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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

TOME A SUA CRUZ E SIGA-ME

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

1 de dezembro

TOME A SUA CRUZ E SIGA-ME

Se alguém quer vir após Mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Mateus 16:24

Fazia uns três anos que Jesus começara Seu ministério. Havia chegado o momento de contar aos discípulos que, como parte do plano da salvação, Ele precisava sofrer e morrer (Mt 16:21, 22). Mas os discípulos não aceitaram essa informação. Pedro retrucou que isso nunca aconteceria. Satanás tentava desviar Jesus de Sua missão, e Pedro estava, mesmo inconscientemente, sendo o portavoz da tentação. Então Jesus o repreendeu e afirmou que a cruz também é parte da experiência de Seus seguidores, não somente Dele. Todo filho de Deus deve ter sua cota de sofrimentos por amor ao evangelho.

No entanto, além das dores e lutas do presente, encontra-se a vinda de Jesus em glória, quando receberemos nossa recompensa. Por isso, o Mestre também declarou que alguns que ali estavam O veriam em Seu reino de glória, antes de morrerem (Mt 16:28). Isso ocorreu poucos dias depois, quando Pedro, Tiago e João presenciaram a transfiguração do Salvador (Mt 17:1, 2). Os três eram os mais próximos de Jesus, e essa experiência os fortaleceria para os embates do futuro: Pedro seria o primeiro a levar o evangelho aos gentios; Tiago, o primeiro discípulo martirizado; e João, o último sobrevivente dos apóstolos, agraciado com uma série de visões especiais sobre o futuro do povo de Deus.

Muitos anos depois, relembrando aquele dia, Pedro escreveu: “Porque não lhes demos a conhecer o poder e a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da Sua majestade. Porque Ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando, pela Suprema Glória, Lhe foi enviada a seguinte voz: ‘Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado.’ Ora, nós ouvimos esta voz vinda do Céu quando estávamos com Ele no monte santo” (2Pe 1:16-18).

Cada um de nós deve tomar a própria cruz, assim como Jesus. Todos nós temos que passar por lutas e provações. Precisamos ter uma vida de oração, reconhecendo nossa necessidade e buscando o poder de Deus. Ele nos ama, Ele nos ouve e está pronto a nos dar as experiências que são necessárias para nos animar e fortalecer a fé. Tome sua cruz e siga a Jesus. Ele estará com você para carregá-la. 

sexta-feira, 15 de julho de 2022

O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

 O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

O que diz respeito a mim o Senhor levará a bom termo; a Tua misericórdia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares as obras das Tuas mãos. Salmo 138:8

A cruz de Cristo será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado, eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se esquecerá que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins têm prazer em adorar, humilhou-Se para reerguer a humanidade decaída. Nunca será esquecido que Ele suportou a culpa e a vergonha do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram Sua vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Quando as nações dos salvos olham para seu Redentor e contemplam a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem Seu trono, que existe de eternidade a eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto e nos remiu para Deus com Seu preciosíssimo sangue!”

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos enchiam de temor e pavor aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal se misturam com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos o caráter divino em suas manifestações de misericórdia e compreendemos, como nunca antes, o significado daquele título tão comovente: “Pai nosso.”

Entenderemos que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais (O Grande Conflito, p. 539, 540 [651, 652]). 

PARA REFLETIR: Quando você fará uma pausa para agradecer a Deus pelo único meio pelo qual Ele poderia salvá-lo: o sacrifício do Seu Filho, Jesus Cristo?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

15 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-arbitro-de-todos-os-destinos/

quinta-feira, 14 de julho de 2022

O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

 O ÁRBITRO DE TODOS OS DESTINOS

O que diz respeito a mim o Senhor levará a bom termo; a Tua misericórdia, ó Senhor, dura para sempre; não desampares as obras das Tuas mãos. Salmo 138:8

A cruz de Cristo será a ciência e o cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado, eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se esquecerá que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins têm prazer em adorar, humilhou-Se para reerguer a humanidade decaída. Nunca será esquecido que Ele suportou a culpa e a vergonha do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram Sua vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Quando as nações dos salvos olham para seu Redentor e contemplam a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem Seu trono, que existe de eternidade a eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto e nos remiu para Deus com Seu preciosíssimo sangue!”

O mistério da cruz explica todos os outros mistérios. À luz que emana do Calvário, os atributos de Deus que nos enchiam de temor e pavor aparecem belos e atraentes. Misericórdia, ternura e amor paternal se misturam com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos o caráter divino em suas manifestações de misericórdia e compreendemos, como nunca antes, o significado daquele título tão comovente: “Pai nosso.”

Entenderemos que Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais (O Grande Conflito, p. 539, 540 [651, 652]). 

PARA REFLETIR: Quando você fará uma pausa para agradecer a Deus pelo único meio pelo qual Ele poderia salvá-lo: o sacrifício do Seu Filho, Jesus Cristo? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

14 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-arbitro-de-todos-os-destinos/

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

CONQUISTADOR QUE RECLAMA A VITÓRIA

 O CONQUISTADOR QUE RECLAMA A VITÓRIA

Ele fortalece o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Isaías 40:29

É o ardil especial de Satanás levar o indivíduo ao pecado e, então, deixá-lo desamparado e tremente, receando suplicar perdão. Por que devemos temer, se Deus disse: “Que se ponham sob a Minha proteção e façam as pazes comigo; sim, que façam as pazes Comigo” (Is 27:5)? Todas as providências foram tomadas para suprir nossas fraquezas, e todo encorajamento foi oferecido para nos aproximarmos de Cristo.

Cristo ofereceu Seu corpo quebrantado para readquirir a herança de Deus, para dar ao ser humano outra prova. “Por isso, também pode salvar totalmente os que por Ele se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). Por Sua vida imaculada, obediência e morte na cruz do Calvário, Cristo intercedeu pela raça perdida. Atualmente, o Príncipe de nossa salvação não intercede por nós como mero peticionário, mas como um Conquistador que reclama a vitória. Seu sacrifício está consumado, e como nosso Intercessor, cumpre a obra que a Si mesmo Se impôs, apresentando a Deus o incensário que contém Seus méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graças de Seu povo. […] A oferta é inteiramente aceitável, e o perdão cobre todas as transgressões.

Cristo Se comprometeu a ser nosso substituto e fiador, e não despreza ninguém. Ele, que não pôde ver seres humanos sujeitos à ruína eterna sem entregar Sua vida à morte por eles, contemplará com piedade e compaixão todo aquele que reconhece não poder salvar-se a si mesmo.

Não contemplará nenhum trêmulo suplicante sem erguê-lo. Cristo, que pela expiação proveu à humanidade um infinito tesouro de força moral, não deixará de empregar esse poder em nosso favor. Podemos depositar a Seus pés nossos pecados e cuidados, pois Ele nos ama. Mesmo Seu olhar e Suas palavras despertam nossa confiança. Formará e moldará nosso caráter segundo Sua vontade.

Em todo o poderio satânico não há força para vencer uma única pessoa que se rende confiante a Cristo. “Ele fortalece o cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Is 40:29) (Parábolas de Jesus, p. 156, 157).

PARA REFLETIR: Como você pode acessar o “infinito tesouro de força moral” de Cristo?

Meditação Diária 11/01/2021

O Conquistador Que Reclama A Vitória

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-conquistador-que-reclama-a-vitoria/

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

O AMADO

 O AMADO

Mas longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu estou crucificado para o mundo. Gálatas 6:14

Os consagrados mensageiros que nos primeiros dias do cristianismo levaram as alegres novas da salvação a um mundo a perecer não permitiam que pensamentos de exaltação própria prejudicassem sua apresentação de Cristo, e Este crucificado. Não cobiçavam autoridade nem posição de destaque. Ocultando-se no Salvador, exaltavam o grande plano da salvação e a vida de Cristo, o Autor e Consumador desse plano. Jesus, o mesmo ontem, hoje e eternamente, era a ênfase de seu ensino.

Se os que hoje ensinam a Palavra de Deus exaltassem cada vez mais a cruz de Cristo, seu ministério teria muito mais resultado. Se os pecadores fossem levados a contemplar com fervor a cruz, se conseguissem obter uma visão plena do Salvador crucificado, compreenderiam a profundidade da compaixão de Deus e a malignidade do pecado.

A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo ser humano. É a garantia de nossa salvação. Remover do cristianismo a cruz seria como apagar do céu o Sol. A cruz nos aproxima de Deus, reconciliando-nos com Ele. Com a amorosa compaixão de um pai, Jeová considera o sofrimento que Seu Filho suportou para salvar a raça humana da morte eterna e nos recebe no Amado.

Sem a cruz, a humanidade não teria união com o Pai. Dela depende toda nossa esperança. Dela brilha a luz do amor do Salvador; e quando, ao pé da cruz, o pecador contempla Aquele que morreu para salvá-lo, pode ter completa alegria, pois seus pecados estão perdoados. Ao se ajoelhar com fé junto à cruz, ele alcança o lugar mais alto que o ser humano pode atingir.

Por intermédio da cruz, aprendemos que o Pai celestial nos ama com amor infinito. Será que devemos, então, ficar admirados de Paulo ter exclamado: “Longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”? (Gl 6:14) (Atos dos Apóstolos, p. 134 [209, 210]).

PARA REFLETIR: Se cada uma de suas esperanças depende daquilo que Jesus realizou na cruz, com que frequência você deveria agradecer a Deus pelo sacrifício extraordinário de Seu Amado? Com que frequência você se ajoelha no pináculo da sua existência, ao pé da cruz de Jesus?

Meditação Diária 10/01/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amado///

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

A cruz é o centro no cristianismo -Gálatas 6

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  Gálatas 6

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Deus Pai, ressuscitou a Jesus, o Filho (Gálatas 1:1), O qual nos concedeu, além da liberdade da escravidão do pecado, o Espírito Santo, para que permaneçamos firmes no caminho da salvação (capítulo 5).

A cruz é central no cristianismo, mas o Espírito é essencial para vivermos verdadeiramente o cristianismo. Observe cinco versos em Gálatas referentes à cruz, medite em seu significado:

• Estou crucificado com Cristo (2:20). O crucificado está morto; o crente crucificado com Cristo só está vivo porque a vida que agora tem é pela fé no Filho de Deus.

• Cristo crucificado por mim (3:1). A transgressão e condenação à morte do pecador foram totalmente assumidas por Cristo, sendo Ele absolutamente inocente.

• A carne crucificada para mim (5:24). Vontades carnais, perversões sexuais, imoralidades, interesses pecaminosos, etc. perderam vigor para quem realmente aceitou Cristo, pois o poder do Espírito entrou em vigor (5:25).

• O mundo crucificado para mim (6:14). Todos os atrativos oferecidos pelo mundo perdem o valor para aquele que passa a viver pelo Senhor.

• Eu crucificado para o mundo (6:14). Além do mundo não oferecer mais atrativos, o cristão não é mais atraente para o mundo; a sociedade o despreza, a popularidade se afasta e a prosperidade mundana foge.

Após esse apanhado geral da participação da cruz na religião bíblica, note os pontos do último capítulo de Gálatas:

1. Desfocado de si mesmo, o cristão foca nos interesses de Seu próximo, conforme rege o amor divino em seu coração, visando salvar e restaurar pecadores (vs. 1-2).

2. Crucificado para o eu, tendo Cristo vivendo dentro de si através do Espírito Santo, o cristão viverá como Cristo viveu aqui na Terra: Sendo uma bênção para o próximo, partilhará o bem sem importar a quem (vs. 3-10).

3. A verdadeira conversão carregará a marca da perseguição, não da circuncisão; a marca da glória divina, não da vanglória; a marca da nova vida, não da velha vida de pecado (vs. 11-18).

“Paulo morrera para o mundo, ou seja, ele veio a tornar-se um objeto de desprezo para todos quantos põem sua esperança nos prazeres e tesouros, honrarias e valores mundanos, que afastam a alma para longe de Cristo” (William Hendriksen).

Se quisermos realmente ser reavivados, essa experiência precisa fazer sentido para nós! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

O Cântico dos Remidos

Refletindo a Cristo

26 de dezembro
O Cântico dos Remidos

E a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado. Isa. 61:3.
Milhões desceram ao túmulo carregados de infâmia, porque firmemente se recusavam a render-se às enganosas pretensões de Satanás. … Mas agora “Deus mesmo é o Juiz”. Sal. 50:6. Revogam-se agora as decisões da Terra. … Não mais são fracos, aflitos, dispersos e opressos. Doravante devem estar sempre com o Senhor. Acham-se diante do trono com vestes mais ricas do que já usaram os mais honrados da Terra. Estão coroados com diademas mais gloriosos do que os que já foram colocados na fronte dos monarcas terrestres. Os dias de dores e prantos acabaram-se para sempre. O Rei da glória enxugou as lágrimas de todos os rostos; removeu-se toda a causa de pesar. Por entre o agitar dos ramos de palmeiras, derramam um cântico de louvor, claro, suave e melodioso; todas as vozes apreendem a harmonia até que reboa pelas abóbadas do céu a antífona: “Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro.” Apoc. 7:10. …

Nesta vida podemos apenas começar a compreender o maravilhoso tema da redenção. … Todavia, com o máximo esforço de nossa faculdade mental, deixamos de apreender seu completo significado. O comprimento e a largura, a profundidade e a altura do amor que redime não são senão palidamente compreendidos. O plano da redenção não será amplamente penetrado, mesmo quando os resgatados virem assim como eles são vistos, e conhecerem como são conhecidos; antes, através das eras eternas, novas verdades desdobrar-se-ão de contínuo à mente cheia de admiração e deleite. Posto que os pesares, dores e tentações da Terra estejam terminados, e removidas suas causas, sempre terá o povo de Deus um conhecimento distinto, inteligente, do que custou a sua salvação.

A cruz de Cristo será a ciência e cântico dos remidos por toda a eternidade. No Cristo glorificado eles contemplarão o Cristo crucificado. Jamais se olvidará que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins se deleitavam em adorar – humilhou-Se para levantar o homem decaído; que Ele arrostou a culpa e a ignomínia do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram a vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, deixar Sua glória e humilhar-Se por amor do homem, despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Ao olharem as nações dos salvos para o seu Redentor e contemplarem a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante; ao verem o Seu trono que é de eternidade em eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto, e nos remiu para Deus com Seu mui precioso sangue!” …

Misericórdia, ternura e amor paternal são vistos a confundir-se com santidade, justiça e poder. Enquanto contemplamos a majestade de Seu trono, alto e sublime, vemos Seu caráter em suas manifestações de misericórdia, e compreendemos, como nunca dantes, a significação daquele título enternecedor: “Pai nosso.” O Grande Conflito, págs. 650-652.

Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.
– Pág. 366 –


domingo, 30 de setembro de 2018

Revelando a Cruz

Refletindo a Cristo

Revelando a Cruz - 30 de setembro

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Gálatas 6:9.

Repetidas vezes tenho sido instruída a exortar nosso povo quanto a sua responsabilidade individual de trabalhar, crer, e orar. A recepção da verdade bíblica conduzirá a um contínuo espírito de sacrifício, pois o comodismo jamais pode ser encontrado numa experiência cristã. Homens e mulheres verdadeiramente convertidos revelarão a cruz do Calvário em seus atos diários. Há muitos adventistas do sétimo dia que não entendem que aceitar a causa de Cristo significa aceitar Sua cruz. A única evidência de discipulado que proveem em sua vida está no nome que ostentam. Mas o verdadeiro cristão considera sua mordomia como uma coisa sagrada. Ele estuda a Palavra com perseverança, e entrega sua vida ao serviço de Cristo.

Palavras de ânimo nos foram dadas: “Não nos cansemos de fazer o bem”(Gálatas 6:9), “sempre abundantes na obra do Senhor” (1Coríntios 15:58). Há um mundo a ser salvo, e uma obra que só será realizada através da proclamação da mensagem do evangelho. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16. Não deveríamos agradecer ao Senhor de todo o coração por Seu dom indizível? Não deveríamos estar dispostos a dedicar toda a nossa capacidade e talento à obra de representar Cristo perante o mundo? …

As “boas obras” começarão a aparecer quando a experiência do arrependimento e conversão for aplicada à vida. … É… demonstrando que fomos transformados no caráter, por meio da crença na verdade, que tornamos conhecido a outros o poder transformador da graça de Deus. Review and Herald, 25 de fevereiro de 1909.

“Mas aquele que está sendo instruído na palavra faça participante de todas as coisas boas aquele que o instrui. Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:6 e 7). Maravilhosa verdade! Essa é uma espada de dois gumes que corta de ambos os lados. A questão de vida ou morte está diante de toda a humanidade. A escolha que fizermos nesta vida será nossa escolha por toda a eternidade. Ou receberemos vida eterna ou morte eterna. Não há meio-termo, nem um segundo tempo de graça.

Somos instados a vencer nesta vida como Cristo venceu. O Céu nos proveu de abundantes oportunidades e privilégios, para que possamos vencer como Cristo venceu, e assentar-nos com Ele em Seu trono. Mas para que sejamos vencedores é preciso que não acariciemos as inclinações carnais em nossa vida. Todo egoísmo precisa ser cortado pela raiz. …

Quanto mais o coração estiver revestido de Cristo, tanto mais seguro estará o tesouro do mundo eterno. Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1241.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 279 –

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Melhor Caminho- MD-Lucas 15:10

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
O Melhor Caminho
George R.Knight

Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Lucas 15:10

O orgulho humano sussurra em nossos ouvidos que somos capa- zes de solucionar nossos próprios problemas, se tão-somente nos esforçarmos o suficiente. Lembro-me de quando me tornei adventista, com a idade de 19 anos. Olhei ao meu redor na igreja e cheguei a uma conclusão: Que confusão!

Eu acreditava que sabia qual era o problema. Os adventistas e outros cristãos simplesmente não se esforçavam o suficiente. Caso se empenhassem com maior esforço, certamente venceriam e se tornariam perfeitos. Foi nessa altura da minha vida que fiz um voto de ser o primeiro cristão perfeito, depois de Jesus. Em minha mente, não havia dúvida alguma quanto ao sucesso. A semelhança de Martinho Lutero e outros monges medievais me propus a derrotar o dragão do pecado por meio de minha conduta e de esforços próprios. E tentei, com todo o coração.

Menos de uma década depois, porém, desisti sentindo-me totalmente fracassado. Seguiram-se anos de desânimo e apostasia de tudo o que eu sabia ser a verdade.

Só mais tarde é que encontrei o Jesus do Calvário. Eu fora adventista, mas não conhecia a Jesus. Por isso, tive que me arrepender de minha autossuficiência; tive que me arrepender de procurar a salvação pelo método dos fariseus.

A essa altura, compreendi que o único caminho para a vitória sobre o pecado é sujeitar minha vontade a Deus e aceitar a vontade dEle e Seus caminhos em minha vida. Esse caminho é o caminho da cruz.

A cruz é a resposta de Deus para o problema do pecado. Se os seres humanos pudessem vencer o pecado pelas próprias forças, não haveria razão para Jesus vir a este mundo; não haveria razão alguma para a Sua morte na cruz.

Aqueles que não reconhecem a profundidade e a magnitude do problema do pecado ainda procuram salvar-se por meio de esforços pessoais. Como Paulo, Martinho Lutero e uma multidão de outras pessoas, porém, mais cedo ou mais tarde se depararão face a face com o fracasso. Só então serão capazes de verdadeiramente se arrepender (abandonar sua autossuficiência) e voltar-se a Deus de modo submisso.
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

“As escolhas são a matéria prima da vida.”, escreveu o escritor George R.Knight. A vida é feita de escolhas! Os que escolhem esperar, não se frustram. “…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31 Escolha caminhar com Jesus hoje e sempre e seja Feliz!

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Justiça de Deus e a Cruz MD-Apocalipse 5:9 e 12

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

A Justiça de Deus e a Cruz de Cristo
George R.Knight

Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o Teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação... Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Apoc. 5:9 e 12.

Por acaso você já notou que os cânticos de Apocalipse têm pro­funda relação com o mérito e justiça de Deus? Vamos considerá-los.

A primeira série de doxologias de louvor é encontrada em Apoca­lipse 5. Aí, o mérito de Jesus está baseado no fato de que Ele morreu no Calvário pela humanidade.

A segunda importante série é encontrada por ocasião do derrama­mento das sete últimas pragas. Pelo menos três vezes a justiça e vera­cidade de Deus são louvadas. “Tu és justo nos Teus julgamentos” (Apoc. 16:5, BLH), proclama o anjo ao derramar a terceira praga. O altar responde dizendo: “Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos.” Apoc. 16:7. (Ver também Apoc. 15:3 e 4.)

A terceira cena tem lugar na segunda vinda de Cristo. O capítulo 19 começa com “grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verda­deiros e justos são os Seus juízos”. Versos 1 e 2. Mais adiante, no mes­mo capítulo, Cristo, retratado como cavalgando Seu cavalo branco, “Se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça”. Verso 11.

Por que essa preocupação com a justiça de Deus? A resposta se en­cerra em uma questão fundamental do plano da salvação. Se a lei con­dena à morte aqueles que a transgrediram, como pode Deus salvar al­guns pecadores, e outros não? E não é a graça (dar perdão a algumas pessoas a despeito de sua vida pecaminosa) algo tão injusto como qual­quer outra coisa?

É aí que a cruz entra em cena. Como Jesus morreu por mim e eu aceitei esse sacrifício pela fé, Deus está livre para me perdoar. Ele manteve Sua justiça pelo fato de ter defendido a lei e a pena de mor­te, mas Ele é também capaz de mostrar misericórdia àqueles que a de­sejam por causa do sacrifício do Cordeiro. A cruz está exatamente no centro de nossa fé.

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

O Senhor Jesus é maravilhoso! Ele nos promete que estará conosco em nossa caminhada, em nossa jornada aqui nessa terra. E por mais que nós passemos por caminhos tortuosos e até pelo vale da sombra da morte não tememos porque ELE, o nosso Deus está sempre presente para nos livrar e nos guiar!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cumprimento da Lei MD- I João 1:7

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo

Mais Sobre o Cumprimento da Lei
George R.Knight

Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado. I João 1:7.
 Cristo cumprindo a lei e os profetas é uma das idéias mais abrangentes no Novo Testamento. E exatamente no centro do Novo Testamento e da fé cristã está a cruz de Cristo.

Você já pensou no formato dos Evangelhos, comparando-o com o de outras biografias? Os Evangelhos são biografias “anormais”, no sentido de que eles dão uma quantidade desproporcional de espaço para a história dos últimos dias de Cristo na Terra, Sua morte e ressurreição.

Os Evangelhos são diferentes da maioria de outras biografias e pessoas importantes. Uma biografia “normal” pode conter algumas centenas de páginas sobre a vida e as contribuições de seu personagem, e apenas umas cinco a dez páginas sobre a morte dessa pessoa. Isso porque o biógrafo está preocupado principalmente com a vida da pessoa.

Os Evangelhos são inigualáveis na história da literatura mundial nesse respeito. O seu ponto de enfoque é a morte do seu herói. João dedica quase a metade do seu Evangelho para dar cobertura a esse assunto.

Mais estranho ainda, é que o Herói do evangelho não tem morte de herói. Sua morte (pela aparência exterior) foi uma morte de abandono por Deus (Mat. 15:34), porque, como aprendemos dos autores do Novo Testamento, Ele estava carregando os pecados do mundo inteiro e morrendo pelos pecados de toda a humanidade.

Essa é a razão por que o sangue de Jesus é tão importante para os autores do Novo Testamento e para nós. Cada imagem da salvação no Novo Testamento é baseada no derramamento do sangue de Cristo.

Desse modo, lemos que: “Deus O apresentou (a Cristo) como sacrifício para propiciação... pelo Seu sangue” (Rom. 3:25, BLH), “nEle temos a redenção por meio de Seu sangue” (Efés. 1:7, BLH), “agora fomos justificados por Seu sangue” (Rom. 5:9, BLH), e Deus assim agiu para que “por meio dEle reconciliasse consigo todas as coisas, ... estabelecendo a paz pelo Seu sangue derramado na cruz”. Col. 1:20, BLH.

Muito obrigado, Jesus, por cumprires a lei em Tua vida e em Tua morte. Muito obrigado por assumires a pena de morte por mim, para que eu possa ter ressurreição e vida em Ti. Agradeço muito por seres o Cordeiro de Deus.

(Texto de George R.Knight)
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

O Senhor Jesus é maravilhoso! Ele nos promete que estará conosco em nossa caminhada, em nossa jornada aqui nessa terra. E por mais que nós passemos por caminhos tortuosos e até pelo vale da sombra da morte não tememos porque ELE, o nosso Deus está sempre presente para nos livrar e nos guiar!

Salmos 45 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 45 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 45 – A celebração de uma união co...