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domingo, 2 de novembro de 2025

A PROMESSA

 Devocional Diário: Descobertas da Fé

2 de Novembro

A PROMESSA

Eis que vou lhes revelar um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. [...] os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 1 Coríntios 15:51, 52


A morte, o corpo e o luto sempre foram tratados por meio de rituais. Estes, por sua vez, são uma forma de dar expressão às crenças acerca da morte. Seriam essas manifestações um adeus eterno?

O Dia dos Mortos é conhecido desde a Idade Média como o “Dia de Todas as Almas”, sucedendo o “Dia de Todos os Santos”, que é comemorado em 1o de novembro. Mas foi apenas a partir de 2002 que o Dia de Finados foi oficializado como feriado nacional.

Você sabia que esse dia tem tudo a ver com uma piscada de olhos? Vou explicar. Nossos olhos piscam para proteger, lubrificar e limpar o globo ocular. Esse movimento é controlado pelo sistema nervoso autônomo, portanto, acontece sem percebermos, assim como as batidas do coração
ou o ato de respirar.

Cada piscadela dura cinquenta milésimos de segundo. Considerando que piscamos 24 vezes por minuto, isso quer dizer que, nesse mesmo espaço de tempo, nossos olhos ficam 1,2 segundo sem enxergar a luz. Assim, alguém de 70 anos deu piscadas suficientes para permanecer 21 dias
“cego”. É claro, isso sem contar o período em que passou dormindo!

Agora vem a ligação com a morte: uma piscadela ou cinquenta milésimos de segundo será o tempo que durará “mentalmente” o sono dos mortos. Segundo a Bíblia, tanto faz ter morrido milhares de anos antes da volta de Cristo ou perto desse evento. Para os que vão ressuscitar, o tempo de espera parecerá o mesmo: um instante que durará um “abrir e fechar de olhos”. Isso quer dizer que os que dormiram no Senhor não estão sentindo o tempo passar. Eles estão no “pó da terra” (Gn 3:19), em um estado de total inconsciência, livres de toda dor (Ec 9:5). Quando o Arcanjo tocar a trombeta de Deus, os que morreram em Cristo ressuscitarão transformados (1Ts 4:16).

Se você perdeu um ente querido, lembre-se da promessa de Deus. A separação não será para sempre. Apenas uma piscada de olhos e estaremos juntos novamente. Console hoje os enlutados e diga-lhes com carinho que Deus trará de volta aqueles que a morte levou.

https://youtube.com/watch?v=J3I-ET8qz5U&si=VxY7IUa9J81K8OPR

domingo, 7 de setembro de 2025

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

 Devocional Diário - Descobertas da fé

7 de setembro

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres. João 8:36


O dia de hoje marca um dos mais importantes feriados cívicos do Brasil. Você conhece a história desde o ensino fundamental. Quando lecionei para o curso de História no Unasp em 1998, amava contar para os alunos certos bastidores desse acontecimento, que nem sempre são mencionados nos livros didáticos.

Sobre a Independência propriamente dita, lembro-me de destacar os seguintes pontos:

1. O grito do Ipiranga não ocorreu exatamente às margens de um rio. O episódio se deu em uma colina próxima ao “riacho” Ipiranga, hoje canalizado, cujo curso atual nem mesmo corresponde ao que existia naquele tempo.

2. Dom Pedro e sua comitiva não estavam usando trajes de gala, como retratado no famoso quadro de Pedro Américo. Eles estavam vestidos com fardas de campanha, apropriadas para viagens longas. E esqueça os corcéis puro-sangue; todos estavam montados em mulas.

3. Muitos historiadores colocam dúvidas sobre a famosa frase “independência ou morte”. Dom Pedro, aliás, estava durante todo o dia sofrendo de fortes cólicas abdominais, o que eliminava qualquer chance de dar um “brado retumbante”!

4. Por fim, a independência não foi algo pacífico, heroico nem imediato. Negociações políticas, concessões e conflitos se seguiram até 1825, três anos após o famoso 7 de setembro, quando Portugal finalmente reconheceu nossa independência e ainda cobrou por ela.

Sem invalidar a importância do acontecimento, deixe-me compará-lo à morte de Jesus e seu significado. O que era um dilema para o Brasil, independência ou morte, era uma consequência para Cristo: Independência só pela morte. Sem o sacrifício do Filho de Deus, jamais seríamos livres.

A humilhação de Jesus foi tão grande que, ao contrário de Dom Pedro, não havia obra de arte que pudesse amenizá-la. Jesus não estava em uma colina gloriosa cercado de Sua guarda pessoal. Ele Se entregou como ovelha muda diante de seus tosquiadores. Hoje, como cidadão, presto homenagens ao Ipiranga. Mas, como cristão, presto adoração ao Homem do Calvário. Foi lá que encontrei minha verdadeira libertação.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/independencia-ou-morte-2/

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

A NEGAÇÃO DA MORTE

 Devocional Diário - Descobertas da fé

27 de fevereiro

A NEGAÇÃO DA MORTE

Então a serpente disse à mulher: “É certo que vocês não morrerão.” Gênesis 3:4


O poeta Edmund Cooke escreveu: “Sabemos que não vamos viver eternamente, mas sempre temos a expectativa da vida.” De fato, a conexão com a vida é tão forte que ninguém pensa na própria inexistência. Mesmo que alguns conjecturem sobre sua morte, na realidade, não se veem como mortos, mas, sim, como vivos, em uma plateia qualquer, observando seu próprio funeral.

O devocional de hoje copia um título de Ernest Becker, que ganhou o Prêmio Pulitzer de 1974. O mais surpreendente desse livro é que, embora tenha sido escrito por um agnóstico não favorável ao cristianismo, ele se tornou uma das melhores sínteses da angústia humana diante da certeza da morte.

Partindo das ciências sociais, as conclusões do autor são interessantes, especialmente por virem de alguém que não possuía fé em Deus. Ele inicia questionando por que ansiamos por figuras imortais e autoridades celestiais. Sua conclusão é que nascemos com a necessidade de acreditar que sobreviveremos à morte e que somos especiais para o Universo.

Entretanto, alguns racionalistas tentaram persuadir as pessoas de que Deus não existe, que não há paraíso, redenção ou juízo. Por não suportar a realidade que trocava a fé pelo racionalismo, a sociedade começou a conceber meios pelos quais pudesse lidar com a ausência de Deus. Assim, criaram o “romance apocalíptico”, um mecanismo de defesa elaborado e simbólico contra o reconhecimento de nossa mortalidade.

Alguns dizem: “Já que estamos aqui por acidente e vamos morrer mesmo, o jeito é voltar-se para o sexo e o romance, a fim de buscar alguma experiência mística.” Isso explica a ênfase aos prazeres e ao hedonismo. Para outros, é preferível ficar dopado para suportar a realidade. Afinal, como disse o astrofísico agnóstico Neil Tyson, “o Universo é frio, caótico e não está nem aí para você”.

Realmente, a sociedade continua buscando novas “ilusões” que lhe permitam conviver com a certeza de que a serpente mentiu. Becker reconheceu a importância da fé nesse cenário, não por ser verdadeira, mas por ser necessária. Ele chegou perto, mas errou o alvo. Nossa fé não é uma anestesia contra a realidade; é a certeza de que a morte será vencida, não com a negação dela, mas com a redenção trazida por Jesus.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/A-negacao-da-morte/

domingo, 29 de dezembro de 2024

Esperança que vence a morte

Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade


29  de dezembro

Esperança que vence a morte

Jesus declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá.” João 11:25

A escuridão reinava. O sábado havia sido longo e triste, e o céu estava silencioso. Mas, então, a vida retornou. O anjo, com solenidade, moveu a pedra, e a terra tremeu. Foi quando a luz iluminou tudo. Jesus saiu da tumba; o amor tinha vencido.

Nesse dia, a tumba de José de Arimateia se tornou o maior projetor de esperança que já existiu. Nada, nem mesmo o quasar ULAS J1120+0641, o objeto interestelar mais brilhante do Universo, poderia se comparar a essa luz. Tudo ficou claro naquele momento. Na cruz, o caráter de Deus e de Seu Filho encarnado foi definido com transparência: amor. Na ressurreição, a divindade de Jesus foi confirmada. Os holofotes estavam sobre a natureza e qualidade divinas, e ficou comprovado que não existe bondade maior. Deus havia vencido.

Essa vitória diminui a morte e amplia a esperança. Afinal, para o cristão, a morte é apenas um sono, um momento de silêncio e escuridão. A vida está escondida com Cristo em Deus, e, quando Cristo Se manifestar, os fiéis também serão manifestados com Ele, em glória.

A luz que vem da ressurreição continua a iluminar nossa vida e projetar nossa esperança. Assim como Jesus venceu a morte, nós também viveremos, acreditando Nele. Não é emocionante pensar nisso? Imagine o momento em que a voz do Salvador será ouvida do Céu, entrando nas sepulturas e abrindo os túmulos. Os mortos em Cristo ressurgirão, e a igreja será glorificada com Ele. Esse é o poder que ressuscitou Jesus dentre os mortos e que Ele usará para erguer Sua igreja.

Nos momentos sombrios, olhe para a tumba de José de Arimateia e veja que está vazia. Jesus não está mais lá. Lembre-se de que há um Deus amoroso que deu tudo por você, que venceu por você e que deseja voltar. Apegue-se a Ele e espere por Ele.

Que essa verdade possa iluminar seus dias e renovar sua esperança. Que a luz da ressurreição possa brilhar em seu caminho, guiando-o para um futuro glorioso ao lado do Senhor. Creia, confie, aguarde, pois Aquele que venceu a morte está ao seu lado e irá até o fim com você.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/esperanca-que-vence-a-morte/

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

UM MORREU POR TODOS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de dezembro

     UM MORREU POR TODOS

   O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23

   Ao criar o ser humano, Deus quis fazê-lo como um ser moral com quem pudesse Se relacionar pessoalmente. Por isso, o fez à Sua imagem e semelhança (Gn 1:26, 27), com uma consciência moral na qual inscreveu a mesma lei da santidade que é atributo de Sua natureza (Rm 2:11-16). A harmonia do ser humano com essa lei glorificaria o Criador e resultaria em felicidade e vida eterna, enquanto sua transgressão desonraria a Deus e teria como efeito a manifestação de Sua ira na forma da punição incluída na lei – a morte.

   O pecado torna a pessoa devedora à lei, culpada e merecedora da morte. O pecado nunca pode ser tratado separadamente da morte. Havendo pecado, deve haver morte. Por ser justo, Deus não pode, simplesmente, fechar os olhos ao pecado e desculpá-lo.

   Alguém pode indagar: “Por que a lei não pode ser relaxada de modo a não punir seus transgressores?” Ocorre que a lei não é algo que Deus desejou criar à parte de Si mesmo e que poderia ser de um jeito ou de outro, como acontece com as leis humanas, constantemente alteradas, aperfeiçoadas ou anuladas, ou que se modificam porque os tempos são outros e os costumes mudaram. A lei é uma expressão da própria natureza santa de Deus. Por isso, só pode ser o que é. Como Deus é perfeito e imutável (Ml 3:6; Tg 1:17), assim também é Sua lei.

   A boa notícia é que Deus aceita uma substituição. Outro ser que, além de divino, também seja humano, mas sem pecado e que esteja à altura da lei pode substituir o pecador se este aceitar a substituição. Em todo o Universo, só há uma Pessoa que preenche essas condições: Cristo. Como nosso substituto, Ele pagou nossa dívida à justiça de Deus (Mc 10:45; Rm 5:17-19; 1Pe 2:21; 3:18). A lei não foi cancelada (Rm 3:31; 7:7, 12), mas a condenação da lei sobre o pecador foi (Rm 8:1). O documento de dívida foi encravado por Ele na cruz, e assim ficamos isentos (Cl 2:14). Como escreveu o apóstolo, “um morreu por todos; logo, todos morreram” (2Co 5:14).

   Sendo assim, para nossa eterna felicidade, aceitemos a Cristo como nosso Substituto e glorifiquemos a Deus por haver provido nossa salvação. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

NÃO HAVERÁ MAIS MORTE

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 


2 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/nao-havera-mais-morte/

NÃO HAVERÁ MAIS MORTE

E lhes enxugará dos olhos toda lágrima. E já não existirá mais morte, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. Apocalipse 21:4

Não faz muito tempo, visitei um cemitério. Não, eu não fui a um sepultamento. Não, eu não tenho nenhum familiar ou amigo naquele lugar. Não, eu nunca estive ali antes. Foi a primeira vez que entrei no lugar. Era sábado. Um dia após o Natal. Estávamos em meio à pandemia da Covid-19. Minha igreja havia voltado a fechar. Os cultos eram apenas on-line. Como sempre, acordei muito cedo. Passei um bom tempo orando e lendo a Bíblia e até assisti a um sermão pela internet.

A manhã estava muito bonita, e eu queria estar em meio à natureza. Afinal de contas, sábado é o dia que lembra a criação e o Criador. Na verdade, eu vivo cercado pela natureza, na região rural de Engenheiro Coelho, próximo ao campus do Unasp. Mas eu queria estar em meio à natureza em outro lugar. Então fui a uma cidade vizinha e fiquei algum tempo às margens de um belo lago, observando a vegetação e os pássaros do lugar.

Saindo dali, passei em frente ao cemitério local. Minha igreja, que é um lugar de vida e alegria, estava fechada; mas o cemitério, que é um lugar de tristeza e morte, estava aberto. Então entrei. Fui caminhando de túmulo em túmulo. Passei por dezenas deles. Em cada um havia algumas informações. Na grande maioria constava o nome do falecido e as datas do nascimento e da morte. Em um dos túmulos, ambas as datas eram idênticas, o que significava que o menino lá sepultado havia nascido morto ou morrera pouco depois. Em outro túmulo estavam dois nomes com a mesma data de nascimento. Entendi que eram gêmeos. Muitos túmulos eram de pessoas idosas, inclusive de uma que viveu 101 anos. Mas havia diversos túmulos de jovens. Eu vi fotos, cruzes, versos bíblicos e expressões de saudade. Embora diferentes entre si, todos os túmulos tinham uma placa de metal com um número. Alguns tinham essa placa e nada mais.

Lembrei-me de Jesus, junto ao sepulcro de Lázaro, chorando. Eu também chorei, embora não conhecesse nenhuma daquelas pessoas. Imaginei o sofrimento delas quando estavam em vida e a dor de seus queridos quando as sepultaram. Mas me lembrei também da promessa da ressurreição e da vida futura com Deus, em que a morte, o choro e a dor não mais existirão. Que venha logo esse dia!

https://youtu.be/zxYGDtxa240

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

 Meditação Diária

7 de setembro

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para [...] proclamar libertação aos cativos. Isaías 61:1

Há dois séculos havia intensa agitação em nossa terra. As diversas autoridades portuguesas eram olhadas com desconfiança e muito criticadas. Nessa atmosfera de intranquilidade, alguns patriotas desejosos da independência do país começaram a se reunir para tratar do assunto. Surgiram novos jornais, associações e clubes que tinham como objetivo defender a causa da independência.

A Assembleia de Portugal desejava que Dom Pedro retornasse. Contudo, os brasileiros prepararam um documento com 8 mil assinaturas pedindo a ele que permanecesse em nossa terra. Ele decidiu ficar. Aquele dia, 9 de janeiro de 1822, ficou conhecido como o “Dia do Fico”. Em agosto do mesmo ano, surgiu um documento conhecido como “Manifesto do Povo Mineiro aos Brasileiros”, que recomendava união e independência.

Dias depois, vieram ordens e anúncios de Portugal: aqueles que persuadiram Dom Pedro a permanecer no Brasil estavam sendo processados. Dom Pedro devia retornar para Portugal, e um novo ministério havia sido nomeado. Na ocasião, Dom Pedro estava próximo à capital de São Paulo, quando foi alcançado pelo correio que lhe entregou esses documentos. Ao ler, tomado de emoção e erguendo sua espada, bradou: “Independência ou morte!” Eram 16h30 de 7 de setembro de 1822. Com isso, os brasileiros ficaram livres do governo português, mas dependentes de um novo governo, tendo Dom Pedro como imperador.

Nas disputas terrenas, a independência de um poder leva à dependência de outro. De certa forma, isso ilustra uma verdade espiritual. Todos estávamos dominados pelo governo de Satanás. Não tínhamos sabedoria nem força para escapar, mas Jesus proclamou libertação aos cativos. Essa libertação não foi efetivada apenas por um brado momentâneo. Por meio de Sua encarnação, Seu viver perfeito, Sua morte vicária, Sua ressurreição e mediação e o envio de Seu Espírito, Cristo nos libertou do domínio do pecado e de Satanás (Rm 6:14). Agora, podemos viver sob um novo governo, o de Cristo (Rm 6:18, 22). Precisamos escolher entre independência do mal ou morte eterna. Escolha, hoje, submeter-se à vontade e ao governo de Cristo.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/independencia-ou-morte/
https://youtu.be/z8Us64uqeCI

terça-feira, 18 de julho de 2023

UM DIA MUITO TRISTE

 Meditação Diária 

18 de julho

UM DIA MUITO TRISTE

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá. João 11:25

Foi o dia mais triste da minha vida. Meu filho Hudson foi vítima de um acidente automobilístico. Com o impacto, sua morte foi instantânea. Estava com 18 anos e cursava o segundo ano de Teologia. Guardamos as cartas, cartões e bilhetes que ele nos deu ao longo de sua infância e juventude. Neles transparecem claramente três coisas: seu amor para com a família, seu profundo amor a Deus e à Sua causa e seu coração cheio de alegria e bom humor. Em um de seus trabalhos escolares, escreveu: “Em minhas orações costumo agradecer a Deus, por me achar um dos seres humanos mais abençoados da Terra, e isso se deve em primeiro lugar a conhecê-Lo e, em segundo, ao ambiente cristão em que cresci, à educação que recebi […]. Obrigado, Senhor!”

Quando o Hudson nasceu, fui ao cartório e, com alegria, declarei o fato, recebendo sua certidão de nascimento. Depois, tive de retornar a outro cartório e com pesar anunciar: “Ele morreu.” Dali saí com sua certidão de óbito. Quando ele nasceu, tomei-o nos braços, apresentei-o à igreja e o dediquei publicamente ao Senhor. Depois, enquanto seu corpo permanecia inerte dentro de um caixão, fiz o sermão fúnebre, também diante da igreja e do Senhor.

Com minha esposa, eu o ensinei a dar os primeiros passos, a pronunciar as primeiras palavras, a escrever as primeiras letras, a fazer as primeiras orações e a recitar os primeiros versos da Bíblia. Eu o ensinei a brincar com uma bola, a andar de bicicleta, a nadar, a amarrar os cadarços dos sapatos, a preparar o primeiro discurso, a pregar o primeiro sermão, a amar a Deus sobre todas as coisas e a confiar Nele em todas as situações. Eu o batizei e, como preparação para a primeira Santa Ceia de que participou, lavamos os pés um do outro. Quantos sonhos para seu futuro: os estudos, o namoro e casamento, o trabalho como pastor…

Após essa triste experiência, vemos o Senhor também como “o Deus de toda a consolação” (2Co 1:3). Quão grande é o conforto e a paz que Ele nos dá. Por causa de Sua graça, veremos o Hudson no retorno de Cristo. Então estaremos juntos para sempre (1Ts 4:16, 17). Todos os dias tristes passarão!
https://mais.cpb.com.br/meditacao/um-dia-muito-triste/
https://youtu.be/6fUcd0SCXjs

sábado, 3 de junho de 2023

ESCOLHA A VIDA!

 Meditação Diária

03 de junho

ESCOLHA A VIDA!

Hoje tomo o céu e a terra por testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolham, pois, a vida, para que vivam, vocês e os seus descendentes. Deuteronômio 30:19

Deus criou os animais com algum grau de inteligência e emoção. Eles podem aprender algumas coisas e sentir alegria, tristeza e dor, mas não possuem uma percepção moral desenvolvida como nós humanos. Eles agem por instinto. Por isso, há machos que acasalam com muitas fêmeas e não têm qualquer compromisso com nenhuma delas. Alguns roubam seu alimento. Outros matam e devoram suas vítimas. Em todas essas ações, não há pecado pessoal ou transgressão voluntária de algum mandamento. Não há culpa, nem condenação, porque não são seres morais.

Diferentemente deles, o ser humano foi criado à imagem de Deus, tendo discernimento moral e espiritual. Nossas capacidades espirituais nos possibilitam manter um relacionamento com Deus, enquanto nosso discernimento moral nos ajuda na tomada de decisões. Temos livre-arbítrio e somos responsáveis por nossas escolhas.

Com frequência, a Bíblia nos apresenta dois caminhos: o do bem e o do mal (Dt 30:15-20; Mt 7:13, 14). Adão e Eva, os pais da humanidade, foram criados perfeitos e iniciaram sua jornada no caminho do bem. Nós, quando nascemos, não tivemos a liberdade de escolher qual caminho queríamos trilhar. Nem nossos pais puderam escolher por nós. A escolha foi feita pelo primeiro homem, Adão, e ele escolheu sair do caminho do bem e andar na estrada do mal. Assim, todos nós, descendentes dele, nascemos no caminho que conduz à morte.

Contudo, ao trilhar esse caminho, nós nos deparamos com encruzilhadas e placas que indicam outro caminho, o da vida. Nesses momentos podemos escolher: continuar no caminho do mal, aquele no qual nascemos, ou sair dele e seguir o caminho do bem. É verdade, também, que aqueles que escolheram trilhar o caminho do bem encontrarão novas encruzilhadas e novas placas que indicarão a possibilidade de retornar ao caminho da perdição. Nós as chamamos de tentações. Durante toda a nossa vida, usaremos nosso livre-arbítrio e faremos escolhas pelas quais seremos responsáveis. Hoje, você pode escolher o caminho em que andará. Escolha a vida!

https://youtu.be/liBMTMtx-g4

terça-feira, 27 de dezembro de 2022

I Crônicas 10 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – I Crônicas 10
Comentário: Pr.  Heber
 Toth Armí

Deus escolheu

I Crônicas 10 - Quando Deus não governa nossa vida, o pecado inescrupulosamente tomará conta completamente dela. O pecado arruína mais que o pior que podemos imaginar.

Ao examinar as Escrituras atentamente pode-se confirmar devidamente as palavras de Jesus em João 5:39, que elas (Antigo Testamento) testemunham dEle. Jesus antecede às Escrituras, as quais foram reveladas visando conduzir a humanidade a Ele.

A Bíblia apresenta Deus guiando um povo do qual nasceria Seu Filho que morreria pelo mundo. “Os dez últimos versículos do capítulo 9, praticamente iguais a 8:29-40, descrevem a linhagem de Saul e preparam o cenário para a seção histórica de 1Crônicas (10-29)” (William MacDonald).

“O cronista usa a derrocada de Saul e seus filhos como trampolim para introduzir o verdadeiro rei do Senhor, Davi” (Merrill F. Unger). Davi se torna o antecessor do Messias no lugar de Saul. Tendo em vista reis imperfeitos, espera-se um rei perfeito: Jesus!

Temos muitas lições para extrair deste capítulo:

• Quando deixamos de viver o ideal de Deus damos motivos para os inimigos da verdade pensarem que estão certos.

• Quando os pais fazem parte do povo de Deus, sem, contudo, viver para este Deus, certamente arruinará sua família.

• Quando o pecado ocupa espaço em nossa vida não sobra espaço para Deus, assim a destruição será nosso destino em vez de nossa restauração.

Deus escolheu um rei segundo o coração do povo: Saul – orgulhoso, arrogante e incorrigível. Como este falhou terrivelmente, Deus escolheu outro rei, desta vez, um homem segundo o Seu coração – humilde, submisso, corrigível, embora imperfeito: Davi.

Avançando mais no sentido do texto inspirado, note dois pontos importantes:

• A vida de Saul foi longa; no tobogã por onde desceu deixou muitas histórias; porém, como crônicas resume tudo em 14 versículos? Uma história sintetizada? Creio mais que seja uma história detalhada, não da vida, mas da morte de Saul.

• Os dois últimos versículos do capítulo possuem informações exclusivas. O cronista interpreta a morte de Saul e explica a razão de Deus ter trocado sua linhagem pela de Davi.

Deus nunca falou diretamente com Saul, mas este não percebeu que Deus falava a ele através de pessoas. Ao ignorar a Deus, o pecador afunda-se nos mais desvairados pecados.

Ouça a Palavra de Deus, independente dEle te falar indiretamente! Heber Toth Armí /

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 8 de outubro de 2022

2 Samuel 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 2Samuel 1
Comentário
Pr Heber Toth Armí

II SAMUEL 1 – Os dois livros de Samuel que temos na Bíblia formavam era um só na Bíblia hebraica. A divisão em dois aconteceu na Septuaginta, tradução do hebraico para o grego.

II Samuel continua a história sagrada da monarquia israelita, focando Davi, o rei escolhido não conforme as aparências ou o gosto do povo, mas segundo o coração de Deus – pois, para Deus, essência é melhor que aparência. “O rei Davi é figura central desse livro e, ao andar na Luz, apresenta um tipo magnífico do Rei Messias. A primeira parte do livro registra as vitórias que acompanharam sua vida de fé e conflito; a segunda, relata as derrotas que sofreu quando a prosperidade o seduziu para longe do caminho da fé e abriu a porta para a vontade própria”, analisa George Williams.

Com o desenvolvimento da monarquia, aflorou o dom de profecia. Outrora, Deus lidara com o juiz, como no caso de Gideão (Juízes 6-8); agora, os governantes deveriam obedecer aos profetas. A monarquia e o profetismo bíblico desenvolvem-se de mãos dadas no período dos reis de Israel. Saul fracassou diante da voz de Deus através do profeta Samuel. Por isso, a primeira tentativa de rei para Israel foi um fracasso vergonhoso, uma tentativa frustrante.

Um amalequita percebeu na morte de Saul uma oportunidade de tirar vantagens, contando uma mentira heroica para Davi (II Samuel 1:1-16). “Os amalequitas eram inimigos de longa dada de Israel (Êx 17). Um dos motivos pelos quais Saul perdeu o reino foi o fato de não ter efetuado completamente o juízo do Senhor sobre eles (1Sm 15). Alguns amalequitas tinham sido mortos havia pouco tempo por Davi e por seus homens por terem saqueado Ziclague. Não é de admirar, portanto, que, quando o amalequita chegou ao acampamento e anunciou que havia tirado a vida de Saul, recebeu o fio da espada, não uma recompensa”, observou William MacDonald.

Davi tinha um caráter nobre. Em vez de celebrar, ele compôs um poema destacando as virtudes de seu inimigo e chorou sua morte. Ele também teceu elogios ao seu melhor amigo, que também havia morrido (II Samuel 1:17-27).

Precisamos aprender a lidar com a morte de nossos inimigos da mesma forma que lidamos com a morte de nossos amigos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quarta-feira, 27 de julho de 2022

A VÍTIMA ENSANGUENTADA

A VÍTIMA ENSANGUENTADA

Mas Jesus, dando um forte grito, expirou. Marcos 15:37

Os sacerdotes e as autoridades se surpreenderam ao verificar que Jesus já estava morto. A morte pela cruz era um processo demorado; era difícil determinar quando a vida do crucificado havia sido interrompida. Era algo inédito que alguém morresse dentro de seis horas de crucifixão. Os sacerdotes desejavam se certificar da morte de Jesus e, por sugestão deles, um soldado espetou uma lança no lado do Salvador. Da ferida feita, saíram duas substâncias abundantes e distintas: uma foi sangue, e a outra, água. Isso foi observado por todos os espectadores, e João relatou a ocorrência de maneira bastante clara. […]

Depois da ressurreição, os sacerdotes e líderes divulgaram o boato de que Cristo não havia morrido na cruz, mas que apenas tinha desmaiado e depois revivido. Outro boato afirmava que havia sido posto no sepulcro não um corpo real, de carne e osso, mas algo semelhante a um corpo. A atitude dos soldados romanos contesta essas falsidades. Não quebraram as pernas de Jesus, porque Ele já estava morto. Para satisfazer os sacerdotes, perfuraram Seu lado. Se a vida já não tivesse terminado, isso teria ocasionado imediatamente a morte.

No entanto, a morte de Jesus não foi causada pelo furo da lança nem pela dor da crucifixão. Aquele grito solto “em alta voz” (Lc 23:46) no momento da morte e a corrente de sangue e água que jorrou de Seu lado demonstravam que Ele morreu pela ruptura do coração, que se partiu pela angústia mental. Foi morto pelo pecado do mundo.

Com a morte de Cristo, pereceram as esperanças dos discípulos. Olhavam para Suas pálpebras fechadas e a cabeça pendida, o cabelo empastado de sangue, as mãos e os pés traspassados, e era indescritível a angústia que sentiam. Até o último momento, não acreditavam que Ele morreria; mal podiam crer que estivesse realmente morto. Esmagados pela dor, não recordavam Suas palavras, que prediziam exatamente isso. Nada do que Ele havia dito dava conforto. Viam unicamente a cruz e a Vítima ensanguentada. Para eles, o futuro parecia escuro e desesperador. Sua fé em Jesus tinha morrido; no entanto, nunca haviam amado tanto seu Senhor. Nunca antes haviam assim compreendido Seu valor e a necessidade que tinham da presença Dele (O Desejado de Todas as Nações, p. 619, 620 [771, 772]). 

PARA REFLETIR: Em um mundo no qual muitos ainda duvidam da existência de Jesus e não valorizam a morte Dele, como a sua vida pode testemunhar que Cristo é real e vive hoje? 

Meditações Diárias: 27 de Julho - A VÍTIMA ENSANGUENTADA l Acima de Todo o Nome

https://youtu.be/qJFfOToeKYo

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Números 29 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 29

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 29 – Sem contar os sacrifícios individuais e os inúmeros cordeiros oferecidos na Páscoa, durante o ano no Santuário eram sacrificados 113 novilhos, 32 carneiros e 1086 cordeiros. “Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais deve ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado”, destaca o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Pecado = sangue e morte! Deus reverte a situação!

Assim a ênfase estava sempre no pecado e perdão. “Qualquer que fosse a festividade, requeria-se oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5, [38] etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato”. Era exigência divina que nada fosse alterado (Números 29:39). “O Senhor havia designado festas para época específicas. Elas deveriam ser realizadas exatamente da forma prescrita” (Idem).

Evangelho é cristologia vinculado à escatologia. Sem a morte de Cristo não haveria esperança profética. Profecia messiânica e profecia dos últimos dias estão presentes nas atividades eclesiásticas e sociais do Santuário. O calendário instituído por Deus apresentava o desenrolar da história seguindo a trajetória divina.

As festas da páscoa, pães asmos, primícias e pentecostes apontavam para o fim do ministério terrestre de Jesus e o começo de Seu ministério Sacerdotal no Santuário Celestial. As festas das trombetas, expiação e tabernáculos apontavam para o tempo do fim, a eventos ligados à Segunda Vinda de Jesus Cristo:

• A festa das trombetas simboliza anúncios do juízo divino.

• O dia da Expiação aponta para o início do juízo divino, o qual está em andamento desde que Jesus assumiu o Lugar Santíssimo no Santuário Celestial em 1844.

• A festa dos tabernáculos aponta para os salvos celebrando a vitória sobre o pecado, depois que Jesus os levar deste mundo para a Pátria Celestial.

Precisamos estudar a Bíblia com afinco a fim de que pratiquemos aquilo que Deus designou, para não perdermos o que Ele preparou para nós. 

Os sacrifícios não são mais necessários, pois Cristo substituiu a sombra pela realidade. Que Ele seja central em nossa existência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 5 de fevereiro de 2022

Relacionamentos Interpessoais -Gênesis 23

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 23

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 23 – As nações surgiram da descendência dos filhos de Noé, as quais foram divididas na tentativa de construir uma torre que chegasse ao Céu (Gênesis 10-11). 

Hagar era egípcia; e, mesmo sendo escrava rejeitada na casa de Abraão, Deus acolheu-a juntamente com seu filho Ismael, fazendo-lhe grandes promessas (Gênesis 16:4-13; 21:9-21). Ismael casou-se com uma egípcia.

Abraão defendeu Ló e reverteu a derrota de Sodoma e Gomorra. Na sequência, devolveu o dízimo ao rei de Salém, Melquisedeque (Gênesis 14:1-24). Quando passou pela experiência de quase sacrificar Isaque, Abraão residia na terra dos filisteus, onde invocava o nome do Senhor (Gênesis 21:33-34). Em Berseba, Abraão plantou um bosque, onde morou (Gênesis 22:19). 

Das duas filhas de Ló, surgiram os moabitas e amonitas (Gênesis 19:30-38). Essas informações facilitam aos israelitas entenderem a origem das nações; pois, Deus disse a Abraão que por meio de sua descendência, “todos os povos da Terra serão abençoados...” (Gênesis 21:18). Isso não deveria gerar nenhum orgulho em Abraão, nem arrogância em sua descendência.

Abraão deixou bom legado com seus relacionamentos interpessoais. Em Gênesis 23, o notamos conversando humildemente com os hititas; ele não exige, ele pede que seja-lhe cedido um pedaço de terra para enterrar sua falecida esposa Sara. Os hititas dão seu parecer sobre Abraão: “O senhor é um príncipe de Deus em nosso meio”.

Tal reconhecimento é fruto de um bom testemunho. Que honra para um servo de Deus ser reconhecido desta forma em sua vizinhança!

Abraão preferiu pagar em vez de receber gratuitamente a terra dos hititas; por conseguinte, oficialmente, pela primeira vez, Abraão tem parte na “Terra Prometida”.

Abraão trata com justiça a terra dos descendentes de Cam, filho de Noé; de onde descende Hete, formando os hititas (Gênesis 10:15).

Claramente, Deus quer Seus servos sendo bênçãos aos seus vizinhos; Abraão é um ícone de como dar bom testemunho de seu Deus aos pagãos!

O ato de explorar pessoas ou pagar por algo com valor abaixo do ideal, descaracteriza o fiel servo de Deus. Caracteriza exploração!

Aproveitar da influência, ou da oportunidade quando pessoas estão desesperadas, visando tirar vantagens, resulta num péssimo testemunho do Deus que alegamos servir.

Portanto, vamos ser bênçãos a todas as pessoas que Deus colocar em nosso caminho? Sejamos justos e bondosos! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Estudo Bíblico 7 Certamente morrerás

 Estudo Bíblico 7

Certamente morrerás

Assista a "Certamente morrerás!" no YouTube

https://youtu.be/OtB3lvpStEY


quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Morte x ressureição - 2 Coríntios 5

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  2 Coríntios 5

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Sobre o capítulo em questão, o comentário na Bíblia Andrews observa que nus, sem corpo, “parece ser a imagem de Paulo sobre a morte: nem vestido com o corpo mortal, nem com o imortal, mas nu. Uma vez que para ter ‘vida’ (v. 4) e ‘habitar com o Senhor’ (v. 8) é necessário possuir o corpo imortal (v. 1, 2). A passagem nega a ideia de uma alma desprovida de corpo desfrutando a vida eterna […]. Paulo gostaria de passar de uma forma de existência para a outra sem experimentar a morte. ‘Habitar com o Senhor’ significa desfrutar plena comunhão pessoal com Ele em Sua presença imediata. Isso ocorrerá na ressurreição dos mortos (1Ts 4:16, 17)”.

Paulo não era adepto da abolição dos Dez Mandamentos (3:7-11) nem cria na crença na imortalidade da alma (5:1-10); pois, estaria contrariando a Bíblia e suas próprias convicções (Êxodo 3:18; Mateus 5:17-19; I Coríntios 15:1-58; I Tessalonicenses 4:13-18; João 5:28-29; Eclesiastes 9:5-6, 10).

Destaco aqui os pontos do capítulo:

• A morte não tem a última palavra. A ressurreição é a certeza da vitória sobre a morte, promovendo esperança além-túmulo (vs. 1-8);

• A curta vida que recebemos deve ser vivida para agradar ao povo de Deus, ser influência positiva e orientar e fortalecer a sua fé; pois, um tribunal divino será estabelecido e todos terão de responder pelo que fez ou deixou de fazer (vs. 8-9);

• Por saber desse tribunal cósmico, os ministros de Cristo persuadem homens e mulheres, ricos e pobres, religiosos e ateus, a se reconciliarem com Deus, comprometerem-se e confiarem no sacrifício de Cristo para que sejam novas criaturas, que não vivam mais para si mesmas, a fim de terem a esperança da vida eterna (vs. 11-17);

• Os ministros de Deus são embaixadores do Céu perante todas as pessoas, convidando-as ou rogando como representantes do Senhor a que assumam um compromisso com o Salvador (vs. 18-21).

O plano da salvação é mais que oferecimento do perdão de Deus, é reconciliação em que, ambas as partes tomam atitude de acertar o relacionamento arruinado. Claro que, Deus toma iniciativa, sacrifica-Se e, então espera nossa resposta!

Seria muito bom ir para o Céu urgentemente, mas é importante preparar mais pessoas para estarem lá conosco! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Morte é morte - Eclesiastes 9

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica – Eclesiastes 9
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Egoístas se corrompem pelo próprio egoísmo. Orgulhosos se acabam com seu próprio orgulho. Imorais em busca de prazeres e felicidades sem princípios divinos logo percebem que pegaram o atalho da morte.

Reside na sabedoria a essência da humildade que leva-nos a inclinar-nos diante da revelação legada por Deus à humanidade em Sua Santa Palavra. Tal atitude eleva-nos das mazelas e desesperos deste mundo insano à esperança do juízo que virá para resolver toda injustiça praticada debaixo do sol.

• A certeza que temos é que morreremos. Não há meios de fugir da morte. Mais cedo ou mais tarde ela chega e nos leva (v. 1).
• Sentimentos bons e ruins não escolhem perfis, sobrevém ao santo e a profano, aos maus e aos bons, aos justos e aos corruptos; tais sentimentos não estão ocultos aos olhos perscrutadores de Deus, o qual levará em conta no dia do juízo (vs. 1-3).
• Morrer é indesejável, porque Deus não fez o ser humano para a morte. A morte é estranha e intolerável a nós, mas ela entrou no mundo por causa de nossos pecados. Por isso, preferimos viver antes que morrer. “Os mortos estão em um estado de sono inconsciente e não participam de nada que acontece na Terra ou no Céu. A Bíblia não apoia a doutrina de um estado de consciência entre a morte e a ressurreição” (Bíblia de Estudo Andrews). Não há vida, sentimentos, nem consciência alguma na morte. Morte é morte, não vida (vs. 4-6).
• O tempo de decidir aproveitar a vida é antes da morte, não quando morre. O tempo de comprometer-se com Deus e usar a sabedoria para promover o bem é sempre agora, nunca depois; pois, o dia e a hora de nossa morte é incerta, embora a morte seja certa (vs. 7-18).

“Em anos recentes, numerosos eruditos bíblicos, filósofos e cientistas têm reexaminado a ponto de vista dualista tradicional da natureza humana, que consistiria de um corpo material, mortal, e uma alma espiritual, imortal. Eles têm constatado que esse ponto de vista é contrário às Escrituras, à razão e à ciência” (Samuele Bacchiocchi).

Sem atividade ou inteligência na sepultura, precisamos tomar a decisão certa enquanto vivemos. Não há melhor coisa a fazer do que aproveitar a vida com Deus! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 27 de maio de 2020

A AVÓ DA MORTE

MEDITAÇÃO DIÁRIA

27 de maio
A AVÓ DA MORTE

Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado gera a morte. Tiago 1:15

Depois de haver dito ser “bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação” (Tg 1:12), o apóstolo Tiago esclarece seus leitores de que tentação e pecado não vêm de Deus. O inimigo é o tentador e tem se ocupado em colocar diante de nós estímulos que nos convidam a pecar. No entanto, é fato que, em última instância, por causa de nossa natureza pecaminosa, somos nós quem decidimos ceder ao pecado. Nossos desejos mal administrados, a cobiça interior, nos levam a esse ponto.

Precisamos nos lembrar de que desejo e cobiça não são a mesma coisa. Existem desejos legítimos que podem e devem ser satisfeitos nos limites dos planos de Deus para a felicidade de Seus filhos. Não há pecado no mero desejo pelo bem, pela alegria, pela comida, pelo dinheiro ganho honestamente ou pelo vestuário. Mas, quando cedemos a isso de maneira imprópria, passando a desejar além da satisfação experimentada, transpomos o limite do legítimo e avançamos para o excesso, o ilegítimo. Isso é cobiça. É o desejo de ter o que não está a nosso alcance. Insatisfeito com o que tem, o cobiçoso deseja o que não tem nem pode ter, violando a lei de Deus, cujo décimo mandamento nos ordena a não cobiçar coisa alguma (Êx 20:17). Agir ao contrário disso é pecar.

Comentando a situação com que nos deparamos diariamente, Ellen White escreveu: “Vivemos em meio a uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas” (A Ciência do Bom Viver, p. 142, 143).

Essa situação só pode ser explicada pela cobiça que impulsiona o ser humano sem Deus. Nas entranhas da nossa mente e do nosso coração, ela é a genitora do pecado em todas as suas expressões. O pecado por sua vez é o genitor da morte, em todas as suas formas. Todo ser humano que se entregue ao pecado deve refletir que, por esse caminho, será levado à morte moral, espiritual, temporal e, finalmente, eterna.

Precisamos de graça e sabedoria para que, exercitando corretamente nossa vontade, encontremos satisfação e felicidade plenas em Deus e em Suas provisões para nós. Assim, seremos libertos da cobiça.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

terça-feira, 10 de março de 2020

NASCIMENTO OU MORTE?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

10 de março
NASCIMENTO OU MORTE?

O bom nome é melhor do que um perfume finíssimo, e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento. Eclesiastes 7:1

No “espaço da família”, na maternidade, reúnem-se alguns vovôs e vovós, titios e titias, um ou outro priminho ou irmãozinho e alguns amigos. Laptops e celulares estão a postos, pois a instituição disponibiliza a transmissão em tempo real do momento glorioso: o instante em que o bebê chorará pela primeira vez e viverá o ritual da passagem das mãos do médico para o colo da mãe, do pai e da enfermeira. Nem sempre a transmissão é perfeita, pois a tecnologia costuma pregar peças. Às vezes, quando alguns percebem, já aconteceu tudo, e nada puderam documentar. De todo modo, a vibração e a alegria são intensas e incontidas.

Em uma das ocasiões em que vivi essa experiência, pensei: “O que aconteceria caso Salomão aparecesse e falasse com seu tom sapiencial, enfatizando a última parte do texto de hoje?” Alguns desavisados não o entenderiam, embora nada haja de contraditório nem pessimista em suas palavras. Salomão não condena que familiares comemorem a vinda dos “Joãozinhos”, “Luísas”, “Lívias”, “Ana Júlias”, “Miguéis”, “Isabelas”, “Enzos”, “Benjamins”, “Samuéis” e tantos outros. O que o sábio faz é chamar atenção para o modelo de vida que eles e nós devemos viver.

Ao nascermos, não temos ideia dos erros e acertos, desafios e conquistas que experimentaremos na vida. Contudo, ao trilharmos o caminho da maturidade, eles aparecerão, e teremos que fazer escolhas, tomar decisões cuja influência perdurará depois que atravessarmos o oceano da existência e chegarmos à praia do descanso.

Muitos passam pela vida e deixam um rastro luminoso de influência positiva. A respeito desses, o apóstolo João recebeu a ordem para registrar: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13). Feitos comemorados; exemplo a ser imitado.

No entanto, há aqueles que tendo sido normalmente celebrados no nascimento, passada a natural comoção do seu desaparecimento, as lembranças de uma vida pontilhada de más escolhas retornam ao lugar em que sempre estiveram. Provavelmente, pessoas discursarão em nosso funeral, porém o mais eloquente discurso será feito por nós mesmos, paradoxalmente, no silêncio de nosso sono mortal. O tema desse discurso será a lembrança que as pessoas alimentam na mente delas sobre o que revelamos em nosso modo de viver.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Aprenda com Davi – 2 Samuel 04

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Samuel 04
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Aprenda com Davi

O que Deus te falou através deste capítulo bíblico?

Hoje, fique junto de mim enquanto caminhamos por este comentário a fim de que alcancemos interpretações corretas que atinjam profundamente nosso imperfeito coração.

Estes 12 versículos podem ser sumarizados conforme sintetizado por Matthew Henry:

1. Dois de seus próprios servos [Baaná e Recabe] o mataram [a Isbosete, filho de Saul, que reinava em Israel ignorando Davi], e levaram sua cabeça a Davi (vs. 1-8).

2. Davi, em vez de recompensá-los, os condena à morte pelo ato praticado (vs. 9-12).

Aqueles que executaram traiçoeiramente Isbosete foram executados por ordem de Davi. Pois, Davi não era favorável à vingança ou aderente à cultura a qual ditava que, ao assumir o trono, o rei devia matar todos os familiares do antigo rei. Assim, “os cadáveres dos benjamitas serviam como lembrete público de que Davi recusava obter o trono de Israel pela força” (Ben F. Philbeck Jr.).

Cuidado com gente como Baaná e Recabe: “Ao levar a cabeça do rei assassinado a Davi, esses violentos criminosos tentaram justificar seu crime com piedosa referência à vingança que o Senhor teria executado em favor de Davi; mas Davi persistiu honrando a casa de Saul, castigando qualquer que o ferisse” (Merrill F. Unger).

Neste relato, perceba que Deus cumpre Suas promessas. Ele sempre tem a palavra final; concordem os homens com Ele – ou não! “A casa de Saul foi reduzida de tal maneira que coisa alguma, além de um menino aleijado, poderia ter continuado sua dinastia. Foi assim que se cumpriu a maldição de Samuel contra a linhagem de Saul. Ver I Sam. 13.13,14” (Russel Norman Champlim).

Com Davi aprendemos...

• ...a confiar plenamente na vontade de Deus, em Suas promessas e planos.

• ...que precisamos crer piamente que Deus está no controle da história mundial.

• ...que o senso de justiça não aceita piedade enraizada na crueldade. Davi mandou executar os dois assassinos de Isbosete por seus atos bárbaros de matar o rei enquanto dormia, sem poder defender-se (ver Deuteronômio 27:24).

• ...que atos abomináveis (crimes/traições/crueldades) não devem ser recompensados/premiados, mas punidos.

• ...que piedade baseada na crueldade visando interesse egoísta/bajulação/oportunista resulta em punição.

• ...que nenhum sucesso (ou posto/cargo) deve ser conquistado mediante atos desumanos.

Não faça politicagem. Confie a Deus teu sucesso! /Heber Toth Armí /

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O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....