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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Ele deu Seu filho para nossa redenção.

Devocional Diário:Fonte de Alegria


17 de Fevereiro


Ele deu Seu filho para nossa redenção.

Ao Senhor agradou esmagá-lo, fazendo-o sofrer. Quando Ele der a Sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas Suas mãos. Isaías 53:10

O plano de nossa redenção não foi um pensamento posterior, formulado depois da queda de Adão. Ele foi “a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos” (Rm 16:25). Foi um desdobramento dos princípios que, desde os séculos da eternidade, têm sido o fundamento do trono de Deus. Desde o início, Deus e Cristo sabiam da apostasia de Satanás e da queda do ser humano mediante o poder enganador do rebelde. Deus não determinou a existência do pecado, mas previu que ele surgiria e tomou providências para enfrentar a terrível situação. Seu amor pelo mundo era tão grande que decidiu entregar “Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16) (DTN, p. 11 [22]).

Aquele que é infinito em sabedoria não poderia idealizar nenhum outro plano para nos redimir que não fosse o sacrifício de Seu Filho. A compensação desse sacrifício é a alegria de povoar a Terra com seres resgatados, santos, felizes e imortais. O resultado do conflito do Salvador com os poderes das trevas é alegria para os redimidos, resultando em glória para Deus por toda a eternidade. E tamanho é o valor de cada alma, que o Pai está satisfeito com o preço pago; e o próprio Cristo, contemplando os frutos de Seu imenso sacrifício, também Se alegra com satisfação (GC, p. 540 [652]).

“Sabendo que […] vocês foram resgatados […] pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula. Ele foi conhecido antes da fundação do mundo, mas foi manifestado nestes últimos tempos, em favor de vocês” (1Pe 1:18-20).

https://youtube.com/watch?v=7otDFlJHoeU&si=oL0us5BLF-X2PdqA

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Deus sempre avisa

 


NÚMEROS 29: Deus sempre avisa | Reflexão: Pr. Michelson Borges


“No dia dez deste sétimo mês, vocês terão santa convocação; vocês se humilharão e não farão nenhum trabalho.” Números 29:7

Dez dias antes do Dia da Expiação, tocavam-se trombetas para convidar o povo ao preparo espiritual. Deus é misericordioso e faz de tudo para chamar nossa atenção. Hoje o povo de Deus deve “tocar trombetas” e convidar as pessoas a se preparar para o Juízo e para a volta de Jesus. Faz parte das “santas convocações” buscar o arrependimento e a contrição de coração, mas lembremo-nos de que o Cordeiro morreu para que pudéssemos celebrar a alegria do perdão.

“Moisés comunicou aos israelitas tudo o que o Senhor lhe tinha ordenado” (v. 40). Temos feito o mesmo? Sejamos fiéis!

Promessa: Trombetas, Expiação e Tabernáculos eram festas espirituais que apontavam, respectivamente, para o anúncio do Juízo, o Juízo e a redenção final. Festas que falavam da necessidade de arrependimento e da alegria do perdão.

https://youtu.be/Eytq-ZY04uk?si=LMwZGxsoPva4ftgm

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Amor, ordem e redenção

 Devocional Diário

Amor, ordem e redenção

Embora andemos na carne, não lutamos segundo a carne. 2 Coríntios 10:3

“O amor como princípio, a ordem como base e o progresso como fim” é o lema que sintetiza o pensamento positivista de Auguste Comte. Esse autor foi tão influente que o positivismo impregnou cada camada da sociedade, especialmente o pensamento científico. Sua busca por ordem estabeleceu rótulos para cada faceta da realidade.

Semelhantemente, na igreja de Corinto tudo e todos recebiam um rótulo: os de Afrodite (sensualistas), Hera (matrimonialistas) ou Dionísio (bêbados); os de Apolo (curandeiros), Esculápio (médicos) ou Poseidon (marinheiros); os da carne, os do caos e os judaizantes. Diante desse cenário, Paulo orientou os fiéis quanto às prioridades de Deus, sobre a preeminência do amor genuíno, sobre o tempo e o espaço dos dons. O único rótulo que eles deveriam receber era “cristão”, e o único modelo era Cristo.

Em Sua taxonomia (classificação), Cristo não fala de liberais ou conservadores, sensualistas ou racionalistas, tradicionalistas ou progressistas. Jesus classifica a humanidade em trigo/ovelhas (crentes) ou joio/bodes (incrédulos). O crente deve ser decente por natureza e, por definição, deve ser ordeiro. Deve promover a honestidade, o crescimento e o equilíbrio. Diante da constante influência mundana na igreja, ele “deve realizar uma obra que requer muito tato, uma vez que é chamado a enfrentar apostasia, descontentamento, inveja e ciúmes na igreja, e terá que trabalhar no espírito de Cristo para colocar as coisas em ordem. Deve advertir firmemente, repreender o pecado e corrigir os erros, não apenas do púlpito, mas também por trabalho pessoal” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 335 [526, 527]).

Como cristãos, devemos trabalhar para alcançar esse objetivo. Em meio ao caos e à confusão do pecado, somos chamados a repreender, corrigir, ordenar e organizar aquilo que o pecado desfez. Essa não é uma obra realizada com o simples objetivo de colocar as coisas em seu lugar, mas de salvar.

Se fôssemos reescrever o pensamento de Comte, talvez poderíamos fazê-lo assim: “O amor como princípio, a ordem como base e a redenção como fim.” Para Deus, tudo deve ser feito com ordem e decência, mas o objetivo maior deve ser sempre a salvação – nossa e do nosso próximo.

 Vislumbres da eternidade
18 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/amor-ordem-e-redencao/
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domingo, 10 de julho de 2022

NOSSA JUSTIÇA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/nossa-justica/

NOSSA JUSTIÇA

Mas vocês são Dele, em Cristo Jesus, o qual Se tornou para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção. 1 Coríntios 1:30

O pensamento de que a justiça de Cristo nos é imputada, não por algum mérito de nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso pensamento. O inimigo de Deus e da humanidade não quer que essa verdade seja claramente apresentada; pois sabe que, se o povo a aceitar plenamente, seu poder estará destruído. Se ele pode dominar a mente de maneira que dúvida, incredulidade e trevas constituam a experiência dos que professam ser filhos de Deus, ele pode vencê-los com a tentação. 

Aquela fé simples, que toma a Deus em Sua palavra, deve ser encorajada. O povo de Deus deve ter aquela fé que lança mão do poder divino; “porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus” (Ef 2:8). Os que creem que Deus, por amor de Cristo, lhes perdoou os pecados, não devem, pela tentação, deixar de prosseguir em combater o bom combate da fé. Sua fé deve-se tornar mais forte, até que sua vida cristã bem como suas palavras declarem: “O sangue de Jesus […] nos purifica de todo pecado” (1Jo 1:7). 

Se queremos ter o espírito e poder da terceira mensagem angélica, temos de apresentar a lei e o evangelho juntos, pois eles andam de mãos dadas. À medida que um poder de baixo está incitando os filhos da desobediência para anular a lei de Deus e pisar a verdade de que Cristo é nossa Justiça, um poder de cima está operando no coração dos leais para exaltar a lei e elevar a Jesus como Salvador completo. A menos que o poder divino seja implantado na experiência do povo de Deus, teorias e ideias falsas levarão as mentes cativas, Cristo e Sua justiça ficarão fora da vida espiritual de muitos, e sua fé será impotente e sem vida. 

Os pastores precisam apresentar a Cristo em Sua plenitude, tanto nas igrejas como em novos campos, a fim de que os ouvintes possuam fé inteligente. O povo deve estar instruído de que Cristo lhes é salvação e justiça (Obreiros Evangélicos, p. 161, 162). 

PARA REFLETIR: De que modo a justiça de Cristo rompe com o poder de Satanás na sua vida? 

quinta-feira, 9 de junho de 2022

A ÚNICA DÁDIVA

 A ÚNICA DÁDIVA

Aquele que não poupou o Seu próprio Filho, mas por todos nós O entregou, será que não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas? Romanos 8:32

O Senhor olha com compaixão para os que se permitem andar sobrecarregados com as preocupações domésticas e perplexidades nos negócios. Estão comprometidos com muito trabalho e negligenciam o essencial. “Busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça”, diz o Salvador, “e todas estas coisas lhes serão acrescentadas” (Mt 6:33). Isto é, desvie o olhar deste mundo e contemple o mundo eterno. Você deve se esforçar para alcançar as coisas às quais Deus dá valor, e para cuja obtenção Cristo deu Sua preciosa vida. Seu sacrifício abriu totalmente para você os portões do comércio celestial. Guarde seu tesouro junto ao trono de Deus, fazendo, com o capital divinamente confiado a você, o trabalho que Ele deseja que se faça em levar as pessoas ao conhecimento da verdade. Isso lhe garantirá riquezas eternas. […]

Quando pensamos no grande presente do Céu para a redenção de um mundo pecador e então consideramos as ofertas que podemos dar, tememos fazer comparação. As exigências que se pudessem fazer a todo o Universo não poderiam se comparar com essa única Dádiva. Amor incomensurável foi demonstrado quando Alguém igual ao Pai veio pagar o preço pela alma humana e trazer-lhe a vida eterna. Será que aqueles que professam o nome de Cristo não verão nenhuma atração no Redentor do mundo? Eles serão indiferentes à posse da verdade e da justiça e se voltarão do tesouro celeste para o terreno?

“A condenação é esta: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal detesta a luz e não se aproxima da luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Quem pratica a verdade se aproxima da luz, para que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” (Jo 3:19-21, ARC) (Conselhos Sobre Mordomia, p. 157 [225, 226]).

PARA REFLETIR: Como as coisas atuais que você valoriza mudariam se aquilo que Jesus estima se tornasse a sua mais elevada prioridade?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

9 de junho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-unica-dadiva/

quinta-feira, 17 de março de 2022

Símbolo de Redenção - Êxodo 13

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 13

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 13 – A páscoa foi símbolo de redenção ao povo de Deus e de juízo aos ímpios. O juízo no tempo do fim salvará fieis oprimidos e condenará opressores (Daniel 7:9-14, 12, 21-22, 26-27). Obviamente, “Deus está mais disposto a perdoar do que a punir”. Sua “misericórdia se multiplica mais nEle do que pecado em nós” declara Thomas Watson. O Deus que avisou sobre a morte dos primogênitos, almejava a salvação deles. Todos receberam oportunidade de salvar-se. Passar o sangue na porta era opcional, mas a morte dos primogênitos não.

Deus estava cumprindo cabalmente a profecia de Gênesis 15:13-16. No capítulo em análise, o êxodo do Egito aconteceu. O povo sentia não apenas o cheiro de liberdade, mas a experiência da liberdade. O impossível tornou-se possível. Nitidamente, o mundo pagão percebeu que existe um Deus verdadeiro – todos os outros são falsos, inferiores, criados pelo homem. Também ficou evidente que Deus tem um povo e luta por ele.

Aprofunde-se na teologia objetivando conhecer melhor a Deus, “porque, quanto mais conhecê-lO, mais vai amá-lO”, destacou George Whitefield. Para isso, considere estes tópicos:

Os primogênitos preservados pelo sangue deveriam ser consagrados a Deus. Os rituais são didáticas divinas para ensinar preciosas verdades celestiais da salvação aos seres humanos neste planeta corrompido pelo pecado (Êxodo 13:1-10).

Os ensinamentos aprendidos com Deus devem ser transmitidos às novas gerações. O bastão doutrinário deve ser passado adiante (Êxodo 13:11-16).

Deus tem interesse na intimidade com Seu povo. Ele não quer uma religião formal, mas relacional, construída com tempo. Evangelizar não é vomitar conhecimento doutrinário, é ensinar dependência dEle. É preocupar-se com os medos e limitações dos interessados, como Deus faz (Êxodo 13:17).

O propósito de Deus é que descansemos nEle na vida e na morte, como fez José. Devemos confiar em Seu plano e em Seu tempo (Êxodo 13:18-19; Gênesis 50:24-26).

A intenção de Deus é guiar e cuidar de Seu povo; apresentar o caminho da vida e da verdadeira felicidade. Seu cuidado paternal revela Seu amor incondicional (Êxodo 13:20-21).

Quem aceita a graça das orientações de Deus experimenta Suas diferentes provisões na jornada rumo ao auge das Suas promessas! A nuvem e fogo sobrenatural indicam o cuidado de Deus em tempo integral, rumo à herança celestial (1 Pedro 1:3-9).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

O CÉU COMEÇA AQUI

MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 De Agosto, Quarta

 O CÉU COMEÇA AQUI

Como é grande a Tua bondade, que reservaste aos que Te temem, da qual usas, perante os filhos dos homens, para com os que em Ti se refugiam! Salmo 31:19

   Enquanto escrevo, tenho um profundo senso de gratidão pelo amoroso cuidado de nosso Salvador por todos nós. Quando leio a Palavra de Deus e me ajoelho em oração, fico tão impressionada com a bondade e a misericórdia de Deus que não consigo fazer minha petição sem chorar. Meu coração é enternecido e quebrantado quando medito na bondade e no amor de meu Pai celestial. Tenho cada vez mais fome e sede de Jesus. Cristo foi crucificado por mim, e por acaso vou me queixar se estou crucificada com Ele?

   Jamais senti mais ardente desejo de justiça do que no tempo presente. Nas horas da noite em que estou acordada, minha oração é a seguinte: “Senhor, ensina Teu povo a buscar e salvar as ovelhas perdidas.”

   Não sabemos o que se acha diante de nós, e nossa única segurança está em andar com Cristo, apegados à Sua mão e tendo o coração repleto de perfeita confiança. Não disse Ele: “Que os homens se apoderem da Minha força e façam paz Comigo; sim, que façam paz Comigo”? (Is 27:5). Permaneçamos bem perto do Salvador. Andemos humildemente com Ele, estando cheios de Sua mansidão. Seja o próprio eu escondido com Ele em Deus. [...]

   Meu coração dói quando me é mostrado quantos há que fazem do eu seu ídolo. Cristo pagou o preço da redenção por todos. A Ele pertence o serviço de todas as suas capacidades. Mas o coração dessas pessoas está cheio de amor-próprio [...]. Elas não atentam para as palavras: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me” (Mc 8:34). [...]

   Entre aqueles aos quais sobrevirá amargo desapontamento no dia do final ajuste de contas estarão alguns que têm sido religiosos exteriormente e que aparentemente têm levado uma vida cristã. Mas o próprio eu está entretecido em tudo o que fazem. Orgulham-se de sua moralidade, de sua influência, de sua capacidade para colocar-se numa posição mais elevada que os outros e de seu conhecimento da verdade, pois julgam que isso lhes conquistará o louvor de Cristo. “Senhor,” alegam eles, “comíamos e bebíamos na Tua presença, e ensinavas em nossas ruas” (Lc 13:25, 26). “Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres?” (Mt 7:22) (Carta 91, 1904).

Ellen G. White, 18/2/1980

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Redenção e Perdão

A Fé Pela Qual Eu Vivo
11 de abril
Redenção e Perdão
Em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça. Efés. 1:7.

A graça de Cristo é dada livremente para justificar o pecador sem qualquer mérito ou pretensão de sua parte. A justificação é pleno e completo perdão do pecado. No momento em que o pecador aceita a Cristo pela fé é perdoado. A justiça de Cristo lhe é atribuída, e não mais deve duvidar da graça perdoadora de Deus.

Nada há na fé que a faça nossa salvadora. A fé não pode remover a culpa. Cristo é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. A justificação vem mediante os méritos de Jesus Cristo. Ele pagou o preço para a redenção dos pecadores. Contudo, é somente pela fé em Seu sangue que Jesus pode justificar o crente.

O pecador não pode depender de suas boas obras como meio de justificação. Deve ser levado ao ponto de renunciar todo o pecado e, gradativamente, abraçar a luz à medida que ela brilhar em seu caminho. Ele simplesmente pela fé se apodera da livre e ampla provisão feita pelo sangue de Cristo. Crê nas promessas de Deus pelas quais Cristo Se tornou sua santificação, justiça e redenção. E, seguindo a Jesus, andará humildemente na luz, regozijando-se nela e difundindo-a a outros. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.071.

Que o pecador arrependido fixe os olhos sobre “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29. … Quando vemos a Jesus, um Homem de dores e familiarizado com os trabalhos, esforçando-Se por salvar os perdidos, rejeitado, escarnecido, expulso de cidade em cidade, até que se cumprisse Sua missão; quando O contemplamos no Getsêmani, suando grandes gotas de sangue, e na cruz, morrendo em agonia – quando vemos isto, não mais o próprio eu clama por atenções. Olhando a Jesus, envergonhamo-nos de nossa frieza, nossa apatia, nosso espírito interesseiro. Estaremos dispostos a ser qualquer coisa e a não ser nada, contanto que façamos um serviço de amor para o Mestre. Regozijar-nos-emos em levar a cruz após Cristo, suportar a prova, a vergonha ou a perseguição por amor dEle. O Desejado de Todas as Nações, págs. 439 e 440.
Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 107

domingo, 10 de março de 2019

Primeira Promessa de Redenção

A Fé Pela Qual Eu Vivo
10 de março
Primeira Promessa de Redenção
E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15.

Para o homem, a primeira indicação de redenção foi dada na sentença pronunciada sobre Satanás, no jardim. Declarou o Senhor: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Esta sentença, proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, foi para eles uma promessa. Ao mesmo tempo em que predizia guerra entre o homem e Satanás, declarava que o poder do grande adversário finalmente seria quebrado. […]

Afirmou-se a Adão e sua companheira que, apesar de seu grande pecado, não seriam eles abandonados ao domínio de Satanás. O Filho de Deus Se oferecera, para expiar, com Sua própria vida, a transgressão deles. Um período de graça lhes seria concedido e, mediante o arrependimento e a fé em Cristo, poderiam de novo tornar-se filhos de Deus. Patriarcas e Profetas, págs. 65 e 66.

No momento em que o homem se rendeu à tentação de Satanás, e fez precisamente o que Deus lhe dissera para não fazer, Cristo – o Filho de Deus – esteve de pé entre os mortos e os vivos (Números 16:48), dizendo: “Caia sobre Mim a penalidade. Ficarei em lugar do homem. Ele terá outra oportunidade”. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1193.

Logo que surgiu o pecado, surgiu um Salvador. Cristo sabia que teria de sofrer, contudo Se tornou substituto do homem. Assim que Adão pecou, o Filho de Deus ofereceu-Se como penhor em favor da humanidade, com tanta espontaneidade para desviar a condenação pronunciada sobre o culpado, como quando morreu na cruz do Calvário.

Se bem que a obscuridade e as trevas descessem, como o manto da morte, sobre o futuro, contudo na promessa do Redentor, a Estrela da esperança iluminava o negro porvir. O evangelho fora por Cristo pregado primeiramente a Adão. Adão e Eva sentiram profunda dor e arrependimento pela sua culpa. Creram na preciosa promessa de Deus, e foram salvos da completa ruína. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1193.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 75 –

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Ele Morreu por nós

A Fé Pela Qual Eu Vivo
13 de fevereiro

Ele Morreu por nós


Mas Deus prova o Seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Rom. 5:8.

Há uma grande verdade central a ser conservada sempre em mente ao esquadrinharem-se as Escrituras – Cristo e Ele crucificado. Toda outra verdade é investida de influência e poder correspondentes a suas relações para com esse tema. … O coração paralisado pelo pecado só pode ser dotado de vida pela obra realizada na cruz pelo Autor de nossa salvação. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.084.

Ao inclinar Cristo a cabeça e morrer, levou consigo as colunas do reino de Satanás para a Terra. Venceu a Satanás. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.108.

Cristo submeteu-Se à crucifixão, se bem que o exército celestial O pudesse haver livrado. Os anjos sofreram com Cristo. O próprio Deus foi crucificado com Cristo; pois Cristo era um com o Pai. Os que rejeitam a Cristo, os que não querem que esse Homem reine sobre eles, preferem colocar-se sob o domínio de Satanás, fazer-lhe a obra como escravos. Todavia Cristo entregou Sua vida por eles no Calvário. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.108.

Aquele que morreu pelos pecados do mundo devia permanecer no sepulcro o tempo designado. Ficou naquela prisão de pedra como prisioneiro da justiça divina. Ele era responsável perante o Juiz do Universo. Ele era portador dos pecados do mundo, e somente Seu Pai O podia libertar. SDA Bible Commentary, vol. 5, pág. 1.114.

Ele Se identificou com os nossos interesses, desnudou o peito ao golpe da morte, tomou a culpa do homem e sua pena, e ofereceu em favor dele um completo sacrifício a Deus. Em virtude dessa expiação, Ele tem poder de oferecer ao homem justiça perfeita e plena salvação. Quem quer que nEle creia como Salvador pessoal, não perecerá, mas terá a vida eterna. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 925.

Foi pago o preço da redenção do homem, e tudo quanto ele possui e é deve ser aspergido com o sangue de Cristo, dedicado a Deus; pois Lhe pertence. Signs of the Times, 1º de agosto de 1900.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 50

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Santo e Tremendo é o Seu Nome

A Fé Pela Qual Eu Vivo
4 de fevereiro
Santo e Tremendo é o Seu Nome


“Santo e Tremendo é o Seu Nome”

Redenção enviou ao Seu povo; ordenou o Seu concerto para sempre; santo e tremendo é o Seu nome. Sal. 111:9.


Não devemos nunca, de qualquer modo, tratar com leviandade os títulos ou nomes da Divindade. … Os anjos cobrem o rosto em Sua presença. Os querubins e os santos serafins aproximam-se de Seu trono com solene reverência. Quanto mais deveríamos nós, seres finitos e pecadores, apresentar-nos de modo reverente perante o Senhor, nosso Criador! O Maior Discurso de Cristo, pág. 106.

Vi que o santo nome de Deus devia ser usado com reverência e temor. Primeiros Escritos, pág. 30.

Alguns… profanam Seu nome misturando desnecessária e irreverentemente em suas orações as palavras – “Deus, todo-poderoso” – tremendas e sagradas palavras, que nunca deveriam passar pelos lábios senão em tom submisso, e com sentimento de respeito. Obreiros Evangélicos, pág. 177.

Os que compreendem a grandeza e a majestade de Deus, tomarão o Seu nome nos lábios com santo temor. Ele habita na luz inacessível; nenhum homem pode vê-Lo e viver. Primeiros Escritos, pág. 122.

Se Cristo Se encontrasse hoje na Terra, rodeado pelos que usam o título de “Reverendo”, “Reverendíssimo”, não repetiria Suas palavras: “Nem vos chameis, mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo”? Mat. 23:10. A Escritura declara a respeito de Deus: “Santo e tremendo [‘reverendo’ dizem outras versões] é o Seu nome.” Sal. 111:9. A que ser humano cabe esse título? Quão pouco revela o homem da sabedoria e da justiça que o mesmo indica! Quantos dos que aceitam esse título estão representando mal o nome e o caráter de Deus! Ai, quantas vezes se têm a ambição mundana, o despotismo e os mais baixos pecados escondido sob as bordadas vestes de um elevado e santo cargo! O Desejado de Todas as Nações, pág. 613.

“O nome do Senhor” é “misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; … que perdoa a iniquidade, e a transgressão, e o pecado.” Êxo. 34:5-7. Da igreja de Cristo acha-se escrito “Este é o nome que Lhe chamarão: O Senhor é nossa justiça.” Jer. 33:16. Este nome é aposto a todo seguidor de Cristo. É a herança do filho de Deus. O Maior Discurso de Cristo, págs. 106 e 107.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 41

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Primeira Promessa de Redenção

💌Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 3 ( leia em sua Bíblia)

📝 Meditação
Primeira Promessa de Redenção

E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15.

Para o homem, a primeira indicação de redenção foi dada na sentença pronunciada sobre Satanás, no jardim. Declarou o Senhor: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Esta sentença, proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais, foi para eles uma promessa. Ao mesmo tempo em que predizia guerra entre o homem e Satanás, declarava que o poder do grande adversário finalmente seria quebrado. […]

Afirmou-se a Adão e sua companheira que, apesar de seu grande pecado, não seriam eles abandonados ao domínio de Satanás. O Filho de Deus Se oferecera, para expiar, com Sua própria vida, a transgressão deles. Um período de graça lhes seria concedido e, mediante o arrependimento e a fé em Cristo, poderiam de novo tornar-se filhos de Deus. Patriarcas e Profetas, págs. 65 e 66.

No momento em que o homem se rendeu à tentação de Satanás, e fez precisamente o que Deus lhe dissera para não fazer, Cristo – o Filho de Deus – esteve de pé entre os mortos e os vivos (Números 16:48), dizendo: “Caia sobre Mim a penalidade. Ficarei em lugar do homem. Ele terá outra oportunidade”. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1193.

Logo que surgiu o pecado, surgiu um Salvador. Cristo sabia que teria de sofrer, contudo Se tornou substituto do homem. Assim que Adão pecou, o Filho de Deus ofereceu-Se como penhor em favor da humanidade, com tanta espontaneidade para desviar a condenação pronunciada sobre o culpado, como quando morreu na cruz do Calvário.

Se bem que a obscuridade e as trevas descessem, como o manto da morte, sobre o futuro, contudo na promessa do Redentor, a Estrela da esperança iluminava o negro porvir. O evangelho fora por Cristo pregado primeiramente a Adão. Adão e Eva sentiram profunda dor e arrependimento pela sua culpa. Creram na preciosa promessa de Deus, e foram salvos da completa ruína. Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, pág. 1193.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 10 de março – Pág. 75 –
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 18 de setembro de 2018

O Motivo do Perdão

Refletindo a Cristo

O Motivo do Perdão-18 de setembro
O Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos. Prov. 15:29.

Nós mesmos devemos tudo à livre graça de Deus. A graça do concerto é que prescreveu nossa adoção. A graça do Salvador efetua nossa redenção, regeneração e exaltação a co-herdeiros de Cristo. Que esta graça seja revelada a outros.

Não dê ao perdido ocasião para desânimo. Não permita intervir uma severidade farisaica para ferir seu irmão. Não surja amargo escárnio no espírito ou no coração. Não manifeste sinal de desprezo na voz. Se falar uma palavra de você mesmo, se tomar atitude de indiferença, ou denotar suspeita ou desconfiança, poderá causar a ruína de uma vida. Carece ela de um irmão com o coração simpatizante do Irmão mais velho para que lhe toque o coração humano. Sinta ela o aperto de uma mão simpatizante, e ouça o sussurro: Oremos. Deus dará rica experiência a ambos. A oração une-nos um ao outro e a Deus. A oração traz Jesus ao nosso lado, e dá à alma fatigada e perplexa novas forças para vencer o mundo, a carne e o diabo. A oração desvia os ataques de Satanás.

Quando alguém se volta da imperfeição humana para contemplar a Jesus, dá-se uma divina transformação no caráter. O Espírito de Cristo que opera no coração conforma-o a Sua imagem. Seja pois vosso esforço exaltar a Jesus. Que os olhos do espírito se dirijam ao “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29. Empenhando-vos nesta obra, lembrai-vos de que “aquele que converte o pecador do seu caminho errado salvará da morte a alma dele e cobrirá multidão de pecados”. Tia. 5:20.

“Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” Mat. 6:15. Nada pode justificar o espírito irreconciliável. Aquele que não é misericordioso para com os outros, mostra não ser participante da graça perdoadora de Deus. No perdão de Deus, o coração do perdido é atraído ao grande coração do Infinito Amor. A torrente da compaixão divina derrama-se no espírito do pecador e, dele, na de outros. A benignidade e misericórdia que em Sua própria vida preciosa Cristo revelou, serão vistas também naqueles que se tornam participantes de Sua graça. …

Não nos é perdoado porque perdoamos, porém, como o fazemos. O motivo de todo perdão acha-se no imerecido amor de Deus; mas, por nossa atitude para com os outros denotamos se estamos possuídos desse amor. Parábolas de Jesus, págs. 250 e 251.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 267 –

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Deus revelado em Cristo

Refletindo a Cristo
Deus revelado em Cristo, 25 de Janeiro

Eu e o Pai somos um. João10:30.

Como Ser pessoal, Deus Se revelou em Seu Filho. O resplendor da glória do Pai, “a expressa imagem da Sua pessoa” (Hebreus 1:3), como um Salvador pessoal, Jesus veio ao mundo. Como um Salvador pessoal, subiu Ele ao Céu. Como um Salvador pessoal, Ele intercede nas cortes celestes. Perante o trono de Deus, intercede em nosso favor “Um semelhante ao Filho do homem”. Apocalipse 1:13.

Cristo, a luz do mundo, velou o ofuscante esplendor de Sua divindade, e veio viver como homem entre os homens, a fim de que eles pudessem, sem ser consumidos, vir a relacionar-se com seu Criador. Desde que o pecado trouxe separação entre o homem e Aquele que o fizera, homem algum viu, em qualquer tempo, a Deus, a não ser segundo Ele Se manifesta por intermédio de Cristo. 

“Eu e o Pai somos um”(João10:30), declarou Cristo.“Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar.” Mateus 11:27.

Cristo veio para ensinar às criaturas humanas aquilo que Deus deseja que elas conheçam. Em cima nos Céus, na Terra, na vastidão do oceano, vemos a obra das mãos de Deus. Todas as coisas criadas testificam de Seu poder, Sua Sabedoria, Seu amor. Todavia não nos é possível, por meio das estrelas ou do oceano ou da catarata, aprender da personalidade de Deus o que nos é revelado em Cristo. 

Deus viu que era necessária uma mais clara revelação, tanto de Sua personalidade como de Seu caráter, do que a que nos é oferecida pela Natureza. Enviou Seu filho ao mundo para, tanto quanto a vista humana podia suportar, manifestar a natureza e os atributos do Deus invisível. ... 

Tomando sobre Si a humanidade, Cristo veio ser um com a humanidade, e ao mesmo tempo revelar às pecadoras criaturas humanas o Pai celestial. Aquele que estivera na presença do Pai, desde o princípio, Aquele que era a expressa imagem do invisível Deus, era o único habilitado a revelar à humanidade o caráter divino. Em tudo Ele foi feito semelhante a Seus irmãos. Fez-Se carne, tal qual nós somos. Sentia fome e sede e fadiga. Era sustentado pelo alimento, e refrigerado pelo sono. Partilhou da sorte dos homens; era, todavia, o imaculado Filho de Deus. ... Terno, compassivo, cheio de simpatia, sempre atencioso para com os outros, Ele representava o caráter de Deus,achando-Se continuamente empenhado em serviço para como Senhor e o homem. — A Ciência do Bom Viver, 418, 419, 422-423. 

O tema da redenção ocupará a mente e a língua dos remidos por séculos sem fim. O reflexo da glória de Deus resplandecerá para sempre e sempre da face do Salvador. — Carta 280, 1904. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White


terça-feira, 26 de maio de 2015

Hebreus 2 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Hebreus 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Alguns creem que Jesus foi simples homem que viveu neste mundo. Outros creem que é um semi-deus. Há também quem pensa ser Ele homem que tornou-se Deus. Foi para esclarecer quem é Jesus, de fato, que o Espírito Santo inspirou esta carta aos Hebreus.

Se Aquele que deu Sua vida, morreu na cruz é maior que grandes homens, maior que anjos e é tão divino como Deus Pai, valorizaremos ainda mais a incomensurável grandeza e a glória da salvação que está a nossa disposição.

1. Devemos atentar para a revelação divina a fim de não desviarmos dela por caminhos do achismo, legalismo, heresias ou desânimo (v. 1);

2. Devemos considerar com atenção o preço pago por nossa libertação e redenção, pois, entrando pelo caminho de apostasia da verdade, corremos risco de perder os efeitos do sacrifício de Cristo (vs. 2-3);

3. A obra de Cristo é grandiosa, sublime e preciosa devido a sua nobreza, que, ao fazer-Se humano, não ateve aos benefícios de Sua natureza divina; por causa de sua abrangência, pois Jesus morreu em favor de todos; e, também por causa do custo, o altíssimo preço pago por Cristo tornou a salvação gratuita a nós (a morte de um homem, ou anjo ou, qualquer outra criatura, não seria suficiente) (vs. 4-10);

4. O sofrimento, sacrifício/morte de Cristo trazem ao pecador, benefícios inigualáveis/incomparáveis tais como: Santificação de pecadores, vitória sobre a morte, reconciliação do rebelde e transgressor pecador com o santíssimo Deus, e, socorro ao cristão na hora da tentação (vs. 11-18).

Quem não dá o devido valor à Cristo e a Sua obra fraqueja diante da tentação, se torna cristão sem os efeitos da santificação e desanima na fé, além de permanecer desobedecendo e praticando o pecado como qualquer pessoa sem Cristo.

Quando não se tem consciência do valor do fato de Cristo, sendo divino ter-Se tornado humano, vivido e sofrido como homem, e morrido na cruz pelos indignos pecadores, não é possível experimentar os vívidos resultados que Cristo nos oferece gratuitamente.

A vitória de Cristo sobre a morte e o Diabo, a morte que traz reconciliação com Deus e, o socorro frequente frente a toda tentação, torna a vida do cristão diferente da vida de qualquer cidadão sem Cristo. Experimente!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


domingo, 19 de abril de 2015

Efésios 1 Comentários de John McVay

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Efésios 1
Comentários  de  John McVay

Alguém descreveu a carta aos Efésios como os Alpes do Novo Testamento. O nosso guia de montanhismo, o apóstolo Paulo, nos leva a uma subida rápida. Ficamos rapidamente sem fôlego e espantados com a vista que se abre diante de nós.

Efésios 1:3-14 funcionam como um mapa no alto de uma montanha que identifica os picos no horizonte, ao Paulo nos descerrar, a partir de nosso lugar privilegiado, a vasta paisagem do Plano de Salvação. O cenário abrange a extensão completa da história da salvação, desde a eternidade passada, através das ações cheias da graça de Deus em Cristo, até à eternidade futura. A redenção dos crentes de Deus está enraizada em iniciativas divinas tomadas “antes da fundação do mundo” (v. 4), que agora estão sendo trabalhadas em nossas vidas (ver versos 7-8; 13-14). Estas estratégias pré-criação serão plenamente atingidas no final dos tempos, quando o plano de Deus se completar (vs. 9-10). Então, “todas as coisas”, tanto “no céu” e “na terra” serão “reunidas” ou “unidas” em Cristo e o plano de Deus para “a plenitude dos tempos” se cumprirá (v. 10). Então, experimentaremos plenamente o plano misterioso de Deus (v. 9).

No presente, no entanto, podemos estar certos de que a maravilhosa salvação centrada em Cristo, na qual permanecemos, é uma parte importante do plano de grande alcance de Deus para a redenção de “todas as coisas.”

Estar no topo de uma montanha inspira ações de graças ao Criador. Nos versos 15-19 Paulo dá graças a Deus ao orar para que os crentes possam experimentar a salvação que Deus planejou para eles. E nos encontramos em outra subida íngreme quando ele nos aponta para cima para o Cristo que ressuscitou, subiu ao céu e foi coroado, e que governa sobre todos os poderes imagináveis por todo o sempre (vv. 20-23).

Viva o dia de hoje no topo da montanha!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Zacarias 14 Comentários de Sook-Young Kim


Zacarias 14
Sook-Young Kim

Zacarias foi profeta de Israel logo após o retorno do povo do exílio babilônico. Eles se encontravam em uma situação triste e agonizante, porque a construção do templo havia sido interrompida devido à pressão dos povos ao redor. É neste momento que Zacarias lhes traz esperança com a mensagem apresentada neste capítulo de que a restauração seria completada. Sua mensagem lhes deu grande incentivo e também para nós, que vivemos no tempo do fim.

Os dois primeiros versos parecem-nos descrever a situação pouco antes do fechamento da porta da graça. Como bem sabemos, o conflito final envolverá uma questão econômica. Nossos bens serão tomados e divididos, não importa onde vivamos no mundo. Haverá restrição de compra e venda de bens, incluindo veículos e casas, para todos os que não receberão a marca da besta (Ap 13:16-18).

Os versos 3 e seguintes devem ser aplicados à “terceira” vinda de Cristo, que irá acontecer depois do milênio. Caso contrário, isso significaria que Jesus permaneceria na terra como Rei após Sua segunda vinda, o que é contrário a outros textos bíblicos, incluindo João 14:1-3, 1 Ts 4:16-17 e Apocalipse 20 e 21.

No final do milênio os pés de Jesus pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então a cidade de Nova Jerusalém descerá do céu quando a montanha se dividir para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!

Naquele momento, Jesus virá com todos os santos que habitam na Nova Jerusalém (ver também Grande Conflito 662, cap. 42). Não haverá dia nem noite, porque sempre haverá luz. Ap 21:23-24 diz que o próprio Cordeiro é a luz. Água viva brotará de Jerusalém, a partir do trono de Deus, e em ambos os lados deste rio estará a árvore da vida (Ap 22:1).

Depois de sua vinda final, Deus será o único a ser adorado. Não haverá mais idólatras ou comerciantes no templo do Senhor (vv. 9, 21). Jerusalém é chamada de nova porque terá sido completamente restaurada para o povo de Deus (v. 10). Os ímpios ressuscitados então atacarão Jerusalém, mas serão punidos e totalmente erradicados, incluindo Satanás (vs. 12-15; cf. Ap 20: 7-10). Jerusalém será um lugar seguro e nela não haverá mais maldição (Apoc 22:3). Segurança eterna existirá nela e entre seus habitantes (vs. 11).

A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. O remanescente de todas as nações adorará o Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus pelo sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Haverá consagração completa. Zacarias nos diz que mesmo nas campainhas dos cavalos e utensílios da casa do Senhor haverá a frase “Santidade ao Senhor” (v. 20). Estas são as mesmas palavras gravadas na placa anexada à mitra dos sumos sacerdotes.

Por causa da total redenção e salvação estendida ao povo de Deus, se seguirá por parte dele a total dedicação e a santidade para o Senhor.

Ajuda-nos, Senhor, a fazermos parte desta cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

http://www.palavraeficaz.com/

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

QUEM ESTÁ CERTO- MD-João 3:36

Meditação Diária
QUEM ESTÁ CERTO: DEUS OU EU?

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. (João 3:36).

Se pudéssemos entrar no céu pelas nossas características naturais, Deus jamais teria dito: “Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Romanos 3:10-12).

Se pudéssemos obter salvação por meio de nossas boas obras, Deus jamais teria dito: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

Se pudéssemos ser salvos obedecendo os dez mandamentos, Deus jamais teria dito: “Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei” (Romanos 3:20).

Se pudéssemos comprar nossa salvação, Deus jamais teria dito: “Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre)” (Salmo 49:7-8).

Se pudéssemos melhorar nosso comportamento ou personalidade e, assim, ser salvos, Deus jamais teria dito: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso” (Jeremias 17:9).

Se a salvação dependesse, em algum ponto, de nós mesmos, a resposta à pergunta dos discípulos, ‘Quem poderá, pois, salvar-se?’, jamais seria: “Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis” (Marcos 10:26-27).

“Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:22-24).


Experimente Jesus através da leitura e meditação diária da Palavra de Deus, desfrute de suas promessas e tenha uma vida  renovada e vitoriosa.
Meditação Diária

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dúvida sem fundamento- MD-Salmo 103:12

Meditação Diária
DÚVIDA SEM FUNDAMENTO

Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões(Salmo 103:12).

Muitos cristãos professos dizem: “Não há como ter certeza de que nossos pecados foram de fato perdoados por Deus. Só vamos saber disso na eternidade”. Quem pensa assim não tem um entendimento claro da Palavra, pois Deus afirmou exatamente o contrário. Davi já sabia que suas transgressões tinham sido afastadas para muito longe dele, ou seja, ele foi perdoado completamente.

Qual o interesse que Deus poderia ter em deixar aqueles, a quem demonstrou tanta graça enviando Seu Filho, no escuro até o último momento? O Novo Testamento nos esclarece sobre essa questão por meio de muitas passagens. “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1 João 5:13). Um dos objetivos dessa epístola era assegurar os crentes que eles tinham a vida eterna e, portanto, o perdão dos pecados.

Declarações semelhantes estão em outras passagens da Palavra de Deus. Porém, os próprios filhos de Deus ainda não têm convicção sobre isso e “esperam” ir para o céu, ao invés de proclamar com ousadia, como Jó: “Eu sei que o meu Redentor vive” (19:25).

Devemos lembrar tais pessoas da eficácia e perfeição da obra de redenção que Jesus Cristo realizou. A base do perdão de nossos pecados é unicamente o sacrifício do Senhor na cruz. E por que duvidar disso se o próprio Deus aceitou e aprovou tal sacrifício?


Experimente Jesus através da leitura e meditação diária da Palavra de Deus, desfrute de suas promessas e tenha uma vida  renovada e vitoriosa.

Salmos 80 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 80 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 80 – Ao enfrentar situações sem s...