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domingo, 31 de agosto de 2025

Números 20 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Números 20
Comentário Pr Heber Toth


NÚMEROS 20 – Lideranças espirituais dividem o peso da responsabilidade. Ao morrer um dos líderes, a liderança sente! Miriã morreu, a multidão atacou Moisés e Arão, acusando-os cruelmente. A bênção divina foi considerada maldição pelas lentes dos ingratos rebeldes.

• A opinião de certas pessoas contra líderes de Deus tiram aplausos do Diabo – o acusador dos irmãos (Apocalipse 12:10).

A pressão era grande sobre Moisés; conquanto, sendo extremamente calmo, paciente e humilde, “mais do que qualquer outro que havia na Terra” (Números 12:3), se estressou demasiadamente; a tal ponto de perder a cabeça, e ser punido de não entrar na Terra Prometida – assim como os incrédulos (Números 20:1-13).

Além disso, por mais diplomático e educado que Moisés fosse, não conseguiu liberação do líder civil de Edom (parentesco com Israel). O rei edomita não apenas reagiu negativamente ao gentil pedido, como atacou os israelitas “com um exército grande e poderoso” (Números 20:14-21). Para piorar, Arão também morreu e a nação “pranteou por ele durante trinta dias” (Números 20:22-27). Moisés perdeu seus ajudantes!

Miriã errara ao atacar Moisés (Números 12). Moisés e Arão erraram ao desobedecerem a Deus diante da congregação sedenta e birrenta (Números 20). Moisés foi assassino fugitivo do Império Egípcio (Êxodo 2), e Arão liderara ao povo na adoração ao bezerro de ouro (Êxodo 32).

Embora Moisés, Arão e Miriã ocuparam a posição mais elevada na história sagrada (Miqueias 6:4) nenhum deles era perfeito moral nem emocionalmente.

• Não há qualquer ser humano que seja impecável (Miqueis 7:1-6; Romanos 3:9-19). Nem os melhores e mais elevados indivíduos espirituais são perfeitos. A Bíblia é contundentemente clara: “Não há um só justo na Terra, ninguém que pratique o bem e nunca peque” (Eclesiastes 7:20).

• Portanto, “se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós... se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a Sua Palavra não está em nós” (1 João 1:8, 10).

• Somos todos frágeis, falhos... inclusive destacados líderes espirituais. Precisamos da liderança do sumo “Pastor e bispo de suas almas” (1 Pedro 2:25), que deixou Seus sub-pastores para conduzir Seu rebanho, os quais “receberão a imperecível coroa da glória” “quando se manifestar o Supremo Pastor” (1 Pedro 5:1-4).

Portanto, líderes e liderados, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Êxodo 18 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 18
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 18 – Ser representante de Deus em meio a pessoas indispostas a viver para Deus é uma das desafiadoras atividades que alguém tem neste mundo corrompido pela malignidade do pecado.

Moisés estava exausto de tanto trabalhar em prol de um povo ingrato, rebelde e murmurador. Haja paciência para aturar tantos murmuradores por tanto tempo – ainda sem o aconchego e apoio da família, desde que fora ao Egito libertar o povo.

Neste capítulo, Jetro revela-se um excelente sogro. Ele levou sua filha para juntar-se ao marido no deserto. E também seus netos. Gérson e Eliezer eram os dois filhos de Moisés com Zípora. Ele os tivera quando era fugitivo de um assassinato no Egito, pastoreando as ovelhas de seu sogro no deserto de Midiã, antes da experiência da sarça ardente no monte Sinai (Atos 7:20-29).

Jetro, que era sacerdote em Midiã, ouviu o testemunho do que Deus havia feito a Israel e sua fé amadureceu a tal ponto de declarar: “Agora sei que o Senhor é maior do que todos os outros deuses, pois Ele os superou exatamente naquilo de que se vangloriavam” (Êxodo 18:11). Após tal declaração de fé, demonstrou seu compromisso, adorando ao Deus verdadeiro. O relato inspirado descreve: “Então Jetro, sogro de Moisés, ofereceu um holocausto e sacrifícios a Deus, e Arão veio com todas as autoridades de Israel para comerem com o sogro de Moisés na presença de Deus” (Êxodo 18:12).

O Comentário Bíblico Adventista destaca que, “cada traço da conduta de Jetro prova que ele era um homem religioso e cria no Deus verdadeiro. Uma prova notável disso foi o seu ato de gratidão ao Senhor, o Deus de Israel”.

A família da esposa de Moisés era midianita (Êxodo 3:1; Números 10:29), descendente de Midiã, filho de Abraão com Quetura (Gênesis 25:1-2, 6), de onde ouviu sobre o Deus verdadeiro.

Há pessoas sinceras que servem a Deus na grande Babilônia da confusão religiosa; há uma igreja visível contendo “membros invisíveis”. Tais pessoas devem ouvir mais informações do Deus verdadeiro, e então convidar outras pessoas a saírem de um emaranhado religioso falso para servirem piedosamente ao Deus vivo (Apocalipse 18:3-4).

Devemos anunciar ousadamente “as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). Vamos testemunhar? – Heber Toth Armí.

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domingo, 22 de junho de 2025

Êxodo 17 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 17
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 17 – O Deus da Bíblia é incrível; Ele revela Sua graciosa bondade até aos ingratos murmuradores. Ele já havia libertado Israel das mãos da nação mais poderosa de então; havia aberto o Mar Vermelho para livrar Israel e afogar inimigos opressores (Êxodo 14:31); havia dado carne e maná diário para fartar a Israel (Êxodo 16:8, 11-14). Contudo, a reclamação não foi eliminada do povo ingrato.

Então, Deus mostrará Seu poder extraindo água de rocha para saciá-los e concederá vitória numa guerra contra um poderoso exército. Depois, “o Senhor disse a Moisés: ‘Escreva isto num rolo, como memorial, e declare a Josué que farei que os amalequitas sejam esquecidos para sempre debaixo do céu’. Moisés construiu um altar e chamou-lhe ‘o Senhor é a minha bandeira’” (Êxodo 17:14-15).

Toda essa didática foi insuficiente para ensinar e educar espiritualmente o povo que acabara de libertar-se da escravidão. Porém, a realidade no Novo Testamento mostra quão difícil é ao pecador entregar-se inteiramente a Deus. Note que o apóstolo Paulo também lida com a negligência dos cristãos em 1 Coríntios 10:1-5 quando escreve:

“Porquanto não quero, irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto”.

Portanto, fica claro que “não existe o contraste que muitas vezes se afirma haver entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a lei de Deus e o evangelho de Cristo, entre os requisitos da dispensação judaica e os da cristã. Toda alma salva da antiga dispensação era salva por Cristo tão verdadeiramente quanto somos salvos por Ele hoje em dia. Os patriarcas e profetas eram cristãos. A promessa do evangelho foi dada ao primeiro casal no Éden, quando havia se separado de Deus, pela transgressão. O evangelho foi pregado a Abraão. Os hebreus todos beberam da Rocha espiritual, que era Cristo” (Ellen White, CBASD, v. 6, p. 1179-1180).

Aprendamos a lição: Menos reclamação, mais gratidão! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 11 de junho de 2025

Êxodo 06 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 06
Comentário Pr Héber Toth Armí


ÊXODO 6 – Certos fracassos fazem parte da trajetória do crente. O fato de agir em nome de Deus pode ser frustrante, com resultados decepcionantes.

Russell N. Champlin reconhece que certamente “a espiritualidade não depende de uma vitória em um golpe único. O caminho da vitória está salpicado de pequenas derrotas e vitórias por um longo período de tempo”.

Essa experiência na obra de Deus, Moisés e Arão tiveram. As coisas não fluíram conforme suas sinceras expectativas de fé. Muitas vezes nosso problema é frustrar-nos com a paciência de Deus (Êxodo 5:22-23; 2 Pedro 3:8-10).

Sentindo-se fracassado, Moisés indagou pela lógica de um monarca do maior império da época dar-se ao trabalho de receber alguém insignificante, desajeitado e com dificuldade na comunicação como ele (Êxodo 6:30). Moisés não era um super-homem, blindado, com superpoderes, superior a tudo e a todos; era tão frágil como nós e deveria depender de Deus assim como devemos depender também.

Conquanto, Deus fez papel de terapeuta de Moisés, visando conduzi-lo à cura da baixa autoestima:

• Deus Se revela de uma forma diferente (Êxodo 6:3); “o nome ‘SENHOR’ (Jeová ou Javé) havia aparecido anteriormente no texto; porém, agora assume novo significado”, observa William MacDonald. Está relacionado à aliança com Israel.
• Deus demonstra empatia pelos oprimidos e sofredores deste mundo, e declara que agirá em prol deles (Êxodo 6:5; 2:23-25; 3:7-10).
• Deus aviva a memória reiterando Suas preciosas e grandiosas promessas, cuja garantia é Ele mesmo (Êxodo 6:2-8).
• Deus insiste com Seus servos desanimados, decepcionados e depressivos... incentivando-os a cumprirem uma importante e nobre missão (Êxodo 6:10-13, 28-29).
• Deus demonstra conhecer aos que foram enviados por Ele à grande comissão. As genealogias não são anexos, apêndices ou notas de rodapé nos projetos de Deus; elas são relevantes para reavivar o valor de Seus servos (Êxodo 6:14-25).

O desânimo pode ter causas externas (Faraó) ou internas (incredulidade do povo – Êxodo 6:9). Contudo, “enfrentar oposição dentro da própria família de Deus muitas vezes é mais difícil que suportar a perseguição vinda de fora”, afirma MacDonald. Nestas horas, a comunhão com Deus é a cura certeira para o desânimo! Deus anima Seus líderes e os incentiva a avançar confiantemente nEle (Êxodo 6:1, 10, 29).

Quando tudo conspira para nos desanimar, busquemos urgentemente a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 7 de junho de 2025

Êxodo 02 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Êxodo 02
Comentário Pr Heber Toth Armí


ÊXODO 2 – Ninguém nasce sabendo o caminho certo da vida, porém todos podem aprender nas páginas da Bíblia que buscar a Deus é mais sábio que lamentar sua condição. Em vez de reclamar, deveríamos aprender a clamar por intervenção sobrenatural.

Ninguém precisa frequentar a escola, participar de cursos ou ler métodos de reclamação para aprender a reclamar; mas, é preciso renunciar nossa tendência natural de reclamar para substituí-la por um clamor fervoroso ao Senhor.

Em Êxodo 1:8-17 nota-se que os descendentes dos patriarcas multiplicavam-se em número, e paralelamente multiplicavam-se aflição deles. Apesar da bênção divina, a situação dos israelitas era de alta periculosidade. Consequentemente, o povo de Deus gemia sob a dureza opressora da escravidão e assassinato infantil. Ao clamarem, Deus os ouviu. “Moisés” era a resposta de orações; porém, ele estragou tudo ao tentar libertar Israel do próprio jeito. Como nós, ele tinha muito que aprender!

Ao agir, Deus surpreende Seus servos. A irmã de Moisés não tinha noção que conseguiria salário do palácio do assassino de crianças para sua mãe educar o próprio filho. A princesa não tinha noção que seu filho adotivo seria preparado para liderar a libertação dos escravos do Egito! Moisés, jogado nas águas não para morrer, mas para sobreviver, foi tirado das águas de forma extraordinária como o filho da filha de Faraó; e, a esperança dos israelitas...

Observe que, ainda que Satanás almeje a destruição dos filhos, as mães sábias podem reverter a situação. Mães que enfrentam com determinação, fé e perseverança aos desafios que conspiram contra seus filhos, desfrutarão das bênçãos da boa educação espiritual!

Nossa tendência natural é desperdiçar o tempo que deveria ser dedicado em comunhão com Deus. Como nossa disposição de reclamar nos faz perder tempo, deveríamos aprender a clamar ao Senhor que nos socorre em qualquer situação.

Buscar intimidade com o Deus Eterno e onipotente é o melhor a fazer diante da aflição. Qualquer outra opção implica focar as coisas supérfluas. Êxodo 2:23-25 revela-nos que Deus...

• ...ouve o clamor de Seu povo.
• ...percebe o clamor de Seu povo.
• ...age em resposta ao clamor de Seu povo.

Deus não fica indiferente com braços cruzados diante de nosso clamor em meio à aflição; do Céu, atende nossas orações (Apocalipse 8:1-5). Tenha fé!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

A MÚMIA DE MOISÉS

Devocional Diário - Descobertas da fé


20 de fevereiro

A MÚMIA DE MOISÉS

Pela fé, Moisés, sendo homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado. Hebreus 11:24, 25

Em 2021, o mundo parou para ver um exótico desfile de múmias no Egito, levadas para o Novo Museu do Cairo. Sempre recomendo aos visitantes que conheçam antecipadamente a identidade dessas múmias e sua relação com a Bíblia.

No museu, é possível ver praticamente todos os membros da família real que participaram dos eventos relacionados ao Êxodo: Ahmose, o faraó que não conheceu José; Hatshepsut, a provável mãe adotiva de Moisés; e Tutmose III, que perseguiu o povo até chegar ao Mar Vermelho. Todos são membros da 18a dinastia.

A identificação é hipotética, pois a Bíblia não menciona o nome deles, embora haja muitas evidências nessa direção. O próprio nome de Moisés, que em egípcio seria Mose, é muito semelhante aos títulos faraônicos dessa família, que combinam o nome de um deus ao nascimento do rei. Ahmose significa “nascido de Ah”, o deus da lua, e Tutmose, “nascido de Tut”, o deus escriba.

Moisés, ou Mose, seria “nascido de”, mas de quem? Falta o complemento divino. Considerando que seu nome foi dado por ter sido tirado das águas (Êx 2:10), supõe-se que seu nome original fosse Hapimose, sendo Hapi o nome sagrado do rio Nilo. Assim, ao descobrir sua origem hebreia, Hapimose teria abandonado o prenome Hapi, ficando apenas com Mose ou Moisés.

Embora seja uma hipótese, uma coisa é certa: se Moisés houvesse escolhido o trono do Egito, não teria cumprido o chamado de Deus, e hoje veríamos sua múmia no museu do Cairo. Mas ele trocou o trono pelo deserto, o cetro pelo cajado, o palácio pela tenda. Guiou um povo rebelde e teve sua paciência testada.

Como vimos anteriormente, em um momento de fraqueza, desobedeceu a Deus e, por isso, não entrou em Canaã. Aceitou a disciplina e morreu no monte Nebo. Deus, contudo, não Se esqueceu dele. Sua ressurreição foi antecipada, e hoje ele desfruta da gloriosa presença de Deus, que só teremos na volta de Cristo.

As perdas por amor do Reino podem não fazer sentido aos olhos mortais, mas a história do libertador hebreu comprova que, ao lado de Deus, até o aparente prejuízo é lucro.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-mumia-de-Moises/

sábado, 22 de julho de 2023

MOISÉS E ELIAS

 Meditação Diária

22 de julho

MOISÉS E ELIAS

Jesus foi transfigurado diante deles. O Seu rosto resplandecia como o Sol, e as Suas roupas se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com Jesus. Mateus 17:2, 3

Quando Jesus foi transfigurado, Deus enviou Moisés e Elias para conversar com Ele. O que eles foram fazer? Embora frequentemente rodeado por multidões, Jesus sentia-Se sozinho. Até mesmo Seus discípulos não compreendiam bem Sua missão. Ele precisava de um conforto especial do Pai. Respondendo à Sua oração, Deus não mandou anjos de luz, mas dois homens que haviam passado por situações semelhantes às Suas. Mais do que ninguém, eles poderiam confortá-lo e animá-lo.

Moisés e Elias tinham suportado sofrimentos e tristezas e cooperado com Deus para a salvação de muitas pessoas. Moisés intercedera por Israel. Estivera disposto a dar a própria vida pelo povo (Êx 32:32). Durante 40 anos no deserto, enfrentara lutas e murmurações: do povo, dos líderes e até da família. Moisés sabia o que é amar e se sacrificar e não ser compreendido. Ele podia confortar Jesus e animá-lo.

Elias também sabia o que era estar só. Sozinho, comparecera diante de Acabe e anunciara o juízo de Deus que viria por meio de um longo período de seca. Sozinho, estivera por longos meses escondido junto ao ribeiro de Querite. Sozinho, estivera no Carmelo para defender a Deus contra os adoradores de Baal. Sim, Elias podia entender o que Jesus passava e também era capaz de manifestar simpatia e dar esperança.

Lucas 9:31 informa que eles falavam de Sua “partida”, de Sua morte. Literalmente, falavam de Seu “êxodo”. Como Moisés liderara um êxodo do Egito rumo a Canaã, brevemente Jesus faria Seu êxodo deste mundo e voltaria para o Céu, abrindo assim o caminho para que todos os que Nele cressem pudessem um dia segui-Lo. Moisés e Elias disseram a Jesus que até ali Ele cumprira fielmente Sua missão e que o Céu O aprovava. Eles O animaram a continuar até o fim e a completar Sua obra, enfrentando a cruz como fora planejado desde a eternidade.

Como Jesus, algumas vezes passamos por dias tristes, sombrios, quando parece que nada dá certo, que as pessoas à nossa volta não nos entendem e que nosso trabalho não significa muita coisa. Porém, Deus está vendo. No momento certo, Ele encontrará uma maneira de nos confortar e animar. 
https://youtu.be/LLgCfQMGbxs

domingo, 15 de janeiro de 2023

ESCUTEM O QUE ELE DIZ

ESCUTEM O QUE ELE DIZ

  Uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado; escutem o que Ele diz!” Mateus 17:5


   Jesus havia dito que alguns de Seus discípulos não morreriam antes de vê-Lo em Seu reino. Isso se cumpriu na transfiguração (Mt 16:28). Ali ocorreu uma representação em miniatura do futuro reino da glória (2Pe 1:16-18). Jesus, o Rei, apareceu glorificado. Moisés representou os mortos justos ressuscitados; e Elias, os fiéis que estarão vivos na Terra por ocasião do segundo advento de Cristo.

   Moisés e Elias também representavam a lei (Pentateuco) e os profetas, que prepararam o caminho para a missão de Cristo. A experiência da transfiguração afirmou a continuidade da obra de Jesus em relação àqueles que haviam sido os porta-vozes de Deus no passado.

   A transfiguração serviu para confortar e animar o próprio Filho de Deus para prosseguir com fé até o final de Sua missão. Também trouxe conforto para os discípulos, não só naquele momento, mas principalmente após a morte, ressurreição e ascensão de Cristo. A lembrança dessa experiência os fortaleceu e conferiu mais autoridade à mensagem cristã (Jo 1:14; 2Pe 1:16-18).

   Poucos dias antes da transfiguração, Jesus havia concedido aos discípulos a oportunidade de declararem sua fé Nele como Filho de Deus (Mt 16:13-16). Naquele momento, esse fato foi reafirmado pelo próprio Deus, que disse: “Este é o Meu Filho amado.” A afirmação de filiação pronunciada em Seu batismo (Mt 3:17) foi então reiterada.

   A declaração “Este é o Meu filho amado, em quem Me agrado” revela que, embora rejeitado pelo ser humano, Jesus não era rejeitado pelo Pai. Deus O reconheceu como Filho; por meio da Sua conduta, Jesus Lhe trouxe alegria e prazer.

   A voz do Céu ainda afirmou: “Escutem o que Ele diz!” Isso nos lembra uma profecia de Moisés que anunciava a vinda de um profeta especial, recomendando a Israel: “a Ele vocês devem ouvir” (Dt 18:15). Esse outro profeta é o próprio Jesus. Pedro, poucos dias antes, não tinha concordado com as palavras que Jesus dissera sobre Seu sofrimento e morte. Pedro não “ouvira”. Então Deus disse que Jesus é de fato Seu Filho, o esperado Messias, anunciado por Moisés e pelos profetas, e que Ele deveria ser ouvido. Portanto, hoje, ouçamos Sua voz. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA - MARAVILHOSO DEUS 

15 de janeiro

domingo, 4 de dezembro de 2022

A GRANDE OFERTA PELO PECADO

 A GRANDE OFERTA PELO PECADO

Moisés fez uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste. Quando alguém era mordido por alguma cobra, se olhava para a serpente de bronze, ficava curado. Números 21:9

Foi divinamente ordenado a Moisés que fizesse uma serpente de metal, parecida com as serpentes reais, e a erguesse entre o povo. Todos os que haviam sido feridos deviam olhar para ela e encontrariam alívio. Assim ele fez, e repercutiu por todo o acampamento a alegre notícia de que todos os que tivessem sido picados poderiam olhar para a serpente de metal e viver. Muitos já haviam morrido e, quando Moisés ergueu a serpente sobre a haste, alguns não queriam crer que o simples ato de olhar para a figura de metal os curaria. Estes pereceram em sua incredulidade. Contudo, havia muitos que tinham fé no meio que Deus havia provido. Pais, mães, irmãos e irmãs estavam ansiosamente empenhados em ajudar amigos sofredores e moribundos a fixar na serpente seus desfalecidos olhares. Embora fracos e agonizantes, se pudessem olhar apenas uma única vez, seriam completamente restabelecidos.

O povo bem sabia que na serpente de metal não havia poder para causar tal mudança nos que a contemplavam. A virtude curadora provinha unicamente de Deus. Em Sua sabedoria, Ele escolheu esse meio de demonstrar Seu poder. Por essa maneira simples, o povo foi levado a reconhecer que aquele mal havia sido causado por seus pecados. Também foi dito que, enquanto obedecessem a Deus, não tinham motivo para temer, pois Ele os protegeria.

O levantamento da serpente de bronze deveria ensinar a Israel uma importante lição. Não poderiam salvar a si mesmos dos efeitos fatais do veneno em seus ferimentos. Apenas Deus poderia curá-los. Contudo, era exigido que eles demonstrassem fé no meio que Ele havia providenciado. Deviam olhar para que vivessem. Sua fé é que era aceitável diante de Deus e, olhando para a serpente, mostravam que tinham fé. Sabiam que não havia virtude na serpente em si, mas ela era um símbolo de Cristo. Dessa forma, ficava clara para eles a necessidade de fé em Seus méritos. Até ali, muitos haviam trazido suas ofertas a Deus e achavam que assim estavam fazendo a expiação pelos próprios pecados. Não depositavam sua confiança no Redentor que viria, de quem essas ofertas eram apenas um símbolo. Agora o Senhor queria ensinar-lhes que seus sacrifícios, em si mesmos, não tinham mais poder nem virtude do que a serpente de bronze, mas deviam, como aquela, dirigir a mente a Cristo, a grande Oferta pelo pecado (Patriarcas e Profetas, p. 372, 373 [430]).

PARA REFLETIR: Deus já disfarçou uma bênção para você em uma ordem aparentemente estranha?

https://youtu.be/WYxWaniLM8s

MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-grande-oferta-pelo-pecado/

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

AQUELE QUE É MAIOR

 AQUELE QUE É MAIOR DO QUE MOISÉS

Se a questão for demasiadamente difícil para vocês, tragam para mim, e eu a ouvirei. Deuteronômio 1:17

Creiamos que o Senhor ouvirá nossas petições unidas. Com Ele, nada é impossível. O poderoso Conselheiro dirige a nós as mesmas palavras proferidas por Moisés: “Se a questão for demasiadamente difícil para vocês, tragam para mim, e eu a ouvirei” (Dt 1:17). Que mensagem alegre e esperançosa! Não aceitaremos esse gracioso convite? Aquele que é maior do que Moisés profere essas palavras, e elas ecoam por todas as eras até o Israel de Deus na atualidade. Quando o assunto causa perplexidade à sabedoria humana e é difícil demais até mesmo para as habilidades mais desenvolvidas, leve-o a Jesus. Aquele que disse em tom encorajador “tragam para Mim” não decepcionará nossas expectativas.

O necessário para nós é simplesmente exercer fé em Sua palavra de que Ele removerá todas as dificuldades e barreiras, tornando claro o que parece complexo e iluminando o que era escuro. Com Ele, nada é impossível. De algo tenho certeza: devemos descansar na promessa de Deus sem qualquer sombra de dúvida. Olhe e viva! “Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12:2). Ali, como sobre um alicerce firme, nós descansamos. A fé pode então traçar seu caminho, muitas vezes nublado e sem estrelas, enquanto tudo parece uma selva complicada. “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem” (Hb 11:1).

A fé é capaz de superar provas, enfrentar tentações, suportar desapontamentos e conviver com eles. Permaneça firme diante de situações aparentemente intransponíveis, dizendo: “Tu és meu refúgio. Em Ti confio completamente, crendo na Palavra, porque os olhos da fé enxergam em Jesus o substituto e o penhor da humanidade. Estou ciente de que Cristo é a testemunha viva de que para sempre Deus é fiel.” A promessa se cumpre então em nós, no sim e no amém de Cristo Jesus.

As ondas de prova e tentação podem tentar nos submergir. Diante das aparências, será como se estivéssemos afundando debaixo de vagalhões espumosos que parecem conversar com a morte, enquanto nossa alma clama em angústia. Ele não nos socorrerá? O Senhor deixou de ser gracioso? Em Sua ira, encerrou Suas ternas misericórdias? Contemple a face de Seu ungido. Olhe então a glória da verdade, fidelidade, longanimidade e compaixão de Deus brilhando no rosto de Jesus Cristo, para nunca mais duvidar! (Carta 80, 1893).

PARA REFLETIR: Que situação é difícil demais para você suportar hoje? Que tal levá-la a Jesus?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

16 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/aquele-que-e-maior-do-que-moises/

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

O SER INVISÍVEL

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

11 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-ser-invisivel/

O SER INVISÍVEL

Pela fé, Moisés abandonou o Egito, não ficando amedrontado com a ira do rei, pois permaneceu firme como quem vê Aquele que é invisível. Hebreus 11:27

A educação que Moisés havia recebido no Egito foi-lhe de grande auxílio sob muitos pontos de vista; mas a preparação mais valiosa para o trabalho de sua vida foi a que recebeu quando empregado como pastor. Moisés tinha por natureza um espírito impetuoso. No Egito, como chefe militar bem-sucedido e favorito do rei e da nação, estava acostumado a receber louvor e adulação. Tinha atraído o povo para si. Esperava realizar por suas próprias forças a obra da libertação de Israel. Muito diferentes eram as lições que devia receber como representante de Deus. Conduzindo seus rebanhos pelas montanhas selvagens e pelos verdes pastos dos vales, aprendeu sobre fé, mansidão, paciência, humildade e abnegação. Aprendeu a cuidar dos fracos, tratar dos doentes, procurar os perdidos, suportar os indisciplinados, vigiar os cordeiros e alimentar os velhos e debilitados.

Nessa obra, Moisés era atraído para mais perto do Bom Pastor. Tornava-se intimamente unido ao Santo de Israel. Não projetou mais fazer uma grande obra. Procurava fielmente cumprir, como sob o olhar de Deus, a obra a ele confiada. Via a presença de Deus em tudo que o rodeava. A natureza inteira lhe falava do Ser invisível. Reconhecia-O como Deus pessoal e, meditando sobre Seu caráter, compenetrava-se mais e mais do sentimento de Sua presença. […]

Após essa experiência, Moisés ouviu a ordem do Céu para trocar o cajado de pastor pelo bastão da autoridade; deixar o rebanho de ovelhas e se encarregar da condução de Israel. O divino mandato encontrou-o desconfiado de si próprio, sem eloquência e tímido. Estava assombrado pelo sentimento de sua inaptidão para ser o porta-voz de Deus. Mas aceitou essa obra depondo inteira confiança no Senhor. A grandeza dessa missão pôs em exercício as mais altas faculdades de seu espírito. Deus abençoou sua pronta obediência, e Moisés tornou-se eloquente, esperançoso e de espírito equilibrado, preparado para a maior obra jamais confiada aos seres humanos. Dele foi escrito: “Nunca mais se levantou em Israel um profeta como Moisés, com quem o Senhor tratava face a face” (Dt 34:10) (A Ciência do Bom Viver, p. 474, 475).

PARA REFLETIR: O que você aprendeu que precisa desaprender a fim de realizar um serviço maior para Deus?
https://youtu.be/FXYLOXYQDeo

terça-feira, 19 de julho de 2022

Deuteronômio 34 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 34

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 34 – O final do último dos 6 livros escritos por Moisés, revela ao leitor que Deus “não passa a mão na cabeça” nem do melhor de Seus maiores líderes, caso cometam pecado. 

Além de Deus mostrar toda a Terra Prometida do cume do monte Pisga (Nebo), Moisés pode ver que pecado é coisa séria. Suas consequências são seríssimas, mesmo havendo arrependimento. O pecado acelera a morte encurtando a vida, arranca sonhos acalentados no coração e conduz-nos à sepultura junto aos que morreram:

• Deve ser muito triste saber que nosso fim poderia ser diferente se no passado tivéssemos sido mais dependentes de Deus.

• Quão doloroso deve ser descobrir que não fosse por nossos pecados poderíamos desfrutar de maiores experiências maravilhosas antes do último suspiro.

“A morte de Moisés não foi uma tragédia, pois ele morreu na bendita esperança e com a fé firmada em Deus. Além disso, ele não ficou muito tempo na sepultura, uma vez que Deus, que é a própria Vida e Doador da vida, o ressuscitou. Isso é incrível! Enquanto os versos finais de Deuteronômio relatam a morte de Moisés, o Novo Testamento dá testemunho da sua ressurreição. Judas menciona especificamente como Satanás afirmou que Moisés lhe pertencia por causa de seu pecado, esperando mantê-lo na tumba como troféu (Jd 9). Mas Deus perdoou a impaciência e a falta de confiança de Moisés, assim como perdoa nossos pecados e ofensas quando nos arrependemos e os confessamos com honestidade e sinceridade (1Jo 1:7, 9). Nenhuma força do mal pode impedir Deus de agir; quando Ele é por nós, quem pode ser contra nós? A ressurreição de Moisés prova que os pecadores podem experimentar a ressurreição quando pedem perdão e renovam sua confiança em Deus” (Jirí Moskala).

• Quão felizes podemos ser ao saber que mesmo sofrendo as consequências do pecado, de ter nossos sonhos abortados por nossos pecados, e mesmo assim desfrutar de planos de Deus muito mais elevados que os nossos.

Tudo estava pronto para que Moisés partisse. Josué havia sido treinado por muitas décadas, e estava cheio do Espírito Santo ao Moisés impor as mãos sobre ele, dando-lhe sabedoria para liderar o povo de Deus no cumprimento da promessa (Deuteronômio 34:9).

Os planos de Deus se cumprem, apesar de nós! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 13 de junho de 2022

Números 34 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Números 34

Comentário Pr Heber Toth Armí

NÚMEROS 34 – As Escrituras foram escritas por homens, por ordem de Deus (Números 33:2); O qual trabalha com Seu povo através de Seus líderes e seus escritos; portanto, as informações contidas nas páginas do Pentateuco são “os mandamentos e as ordenanças que o Senhor deu... por intermédio de Moisés...” (Números 36:13).

O livro de Números trata vastamente sobre liderança. Ainda que muitos possam ter aversão à hierarquia, líderes são fundamentais nos planos de Deus. 

Deus tem critérios na escolha de Seus líderes; por exemplo, “o Senhor disse a Moisés: ‘Chame Josué, filho de Num, homem em quem está o Espírito... Faça-o apresentar ao sacerdote Eleazar e a toda a comunidade e o comissione na presença deles. Dê-lhe parte da sua autoridade para que toda a comunidade de Israel lhe obedeça” (Números 27:18-20). Outro exemplo é o sacerdote Eleazar, o qual Josué devia procurá-lo para receber “diretrizes ao consultar o Urim, perante o Senhor” (Números 27:21). É digno de nota, também, o líder Calebe, identificado por Deus como Seu servo – devido a ter outro espírito e Lhe seguir com integridade (Números 14:24).

Em Números 34:16-19, sob a liderança de Moisés, os líderes Eleazar e Josué designariam “um líder de cada tribo para ajudar a distribuir a terra”. Note que Calebe encabeça a lista – responsável pela tribo de Judá, de onde viria o Messias (Números 34:19). Após Calebe, estão “os homens a quem o Senhor ordenou que distribuíssem a herança aos israelitas na terra de Canaã” (Números 34:29), dentro do perímetro e da forma divinamente orientados (Números 34:1-15).

John Stott observa que “há uma séria escassez de líderes no mundo contemporâneo”. Predominam líderes como Balaão e Balaque: Que desejam a ruína do povo de Deus (Números 22:1-25:18). Ou líderes como Corá, Datã e Abirão que se opõem aos líderes chamados por Deus (Números 16:1-17:13). Abundam líderes como os dez espias que inspiraram os liderados a desejarem “um chefe” para voltarem “para o Egito!” (Números 13:1-14:4) e pretenderem extinguir líderes espirituais sérios (Números 14:10).

Infelizmente, nos últimos dias, a maioria prefere líderes “hipócritas e mentirosos” pelo fato de não suportarem a sã doutrina “juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos” (1 Timóteo 4:2; 2 Timóteo 4:3). Aprendamos as lições sobre liderança em Números! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 22 de março de 2022

Jetro - Êxodo 18

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 18

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 18 – Ser representante de Deus em meio a pessoas indispostas a viver para Deus é uma das desafiadoras atividades que alguém tem neste mundo corrompido pela malignidade do pecado.

Moisés estava exausto de tanto trabalhar em prol de um povo ingrato, rebelde e murmurador. Haja paciência para aturar tantos murmuradores por tanto tempo – ainda sem o aconchego e apoio da família, desde que fora ao Egito libertar o povo. 

Neste capítulo, Jetro revela-se um excelente sogro. Ele levou sua filha para juntar-se ao marido no deserto. E também seus netos. Gérson e Eliezer eram os dois filhos de Moisés com Zípora. Ele os tivera quando era fugitivo de um assassinato no Egito, pastoreando as ovelhas de seu sogro no deserto de Midiã, antes da experiência da sarça ardente no monte Sinai (Atos 7:20-29).

Jetro, que era sacerdote em Midiã, ouviu o testemunho do que Deus havia feito a Israel e sua fé amadureceu a tal ponto de declarar: “Agora sei que o Senhor é maior do que todos os outros deuses, pois Ele os superou exatamente naquilo de que se vangloriavam” (Êxodo 18:11). Após tal declaração de fé, demonstrou seu compromisso, adorando ao Deus verdadeiro. O relato inspirado descreve: “Então Jetro, sogro de Moisés, ofereceu um holocausto e sacrifícios a Deus, e Arão veio com todas as autoridades de Israel para comerem com o sogro de Moisés na presença de Deus” (Êxodo 18:12).

O Comentário Bíblico Adventista destaca que, “cada traço da conduta de Jetro prova que ele era um homem religioso e cria no Deus verdadeiro. Uma prova notável disso foi o seu ato de gratidão ao Senhor, o Deus de Israel”.

A família da esposa de Moisés era midianita (Êxodo 3:1; Números 10:29), descendente de Midiã, filho de Abraão com Quetura (Gênesis 25:1-2, 6), de onde ouviu sobre o Deus verdadeiro.

Há pessoas sinceras que servem a Deus na grande Babilônia da confusão religiosa; há uma igreja visível contendo “membros invisíveis”. Tais pessoas devem ouvir mais informações do Deus verdadeiro, e então convidar outras pessoas a saírem de um emaranhado religioso falso para servirem piedosamente ao Deus vivo (Apocalipse 18:3-4).

Devemos anunciar ousadamente “as grandezas dAquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9). Vamos testemunhar? – Heber Toth Armí.

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sábado, 19 de março de 2022

Cântico de Moisés - Êxodo 15

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 15

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 15 – Deus merece ser exaltado por Seus maravilhosos feitos. Devemos aprender grandes verdades com Moisés e Miriã – mulher que recebe a primeira menção possuindo dom de profecia. Além de profetiza, Miriã era musicista, cantora, regente e compositora (Êxodo 15:20-21).

Sem conhecer teologia não há verdadeira doxologia. “O amor de Deus resulta em Israel ser vitorioso sobre o Egito e outras nações que tremem diante da grandeza do Senhor (15:13-16) e, por fim, em ‘plantar’ os israelitas na terra, a qual fora prometida desde tempos tão remotos quanto Gênesis 12:10-9 (15:17)... O louvor começa com reconhecimento do caráter de Deus. Neste cântico assinala-se devidamente o poder de Deus como prova do amor e incomparabilidade divinos. Entretanto, o louvor não pára por aqui, pois conduz à maneira como o povo escolhido relacionar-se-á com Yahweh. Eles devem retribuir o ‘amor’ incansável de Deus (15:13) de alguma maneira que não seja apenas cantar”, explica Paul House.

Música é o extravasar do coração. É dizer algo profundo com emoção. É a gratidão buscando impulso para sua expressão. Assim surge o louvor ao Deus Protetor, Abençoador e Libertador.

Instrumentos musicais alavancam o que apenas as palavras cantadas anseiam expressar. Por isso, todos os instrumentos têm o seu lugar na adoração ao Criador. A teologia correta em forma poética, e a gratidão a Deus em forma de canção, é um dos gestos mais sublimes da adoração!

Sandro Baggio avaliou que, lamentavelmente, nos dias atuais, “os músicos cristãos precisam romper com a mediocridade e desenvolver uma criatividade madura e contextualizada em suas letras”; pois, “grande parte dos compositores cristãos da atualidade, como diz Franky Schaeffer, parece ter ‘um Q.I. trinta pontos menor do que o de uma água-viva retardada’. Basta olhar para a maioria das letras de músicas cristãs da atualidade para constatar tal afirmação. A maioria delas se resume em repetir chavões...”.

Deus não apenas abre e fecha o mar, Ele transforma águas amargas em águas doces; assim quer Ele transformar nossa vida durante a jornada neste mundo causticante.

Sem harmonia com a vontade divina, a cantoria estará desafinada. É inadmissível compor um louvor sem experiência com o Senhor.

Então, experimente Seu poder para louvá-Lo com prazer, ao entoar o “Cântico de Moisés” após as 7 últimas pragas (Apocalipse 15:1-8) – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 14 de março de 2022

Dureza de coração - Êxodo 10

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 10

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 10 – Na briga dos deuses, o Deus da Bíblia vence. Na guerra contra o Egito, Deus apresentará fraquezas e limitações dos deuses adorados e aclamados do paganismo. O problema são indivíduos com obstinada rebeldia diante de tanta evidência das crenças imprestáveis.

Assim como o problema do “barro” endurecer ou da “cera” derreter não está no sol, mas com o material que recebe seu calor, o problema do coração duro não está com Deus; está com aquele que teima diante dEle. Perder, e ainda não admitir estar errado, é a pior das tolices. Descer do pedestal do orgulho é muito difícil; por isso, a loucura trava uma batalha acirrada com Deus, faz a criatura pensar que pode combater ao Criador.

Rejeitar Deus tem consequências. “O pecado dos egípcios foi que eles recusaram a luz que Deus lhes havia tão graciosamente enviado por meio de José” no passado (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1210). A dureza do coração frente a tantas investidas de juízos empapuçados de misericórdia com Moisés esgotou o limite da paciência divina. Assim também sucederá na história universal; embora Deus seja paciente, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), o tempo de graça chegará ao fim, então, Jesus aparecerá nas nuvens dos Céus a fim de libertar o remanescente fiel das agruras deste mundo perverso (Mateus 24:29-31).

Pragas cairão como juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram todas as estratégias e oportunidades oferecidas no evangelismo. “Cada rejeição da luz endurece o coração e obscurece o entendimento; e assim os homens acham cada vez mais difícil distinguir entre o certo e o errado e se TORNAM MAIS OUSADOS EM RESISTIR à vontade de Deus” (Idem, p. 1212).

Nessa altura, na nona praga, Faraó tentou negociar; porém, “Moisés não estava disposto a barganhar com Faraó. Por essa razão, o rei o expulsou de sua presença e ordenou que nunca mais voltasse”, destaca William MacDonald.

Como as pragas foram prenúncios de juízos sobre o mal, e também da libertação de Israel, assim as sete últimas pragas implicarão no juízo divino sobre os agentes do mal e na libertação do remanescente fiel (Apocalipse 16:1-21).

Leitor(a) amigo(a), hoje... se você ouvir a voz de Deus, não endureça teu coração (Hebreus 4:7). 

Entreguemo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 12 de março de 2022

A obstinação de Faraó - Êxodo 08

   Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 08

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 8 – Diante do cumprimento de profecia, Deus aguarda reconhecimento de Sua soberania. Esse é um dos motivos dEle não agir sem antes revelar Seus segredos aos Seus profetas (Amós 3:7).

Note que após uma semana das águas transformadas em sangue, Moisés avisa ao Faraó que surgiriam rãs por todo lado, caso recusasse deixar o povo cultuar a Deus. O monarca podia evitar caso não fosse teimoso. Fica claro que rejeitar a Deus implica na ignorância mais estúpida, levando o indivíduo a desafiar ao próprio Deus. Teimosia fundamenta-se no orgulho!

A obstinação de Faraó não o permitiu liberar Israel; então, Deus mostrou Sua indignação enviando o que prometera caso Sua petição fosse negada. “Levando-se em conta que o rio Nilo era considerado sagrado pelos egípcios, para eles esta praga, como as outras, era uma competição entre deuses. Até as rãs eram objetos de adoração, e por isso não deveriam ser mortas”, comenta Leo G. Cox. A situação tornou-se um caos pela teimosia do Faraó e a crença absurda dos pagãos. Assim, Deus mostrava a fragilidade da espiritualidade falsificada!

Na primeira praga, líderes egípcios cavaram poços; obtendo água durante a semana de sangue. Todavia, na praga das rãs, não conseguiram nenhuma solução; nem mesmo conseguiram dormir em paz; consequentemente, Faraó cedeu: Pediu que Moisés e Arão orassem a Deus para impedir a praga (Êxodo 8:8-14). Porém, Faraó declinou de sua palavra e então enfrentou as pragas dos piolhos e das moscas – o que nem magos nem feiticeiros conseguiram imitar. Então, sinceramente, alertaram a Faraó: “Isso é o dedo de Deus” (Êxodo 8:19).

Fica claro nesse relato que ciências ocultas pertencem ao diabo. E... seus poderes, ainda que reais, são limitados!

Infelizmente, o ocultismo está presentes nas casas inclusive de cristãos de nossa geração. Tais ciências invadiram muitos lares através das mídias modernas e literaturas.

“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1); muitos “se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos” (2 Timóteo 4:4). Deus anseia pela conversão daqueles que descobrem tais verdades. 

Incrivelmente, muitos não abandonam o ocultismo; entretanto, não devemos desistir de evangelizar! Rejeitar Deus resulta em sofrimento; porém, Sua misericórdia convida-nos ao arrependimento!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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terça-feira, 8 de março de 2022

Sinais - Êxodo 04

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 04

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 4 – Ainda que o poder preocupa mais aos seres humanos do que agir corretamente, e a estética é mais valorizada que a ética, e o orgulho é preferível à humildade, Deus trabalha para moldar àqueles que desprezam a vaidade para submeter-se a Ele.

Deus atua para libertar-nos da tirania do pecado, resgatando-nos das correntes da maldade. As páginas sagradas revelam Seu plano de redenção em andamento. Nesse processo, O notamos atuando nas primeiras páginas do livro de Êxodo. 

Neste mundo de pecado sempre estamos lidando com problemas; os quais são variados. Faraó teve medo do povo de Israel, sentiu-se ameaçado e então agiu com truculência para tentar resolver seu problema (Êxodo 1:8-10). Os israelitas, que multiplicavam-se rapidamente no Egito, gemiam, ao enfrentaram a escravidão e o assassinato dos filhos recém nascidos (Êxodo 1:12-14, 22; 2:23). Moisés, tentando ajudar seu povo, matou um egípcio. Ameaçado de morte, tornou-se fugitivo pelo deserto (Êxodo 2:11-15). 

Deus entra nesse emaranhado de problemas para resgatar Seu amado povo. A Bíblia do Discípulo introduz Êxodo comentando que esse livro “é a narrativa do cumprimento das promessas de Deus aos patriarcas, de que Ele faria de seus descendentes uma grande nação. Descreve a auto-revelação de Deus, O qual convida Israel a crer nEle e a segui-Lo rumo à liberdade”.

Com esse intuito, Deus fez um convite ao fugitivo Moisés para compartilhar de Seus planos. Moisés alegou incapacidade, covardia, baixa autoestima, travado para falar e incompetente. Entretanto, Deus insistiu, oferecendo-lhe Sua presença, Sua onipotência, Sua capacitação, Sua orientação e Sua direção. Então... Moisés aceitou a missão. 

Por conseguinte, “como libertador, Moisés sofria o risco de ser cortado por causa do pecado. Portanto, Zípora [sua esposa] circuncidou o filho. O encontro de Moisés com Arão, e a manifestação dos sinais por intermédio deles marcam o progresso do plano redentor”, analisa Merrill F. Unger.

Sendo que não há justo nenhum sequer, Deus não chama pessoas perfeitas; Ele capacita os imperfeitos que aceitam Seu chamado. Você aceita?

Deus não Se equivoca quando nos chama; nós que equivocamos quando rejeitamos Seu chamado para cumprir uma missão específica e especial.

Nosso único medo deveria ser o de não viver os planos de Deus para nós. Então, consagremo-nos a Ele e estejamos disponíveis como Seus instrumentos. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 7 de março de 2022

Promessa da libertação - Êxodo 03

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 03

Comentário Pr Héber Toth Armí

ÊXODO 3 – Enquanto personagens poderosos não se importam com pessoas (e quando as percebem as tratam como ameaça), Deus Se importa até mesmo com escravos sofredores. 

Nestas frases abaixo, é notório o caráter de Deus ao lidar com os escravos israelitas no Egito:

• “O seu clamor subiu até Deus. Ouviu Deus o lamento...” (2:23-24).

• Deus “lembrou-Se da aliança que fizera...” (2:24).

• “Deus olhou para os israelitas...” (2:25).

• Deus “viu qual era a situação...” (2:25).

• “O Anjo do Senhor lhe apareceu” (3:2).

• “O Senhor viu que ele se aproximara para observar...” (3:4).

• “do meio da sarça Deus o chamou: Moisés, Moisés...” (3:4).

• “Então disse Deus: Não se aproxime...” (3:5).

• “Tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito” (3:7).

• “Tenho escutado seu clamor” (3:7).

• “Sei o quanto eles estão sofrendo” (3:7).

• “Por isso desci para livrá-los...” (3:8).

• Desci “para tirá-los daqui para uma terra boa e vasta...” (3:8).

• “o clamor dos israelitas chegou a mim, e tenho visto como os egípcios os oprimem” (3:9).

Em vez de ignorar os pecadores, Deus ouve atentamente seus clamores. Em vez de desprezar-nos pela nossa condição de escravos do pecado, perdidos e afogados na lama da iniquidade, Deus preza por agir amoravelmente em nosso favor.

Para tal, Deus abordou Moisés, o frágil e impotente homem, frustrado com seu passado. Um assassino fugitivo, sobrevivendo como pastor das ovelhas que não eram suas, no deserto, sem expectativa alguma... Deus pode reverter uma alma moribunda, tornando-a num grandioso instrumento em Sua causa!

A promessa da libertação aconteceria no tempo certo (Gênesis 15:13-16). Assim como a promessa do grande libertador da humanidade também se cumpriu na plenitude do tempo (Gálatas 4:3-5); e, antes do advento de Jesus, o profeta Daniel categoricamente profetizou que no tempo de grande angústia do mundo, “se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor” do Seu povo (Daniel 12:1-2).

Diante da situação caótica de nossa sociedade, Deus é a única esperança real para o desespero humano. Ele é a única certeza para este mundo incerto. Ele é a única segurança para um mundo econômica e politicamente instável.

Moisés foi a salvação da escravidão egípcia, mas Jesus é o Salvador da escravidão do pecado. Aguardamos a segunda vinda de Cristo, que virá no tempo certo para libertar-nos! 

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 6 de março de 2022

Moisés, jogado nas águas - Êxodo 02

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Êxodo 02

Comentário Pr Heber Toth Armí

ÊXODO 2 – Ninguém nasce sabendo o caminho certo da vida, porém todos podem aprender nas páginas da Bíblia que buscar a Deus é mais sábio que lamentar sua condição. Em vez de reclamar, deveríamos aprender a clamar por intervenção sobrenatural.

Ninguém precisa frequentar a escola, participar de cursos ou ler métodos de reclamação para aprender a reclamar; mas, é preciso renunciar nossa tendência natural de reclamar para substituí-la por um clamor fervoroso ao Senhor.

Em Êxodo 1:8-17 nota-se que os descendentes dos patriarcas multiplicavam-se em número, e paralelamente multiplicavam-se aflição deles. Apesar da bênção divina, a situação dos israelitas era de alta periculosidade. Consequentemente, o povo de Deus gemia sob a dureza opressora da escravidão e assassinato infantil. Ao clamarem, Deus os ouviu. “Moisés” era a resposta de orações; porém, ele estragou tudo ao tentar libertar Israel do próprio jeito. Como nós, ele tinha muito que aprender!

Ao agir, Deus surpreende Seus servos. A irmã de Moisés não tinha noção que conseguiria salário do palácio do assassino de crianças para sua mãe educar o próprio filho. A princesa não tinha noção que seu filho adotivo seria preparado para liderar a libertação dos escravos do Egito! Moisés, jogado nas águas não para morrer, mas para sobreviver, foi tirado das águas de forma extraordinária como o filho da filha de Faraó; e, a esperança dos israelitas...

Observe que, ainda que Satanás almeje a destruição dos filhos, as mães sábias podem reverter a situação. Mães que enfrentam com determinação, fé e perseverança aos desafios que conspiram contra seus filhos, desfrutarão das bênçãos da boa educação espiritual!

Nossa tendência natural é desperdiçar o tempo que deveria ser dedicado em comunhão com Deus. Como nossa disposição de reclamar nos faz perder tempo, deveríamos aprender a clamar ao Senhor que nos socorre em qualquer situação.

Buscar intimidade com o Deus Eterno e onipotente é o melhor a fazer diante da aflição. Qualquer outra opção implica focar as coisas supérfluas. Êxodo 2:23-25 revela-nos que Deus...

• ...ouve o clamor de Seu povo.

• ...percebe o clamor de Seu povo.

• ...age em resposta ao clamor de Seu povo.

Deus não fica indiferente com braços cruzados diante de nosso clamor em meio à aflição; do Céu, atende nossas orações (Apocalipse 8:1-5). Tenha fé!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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Jó 34 – Deus é Justo

  Jó 34 Comentários –  Deus é Justo em Todos os Seus Caminhos 🔹 Contexto Jó 34 faz parte do segundo discurso de Eliú, o jovem que havia per...