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domingo, 25 de dezembro de 2022

A SEMENTE PROMETIDA

 A SEMENTE PROMETIDA

   Pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca falou nada a respeito de sacerdócio. Hebreus 7:14

   O ceticismo não podia negar a existência do Éden enquanto este permanecesse à vista, com sua entrada guardada pelos anjos vigilantes. A ordem na criação, o objetivo do jardim e a história de suas duas árvores tão intimamente unidas com o destino da humanidade eram fatos indiscutíveis. A existência e suprema autoridade de Deus, bem como a obrigação imposta por Sua lei, eram verdades que os seres humanos demoraram para colocar em dúvida enquanto Adão esteve entre eles. 

   Apesar da iniquidade que prevalecia, havia uma linhagem de homens e mulheres santos que, elevados e enobrecidos pela comunhão com Deus, viviam como que na companhia do Céu. Eram indivíduos de grande capacidade intelectual, que haviam realizado coisas incríveis. Tinham uma grande e santa missão: desenvolver um caráter justo e ensinar a lição de uma vida consagrada, não somente para as pessoas de seu tempo, mas também para as gerações futuras. Poucos somente dos mais notáveis são mencionados nas Escrituras, mas em todos os séculos Deus teve fiéis testemunhas, adoradores dotados de coração sincero. 

   De Enoque está escrito que ele viveu 65 anos e gerou um filho. Depois disso, andou com Deus 300 anos. Durante aqueles primeiros anos, Enoque havia amado e temido a Deus, e guardado Seus mandamentos. Era um dos que pertenciam à linhagem santa, daqueles que preservavam a verdadeira fé, os pais da Semente prometida. Dos lábios de Adão, ele havia conhecido o triste relato da queda e a história animadora da graça de Deus, conforme se vê na promessa, e confiou no Redentor que viria. Depois do nascimento de seu primeiro filho, porém, Enoque alcançou uma experiência ainda mais elevada, sendo atraído a uma comunhão mais íntima com o Senhor. Compreendeu mais amplamente suas obrigações e responsabilidades como filho de Deus. Quando viu o amor de um filho para com o pai […] aprendeu uma lição preciosa do maravilhoso amor de Deus para com os seres humanos no dom de Seu Filho e da confiança que os filhos de Deus podem depositar em seu Pai celestial. O infinito e insondável amor de Deus mediante Cristo tornou-se o assunto de suas meditações dia e noite. Com todo o fervor de seu coração, procurou revelar aquele amor ao povo entre o qual vivia (Patriarcas e Profetas, p. 58 [84]). 

   PARA REFLETIR: O que acontecerá com a sua experiência espiritual se você meditar diariamente no dom de Jesus à humanidade caída? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

25 de dezembro

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

O trabalho do semeador

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

 6 de novembro

O trabalho do semeador

O semeador saiu a semear. Lucas 8:5

Guardo no coração lembranças felizes do tempo em que servi à causa de Deus como evangelista nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Com gratidão ao Senhor, sempre me recordo das igrejas em que se multiplicaram os pequenos e médios núcleos estabelecidos e dos irmãos que, batizados na época, permanecem como colunas vivas no templo de Deus.

Na primeira experiência, em Jacobina, Bahia, o Senhor me mostrou vividamente a diversidade de solos nos quais a semente do evangelho é lançada. Aprendi que algumas sementes surpreendem pela rapidez com que frutificam. Esse foi o caso da irmã que me procurou no dia do primeiro batismo no auditório móvel, instalado naquela cidade. Sorridente, disse-me: “Também vou ser batizada!” Olhei-a, vi que carregava uma sacola, mas não me lembrei de tê-la visto em alguma reunião anterior. Como que prevendo minha pergunta seguinte, informou: “Vim hoje aqui pela primeira vez.”

Acrescentou ter recebido uma carta de uma cunhada recém-batizada numa cidade no extremo sul do estado, na qual era orientada a aceitar a Cristo, procurar uma igreja e ser batizada. À minha sugestão de que aguardasse o próximo batismo, ela respondeu: “Vim e somente voltarei batizada.” Assim foi. Cerca de 20 anos depois, descansou firme em Jesus.

Infelizmente, há solos ressequidos e pedregosos, nos quais a semente não prospera. Em outros, a germinação segue o curso normal de desenvolvimento até à maturidade, assim como há aqueles em que o tempo da frutificação surpreende. Em 2006, voltei àquela cidade para realizar o batismo da irmã Lúcia. Seu esposo, saudoso irmão Almir, havia inaugurado o batistério do templo ainda inacabado. Os filhos seguiram o mesmo caminho. Contudo, abraçada às suas crenças anteriores, somente 24 anos depois ela se rendeu completamente ao Salvador. Atualmente, a cidade conta com um grande colégio e 11 igrejas, distribuídas em três distritos pastorais.

O tempo passa, o mundo se transforma, e o solo do coração humano continua diversificado. Os métodos mudaram, e você tem várias opções para semear e colher, de acordo com seus dons espirituais e com as exigências do mundo atual. Escolha seu lugar, lance a semente e não se impressione com as reações dos solos. Sucesso ou revés não são atribuídos ao semeador. A perda é do solo pedregoso. A glória pertence Àquele que “fez crescer” a semente (1Co 3:6, NVI). Viva essa emoção.

terça-feira, 12 de março de 2019

O Plano de Deus

A Fé Pela Qual Eu Vivo

12 de março
O Plano de Deus

E estabelecerei o Meu concerto entre Mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti. Gên. 17:7.

Assim como a Bíblia apresenta duas leis, uma imutável e eterna a outra provisória e temporária, assim há dois concertos. O concerto da graça foi feito primeiramente com o homem no Éden quando, depois da queda, foi dada uma promessa divina de que a semente da mulher feriria a cabeça da serpente. A todos os homens este concerto oferecia perdão e a graça auxiliadora de Deus para a futura obediência mediante a fé em Cristo. Prometia-lhes também vida eterna sob condição de fidelidade para com a lei de Deus. Assim receberam os patriarcas a esperança da salvação.

Este mesmo concerto foi renovado a Abraão, na promessa: “Em tua semente serão benditas todas as nações da Terra.” Gên. 22:18. Essa promessa apontava para Cristo. Assim Abraão a compreendeu (Gál. 3:8 e 16), e confiou em Cristo para o perdão dos pecados. Foi esta fé que lhe foi atribuída como justiça. O concerto com Abraão mantinha também a autoridade da lei de Deus. O Senhor apareceu a Abraão e disse: “Eu sou o Deus todo-poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.” Gên. 17:1. O testemunho de Deus concernente a Seu fiel servo foi: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos, e as Minhas leis.” Gên. 26:5.

O concerto abraâmico foi ratificado pelo sangue de Cristo, e é chamado o “segundo”, ou o “novo” concerto, porque o sangue pelo qual foi selado foi vertido depois do sangue do primeiro concerto. Patriarcas e Profetas, pág. 371.

O concerto da graça não é uma verdade nova, porque desde a eternidade existira na mente de Deus. Por essa razão é chamado o concerto eterno. Signs of the Times, 24 de agosto de 1891.

Somente há esperança para nós quando nos colocamos debaixo do concerto abraâmico, que é o concerto da graça pela fé em Cristo Jesus. O evangelho pregado a Abraão, mediante o qual teve esperança, é o mesmo evangelho que nos é pregado hoje, e pelo qual temos esperança. Abraão olhava para Jesus, que é o Autor e Consumador de nossa fé. SDA Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.077.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 77

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mateus 13 Comentários de Joey Norwood Tolbert


Mateus  13
Joey Norwood Tolbert

Mais uma vez vemos Jesus ensinando as multidões acerca do Reino dos Céus. Quando leio este capítulo eu vejo dois princípios em ação: o primeiro é que tudo começa a partir do relacionamento com o Salvador. O segundo é que devemos estar abertos à liderança do Espírito Santo.

Este capítulo mostra Jesus falando com as pessoas e usando parábolas. Essas histórias produzem um grande efeito sobre aqueles que estão abertos aos ensinamentos do Messias. A história que Jesus conta no início de Mateus 13 é sobre um fazendeiro que está a plantar sementes em um campo. Os discípulos ficam confusos e Jesus os incentivando a permitir que o Espírito de Deus lhes aguce os ouvidos. Ele diz que para abram seus corações para o significado mais profundo nas histórias.

Como podemos tornar-nos preparados para receber a semente? É ouvindo a Jesus e abrindo nossos corações e mentes para o Espírito Santo. Em seguida, como é que vamos melhorar a qualidade do solo? É cultivando meu relacionamento com Jesus e seguindo a orientação do Espírito Santo. O solo saudável produzirá uma colheita saudável.

Se temos uma visão errada do amor de Deus, produziremos uma colheita ruim ou nenhuma colheita. As pessoas com que entrarmos em contato receberão uma falsa compreensão de quem é Deus, quando nós mesmos estivermos fechados à orientação do Espírito Santo.

Há uma canção escrita por Kathleen Harris que explica isso muito bem:

“Se não for através de você, eu me pergunto, onde é que eles encontrarão Aquele que realmente se importa conosco? Se não for através de você, como eles encontrarão Aquele que cura o coração quebrado e dá vista aos cegos?

Se não for através de você, eu me pergunto, quem irá lhes mostrar amor; e só o amor pode tornar as coisas novas.

Se não for através de você, como eles aprenderão que existe Alguém que pode transformar o desespero deles em alegria?

Porque você é o único através de quem alguns verão a Jesus, você é o único através de quem alguns lerão a Palavra da Vida.

Então deixe que eles vejam em você Aquele que é tudo que eles realmente precisam. Você é o único através de quem alguns verão a Jesus.”

Mais à frente no capítulo encontramos outras parábolas que nos fornecem vislumbres do Reino dos Céus.

A parábola do fermento nos mostra que Deus quer Se fazer presente em cada parte de nossas vidas. Completa confiança nEle é essencial para a caminhada cristã.

As parábolas do tesouro escondido e da pérola nos mostram que Deus quer ser o primeiro em nossas vidas. Não deve haver nada nem ninguém maior que Deus.

A beleza de confiar e dar tudo a Deus pode ser vista na seguinte promessa: “Deleita-te também no SENHOR; e Ele te concederá os desejos do teu coração.” Salmo 37:4 (NVI). Mantenhamos um íntimo relacionamento com Jesus e aceitemos a direção do Espírito Santo em cada detalhe do nosso viver e  no dia da recompensa final veremos que Ele terá para nós o que realmente gostaríamos de possuir: um caráter semelhante a Jesus e a vida eterna.
Joey Norwood Tolbert




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Salmos 71 Comentário

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