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segunda-feira, 2 de março de 2026

Olhos Abertos para o Cuidado de Deus

 Olhos Abertos para o Cuidado de Deus

Comentários – 2 Reis 7

1. A promessa no meio da crise (2 Reis 7:1)
O capítulo começa em um cenário desesperador: Samaria estava sitiada pelos sírios, havia fome extrema e o povo estava sem esperança.

Então o profeta Eliseu declara algo humanamente impossível:
“Amanhã, a estas horas, haverá abundância…”
Deus anuncia abundância quando tudo aponta para escassez.
Isso nos ensina que a última palavra não é da crise, mas do Senhor.
• Aplicação: Quando tudo parece fechado, Deus já tem um “amanhã” preparado.

2. A incredulidade do oficial (2 Reis 7:2)
Um oficial do rei duvida:

“Ainda que o Senhor fizesse janelas no céu, poderia suceder isso?”
A incredulidade não impediu o milagre, mas impediu o homem de desfrutá-lo.
Ele viu a promessa se cumprir, mas não participou dela.
•Aplicação: A dúvida não anula o poder de Deus, mas pode nos afastar das bênçãos.

3. Os quatro leprosos: improváveis instrumentos (2 Reis 7:3-8)
Quatro leprosos estavam à porta da cidade. Rejeitados, marginalizados, sem nada a perder, tomaram uma decisão
:
“Se ficarmos aqui, morreremos…

Eles foram até o arraial sírio — e descobriram que Deus já havia feito o milagre!
O Senhor fez o exército inimigo ouvir ruídos de carros e cavalos, e eles fugiram apavorados.
Deus usou:
O medo do inimigo
A coragem de quatro excluídos
Um cenário impossível
•Aplicação: Deus pode usar pessoas improváveis para realizar Seus planos.

4. Não podemos guardar boas notícias (2 Reis 7:9)

Depois de encontrar comida e riquezas, os leprosos disseram:
“Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas…”
Eles entenderam que não podiam guardar a bênção só para si.
Aplicação: O evangelho é boa notícia. Não podemos escondê-lo.

5. O cumprimento da palavra (2 Reis 7:16-20)
Tudo aconteceu exatamente como Eliseu havia profetizado.
O oficial incrédulo foi atropelado na porta da cidade e morreu — viu a abundância, mas não a desfrutou.
Isso mostra que:
•Deus é fiel à Sua Palavra.
•A incredulidade tem consequências.
•O tempo de Deus é exato.

Lições principais de 2 Reis 7
Deus transforma escassez em abundância.
•A promessa pode parecer impossível — mas não é para Deus.
•Ele usa pessoas improváveis.
•Boas notícias precisam ser compartilhadas.

A Palavra do Senhor sempre se cumpre.

5. O cumprimento da palavra (2 Reis 7:16-20)
Tudo aconteceu exatamente como Eliseu havia profetizado.
O oficial incrédulo foi atropelado na porta da cidade e morreu — viu a abundância, mas não a desfrutou.
Isso mostra que:
Deus é fiel à Sua Palavra.
A incredulidade tem consequências.
O tempo de Deus é exato.

Lições principais de 2 Reis 7
●Deus transforma escassez em abundância.
●A promessa pode parecer impossível — mas não é para Deus.
●Ele usa pessoas improváveis.
●Boas notícias precisam ser compartilhadas.
●A Palavra do Senhor sempre se cumpre.
💌 t.me/bibliaG

domingo, 4 de janeiro de 2026

Entre a promessa e o medo

 1 Samuel 27

Entre a promessa e o medo

Comentários – 1 Samuel 27
Contexto Geral

Neste capítulo, Davi enfrenta um momento de desgaste emocional e espiritual. Após tantas perseguições, ele permite que o medo influencie suas decisões e decide buscar refúgio entre os filisteus, inimigos de Israel. Isso revela que até pessoas segundo o coração de Deus podem vacilar quando se cansam da luta.

1. Davi fala consigo mesmo (v.1)
O texto diz que Davi “disse no seu coração” que pereceria pelas mãos de Saul. Aqui está um ponto-chave: Davi não consultou o Senhor. Quando ouvimos apenas nossos pensamentos, o medo pode distorcer a realidade e nos afastar da fé.

2. A fuga para Gate (v.2–4)
Davi vai para Gate, cidade de Aquis, rei filisteu. Curiosamente, Saul para de persegui-lo. Nem sempre o alívio imediato significa aprovação divina. Às vezes, Deus permite consequências para nos ensinar a depender dEle.

3. A vida dupla em Ziclague (v.5–7)
Davi recebe Ziclague e passa a viver como aliado dos filisteus, mas mantendo fidelidade a Israel. Isso gera uma vida de aparências e estratégias enganosas. Viver dividido espiritualmente traz desgaste e riscos.

4. Meias verdades e engano (v.8–12)
Davi ataca povos inimigos de Israel, mas faz Aquis acreditar que estava atacando Judá. O engano se torna uma armadilha progressiva. Um passo fora da vontade de Deus frequentemente exige outros para sustentá-lo.

Lições Espirituais
•O cansaço pode enfraquecer nossa confiança em Deus.
•Decisões tomadas sem oração podem trazer alívio temporário, mas complicações futuras.
•Deus continua soberano, mesmo quando erramos, mas isso não elimina as consequências.
•É perigoso viver entre dois mundos: fé e medo, verdade e aparência.

Aplicação Prática
Antes de decidir, pergunte: “Estou reagindo pelo medo ou pela fé?”
A promessa de Deus não falha, mesmo quando nossa confiança oscila.
💌 t.me/bibliaG

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Nenhuma promessa falhou

JOSUÉ 23: Nenhuma promessa falhou Reflexão: Pr. Michelson Borges


“Nem uma só promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor, seu Deus, lhes falou; todas se cumpriram, nem uma delas falhou.” Josué 23:14

No fim de uma vida de fidelidade e vitórias, Josué pôde garantir: “Nenhuma das promessas [de Deus] deixou de cumprir-se.” Mesmo com idade avançada, Josué continuava firme na fé. Que exemplo de constância!

“Foi o Senhor, o seu Deus, que lutou por vocês” (v. 3). Ouviremos isso novamente no fim do grande conflito. Amém!

Nos versos 4 a 8 há orientações preciosas: (1) devemos nos esforçar para obedecer à Palavra de Deus; (2) não devemos nos associar com os incrédulos, a menos que seja para levá-los a Jesus; (3) não devemos nos relacionar com deuses (filosofias) estranhos; (4) nosso apego deve ser somente a Deus.

“Dediquem-se com zelo a amar o Senhor” (v. 11). Amor é, sobretudo, uma decisão, um compromisso.

Promessa: Pode levar algum tempo, mas um dia a paz prometida por Deus chega até nós. Temos que perseverar.

https://youtu.be/ev-ivNTlVRs?si=EWFZozvddq3rYGli

domingo, 2 de novembro de 2025

A PROMESSA

 Devocional Diário: Descobertas da Fé

2 de Novembro

A PROMESSA

Eis que vou lhes revelar um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. [...] os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 1 Coríntios 15:51, 52


A morte, o corpo e o luto sempre foram tratados por meio de rituais. Estes, por sua vez, são uma forma de dar expressão às crenças acerca da morte. Seriam essas manifestações um adeus eterno?

O Dia dos Mortos é conhecido desde a Idade Média como o “Dia de Todas as Almas”, sucedendo o “Dia de Todos os Santos”, que é comemorado em 1o de novembro. Mas foi apenas a partir de 2002 que o Dia de Finados foi oficializado como feriado nacional.

Você sabia que esse dia tem tudo a ver com uma piscada de olhos? Vou explicar. Nossos olhos piscam para proteger, lubrificar e limpar o globo ocular. Esse movimento é controlado pelo sistema nervoso autônomo, portanto, acontece sem percebermos, assim como as batidas do coração
ou o ato de respirar.

Cada piscadela dura cinquenta milésimos de segundo. Considerando que piscamos 24 vezes por minuto, isso quer dizer que, nesse mesmo espaço de tempo, nossos olhos ficam 1,2 segundo sem enxergar a luz. Assim, alguém de 70 anos deu piscadas suficientes para permanecer 21 dias
“cego”. É claro, isso sem contar o período em que passou dormindo!

Agora vem a ligação com a morte: uma piscadela ou cinquenta milésimos de segundo será o tempo que durará “mentalmente” o sono dos mortos. Segundo a Bíblia, tanto faz ter morrido milhares de anos antes da volta de Cristo ou perto desse evento. Para os que vão ressuscitar, o tempo de espera parecerá o mesmo: um instante que durará um “abrir e fechar de olhos”. Isso quer dizer que os que dormiram no Senhor não estão sentindo o tempo passar. Eles estão no “pó da terra” (Gn 3:19), em um estado de total inconsciência, livres de toda dor (Ec 9:5). Quando o Arcanjo tocar a trombeta de Deus, os que morreram em Cristo ressuscitarão transformados (1Ts 4:16).

Se você perdeu um ente querido, lembre-se da promessa de Deus. A separação não será para sempre. Apenas uma piscada de olhos e estaremos juntos novamente. Console hoje os enlutados e diga-lhes com carinho que Deus trará de volta aqueles que a morte levou.

https://youtube.com/watch?v=J3I-ET8qz5U&si=VxY7IUa9J81K8OPR

quinta-feira, 10 de abril de 2025

PROMESSA E DEMORA

 Devocional Diário - Descobertas da fé

10 de abril

PROMESSA E DEMORA

O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a julguem demorada. Pelo contrário, Ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. 2 Pedro 3:9

Em 1967, Georges Duby lançou um livro intitulado O Ano Mil, no qual explica o que acontecia na Europa à medida que se aproximava o primeiro milênio depois de Cristo. As pessoas não tinham acesso direto à Bíblia, mas ouviam seu conteúdo por meio de clérigos que possuíam o direito exclusivo de interpretá-la ao povo. Ler as Escrituras por conta própria era um crime grave perante as autoridades eclesiásticas, passível até mesmo de pena de morte.

Para explicar o milênio, os pregadores recitavam os versículos 7 e 8 de Apocalipse 20, que dizem: “Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá para enganar as nações que estão nos quatro cantos da Terra.”

Com isso, todos temiam o que ocorreria no mundo assim que o diabo fosse solto por Deus. Afinal, o mundo estava prestes a completar mil anos desde o nascimento de Cristo – um cálculo que também estava errado, mas eles não se davam conta disso.

É claro que a infusão do medo desmedido era uma forma de sustentar os laços hierárquicos da sociedade medieval, especialmente aqueles que subjugavam todos à autoridade do rei, do papa e do senhor feudal.

Para nós, que vivemos 1.025 anos após essa época de trevas e ansiedade, há o risco de pensarmos que, devido à demora, o Senhor nunca voltará. No entanto, devemos lembrar que, “para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos são como um dia” (2Pe 3:8).

A promessa de Jesus certamente se cumprirá em seu devido tempo. A aparente demora deve ser vista como uma oportunidade dada por Sua misericórdia para que todos se arrependam enquanto ainda há tempo. No momento certo, Ele virá julgar o mundo com justiça, como assegura o profeta Habacuque: “A visão ainda está para se cumprir no tempo determinado; ela se apressa para o fim e não falhará. Mesmo que pareça demorar, espere, porque certamente virá; não tardará” (Hc 2:3). Portanto, não desista; continue esperando em Deus.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/promessa-e-demora/

sexta-feira, 15 de março de 2024

Mais do que a cor

 Devocional Diário

Mais do que a cor

Deus disse a Noé: “Este é o sinal da aliança estabelecida entre Mim e todos os seres vivos sobre a Terra.” Gênesis 9:17

Você sabia que o arco-íris é, na realidade, um círculo perfeito? Não podemos apreciá-lo por inteiro porque, da nossa perspectiva, não é possível vê-lo em sua totalidade. Mas se você o observar de um avião em voo, vai notar isso. Para os gregos, o arco-íris era uma deusa (Íris) que transmitia mensagens de guerras e catástrofes. Na Mesopotâmia, ele era o colar da deusa da beleza (Ishtar). Para os irlandeses, nas extremidades do arco-íris existe um caldeirão cheio de moedas de ouro muito bem guardado por um duende. Para os amantes de trilhas sonoras, a canção Over the Rainbow (Além do Arco-íris) representa um dos maiores sucessos da música norte-americana.

No entanto, o arco-íris é muito mais que a refração da luz: é um símbolo. Como diz Ellen G. White, “era plano de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem o significado do arco glorioso que abrange os céus, seus pais repetissem a história do dilúvio e lhes dissessem que o Altíssimo estendeu o arco e o colocou nas nuvens como uma garantia de que as águas nunca mais inundariam a Terra. Assim, de geração a geração, testificaria do amor divino para com o ser humano e fortaleceria sua confiança em Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 78 [106, 107]). O arco-íris, portanto, é um sinal de proteção e de que Deus cuida de nós.

Também é uma promessa. Ellen White descreveu o retorno de Jesus: “Logo surge no oriente uma pequena nuvem escura, aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem. É a nuvem que envolve o Salvador e que, à distância, parece estar cercada pela escuridão. O povo de Deus sabe que esse é o sinal do Filho do Homem. Em solene silêncio, contempla a pequena nuvem enquanto se aproxima da Terra, cada vez mais brilhante e gloriosa, até que se transforma em uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e, acima dela, o arco-íris do concerto” (O Grande Conflito, p. 531 [640, 641]).

Lembre-se de que um arco-íris também circunda o trono de Deus, representando Sua fidelidade eterna para com Suas criaturas (Ap 4:3). Agradeça hoje ao Senhor o Seu amor infinito e decida ser fiel a Ele, assim como Ele é fiel a você. 

Vislumbres da eternidade
15 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/mais-do-que-a-cor/
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domingo, 10 de dezembro de 2023

Isaías 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 17 – Por mais impressionantes que sejam as construções e fortalezas humanas, diante de Deus não passam de futilidades. A confiança nas próprias obras, por mais imponentes, não oferecem qualquer segurança no dia do juízo.

Considere os seguintes pontos do capítulo em pauta:

• Nos primeiros versículos, há uma introdução de uma advertência para Damasco, apontando uma destruição iminente que resultaria em lamento e desespero.
• Na sequência, a profecia faz analogia agrícola para ilustrar a desolação e a figura de um indivíduo enfraquecido visando alertar do perigo da rebelião contra Deus (Isaías 17:4-6).
• O juízo divino desperta um movimento de arrependimento e busca pelo Criador; isso implica abandono da idolatria e práticas religiosas espúrias (Isaías 17:7-8).
• A advertência divina contra as alianças humanas e a confiança em qualquer coisa em vez de submeter-se a Deus pretende promover esperança em meio às adversidades (Isaías 17:9-11).
• Por fim, o alerta profético serve para as nações que agem como águas tumultuosas rebelando-se contra Deus; a profecia prevê o fim da rebeldia na erradicação dos impenitentes e na preservação dos remanescentes que voltam-se para Deus.

Há uma conexão desta profecia com Daniel 7, ao considerarmos a representação simbólica do grande mar. As potências terrestres que emergem do mar simbolizam as forças turbulentas e incontroláveis das nações. A metáfora do mar, portanto, não é apenas descritiva, mas também profética, apontando para um padrão recorrente de juízo divino sobre as potências mundiais.

Ao associar as nações a um mar tempestuoso, a revelação destaca que, quando as nações se afastam dos caminhos de Deus entram para uma condição caótica, perdendo a estabilidade e a segurança que só podem ser encontradas na orientação do Criador.

Esta mensagem é atual:

• Assim como as nações antigas foram advertidas sobre a necessidade de confiar em Deus em vez de confiar em fortalezas humanas, somos desafiados a avaliar nossas próprias fontes de segurança, confiança e esperança.

• A tecnologia, o poder militar e as realizações humanas podem representar as “fortalezas” modernas; contudo Isaías nos lembra de sua futilidade quando confrontadas com o juízo divino.

A profecia de Isaías 17 revela a interligação entre juízo divino sobre nações ímpias, a futilidade da confiança nas obras humanas e a promessa de restauração aos que voltam-se a Deus em arrependimento. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 25 de dezembro de 2022

A SEMENTE PROMETIDA

 A SEMENTE PROMETIDA

   Pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca falou nada a respeito de sacerdócio. Hebreus 7:14

   O ceticismo não podia negar a existência do Éden enquanto este permanecesse à vista, com sua entrada guardada pelos anjos vigilantes. A ordem na criação, o objetivo do jardim e a história de suas duas árvores tão intimamente unidas com o destino da humanidade eram fatos indiscutíveis. A existência e suprema autoridade de Deus, bem como a obrigação imposta por Sua lei, eram verdades que os seres humanos demoraram para colocar em dúvida enquanto Adão esteve entre eles. 

   Apesar da iniquidade que prevalecia, havia uma linhagem de homens e mulheres santos que, elevados e enobrecidos pela comunhão com Deus, viviam como que na companhia do Céu. Eram indivíduos de grande capacidade intelectual, que haviam realizado coisas incríveis. Tinham uma grande e santa missão: desenvolver um caráter justo e ensinar a lição de uma vida consagrada, não somente para as pessoas de seu tempo, mas também para as gerações futuras. Poucos somente dos mais notáveis são mencionados nas Escrituras, mas em todos os séculos Deus teve fiéis testemunhas, adoradores dotados de coração sincero. 

   De Enoque está escrito que ele viveu 65 anos e gerou um filho. Depois disso, andou com Deus 300 anos. Durante aqueles primeiros anos, Enoque havia amado e temido a Deus, e guardado Seus mandamentos. Era um dos que pertenciam à linhagem santa, daqueles que preservavam a verdadeira fé, os pais da Semente prometida. Dos lábios de Adão, ele havia conhecido o triste relato da queda e a história animadora da graça de Deus, conforme se vê na promessa, e confiou no Redentor que viria. Depois do nascimento de seu primeiro filho, porém, Enoque alcançou uma experiência ainda mais elevada, sendo atraído a uma comunhão mais íntima com o Senhor. Compreendeu mais amplamente suas obrigações e responsabilidades como filho de Deus. Quando viu o amor de um filho para com o pai […] aprendeu uma lição preciosa do maravilhoso amor de Deus para com os seres humanos no dom de Seu Filho e da confiança que os filhos de Deus podem depositar em seu Pai celestial. O infinito e insondável amor de Deus mediante Cristo tornou-se o assunto de suas meditações dia e noite. Com todo o fervor de seu coração, procurou revelar aquele amor ao povo entre o qual vivia (Patriarcas e Profetas, p. 58 [84]). 

   PARA REFLETIR: O que acontecerá com a sua experiência espiritual se você meditar diariamente no dom de Jesus à humanidade caída? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25 de dezembro

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Josué 23 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Josué 23

Comentário Pr Heber Toth Armí

JOSUÉ 23 – Deus é sensacional! Neste livro inspirado, Ele revela que Seu interesse em que Seu povo apossasse de Canaã era, conforme destaca John MacArthur, para:

• Cumprir a Sua promessa (Gênesis 12:7).

• Preparar o cenário para desenvolvimentos posteriores no plano de Seu reino (Gênesis 17:8; 49:8-12); como, por exemplo, posicionar Israel para os acontecimentos nos períodos dos reis e dos profetas.

• Punir nações que eram uma afronta a Deus por causa de sua extrema pecaminosidade (Levítico 18:25).

• Servir de testemunho a outras nações (Josué 2:9-11) na medida em que a aliança do coração de Deus alcançasse todos os povos (Gênesis 12:1-3).

Os alertas expostos em Josué 23 pelo idoso Josué aos líderes, revelam os perigos de desviar-se dos propósitos de Deus. Se o povo não avançasse nas conquistas, se permitisse que os pagãos os influenciassem, e se criasse vínculos com eles... os planos de Deus ficariam seriamente comprometidos; e, os pagãos seriam “armadilhas, ciladas, flagelos e espinhos, que levariam os israelitas a finalmente perderem a Terra Prometida (vs. 13, 15-16)”, declara MacArthur.

A perversão e corrupção possuem fortes poderes corrosivos na sociedade. Os alertas foram essenciais naquele contexto; e, certamente são mais importantes atualmente devido à força das mídias e redes sociais.

O erro atrai. O pecado é interessante. A imoralidade é sedutora. As iscas do diabo são eficazes. Devemos atentar continuamente aos alertas bíblicos para não dar ouvidos às ofertas do diabo.

• Novos líderes precisam atender às orientações dos mais experientes para então advertir aos liderados quanto aos perigos da sociedade corrompida (Josué 23:1-3).

• É preciso ser radical na rejeição de espiritualidades espúrias para apegar-se exclusivamente ao Deus verdadeiro (Josué 23:6-8, 12-13).

• É necessário dedicar-se com zelo a amar ao Deus que ama e provê tudo a Seus filhos. Sem vivência de íntimo amor com Deus haverá decadência da verdadeira religiosidade, que resultará em catastróficas calamidades (Josué 23:9-11, 14-16).

Não é possível envolver-se com cultura pagã sem correr riscos de ser terrivelmente afetado por ela. Deus sabia disso, nós pensamos ilusoriamente que sabemos filtrar o que é certo do errado.

O secularismo, o materialismo e a falsa espiritualidade têm exercido poderosamente sua força para afastar pessoas de Deus.

Precisamos tomar cuidado! O poder da má influência não pode ser subestimado. Deus avisa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 11 de junho de 2022

Números 32 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 32

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 32 – Aqueles que prezam pela unidade do povo de Deus valorizam a liderança espiritual, lutam a favor do corpo de Cristo, acatam exortações dos líderes espirituais, e, são cuidadosos para não serem estorvos aos remanescentes de Deus.

Apesar de tudo o que Deus fizera para que Sua promessa de uma terra que mana leite e mel se tornasse realidade, parece haver indisposição por parte de alguns israelitas. As tribos de Rúben, Gade e meia tribo de Manassés solicitaram a Moisés para não receberem a herança em Canaã, mas na Transjordânia, onde haviam chegado (Números 32:1-19). Contentaram-se em chegar próximo à Terra Prometida, e Moisés meio apreensivo, anuiu ao pedido deles; porém, sob condição de que lutassem pelas outras tribos até que tivessem seus territórios em Canaã; além dessa condição, outra exigência de Moisés foi pela constante fidelidade ao Senhor (Números 32:20-42).

Números 32 ensinam-nos preciosas lições práticas:

A lealdade entre membros do povo de Deus é essencial para o sucesso do o remanescente fiel; a independência e o individualismo são mecanismos do diabo para impedir o cumprimento da promessa divina.

O líder deve sempre pensar no corpo de Cristo como um todo, sem menosprezar ou ser inflexível diante dos pedidos dos liderados que, caso seja diferente do pretendido, deve ser remanejado para que possa satisfazer a todos.

A unidade nos projetos da congregação do povo de Deus é essencial para que haja prosperidade, sem a qual, o avanço e desenvolvimento dos projetos de Deus podem ser comprometidos.

Destaca-se que é pecado deixar de cumprir um acordo e ser negligente no auxílio dos outros membros do corpo de Cristo no cumprimento da missão concedida por Deus. Aprendamos tal verdade! (Números 32:23).

O povo de Israel começava a experimentar o cumprimento da profecia de Gênesis 15:16, proferida por Deus cerca de 400 anos antes. Assim, Números 32 mostra que Deus conduz história apesar de nós; embora demorasse 38 anos para adentrar a Terra Prometida após o êxodo egípcio, o atraso aconteceu como Deus havia declarado diante da rebeldia do povo em Números 13 e 14.

Se a liderança espiritual fosse mais consultada frente a decisões que afetam o coletivo, haveria mais sucesso no desenvolvimento eclesiástico onde há conflitos e fracassos.

Enfim, confiemos em Deus, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 7 de março de 2022

Promessa da libertação - Êxodo 03

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 03

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 3 – Enquanto personagens poderosos não se importam com pessoas (e quando as percebem as tratam como ameaça), Deus Se importa até mesmo com escravos sofredores. 

Nestas frases abaixo, é notório o caráter de Deus ao lidar com os escravos israelitas no Egito:

• “O seu clamor subiu até Deus. Ouviu Deus o lamento...” (2:23-24).

• Deus “lembrou-Se da aliança que fizera...” (2:24).

• “Deus olhou para os israelitas...” (2:25).

• Deus “viu qual era a situação...” (2:25).

• “O Anjo do Senhor lhe apareceu” (3:2).

• “O Senhor viu que ele se aproximara para observar...” (3:4).

• “do meio da sarça Deus o chamou: Moisés, Moisés...” (3:4).

• “Então disse Deus: Não se aproxime...” (3:5).

• “Tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito” (3:7).

• “Tenho escutado seu clamor” (3:7).

• “Sei o quanto eles estão sofrendo” (3:7).

• “Por isso desci para livrá-los...” (3:8).

• Desci “para tirá-los daqui para uma terra boa e vasta...” (3:8).

• “o clamor dos israelitas chegou a mim, e tenho visto como os egípcios os oprimem” (3:9).

Em vez de ignorar os pecadores, Deus ouve atentamente seus clamores. Em vez de desprezar-nos pela nossa condição de escravos do pecado, perdidos e afogados na lama da iniquidade, Deus preza por agir amoravelmente em nosso favor.

Para tal, Deus abordou Moisés, o frágil e impotente homem, frustrado com seu passado. Um assassino fugitivo, sobrevivendo como pastor das ovelhas que não eram suas, no deserto, sem expectativa alguma... Deus pode reverter uma alma moribunda, tornando-a num grandioso instrumento em Sua causa!

A promessa da libertação aconteceria no tempo certo (Gênesis 15:13-16). Assim como a promessa do grande libertador da humanidade também se cumpriu na plenitude do tempo (Gálatas 4:3-5); e, antes do advento de Jesus, o profeta Daniel categoricamente profetizou que no tempo de grande angústia do mundo, “se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor” do Seu povo (Daniel 12:1-2).

Diante da situação caótica de nossa sociedade, Deus é a única esperança real para o desespero humano. Ele é a única certeza para este mundo incerto. Ele é a única segurança para um mundo econômica e politicamente instável.

Moisés foi a salvação da escravidão egípcia, mas Jesus é o Salvador da escravidão do pecado. Aguardamos a segunda vinda de Cristo, que virá no tempo certo para libertar-nos! 

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sábado, 15 de janeiro de 2022

Presentes do jardim -Gênesis 2

 Gênesis 2

Presentes do jardim dos prazeres | Reflexão: Pr. Michelson Borges

“O homem deixa pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” Gênesis 2:24

O ser humano é tão especial e distinto dos animais, que o capítulo 2 de Gênesis amplia os detalhes relacionados à criação dele. Depois de Deus ter dito “façamos o ser humano à nossa imagem” (Gn 1:26), numa clara indicação de que a divindade trina estava envolvida nessa linda obra; depois de o Criador ter indicado a dieta original para todos os seres, ou seja, a vegetariana (Gn 1:29); Ele estabeleceu o memorial dessa criação perfeita: o santo sábado (Gn 2:1-3), e o deu de presente à humanidade. Deus mesmo fez uma pausa no sétimo dia e abençoou e santificou essa porção do tempo que, dali em diante, seria um lembrete semanal de Seu amor e de Seu poder.

O capítulo 2 de Gênesis contém verdades básicas e essenciais para a cosmovisão judaico-cristã. Nele é ensinado que o ser humano não possui dentro de si uma alma imortal, mas que ele é uma alma vivente (v. 7) formada por dois elementos: pó da terra e fôlego de vida. Fica claro, também, que essa condição de ser vivente dependeria da ligação com a fonte de vida (Deus) e da obediência à vontade Dele (v. 16, 17). 

O capítulo é concluído com a descrição de outro presente preciosíssimo (além da vida e do sábado): o casamento. Para o homem Deus criou a mulher, feita de um osso lateral dele, a costela – indicando companheirismo e igualdade essencial. Dois seres iguais, mas também diferentes, o que permite a complementaridade chamada de “uma só carne” (v. 24). 

No plano divino, primeiro é preciso que o par tenha maturidade para deixar a casa dos pais; depois é necessário que eles busquem a bênção de Deus pela união matrimonial; e só então estarão autorizados a desfrutar da intimidade sexual. Isso é o casamento bíblico. Portanto, assim como o sábado, o casamento é uma instituição criada por Deus lá no Éden para a felicidade do homem e da mulher.

Promessa: Deus proveu companhia para os primeiros seres humanos criados, alimento e um dia especial de descanso para eles. Ele provê todas as nossas necessidades. Ele cuida de nós.

Arqueologia: A palavra “Éden” pode ser traduzida por “deleite” ou “prazer”. No sítio de Eridu, no Golfo Pérsico, foram encontrados tabletes de argila que falam de um jardim no qual cresceu uma palmeira sagrada. Ecos da história bíblica estão presentes em outras culturas.

https://youtu.be/ElUOUIlGJzU




segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Além de Nossa Compreensão

 Meditação Diária

Segunda-feira - 04 de outubro

ALÉM DE NOSSA COMPREENSÃO

Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. 2 Pedro 3:13

Dois pastores brasileiros passavam de carro por um bairro nobre da cidade de Fort Lauderdale, na Flórida. Eles se dirigiam à igreja adventista, onde um deles estava realizando uma semana de reavivamento espiritual. Por alguns minutos, eles reduziram a velocidade para poder ver as belas mansões construídas às margens de canais que se comunicam com o mar.

– Que belas casas! – exclamou o pastor visitante.

– Essas mansões – disse o pastor do distrito – pertencem a pessoas famosas.

Depois de uma pausa, seu colega ponderou: “Mas essas casas não são nada em comparação com as mansões que Jesus está preparando para Seus filhos no Céu.”

De fato, “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co 2:9). Ellen White afirmou: “A linguagem humana não consegue descrever a recompensa dos justos. Será conhecida apenas por aqueles que a contemplarem. Nenhuma mente finita consegue compreender a glória do paraíso de Deus” (O Grande Conflito, p. 558).

Além de belas, as mansões da nova Terra não abrigarão pessoas corruptas, ambiciosas e infiéis. O fogo que vai destruir a velha Terra também exterminará o pecado e os pecadores. A partir de então, a Terra ostentará novamente sua beleza edênica, e suas majestosas mansões não serão teatro de brigas, palavrões, ciúme, inveja e separação. Por isso a Bíblia a chama de “nova terra”.

E quanto à paisagem? Na mesma página citada acima, Ellen White acrescenta: “Ali as extensas planícies avultam em colinas de beleza, e as montanhas de Deus erguem seus altivos píncaros. Nessas pacíficas planícies, ao lado daquelas correntes vivas, o povo de Deus, durante tanto tempo peregrino e errante, encontrará um lar.” Neste mundo, ter uma mansão não significa necessariamente ter um lar. Mas há pessoas que, mesmo vivendo em humildes casebres, têm lares. Já na nova Terra, não haverá nenhum desses contrastes: tudo será perfeito. O que mais encantará nossos olhos na Pátria que Deus está preparando para os que O amam?

Rubens S. Lessa, 24/1/2000

https://youtu.be/lu6KbQN9OwM

sábado, 25 de setembro de 2021

Segunda carta de Paulo aos Coríntios

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Deveríamos aplicar os ensinamentos bíblicos à nossa vida assim que o recebermos.

Ao lermos esta segunda carta de Paulo aos Coríntios, notemos que:

Os crentes parecem ter colocado seu comportamento em harmonia com as exortações de Paulo na primeira carta destinada a eles.

Outros problemas surgiram, talvez, em algumas questões, a situação da igreja tenha se agravado: Adentraram intrusos que questionaram a liderança e a teologia de Paulo.

Paulo se propôs a ir a Corinto para resolver tais problemas pessoalmente. Visando preparar os crentes para isso, eis o propósito desta carta em análise.

Paulo muda o itinerário outrora traçado em prol dos crentes de Corinto. Às vezes devemos deixar alguns planos e substituí-los por outros (vs. 15-16; ver I Coríntios 16:5-6).

Paulo revela seu sofrimento e sua experiência com o conforto oriundo do próprio Deus; isso deixa evidente que nenhum recurso humano pode providenciar consolo e refúgio de paz e alegria que tanto clama o coração humano (vs. 1-11).

Diante de falsas acusações de falsos cristãos, Paulo alegou consciência limpa perante Deus (vs. 12-14);

Paulo apresentou a sinceridade de suas intenções de realmente visitá-los, e isso não era demagogia da parte dele apregoada pelos críticos de seu trabalho (vs. 15-16).

Paulo não joga com a mesma estratégia dos críticos, mas com a de Cristo; a qual é explicar, não acusar, como faz Satanás (vs. 17-22; cf. Apocalipse 12:10).

O líder verdadeiro que é servo genuíno de Cristo está mais do que disposto a contribuir com a salvação de seus opositores (vs. 23-24).

A Trindade atua com o objetivo de restaurar pecadores de todos os tipos. Nos versículos 20-22 temos:

Deus PROMETE salvação;

Jesus é a garantia dessa PROMESSA;

O Espírito Santo sela a CERTEZA da promessa em nosso coração.

Em II Coríntios “Paulo insiste constantemente na presença de realidades contrastantes, até contraditórias, em Cristo, no apóstolo e no cristão: sofrimento e consolação (1:3-7; 7:4); morte e vida (4:1-12; 6:9); pobreza e riqueza (6:10; 8:9); fraqueza e força (12:9-10). Tal é o mistério pascal, a presença de Cristo ressuscitado em meio ao mundo antigo de pecado e de morte (cf. 1Cor 1-2)” (Comentário Bíblia de Jerusalém).

Embora oponentes busquem nossa destruição, no Onipotente temos consolação! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Cuidado Com O Que Promete A Deus

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

18 de agosto, quarta

Cuidado Com O Que Promete A Deus

Fala, Senhor, porque o Teu servo ouve. 1 Samuel 3:9

Às vezes, nós não queremos ouvir. Esse foi o caso de Guilherme Miller. Embora escutasse com distinção a ordem de advertir o mundo, ele não desejava fazê-lo. “Fiz tudo a meu alcance para evitar a convicção de que algo me era exigido [...]. Orava pedindo que algum ministro percebesse a verdade e se dedicasse a divulgá-la.”

Essa é uma solução “ótima”! Encontrar um pastor para fazer nosso trabalho. Cheguei à conclusão de que se a igreja depender só dos pastores para “terminar a obra”, demorará um pouco mais do que a eternidade. A verdade sobre as boas-novas é que Deus chama cada um de nós a desempenhar nossa parte.

No entanto, era justamente isso que Guilherme Miller não queria fazer. Em sua tentativa de testemunhar por procuração, ele acabou usando desculpas como a de Moisés para não enfrentar o Faraó: “Não sei falar...” Porém, ele não conseguia ter alívio. Por mais nove anos, Miller lutou contra a convicção de que tinha uma tarefa a cumprir para Deus. Até que, em certo sábado de 1832, ele se assentou em sua escrivaninha para examinar os detalhes de um ensino bíblico. De repente, sentiu-se tomado pela crença de que precisava fazer algo pelo Senhor.

Em agonia, exclamou que não era capaz de ir. “Por que não?”, foi a resposta. Então ele repetiu para si mesmo todas as desculpas esfarrapadas.

Por fim, sua aflição ficou tão grande que ele prometeu a Deus que cumpriria seu dever caso recebesse o convite para falar em público sobre o tema da volta de Jesus. Com isso, suspirou aliviado. Afinal, ele tinha 50 anos de idade, e ninguém nunca o pedira para pregar sobre o assunto até então. Enfim, sentiu-se livre. Dentro de meia hora, porém, ele recebeu justamente esse convite. Miller teve um ímpeto de raiva por ter prometido algo ao Senhor. Sem responder, saiu de casa furioso. Depois de lutar com Deus e consigo mesmo por cerca de uma hora, finalmente concordou em pregar no dia seguinte. Aquele sermão foi o início de um dos ministérios mais bem-sucedidos do século 19.

Moral da história: Tome cuidado com o que promete a Deus. Ele pode ter muito mais planos para sua vida do que você ousa sonhar.

George R. Knight, 12/1/2015

sábado, 17 de julho de 2021

A Longa Demora

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de julho, sábado

A Longa Demora

Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 2 Pedro 3:9

Foi em 1755 que ocorreu o primeiro grande sinal do retorno de Jesus, o terremoto predito em Apocalipse 6:12. Então veio o Dia Escuro de 19 de maio de 1780. Em seguida a esse evento, em 1798, a profecia dos 1.260 anos terminou, marcando o início do “tempo do fim”. No dia 13 de novembro de 1833, aconteceu a queda de estrelas conforme descreve o Apocalipse, seguida pelo começo do juízo investigativo em 1844.

Cada uma dessas datas é uma solene lembrança de que a volta de Cristo está bem próxima. Já são passados mais de dois séculos desde o aparecimento dos primeiros sinais.

O que tem acontecido? Ellen White escreveu em 1868: “A manhã é adiada em misericórdia, porque se o Mestre viesse, muitos seriam achados desprevenidos. A recusa de Deus em permitir que Seu povo pereça tem sido a razão de tão longa demora” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 194). Se essa já era uma longa demora em 1868, o que dizer de hoje?

A Nova Bíblia Inglesa traduz o nosso texto desta forma: “Não que o Senhor seja lento em cumprir Sua promessa, como muitos supõem, mas porque Ele é muito paciente convosco, porque não é de Sua vontade que nenhum se perca.” Por causa de Seu grande amor, Deus tem demonstrado uma brandura quase inacreditável. Ele não deseja que você, eu ou qualquer outro venha a se perder.

Décadas após décadas, a tempestade tem sido segurada. Os anjos de Deus têm seus vigilantes olhos sobre o escuro ressoar dos trovões e recusam permitir que os ventos se rompam no furioso alarido do Armagedom. Mas existe um ponto além do qual não pode haver mais demora? Poderia esse ponto ter sido quase atingido? Deus nos ajude a estarmos preparados!

Joe Engelkemier, 3/1/1972.

domingo, 4 de julho de 2021

Seremos Apresentados Ao Pai

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 De Julho, Domingo

Seremos Apresentados Ao Pai

O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos. Apocalipse 3:5

A expressão “o vencedor” indica haver alguma coisa para cada um de nós vencermos. O vencedor deve ser vestido com os vestidos brancos da justiça de Cristo, e está escrito a seu respeito: “E de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos” (Ap 3:5). Que privilégio ser vencedor e ter nosso nome apresentado diante do Pai pelo próprio Salvador! (Review and Herald, 9 de julho de 1908).

Que preciosa afirmação há nessa promessa! Que maior incentivo nos poderia ser apresentado para nos tornar filhos e filhas de Deus? Quem se revestirá de toda a armadura? Quem se alistará sob a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel? [...] A todo filho de Deus tentado e em luta pode vir divina iluminação, de modo que ele não precise cair na batalha contra os poderes das trevas, mas seja vencedor em todo combate (The Youth’s Instructor, 6 de setembro de 1894).

As imaculadas vestes da justiça de Cristo são colocadas sobre os provados, tentados mas fiéis filhos de Deus. [...] Seus nomes são retidos no livro da vida do Cordeiro, registrados entre os fiéis de todos os séculos. Resistiram aos ardis do enganador; não foram demovidos de sua lealdade pelos rugidos do dragão. Acham-se agora eternamente seguros dos ardis do tentador. [...] E os remanescentes são não só perdoados e aceitos, mas também honrados. Um “turbante limpo” (Zc 3:5) lhes é colocado sobre a cabeça. Serão como reis e sacerdotes para Deus. Enquanto Satanás insistia em suas acusações e procurava destruir esse grupo, santos anjos, invisíveis, passavam para cá e para lá, colocando sobre eles o selo do Deus vivo. Esses são os que se acharão sobre o monte Sião com o Cordeiro, tendo escrito na fronte o nome do Pai (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 475).

Ellen G. White, 28/12/1956 e 2005

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

PROMESSA E CERTEZA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de outubro

PROMESSA E CERTEZA

Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm Nele o “sim”; porquanto também por Ele é o “amém” para a glória de Deus, por nosso intermédio. 2 Coríntios 1:20

Provavelmente, todos nós já tenhamos vivido a experiência de não poder ou demorar a cumprir uma promessa feita, forçados por alguma situação além de nosso controle. Em ocasiões assim, tanto podemos ser compreendidos como podemos nos tornar alvo de interpretações maliciosas, havendo sempre quem duvide de nossa integridade. Paulo foi vítima dessa situação. Tendo planejado visitar Corinto, num roteiro que incluiria a Macedônia e Judeia (1Co 1:15, 16), ele acabou não podendo ir (2Co 1:23; 2:1-4). Seus críticos aproveitaram a oportunidade para acusá-lo de ambiguidade na palavra empenhada, ao que ele contestou (2Co 1:17).

Em sua defesa, Paulo disse que não tinha sido por causa de duplicidade ou incoerência em sua palavra que não a havia cumprido. Reafirmou-se como estando a serviço de Deus, cujas promessas não oscilam entre “sim” e “não”. Sua Palavra é sempre “sim”. Além disso, Ele tem o direito de alterar ou nos inspirar a mudar nossos planos, para nosso bem e o de outras pessoas envolvidas, conforme Sua amorosa, sábia e soberana providência. O apóstolo não seria incoerente ao prometer algo e depois recuar de maneira proposital.

Entretanto, na explicação apresentada, ele usou palavras de força e beleza incomuns, realçando diante de seus leitores a certeza que podemos encontrar em Cristo. As promessas divinas encontram “em Cristo o ‘sim’”, a confirmação e o cumprimento. “Porquanto também por Ele é o ‘amém’ para glória de Deus” (2Co 2:20). Jesus é a personificação de todas as promessas de Deus feitas aos antepassados, desde os dias do Antigo Testamento. Ele é o cumprimento de todas elas. Conforme Russell Champlin afirmou, “o significado dessa declaração é que quantas sejam as promessas de Deus, em Cristo existe o ‘sim’ à pergunta: ‘Serão elas cumpridas?’” (O Novo Testamento Interpretado, v. 4, p. 300). O “amém”, justamente como nós o pronunciamos no fim de nossas orações, expressando aprovação ao que é dito bem como o desejo de que tudo aconteça conforme o solicitado, aqui também é representado por Cristo. Ele é a garantia de que não haverá recuos nem falhas. Deus é absolutamente fiel.

Desse modo, Jesus é o “sim” e o “amém”, a certeza que pronunciamos diante das promessas que Ele nos faz de satisfação de nossas necessidades espirituais, materiais, emocionais, sociais e físicas. Por Sua vida, morte e ressurreição, Ele é a certeza de vida plena e eterna.

domingo, 17 de maio de 2020

Ações De Deus Salmos 105

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Salmos 105
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Ações de Deus em prol de Seu povo

Meditar, refletir, discernir e relembrar os atos divinos na história humana nos fortalece a fé, nos dá convicção para testemunhar de Sua existência, amor e graça e, também nos dá segurança ao olhar para o futuro de nossa vida, família e igreja com esperança.

O Comentário bíblico F. F. Bruce destaca que “o povo de Deus se encontra para adorá-Lo. Esse salmo foi designado para ser um meio do Seu louvor. O seu tema geral é a fidelidade de Deus para com as Suas promessas (v. 8, 42). A história sagrada de Israel é esboçada de tal forma que destaca a lição espiritual de que Ele é absolutamente confiável e capaz de salvar e proteger”.

Do começo ao fim Deus esteve envolvido com Seu povo. Em cada fase do trajeto Deus esteve atuando. Deus não mudou. Ele continua fiel e gracioso como sempre foi. Como Derek Kidner destaca, os eventos do Salmo são:

• A promessa de uma terra (vs. 8-11);
• Proteção para os patriarcas (vs. 12-15);
• José abre caminho (vs. 16-22);
• Israel no Egito (vs. 23-25);
• Moisés e as pragas (vs. 26-36);
• O êxodo (vs. 37-42);
• A conquista [da terra prometida] (vs. 43-45).

Os Salmos 105 e 106 estão interligados. E, contém inúmeras lições para nos ensinar: “Amigos, lembrem-se da história e aprendam. Nossos antepassados foram guiados por uma nuvem e conduzidos milagrosamente através do mar […]. Mas experimentar as maravilhas e graça de Deus não pareceu significar muito, porque muitos deles foram vencidos pela tentação no terrível deserto, e Deus não ficou satisfeito” (I Coríntios 1:1-5).

Ellen G. White afirma que “a experiência de Israel, a que o apóstolo faz alusão nas palavras acima, e segundo é registrada nos Salmos 105 e 106, contém lições de advertência que o povo de Deus nestes últimos dias precisa especialmente estudar”.

Vamos estudá-las? Observe algunas…

• Ao relembrar as ações de Deus em prol de Seu povo nos enche o coração de satisfação (vs. 1-3);
• Ao relembrar as obras de Deus em benefício de Seu amado povo nos faz aumentar nossa confiança nEle (vs. 4-6);
• Ao relembrar a origem e a trajetória do povo de Deus nos fará ter uma base sólida para nossa fé (vs. 7-45).

Avance… Escreva outras lições que você aprendeu! Compartilhe-as!– Heber Toth Armí.
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sábado, 27 de abril de 2019

O Senhor peleja pelo seu povo– Josué 10

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Josué 10
Comentários: Pr. Heber Toth Armí


O Senhor peleja pelo seu povo

“O inferno treme quando o cristão medita nas inúmeras bênçãos recebidas no passado; nas incontáveis providências de Deus”, declarou o Dr. Markus DaSilva

Josué foi um homem consagrado, um líder militar submisso ao Príncipe dos Exércitos do Senhor, e, dedicado a fazer avançar os planos divinos neste planeta dominado pelo inimigo do Criador. Por isso, estamos diante de um capítulo sem igual na história do mundo.

Richard S. Hess o intitula: “A vitória sobre o líder de Jerusalém e a aliança do sul de Canaã”. E, Merrill Frederik Unger o divide em três tópicos:

1. Adoni-Zedeque e sua aliança (vs. 1-6);
2. A guerra e o milagre (vs. 7-15);
3. Uma grande vitória e conquistas subsequentes (vs. 16-43).

Num contexto bélico, a ajuda de Deus para Seu povo não poderia ser diferente senão operar maravilhas por meio de guerras. Numa época em que as forças eram meditas pelos exércitos e conquistas, a promessa de Deus a Israel precisou passar pela guerra.

Além da polêmica incompreendida por muitos em relação às muitas guerras no Antigo Testamento, o caso do atraso do sol a pedido de Josué é um assunto muito discutido entre estudiosos. Sobre isso, apenas destaco as palavras de Unger após oferecer algumas linhas interpretativas para o milagre do dia mais longo do mundo:

“A impressionante singularidade do milagre é enfatizado [v. 14], e portanto pode ser considerada enfaticamente inexplicável”.

Aplicações:

• Quem se coloca ao lado de Deus terá suas próprias experiências miraculosas.

• Para Deus não há impossibilidades, qualquer meio utilizado pelo inimigo, Deus o enfrenta e obtém a vitória para Seu povo.

• Tem coisas que Deus faz por, e através de nós, que não adianta a ciência tentar encontrar explicação que só perderá seu tempo.

• Por mais que cinco exércitos se levantem contra o povo de Deus, ou mesmos as hostes satânicas insurjam com seus demônios, a vitória é certa a todo aquele que se submete a Deus.

• Promessa dada por Deus será promessa cumprida, ainda que tudo no mundo físico e espiritual se opõe conspirando para impedir tal cumprimento.

• O plano de salvação avança como e quando Deus quer, mesmo contra todos os incrédulos, opositores ou obstáculos que Deus possa encontrar no caminho.

Por isso, confiemos nas promessas divinas! Reavivemo-nos!

Heber Toth Armí /

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Jó 34 – Deus é Justo

  Jó 34 Comentários –  Deus é Justo em Todos os Seus Caminhos 🔹 Contexto Jó 34 faz parte do segundo discurso de Eliú, o jovem que havia per...