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sexta-feira, 7 de julho de 2023

JUSTIÇA IMPUTADA

 Meditação Diária

7 de julho

JUSTIÇA IMPUTADA

Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Romanos 4:3, ARA


termo justificação é uma referência ao perdão concedido ao pecador que se arrepende e aceita a Cristo – o Justo – como seu único Salvador. Na justificação, a justiça de Cristo é imputada. Imputar é uma expressão da área financeira. Significa “colocar na conta de alguém”.

Certa vez, próximo ao fim de um ano escolar, uma família da comunidade onde vivo, no entorno do Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus Engenheiro Coelho, queria ajudar um aluno formando em Teologia que estivesse em dívida com a faculdade. Pediram-me que indicasse alguém. Solicitei à tesouraria uma relação dos alunos nessas condições. Depois de uma análise, apontei um nome. Então foi feito um depósito na conta daquele aluno, um valor suficiente para zerar a dívida. A partir daquele momento, ele não devia mais nada. O que ocorreu foi uma imputação.

Isso ilustra o que aconteceu por ocasião da morte de Cristo. Na cruz do Calvário, todos os nossos pecados foram imputados a Cristo, colocados na Sua conta. Ele os assumiu, responsabilizou-se por eles e, mediante Sua morte, pagou nossa dívida. “Certamente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si […]. Mas Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele […]. O Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós” (Is 53:4-6; cf. 1Pe 2:24).

Além disso, houve outra imputação. Deus depositou a justiça de Cristo em nossa conta (2Co 5:21). “Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões” (2Co 5:19, ARA). Em certo sentido, a salvação é uma troca: Cristo recebe sobre Si nossos pecados, responsabiliza-Se por eles e, em contrapartida, oferece-nos Sua perfeita justiça (2Co 5:21). Desse modo, Deus viu a Cristo como pecado quando olhou para Ele na cruz. Mas, quando aceitamos essa substituição, Deus olha para nós e nos vê como justos. Por isso, Paulo pôde afirmar: “Agora, pois, já não existe nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).

Oh, bendita troca! Quem trocaria tanto por tão pouco? Quem trocaria algo tão precioso por algo tão vil? Apenas Jesus. Glória a Deus!
https://youtu.be/9gxSTJGSfSs

https://mais.cpb.com.br/meditacao/justica-imputada/
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quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Duas Listas

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

5 de agosto, quinta

Duas Listas

Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do espírito. Romanos 8:5

O capítulo oito de Romanos é a catedral da justificação pela fé. Nele Paulo ensina que quem foi justificado não está mais sob condenação (ver Rm 8:1). O apóstolo afirma que a pessoa justificada anda “segundo o Espírito”. Quem não foi justificado anda “segundo a carne”. A Bíblia fala em dois tipos de obras: as da carne e as do Espírito.

Durante uma semana de oração e louvor, ouvi a história de um homem que, na juventude, havia sido uma pessoa muito problemática. Ele brigava, arrebentava com tudo e não levava desaforo para casa. Após sua conversão, se tornou manso e paciente. Certo dia, depois de um pequeno acidente de trânsito, o motorista do outro carro quis ir para as vias de fato. Nosso irmão permaneceu calmo e deu um eloquente testemunho diante de dezenas de pessoas que se aglomeraram para ver a confusão. No momento de maior pressão, sob os maiores xingamentos, ele recitou no íntimo o Salmo 23. E não lhe faltou poder para a vitória.

Antes de sua conversão, sua vida era regida pelas obras da carne: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias” (Gl 5:19-21). Depois de sua justificação pela fé e em plena ligação com Cristo, outra lista assumia o controle: as obras do espírito, que são: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5:22, 23).

A história não terminou aí. No dia seguinte, o motorista do outro carro foi à casa de nosso irmão e confessou: “Estou profundamente envergonhado por causa das minhas atitudes ontem. Perdoe-me.” E se tornaram amigos.

O fruto do Espírito é um pacote fechado. Se você está ligado à Videira, produz todo seu conteúdo. Você não pode ser manso sem ser bondoso; não pode ser alegre sem ter domínio próprio.

Duas listas de obras. Dois tipos de vida. A que lista você gostaria de pertencer? O Espírito Santo pode, neste momento, rasgar sua lista de obras da carne e começar a escrever em seu coração uma página de glória.

Rubens S. Lessa, 9/2/2000

terça-feira, 7 de maio de 2019

“Vinde Mesmo Como Estais”

A Fé Pela Qual Eu Vivo
7 de maio
“Vinde Mesmo Como Estais”

Pode o etíope mudar a sua pele ou o leopardo as suas manchas? Nesse caso também vós podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal. Jer. 13:23.

Deus não considera todos os pecados igualmente graves; há aos Seus olhos, como aos do homem, gradações de culpa; por mais insignificante, porém, que este ou aquele mau ato possa parecer aos olhos humanos, pecado algum é pequeno à vista de Deus. O juízo do homem é parcial, imperfeito; mas Deus avalia todas as coisas como são na realidade. O bêbado é desprezado, e diz-se-lhe que seu pecado o excluirá do Céu; ao passo que o orgulho, o egoísmo e a cobiça muitas vezes não são reprovados. No entanto, esses são pecados especialmente ofensivos a Deus, pois são contrários à benevolência de Seu caráter e àquele desinteressado amor que é a própria atmosfera do Universo não caído. A pessoa que cai em algum pecado grosseiro sente, talvez, sua vergonha e miséria, e sua necessidade da graça de Cristo; mas o orgulho não sente necessidade alguma, e assim fecha o coração a Cristo e às infinitas bênçãos que veio dar. …

Quando virdes vossa pecaminosidade, não espereis até que vos tenhais melhorado. Quantos há que julgam não ser suficientemente bons para ir a Cristo! Tendes esperança de tornar-vos melhor mediante vossos próprios esforços? … Só em Deus é que há socorro para nós. Não devemos esperar persuasões mais fortes, melhores oportunidades ou um temperamento mais santo. De nós mesmos nada podemos fazer. Temos de ir a Cristo exatamente como nos achamos. Caminho a Cristo, págs. 30 e 31.

Entregai-vos a Cristo sem demora; só Ele, pelo poder de Sua graça, vos poderá redimir da ruína. Apenas Ele poderá levar vossas faculdades morais e mentais a um estado de saúde. Vosso coração pode estar aquecido com o amor de Deus; o entendimento, claro e maduro; a consciência, iluminada, viva e pura; a vontade, reta e santificada, sujeita ao domínio do Espírito de Deus. Podeis fazer de vós mesma o que escolherdes. Se vos volverdes justamente agora, se cessardes de fazer o mal e aprenderdes a fazer o bem, então sereis verdadeiramente feliz; tereis êxito nas pelejas da vida e vos levantareis para a glória e honra, na vida melhor que esta. “Escolhei hoje a quem sirvais.” Jos. 24:15. Orientação da Criança, págs. 454 e 455.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 - 7 de maio – Pág. 133

domingo, 5 de maio de 2019

Perdoados Como Perdoamos

A Fé Pela Qual Eu Vivo
5 de maio
Perdoados Como Perdoamos


Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. Mat. 7:2.

Só poderemos receber o perdão de Deus se também nós perdoarmos aos outros. É o amor de Deus que nos atrai para Ele, e esse amor não nos pode tocar o coração sem criar amor por nossos irmãos.

Terminando a oração do Senhor, Jesus acrescentou: “Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” Mat. 6:14 e 15. Aquele que não perdoa, obstrui o próprio conduto pelo qual, unicamente, pode receber misericórdia de Deus. Não deve pensar que, a menos que os que nos prejudicaram, confessem o mal, estamos justificados ao privá-los de nosso perdão. É dever deles, sem dúvida, humilhar o coração pelo arrependimento e confissão; cumpre-nos, porém, ter espírito de compaixão para com os que pecaram contra nós, quer confessem quer não suas faltas. O Maior Discurso de Cristo, págs. 113 e 114.

Nada pode justificar o espírito irreconciliável. Aquele que não é misericordioso para com os outros, mostra não ser participante da graça perdoadora de Deus. No perdão de Deus, o coração do perdido é atraído ao grande coração do Infinito Amor. A torrente da compaixão divina derrama-se no espírito do pecador e, dele, na de outros. …

Não nos é perdoado porque perdoamos, porém, como o fazemos. O motivo de todo perdão acha-se no imerecido amor de Deus; mas, por nossa atitude para com os outros denotamos se estamos possuídos desse amor. Por isto Cristo diz: “Com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.” Mat. 7:2. Parábolas de Jesus, pág. 251.

Que Cristo, a divina Vida, habite em vós, e manifeste por vosso intermédio o amor de origem celeste que irá inspirar esperança no desalentado e levar paz ao coração ferido pelo pecado. Ao aproximar-nos de Deus, eis a condição que temos de satisfazer ao pisar o limiar – que, recebendo misericórdia de Sua parte, nos entreguemos a nós mesmos para revelar a outros Sua graça. O Maior Discurso de Cristo, págs. 1114 e 115.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 131

domingo, 14 de abril de 2019

Primeiros Passos na Justificação

A Fé Pela Qual Eu Vivo
14 de abril
Primeiros Passos na Justificação

Deus, com a Sua destra, O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados. Atos 5:31.

Muitos se acham confundidos quanto ao que constitui os primeiros passos na obra da salvação. O arrependimento é considerado uma obra que o pecador deve realizar por si mesmo, a fim de poder chegar a Cristo. Pensam que o pecador deve por si mesmo conseguir a habilitação para obter a bênção da graça de Deus. Mas, conquanto seja verdade que o arrependimento deve preceder o perdão, pois é unicamente o coração quebrantado e contrito que é aceitável a Deus, o pecador não pode produzir em si o arrependimento, ou preparar-se para ir a Cristo. …

O primeiro passo em direção de Cristo é dado graças à atração do Espírito de Deus; ao atender o homem a esse atrair, vai ter com Cristo a fim de que se arrependa. …

Quando perante os principais sacerdotes e os saduceus, Pedro apresentou claramente o fato de que o arrependimento é dom de Deus. Falando de Cristo, disse ele: “Deus com a Sua destra O elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados.” Atos 5:31. O arrependimento, não menos do que o perdão e a justificação, é dom de Deus, e não pode ser experimentado a não ser que seja concedido à alma por Cristo. Se somos atraídos a Cristo, é-o por Seu poder e virtude. A graça da contrição vem por meio dEle, e dEle vem a justificação. …

Quem está desejoso de se tornar verdadeiramente arrependido? Que deve ele fazer? – Deve ir ter com Jesus, tal qual está, sem demora. Deve crer que a palavra de Cristo é verdadeira e, crendo na promessa, pedir, para que possa receber. Quando o desejo sincero leva os homens a pedir, eles não orarão em vão. O Senhor cumprirá Sua palavra e dará o Espírito Santo para levar ao arrependimento. …

Com a oração ele misturará a fé, e não só crerá nos preceitos da lei, mas também lhes obedecerá. … Renunciará a todos os hábitos e associações que tendam a afastar de Deus o coração. Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 390, 392 e 393.
Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 110

quinta-feira, 1 de março de 2018

Justificação pela fé

Refletindo a Cristo


Justificação pela fé, 1 de Março


Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:1-2.

Quando o pecador penitente, contrito diante de Deus, discerne a expiação de Cristo em seu favor e aceita essa expiação como sua única esperança nesta vida e na vida futura, seus pecados são perdoados. Isso é justificação pela fé. Toda pessoa crente deve submeter sua vontade inteiramente à vontade de Deus e manter-se num estado de arrependimento e contrição, exercendo fé nos méritos expiadores do Redentor e avançando de força em força, e de glória em glória.
Perdão e justificação são uma só e a mesma coisa. Pela fé, o crente passa da posição de rebelde, de filho do pecado e de Satanás, para a posição de súdito leal de Cristo Jesus, não por causa de alguma bondade inerente, mas porque Cristo o recebe como Seu filho, por adoção. O pecador obtém o perdão de seus pecados, porque esses pecados são carregados por seu Substituto e Penhor. O Senhor fala a Seu Pai celestial, dizendo: “Este é Meu filho. Eu o absolvo da condenação da morte, dando-lhe Minha apólice de seguro de vida — a vida eterna — porque tomei o seu lugar e sofri por seus pecados. Ele é mesmo Meu filho amado.” Assim o homem, perdoado e revestido das belas vestes da justiça de Cristo, se encontra irrepreensível diante de Deus.

O pecador pode errar, mas ele não é rejeitado sem misericórdia. Sua única esperança, porém, é arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus Cristo. A prerrogativa do Pai é perdoar nossas transgressões e pecados, porque Cristo tomou sobre Si a nossa culpa e nos absolveu, imputando-nos Sua própria justiça. Seu sacrifício satisfaz plenamente as reivindicações da justiça.

Justificação é o contrário de condenação. A infinita misericórdia de Deus é manifestada para os que são completamente indignos. Ele perdoa as transgressões e os pecados por amor de Jesus, o qual Se tornou a propiciação pelos nossos pecados. Pela fé em Cristo, o transgressor culpado é conduzido ao favor de Deus e à forte esperança da vida eterna. — Fé e Obras, 103-104.

É a justiça de Cristo que torna o pecador penitente aceitável a Deus e realiza a sua justificação. Por mais pecaminosa que tenha sido sua vida, se ele crê em Jesus como seu Salvador pessoal, ele se coloca diante de Deus nas imaculadas vestes da justiça imputada de Cristo. — Signs of the Times, 4 de Julho de 1892.

Este texto vem do livroRefletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Efésios 2 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  
 Leitura Bíblica- Efésios 2

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Ressurreição é tornar à vida algo que estava morto. A ressurreição espiritual visa tornar à vida àqueles que estão mortos em seus pecados. Alguém com vida espiritual vive diferentemente daqueles que estão espiritualmente mortos.

Neste capítulo Deus revela por meio de Paulo a realidade de cada pessoa sem Deus: Morta. Depois, apresenta o que acontece com quem aceita verdadeiramente o plano da salvação: Ressurreição espiritual, elevação, posição especial diante de Deus. Além disso, ainda o apóstolo revela o aspecto social da vida espiritual.

Destacamos os seguintes pontos:

1. O que o pecado (orgulho, vaidade, depravação, iniquidade) faz conosco: Mata (vs. 1-3);
2. O que Deus faz conosco: Por nos amar, nos ressuscita, nos exalta e nos guarda (vs. 4-9);
3. O que Deus faz em nós quando aceitamos Seu plano de salvação: Restaura e reescreve nossa história (v. 10);
4. O que Deus faz através de nós: Boas obras preparadas por Ele mesmo (v. 10).

Com isso, algumas coisas extraordinárias se tornam evidentes:

1. A reconciliação com Deus restaura relacionamentos com nosso próximo (fim do racismo, preconceitos, discriminação, humilhação, etc.); a falta de união com Deus resulta em problemas de relacionamento (vs. 11-12);

2. Restaurada a inimizade do pecador com Deus, a inimizade com os semelhantes desaparece (fim das guerras, conflitos, brigas e divisões). Reina a paz (vs. 13-18);

3. Unifica um povo, formando no mundo uma família: Os cristãos. Isso é ecumenismo, não firmado em qualquer ponto, mas baseado no Antigo e Novo Testamento. Unidade que calca a verdade não tem apoio da Trindade (vs. 19-22).

O plano de Deus é sublime, com resultado eficiente e evidente. Deus opera na libertação, restauração e reconciliação do pecador através de Cristo. Cristo opera por nós, em nós e, através de nós. Desde a justificação, passando pela santificação e culminando na glorificação, não temos nenhuma participação, é tudo ação divina.

Não nos salvamos com base no que fazemos. “Se fosse o caso, andaríamos por aí nos vangloriando do que fizemos. Não! Nada fizemos, nem nos salvamos. Deus faz tudo e nos salva” diz Paulo; e, imediatamente apela: “Não menosprezem esse presente”.

Do começo ao fim, a obra de salvar é um dom/presente unicamente de Deus. Nossa parte é não fazer nada, senão permitir/aceitar. Reavivemo-nos!

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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


domingo, 8 de março de 2015

Romanos 10 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Romanos 10
Comentários  deNorman McNulty

Este capítulo mostra a preocupação de Paulo com a condição perdida da nação judaica. O desejo de seu coração é que eles se salvem. Infelizmente, eles possuem um zelo por Deus que não se baseia na Bíblia e são ignorantes da verdadeira justiça que se obtém pela fé. Eles tentaram estabelecer sua própria justiça e não se submeteram a Cristo quando Ele se revelou a eles.

Paulo diz: “Porque o fim da Lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê.” (v. 4, NVI). Isso não significa que a lei foi abolida. No capítulo anterior, ele deixou isso claro quando disse: “a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rom. 8:4, NVI). O que isso mostra é que Cristo cumpriu a lei por nós e podemos experimentar Sua justiça, olhando para Ele e não para a lei.
Em seguida, Paulo cita Dt 30:12, 13, para descrever a fé. O problema é que alguns dizem que creriam se pudessem ir ao Céu e ver Cristo lá. Outros dizem que acreditariam se pudessem ver por si mesmos o Cristo ressuscitado (vs. 5-6). Então, ele mostra que a verdadeira fé crê na palavra pregada que Jesus é real e que Deus O ressuscitou dentre os mortos. Em nosso coração cremos e estamos totalmente convencidos da justiça de Cristo e confessamos isso com a nossa boca (vs. 7-13). Ninguém precisa ter vergonha de confessar abertamente sua fé em Cristo, porque Ele é o poder de Deus para a salvação.

A seguir, Paulo faz um apelo evangelístico e exorta os crentes a pregarem o evangelho da paz àqueles que não acreditam (vs. 14-18). Pregadores são necessários para levar o evangelho ao mundo, e ele cita Isaías 52:7 para descrever a beleza dos pés daqueles que levam as notícias desta mensagem àqueles que nunca ouviram falar dela. Esta pregação promove a fé naqueles que ouvem a palavra de Deus. Os evangelistas hoje devem continuar a pregar a simplicidade e o poder do evangelho que conduz à fé e a transformação. Paulo encerra esta seção citando o Salmo 19:4 para mostrar que as palavras dos pregadores foram até os confins do mundo.

Nos últimos três versos do capítulo, Paulo cita Moisés, mostrando que Deus fará a transição da nação judaica para os gentios, devido à rejeição deles de Cristo. Ele fez tudo o que podia para alcançá-los, contudo, como um povo, infelizmente, eles permaneceram desobedientes e opositores (Isaías 65:1,2).

Peçamos a Deus que nos conceda a fé genuína que nos leva a aceitar a Cristo como nossa justiça.

Norman McNulty



terça-feira, 3 de março de 2015

Romanos 5 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por sua Palavra

Romanos 5
Norman McNulty

Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós. Ao experimentarmos essa fé, Deus a purifica através da tribulação, experiência e esperança (1Pe 1:7). Deus nos permite passar por este processo para fortalecer a nossa fé (vv 3-5).

Em seguida, Paulo descreve a morte de Cristo na cruz como a expiação pelos nossos pecados (vv 6-11). Esta é a segunda vez em Romanos que a morte e a redenção de Cristo pelo Seu sangue é explicitamente mencionada (ver Rm 3:24, 25). Por incrível que pareça, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós! Nós temos sido justificados pelo seu sangue e salvos da ira por meio dele. Não só fomos justificados e reconciliados por sua morte, mas Paulo também mostra que somos salvos pela Sua vida (v. 10). Em um capítulo posterior, Paulo vai nos dar uma compreensão mais profunda desta declaração. Sim, Jesus morreu para nos salvar do registro passado de nossos pecados, e também para nos dar o poder de viver a vida que Ele viveu na carne nesta terra.

Em seguida, Paulo descreve o efeito que Adão e Cristo tiveram sobre a humanidade. O primeiro Adão afetou negativamente toda a humanidade, condenando-a, mas o Segundo Adão o fez positivamente, redimindo-a (vv 12-21). Por causa do pecado de Adão, a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Assim, a morte passou a todos os homens, porque todos escolheram o mesmo caminho do pecado. Adão era uma figura daquele que haveria de vir (o segundo Adão). Quando Adão escolheu pecar fez com que todos nós tivéssemos uma natureza pecaminosa. O Segundo Adão também fez uma escolha que poderia afetar toda a humanidade se todos nós escolhêssemos aceitar a Sua morte na cruz.

Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeiro a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).

Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/5/


segunda-feira, 2 de março de 2015

Romanos 4 Comentários Pr. Heber T. Armí

Lições de vida -

Lições da Bíblia -Romanos 4
Comentários Pr. Heber T. Armí 


Numa época de pluralismo, relativismo e subjetivismo é necessário o evangelho puro, absoluto e total, exposto claramente nas páginas da epístola de Paulo aos romanos. Este evangelho, quando devidamente entendido suscita a paixão das pessoas por Jesus e Seu infinito sacrifício.

O pecado torna-nos réus; ao pecar tornamo-nos alvos da ira divina; merecemos a condenação: a morte! Contudo, Deus pode transformar um final terrível num final feliz. Ele tem a única solução para o problemão do pecado. Em Seu Filho tornamo-nos salvos da ira. A salvação é pela graça mediante a fé – qualquer coisa diferente disto é evangelho falso!

Embora pareça nova essa teologia da salvação, só parece, mas não é. Ele é tão antiga quanto a necessidade de salvação. Não é uma visão exclusiva do Novo Testamento, ela está enraizada no Antigo Testamento; e, é isso que Paulo intentará provar a nós neste capítulo.

Hernandes Dias Lopes o divide nos seguintes tópicos:

1. Abraão foi justificado pela fé, não pelas obras (vs. 1-8);
2. Abraão foi justificado pela fé, não pela circuncisão (vs. 9-12);
3. Abraão foi justificado pela fé, não pela lei (vs. 13-17a);
4. Abraão foi justificado pela fé, não pela fé na fé (vs. 17b-22);
5. Abrão foi justificado pela fé, não isoladamente, mas como exemplo de todos os que creem (vs. 23-25).

Deus nunca mudou Seu plano de salvação. Nunca foi pelas obras ou pela lei – embora haja intérpretes que alegam que no Antigo Testamento era por obras da lei, e, atualmente há quem defenda a ideia de que é pela obediência a mandamentos –, Paulo provou completamente o contrário!

A salvação é um presentão de Deus a nós que merecemos punição pelos nossos pecados. Ela é gratuita, e a recebemos mediante a fé. Entretanto, não é qualquer fé. “A fé que é posta em relação a justificação não é a fé geral em Deus; muito menos ainda é alguma fé sem conteúdo bem definido e inteligível; é a fé dirigida à pessoa de Cristo”, declara John Murray.

“Não haveria justificação sem a morte de Jesus no Calvário”, argumenta Siegfried J. Schwantes, “porque Ele morreu e ressuscitou, nós podemos obter perdão e vida eterna”.


A fé é a mão estendida a Deus para receber dEle a salvação! – Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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domingo, 1 de março de 2015

Romanos 3 Comentários de Norman McNulty

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Romanos 2
Comentários  de  Norman McNulty

Depois de ler os dois primeiros capítulos de Romanos, aquele que crê em Jesus pode perguntar: “Por que eu fui me tornar um cristão? Receberei maior cobrança no juízo por ter maior conhecimento!” Paulo antecipou este questionamento por parte dos judeus que tinham pleno conhecimento da lei de Deus. Eles têm uma grande vantagem. As instruções que receberam tornam mais fácil andar no caminho da salvação.

Em seguida, nos versos 3 e 4, ele chama a atenção de que mesmo que alguém não creia na verdade conforme estabelecida na Escritura, isto não retira desta verdade seu poder e eficácia. Ele cita Salmo 51:4, que diz que quando Deus fala, Ele é justo e não mente. Deus é verdadeiro quando Ele declara justo aquele que nEle crê… E o que Ele diz, é verdade!

Em seguida, Paulo deixa claro que ele não ensina, como alguns dizem que ele faz, que é aceitável continuar pecando, para que, ao pecarmos mais, recebamos mais graça (vv 5-8).

Então, Paulo fala do pecado de toda a humanidade (vv 10-18). “Não há nenhum justo, nem um sequer.” (v 10 NVI). Esta injustiça começa na mente. As escolhas erradas que fazemos transformam-nos em inimigos de Deus e nos levam a todas as formas de pecado, inclusive não temer a Deus (vv 12-18). Note, entretanto, que parte do evangelho eterno, como vemos na mensagem do primeiro anjo (Ap 14: 6, 7) é temer a Deus. Deus nos prometeu que podemos ser libertos das escolhas tolas que fazemos (vv 10-18).

Ao chegarmos ao versículo 19 lemos que “todo o mundo” está sob a lei e sua condenação, e que todos são culpados diante de Deus. E porque todos são culpados, nenhuma quantidade de boas obras pode nos salvar. Assim, todos precisamos da “justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo” (v 22 NVI).  Essa justiça é concedida a todo aquele que crê.

Esta justiça é dada livremente pela graça de Deus, e o sangue de Jesus torna esta graça possível. Aqueles que creem em Jesus serão justificados e Deus será justo ao proclamar os crentes fiéis como justos (vv. 24-26).

O capítulo termina mostrando que não pode haver qualquer exaltação própria, porque esta justiça vem pela fé, e isto vale tanto para judeus quanto para gentios, cristãos e não-cristãos. Além disso, esta fé guiará todo aquele que crê a cumprir a lei de Deus, não a torná-la sem efeito. Em outras palavras, aqueles que experimentam a justificação pela fé, também viverão uma vida obediente, pela graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador (vv 27-30).

Norman McNulty
Neurologista,
Tenessee, EUA


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Zacarias 13 Comentários de Sook-Young Kim


Zacarias 13
Sook-Young Kim

“Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza.” (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!

O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Lá, em 12:10, encontramos a profecia sobre o Messias ser perfurado por arma [heb. daqar. Ou traspassado, que é uma expressão do NT]. Portanto, neste capítulo a expressão “Naquele dia” em 13:1 refere-se ao dia em que o Messias seria crucificado, não o “dia” do fim dos tempos. Quando o Messias morre como sacrifício de Deus e as pessoas lamentam e choram pela Sua morte, a fonte que purifica do pecado é aberta.

Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra. Sim, Senhor, temos aguardado muito por esse dia!

Os versos 5-6 falam da vinda do Redentor. Ele é mencionando como um agricultor servo desde a Sua juventude e, em seguida, descreve o Seu sofrimento. Ele será ferido entre Seus braços, ou seja, em Suas costas. Nos Evangelhos (Mt 27:26; Mc 14:65; 15:15; Lc 22:63; Jo 19:1,18), nos é dito como Ele foi açoitado, ridicularizado e estapeado. O versículo 6 foi citado por Ellen G. White, juntamente com alguns versos de Isaías 53, para descrever a morte de Cristo como o Servo de Deus (Atos dos Apóstolos, 226 [126], cap. 22, §17º).

Tudo isso aconteceu quando Ele visitava a casa de Seus amigos, a casa de Davi e os habitantes de Jerusalém, que representam a raça humana. Como previsto no verso 7 e anunciado pelo próprio Jesus ao citar esta passagem em Mt 26:31, quando Jesus, o pastor, foi ferido, todo o rebanho de Seus discípulos se dispersou e fugiu.

Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte. Aqueles que eram encarregados pelo serviço do Templo e que por direito de nascimento eram os líderes do sistema religioso da época agiram como inimigos de Seu Senhor.

Cuidemos para não usar os privilégios que temos para nossa própria autopromoção. Tudo o que temos deve ser consagrado para exaltar o Senhor que nos criou e salvou.

É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: “O Senhor é o meu Deus!” (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim



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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Problema do Pecado -MD-Filipenses 3:4-8

Meditação Diária-
Caminhando com Jesus Cristo
Como Lidar com o Problema do Pecado
George R.Knight

Se alguém pensa que tem razões para confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, do povo de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, se comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Filipenses 3:4-8, NVI.

Algumas pessoas, como Paulo antes de sua conversão, acham que o esforço humano é o caminho para a salvação. O que se pode di¬zer dos fariseus do tempo de Paulo e de todas as outras gerações é que eles são tremendamente sinceros em procurar corrigir o seu problema com o pecado, a fim de estar bem com Deus.

Considere Martinho Lutero (1483-1546), por exemplo. Antes de aprender sobre a justificação pela fé, no livro de Romanos, como monge agostiniano ele passou noites inteiras afligindo o próprio corpo em penitência. Procurou limpar como que com uma draga todo pecado que algum dia fora tentado a cometer. Mas era um processo sem fim. Mal acabara de pensar que completara a tarefa, e tinha que se arrepender da tentação de orgulhar-se de sua realização. Lutero buscou incessantemente obter paz de espírito, mas jamais conseguiu isso por meio do seu ascetismo.

Um caso semelhante é o de Anthony (aproximadamente 251-356 d.C.), que jejuava, não dormia e torturava seu corpo. Durante 20 anos viveu no deserto em “constante batalha contra o diabo”. No entanto, ao final de sua vigília, Anthony não estava mais perto da vitória do que no princípio.

Paulo nos advertiu contra a inutilidade de tal tentativa para alcançar santidade. Paulo, o rígido e austero fariseu, finalmente conseguiu vitória e paz por meio da aceitação do sacrifício de Jesus no Calvário. Não é de admirar que Paulo considerasse sem valor tudo o que anteriormente entesourava, uma vez que aceitou a Cristo como seu Salvador pessoal. Paulo finalmente encontrou o que Lutero, Anthony e todos nós estamos procurando. Jesus nos diz: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. ... Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.” Mat. 11:28-30.
Outras publicações: http://www.cpb.com.br/

“As escolhas são a matéria prima da vida.”, escreveu o escritor George R.Knight. A vida é feita de escolhas! Os que escolhem esperar, não se frustram. “…Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” Isaías 40.31 Escolha caminhar com Jesus hoje e sempre e seja Feliz!

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

QUEM ESTÁ CERTO- MD-João 3:36

Meditação Diária
QUEM ESTÁ CERTO: DEUS OU EU?

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. (João 3:36).

Se pudéssemos entrar no céu pelas nossas características naturais, Deus jamais teria dito: “Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Romanos 3:10-12).

Se pudéssemos obter salvação por meio de nossas boas obras, Deus jamais teria dito: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

Se pudéssemos ser salvos obedecendo os dez mandamentos, Deus jamais teria dito: “Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei” (Romanos 3:20).

Se pudéssemos comprar nossa salvação, Deus jamais teria dito: “Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre)” (Salmo 49:7-8).

Se pudéssemos melhorar nosso comportamento ou personalidade e, assim, ser salvos, Deus jamais teria dito: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso” (Jeremias 17:9).

Se a salvação dependesse, em algum ponto, de nós mesmos, a resposta à pergunta dos discípulos, ‘Quem poderá, pois, salvar-se?’, jamais seria: “Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis” (Marcos 10:26-27).

“Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:22-24).


Experimente Jesus através da leitura e meditação diária da Palavra de Deus, desfrute de suas promessas e tenha uma vida  renovada e vitoriosa.
Meditação Diária

2 Crônicas 30 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – 2 Crônicas 30 Comentário: Pr. Heber Toth Armí II CRÔNICAS 30 – Buscamos grande re...