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sábado, 13 de junho de 2026

O Compromisso Renovado com Deus

Comentários Neemias 10 

O Compromisso Renovado com Deus

Uma Aliança de Fidelidade: O Povo Decide Obedecer a Deus

Contexto
Após a leitura da Lei por Esdras (Neemias 8) e a confissão dos pecados do povo (Neemias 9), os israelitas perceberam o quanto haviam se afastado dos caminhos de Deus. Reconhecendo seus erros, decidiram renovar sua aliança com o Senhor.
Neemias 10 registra esse compromisso formal. Líderes, sacerdotes, levitas e o povo assinaram um documento prometendo obedecer à Lei de Deus. Não foi apenas um momento de emoção espiritual, mas uma decisão prática de viver segundo os princípios divinos.
O capítulo destaca a importância da obediência, da separação do pecado e do compromisso com a adoração verdadeira.

Comentários por Seções

Neemias 10:1-27 – Os que Assinaram a Aliança
Neemias lidera uma lista de sacerdotes, levitas e líderes que colocaram seus nomes no documento.
Lição
A liderança espiritual deve dar o exemplo. Os líderes foram os primeiros a assumir publicamente seu compromisso com Deus.
Aplicação: Nossa influência é maior quando nossas ações confirmam nossas palavras.

Neemias 10:28-29 – O Compromisso de Todo o Povo
Não apenas os líderes, mas todos os que tinham entendimento se comprometeram a seguir a Lei do Senhor.
Lição
A fé não pode ser herdada ou terceirizada. Cada pessoa precisa assumir sua própria decisão de servir a Deus.
Aplicação: Deus deseja uma entrega pessoal e consciente.

Neemias 10:30 – Pureza nos Relacionamentos
O povo prometeu não realizar casamentos que os afastassem da fé verdadeira.
Lição
O problema não era a nacionalidade, mas a influência espiritual que poderia levar à idolatria.
Aplicação: Nossos relacionamentos devem fortalecer nossa caminhada com Deus e não enfraquecê-la.

Neemias 10:31 – Respeito ao Sábado
Os israelitas decidiram não negociar nem comprar mercadorias no sábado.
Lição
O sábado foi separado por Deus para comunhão, adoração e descanso.
Aplicação: Precisamos proteger o tempo dedicado a Deus das distrações e preocupações do dia a dia.

Neemias 10:32-33 – Sustento da Casa de Deus
O povo estabeleceu contribuições regulares para manter os serviços do templo.
Lição
A obra de Deus requer compromisso e participação de Seu povo.
Aplicação: Devemos apoiar a missão da igreja com nossos recursos, tempo e talentos.

Neemias 10:34 – A Oferta da Lenha
Foi organizado um sistema para fornecer lenha ao altar do templo.
Lição
Até as tarefas aparentemente simples têm valor no serviço de Deus.
Aplicação: Nenhuma função na obra do Senhor é insignificante.

Neemias 10:35-37 – As Primícias ao Senhor
O povo prometeu entregar as primeiras colheitas e os primogênitos conforme a Lei.
Lição
As primícias representam gratidão e reconhecimento de que tudo pertence a Deus.
Aplicação: Deus merece o primeiro lugar em nossa vida, tempo e recursos.

Neemias 10:38-39 – Dízimos e Fidelidade
Os levitas recolheriam os dízimos, e uma parte seria destinada ao templo.
O capítulo termina com uma declaração marcante:

"Não desampararemos a Casa do nosso Deus."

Lição
A verdadeira espiritualidade envolve compromisso contínuo com a adoração e a missão de Deus.
Aplicação: A fidelidade não é um evento isolado, mas um estilo de vida.

Temas Principais do Capítulo
1. Renovação Espiritual
O arrependimento genuíno produz mudanças concretas.
2. Compromisso com a Palavra
O povo decidiu obedecer ao que havia aprendido.
3. Santidade
Deus chama Seu povo para viver de forma diferente do mundo.
4. Fidelidade na Adoração
A adoração verdadeira envolve dedicação e responsabilidade.
5. Participação Coletiva
Toda a comunidade assumiu o compromisso de servir ao Senhor.

Aplicações para Hoje
✅ Não basta ouvir a Palavra; é preciso praticá-la.
✅ O arrependimento verdadeiro produz transformação.
✅ Deus deve ocupar o primeiro lugar em nossas prioridades.
✅ A fidelidade é demonstrada nas pequenas e grandes decisões.
✅ A igreja e a missão de Deus precisam do envolvimento de todos.

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #Neemias10 #EstudoBiblico

Versículo-Chave
"Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres, e convieram num anátema e num juramento, de que andariam na Lei de Deus." (Neemias 10:29)
Pergunta para Reflexão
Se eu assinasse hoje uma aliança de fidelidade com Deus, quais compromissos da minha vida precisariam ser renovados?

Oração
"Senhor, assim como o povo de Israel renovou sua aliança Contigo, ajuda-nos a renovar diariamente nosso compromisso de obedecer à Tua Palavra. Dá-nos um coração fiel, disposto a colocar-Te em primeiro lugar e a viver segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, amém."

👉"A verdadeira renovação espiritual acontece quando transformamos nossas decisões em atitudes de obediência a Deus." 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

I Crônicas 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – I Crônicas 17
Comentário: Pr.  Heber
Toth Armí

A aliança de Deus com Davi

Adoração sem alegria soará como serviços fúnebres. É claro que Jesus, o Emanuel, o Filho de Deus, perfeito e sem pecado, morreu injustamente. Contudo, Ele ressuscitou. Ele venceu a morte para dar-nos vida. Assim temos o maior dos motivos para adorar e cultuar com alegria.

Mesmo antes de Jesus morrer na cruz, a alegria deveria caracterizar a religião judaica. Mesmo após 70 anos de cativeiro em Babilônia e ao retornar a Jerusalém sem o esplendoroso Templo de Salomão, a satisfação deveria tomar conta do coração em cada ato de adoração.

Comentando sobre Crônicas, Richard Pratt Jr. destaca que, a parte iniciada no capítulo em foco (17:1-29:25) é a “terceira e mais importante parte do reinado de Davi [e] apresenta o ponto alto de sua vida, segundo o ponto de vista do cronista. Tendo registrado a alegria resultante do amplo apoio à dinastia de Davi (ver 9.35-12-40), bem como a celebração pela presença da arca em Jerusalém (ver 13.1-16.43), o cronista em seguida volta à parte mais ampla e mais importante do reinado de Davi (17.1-29-30). Aqui Davi trouxe alegria indizível a Israel ao fazer os preparativos para a construção do templo por Salomão”.

• Deus é grande, merece respeito. Deus é bom, merece adoração. Deus é misericordioso, merece louvor (v. 20).

Observe estes pontos:

• Precisamos priorizar Deus, fazer o melhor para Ele com ânimo e alegria. Em nossos planos, Deus deve estar em primeiro lugar (vs. 1-2);

• Precisamos saber ouvir o “não” de Deus com alegria como quando ouvimos o Seu “sim”. Mesmo que o profeta volte atrás no que havia aprovado não devemos nos sentir frustrados (vs. 3-15);

• Precisamos aprender a ser gratos a Deus quando Ele aborta planos que consideramos nobres, importantes e corretos. A alegria de fazer a vontade divina deve ser maior que a frustração quando Deus não aprova nossas intenções (vs. 16-27).

“Embora Davi esteja proibido de construir uma casa para Deus, Deus vai construir uma casa para Davi (v. 10). Ou seja, Ele vai prover uma linhagem de descendentes cuja tarefa será pastorear Israel” (J. Keir Howard).

O foco desta promessa é o Messias. Só através de Cristo as promessas são cumpridas. Comprometa-se com Ele e serás feliz! Assim, alegria reinará na adoração, independente da situação!

Heber Toth Armí /

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

domingo, 5 de abril de 2026

Louvor, Gratidão e Aliança: Celebrando a Presença de Deus

1 Crônicas 16 – Comentários

Louvor, Gratidão e Aliança: Celebrando a Presença de Deus

📖 Contexto:
Este capítulo marca um dos momentos mais importantes do reinado de Davi: a chegada da arca da aliança a Jerusalém. Após um período de descuido espiritual em Israel, Davi restaura o centro da adoração, colocando a presença de Deus no lugar de honra.
A arca é colocada em uma tenda preparada, e o povo celebra com sacrifícios, alegria e louvor. Davi também organiza o ministério dos levitas e estabelece um padrão contínuo de adoração.

Destaques do capítulo:
1. A presença de Deus no centro (vs. 1-6)
Davi entende que a verdadeira segurança de Israel não está no exército, mas na presença de Deus. Ele organiza tudo para que a arca esteja no centro da vida do povo.
👉 Aplicação: Quando colocamos Deus no centro, nossa vida encontra direção e equilíbrio.

2. Generosidade e comunhão (v. 3)
Davi distribui alimento a todo o povo, mostrando que a adoração também envolve cuidado com o próximo.
👉 Aplicação: Um coração grato a Deus se torna generoso com as pessoas.

3. Louvor como testemunho (vs. 7-22)
O cântico de Davi exalta as obras de Deus e convida todos a proclamarem Suas maravilhas entre as nações.
👉 Aplicação: Louvar não é só cantar — é testemunhar quem Deus é.

4. A grandeza de Deus (vs. 23-33)
Deus é apresentado como soberano sobre toda a terra, digno de honra acima de todos os deuses.
👉 Aplicação: Nossa adoração deve reconhecer a grandeza e majestade do Senhor.

5. Gratidão e fidelidade (vs. 34-36)
“Rendei graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.”
👉 Aplicação: A gratidão deve ser constante, independentemente das circunstâncias.

6. Ordem e constância na adoração (vs. 37-43)
Davi organiza turnos e funções para que o louvor a Deus seja contínuo.
👉 Aplicação: A vida espiritual precisa de constância, não apenas momentos ocasionais.

💡 Mensagem central:
A verdadeira adoração nasce de um coração que reconhece a presença de Deus, vive em gratidão e testemunha Suas obras.

Aplicação para hoje:
Coloque Deus no centro da sua vida, cultive um coração grato e transforme sua rotina em um altar de louvor.
💌 t.me/bibliaG

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Justiça, aliança e livramento

 Justiça, aliança e livramento: Deus honra Sua palavra

2 Samuel 21 – Comentários

Contexto geral
Este capítulo não segue uma ordem cronológica exata do reinado de Davi. Ele apresenta acontecimentos importantes que revelam princípios espirituais profundos: a seriedade das alianças, a justiça divina e o cuidado de Deus com Seu povo, mesmo em tempos difíceis.

Resumo do capítulo
A fome em Israel (vv. 1–9)
Durante três anos houve fome em Israel. Davi busca ao Senhor e descobre que a causa era a quebra de uma aliança feita com os gibeonitas, quando Saul os perseguiu injustamente. Para reparar o erro, sete descendentes de Saul são entregues aos gibeonitas.
👉 Lição: Deus leva alianças a sério. Pecados não resolvidos podem afetar gerações.

A atitude de Rispa (vv. 10–14)
Rispa, mãe de dois dos mortos, guarda os corpos e demonstra um amor perseverante e digno. Sua atitude toca o coração de Davi, que providencia um sepultamento honroso para Saul e Jônatas. Após isso, Deus responde à oração do povo.
👉 Lição: Amor, honra e intercessão movem o coração de Deus.

Vitórias contra os gigantes filisteus (vv. 15–22)
Davi, já cansado pela idade, quase é morto em batalha, mas é socorrido por seus homens. Outros guerreiros derrotam gigantes descendentes de Rafa.
👉 Lição: Há momentos em que precisamos reconhecer limites e permitir que outros lutem conosco.

Aplicação para hoje
•Examine se há áreas em sua vida ou família que precisam de reconciliação ou ajuste diante de Deus.
•Honre alianças, promessas e compromissos.
•Valorize o apoio espiritual: ninguém vence sozinho.
•Persevere em oração, mesmo quando a resposta parece demorar.

Versículo-chave
“Então Deus se tornou favorável para com a terra.”
2 Samuel 21:14b

Mensagem central
Quando corrigimos o que foi quebrado, honramos alianças e agimos com justiça, Deus restaura a terra, responde às orações e traz livramento.
💌 t.me/bibliaG

quinta-feira, 17 de julho de 2025

CORTAR UMA ALIANÇA

Devocional Diário - Descobertas da fé


17 de julho

CORTAR UMA ALIANÇA

Naquele mesmo dia, o Senhor fez aliança com Abrão. Gênesis 15:18

O ritual descrito em Gênesis 15, no qual Abrão corta animais ao meio enquanto espera que Deus apareça na forma de fogo, era uma das maneiras mais solenes de estabelecer um acordo. Hoje, assinamos contratos, tiramos foto e apertamos as mãos. Naquela época, as pessoas cortavam animais.

Estudos demonstram que as alianças presentes na Bíblia se baseavam no padrão comum de acordos jurídicos do Antigo Oriente Próximo. Embora nenhum protótipo judicial tenha sido encontrado para o tipo exato do acordo de Abrão, existem interessantes semelhanças entre Gênesis 15 e outros tratados extrabíblicos.

O episódio apresenta paralelos com registros de doações de terras concedidas por um rei soberano a outro rei vassalo ou a um súdito leal. Nas cartas de Mari, por exemplo, encontradas na Síria e datadas do século 18 a.C., Ibal-II relatou ao rei Zimri-Lim: “Fui a Aslakka para cortar um asno entre os Hanu e Idamaras […]. Eu estabeleci a paz entre os Hanu e Idamaras.” A expressão “cortar um asno” aparentemente significa um acordo solenizado pelo sacrifício de um animal.

Outro texto encontrado na antiga cidade de Alalakh, na Síria, descreve um certo Abban que “se colocou sob juramento” de que daria a cidade para Larimlim “e cortou o pescoço de uma ovelha”, implicando que sua vida seria assim cortada caso ele não cumprisse o acordo.

Nos textos de Alalakh, também temos a alusão a um rito no qual os pactuantes passavam entre as partes cortadas do animal, segurando uma tocha e jurando o cumprimento do acordo, enquanto tocavam nas carnes esquartejadas. No caso de Abrão, temos a presença apenas de um fogareiro entre os animais. Trata-se de um fogo divino, e somente Ele passa pelo meio das carcaças, enquanto Abrão, assustado, observa tudo.

Em um mundo de tantos informalismos, a solenidade dos pactos de Deus deveria nos tocar. A aliança é algo sério. Não podemos banalizá-la. O fato de Deus passar sozinho pelos animais cortados indica que, embora se espere que Abrão seja fiel, quem garante o cumprimento do acordo é o próprio Deus. Cristo foi literalmente “cortado” para que o acordo se firmasse. Portanto, creia e seja fiel; Deus cumprirá aquilo que prometeu.

https://mais.cpb.com.br/meditacao/cortar-uma-alianca/

sexta-feira, 15 de março de 2024

Mais do que a cor

 Devocional Diário

Mais do que a cor

Deus disse a Noé: “Este é o sinal da aliança estabelecida entre Mim e todos os seres vivos sobre a Terra.” Gênesis 9:17

Você sabia que o arco-íris é, na realidade, um círculo perfeito? Não podemos apreciá-lo por inteiro porque, da nossa perspectiva, não é possível vê-lo em sua totalidade. Mas se você o observar de um avião em voo, vai notar isso. Para os gregos, o arco-íris era uma deusa (Íris) que transmitia mensagens de guerras e catástrofes. Na Mesopotâmia, ele era o colar da deusa da beleza (Ishtar). Para os irlandeses, nas extremidades do arco-íris existe um caldeirão cheio de moedas de ouro muito bem guardado por um duende. Para os amantes de trilhas sonoras, a canção Over the Rainbow (Além do Arco-íris) representa um dos maiores sucessos da música norte-americana.

No entanto, o arco-íris é muito mais que a refração da luz: é um símbolo. Como diz Ellen G. White, “era plano de Deus que, quando os filhos das gerações posteriores perguntassem o significado do arco glorioso que abrange os céus, seus pais repetissem a história do dilúvio e lhes dissessem que o Altíssimo estendeu o arco e o colocou nas nuvens como uma garantia de que as águas nunca mais inundariam a Terra. Assim, de geração a geração, testificaria do amor divino para com o ser humano e fortaleceria sua confiança em Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 78 [106, 107]). O arco-íris, portanto, é um sinal de proteção e de que Deus cuida de nós.

Também é uma promessa. Ellen White descreveu o retorno de Jesus: “Logo surge no oriente uma pequena nuvem escura, aproximadamente do tamanho da metade da mão de um homem. É a nuvem que envolve o Salvador e que, à distância, parece estar cercada pela escuridão. O povo de Deus sabe que esse é o sinal do Filho do Homem. Em solene silêncio, contempla a pequena nuvem enquanto se aproxima da Terra, cada vez mais brilhante e gloriosa, até que se transforma em uma grande nuvem branca, mostrando na base uma glória semelhante ao fogo consumidor e, acima dela, o arco-íris do concerto” (O Grande Conflito, p. 531 [640, 641]).

Lembre-se de que um arco-íris também circunda o trono de Deus, representando Sua fidelidade eterna para com Suas criaturas (Ap 4:3). Agradeça hoje ao Senhor o Seu amor infinito e decida ser fiel a Ele, assim como Ele é fiel a você. 

Vislumbres da eternidade
15 de março
https://mais.cpb.com.br/meditacao/mais-do-que-a-cor/
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Pacto de pureza

 Pacto de pureza

Fiz uma aliança com meus olhos de não olhar com cobiça para nenhuma jovem. Jó 31:1, NVT

O que chama a atenção na integridade de Jó é que nos encontramos diante de uma pessoa normal. Qualquer pai que ama seus filhos já pensou em interceder por eles ao ficar sabendo que passaram o fim de semana em clima de festa. Qualquer esposo de bem que recebe uma palavra ríspida da esposa (como Jó recebeu da sua) tende, como ele, a guardar silêncio. Qualquer pessoa acusada, mas genuinamente inocente, se defende dizendo que a acusação é mentira. Jó era um homem normal, que tinha vontade de fazer a coisa certa.

Como era sua relação matrimonial? Não sabemos exatamente. O casal tinha vários filhos, e tudo parecia bem até que o infortúnio se instalou. Sua esposa não o apoiou quando ele mais precisava. Será que estava com ele apenas por sua posição e riquezas? Também não sabemos. O que sabemos é que esse homem íntegro quis ser assim até o mais profundo de seu ser. Em sua época, a poligamia e o concubinato eram normais, mas não corretos. Jó decidiu fazer as coisas corretamente em seu relacionamento com a esposa, e fez um pacto. Um pacto consigo mesmo, uma aliança com seus olhos. Não iria deter seu olhar sobre donzelas para, secretamente, desejá-las. Ele não faria isso, pois queria ser correto até nesse espaço em que só habitam nossos pensamentos e Deus. Que lição!

Jesus declarou: “Todo o que olhar para uma mulher com intenção impura já cometeu adultério com ela no seu coração” (Mt 5:28). O pecado não tem que ser público para ser pecado. Existem muitos pecados que nunca se concretizaram e que modificam nosso caráter até torná-lo inadequado para a eternidade. Em uma hipérbole dramática (Jesus era dado a essa maneira de falar quando queria deixar algo bem claro), Cristo sugeriu que arrancássemos um olho antes de seguir pecando. Parece exagerado, mas nos põe de sobreaviso acerca da gravidade do assunto.

Esse é um tema muito delicado, muito mais no mundo em que vivemos, de valores invertidos. Um mundo em que as relações são artificiais e o que importa, acima de tudo, é o que os olhos veem. É hora de romper com os padrões do mundo e fazer um trato com nossos olhos e nosso coração. Com a ajuda do Céu, decida não pecar contra o Senhor. Com certeza, Ele o ajudará.

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
17 de janeiro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/pacto-de-pureza/

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

I Crônicas 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – I Crônicas 17
Comentário: Pr.  Heber
Toth Armí

A aliança de Deus com Davi

Adoração sem alegria soará como serviços fúnebres. É claro que Jesus, o Emanuel, o Filho de Deus, perfeito e sem pecado, morreu injustamente. Contudo, Ele ressuscitou. Ele venceu a morte para dar-nos vida. Assim temos o maior dos motivos para adorar e cultuar com alegria.

Mesmo antes de Jesus morrer na cruz, a alegria deveria caracterizar a religião judaica. Mesmo após 70 anos de cativeiro em Babilônia e ao retornar a Jerusalém sem o esplendoroso Templo de Salomão, a satisfação deveria tomar conta do coração em cada ato de adoração.

Comentando sobre Crônicas, Richard Pratt Jr. destaca que, a parte iniciada no capítulo em foco (17:1-29:25) é a “terceira e mais importante parte do reinado de Davi [e] apresenta o ponto alto de sua vida, segundo o ponto de vista do cronista. Tendo registrado a alegria resultante do amplo apoio à dinastia de Davi (ver 9.35-12-40), bem como a celebração pela presença da arca em Jerusalém (ver 13.1-16.43), o cronista em seguida volta à parte mais ampla e mais importante do reinado de Davi (17.1-29-30). Aqui Davi trouxe alegria indizível a Israel ao fazer os preparativos para a construção do templo por Salomão”.

• Deus é grande, merece respeito. Deus é bom, merece adoração. Deus é misericordioso, merece louvor (v. 20).

Observe estes pontos:

• Precisamos priorizar Deus, fazer o melhor para Ele com ânimo e alegria. Em nossos planos, Deus deve estar em primeiro lugar (vs. 1-2);

• Precisamos saber ouvir o “não” de Deus com alegria como quando ouvimos o Seu “sim”. Mesmo que o profeta volte atrás no que havia aprovado não devemos nos sentir frustrados (vs. 3-15);

• Precisamos aprender a ser gratos a Deus quando Ele aborta planos que consideramos nobres, importantes e corretos. A alegria de fazer a vontade divina deve ser maior que a frustração quando Deus não aprova nossas intenções (vs. 16-27).

“Embora Davi esteja proibido de construir uma casa para Deus, Deus vai construir uma casa para Davi (v. 10). Ou seja, Ele vai prover uma linhagem de descendentes cuja tarefa será pastorear Israel” (J. Keir Howard).

O foco desta promessa é o Messias. Só através de Cristo as promessas são cumpridas. Comprometa-se com Ele e serás feliz! Assim, alegria reinará na adoração, independente da situação!

Heber Toth Armí /

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sábado, 9 de julho de 2022

O MENSAGEIRO DA ALIANÇA

 O MENSAGEIRO DA ALIANÇA

De repente, o Senhor, a quem vocês buscam, virá ao Seu templo; e o Mensageiro da Aliança, a quem vocês desejam, eis que Ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Malaquias 3:1

Por meio da natureza, de tipos e símbolos, de patriarcas e profetas, Deus havia falado ao mundo. As lições deviam ser dadas à humanidade na linguagem da própria humanidade. O Mensageiro da Aliança devia falar. Sua voz devia ser ouvida em Seu templo. Cristo tinha que vir para proferir palavras que fossem compreendidas de forma clara e inequívoca. Ele, o Autor da verdade, devia separá-la do joio das opiniões humanas, que a haviam anulado. Os princípios do governo de Deus e o plano da redenção deviam ficar claramente definidos. As lições do Antigo Testamento precisavam ser plenamente apresentadas aos seres humanos.

Entre os judeus, ainda havia algumas pessoas de espírito inabalável, descendentes daquela santa linhagem pela qual o conhecimento de Deus havia sido conservado. Esses acalentavam a esperança da promessa feita aos antepassados. Fortaleciam a fé com a certeza dada por intermédio de Moisés: “O Senhor Deus fará com que, do meio dos irmãos de vocês, se levante um profeta semelhante a mim; a esse vocês ouvirão em tudo o que ele lhes disser” (At 3:22). E novamente liam como o Senhor ungiria Alguém para “pregar boas-novas aos pobres”, “curar os quebrantados de coração”, “proclamar libertação aos cativos” e “apregoar o ano aceitável do Senhor” (Is 61:1, 2). Liam como Ele estabeleceria “na Terra a justiça”, como as ilhas aguardariam “a Sua doutrina” (Is 42:4), como os gentios andariam à Sua luz, e os reis, diante de Seu brilho (Is 60:3).

As últimas palavras de Jacó os enchiam de esperança: “O cetro não se afastará de Judá, nem o bastão sairá de entre os seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos” (Gn 49:10). O enfraquecido poder de Israel testemunhava que a vinda do Messias estava às portas. A profecia de Daniel descrevia a glória de Seu reinado em um império que sucederia a todos os governos terrestres. O profeta declarou que esse reino “subsistirá para sempre” (Dn 2:44). Enquanto poucos entendiam a natureza da missão de Cristo, a expectativa de um poderoso príncipe que estabeleceria seu reino em Israel e que viria como um libertador para as nações era geral.

A plenitude dos tempos havia chegado. A humanidade, tornando-se mais corrompida ao longo dos séculos de transgressão, pedia a vinda do Redentor (O Desejado de Todas as Nações, p. 22 [34]). 

PARA REFLETIR: Você sabe distinguir a verdade do erro?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

9 de julho

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quinta-feira, 30 de junho de 2022

O SANTIFICADOR

O SANTIFICADOR

Certamente vocês guardarão os Meus sábados, pois é sinal entre Mim e vocês de geração em geração, para que vocês saibam que Eu sou o Senhor, que os santifica. Êxodo 31:13

Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é também o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar no repouso celestial. O sábado é um sinal do relacionamento entre Deus e Seu povo, sinal de que esse honra a lei de Deus. É o que distingue entre os fiéis súditos de Deus e os transgressores.

Do meio da coluna de nuvem, Cristo declarou acerca do sábado: “Certa-mente vocês guardarão os Meus sábados, pois é sinal entre Mim e vocês de geração em geração, para que vocês saibam que Eu sou o Senhor, que os santifica” (Êx 31:13). Dado ao mundo como o sinal do Criador, o sábado é também o sinal de Deus como nosso Santificador. O poder que criou todas as coisas é o que torna a restaurar a alma à Sua própria semelhança. Para os que guardam o sábado, esse dia é o sinal da santificação. A verdadeira santificação consiste na harmonia com Deus, na imitação de Seu caráter. Essa harmonia e semelhança são alcançadas pela obediência aos princípios que são a transcrição de Seu caráter. E o sábado é o sinal da obediência. Aquele que de coração obedecer ao quarto mandamento obedecerá toda a lei. Será santificado pela obediência.

A nós, como a Israel, o sábado é dado “por aliança perpétua” (Êx 31:16). Para os que reverenciam Seu santo dia, o sábado é um sinal de que Deus os reconhece como Seu povo eleito, o penhor de que cumprirá Sua parte no concerto. Qualquer pessoa que aceitar esse sinal do governo de Deus coloca-se a si mesma sob a aliança divina e perpétua. Liga-se assim à áurea cadeia da obediência, cada elo da qual representa uma promessa.

De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra. Os que obedecem aos Seus mandamentos tomam-Lhe o nome, e todas as bênçãos que esse nome implica lhes serão garantidas (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 349, 350).

PARA REFLETIR: Se a santificação é o processo de se tornar santo, como Jesus usa o sábado para santificar você? Sua observância do sábado está tornando-o mais santo? 

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de junho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-santificador/

domingo, 19 de junho de 2022

Deuteronômio 4 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 4

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 4 – John MacArthur afirmou que “ser sábio é dominar a arte do viver diário por intermédio do conhecimento da Palavra de Deus e sabendo aplicá-la em toda situação”.  E, Paul Washer destacou: “Se você apenas orar e não estudar a Bíblia, você vai se tornar um sentimental que será levado por todo vento de doutrina”.

Deuteronômio é um dos livros inspirados que merece dedicação em cada uma de suas frases. A santidade é propósito divino à humanidade caída na imundícia do pecado. Uma vida desprovida dos princípios sagrados, nunca poderá ser consagrada. Somente quem se dedica a estudar e assimilar à vida os princípios da Bíblia, inspirados pelo Espírito Santo, poderá alcançar o viver biblicamente santo.

Graciosamente Deus relembrou, no sermão de Moisés, os privilégios magníficos outorgados ao Seu povo; e, esse Deus proíbe que Seus adoradores O limitem às imagens de esculturas. Pois, a idolatria equivaleria a afastar-Se dEle, sair de Sua proteção e estar sujeito às consequências (Deuteronômio 4:1-40).

Deuteronômio é chamado de Livro da Aliança, pois aclara e amplia a teologia da aliança da graça realizada por Deus com um povo indigno no Sinai, ligada à lei do amor, os Dez Mandamentos (Deuteronômio 4:13; 9:5, 27). Tal verdade deve ser reiterada atualmente aos crentes que esquecem, como esquecia o povo de Israel (Malaquias 4:4-6; Apocalipse 14:12). A libertação do Egito tanto quanto a libertação do pecado deve ser a motivação para adorar ao Criador (Apocalipse 14:6). Essa é a razão pela qual Deuteronômio combate à idolatria, como o faz Apocalipse 14:6-12.

As cidades de refúgio, já tratadas em Números 35, são comentadas novamente em Deuteronômio 4:41-43; o tema foi reiterado em Deuteronômio 19:1-13 mostrando sua real importância.

Tanto quanto o povo, as cidades-refúgio representam o gracioso papel da igreja de Deus na Terra. Os privilégios dados graciosamente à igreja, a levariam a ser bênção no mundo. A igreja que “durante séculos de trevas espirituais... tem sido como uma cidade edificada sobre um monte”, a qual, “fraca e defeituosa como possa parecer... é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção”; pois, ela “é o cenário de Sua graça, na qual deleita em revelar Seu poder de transformar corações” afirma Ellen White (AA, p. 12).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

domingo, 30 de janeiro de 2022

Aliança de Deus com Abrão - Gênesis 17

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 17

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 17 – O relacionamento íntimo almejado por Deus com os pecadores não é algo abstrato, vago ou etéreo. Deus materializa o compromisso com algo visível, concreto – assim como o noivo e a noiva assumem um compromisso público no altar com alianças de ouro no dedo anelar da mão esquerda!

Gênesis 17 trata da aliança de Deus com Abrão materializada na circuncisão. Nesse compromisso íntimo com Abrão, desejando integridade e fidelidade da parte dele, Deus mudou Seu nome para Abraão, assim como muitas vezes acontece em várias culturas, da esposa mudar o nome inserindo o sobrenome do noivo/marido ao seu.

Sarai também teve o nome alterado para “Sara”, indicando que ela também estaria envolvida diretamente na aliança divina. Depois que Deus renovou a aliança com o casal idoso demais para ter filhos, reavivando a promessa no coração deles, mais uma vez Abraão demonstrou incredulidade oferecendo Ismael como seu herdeiro para dar continuidade aos planos divinos. Embora Deus abençoasse Ismael, seria Isaque quem daria continuidade ao plano do Messias, que salvaria o mundo.

Apesar da dificuldade de Abraão para confiar no Deus do impossível, sempre estava pronto para obedecer. Assim que Deus falou a ele, todos os homens foram circuncidados, inclusive Ismael (Gênesis 17:22-27).

Atualmente, Jesus substituiu a circuncisão pelo batismo nas águas (Mateus 28:19-21).

Deus quer estabelecer aliança com você, tão íntima como estabeleceu com Abraão e Sara. Ele almeja operar em tua vida e moldar teu caráter através de Sua Palavra como trabalhou na vida e no caráter do casal da fé. Não há obstáculo que possa atrapalhar os planos de Deus a não ser você mesmo, caso opte por rejeitá-los. O caráter é moldado por Deus com base em Sua Palavra, ao andar intimamente com Ele (Gênesis 17:1). 

A declaração de perfeição exigida por Deus precisa ser vista no contexto bíblico. Sobre isso, Ellen White é categórica:

“A igreja militante não é a igreja triunfante, e a Terra não é o Céu. A igreja se compõe de homens e mulheres ERRANTES e IMPERFEITOS, que são apenas alunos na escola de Cristo, a fim de serem adestrados e disciplinados, educados, para esta vida e para a futura vida imortal” (EF, 55).

Portanto, não foque em tuas falhas; comprometa-se com o Deus que nunca falha! – Heber Toth Armí.

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https://youtu.be/3Gi1J85IiFE




sábado, 22 de janeiro de 2022

A Aliança - Gênesis 9

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 9

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 9 – Deus anseia comprometer-Se conosco e espera que respondamos comprometendo-nos com Ele. Em Gênesis 6:18 acontece a primeira referência explícita de Deus fazendo aliança com humanos; porém, embora “seja a referência mais antiga a uma aliança na Bíblia, o uso desse termo hebraico específico implica que Deus já havia feito uma aliança com a humanidade. Nesse sentido, a aliança de Deus com Noé pode ser vista como uma renovação de Sua aliança com Adão, para a qual a Bíblia aponta implicitamente em Gênesis 3:15”, explicam Gerhard e Micahel Hasel.

A aliança que Deus fez após o Dilúvio não se limita a Noé, ela é incondicional e mundial. Deus evidenciou Seu sinal de aliança de compromisso conosco através de um arco-íris; sinal físico, visível, nas nuvens. Prometeu nunca mais destruir a terra com Dilúvio.

O arco-íris nos lembra que Deus castigou a maldade com Dilúvio, mas também garante que ainda que chova, não precisamos temer novo Dilúvio. Cada vez que presenciarmos um arco-íris, deveríamos lembrar que Deus abomina e julga os pecados, mas faz promessa e a cumpre apesar dos pecadores.

Embora Deus cumpra Sua promessa de nunca mais enviar um Dilúvio universal para destruir a Terra, Ele também alega que o mal será erradicado com fogo (2 Pedro 3:7, 10-11; Apocalipse 20:9).

Por isso, precisamos olhar para a história de Noé e sua família com atenção. Noé representa o remanescente fiel que será salvo. Sua prontidão em atender às orientações de Deus lhe garantiram a salvação quanto nossa prontidão de se comprometer com Jesus e tê-lO como Sumo Sacerdote (Hebreus 4:14-16; 8:1-2) e advogado (1 João 2:1-2) através da entrega pelo batismo (Marcos 16:16) garantirá nossa salvação.

Precisamos perseverar na fidelidade ao Deus da aliança quando o mundo todo estará aliado à besta e a sua imagem (Apocalipse 13:1-18; 14:6-12).

Em Gênesis 7:23 encontramos a teologia embrionária do remanescente: “Só restaram Noé e aqueles que com ele estavam na arca”. São estes que começaram na “terra nova” em Gênesis 9. Apenas um remanescente fiel entrará na “Nova Terra” oficial (Apocalipse 21:6-8; 22:3-4); os que vivem de maneira santa e piedosa viverão onde habita a justiça (2 Pedro 3:10-13).

Aprendamos a andar com Deus aqui na Terra para andarmos com Ele lá no Céu! – Heber Toth Armí.

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quarta-feira, 14 de julho de 2021

JESUS, Nosso Concerto

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

14 DE JULHO, QUARTA

JESUS, Nosso Concerto

Eu, o Senhor, Te chamei em justiça, tomar-Te-ei pela mão, e Te guardarei, e Te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios. Isaías 42:6

Na aliança de Deus com Abraão, animais foram mortos e colocados em montões. Em uma visão, o Senhor passou entre eles sob a forma de uma tocha de fogo. Por mais significativo que fosse tudo isso, era apenas uma sombra de um compromisso muito mais importante. A experiência de Abraão com Isaque no monte Moriá deu uma ideia do que Deus tinha em mente: Ele daria o próprio Filho como pagamento pela redenção da humanidade! É esse o sentido do que Ele disse por intermédio do profeta Isaías no texto bíblico de hoje.

Assim como os animais foram mortos e divididos na aliança abraâmica, Jesus, nossa Aliança, também foi morto e dividido, não em duas partes, mas em duas lealdades. Como Filho do Homem e Filho de Deus, Ele serve tanto a Deus como aos seres humanos. Conforme disse Isaías, Deus entregou Jesus à humanidade; deu-O voluntária e completamente, como aliança e garantia da salvação. Ele conserva a forma humana, e Sua morte constituiu uma garantia de que completará o plano da salvação, de que virá outra vez e de que dará a Terra renovada para Seus filhos.

O uso da palavra “aliança” na Bíblia nos ajuda a ver o profundo significado da última refeição de Cristo com Seus discípulos antes da crucifixão. Ao comer do mesmo pão e beber do mesmo cálice, os discípulos se uniram como irmãos, deixando de lado as disputas sobre quem era o maior. Isso realça a terrível natureza do ato de Judas em tomar o alimento da mão de Jesus e depois traí-Lo. Também lança alguma luz sobre a declaração de Jesus: “Este cálice é a nova aliança no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de Mim” (1Co 11:25). Ao participarmos do puro suco da uva na Ceia do Senhor, estamos celebrando uma aliança de sangue com Ele.

Finalmente, sobre o Calvário, Jesus selou a aliança, pondo-a em execução. A salvação não era mais uma promessa, mas um fato.

Nossa salvação é por causa das mãos de Jesus! Com uma, Ele segura a mão do Pai, e com a outra, a nossa. Com Seu sangue, Ele une para sempre a vida de Deus e a vida da humanidade.

Raymond H. Woolsey, 25/2/1979

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Mantendo a Aliança – 2 Crônicas 9

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 2 Crônicas 9
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


Mantendo a Aliança 

Não há nada que dá mais sabedoria que aventurar-se no estudo profundo, intenso e prolixo da Bíblia. Dando uma olhada panorâmica ao ler II Crônicas 9 conclui-se que:

O texto bíblico revela que Deus está mantendo a aliança realizada com Davi, Deus é fiel e cumpre o que promete;Ao cumprir as promessas a Salomão, Deus não está sendo fiel apenas sobre o que disse a Davi, mas também àquelas promessas proferidas há muito tempo a Abraão, Isaque, Jacó e Moisés; pois o povo tomou posse da Terra Prometida e construiu o santuário central conforme Deuteronômio 12:1-7;A glória de Salomão conquistada sem guerra era algo inédito que apontava para o futuro e poderoso Rei dos Judeus que implantaria Seu trono acima de todo trono entre todas as nações!

Bom, no ponto em que estamos na história Jesus, o Messias, já nasceu, viveu, morreu e conquistou esse mundo das mãos do usurpador Satanás. Agora temos a possibilidade de participar de um reino de paz, perfeito, eterno e divino; porém, antes de sairmos desse mundo, temos de convidar Jesus para reinar em nosso coração. Pois, somente quem for súdito de Seu reino aqui na terra entrará no reino celestial. Então, convide Jesus para assumir o trono de tua vida, de teu coração e de teu tempo. Saiba que não adianta Jesus nascer mil vezes em Belém se Ele nunca nascer em teu coração, tanto quanto, não adiante Ele assentar-se no trono do Universo se Ele não puder reinar em tua vida.
Uma resposta correta diante de Deus começa com uma fé interior que resulta em uma reposta de amor a qual certamente desembocará em obediência no dia a dia. Uma atitude certa diante de Deus impactará a vida daqueles que não O conhecem. As habilidades dadas por Deus a Salomão trouxeram-lhe grande prestígio de pessoas ricas e influentes de diversas nações. Ainda que os reis de muitas nações visitaram Salomão e trouxeram-lhe muitos presentes, o texto destaca a Rainha de Sabá que provavelmente tinha a fama de ser muito sábia e rica, mas Salomão a surpreendeu com a superioridade de sua sabedoria recebida de Deus. Atrair a atenção dos pagãos para Deus foi o propósito divino da sabedoria dada a Salomão desde o início; por isso, Deus se agradou de Salomão. Deus quer nos dar grandes e poderosas habilidades a fim de exercermos influência sobrenatural sobre as pessoas por quem Cristo morreu que ainda estão nas garras do mal. Deus quer que você se torna um instrumento dEle aqui na terra para executar Seus propósitos sagradas. O problema é que muitos não se rendem totalmente a Ele. No entanto, Ele sempre está a espera de alguém; pode ser você? Você está mesmo disposto a abrir mão de teu tempo, gosto pessoal, conforto, sentimentos e até mesmo de tua vida para viver a vida que Deus quer para você? Diga isso a Deus agora mesmo em oração!

Estudando com tempo II Crônicas 9 aprendi que a forma que as pessoas se relacionam com Deus determina como será a história de um indivíduo ou até mesmo de uma nação. A vida de muita gente poderia ser bem diferente do que é caso buscasse sabedoria da verdadeira fonte para viver neste mundo. O futuro de cada pessoa, de cada igreja e de cada nação depende claramente de uma busca intensa por Deus e dependência dEle. No presente já é nítido quem é dedicado a Deus e quem não é, pois uma mudança de foco do “eu” para “Deus” resulta numa mudança completa de atitude, de comportamento e na maneira de administrar a vida. Quem é que domina tua vida? É o pecado? São as circunstâncias? São os teus desejos e sentimentos egoístas? É Satanás que manda em você? Ou, quem está no trono (no controle) de tua vida é Àquele que deu a vida por você? É o Autor da vida que está no controle de tua vida? É Deus quem manda em você?:arrow_heading_down:A atitude que você toma diante de cada uma destas questões determina teu sucesso ou teu fracasso nesta vida e na vida por vir. Alguém que fizer essa análise em tua vida pode prever teu futuro sem ser profeta; com isso quero te dizer, caro leitor, que você mesmo pode prever o teu futuro. Seja sábio, não se deixe levar pelas ilusões do mundo! – Heber Toth Armí


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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Abandono da aliança – Juizes 2

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica – Juizes 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Abandono da aliança 

Valorize tua vida: “Uma pessoa que se privou do conhecimento da Bíblia privou-se da melhor coisa que existe no mundo” Woodrow Wilson.

Leia o capítulo em apreço e note que sem um bom líder espiritual o povo de Deus tende a fazer o que bem entender. O reavivamento espiritual não é duradouro, o fogo da paixão por Deus esfria se não houver cuidado.

“O reavivamento foi genuíno e operou uma reforma entre o povo. Eles permaneceram leais à aliança que haviam feito. O povo ‘serviu ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram muito tempo depois de Josué e que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor’ (Js 24:31). Eles se arrependeram de seus pecados e foram perdoados, mas a semente do mal havia sido semeada, vindo a brotar e dar frutos. A vida de firme integridade de Josué terminou. Sua voz não mais era ouvida em reprovações e advertências. Uma a uma, as fieis sentinelas que haviam cruzado o Jordão depuseram sua armadura. Entrou em cena uma nova geração. Então, o povo se afastou de Deus. Sua adoração foi misturada com princípios errôneos e ambicioso orgulho” (Ellen G. White).

• O mesmo reavivamento deu-se no pentecostes na igreja cristã; o mesmo declínio espiritual deu-se após a morte dos apóstolos.

• O mesmo reavivamento deu-se na reforma protestante; o mesmo declínio deu-se após a morte dos reformadores.

• O mesmo reavivamento deu-se com a pregação das profecias tendo Guilherme Miller como líder; porém, o mesmo declínio deu-se com a morte dos pioneiros adventistas.

No livro de Juízes “o autor antecipa o declínio na introdução do livro (1.1-3-6). Relatam-se mais uma vez o sucesso militar inicial de Israel e fracassos posteriores como lembretes de que Israel chegou a Canaã por consequência da obra de Deus a seu favor (1.1-2-5). Seguindo-se a essa introdução histórica, uma introdução teológica declara que a idolatria levou Israel a abandonar a aliança. Por isso o Senhor decidiu ‘testar’ o povo, ao permitir que os inimigos do povo permaneçam na terra (2.6-3.6)” (Paul R. House).

• Cuide-se!
• Vigie!
• Ore mais!
• Medite na Bíblia!
• Aplica-te a viver os planos divinos!
• Testemunhe!

Livre-se do declínio espiritual! “Senhor, faz-me a pessoa que queres que eu seja: Fervorosa, fiel...”
Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
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sábado, 27 de outubro de 2018

Deus faz aliança com Abrão -Gênesis 15

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 15 ( leia em sua Bíblia)

Deus faz aliança com Abrão

Abraão voltou com alegria para as suas tendas e rebanhos; mas seu espírito estava perturbado por pensamentos que o incomodavam.Tinha sido um homem de paz, excluindo tanto quanto possível a inimizade e a contenda; e com horror lembrava-se das cenas de carnificina que testemunhara. Mas as nações cujas forças ele havia derrotado, sem dúvida renovariam a invasão de Canaã, e dele fariam o objeto especial de sua vingança. Envolvendo-se desta maneira em questões nacionais, quebrar-se-ia a calma pacífica de sua vida. Demais, ele não havia entrado na posse de Canaã, tampouco poderia ter então esperança de um herdeiro, a quem pudesse cumprir-se a promessa. 

Em uma visão da noite ouviu de novo a voz divina. “Não temas, Abraão”, foram as palavras do Príncipe dos príncipes; “Eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão”.Gênesis 15:1-5. Mas sua mente estava tão oprimida com sinais que ele não pôde então apreender a promessa com implícita confiança, como antes fazia. Orou pedindo alguma prova palpável de que ela se cumpriria. E como deveria cumprir-se a promessa do concerto, enquanto o dom de um filho lhe era recusado? “Que me hás de dar”, disse ele, “pois ando sem filhos?” Gênesis 15:2. “E eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro”. Gênesis 15:3. Propôs fazer de seu fiel servo Eliézer seu filho adotivo, e herdeiro de suas posses.Mas foi-lhe assegurado que um filho dele mesmo seria o seu herdeiro.Levado para fora de sua tenda, foi-lhe dito que olhasse para as incontáveis estrelas a resplandecer nos céus; e, fazendo ele isto, foram proferidas estas palavras: “Assim será a tua semente”. Gênesis 15:5.“Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça”. Romanos 4:3. 

Patriarcas e Profetas- Ellen G. White- Capítulo 12 pag 84

domingo, 21 de outubro de 2018

Depois do dilúvio-Gênesis 9

💌 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 9 ( leia em sua Bíblia)
Depois do dilúvio
📝 Comentários Pr Heber Toth Armí

 Por mais drásticas que sejam as intervenções disciplinares de Deus, os pecadores não aprendem a fazer o que é certo. Falhas no caráter continuam manchando nosso comportamento.

Após Noé e sua família saírem da arca no término do dilúvio e Deus graciosamente ter feito um pacto de fé (vs. 1-17), ele praticou atos vergonhosos, foi causa de zombaria a sua descendência, e ainda proferiu maldição a sua posteridade (vs. 18-29).

Após salvar e abençoar a família de uma forma miraculosa para ser grande bênção na nova fase da história mundial, pequenos atos errados, como embriaguez, zombaria e fofoca azedaram toda a família.

Se o plano de Deus é agir e operar na família humana, muito do incessante investimento de Satanás será contra a família. Consequentemente, não muito depois de experimentar uma grande e visível bênção divina, a família de Noé caiu em desonra e, sofreu maldição extensa.

Nem o dilúvio, revelando a tremenda indignação de Deus ao pecado nem a aliança divina visível no arco-íris com Noé, resolveu o problema dos pecadores. 

“Embora o dilúvio houvesse eliminado aos homens pecadores, não pode erradicar a natureza pecaminosa, tal como se vê vividamente ilustrado na história da embriaguez de Noé (Gênesis 9:20-27). As Escrituras fielmente registram tanto as virtudes como os vícios de seus heróis; o escritor de Gênesis ressalta a integridade de Noé em uma época corrupta, mas também reconhece sua vulnerabilidade. É óbvio que nem a revelação divina nem o conhecimento espiritual são sempre uma garantia contra o pecado, uma vez que alguém dá oportunidade ao inimigo das almas” (Arthur J. Ferch).

Gênesis 9 é riquíssimo em lições, reflita em três que colhi do texto e tente extrair mais algumas:

1. Grandes homens de fé podem cair em grandes pecados vergonhosos; portanto, quem está em pé, cuide para não cair.
2. Bebidas alcoólicas podem até trazer algum tipo de alegria, mas depois a tragédia causada principalmente na família é uma excelente indicação de que deveria ser proibida – embora existam outros motivos (Provérbios 20:1; 23:19-21, 29-35; Isaías 5:11; Romanos 13:13; I Coríntios 6:10; Efésios 5:18).
3. Zombaria e fofoca atraem grandes maldições à família. Os canaanitas foram incrédulos, os semitas conquistaram as terras de Canaã e os jafitas espalharam pelo mundo.

Fiquemos alerta! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Abandono da aliança -Juizes 2

Leitura Bíblica – Juizes 2
Abandono da aliança 
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Valorize tua vida: “Uma pessoa que se privou do conhecimento da Bíblia privou-se da melhor coisa que existe no mundo” Woodrow Wilson.

Leia o capítulo em apreço e note que sem um bom líder espiritual o povo de Deus tende a fazer o que bem entender. O reavivamento espiritual não é duradouro, o fogo da paixão por Deus esfria se não houver cuidado.

“O reavivamento foi genuíno e operou uma reforma entre o povo. Eles permaneceram leais à aliança que haviam feito. O povo ‘serviu ao Senhor todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram muito tempo depois de Josué e que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor’ (Js 24:31). Eles se arrependeram de seus pecados e foram perdoados, mas a semente do mal havia sido semeada, vindo a brotar e dar frutos. A vida de firme integridade de Josué terminou. Sua voz não mais era ouvida em reprovações e advertências. Uma a uma, as fieis sentinelas que haviam cruzado o Jordão depuseram sua armadura. Entrou em cena uma nova geração. Então, o povo se afastou de Deus. Sua adoração foi misturada com princípios errôneos e ambicioso orgulho” (Ellen G. White).

• O mesmo reavivamento deu-se no pentecostes na igreja cristã; o mesmo declínio espiritual deu-se após a morte dos apóstolos.

• O mesmo reavivamento deu-se na reforma protestante; o mesmo declínio deu-se após a morte dos reformadores.

• O mesmo reavivamento deu-se com a pregação das profecias tendo Guilherme Miller como líder; porém, o mesmo declínio deu-se com a morte dos pioneiros adventistas.

No livro de Juízes “o autor antecipa o declínio na introdução do livro (1.1-3-6). Relatam-se mais uma vez o sucesso militar inicial de Israel e fracassos posteriores como lembretes de que Israel chegou a Canaã por consequência da obra de Deus a seu favor (1.1-2-5). Seguindo-se a essa introdução histórica, uma introdução teológica declara que a idolatria levou Israel a abandonar a aliança. Por isso o Senhor decidiu ‘testar’ o povo, ao permitir que os inimigos do povo permaneçam na terra (2.6-3.6)” (Paul R. House).

• Cuide-se!
• Vigie!
• Ore mais!
• Medite na Bíblia!
• Aplica-te a viver os planos divinos!
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terça-feira, 28 de julho de 2015

Sinal da Aliança

Leitura Bíblica: Gênesis 17

A Circuncisão: O Sinal da Aliança
Comentários: Edwin Reynolds

Muitos se perguntam por que a circuncisão desempenhava um papel tão importante como sinal da aliança (Veja no verso 14 e em Êx. 4:24-26 quão seriamente Deus tomava esse sinal). Além de outros fatores, parece significativo o pedido de Deus que Abrão e seus descendentes aceitassem um corte voluntário na carne, algo que Ele próprio aceitaria por nós, como um sinal de quão sério é para nós entrarmos em aliança com Deus. A área da virilha é uma área muito privada, devendo ser mantida coberta em público (Is 47:2-3), uma área que requer uma grande confiança para que se permita que alguém toque. Ela veio a representar o lugar onde se colocava a mão e jurava para estabelecer solenes alianças e juramentos (Gn 24:2-3,9; 47:29-31).

O que a mudança de nome de Abrão e Sarai*, feita por Deus, sugere no contexto de confirmação do pacto (17:5,15)? Note que o pacto é formado não só com Abraão e Isaque (vv. 2-7,19,21), mas também com Sara e os descendentes de Abraão, incluindo Ismael (vv. 7-8,16,20). Note também que Sara não foi a única a rir da promessa de Deus de um filho para o casal de idosos (v. 17).

Abraão ainda pediu a Deus que aceitasse o fruto das suas próprias obras em lugar do filho da promessa (v. 18). Por que, como Abraão, tão frequentemente preferimos o fruto de nossos esforços ao invés do dom gratuito previdenciado por Deus?//Edwin Reynolds


Leitura da semana do programa Crede em Seus Profetas: Caminho a Cristo, caps, 6-7  

Jó 34 – Deus é Justo

  Jó 34 Comentários –  Deus é Justo em Todos os Seus Caminhos 🔹 Contexto Jó 34 faz parte do segundo discurso de Eliú, o jovem que havia per...