Páginas

Mostrando postagens com marcador trombetas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trombetas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Ao som das trombetas

 Devocional Diário:

25 de Setembro -
Ao som das trombetas


Os que tocavam trombetas e os cantores, em uníssono, louvaram e agradeceram ao Senhor. Acompanhados de trombetas, címbalos e outros instrumentos, levantaram as vozes e louvaram o Senhor com estas palavras: “Ele é bom! Seu amor dura para sempre!”. Nesse momento, uma densa nuvem encheu o templo do Senhor. 2 Crônicas 5:13, NVT

Por fim, o templo planejado pelo rei Davi e construído por seu filho Salomão estava concluído. “Tudo quanto Salomão intentou fazer na Casa do Senhor e na sua casa, prosperamente o efetuou” (2Cr 7:11). E agora, para que o palácio que coroava as elevações do monte Moriá pudesse ser, sem dúvida, como Davi havia desejado, um lugar de habitação não “para homens, mas para o Senhor Deus” (1Cr 29:1), restava a solene cerimônia da dedicação formal a Jeová e Seu culto. […]

No tempo indicado, as tribos de Israel, com representantes de muitas nações estrangeiras ricamente vestidos, reuniram-se nos átrios do templo. A cena era de esplendor incomum. Junto com os anciãos de Israel e os mais influentes homens dentre o povo, Salomão tinha regressado de outra parte da cidade, de onde haviam trazido a arca da aliança. […]

Com canto e música e com grande cerimônia, “puseram os sacerdotes a arca da aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no santo dos santos” (v. 7). Ao entrarem no interior do santuário, tomaram os lugares que lhes eram designados. Os cantores, levitas “vestidos de linho fino, estavam de pé, para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas” (v. 12) (PR, p. 20, 21 [37, 38]).

https://youtube.com/watch?v=BRbu69lDIg8&is=LzYh4ajRwX1QbrCs

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Som das trombetas

 Devocional Diário:

22 de Setembro
Som das trombetas

Também nos dias de alegria, e nas festas fixas, e no princípio de cada mês, toquem as suas trombetas sobre os seus holocaustos e sobre os seus sacrifícios pacíficos, para que sejam por memorial diante do seu Deus. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Números 10:10

A Festa dos Tabernáculos era a última reunião do ano. Era desígnio de Deus que, nessa ocasião, o povo refletisse em Sua bondade e misericórdia. […]

Iam de toda parte, levando consigo uma demonstração da alegria que os motivava. Idosos e jovens, ricos e pobres, todos levavam alguma dádiva como tributo de gratidão Àquele que lhes coroara o ano com Sua bondade e lhes dera fartura (Sl 65:11). Tudo o que podia alegrar a vista e expressar o contentamento geral era levado das matas; a cidade parecia uma bela floresta. […]

Aos primeiros raios da aurora, os sacerdotes emitiam um longo e estridente som com suas trombetas de prata. Em resposta, outras trombetas eram tocadas, e as alegres aclamações do povo instalado em suas cabanas ecoavam por montes e vales, saudando o dia da festa (DTN, p. 356, 357 [447, 448]).

O templo era o centro da alegria geral. Ali havia a pompa das cerimônias sacrificais. Ali, em fileira, de ambos os lados dos degraus de mármore branco do sagrado edifício, o coro dos levitas conduzia o serviço de cântico. A multidão dos adoradores, agitando ramos de palma e murta, unia sua voz aos acordes e repetia o coro; e novamente a melodia era cantada por vozes próximas e distantes, até que as colinas ao redor ressoavam o louvor (DTN, p. 357 [448]).

“Todos vocês, habitantes do mundo, os moradores da terra, olhem bem quando a bandeira for levantada nos montes. Quando a trombeta soar, escutem!” (Is 18:3).

https://youtube.com/watch?v=Bb5e2Sbbt0k&is=RVMmONXeSRxew3SS

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Deus sempre avisa

 


NÚMEROS 29: Deus sempre avisa | Reflexão: Pr. Michelson Borges


“No dia dez deste sétimo mês, vocês terão santa convocação; vocês se humilharão e não farão nenhum trabalho.” Números 29:7

Dez dias antes do Dia da Expiação, tocavam-se trombetas para convidar o povo ao preparo espiritual. Deus é misericordioso e faz de tudo para chamar nossa atenção. Hoje o povo de Deus deve “tocar trombetas” e convidar as pessoas a se preparar para o Juízo e para a volta de Jesus. Faz parte das “santas convocações” buscar o arrependimento e a contrição de coração, mas lembremo-nos de que o Cordeiro morreu para que pudéssemos celebrar a alegria do perdão.

“Moisés comunicou aos israelitas tudo o que o Senhor lhe tinha ordenado” (v. 40). Temos feito o mesmo? Sejamos fiéis!

Promessa: Trombetas, Expiação e Tabernáculos eram festas espirituais que apontavam, respectivamente, para o anúncio do Juízo, o Juízo e a redenção final. Festas que falavam da necessidade de arrependimento e da alegria do perdão.

https://youtu.be/Eytq-ZY04uk?si=LMwZGxsoPva4ftgm

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Levítico 23 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Levítico 23
Comentário Pr Heber Toth Armí


LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.

Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).

A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1).

No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).

Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 25 de julho de 2022

Josué 6 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Josué 6

Comentário Pr Heber Toth Armí

JOSUÉ 6 – Deus age misteriosamente. É impossível à ciência humana entender Suas ações sobrenaturais. Nem a lógica ou qualquer intelecto humano conseguirá sanar todas as perguntas e resolver todas as curiosidades que surgem das miraculosas ações do Deus Todo-poderoso.

Marchas silenciosas por seis dias. Gritos e toque de trombetas no sétimo dia. Como resultado dessa estratégia militar orientada por Deus, a cidade completamente fechada e fortificada teve seus muros ruindo sem nenhuma explicação no campo da razão humana. 

A única explicação é que “o Senhor organizou o Seu exército em torno da cidade condenada. Nenhuma mão devia se erguer contra ela; os exércitos do Céu derrubariam seus muros, a fim de que somente o nome de Deus tivesse a glória. Esta era aquela orgulhosa cidade cujos poderosos muros haviam incutido terror nos espias incrédulos. Entretanto, na tomada de Jericó, Deus declarou aos hebreus que seus pais poderiam ter possuído a cidade quarenta anos antes, se tivessem confiando nEle” (CBASD v.2, p.1098).

“Há mistérios profundos na Palavra de Deus, há mistérios em Suas providências e há mistérios no plano da salvação que o ser humano não pode desvendar. Contudo, a mente finita, que tem forte desejo de satisfazer a curiosidade e resolver os problemas do infinito, negligencia seguir o simples caminho indicado pela vontade de Deus e tenta sondar os segredos ocultos desde a fundação do mundo. O ser humano constrói suas teorias, perde a simplicidade da verdadeira fé, torna-se demasiado arrogante para crer nas declarações do Senhor e se enclausura em suas próprias vaidades. Muitos que professam serem filhos de Deus estão nessa posição. São fracos porque confiam em sua própria força. Deus opera poderosamente em favor de um povo fiel, que obedece à Sua Palavra sem questionar ou duvidar” (Idem, 1097).

A incredulidade atrasa os planos divinos em nossa vida, como aconteceu aos israelitas; entretanto, a fé salva nossa família frente aos juízos de Deus sobre uma sociedade imoral, como no caso de Raabe (Hebreus 11:31). Mesmo cidades condenadas podem ter pessoas a serem salvas (Josué 6:17-25).

A maldição pronunciada por Josué (Josué 6:26) sobre a incrédula e imoral Jericó atingiu Hiel, ao perder dois filhos por reconstruírem a cidade (1 Reis 16:34).

Josué 6 incentiva-nos a confiar na Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Festas instituídas pelo Senhor-Levítico 23

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Levítico 23

Comentário Pr Heber Toth Armí

LEVÍTICO 23 – As festas orientadas por Deus são pedagógicas. Como estão relacionadas ao Santuário, elas ensinam o processo da salvação; o objetivo é a proclamação do evangelho para reavivar o povo de Deus e, evangelizar àqueles que ainda não pertencem a esse povo.

Levítico 23 trata de sete festas instituídas pelo Senhor: Páscoa (Levítico 23:4-5); dos Pães Asmos (Levítico 23:6-8); das Primícias (Levítico 23:9-14); Pentecostes (Levítico 23:15-22); das Trombetas (Levítico 23:23-25); da Expiação (Levítico 23:26-32); e, dos Tabernáculos (Levítico 23:23-44).

A sequência dessas festividades nos brinda um calendário profético. O ano deveria começar com a Páscoa, indicando o sacrifício de Cristo (Mateus 26:27-28; 27:46; João 19:31-37; substituída pela Santa Ceia 1 Coríntios 5:7; 11:23-26); ligando com a festa das primícias que retratava a ressurreição de Cristo e dos primeiros frutos da salvação (1 Coríntios 15:20-21; Apocalipse 14:4). Ao retirar o fermento na festa dos Pães Asmos, ilustrava a obra de santificação do pecador liberto do pecado pelo sangue de Cristo (Êxodo 12:8-20; 1 Coríntios 5:6-8; 15:22; Apocalipse 14:4-5). No quinquagésimo dia na sequência, acontecia o Pentecostes, que retratava a descida do Espírito Santo sobre o crente, apontando para a “Chuva Temporã” (Joel 2:23; Atos 2:1-41) e a “Chuva Serôdia” (Joel 2:23; Apocalipse 14:6; 18:1). 

No sétimo mês do calendário religioso de Deus, acontecia a festa das trombetas, alertando os salvos para os eventos subsequentes, como sendo sinais do segundo advento de Cristo ou prenúncios do juízo (João 12:31; Apocalipse 8:1-9:19; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 14:7; Joel 2:1). O décimo dia do sétimo mês era o Dia da Expiação, apontando para a purificação do povo que aceitou o sacrifício provido por Deus (Malaquias 3:1-3; 1 Coríntios 3:16-17; 2 Coríntios 6:16-17; Daniel 8:14; Apocalipse 11:19; 14:6-12, 20). Finalmente, a festa dos Tabernáculos encerra a celebração didática de Deus mostrando a alegria no Céu por Cristo graciosamente oportunizar a morada dos fieis na Pátria Celestial (Zacarias 14:16; Apocalipse 7:9-12; 14:1-5; 19:6-10; 21:1-22:7).

Jesus está ilustrado na oferta de sacrifício e no Sacerdote que tudo faz perante o Senhor a fim de que Sua entrega e ministério sejam aceitos em favor de nós; já que somos indignos de qualquer favor, Sua graça está claramente em evidência nesses rituais, cuja finalidade é levar-nos para morar no Céu. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A chegada do juízo -'Apocalipse 15

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Apocalipse 15

Comentário Pr Heber Toth Armí

Estude este capítulo em seu contexto. Nele, chegamos num ponto muito importante para o mundo. Ele é o “clímax dos cap. 12-14 e introdução às sete taças de flagelos” (Bíblia Andrews).

Finda-se a oportunidade de salvação. Antes que ela acabe, precisamos estar com a vida em dia com a vontade divina. Deus está para dar fim ao sofrimento dos fieis, punindo os instrumentos de Satanás, criados para destruir os cristãos.

A profecia de seis trombetas foram juízos parciais sobre a Terra, encharcados de misericórdia. Ultrapassando Sua graça, Deus levantou um povo, estudante da Bíblia (Apocalipse 10:1-11:14), para alertar o mundo sobre a chegada do juízo (Apocalipse 14:6-12).

A ação daqueles que se levantaram das cinza da decepção amarga e testemunham outra vez após 1844 “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (10:11) com ousadia, revelando “o evangelho eterno” determinadamente “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua e povo” (14:6) “obtém uma resposta positiva de muitos [15:4]” (Bíblia Andrews).

Para aqueles que não se sensibilizaram, mas deixaram cauterizar a consciência com seu apego aos pecados, e consequentemente desprezaram toda oportunidade de salvação, sentirão Deus fazer justiça.

A profecia das trombetas ainda não terminou. As sete taças revelam o conteúdo da sétima trombeta (11:15-19).

Antes das sete taças serem despejadas sobre o mundo (v. 1), temos:

1. Um vislumbre da vitória dos fieis sobre a besta, sua imagem e número é visto nas dez pragas no Egito, resultantes do juízo de Deus para causar a libertação do Seu antigo povo (Êxodo 15). E, da mesma forma que os israelitas atravessaram ao Mar Vermelho e cantaram diante de Moisés, os salvos atravessarão o mar de angústia e chegarão à margem do mar de vidro, perante o trono de Deus, onde alegremente entoarão o cântico do Cordeiro (vs. 2-4): O cântico exalta:

• …as obras de Deus, nenhuma referência se faz às obras humanas.

• …a Deus, o Todo-poderoso sobre os poderes terrestres.

• …a vitória absoluta de Deus sobre os injustos opressores.

2. O fim do processo salvífico. A retirada dos Seres envolvidos na salvação dos pecadores, significa que, ao esvaziar o santuário celestial termina o tempo de graça aos mortais (vs. 5-8).

Reavivemo-nos agora que seja tarde! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 1 de janeiro de 2022

O tempo do fim - Apocalipse 10

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Apocalipse 10

Comentário Pr Heber Toth Armí

Entre a sexta e a sétima trombeta há um intervalo. A expectativa continua existindo nas profecias. Vale a pena tentar entender a mensagem deste capítulo.

Seu contexto encontra-se antes do toque da última trombeta (v. 7). Redobre tua atenção aqui:

“A sexta trombeta está situada no contexto do altar de incenso (no lugar santo: Apocalipse 9:13), e esse ministério terminou em 1844 quando a porta se abriu no lugar santíssimo em relação com a sétima trombeta (Apocalipse 11:15-19)” (Alberto R. Treiyer)

A sexta trombeta soou entre 1840 e 1844. Um grande desapontamento aconteceu “depois da conclusão da sexta trombeta que se vincula ao Lugar Santo (Apocalipse 9:13). Quando a hora do juízo correspondente a essa trombeta expirou em 1840, se anunciou o começo da sétima trombeta” (Treiyer).

Em 1844 Jesus deu início ao juízo investigativo. Entretanto, ao estudar as profecias de Daniel, os cristãos entenderam que os 2300 anos, visando a purificação do Santuário se tratava, da segunda vinda de Cristo para restaurar a Terra. Então, a expectativa para esse evento se tornou em decepção quando, em 22 de outubro daquele ano, Jesus não veio como haviam entendido.

Isso estava profetizado no capítulo em pauta:

• Aqui o livrinho refere-se ao livro de Daniel, especificamente às profecias que foram seladas em sua época. Antes, fora-lhe dito: “Feche com um selo as palavras do livro até o tempo do fim” (Daniel 12:4). Agora, o livrinho selado é trazido aberto (Apocalipse 10:1-2).

• O tempo do fim está chegando ao fim, fato confirmado pelo juramento de Cristo (vs. 3-7).

• João recebeu ordens para devorar o livrinho, representando à igreja após 1840 estudando o livro de Daniel. Porém, ao haver um equívoco quanto ao evento da purificação do santuário, pensando ser a volta de Cristo, o doce da expectativa tornou-se amargo (vs. 8-10).

• Finalmente, uma injeção de ânimo deve inflamar os crentes reavivando-os para anunciar os eventos finais (v. 11).

“Quando Cristo entrou no lugar santíssimo para consumar a obra de expiação, cessou seu ministério no primeiro compartimento. Mas quando terminou o serviço que se realizava no primeiro compartimento, começou o ministério no segundo compartimento… Só havia terminado uma parte de Sua obra como intercessor para começar outra” (Ellen G. White).

Ainda existe graça! Reavivemo-nos para compartilhá-la! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

A ESPERANÇA DA SEGUNDA VINDA

 A ESPERANÇA DA SEGUNDA VINDA

Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus! Apocalipse 22:20

Em todas as épocas, a vinda do Senhor tem sido a esperança de Seus verdadeiros seguidores. A última promessa do Salvador no Monte das Oliveiras, de que Ele viria outra vez, iluminou o futuro aos Seus discípulos; encheu o coração deles com uma alegria e uma esperança tão grandes que as tristezas não poderiam apagar […].

Em meio a sofrimento e perseguição, o aparecimento “do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” foi “a bendita esperança” (Tt 2:13). Quando os cristãos tessalonicenses estavam cheios de pesar ao sepultarem seus queridos, que pensavam que estariam vivos para testemunhar a vinda de Jesus, Paulo, seu instrutor, apontou-lhes a ressurreição que ocorreria por ocasião do advento do Salvador. Então os mortos em Cristo ressurgiriam e, juntamente com os vivos, seriam arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. “E, assim”, disse ele, “estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1Ts 4:16-18). […]

Do calabouço, da tortura, da forca, onde santos e mártires testificaram da verdade, vem ao longo dos séculos a voz de sua fé e esperança. Estando “certos da ressurreição pessoal de Cristo e, por conseguinte, de sua própria, por ocasião da vinda de Jesus, desprezavam a morte e se colocavam acima dela”. […]

Esperavam pelo “Senhor vindo do Céu, nas nuvens, com a glória de Seu Pai” […]. Os valdenses nutriam a mesma fé. […]

Na rochosa ilha de Patmos, o discípulo amado ouviu a promessa: “Certamente, venho sem demora” e, em sua ansiosa resposta, sintetizou a prece da igreja em toda a sua peregrinação: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20) (O Grande Conflito, p. 258, 259, 302, 303).

Ellen G. White, 4/1/1977

Meditação Diária 31/12/2021

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

As trombetas - Apocalipse 8

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Apocalipse 8

Comentário Pr Heber Toth Armí

Quando pensamos que o livro esplendoroso do capítulo 5 se abriria na ruptura do sétimo selo, encontramos apenas: “…houve silêncio no Céu por volta de meia hora” (v. 1). Então, imediatamente começou outra séria de sete: As trombetas.

Há suspense nas profecias. A revelação é gradativa, com conteúdo progressivo. A didática divina visa nossa compreensão. O contexto revela que o texto refere-se ao tempo de João na ilha de Patmos; e, descreve a oração dos santos/crentes das igrejas da Ásia Menor (vs. 2-3), em resposta à tribulação (Apocalipse 1:9), quando clamam por intervenção divina.

O objetivo é mostrar que, em meio à tribulação, as orações dos fieis são atendidas por Cristo (8:4), no Santuário Celestial. Ou seja, Cristo está atento ao sofrimento de Seus seguidores, em todas as épocas, embora geralmente imperceptível (Apocalipse 6:10).

Há uma íntima relação entre a profecia dos selos e das trombetas:

• Ambas estão divididas na mesma proporção: um bloco de 4 com os cavalos (selos) e, um bloco de 3, com os ais (trombetas, Apocalipse 8:13).

• Ambas possuem um intervalo/parêntese/interlúdio (Apocalipse 7 // Apocalipse 10-11:15).

• Ambas iniciam e terminam simultaneamente: Vão desde a época de João até a volta de Jesus (6:14; 8:1; 11:15).

O capítulo 8 visa apresentar rapidamente apenas as quatro primeiras trombetas, no qual temos:

1. Como as orações de fato chegam a Cristo que intercede no Céu, a resposta é evidente quando o anjo toma fogo do altar e o atira à Terra (v. 5).

2. Expectativa (v. 6). O que vem a seguir acontece como reação divina às fervorosas orações dos crentes:

• A primeira trombeta anuncia um julgamento com uma prévia pequena de destruição da vegetação (v. 7);

• A segunda trombeta proclama, com uma destruição parcial na fauna e comércio marítimos, um futuro julgamento total (vs. 8-9);

• A terceira trombeta revela a vinda de um juízo mediante a contaminação das fontes de água potável (vs. 10-11);

• A quarta trombeta prenuncia o juízo vindouro ao atingir a terça parte do sol, da lua e das estrelas (v. 12).

Desde que Jesus assumiu a intercessão no Céu, a profecia das trombetas foram, na história, prenúncios de um juízo final!

Nossa oração promove ação no Céu, com grandes resultados na Terra! Então, vamos orar mais? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 7 de março de 2019

Celebrações - Números 29

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 29
Comentários Heber Toth Armí


Celebrações

Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.

F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:

1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).

“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado [...] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.

As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.

Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:

“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos [...]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).

Estas festas ensinavam que as pessoas...

• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação

Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia... Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos!

Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Avançando - Números 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 10
Comentários
: Heber Toth Armí

Avançando rumo a Terra prometida

Atenção! A viagem vai começar! Junte-se a nós...

Orientações para viajar:

1. As trombetas de pratas: Deus se ocupa com cada detalhe. Sem microfone, sem auto-falante, sem megafone, a orientação para criar duas trombetas no deserto daria a mensagem certa para cada situação (vs. 1-10):

• Toque das duas trombetas simultaneamente convocava a congregação para reunir-se à porta do tabernáculo;

• Toque de apenas uma trombeta convocava os príncipes para a reunião;

• Retinir das duas trombetas sinalizava o momento de sair organizadamente.

2. A ordem de marchar: O verso 11 indica o início da viagem do povo de Deus, a qual duraria 38 anos, culminando em Números 21:35. Tudo sob a regência divina.

3. O convite de Hobabe: Moisés convida seu cunhado para ir com o povo de Deus à Terra Prometida (vs. 29-32).

4. O início da viagem: A coluna de nuvem leva o povo por caminhos mais difíceis visando evitar guerras contra os filisteus, caso fossem pelo caminho mais fácil. “Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto [...]. As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanho e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White).

Imagina 2.000.000 de pessoas no deserto!

Temos muito que aprender com Deus assim como os ex-escravos do Egito em seu início de viagem. “Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao norte no deserto de Parã” (Frank Holbrook).

Aplicações:

• Seguir orientações de Deus pode não ser fácil, mas é melhor do que não segui-las;

• Fazer a vontade de Deus não é somente para os preparados, mas para os disponíveis;

• Convidar parentes/amigos para a caminhada rumo o destino estipulado por Deus ajuda a suportar os desafios do caminho.

• Nunca rebelar-se/reclamar/duvidar das sábias orientações de Deus!

Avancemos juntos! Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 2 de fevereiro de 2019

As festas solenes do Senhor - Levítico 23

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Levítico 23
Comentários: 
Pr.  Heber Toth Armí

As festas solenes do Senhor 

Deus gosta de festas; mas não de festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas sete festas instituídas por Deus:

1. Páscoa;
2. Pentecostes:
3. Dos Tabernáculos;
4. Do dia da Expiação;
5. Das trombetas;
6. Dos pães asmos;
7. Das primícias.

O dia indicado no calendário para cada festas era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.

• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.

• A festa de Pentecostes, diferente da festa das primícias que eram a celebração com os primeiros frutos da terra; era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.

• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida, deveríamos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.

• A dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.

• A festa das Trombetas vinha antes do dia da expiação, a qual visava convocar os religiosos para um encontro especial com o Senhor.

• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.

• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece o primeiro lugar sempre em nossa vida; pois, tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.

Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.

Todas as festas apontam para Jesus:

Jesus á a nossa Páscoa, o Pão sem fermento, as Primícias, o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes, Quem tocará a última Trombeta, Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados quando Tarbenaculizou/habitou entre nós.

Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Celebrações-Números 29

Leitura Bíblica - Números 29

Celebrações
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.

F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:
1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).

“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado [...] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.

As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.

Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:

“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos [...]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).

Estas festas ensinavam que as pessoas...
• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação
Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia... Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos!



domingo, 15 de novembro de 2015

Avançando rumo a Terra prometida

Leitura Bíblica - Números 10

Avançando rumo a Terra prometida
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Atenção! A viagem vai começar! Junte-se a nós...

Orientações para viajar:

1. As trombetas de pratas: Deus se ocupa com cada detalhe. Sem microfone, sem auto-falante, sem megafone, a orientação para criar duas trombetas no deserto daria a mensagem certa para cada situação (vs. 1-10):

• Toque das duas trombetas simultaneamente convocava a congregação para reunir-se à porta do tabernáculo;
• Toque de apenas uma trombeta convocava os príncipes para a reunião;
• Retinir das duas trombetas sinalizava o momento de sair organizadamente.

2. A ordem de marchar: O verso 11 indica o início da viagem do povo de Deus, a qual duraria 38 anos, culminando em Números 21:35. Tudo sob a regência divina.

3. O convite de Hobabe: Moisés convida seu cunhado para ir com o povo de Deus à Terra Prometida (vs. 29-32).

4. O início da viagem: A coluna de nuvem leva o povo por caminhos mais difíceis visando evitar guerras contra os filisteus, caso fossem pelo caminho mais fácil. “Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto [...]. As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanho e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White).

Imagina 2.000.000 de pessoas no deserto!

Temos muito que aprender com Deus assim como os ex-escravos do Egito em seu início de viagem. “Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao norte no deserto de Parã” (Frank Holbrook).

Aplicações:

• Seguir orientações de Deus pode não ser fácil, mas é melhor do que não segui-las;

• Fazer a vontade de Deus não é somente para os preparados, mas para os disponíveis;

• Convidar parentes/amigos para a caminhada rumo o destino estipulado por Deus ajuda a suportar os desafios do caminho.

• Nunca rebelar-se/reclamar/duvidar das sábias orientações de Deus!
Avancemos juntos! Heber Toth Armí




domingo, 5 de julho de 2015

Apocalipse 8 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 8
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Deus responde orações e clamores de Seu povo frente à opressão dos opositores de Sua Palavra; contudo, Deus anseia pela salvação de todo tipo de pecador.

A profecia das sete trombetas aponta ao lugar santo do santuário celestial, onde Jesus intercede, pois,

1. O anjo postou-se junto ao altar, uma mobília do lugar santo (v.2);

2. O anjo recebeu incenso para interceder, o qual ficava sobre o altar de ouro diante do trono (v. 3);

3. O anjo que intercede não sai do lugar ao jogar fogo do altar na Terra, a intercessão de Cristo permanece durante o toque das trombetas (v. 3);

4. A sexta trombeta ainda está vinculada ao lugar santo, pois fala-se da voz das quatro pontas do altar de ouro diante de Deus (9:13);

5. A arca da aliança presente no lugar santíssimo foi vista apenas quando o templo celestial se abriu no toque da sétima trombeta (11:19). Aqui encerra-se o tempo de graça!

A volta de Jesus conclui todas as séries proféticas de sete. O sétimo selo é a volta de Jesus, quando houve silêncio no Céu por cerca de meia hora por não ter ficado ninguém mais lá (v. 1), tanto quanto a sétima trombeta fala-se da segunda vinda de Cristo (11:15-19).

As trombetas estão intimamente ligadas às orações da igreja cristã desde o seu início (Atos 1:14), passando pelas orações frente às terríveis pressões e injustiças cruéis executadas por aqueles que não suportam a Deus nem o Seu povo (8:9-11) até quando o ministério de intercessão terminar (8:3).

Antes que o tempo de graça termine, Deus chama pessoas de todos os tipos ao arrependimento mediante os toques das trombetas que significam juízos divinos permeados de misericórdia que visam atrair pecadores à salvação. Não importa detalhar como e quando cumpriu-se especificamente cada trombeta, importa que Deus chama por todos os meios pecadores ao arrependimento (vs. 7-13).

Deste texto destaco os seguintes pontos:

• Deus ouve e atende as muitas orações de Seu povo quando enfrenta opressões (vs. 2-3);
• Jesus intercede pelos santos fieis que clama por justiça num mundo de injustiça (v. 4);
• A oração fervorosa chega até o Céu e impacta a Terra pelas ações poderosas dAquele que ouve as orações (vs. 5-6).

Vamos orar mais? Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos do Antigo e Novo Testamento você encontra em:


Salmos 71 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 71 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 71 – Nossa existência é fruto da ...