar se eles merecem recebê-lo ou não. Amor que provém da natureza Daquele que ama, não de qualquer mérito do ser amado.

As Escrituras dizem que “Deus é amor” (1Jo 4:8). Isso não significa que Ele aprove tudo o que o fazemos. A aprovação não é necessária ao amor. A mãe de um filho rebelde, por exemplo, sem dúvida o ama, embora não aprove seus atos. Da forma similar, Deus nos amou quando ainda éramos Seus inimigos (Rm 5:8). Nesses casos, o amor não se alegra no amado, mas se compadece dele. Esse é o amor de Deus para com os ingratos e maus. Aquele que foi transformado por esse amor é capaz de amar sem nada buscar para si, tendo em vista somente o bem da pessoa amada.

Mas há casos em que o amor inclui aprovação e se compraz, porque a pessoa amada é amável e traz alegria. Esse é o amor que Deus tinha para com Jesus, que em tudo Lhe era obediente (Mt 3:17; cf. Jo 5:20). Esse é o amor de Deus para com aqueles que O amam e Lhe obedecem (cf. Dn 9:23; 10:11, 19).

Uma vez que todos somos pecadores e falhos, carecemos do amor de Deus, que Se compadece. No entanto, porque Deus age poderosamente para nos transformar, podemos buscar obedecer-Lhe de modo que Ele sinta alegria ao perceber que estamos correspondendo ao Seu amor. Hoje você tem uma boa oportunidade para alegrar o coração de Deus.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amor-de-deus-3/
https://youtu.be/EPf0tctDvl8

sábado, 1 de janeiro de 2022

1- Amor de Deus na Bíblia

 📖Versículos Bíblicos por Tema

1°/12/2022

✍ 1- Amor de Deus na Bíblia

O amor de Deus é a maior força que existe. Ele é incomparável, ilimitado e pode quebrar qualquer barreira. Esse amor tem o poder de transformar qualquer situação, de mudar até o coração mais endurecido. Foi o amor de Deus que originou o plano da salvação, e sem esse amor Jesus nunca teria morrido na cruz para nos resgatar do poder do pecado e da morte. Sejamos gratos todos os dias e louvemos a Deus pelo Seu sublime amor!

📖Versículos sobre o Amor de Deus

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Romanos 8:38-39

"Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Deem graças ao Senhor, porque ele é bom. O seu amor dura para sempre! Salmos 136:1

Amados, não escrevo a vocês um mandamento novo, mas um mandamento antigo, que vocês têm desde o princípio: a mensagem que ouviram. No entanto, o que escrevo é um mandamento novo, o qual é verdadeiro nele e em vocês, pois as trevas estão se dissipando e já brilha a verdadeira luz. 1 João 2:7-8

Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo quando ainda estávamos mortos em transgressões - pela graça vocês são salvos. Efésios 2:4-5

Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados. 1 João 5:3

Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Romanos 5:8

Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Gálatas 2:20

Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros. 1 João 4:9-11

O Senhor, o seu Deus, está em seu meio, poderoso para salvar. Ele se regozijará em você; com o seu amor a renovará, ele se regozijará em você com brados de alegria". Sofonias 3:17

Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e misericordioso,muito paciente, rico em amor e em fidelidade. Salmos 86:15

Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu. 1 João 3:1

Amo os que me amam, e quem me procura me encontra.Provérbios 8:17

O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor. Salmos 103:8

o Senhor lhe apareceu no passado, dizendo: "Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atraí. Jeremias 31:3

Visto que você é precioso e honrado à minha vista, e porque eu o amo,darei homens em seu lugar, e nações em troca de sua vida. Isaías 43:4

Nós amamos porque ele nos amou primeiro.1 João 4:19

O teu amor é melhor do que a vida! Por isso os meus lábios te exaltarão. Salmos 63:3

Estende o teu amor aos que te conhecem; a tua justiça, aos que são retos de coração.

Salmos 36:10

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.

1 Coríntios 13:4

Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 1 João 4:7-8

Assim conhecemos o amor que Deus tem por nós e confiamos nesse amor. Deus é amor. Todo aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele. 1 João 4:16

No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal. Salmo s 48:9

O Senhor conduza o coração de vocês ao amor de Deus e à perseverança de Cristo.

2 Tessalonicenses 3:5

@palavraeficaz #amordeDeus #bíblia #versiculos

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Chamando O Pecado Pelo Nome

 Meditações Diaria

Quarta-feira, 01 de setembro

CHAMANDO O PECADO PELO NOME

Então, disse Josué a Acã: Filho meu, dá glória ao Senhor, Deus de Israel, e a Ele rende louvores; e declara-me, agora, o que fizeste, não mo ocultes. Josué 7:19

A história de Acã ensina a solene lição de que pelo pecado de um homem o desagrado de Deus virá sobre um povo ou uma nação até que a transgressão seja apurada e punida. O pecado é corruptor por natureza. Um homem infeccionado por sua lepra mortal pode comunicar a corrupção a milhares. […] Muitos não ousam condenar a iniquidade, para não sacrificar posição ou popularidade. Alguns consideram falta de amor reprovar o pecado. O servo de Deus […] se acha sob a mais solene obrigação de apresentar a Palavra de Deus, sem medo nem parcialidade. Deve chamar o pecado por seu próprio nome. […]

O amor de Deus nunca induzirá a fazer parecer insignificante o pecado; nunca encobrirá ou desculpará uma ofensa não confessada. Adão aprendeu tarde demais que a lei de Deus, como o seu Autor, é imutável. Tem que ver com todos os nossos atos, pensamentos e sentimentos. Acompanha-nos e atinge todo motivo secreto de ação. Condescendendo com o pecado, os homens são levados a considerar levianamente a lei de Deus. Muitos escondem suas transgressões dos semelhantes e se lisonjeiam com o pensamento de que Deus não será estrito em notar a iniquidade. Sua lei, porém, é a grande norma de justiça. Com ela deve ser julgado todo ato da vida naquele dia em que Deus trará a juízo toda obra com tudo quanto é secreto, seja bom, seja mau. A pureza do coração conduzirá à pureza da vida. Vãs são todas as desculpas para o pecado. Quem poderá pleitear pelo pecador quando Deus testificar contra ele? (Signs of the Times, 21 de abril de 1881).

A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é certo, ainda que caiam os céus (Educação, p. 40).

Ellen G. White, 26/7/1956 e 2005

segunda-feira, 5 de abril de 2021

“Deus amou o mundo de tal maneira”

 MEDITAÇÃO DIÁRIA


Segunda-feira, 5 de abril

“Deus amou o mundo de tal maneira”

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Muitas têm sido as tentativas dos homens para descrever o insondável amor de Deus pela humanidade. Todas essas tentativas ficam muito distantes da realidade. A mais eloquente analogia é a do amor de um pai e uma mãe por seus filhos. Depois de o Mestre descrever o mais fielmente possível esse amor, O ouvimos dizer: “Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que Lhe pedirem?” (Mt 7:11).

“Se os pais se sacrificam por seus filhinhos, quanto mais Deus! Se um homem daria a vida pelos amigos, quanto mais Deus! Se vocês são capazes de sofrer por alguém a quem amam, quanto mais Deus! Lembrem-se de como Lacordaire dramatizou uma vez essa verdade? ‘Se vocês querem saber como o Todo-Poderoso Se sente a nosso respeito, escutem o pulsar de seu próprio coração. Acrescente a isso o Infinito’” (Stewart, Heralds of God, p. 148).

O amor de Deus pelo homem não se expressa apenas em João 3:16, mas em toda a história do evangelho. A encarnação foi uma expressão desse amor. O ministério de Jesus em benefício dos homens foi constante e uma eloquente tentativa de dramatizar o amor de Deus. A cruz foi a suprema manifestação do amor. Deus continuou demonstrando Seu imenso amor no ministério do Espírito Santo, em nós, e na obra de Cristo no Céu em favor dos pecadores, na promessa da segunda vinda de Jesus e na esperança da vida eterna. Todas essas grandes verdades evangélicas refletem o amor de Deus.

Alguém pode perguntar: “Se Deus me ama, por que eu sofro?” “Se Deus ama o mundo, por que existe tanta dor?” Parte da resposta a essas perguntas está nas palavras de Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2Co 4:17, 18).

O amor de um Deus eterno deve ser avaliado nos termos de Sua eternidade. Seu amor pode ser sentido agora, mas só será compreendido na vida eterna.

Norval F. Pease, 22/3/1970

terça-feira, 7 de maio de 2019

“Vinde Mesmo Como Estais”

A Fé Pela Qual Eu Vivo
7 de maio
“Vinde Mesmo Como Estais”

Pode o etíope mudar a sua pele ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal. Jer. 13:23.

Deus não considera todos os pecados igualmente graves; há aos Seus olhos, como aos do homem, gradações de culpa; por mais insignificante, porém, que este ou aquele mau ato possa parecer aos olhos humanos, pecado algum é pequeno à vista de Deus. O juízo do homem é parcial, imperfeito; mas Deus avalia todas as coisas como são na realidade. O bêbado é desprezado, e diz-se-lhe que seu pecado o excluirá do Céu; ao passo que o orgulho, o egoísmo e a cobiça muitas vezes não são reprovados. No entanto, esses são pecados especialmente ofensivos a Deus, pois são contrários à benevolência de Seu caráter e àquele desinteressado amor que é a própria atmosfera do Universo não caído. A pessoa que cai em algum pecado grosseiro sente, talvez, sua vergonha e miséria, e sua necessidade da graça de Cristo; mas o orgulho não sente necessidade alguma, e assim fecha o coração a Cristo e às infinitas bênçãos que veio dar. …

Quando virdes vossa pecaminosidade, não espereis até que vos tenhais melhorado. Quantos há que julgam não ser suficientemente bons para ir a Cristo! Tendes esperança de tornar-vos melhor mediante vossos próprios esforços? … Só em Deus é que há socorro para nós. Não devemos esperar persuasões mais fortes, melhores oportunidades ou um temperamento mais santo. De nós mesmos nada podemos fazer. Temos de ir a Cristo exatamente como nos achamos. Caminho a Cristo, págs. 30 e 31.

Entregai-vos a Cristo sem demora; só Ele, pelo poder de Sua graça, vos poderá redimir da ruína. Apenas Ele poderá levar vossas faculdades morais e mentais a um estado de saúde. Vosso coração pode estar aquecido com o amor de Deus; o entendimento, claro e maduro; a consciência, iluminada, viva e pura; a vontade, reta e santificada, sujeita ao domínio do Espírito de Deus. Podeis fazer de vós mesma o que escolherdes. Se vos volverdes justamente agora, se cessardes de fazer o mal e aprenderdes a fazer o bem, então sereis verdadeiramente feliz; tereis êxito nas pelejas da vida e vos levantareis para a glória e honra, na vida melhor que esta. “Escolhei hoje a quem sirvais.” Jos. 24:15. Orientação da Criança, págs. 454 e 455.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 - 7 de maio – Pág. 133

domingo, 5 de maio de 2019

Perdoados Como Perdoamos

A Fé Pela Qual Eu Vivo
5 de maio
Perdoados Como Perdoamos


Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. Mat. 7:2.

Só poderemos receber o perdão de Deus se também nós perdoarmos aos outros. É o amor de Deus que nos atrai para Ele, e esse amor não nos pode tocar o coração sem criar amor por nossos irmãos.

Terminando a oração do Senhor, Jesus acrescentou: “Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” Mat. 6:14 e 15. Aquele que não perdoa, obstrui o próprio conduto pelo qual, unicamente, pode receber misericórdia de Deus. Não deve pensar que, a menos que os que nos prejudicaram, confessem o mal, estamos justificados ao privá-los de nosso perdão. É dever deles, sem dúvida, humilhar o coração pelo arrependimento e confissão; cumpre-nos, porém, ter espírito de compaixão para com os que pecaram contra nós, quer confessem quer não suas faltas. O Maior Discurso de Cristo, págs. 113 e 114.

Nada pode justificar o espírito irreconciliável. Aquele que não é misericordioso para com os outros, mostra não ser participante da graça perdoadora de Deus. No perdão de Deus, o coração do perdido é atraído ao grande coração do Infinito Amor. A torrente da compaixão divina derrama-se no espírito do pecador e, dele, na de outros. …

Não nos é perdoado porque perdoamos, porém, como o fazemos. O motivo de todo perdão acha-se no imerecido amor de Deus; mas, por nossa atitude para com os outros denotamos se estamos possuídos desse amor. Por isto Cristo diz: “Com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” Mat. 7:2. Parábolas de Jesus, pág. 251.

Que Cristo, a divina Vida, habite em vós, e manifeste por vosso intermédio o amor de origem celeste que irá inspirar esperança no desalentado e levar paz ao coração ferido pelo pecado. Ao aproximar-nos de Deus, eis a condição que temos de satisfazer ao pisar o limiar – que, recebendo misericórdia de Sua parte, nos entreguemos a nós mesmos para revelar a outros Sua graça. O Maior Discurso de Cristo, págs. 1114 e 115.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 131

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O que Ama a Todos

A Fé Pela Qual Eu Vivo
28 de fevereiro
O que Ama a Todos


Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, do qual toda a família nos Céus e na Terra toma o nome. Efés. 3:14 e 15.

A percepção do amor de Deus opera a renúncia do egoísmo. Ao chamarmos Deus nosso Pai, reconhecemos todos os Seus filhos como irmãos. Somos todos parte da grande teia da humanidade, todos membros de uma só família. O Maior Discurso de Cristo, pág. 105.

Nenhuma distinção em matéria de nacionalidade ou classe social, é reconhecida por Deus. Ele é o Criador de toda a humanidade. Os homens são pela criação membros de uma mesma família, e todos são um pela redenção. Cristo veio para desfazer todo muro de separação, para franquear cada compartimento das cortes do templo, a fim de que cada alma pudesse ter livre acesso a Deus. Profetas e Reis, págs. 369 e 370.

[Ele] veio mostrar que Seu dom de misericórdia e amor é tão ilimitado como o ar, a luz ou a chuva que refrigera a Terra. Obreiros Evangélicos, pág. 46.

Seu amor é tão amplo, tão profundo, tão pleno, que penetra em toda parte. Ele subtrai à influência de Satanás os que foram iludidos por seus enganos, colocando-os dentro dos limites do trono de Deus, o trono circundado pelo arco-íris da promessa. Profetas e Reis, pág. 370.

Deus é nosso Pai e Governador. … Os princípios que regem o Céu devem reger a Terra, o mesmo amor que anima os anjos, a mesma pureza e santidade que reinam no Céu, devem, o quanto possível, ser reproduzidos na Terra. Testimonies, vol. 4, pág. 268.

Se chamais a Deus vosso Pai, vós vos reconheceis Seus filhos, para ser guiados por Sua sabedoria, e ser obedientes em todas as coisas, sabendo que Seu amor é imutável. Aceitareis Seu plano para vossa vida. Como filhos de Deus, mantereis, como objeto de vosso mais elevado interesse, Sua honra, Seu caráter, Sua família, Sua obra. … Alegrar-vos-eis em praticar qualquer ato, embora humilde, que contribua para Sua glória ou bem-estar, de vossos semelhantes. O Maior Discurso de Cristo, págs. 105 e 106.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 65

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

O Dia Mais Feliz da Semana

A Fé Pela Qual Eu Vivo

30 de janeiro

O Dia Mais Feliz da Semana

Se desviares o teu pé do sábado, de fazer a tua vontade no Meu santo dia, e se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor digno de honra, e se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falar as tuas próprias palavras. Isaías 58:13.

O amor de Deus, porém, estabeleceu um limite às exigências do trabalho. Sobre o sábado Ele põe Sua misericordiosa mão. No Seu dia Ele reserva à família a oportunidade da comunhão com Ele, com a natureza, e uns para com outros. Educação, pág. 251.

O sábado e a família foram, semelhantemente, instituídos no Éden, e no propósito de Deus acham-se indissoluvelmente ligados um ao outro. Neste dia, mais do que em qualquer outro, é-nos possível viver a vida do Éden. Era o plano de Deus que os membros da família se associassem no trabalho e estudo, no culto e recreação. Educação, pág. 250.

O santo dia de repouso de Deus foi feito para o homem, e os atos de misericórdia se acham em perfeita harmonia com seu desígnio. O Desejado de Todas as Nações, pág. 207.

Aliviar os aflitos, confortar os tristes, é um trabalho de amor que faz honra ao dia de Deus. Beneficência Social, pág. 77.

Visto que o sábado é a memória do poder criador, é o dia em que de preferência a todos os outros devemos familiarizar-nos com Deus mediante Suas obras. Educação, pág. 251.

Numa parte do dia, todos devem ter oportunidade de ficar ao ar livre. Como podem as crianças obter um mais correto conhecimento de Deus, … do que passando parte do tempo ao ar livre, não em brincadeiras, mas na companhia de seus pais? Que sua mente juvenil se ligue a Deus no belo cenário da natureza. … Ao verem as belas coisas que Ele criou para a felicidade do homem, serão levadas a considerá-Lo um terno e amorável Pai. … Ao revestir-se o caráter de Deus do aspecto de amor, benevolência, beleza e atração, elas são induzidas a amá-Lo. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 280.

O sábado – oh! – tornai-o o dia mais doce e mais abençoado de toda a semana. Orientação da Criança, pág. 532.
Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 36

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Que é a Vida?

A Fé Pela Qual Eu Vivo
24 de janeiro

Que é a Vida?


Mais é a vida do que o sustento, e o corpo, mais do que as vestes. Luc. 12:23.

A vida nos foi dada por Deus e dEle depende como a folha depende do ramo quanto à manutenção. The Youth’s Instructor, 21 de junho de 1894.

A vida é uma manifestação do amor de Deus. É um talento que Deus confiou ao nosso cuidado, e um mui custoso talento quando considerado em face do sacrifício do Filho de Deus. É uma expressão da propriedade de Deus. Somos Seus pela criação, e duplamente Seus pela redenção. DEle derivamos a vida. Ele é o Criador e a Fonte de toda vida. Ele é o autor da vida mais elevada, que Ele deseja possuam os seres que Ele criou. Carta 164, 1900.

Cada um deve considerar a solene pergunta: Que é minha vida para com Deus e meus semelhantes? Ninguém vive para si mesmo. Vida alguma é simplesmente neutra em seus resultados. …

Toda pessoa se acha sob obrigação de viver a vida cristã. Nossa individualidade, nossos talentos, nosso tempo, nossa influência, nossas habilidades, tudo quanto nos é dado por Deus, deve ser-Lhe devolvido em serviço voluntário. O alvo e objetivo da vida não é assegurar vantagens temporais, mas certificar-se daquelas que são eternas. Deus requer vosso espírito, vosso corpo, vossas aptidões; pois Ele os comprou por Seu precioso sangue, e eles Lhe pertencem. É roubo negar-vos a Deus. …

Nossa vida não nos pertence, nunca pertenceu, nem nunca pode pertencer. A importante questão para nós, é: “Está nossa vida entrelaçada com a de Jesus?”

Que é a vida cristã? É uma vida salva, uma vida tirada de um mundo de pecado, e ligada à vida de Cristo. The Youth’s Instructor, 21 de junho de 1894.

Se nossa vida estiver escondida com Cristo em Deus, quando Cristo Se manifestar, também nos manifestaremos com Ele em glória. E enquanto estivermos neste mundo, daremos a Deus, em santificado serviço, todos os atributos que Ele nos deu. Medicina e Salvação, pág. 7.

Que é vossa vida? Precisais um dia enfrentar e responder a esta pergunta. The Youth’s Instructor, 21 de junho de 1894.
Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 30

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Cântico dos Remidos

Refletindo a Cristo

26 de dezembro
O Cântico dos Remidos

E a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado. Isa. 61:3.
Milhões desceram ao túmulo carregados de infâmia, porque firmemente se recusavam a render-se às enganosas pretensões de Satanás. … Mas agora “Deus mesmo é o Juiz”. Sal. 50:6. Revogam-se agora as decisões da Terra. … Não mais são fracos, aflitos, dispersos e opressos. Doravante devem estar sempre com o Senhor. Acham-se diante do trono com vestes mais ricas do que já usaram os mais honrados da Terra. Estão coroados com diademas mais gloriosos do que os que já foram colocados na fronte dos monarcas terrestres. Os dias de dores e prantos acabaram-se para sempre. O Rei da glória enxugou as lágrimas de todos os rostos; removeu-se toda a causa de pesar. Por entre o agitar dos ramos de palmeiras, derramam um cântico de louvor, claro, suave e melodioso; todas as vozes apreendem a harmonia até que reboa pelas abóbadas do céu a antífona: “Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro.” Apoc. 7:10. …

Nesta vida podemos apenas começar a compreender o maravilhoso tema da redenção. … Todavia, com o máximo esforço de nossa faculdade mental, deixamos de apreender seu completo significado. O comprimento e a largura, a profundidade e a altura do amor que redime não são senão palidamente compreendidos. O plano da redenção não será amplamente penetrado, mesmo quando os resgatados virem assim como eles são vistos, e conhecerem como são conhecidos; antes, através das eras eternas, novas verdades desdobrar-se-ão de contínuo à mente cheia de admiração e deleite. Posto que os pesares, dores e tentações da Terra estejam terminados, e removidas suas causas, sempre terá o povo de Deus um conhecimento distinto, inteligente, do que custou a sua salvação.

A cruz de Cristo será a ciência e cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se olvidará que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins se deleitavam em adorar – humilhou-Se para levantar o homem decaído; que Ele arrostou a culpa e a ignomínia do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram a vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor do homem, despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Ao olharem as nações dos salvos para o seu Redentor e contemplarem a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem o Seu trono que é de eternidade em eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto, e nos remiu para Deus com Seu mui precioso sangue!” …

Misericórdia, ternura e amor paternal são vistos a confundir-se com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos Seu caráter em suas manifestações de misericórdia, e compreendemos, como nunca dantes, a significação daquele título enternecedor: “Pai nosso.” O Grande Conflito, págs. 650-652.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.
– Pág. 366 –


quarta-feira, 20 de junho de 2018

O Amor de Deus Refletido na Família

Refletindo a Cristo

O Amor de Deus Refletido na Família - 20 de junho

Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece dos que O temem. Sal. 103:13.

Trazei o resplendor do Céu para a vossa conversação. Ao pronunciardes palavras que animam e confortam, revelareis que o brilho da justiça de Cristo habita em vosso pensamento. As crianças precisam de palavras amáveis. É fundamental para a sua felicidade o sentirem-se aprovadas. Esforçai-vos por evitar expressões duras, e cultivai as entonações suaves. Captai a beleza contida nas lições da Palavra de Deus, e alimentai isso como sendo fundamental à felicidade e sucesso de vosso lar. Num ambiente feliz as crianças desenvolverão temperamento dócil e alegre.

A verdadeira beleza de caráter não é algo que se distingue apenas em ocasiões especiais; a graça de Cristo habitando na vida é revelada sob qualquer circunstância. Aquele que nutre essa graça como uma inabalável presença na vida, revelará beleza de caráter tanto sob circunstâncias aflitivas como favoráveis. No lar, no mundo, na igreja, precisamos viver a vida de Cristo. Por toda parte há pessoas que necessitam de conversão. Quando a lei de Deus é escrita no coração, e é testemunhada através de um caráter santo, aqueles que não conhecem o poder da graça de Cristo serão levados a desejá-la, e se converterão.

Um solene exame está agora em andamento nas cortes celestiais. O pensamento de que as decisões estão agora sendo tomadas no Céu deveria levar os pais a diligentemente educar os filhos no temor e amor de Deus. Não será através de palavras ásperas e castigos severos para punir as más ações que se obterá o maior êxito, mas por meio de vigilância e oração, para que eles não sejam apanhados pelos ardis do inimigo. …

Toda família que conhece a verdade para este tempo deve torná-la conhecida a outros. O povo do Senhor deve estar pronto para a realização de uma obra especial. Os filhos, bem como os membros mais velhos da família devem fazer sua parte em procurar salvar os que estão a perecer. Desde Sua juventude Cristo foi, para todos com quem Se associou, uma influência que os impeliu para as coisas mais elevadas. Assim também os jovens hoje podem exercer uma influência para o bem que atrairá pessoas para Deus.

Os pais precisam avaliar mais completamente a responsabilidade e honra que Deus colocou sobre eles, ao torná-los, perante os filhos, Seus representantes. O caráter revelado no contato diário, interpretará para os filhos, para bem ou para mal, as seguintes palavras de Deus:

“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece dos que O temem.” Sal. 103:13. “Como alguém a quem sua mãe consola, assim Eu vos consolarei.” Isa. 66:13. Signs of the Times, 14 de novembro de 1911.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 177 –

quinta-feira, 22 de março de 2018

Amor de Deus Maravilha a João

Refletindo a Cristo

Amor de Deus Maravilha a João -22 de março 

 Achei-me em espírito, no dia do Senhor. Apoc. 1:10.
O dia do Senhor mencionado por João era o sábado, o dia no qual Jeová repousara após a grande obra da Criação, e o qual abençoara e santificara por haver repousado nele. O sábado era tão santamente observado por João na ilha de Patmos como quando estava entre o povo pregando a respeito desse dia. Junto das estéreis rochas que o cercavam, João se lembrava do rochoso Horebe e de quando Deus pronunciara Sua lei ao povo, ali, e dissera: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.” Êxo. 20:8.
O Filho de Deus falara a Moisés do cume do monte. Deus fizera das rochas o Seu santuário. Seu templo foram os outeiros eternos. O Divino Legislador descera sobre a montanha rochosa para pronunciar Sua lei aos ouvidos de todo o povo, a fim de que fossem impressionados pela grandiosa e terrível exibição do Seu poder e glória e temessem transgredir Seus mandamentos. Deus proferira Sua lei no meio de trovões, e relâmpagos, e de espessa nuvem sobre o cume da montanha, e Sua voz fora como a voz de uma trombeta ressoante. A lei de Jeová era imutável, e as tábuas sobre as quais escrevera essa lei eram rocha sólida, significando a imutabilidade de Seus preceitos. O monte Horebe tornara-se um lugar sagrado para todos os que amavam e reverenciavam a lei de Deus.
Enquanto João contemplava as cenas do Horebe, o Espírito dAquele que santificara o sétimo dia veio sobre ele. Contemplava o pecado de Adão transgredindo a lei divina e o terrível resultado dessa transgressão. O infinito amor de Deus, dando Seu Filho para remir a raça perdida, parecia demasiado grande para a língua exprimir. Ao apresentá-lo em sua epístola, convida a igreja e o mundo para considerá-lo. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não O conheceu a Ele mesmo.” I João 3:1.
Era para João um mistério que Deus houvesse dado Seu Filho para morrer pelo homem rebelde. E ele estava realmente perplexo em ver que o plano da salvação, delineado a tal preço pelo Céu, fosse recusado por aqueles para quem o sacrifício infinito fora feito. …
Não é coisa de pouca importância pecar contra Deus, colocar a perversa vontade do homem em oposição à vontade de seu Criador. É para o melhor bem dos homens, mesmo neste mundo, obedecer aos mandamentos de Deus. E é certamente para seu interesse eterno submeter-se a Deus e estar em paz com Ele. … Deus o fez um agente moral livre, para obedecer ou desobedecer. O galardão da vida eterna – um eterno peso de glória – é prometido àqueles que fazem a vontade de Deus. Santificação, págs. 74-76.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo,

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Colossenses 1 Comentários de Kenneth Norton

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Colossenses 1
Comentários  de Kenneth Norton

Em sua opinião, quem é a pessoa mais importante que vive em sua cidade agora? Qual a pessoa mais importante em seu estado? Em seu país? No mundo? Como você decidiu quem era mais importante? Quais as qualificações que essas pessoas têm que as tornam tão importantes? Será que é a posição, a riqueza ou algo especial que elas fizeram para a sua cidade, estado, país ou mundo? Só mais uma pergunta: Se uma dessas pessoas importantes lhe dedicasse atenção pessoal, como você se sentiria?

Em Colossenses 1, o apóstolo Paulo descreve alguém que atualmente ocupa o mais alto cargo possível no universo, tem a maior riqueza, fez algo tão significativo que os efeitos ainda são sentidos no céu e na terra, e que quer estar tão perto de você quanto possível.

Antes de delinear as qualificações de pessoa mais importante do universo e falar sobre a sua misteriosa atenção para conosco, Paulo encoraja os crentes de Colossos. Ele reconhece a fé, o amor e a esperança deles e lhes diz que está orando por eles (vs. 3-12). Ele os lembra de que, por meio do sangue de Cristo, foram libertados do poder das trevas e transferidos para o reino do Filho (vs. 13-14).

Paulo, então, dirige a sua atenção para a importância e o significado universal de Jesus. Cristo ocupa ocupa uma posição acima de toda a criação e revela-nos exatamente como é Deus, o Pai (v. 15). Jesus Cristo criou e é o proprietário de tudo que existe visível e invisível (v. 16). Ele estava lá antes de tudo ter sido criado e conserva todas as coisas em ordem e harmonia (v. 17, NTLH). Nenhum mero ser humano conduz a Sua Igreja. Ele a dirige como Alguém digno da maior preeminência (v. 18). Ele é totalmente Deus, e por causa da Sua morte na cruz, as pessoas podem fazer as pazes com Deus e ser apresentadas santas, inocentes, e sem qualquer acusação diante dEle se permanecerem fiéis em seu compromisso com Ele (vs. 19-23).

Então Paulo compartilha um mistério glorioso. Esse Deus de posição, riqueza e incessante atividade quer viver em nós (v. 27). A pessoa mais importante do universo regou-nos com sua atenção e quer estar o mais próximo possível daqueles que Ele redimiu com Seu sangue.
Agora, como você se sente com essa atenção especial?
Kenneth Norton
Estados Unidos



segunda-feira, 30 de março de 2015

I Coríntios 16 Comentários deMichael W. Campbell

Reavivados por Sua Palavra
 Leitura Bíblica  -I Coríntios 16

Comentários  deMichael W. Campbell

Paulo encerra esta carta [ou epístola] com alguns planos práticos. Ele exorta os coríntios a prepararem e recolherem seus donativos no primeiro dia da semana para ajudar os crentes menos afortunados de Jerusalém (v 1-2). 

Enquanto alguns detalhes não são exatamente claros, como a razão da arrecadação dos donativos para Jerusalém, Paulo indica que, como cristãos, temos a responsabilidade de atendermos as necessidades uns dos outros.
Paulo planejava visitar os cristãos de Corinto. O verso 8 indica, entretanto, que ele, primeiro, passaria algum tempo em Éfeso, que foi, provavelmente, o início de sua estadia de três anos naquela cidade portuária da Ásia (ver Atos 20:31). Atos 19 registra algumas das provações e tribulações que Paulo enfrentou  enquanto trabalhava em prol dos crentes em Éfeso. 

Os versos finais da epístola (v 19-20) incluem saudações. Paulo tinha assistentes que escreviam em pergaminhos as cartas que ele ditava, mas ele considerou importante escrever a saudação pessoalmente, “de próprio punho” (v 21 NVI).

Resumindo sua epístola, no coração do último capítulo Paulo destaca o quanto ele se preocupava com cristãos de Corinto: “Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes. Façam tudo com amor”(v 13-14). 

Não importa quais sejam as dificuldades, o amor de Deus é a essência da vida cristã.

Michael W. Campbell, Ph.D.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/16/

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

João 19 Comentários de Christopher Bullock


João 19
Christopher Bullock

Eles crucificaram o filho errado! Como poderia toda a nação de Israel cometer tamanho erro? Todos os homens judeus viajavam a Jerusalém uma vez por ano por ocasião da Páscoa. Pode-se dizer, então, que a nação israelita estava ali presente e tinha duas opções, dois homens presos, ambos chamados de “filho do pai.” Se Jesus era o “Filho do Pai”, o nome de Barrabás também significa “filho do pai”: “bar” = filho de, e “abbas” = pai.

Eles libertaram aquele “filho do pai” que deveria morrer naquele dia junto com os dois ladrões. Em vez disso, o Filho do Pai, Jesus de Nazaré, em quem Pilatos não encontrou “motivo algum de acusação” (v.4 NVI), que viveu uma vida perfeita e sem pecado, foi pregado na cruz naquela sexta-feira! O “filho do pai” errado foi libertado naquele dia. E no lugar dele o justo “Filho do Pai” foi crucificado!

Jesus sofreu três simulacros de julgamento antes de morrer. Mas quem realmente estava recebendo o juízo na crucificação de Jesus? Jesus disse em João 12:31: “Chegou a hora de ser julgado este mundo… ” (NVI). A cruz é a revelação mais clara do coração amoroso de Deus, mas também expõe de maneira definitiva e completa tudo o que está errado em nosso mundo. Na cruz, a natureza pecaminosa de cada pessoa e de cada reino é julgada e condenada em toda a sua feiura no corpo de Jesus. A cruz é uma acusação contra a violência, a usura, a rebelião, a religião que força e coage, contra a prática de jogar a culpa em outros, contra o reino satânico caracterizado pelo espírito de acusação, vergonha e decepção.

Na cruz, Jesus morreu POR nossos pecados. Isto é, Ele morreu EM nosso lugar. No entanto, ele fez muito mais do que isso! Jesus também morreu COMO portador do nosso pecado. Ele “Se tornou pecado” (II Cor. 5:21). Jesus tornou-se “uma maldição por nós” (Gálatas 3:13). Muitos cristãos pensam que Jesus veio para ensinar as pessoas a ir para o Céu. Esse mal-entendido menospreza a cruz, imaginando apenas como um meio para nos levar para lá. Mas a cruz é muito mais.

Somente o Evangelho de João registra que “um dos soldados perfurou o lado de Jesus com uma lança, e logo saiu sangue e água.” (v 34 NVI). Na cruz, Jesus derramou Seu sangue, significando a morte do Filho de Deus que nos dá vida. Este sangue saturou o solo ao redor da cruz.

Com o coração cheio de gratidão aceite o Seu sangue derramado em seu proveito. Você está com sede? Jesus lhe convida a vir e beber e com alegria tirar água do poço da salvação.

Christopher Bullock



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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

João 15 Comentários de Christopher Bullock

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - João 15
Comentários  de  Christopher Bullock

Não é bom não produzir frutos. Quem quer ser infrutífero? No entanto, aqui Jesus diz que alguns serão encontrados infrutíferos. Então, o Pai, como jardineiro, irá cortar fora estes ramos da videira.

Esta parábola pode trazer um sentimento de preocupação. Afinal, como é que vamos realmente saber se somos frutíferos ou não? Dentro do Reino de Deus, muitas vezes nosso fruto não se mostra imediatamente. Muitas vezes, como diz a Bíblia: um planta, outro rega, e ainda um outro colhe! Ou um estabelece uma base enquanto outro edifica sobre ele (1Co 3:5-10). Aqui Jesus usa a analogia de uma videira e um ramo. Trabalhe um pouco em jardinagem e a preocupação começará a se dissipar.

No meu quintal, há árvores e arbustos. Meus dois favoritos são a macieira e um arbusto especial. O arbusto me traz grande alegria, porque, naturalmente, atrai muitos tipos de borboletas. Mas ele exige um trabalho cuidadoso de poda. A macieira também requer muito cuidado. Ao longo dos anos, ao cuidar dessas duas obras de Deus, tenho notado que os ramos que não produzem frutos são os que não se desenvolveram da maneira certa. O que quero dizer? Eles não cresceram para cima, para o sol, então não produzem frutos.

Nenhuma planta produz frutos a menos que olhe para o sol. Nenhuma pessoa dá frutos a menos que olhe para o Filho de Deus. “Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim” (Jo 15:4 NVI). Você está mantendo seus olhos em Jesus?

Jesus disse: “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (vv 9-11 NVI).

Christopher Bullock, M.Div.
Pastor, em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da America




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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Lucas 23 Comentários de Lynn Carpenter


Lucas 23
 Lynn Carpenter

As palavras nos faltam ao chegarmos às cenas retratadas neste capítulo. Vemos Jesus, o melhor e mais puro do Céu, rejeitado! Como Ele deve ter se sentido?

Vemos que “… toda a assembleia levantou-se e o levou a Pilatos.” (v 1). Em uma unidade satânica, líderes religiosos, eruditos e a ralé levam Jesus apressadamente ao governador romano. Seu desejo é o assassinato de Jesus.

Entretanto, Pilatos não encontra nenhuma falta em Jesus (versos 4, 14, 22). Ainda assim, escolhendo agradar o povo, Pilatos cede ao desejo da multidão e condena o Inocente. Tudo parece perdido.

Mas espere. Em meio às mentiras e atrocidades daquele inacreditável dia, vemos alguém que fala a verdade e encontra um Salvador! É um criminoso falando para o outro: “Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal” (v 41). Que sermão! Ele coloca a culpa no seu devido lugar.

Espere! Eu precisava olhar para Ele de novo. Então O vi suspenso entre o céu e a terra, pendurado em uma cruz de madeira. Seu rosto coberto de feridas, quase irreconhecível. Tudo o mais perdeu a importância diante daquele rosto, daquele olhar de amor, daquela profunda dor.

As lágrimas saltaram dos meus olhos e corriam pelo meu rosto, eu chorava amargamente. Nesse momento, eu vi o Seu coração, eu senti o Seu amor e me senti emocionalmente esmagada. Por que eu não O tinha visto antes de maneira tão intensa? Por que eu tinha falhado com Ele deste modo?

Eu nunca olhara para Ele de forma tão atenta. Eu O desprezara. Sim, eu quebrei Seu coração, eu causei Sua dor, e ainda assim Ele me amou o suficiente para morrer a pior das mortes. E sozinho. “Jesus, eu sinto muito!”, eu chorei, “por favor, toma-me e salva-me com Seu amor.”

A vida é um contínuo voltar para Jesus, Aquele que realmente Se importa. Contemple-O no momento de Sua maior prova de amor por nós e achegue-se a Ele novamente.

Lynn Carpenter




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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Lucas 22 Comentários de Lynn Carpenter


 Lucas 22
Lynn Carpenter

Como enfermeira missionária vi muitas pessoas morrerem em condições horríveis e eu sempre pensava: “Que maneira terrível de morrer!”

Mas olhe para Jesus.

À medida que se aproxima a noite mais incrível da história, quando nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo deveria sofrer a agonia mais intensa já experimentada por alguém, para que pudesse “salvar o seu povo dos seus pecados”, essas mesmas pessoas são encontradas em completa confusão:
- Satanás usou Judas, que concordou em trair Jesus, entregando-O aos líderes religiosos por uma pequena quantia.

- Os líderes se alegram com a traição, porque assim poderão implementar seu plano assassino (versos 1-6).

- Os discípulos de Jesus discutem sobre quem é o maior e mais tarde adormecem na hora da crise (versos 24, 45).
- Pedro desconsidera o terno e pessoal aviso de Jesus e, assim, nega seu Senhor (versos 33, 54-62).

- E, por fim, o próprio povo de Jesus O condena através de seu testemunho pessoal – o que ia contra a mesma lei que eles evitavam quebrar em seus pequenos detalhes (v 71; Dt 17: 6).

Que triste e deplorável espetáculo para os olhos do céu! Que momento para o melhor e mais puro dar a Sua vida!

Em contraste contemple Jesus:
- Em meio ao caos Ele se dirige carinhosamente aos doze: “Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer.” (v. 15 NVI). Jesus deseja passar tempo conosco.

- Ao servir o suco de uva e partir o pão, Ele diz: “Tomem isto”, “partilhem”, “façam isto em memória de mim” (versos 17, 19 NVI). Jesus sabia que eles iriam esquecer.

- Remetendo-se à contenda reinante entre os discípulos sobre quem seria o maior, Jesus mostra a Si mesmo “como o que serve.” (v. 16 NVI).

- Em seguida, incentivando a sua fé, Ele lhes aponta o tempo em que eles deverão “sentar-se em tronos.” (v. 30). Que Deus compassivo! (versos 25-30).
- Jesus ora sozinho no jardim e, à medida que a agonia se intensifica, Ele ora ainda mais intensamente. Que exemplo para nós! (v 44).

- Sofrendo a traição em um beijo, a negação de Pedro, a condenação e escárnio dos judeus, Jesus diz a verdade, embora saiba que isto vai Lhe significar a cruz (versos 67-70).

Na crise, ao final da Sua vida terrena, em meio ao caos, Jesus permanece fiel aos princípios e a Seus propósitos. E quanto a nós? Estamos agora a entrar na crise final da história da Terra. O caos está em toda parte. Passemos uma hora de reflexão a cada dia contemplando e pensando em Jesus.

Lynn Carpenter


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Salmos 40 Comentário

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