quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

UM MORREU POR TODOS

MEDITAÇÃO DIÁRIA

13 de dezembro

     UM MORREU POR TODOS

   O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23

   Ao criar o ser humano, Deus quis fazê-lo como um ser moral com quem pudesse Se relacionar pessoalmente. Por isso, o fez à Sua imagem e semelhança (Gn 1:26, 27), com uma consciência moral na qual inscreveu a mesma lei da santidade que é atributo de Sua natureza (Rm 2:11-16). A harmonia do ser humano com essa lei glorificaria o Criador e resultaria em felicidade e vida eterna, enquanto sua transgressão desonraria a Deus e teria como efeito a manifestação de Sua ira na forma da punição incluída na lei – a morte.

   O pecado torna a pessoa devedora à lei, culpada e merecedora da morte. O pecado nunca pode ser tratado separadamente da morte. Havendo pecado, deve haver morte. Por ser justo, Deus não pode, simplesmente, fechar os olhos ao pecado e desculpá-lo.

   Alguém pode indagar: “Por que a lei não pode ser relaxada de modo a não punir seus transgressores?” Ocorre que a lei não é algo que Deus desejou criar à parte de Si mesmo e que poderia ser de um jeito ou de outro, como acontece com as leis humanas, constantemente alteradas, aperfeiçoadas ou anuladas, ou que se modificam porque os tempos são outros e os costumes mudaram. A lei é uma expressão da própria natureza santa de Deus. Por isso, só pode ser o que é. Como Deus é perfeito e imutável (Ml 3:6; Tg 1:17), assim também é Sua lei.

   A boa notícia é que Deus aceita uma substituição. Outro ser que, além de divino, também seja humano, mas sem pecado e que esteja à altura da lei pode substituir o pecador se este aceitar a substituição. Em todo o Universo, só há uma Pessoa que preenche essas condições: Cristo. Como nosso substituto, Ele pagou nossa dívida à justiça de Deus (Mc 10:45; Rm 5:17-19; 1Pe 2:21; 3:18). A lei não foi cancelada (Rm 3:31; 7:7, 12), mas a condenação da lei sobre o pecador foi (Rm 8:1). O documento de dívida foi encravado por Ele na cruz, e assim ficamos isentos (Cl 2:14). Como escreveu o apóstolo, “um morreu por todos; logo, todos morreram” (2Co 5:14).

   Sendo assim, para nossa eterna felicidade, aceitemos a Cristo como nosso Substituto e glorifiquemos a Deus por haver provido nossa salvação. 

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