Mostrando postagens com marcador juízo divino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador juízo divino. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O Declínio Espiritual de Salomão

 📖 1 Reis 11

O Declínio Espiritual de Salomão

📘Contexto
Após um reinado marcado por sabedoria, prosperidade e reconhecimento internacional, Salomão começa a se afastar de Deus. Influenciado por suas muitas esposas estrangeiras, ele passa a tolerar e até apoiar a idolatria em Israel. Como consequência, Deus anuncia a divisão do reino após sua morte, preservando apenas uma tribo por amor a Davi.

Comentários (Resumo Explicativo)

Casamentos que desviaram o coração (vs. 1–4)
Salomão desobedeceu à orientação divina ao casar com mulheres de nações pagãs. Aos poucos, seu coração foi inclinado à idolatria.

A idolatria institucionalizada (vs. 5–8)
Ele não apenas tolerou, mas construiu altares a deuses estrangeiros, comprometendo o testemunho espiritual de Israel.

Advertência e juízo divino (vs. 9–13)
Deus se indignou porque Salomão havia sido privilegiado com revelações especiais. A consequência seria a divisão do reino, embora adiada por causa de Davi.

Adversários levantados por Deus (vs. 14–25)
Hadade, Rezom e outros se tornam opositores, mostrando que a desobediência gera instabilidade.

Ascensão de Jeroboão (vs. 26–40)
Profetiza-se a divisão do reino. Jeroboão recebe a promessa de liderança se obedecer a Deus.

Morte de Salomão (vs. 41–43)
Termina um reinado grandioso, porém marcado por um triste declínio espiritual.

📘 Aplicação Espiritual
● Vigilância constante
Ninguém está imune ao afastamento espiritual. Mesmo quem começou bem precisa permanecer fiel até o fim.

● Cuidado com influências
Relacionamentos e escolhas podem fortalecer ou enfraquecer nossa fé.

Deus corrige porque ama
A disciplina divina não é rejeição, mas oportunidade de retorno.

Obediência acima de prosperidade
Riquezas, sabedoria ou sucesso não substituem um coração totalmente consagrado.

 ●Esperança na graça de Deus
Mesmo diante de falhas, Deus mantém Suas promessas e oferece restauração.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Deus sempre avisa

 


NÚMEROS 29: Deus sempre avisa | Reflexão: Pr. Michelson Borges


“No dia dez deste sétimo mês, vocês terão santa convocação; vocês se humilharão e não farão nenhum trabalho.” Números 29:7

Dez dias antes do Dia da Expiação, tocavam-se trombetas para convidar o povo ao preparo espiritual. Deus é misericordioso e faz de tudo para chamar nossa atenção. Hoje o povo de Deus deve “tocar trombetas” e convidar as pessoas a se preparar para o Juízo e para a volta de Jesus. Faz parte das “santas convocações” buscar o arrependimento e a contrição de coração, mas lembremo-nos de que o Cordeiro morreu para que pudéssemos celebrar a alegria do perdão.

“Moisés comunicou aos israelitas tudo o que o Senhor lhe tinha ordenado” (v. 40). Temos feito o mesmo? Sejamos fiéis!

Promessa: Trombetas, Expiação e Tabernáculos eram festas espirituais que apontavam, respectivamente, para o anúncio do Juízo, o Juízo e a redenção final. Festas que falavam da necessidade de arrependimento e da alegria do perdão.

https://youtu.be/Eytq-ZY04uk?si=LMwZGxsoPva4ftgm

domingo, 10 de dezembro de 2023

Isaías 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 17 – Por mais impressionantes que sejam as construções e fortalezas humanas, diante de Deus não passam de futilidades. A confiança nas próprias obras, por mais imponentes, não oferecem qualquer segurança no dia do juízo.

Considere os seguintes pontos do capítulo em pauta:

• Nos primeiros versículos, há uma introdução de uma advertência para Damasco, apontando uma destruição iminente que resultaria em lamento e desespero.
• Na sequência, a profecia faz analogia agrícola para ilustrar a desolação e a figura de um indivíduo enfraquecido visando alertar do perigo da rebelião contra Deus (Isaías 17:4-6).
• O juízo divino desperta um movimento de arrependimento e busca pelo Criador; isso implica abandono da idolatria e práticas religiosas espúrias (Isaías 17:7-8).
• A advertência divina contra as alianças humanas e a confiança em qualquer coisa em vez de submeter-se a Deus pretende promover esperança em meio às adversidades (Isaías 17:9-11).
• Por fim, o alerta profético serve para as nações que agem como águas tumultuosas rebelando-se contra Deus; a profecia prevê o fim da rebeldia na erradicação dos impenitentes e na preservação dos remanescentes que voltam-se para Deus.

Há uma conexão desta profecia com Daniel 7, ao considerarmos a representação simbólica do grande mar. As potências terrestres que emergem do mar simbolizam as forças turbulentas e incontroláveis das nações. A metáfora do mar, portanto, não é apenas descritiva, mas também profética, apontando para um padrão recorrente de juízo divino sobre as potências mundiais.

Ao associar as nações a um mar tempestuoso, a revelação destaca que, quando as nações se afastam dos caminhos de Deus entram para uma condição caótica, perdendo a estabilidade e a segurança que só podem ser encontradas na orientação do Criador.

Esta mensagem é atual:

• Assim como as nações antigas foram advertidas sobre a necessidade de confiar em Deus em vez de confiar em fortalezas humanas, somos desafiados a avaliar nossas próprias fontes de segurança, confiança e esperança.

• A tecnologia, o poder militar e as realizações humanas podem representar as “fortalezas” modernas; contudo Isaías nos lembra de sua futilidade quando confrontadas com o juízo divino.

A profecia de Isaías 17 revela a interligação entre juízo divino sobre nações ímpias, a futilidade da confiança nas obras humanas e a promessa de restauração aos que voltam-se a Deus em arrependimento. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
••••

sábado, 25 de fevereiro de 2023

IMPARCIALIDADE DIVINA

 IMPARCIALIDADE DIVINA

Deus não trata as pessoas com parcialidade. Romanos 2:11

O texto bíblico de hoje e alguns outros afirmam que Deus não trata as pessoas de modo parcial. Em realidade, isso nem sempre ocorre em todos os relacionamentos Dele com os seres humanos, mas sempre é verdade quando se refere a Seu julgamento e à salvação. Isso significa que a nossa condição social e financeira, ou privilegiada em qualquer aspecto, não afeta o julgamento divino a nosso respeito nem favorece nossa salvação.

Alguns religiosos do tempo de Jesus, por exemplo, raciocinavam que, por serem descendentes de Abraão, estariam isentos de Seu julgamento. Pensavam que poderiam transgredir os mandamentos de Deus como bem lhes parecesse e que, de modo algum, seriam corrigidos ou castigados por Ele. Mas estavam enganados (Mt 3:7-10).

O apóstolo Paulo, referindo-se ao juízo divino sobre judeus e gentios, declarou que Deus “retribuirá a cada um segundo as suas obras […]. Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego; mas haverá glória, honra e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego. Porque Deus não trata as pessoas com parcialidade” (Rm 2:5, 6, 9-12).

Pedro, ao evangelizar Cornélio, sua família e seus amigos – todos gentios –, declarou: “Reconheço por verdade que Deus não trata as pessoas com parcialidade; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At 10:34, 35).

É preciso admitir, porém, que muitas passagens bíblicas revelam um Deus não tão imparcial. Quando isso ocorre, é em outro âmbito, o da missão. Sempre que Ele escolheu alguém para uma tarefa especial, certamente Ele foi parcial. Ele escolheu aquela pessoa e não outra. Foi assim com a escolha de Abraão, Moisés, Arão, Davi, Ciro, os juízes, os profetas, os apóstolos e tantos outros.

A salvação e o julgamento alcançam todos igualmente, mas há pessoas singulares a quem Deus escolheu para determinadas funções. Cabe a nós receber Sua oferta de salvação, viver de modo coerente com a luz que Ele nos deu e aceitar Suas escolhas para que determinadas pessoas cumpram a tarefa especial que Ele lhes deu.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/imparcialidade-divina/

•••••

sábado, 5 de março de 2022

O DIVINO VENCEDOR

 O DIVINO VENCEDOR

Vi, então, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa. E ele saiu vencendo e para vencer. Apocalipse 6:2

Havia chegado o momento de Cristo ascender ao trono do Pai. Estava prestes a voltar para as cortes celestiais, como divino Vencedor, levando Consigo os troféus da vitória. Antes de Sua morte, tinha declarado ao Pai: “Eu Te glorifiquei na terra, realizando a obra que Me deste para fazer” (Jo 17:4). Depois de Sua ressurreição, permaneceu na Terra por algum tempo, para que os discípulos ficassem familiarizados com Ele em Seu corpo ressurgido e glorificado. Agora estava pronto para as despedidas. […]

Como local de Sua ascensão, Jesus escolheu aquele tantas vezes consagrado por Sua presença enquanto habitava entre os seres humanos. Não deviam ser assim honrados o monte Sião, o lugar da cidade de Davi, nem o monte Moriá, local do templo. Ali Jesus fora zombado e rejeitado. Ali as ondas de misericórdia, refluindo em uma onda ainda mais intensa de amor, foram devolvidas por corações duros como pedra. Dali Jesus, cansado e com o coração oprimido, tinha saído em busca de descanso no monte das Oliveiras. […] Desse monte devia ascender ao Céu. Em seu topo pousarão Seus pés quando vier outra vez. Não como Homem de dores, mas como glorioso e triunfante Rei, Ele estará sobre o monte das Oliveiras, enquanto as aleluias dos hebreus se misturarão com as hosanas dos gentios, e as vozes dos remidos, como poderoso exército, ecoarão na aclamação: “Coroem-No Senhor de todos.” […]

Chegando ao monte das Oliveiras, Jesus conduziu o grupo até o topo, aos arredores de Betânia. Ali Ele parou, e os discípulos se reuniram em torno Dele. Raios de luz pareciam sair de Sua face, enquanto os contemplava com amor. Não os criticou por suas faltas e seus fracassos. As últimas palavras que ouviram, vindas dos lábios do Senhor, foram da mais profunda ternura. Com as mãos estendidas para dar a bênção, como para garantir-lhes Seu cuidado protetor, Jesus lentamente subiu dentre eles, atraído para o Céu por um poder mais intenso que qualquer força de atração terrestre. […]

Os discípulos continuavam olhando para cima, quando ouviram vozes que se dirigiam a eles; vozes que pareciam uma bela música. Ao se virarem, viram dois anjos em forma humana, os quais falaram: “Homens da Galileia, por que vocês estão olhando para as alturas? Esse Jesus que foi levado do meio de vocês para o Céu virá do modo como vocês O viram subir” (At 1:11) (O Desejado de Todas as Nações, p. 668, 669 [829-832]).

PARA REFLETIR: Alguma vez Jesus fez você voltar vitorioso a um lugar de sofrimento anterior?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

05/03/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-divino-vencedor/

domingo, 12 de setembro de 2021

Ninguem escapa do juízo de Deus-1 Coríntios 4

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  1 Coríntios 4

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Líderes espirituais precisam ser vistos conforme Deus espera.

“Com este capítulo Paulo encerra a seção da carta que trata diretamente das divisões da igreja de Corinto” (William Barclay).

Analise-o:

1. Ninguém é melhor que ninguém. Jesus é o piloto do grande navio/igreja, Seus líderes são remadores. Os pregadores são mordomos dos secretos de Deus, os quais devem administrar com fidelidade e eficiência. É Deus, não os homens, Quem julgará se fizeram ou não bom trabalho (vs. 1-5).

• “Faríamos bem em lembrar duas coisas: A primeira é que, ainda que escapemos de todos os julgamentos humanos ou fechemos os olhos para não tê-los em conta, não podemos escapar ao juízo de Deus; e segunda, o julgamento é algo que corresponde a Deus realizá-lo, portanto, não assumamos tão alta responsabilidade” (Barclay)

2. Às vezes quem faz o que é certo não é desvalorizado pela igreja de Deus. O orgulho humano tende a aceitar pomposos líderes cheios de fama em vez daqueles que são fieis e até sofrem por isso. É preferível estar com quem está disposto a tudo pela verdade do que com aqueles que sacrificam a verdade pelos próprios interesses (vs. 6-13).

• “Uma vez que os crentes imaturos de Corinto estavam apaixonados (assim como muitos cristãos modernos também estão) por ‘personalidades’, isto é, líderes cristãos de grande projeção, Paulo usou a ocasião para colocar em foco a verdadeira natureza e prática de servos santos e piedosos. Ele enfatizou a necessidade de motivações puras e genuína humildade. Servos que honram a Cristo não apenas são identificados como mordomos dos mistérios de Deus, mas também como pais espirituais cuidadosos e comprometidos. O retrato apresentado por Paulo está longe da compreensão típica sobre liderança espiritual. É um retrato que merece a nossa maior atenção e estudo” (John MacArthur).

3. Paulo insta com o amor de um pai aos filhos indisciplinados (vs. 14-21).

• “Neste segmento de sua epístola, Paulo afirma que como servo de Cristo Ele tem que dar contas Àquele que O enviou. Cristo exige dele ser fiel no serviço a Deus e ministrar a Seu povo. Chegará o dia em que Paulo será julgado pelo trabalho que realizou. Porém, não o julgará um tribunal humano, mas por Cristo” (Simon Kistemaker).

Repense teu foco espiritual! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

domingo, 6 de setembro de 2020

O juízo dos impenitentes - Isaías 16

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 16
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Não importa a nação ou a pessoa, não importa quão cruel ou perverso uma nação ou uma pessoa tenha sido, não importa quão longe do ideal de Deus uma nação ou uma pessoa vai… Deus está mais ansioso para salvar do que para condenar.

A ação de Deus em prol do pecador é grande e intensa visando desviar os perdidos da rota do inferno.

• A pesar de a profecia apresentar mulheres moabitas abandonadas como pássaros sem ninho clamando inutilmente por ajuda; e, embora a profecia declare que em três anos poucas pessoas restariam dentre os moabitas, o interesse de Deus é exortar os rebeldes a render obediência ao Salvador para o bem deles mesmos (vs. 1-5).

• Assim como a pregação contundentemente pessimista de Jonas levou a grande cidade de Nínive ao arrependimento e à conversão, a revelação de Deus a Moabe certamente objetivava o arrependimento e conversão dos seus cidadãos. As ameaças divinas visam despertar-nos de nossa indiferença (vs. 6-8).

• O coração de Deus bate no coração de quem morreu para o eu. A tristeza que Deus sente pela miséria dos pecadores arrogantes, orgulhosos e indiferentes inundam o coração dos verdadeiramente crentes. Diferentemente de Caim que matou seu irmão e respondeu a Deus: “Sou eu guardador de meu irmão?” Isaías demonstra sincera preocupação por inimigos de sua nação (vs. 9-11).

• Certamente Deus não fará nada sem antes revelar Seus segredos e propósitos a Seus profetas, conforme informa Amós 3:7. Sempre antes de qualquer evento Deus tenta alertar aos perversos e aos conversos o que Ele fará. O juízo dos impenitentes moabitas fora projetado para três anos, quem sabe alguém se arrependeria como a moabita Rute no passado (vs. 12-14).

Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para alertar as pessoas da destruição mundial, na libertação do cativeiro egípcio Deus suscitou Moisés, frente à crescente idolatria Deus levantou vários profetas como Débora, Elias, Eliseu, Isaías, etc. Antes da primeira vinda de Cristo, João Batista foi o precursor.

Se Deus nada faz sem antes avisar, seria Seu perfil deixar-nos sem um porta-voz Seu nestes últimos dias, os quais representam a maior idolatria da história (Apocalipse 13), a maior destruição do Planeta (Apocalipse 14), a maior libertação ligado ao maior evento do Universo (Apocalipse 19)?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Zacarias 14- Comentários Heber T. Armí

Zacarias 14
Pr. Heber Toth Armí

Bom dia, reavivados! Antes de aprofundarmos no estudo desta profecia, é fundamental entender alguns pontos importantíssimos:

Primeiro, o juízo investigativo iniciado em 1844 tem como objetivo classificar quem pertence a Deus e quem pertence ao diabo, antes do advento de Cristo.
Segundo, o juízo de comprovação realizado pelos salvos no Céu, durante o milênio, visa confirmar o justo, perfeito e amorável caráter do Soberano do Universo, o qual terá julgado a humanidade.

Terceiro, após essas duas fases será dada sentença final, é a última fase do juízo divino. Então, o mal, seu autor e seus agentes serão eliminados definitivamente.

Veja que no capítulo não é nítido estas fases (extraídas de Daniel e Apocalipse); mas, claramente nota-se que Deus vencerá de vez ao mal, o qual nunca mais existirá. Observe o esboço do capítulo com foco em Apocalipse 20 e 21:

1. Ao final do milênio, Satanás arrogantemente, sai com estilo de alguém triunfante, ameaçando atacar e destruir a cidade do remanescente fiel; entretanto, Deus intervirá e libertará os que Lhe devotaram integralmente a vida (vs. 1-3).

2. Ao final do milênio a cidade Santa, a Nova Jerusalém, descerá do Céu com os salvos, na companhia de Jesus; é chegada a hora de dar fim aos servos do pecado (vs. 4-7).

3. Ao final da destruição de toda corrupção, imoralidade e perversão, será estabelecido o reino de Deus e do Seu Cristo: Um Novo Céu e uma Nova Terra onde habitará a justiça e haverá harmonia plena com a vontade de Deus (vs. 8-21).

O verso 4 é único a dar informações sobre onde pousará a Cidade Santa que descerá dos Céus com os salvos com Cristo. Observe informações nele contidas:

1. Onde pousará a cidade? No monte das Oliveiras;

2. O que acontecerá quando a cidade pousar na terra? Haverá um grandioso terremoto que alterará a topografia terrestre;

3. Qual a razão desse evento? Eliminar todos os inimigos de Deus de todos os tempos. Estes ressuscitarão no final do milênio para receber sentença de suas teimosias. Após, Deus restaurará o Céu e a Terra, arruinados pelos pecados.

O bem finalmente vencerá ao mal! Então os filhos de Deus viverão eternamente seguros, sem ladrões, corrupções, imoralidades, mortes... Escreva amém, se você crê também!/ Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Sofonias 1 Comentários


Sofonias 1
Pr. Heber Toth Armí

Você já se cansou da tua condição de vida? Corrupções, maldades, imoralidades, despudor, torpor sexual, infidelidades e injustiças te incomodam demais? Você não aguenta mais ter de sobreviver às mazelas da sociedade atual?

A boa notícia:
“O grande dia do juízo do Eterno está quase aí. É hora de contagem regressiva: ‘...sete, seis, cinco, quatro...’ [...] Esse é o dia do juízo do Eterno – da minha ira! Eu me importo com o pecado, e meu zelo é um fogo para consumir o mundo corrompido, um incêndio incontrolável sobre os que se corrompem” (vs. 14-18).
Sim, “Mensagem do Eterno a Sofonias...” (v. 1):

“Vou fazer uma limpeza na terra; uma faxina geral na casa”. “Homens, mulheres e animais, incluindo as aves e os peixes; qualquer coisa que cause o pecado será destruída, mas especialmente as pessoas” (vs. 1-3). “Gritos amargos e estridentes se ouvirão no dia do juízo, até homens fortes gritarão por socorro” (v. 14).

Se as pessoas soubessem como Deus abomina o pecado, não dariam atenção a nenhuma tentação. Todavia, a maioria perdeu a noção de santidade, e o que significa a ira de Deus (sendo esse assunto, conforme diz Geoffrey Bromiley, um aspecto essencial da mensagem do Antigo Testamento).

Tenha uma visão abrangente do livro de Sofonias, a fim de que compreendas a grandiosidade das aplicações de cada capítulo:

1. A filosofia do juízo divino: Deus adverte (1:1-2:3);
2. A aplicabilidade do juízo celestial: Deus admira-Se (2:4-3:7);
3. A consequência do juízo universal: Deus regozija-Se (3:8-30)
O primeiro capítulo revela que Deus eliminará pagãos, sincretistas religiosos e apóstatas (vs. 4-6). Falsos líderes religiosos, líderes políticos indiferentes, gananciosos, materialistas, relaxados, preguiçosos (vs. 7-13)... todos sofrerão as consequências de suas escolhas insanas.

Só contrastando com a santidade de Deus é possível mensurar a malignidade do pecado.

Hoje se prega meias verdades: graça sem juízo; amor a Deus sem compromisso com Ele; tradições humanas, não o pleno/puro evangelho bíblico. Por causa disso, tem muita gente na estrada do inferno crendo que irão ao Céu.

Há algo positivo neste capítulo? Claro! Deus fará "uma limpeza na terra, uma faxina geral...”. Quando o Planeta for destruído, estará seguro somente quem estiver firmado nAquele que sofreu as consequências do juízo sem ter pecado: Jesus!

Portanto, alegre-se! –

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

Sofonias 1 Comentários de Norbert Zens


Leitura Bíblica  - Sofonias 1
Comentários  de  Norbert Zens

A profecia de Sofonias coloca um desafio perante nós enquanto esperamos pelo DIA DO SENHOR. Ele fala sobre o escuro dia do Senhor.

É interessante observar que Sofonias profetizou durante o reinado de Josias, após o reinado de 55 anos do mau Manassés, e do reinado de Amon que durou dois anos. Alguns podem ter se perguntado por que Deus enviaria um outro profeta para anunciar o severo juízo do Senhor, sendo que o processo de reavivamento e reforma havia iniciado sob o reinado de Josias. Na verdade, é uma mensagem difícil anunciar que Deus irá varrer tudo sobre a face da terra. No versículo 4 Sofonias está pensando em Judá e nos habitantes de Jerusalém. Apesar de que o reavivamento e a reforma haviam começado, ainda havia pessoas que adoravam a Baal, entre o povo de Deus e, infelizmente, entre os sacerdotes. Sofonias acusa o povo de unir diferentes formas de religião e até mesmo de deixarem de seguir ao Senhor.

Talvez seja hora de refletir sobre o estado do nosso próprio reavivamento e reforma. Será que começamos bem, mas de alguma forma retornamos aos velhos hábitos ou não abandonamos hábitos ou comportamentos que sabemos que não estão de acordo com a vontade de Deus? Por isso, Deus nos convida a buscar o Senhor e a perguntar-lhe como avalia a nossa religiosidade.

Sofonias chama as pessoas a ficar em silêncio diante do Senhor Deus, mas este silêncio não é o tipo de silêncio que indica uma abertura do coração e da mente à voz de Deus, mas é por causa da expectativa acerca do DIA DO SENHOR.

Nos dias de Sofonias a liderança da nação estava preocupada com a exibição exterior e o povo estava concentrado com o lucro em seus negócios. Deus, então, através do profeta anuncia que Ele já chamou os babilônios para virem como Seus instrumentos de punição.Podemos imaginar como esta situação entristeceu o coração de Deus que havia dedicado tanta energia e esforço em prol do seu povo.

O profeta tenta abrir os olhos de seu povo para a proximidade do dia do Senhor. Mas parece que ninguém quer ouvir. As respostas das pessoas podem parecer familiares a nós: “O Senhor não fará nada bom ou mau”. O pensamento de que Deus deixou esta terra à sua própria sorte, incentiva a mentalidade de que não há necessidade de mudar. O que mais poderia Deus fazer para levar seu povo a se arrepender?

Que linguagem Deus precisa usar, a fim de chamar a nossa atenção? Talvez precisemos refletir hoje sobre a nossa reforma e reavivamento pessoal. Peçamos ao Espírito de Deus para nos mostrar as áreas da nossa vida em que precisamos de uma mudança, e O convidemos a fazer essas mudanças em nós!
 /Norbert Zens



http://www.palavraeficaz.com/

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Naum 3 Comentários


Naum 3
Pr. Heber Toth Armí

Quando o mal parece não ter fim, está cada vez mais perto de seu fim. Quando o mal parece ganhar proporção com força e poder nos fazendo crer que é invencível, confiemos na revelação divina que sua destruição se aproxima: Certamente o bem vencerá o mal!

O livro de Naum “é um clássico da poesia hebraica, absolutamente refinado e vívido em suas descrições”, destaca Merrill F. Unger. Já C. H. H Wright confirma que “o livro está classificado, com merecimento, como uma das melhores obras literárias do AT”. Entretanto, entre cristãos, pouca atenção se dá a esses três capítulos.

Sobre seu último capítulo Naum “prossegue com a descrição da derrota de Nínive e ressalta a humilhação da cidade. O juízo de Deus acontece porque Nínive está cheia de mentiras, violência e opressão [v. 1]. Nínive escraviza outros [v. 4] e é cruel [v. 19]. Por esse motivo Deus está contra os assírios e exporá a nudez deles [v. 5], cobri-los-á com imundícia [v. 6], fará deles objeto de desprezo [v. 6] e mostrará que a cidade é fraca [vs. 8-9]. O comércio e a atividade governamental serão interrompidos [vs. 16-19]” (Paul R. House). William MacDonald declara que “Nínive foi destruída em 612 a.C.”.

1. É evidente na mensagem de Naum que Deus não gosta de feitiçaria (benzedeiras, magia branca, tarôs, búzios, etc.), nem de idolatria (santos, imagens de esculturas, outros deuses, etc.).

2. Deus não suporta a prostituição (imoralidade sexual, pornografia, sexo sem compromisso, etc.), nem mentiras, roubos e violências. Estes pecados atraem Sua ira a Terra.

A destruição do pecado está retratada na destruição de Nínive: “Rei da Assíria! Seus pastores-líderes, que têm a responsabilidade de cuidar do povo, estão ocupados fazendo tudo, menos isso. Não estão fazendo seu trabalho, e o povo está espalhado, perdido, e ninguém se dispõe a ir atrás deles. Vocês passaram do ponto de retorno. Sua ferida é fatal. Quando a história do seu destino se espalhar por aí, o mundo inteiro vai aplaudir e pedir: ‘Bis’...” (vs. 18-19, AM).

Nínive representa nosso mundo! No fim, tudo dará certo; se ainda não deu certo, é porque o fim não chegou. Aguardemos o fim do mundo do ponto-de-vista bíblico e exultaremos alegremente diante do Deus vivo. Aleluia!–Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Obadias 1 Comentários

Obadias 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Esse minúsculo livro não possui capítulos, apenas versículos. Contudo, contém duas profecias: Uma sobre Edom, e, outra sobre Israel. Ambos, irmãos gêmeos (Gênesis 25-36), que brigaram desde o ventre materno, e continuaram mesmo após se tornarem cada um uma nação.

Em Florianópolis (2007) participei da equipe de evangelismo quando o Pastor Bullón pregou oito sermões sobre esse pequeno livro do profeta Obadias, incentivando os ouvintes a estudarem a Bíblia profundamente e a extrair profundas lições práticas para a vida, até mesmo de um livro muitas vezes ignorado pelos pregadores.

Eugene Peterson introduz o livro de Obadias com a seguinte declaração: “A Bíblia toda é importante para a leitura e compreensão de qualquer parte da Bíblia. Até mesmo a breve aparição de um figurante como Obadias tem sua utilidade. Ninguém, na Bíblia, ou fora dela, deixa de ter importância. Foi tarefa de Obadias ser o porta-voz do juízo de Deus contra Edom”.

O que aprendemos da mensagem profética de Obadias?

1. Atitudes orgulhosas, arrogantes, egoístas, indiferentes, desprezo ao semelhante e zombaria atraem o juízo divino. Deveríamos dar ouvidos à Palavra de Deus por meio do profeta: “Vocês não deveriam ter se alegrado com a desgraça do seu irmão quando ele estava estirado no chão, acabado... Vocês não deveriam ter esbravejado quando a desgraça deles se agravou... Vocês não deveriam ter tirado vantagem do meu povo quando a vida deles estava em frangalhos” (AM).

2. É grande a severidade do juízo de Deus contra pecados ligados ao relacionamento com o próximo; os orgulhosos edomitas sofreriam nas mãos de seus amigos. Além disso, teriam suas riquezas removidas e a sabedoria diminuída. Cada um colhe o que planta. O profeta diz: “O dia do juízo do Eterno está perto para todas as nações pagãs. Assim como fizeram aos outros, farão a vocês. O que vocês fizeram vai recair sobre vocês e acertar sua cabeça...” (AM).

3. A graça de Deus restaura a situação de quem aprende com a desgraça. Há promessas para o povo de Deus, que, disciplinado busca viver os Seus planos. Deus oferece oportunidade de recomeço a quem aprende com o desprezo. Deus corrige a quem ama!

Deus está atento a tudo. Nosso comportamento presente diante de Deus determina nosso futuro diante do juízo. Reflita!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

Salmos 13 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 13 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 13 – Os salmos são experiências h...