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domingo, 10 de dezembro de 2023

Isaías 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 17 – Por mais impressionantes que sejam as construções e fortalezas humanas, diante de Deus não passam de futilidades. A confiança nas próprias obras, por mais imponentes, não oferecem qualquer segurança no dia do juízo.

Considere os seguintes pontos do capítulo em pauta:

• Nos primeiros versículos, há uma introdução de uma advertência para Damasco, apontando uma destruição iminente que resultaria em lamento e desespero.
• Na sequência, a profecia faz analogia agrícola para ilustrar a desolação e a figura de um indivíduo enfraquecido visando alertar do perigo da rebelião contra Deus (Isaías 17:4-6).
• O juízo divino desperta um movimento de arrependimento e busca pelo Criador; isso implica abandono da idolatria e práticas religiosas espúrias (Isaías 17:7-8).
• A advertência divina contra as alianças humanas e a confiança em qualquer coisa em vez de submeter-se a Deus pretende promover esperança em meio às adversidades (Isaías 17:9-11).
• Por fim, o alerta profético serve para as nações que agem como águas tumultuosas rebelando-se contra Deus; a profecia prevê o fim da rebeldia na erradicação dos impenitentes e na preservação dos remanescentes que voltam-se para Deus.

Há uma conexão desta profecia com Daniel 7, ao considerarmos a representação simbólica do grande mar. As potências terrestres que emergem do mar simbolizam as forças turbulentas e incontroláveis das nações. A metáfora do mar, portanto, não é apenas descritiva, mas também profética, apontando para um padrão recorrente de juízo divino sobre as potências mundiais.

Ao associar as nações a um mar tempestuoso, a revelação destaca que, quando as nações se afastam dos caminhos de Deus entram para uma condição caótica, perdendo a estabilidade e a segurança que só podem ser encontradas na orientação do Criador.

Esta mensagem é atual:

• Assim como as nações antigas foram advertidas sobre a necessidade de confiar em Deus em vez de confiar em fortalezas humanas, somos desafiados a avaliar nossas próprias fontes de segurança, confiança e esperança.

• A tecnologia, o poder militar e as realizações humanas podem representar as “fortalezas” modernas; contudo Isaías nos lembra de sua futilidade quando confrontadas com o juízo divino.

A profecia de Isaías 17 revela a interligação entre juízo divino sobre nações ímpias, a futilidade da confiança nas obras humanas e a promessa de restauração aos que voltam-se a Deus em arrependimento. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Atalhos Para Devastação-Isaías 17

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 17
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Confiar em emprego, empresa, salário, bens materiais, política, e até na ciência não garante segurança nenhuma para o futuro. Pode até aparentar segurança, mas tudo isso é uma grande ilusão diante das terríveis consequências do pecado.

Damasco (Síria) e Efraim (Israel), pegaram atalhos para o desfiladeiro da destruição ao deixar de priorizar a Deus para priorizar qualquer outra coisa. O despencar de Efraim do sucesso ao fracasso ilustra a decadência de uma igreja, uma cidade, um país, um continente e do mundo todo.

Em 14 versículos o profeta utiliza várias figuras para indicar devastação causada pela negligência à proteção divina:

• O vigor e o esplendor daqueles que um dia brilharam apagaram pelo desligamento da fonte da vida e da luz;
• O corpo sadio daqueles que exibiram a sua força se enfermaram tornando-se um esqueleto raquítico;
• A terra ficará vazia como um campo em colheita feita à mão;
• O respigar de uma colheita de pequeno porte revela o estrago feito pelo pecado;
• A exuberante vegetação duma floresta torna-se deserto, ou pior, cidades vazias, destruídas e derribadas pelo poder destruidor da falsa religião seguida por grandes multidões;
• A devastação provocada como por um dilúvio, ou um tsunami, oriundo dos oceanos da perversidade, imoralidade e iniquidade;
• O destino dos que perseguem e anseiam arruinar aos remanescentes fieis de Deus é semelhante ao pó e à palha soprados fortemente pelos vendavais arrasadores.

Assim como Israel devia aprender com a ruína dos ímpios, nós também precisamos aprender. As mesmas lições de que o povo de outrora careciam, nós, o povo de Deus de agora, carecemos.

Além destes pontos nada atraentes, temos no capítulo em questão, nobres verdades teológicas importantes, relevantes:

1. Deus está no controle tanto do céu quanto da terra;
2. Deus abençoa Seu povo, mas também o repreende por seus pecados;
3. Deus é o Criador, dono de tudo;
4. Deus é a Rocha segura, a única esperança de salvação para o pecador;
5. Deus é incomparável em relação a qualquer coisa, inclusive a qualquer outro deus.

Grandes verdades se podem extrair dos textos inspirados, pena que muitos não gostam ou não sabem ler a Bíblia. Se menos pessoas deixassem de desprezar e passassem a apreciar o livro de Deus, um reavivamento mundial seria evidente! – Heber Toth Armí.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

terça-feira, 6 de junho de 2017

Isaías 17 – Comentário Pr Heber Toth Armí

Isaías 17 –
Comentário Pr Heber Toth Armí


Confiar em emprego, empresa, salário, bens materiais, política, e até na ciência não garante segurança nenhuma para o futuro. Pode até aparentar segurança, mas tudo isso é uma grande ilusão diante das terríveis consequências do pecado.


Damasco (Síria) e Efraim (Israel), pegaram atalhos para o desfiladeiro da destruição ao deixar de priorizar a Deus para priorizar qualquer outra coisa. O despencar de Efraim do sucesso ao fracasso ilustra a decadência de uma igreja, uma cidade, um país, um continente e do mundo todo.


Em 14 versículos o profeta utiliza várias figuras para indicar devastação causada pela negligência à proteção divina:


• O vigor e o esplender daqueles que um dia brilharam apagarão pelo desligamento da fonte da vida e da luz;

• O corpo sadio daqueles que exibiram a sua força se enfermarão tornando-se um esqueleto raquítico;
• A terra ficará vazia como um campo em colheita feita à mão;
• O respigar de uma colheita de pequeno porte revela o estrago feito pelo pecado;
• A exuberante vegetação duma floresta torna-se deserto, ou pior, cidades vazias, destruídas e derribadas pelo poder destruidor da falsa religião seguida por grandes multidões;
• A devastação provocada como por um dilúvio, ou um tsunami, oriundo dos oceanos da perversidade, imoralidade e iniquidade;
• O destino dos que perseguem e anseiam arruinar aos remanescentes fieis de Deus é semelhante ao pó e à palha soprados fortemente pelos vendavais arrasadores.

Assim como Israel devia aprender com a ruína dos ímpios, nós também precisamos aprender. As mesmas lições de que o povo de outrora careciam, nós, o pode de Deus de agora, carecemos.


Além destes pontos nada atraentes, temos no capítulo em questão, nobres verdades teológicas importantes, relevantes:


1. Deus está no controle tanto do céu quanto da terra;

2. Deus abençoa Seu povo, mas também o repreende por seus pecados;
3. Deus é o Criador, dono de tudo;
4. Deus é a Rocha segura, a única esperança de salvação para o pecador;
5. Deus é incomparável em relação a qualquer coisa, inclusive a qualquer outro deus.

Grandes verdades se podem extrair dos textos inspirados, pena que muitos não gostam ou não sabem ler a Bíblia. Se menos pessoas deixassem de desprezar e passassem a apreciar o livro de Deus, um reavivamento mundial seria evidente! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

Deus Se agrada da retidão

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