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terça-feira, 14 de julho de 2026

Jó 19 – O Redentor Vive

 Jó 19 – O Redentor Vive

A Esperança que Vence o Sofrimento

▪︎Texto-chave
"Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra." (Jó 19:25)

▪︎Contexto
Jó 19 registra a resposta de Jó ao segundo discurso de Bildade. Em vez de receber consolo, Jó é acusado de ser culpado pelo seu sofrimento. Sentindo-se abandonado pelos amigos, pela família e pela sociedade, Jó derrama sua dor diante de Deus. Mesmo assim, no ponto mais profundo do sofrimento, ele faz uma das mais belas declarações de fé de toda a Bíblia: "Eu sei que o meu Redentor vive." Sua esperança ultrapassa esta vida e se firma na certeza de que Deus o justificará.

▪︎Comentários por versículos

Versículos 1–6 – A dor causada pelos amigos
Jó lamenta que seus amigos continuem aumentando seu sofrimento com acusações injustas. Em vez de aliviar sua dor, eles a tornam ainda maior.
*Lição: As palavras podem curar ou ferir profundamente.

Versículos 7–12 – Jó descreve seu sofrimento
Ele sente que Deus permitiu que tudo ao seu redor desmoronasse. Vê-se cercado por aflições e sem encontrar respostas.
*Lição: Mesmo quando não entendemos os caminhos de Deus, podemos falar com Ele sinceramente.

Versículos 13–20 – O abandono humano
Jó afirma que foi abandonado pelos irmãos, parentes, amigos, servos e até por sua esposa. Sente-se completamente sozinho.
*Lição: As pessoas podem falhar, mas Deus nunca abandona aqueles que confiam nEle.

Versículos 21–22 – Um pedido de misericórdia
Jó implora que seus amigos tenham compaixão, pois sua dor já era suficientemente grande.
*Lição: A compaixão é um dos maiores presentes que podemos oferecer a quem sofre.

Versículos 23–24 – O desejo de ser lembrado
Jó deseja que suas palavras sejam registradas para sempre.
*Lição: A verdade permanece, mesmo quando é incompreendida no presente.

Versículos 25–27 – A grande declaração de fé
Este é o ponto alto do capítulo.
"Eu sei que o meu Redentor vive."
Mesmo sem compreender seu sofrimento, Jó declara sua confiança no Redentor e na esperança da ressurreição.
*Lição: A fé permanece firme mesmo quando as circunstâncias parecem dizer o contrário.

Versículos 28–29 – Advertência aos amigos
Jó alerta que Deus julgará aqueles que condenam injustamente os outros.
*Lição: Devemos ter cuidado ao julgar pessoas que estão sofrendo.

▪︎Lições principais
•A dor não é prova da rejeição de Deus.
•Deus ouve o clamor dos que sofrem.
•A esperança em Cristo sustenta mesmo nas maiores provações.
•A compaixão vale mais do que acusações.
•Nossa confiança deve estar no Redentor, não nas circunstâncias.

▪︎Aplicação para hoje
•Leve suas dores a Deus com sinceridade.
•Evite julgar quem está passando por dificuldades.
•Seja um instrumento de consolo para quem sofre.
•Lembre-se diariamente de que Jesus é o nosso Redentor vivo.
•Fortaleça sua esperança na promessa da vida eterna.

▪︎Perguntas para reflexão
Minha fé permanece firme quando não encontro respostas?
Tenho sido um consolador ou um acusador das pessoas?
Em quem deposito minha esperança nos momentos difíceis?
Como posso refletir hoje a compaixão de Cristo?

🙇‍♂Oração
Senhor Deus, obrigado porque Tu és o meu Redentor vivo. Quando eu não compreender o motivo das lutas, ajuda-me a confiar em Ti. Livra-me de julgar quem sofre e ensina-me a oferecer palavras de esperança e amor. Fortalece minha fé para que eu permaneça firme, sabendo que Tu estás no controle e que um dia toda dor terá fim. Em nome de Jesus, amém.

💌 t.me/bibliaG
#Biblia #PalavraDeDeus #Jó19 #EstudoBiblico

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

A maior festa do Universo

 DEVOCIONAL DIÁRIO - VISLUMBRES DA ETERNIDADE 

 30 de setembro
 
A maior festa do Universo

Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o domínio para todo o sempre. Apocalipse 5:13

   O mundo é repleto de celebrações marcantes e curiosas, cada uma com sua peculiaridade e tradição. Algumas delas estão diretamente ligadas ao calendário, outras estão relacionadas a vestimentas. Há ainda as festas que envolvem a queima de objetos ou brincadeiras específicas. No entanto, no Israel bíblico, a festa mais importante era a Páscoa, que tipificava o sacrifício do Messias na figura de um cordeiro. Infelizmente, muitos acabaram perdendo a verdadeira essência daquela celebração, que era a vitória sobre o mal. 

   Você consegue imaginar qual será a maior festa do Universo? Certamente ocorrerá quando Deus restaurar para sempre a Sua criação. Ellen G. White escreveu: “Jamais se esquecerá que Aquele cujo poder criou e manteve os inumeráveis mundos através dos vastos domínios do espaço, o Amado de Deus, a Majestade do Céu, Aquele a quem querubins e resplendentes serafins têm prazer em adorar, humilhou-Se para reerguer a humanidade decaída. Nunca será esquecido que Ele suportou a culpa e a vergonha do pecado e a ocultação da face de Seu Pai, até que as misérias de um mundo perdido Lhe quebrantaram o coração e aniquilaram Sua vida na cruz do Calvário. O fato de o Criador de todos os mundos, o Árbitro de todos os destinos, ter deixado Sua glória e Se humilhado por amor ao ser humano despertará eternamente a admiração e a adoração do Universo. Quando as nações dos salvos olham para seu Redentor e contemplam a glória eterna do Pai resplandecendo em Seu semblante, ao verem Seu trono, que existe de eternidade a eternidade, e saberem que Seu reino não terá fim, irrompem num hino arrebatador: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto e nos remiu para Deus com Seu preciosíssimo sangue!” (O Grande Conflito, p. 539 [651]). 

   Já não resta tanto tempo para que essas palavras se cumpram. Muito em breve, você poderá vivenciar seu cumprimento lá na eternidade. Sabemos que são realidade, e isso não é uma ilusão, porque Deus sempre está presente nas festas da nossa vida. Ele é a esperança, a verdadeira esperança.

segunda-feira, 24 de abril de 2023

CRISTO, O REDENTOR

CRISTO, O REDENTOR

Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o reino do Seu Filho amado, em quem temos a redenção, a remissão dos pecados. Colossenses 1:13, 14

O texto para nossa meditação pertence a um dos mais significativos parágrafos da Bíblia a respeito da pessoa e obra de Cristo. Ele destaca a primazia do Filho em virtude de Sua relação com Deus, com o Universo e com a igreja.

É dito que “Ele nos libertou do poder das trevas”, uma libertação do estado de separação de Deus e ignorância espiritual em que o ser humano é escravo do pecado. Nesse estado, uma força irresistível o arrasta para um abismo sem qualquer significado. É a condição de cegueira, ódio e miséria em que vivem os súditos do maligno. “Sua mentalidade, sua ética, seus ideais, tudo está em oposição a Deus” (Silas Alves Falcão, Meditações em Colossenses, p. 33). Mas a luz brilhou nas trevas. Jesus iluminou o mundo com a fulgurante luz de Sua presença (Jo 1:4, 5; 8:12) e nos libertou pagando o preço do resgate. Nele “temos a redenção, a remissão dos pecados”.

Redenção é salvação mediante o pagamento de um preço. O apóstolo Pedro, tratando do mesmo assunto, declara: “Não foi mediante coisas perecíveis, como prata ou ouro, que vocês foram resgatados da vida inútil que seus pais lhes legaram, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula” (1Pe 1:18, 19). Empregando outras palavras, Paulo afirma que Ele fez “a paz pelo sangue da Sua cruz” (Cl 1:19). Mas fez mais que isso.

Ele nos transportou para Seu reino. Desse modo, deixamos de ser escravos do terrível tirano que comanda o reino das trevas e fomos transportados para outro reino. Ingressamos nessa nova realidade pela experiência do novo nascimento (Jo 3:3) e passamos a fazer parte da família real, sendo herdeiros do Rei (Rm 8:16, 17). Que grande abismo atravessamos! Como mudou nossa condição!

Hoje, louvemos o Rei porque Ele nos libertou do império das trevas mediante Sua morte na cruz e nos trouxe para Seu reino. Vivamos em Sua luz!

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/cristo-o-redentor/

domingo, 18 de dezembro de 2022

O REDENTOR

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

O REDENTOR

O que eu quero é conhecer Cristo e o poder da Sua ressurreição, tomar parte nos Seus sofrimentos e me tornar como Ele na Sua morte. Filipenses 3:10

O trabalho de Paulo em Éfeso estava concluído. Seu ministério ali tinha sido um período de incessante esforço, de muitas provas e profunda angústia. Havia ensinado o povo em público e de casa em casa, instruindo-os e advertindo-os com muitas lágrimas. Enfrentara contínua oposição da parte dos judeus, que não perdiam oportunidade de acirrar contra ele os sentimentos populares.

Enquanto batalhava contra a oposição, promovendo com incansável zelo a obra do evangelho e cuidando dos interesses de uma igreja ainda jovem na fé, Paulo levava sobre si o pesado fardo de todas as igrejas.

Notícias de apostasia em alguma das igrejas estabelecidas por ele causaram-lhe profunda tristeza. Temeu que seus esforços em benefício deles tivessem sido em vão. Ele havia passado muitas noites de insônia orando e meditando intensamente, depois de saber que estavam sendo tomadas medidas para contrariar sua obra. Quando tinha oportunidade e quando as condições exigiam, escrevia às igrejas repreendendo, aconselhando, advertindo e encorajando. Nessas cartas, o apóstolo não se deteve sobre suas próprias lutas, embora houvesse vislumbres ocasionais de seus labores e sofrimentos na causa de Cristo. Açoites e prisões, frio, fome e sede, perigos por terra e por mar, nas cidades e no deserto, da parte de seus conterrâneos, dos pagãos e dos falsos irmãos; tudo isso ele sofreu por causa do evangelho. Foi caluniado, injuriado e feito a escória da Terra. Ficou perplexo, foi perseguido, pressionado de todos os lados e exposto a perigos o tempo todo, sempre entregue à morte por amor de Jesus (1Co 4:12, 13; 15:30; 2Co 4:8, 9, 11).

Em meio a constantes tempestades de oposição, ao clamor de inimigos e à deserção de amigos, o destemido apóstolo quase perdia o ânimo. Mas, lançando um olhar retrospectivo ao Calvário, prosseguia com novo ardor, disseminando o conhecimento Daquele que foi crucificado. Ele estava palmilhando a trilha ensanguentada pela qual Cristo havia passado antes dele. Procurava não abandonar a luta até que pudesse depor a armadura aos pés de seu Redentor (Atos dos Apóstolos, p. 189 [296, 297]).

PARA REFLETIR: Como você pode construir um legado de fidelidade em meio às provações? Quem passa a ter fé ao observar como você lida com tempos de sofrimento?
https://youtu.be/QM0Md4t39ns
18 de dezembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-redentor/

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

O AMÁVEL SALVADOR

  O AMÁVEL SALVADOR

E muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o matar. Mas, se o Senhor pode fazer alguma coisa, tenha compaixão de nós e ajude-nos. Marcos 9:22

Quantos oprimidos pelo pecado têm repetido essa súplica! E a todos, o misericordioso Salvador responde: “‘Se o Senhor pode’”? Tudo é possível ao que crê” (Mc 9:23). É a fé que nos liga ao Céu e nos dá força para resistir aos poderes das trevas. Deus providenciou, em Cristo, meios para vencer todo defeito de caráter e resistir a toda tentação, por mais forte que seja. Mas muitos sentem que lhes falta a fé e, assim, permanecem afastados de Cristo. Que essas pessoas, em sua frágil indignidade, se lancem sobre a misericórdia de seu amável Salvador! Não olhe para si mesmo, mas para Cristo. Aquele que curava os doentes e expulsava os demônios, quando andava entre os seres humanos, é ainda hoje o mesmo poderoso Redentor. A fé vem pela Palavra de Deus. Portanto, apegue-se à Sua promessa: “O que vem a Mim, de modo nenhum o lançarei fora” (Jo 6:37). Lance a si mesmo aos Seus pés, com o clamor: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” (Mc 9:24). Você nunca irá se perder enquanto fizer isso – jamais!

Dentro de um pequeno espaço de tempo, os privilegiados discípulos contemplaram o extremo da glória e da humilhação. Viram a humanidade transfigurada à imagem de Deus e rebaixada à semelhança de Satanás. Da montanha onde Jesus conversou com os mensageiros celestiais e foi proclamado Filho de Deus pela voz saída da radiante glória, viram Jesus descer para enfrentar aquele espetáculo tão desolador e repulsivo. Um jovem perturbado, com a fisionomia contorcida, rangendo os dentes e em espasmos de agonia que nenhum poder humano podia aliviar. Viram esse poderoso Redentor, que poucas horas antes havia sido glorificado perante os maravilhados discípulos, descendo para erguer a vítima de Satanás do chão em que se contorcia e, em saúde mental e física, devolvendo-a a seu pai e a seu lar.

Essa era uma lição prática da redenção, o Divino descendo da glória do Pai para salvar o perdido. Representava também a missão dos discípulos. Os servos de Cristo devem passar a vida não somente em cima da montanha com Jesus, em momentos especiais de iluminação espiritual. Há para eles um trabalho a fazer na planície. Pessoas a quem Satanás tem escravizado estão à espera da palavra de fé e oração que os libertará (O Desejado de Todas as Nações, p. 342, 343 [429]).

PARA REFLETIR: O quanto você está disposto a se “humilhar” a fim de salvar os perdidos ao seu redor?
https://youtu.be/bpOS6ASzofc
 MEDITAÇÃO DIÁRIA
24 de novembro
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-amavel-salvador/

sábado, 5 de novembro de 2022

O INOCENTE REDENTOR

 O INOCENTE REDENTOR

Quem de vocês Me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não creem em Mim? João 8:46

Da queda de Jerusalém, os pensamentos de Jesus se dirigiram a um juízo maior. Na destruição da cidade não arrependida, Ele viu um símbolo da destruição final que viria ao mundo. E disse: “Nesses dias, dirão aos montes: ‘Caiam em cima de nós!’ E às colinas: ‘Cubram-nos!’ Porque, se isto é feito com a madeira verde, o que será da madeira seca?” (Lc 23:30, 31). A madeira verde representava Jesus, o inocente Redentor. Deus permitiu que Sua ira contra a transgressão caísse sobre Seu amado Filho, que devia ser crucificado pelos pecados da humanidade. Que sofrimento, então, suportaria o pecador que continuasse na transgressão? Todos aqueles que se recusassem a se arrepender e crer conheceriam uma dor e aflição que a linguagem seria incapaz de expressar. 

Dentre a multidão que acompanhava o Salvador ao Calvário, muitos O haviam seguido com alegres hosanas e abanando folhas de palmas, enquanto andava em triunfo para Jerusalém. Mas vários que, naquele momento, cantaram louvores porque era um ato popular, agora gritavam: “Crucifique! Crucifique-O!” (Lc 23:21).

Quando Jesus ia montado no jumento em direção a Jerusalém, a esperança dos discípulos subiu ao mais alto grau. Tinham se reunido em torno Dele, sentindo ser uma grande honra estar ligados a Ele. Agora, em Sua humilhação, eles O seguiam de longe. Estavam dominados pela tristeza e curvados diante do fracasso de suas esperanças. As palavras de Cristo se mostraram verdadeiras: “Todos vocês Me abandonarão. Pois está escrito: ‘Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão dispersas’” (Mt 26:31, NVI). 

Chegando ao lugar da execução, os prisioneiros foram amarrados ao instrumento de tortura. Os dois ladrões tentaram se livrar daqueles que os puseram na cruz, mas Jesus não apresentou qualquer resistência. Sua mãe, apoiada por João, o discípulo amado, havia seguido o Filho até o Calvário. Vira-O desmaiar pelo peso da cruz e desejava amparar com a mão aquela cabeça ferida e lavar aquele rosto que um dia tinha se reclinado em seu peito; porém não tinha esse triste privilégio. Maria, assim como os discípulos, ainda acalentava a esperança de que Jesus mostrasse Seu poder e Se livrasse dos inimigos. Mais uma vez, o coração dela se partia ao lembrar as palavras com que Ele havia predito as cenas exatas que estavam ocorrendo (O Desejado de Todas as Nações, p. 598 [743, 744]). 

PARA REFLETIR: Como você trata aqueles que ama quando o ferem? 

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

O REDENTOR CRUCIFICADO

O REDENTOR CRUCIFICADO

Então Agripa se dirigiu a Paulo e disse: “Por pouco você me convence a me tornar cristão.” Atos 26:28

Todos os presentes escutaram encantados a narração feita por Paulo de suas maravilhosas experiências. O apóstolo estava falando sobre seu tema predileto. Nenhum dos que o ouviam podia duvidar de sua sinceridade. No momento de sua mais persuasiva eloquência, porém, foi interrompido por Festo, que exclamou: “Você está louco, Paulo! Ficou louco de tanto estudar!” (At 26:24).

O apóstolo respondeu: “Não estou louco, ó excelentíssimo Festo! Pelo contrário, digo palavras de verdade e de bom senso. Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta, pois nada se passou em algum lugar escondido” (v. 25, 26). Então, voltando-se para Agripa, dirigiu-se diretamente a ele: “Rei Agripa, o senhor acredita nos profetas? Eu sei que o senhor acredita” (v. 27). Profundamente impressionado, Agripa perdeu por um momento a noção de onde estava e da dignidade de sua posição. Tendo apenas consciência das verdades que tinha ouvido e vendo somente o humilde prisioneiro que estava diante dele como embaixador de Deus, respondeu involuntariamente: “Por pouco você me convence a me tornar cristão” (v. 28).

Com fervor, o apóstolo respondeu: “Peço a Deus que faça com que, por pouco ou por muito, não apenas o senhor, ó rei, mas todos os que hoje me ouvem venham a ser alguém como eu, mas sem estas correntes” (v. 29), acrescentou, erguendo as mãos acorrentadas.

Festo, Agripa e Berenice podiam com justiça trazer nos pulsos os grilhões que acorrentavam o apóstolo. Eram todos culpados de graves crimes. Esses transgressores tinham ouvido nesse dia a oferta de salvação me- diante o nome de Cristo. Um, pelo menos, quase foi persuadido a aceitar a graça e o perdão oferecidos. Mas Agripa afastou a misericórdia ofertada, recusando aceitar a cruz de um Redentor crucificado.

A curiosidade do rei foi satisfeita e, levantando-se, deu a entender que a entrevista havia terminado. Ao se dispersarem, os presentes falavam en- tre si dizendo: “Este homem não fez nada passível de morte ou de prisão” (v. 31) (Atos dos Apóstolos, p. 277, 278 [437, 438]).

 PARA REFLETIR:  A quantos apelos de Deus você “quase” respondeu?

Meditações Diárias: 3 de Agosto - O REDENTOR CRUCIFICADO l Acima de Todo o Nome

https://youtu.be/zh7pXHqkoKA

domingo, 24 de julho de 2022

O REDENTOR FUTURO

 O REDENTOR FUTURO

Levanta-Te para socorrer-nos; resgata-nos por amor da Tua bondade. Salmo 44:26

Como foram inconfundivelmente claras as profecias de Isaías referentes aos sofrimentos e à morte de Cristo! “Quem creu em nossa pregação?”, perguntou o profeta. “E a quem foi revelado o braço do Senhor? Porque foi subindo como um renovo diante Dele e como raiz de uma terra seca. Não tinha boa aparência nem formosura; olhamos para Ele, mas não havia nenhuma beleza que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é padecer. E, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e Dele não fizemos caso.” 

“Certamente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si; e nós O considerávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas Ele foi traspassado por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos sarados.” 

“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca. Como cordeiro foi levado ao matadouro e, como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, Ele não abriu a boca. Pela opressão e pelo juízo, Ele foi levado, e de sua linhagem, quem se preocupou com ela? Porque Ele foi cortado da terra dos viventes; foi ferido por causa da transgressão do Meu povo” (Is 53:1-8). 

Até mesmo a maneira de Sua morte foi prefigurada. Como a serpente de bronze foi levantada no deserto, assim devia ser levantado o Redentor futuro, “para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). 

“Se alguém Lhe perguntar: ‘Que feridas são essas nas Suas mãos?’, Ele responderá: ‘São as feridas com que fui ferido na casa dos Meus amigos’” (Zc 13:6). 

“Designaram-Lhe a sepultura com os ímpios, mas com o rico esteve na Sua morte, embora não tivesse feito injustiça, e nenhum engano fosse encontrado em Sua boca. Todavia, ao Senhor agradou esmagá-Lo, fazendo-O sofrer” (Is 53:9, 10). No entanto, Aquele que havia de sofrer a morte pelas mãos de homens vis devia ressurgir como vencedor sobre o pecado e a sepultura (Atos dos Apóstolos, p. 143, 144 [225-227]). 

PARA REFLETIR: Seu compromisso em aceitar o sacrifício de Cristo por você se equipara ao compromisso Dele para salvá-lo? Em outras palavras, você está comprometido com a sua salvação tanto quanto Cristo? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

24 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-redentor-futuro/

segunda-feira, 23 de maio de 2022

O SUBSTITUTO DIVINO

  O SUBSTITUTO DIVINO

Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Romanos 5:6

O Redentor do mundo possuía o poder de atrair as pessoas a Si, acalmarlhes os temores, dissipar suas tristezas, inspirar nelas esperança e ânimo e habilitá-las a crer na boa vontade divina para recebê-las graças aos méritos do Substituto divino. Como objetos do amor de Deus, devemos ser-Lhe sempre gratos por termos um mediador, advogado e intercessor nos tribunais celestiais, o qual intercede por nós perante o Pai.

Temos tudo que poderíamos pedir para nos inspirar fé e confiança em Deus. Nas cortes terrestres, quando um rei quer dar seu maior penhor para provar às pessoas sua veracidade, ele dá seu filho como refém, para ser resgatado quando sua promessa for cumprida. Veja o penhor da fidelidade do Pai! Quando Ele quis assegurar à humanidade a imutabilidade de Seu conselho, deu Seu Filho único para que viesse à Terra, a fim de tomar a natureza humana, não só pelos breves anos da vida, mas para reter sua natureza nas cortes celestiais como eterno penhor da fidelidade divina. Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do amor de Deus! “Vejam que grande amor o Pai nos tem concedido, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1Jo 3:1).

Pela fé em Cristo nos tornamos membros da família real, herdeiros de Deus e coerdeiros de Jesus Cristo. Em Cristo somos um. Ao avistarmos o Calvário e vermos o real Sofredor que com a natureza humana suportou a maldição da lei em seu favor, acabam todas as distinções nacionais, todas as diferenças sectárias. Desaparece toda a honra de posição social, todo orgulho.

A luz que brilha do trono de Deus sobre a cruz do Calvário põe fim para sempre às separações criadas pela humanidade entre classe e raça. Pessoas de todas as classes tornam-se membros de uma só família, filhos do Rei celestial, não por meio de poder terrestre, mas mediante o amor de Deus, que entregou Jesus a uma vida de pobreza, trabalhos e humilhação, a uma morte de vergonha e agonia, para que pudesse levar muitos filhos e filhas para a glória (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 258).

PARA REFLETIR: Em um mundo no qual as diferenças costumam ser fonte de tensões, como você pode ajudar a conduzir pessoas divididas ao campo unificador da cruz?

MEDITAÇÃO DIÁRIA

23 de maio

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-substituto-divino/

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

O REDENTOR COMPASSIVO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

15/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-redentor-compassivo/

O REDENTOR COMPASSIVO

Porque Deus, que disse: “Das trevas resplandeça a luz”, Ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. 2 Coríntios 4:6

Como discípulos de Cristo, não devemos nos misturar com o mundo simplesmente por amor ao prazer, para participar de suas loucuras. Esses relacionamentos só trazem prejuízo. Nunca devemos aprovar o pecado por meio de nossas palavras ou ações, nosso silêncio ou presença. Aonde quer que formos, devemos levar Jesus conosco e revelar aos outros a preciosidade de nosso Salvador. No entanto, os que tentam esconder sua religião atrás de muros de pedra perdem preciosas oportunidades de fazer o bem. Por meio das relações sociais, o cristianismo entra em contato com o mundo. Todos aqueles que receberam iluminação divina devem iluminar o caminho dos que não conhecem a Luz da vida.

Todos nós devemos nos tornar testemunhas de Jesus. A habilidade social, santificada pela graça de Cristo, deve ser aperfeiçoada para atrair pessoas ao Salvador. Que o mundo veja que não estamos preocupados de forma egoísta com nossos próprios interesses, mas que desejamos que outros participem das bênçãos e privilégios que desfrutamos. Que eles vejam que nossa religião não nos torna insensíveis ou exigentes. Que todos os que afirmam ter encontrado Cristo contribuam para o bem das pessoas, como Ele fez.

Nunca deveríamos dar ao mundo a falsa impressão de que os cristãos são pessoas tristes e infelizes. Se nossos olhos estiverem fixos em Jesus, veremos um Redentor compassivo e receberemos luz de Seu semblante. Onde quer que reine o espírito de Cristo, ali habita a paz. E haverá alegria também, pois há uma calma e santa confiança em Deus.

Cristo fica feliz com Seus seguidores quando mostram que, embora humanos, são participantes da natureza divina. Não são estátuas, mas homens e mulheres vivos. Seu coração, reanimado pelo orvalho da graça divina, abre-se e expande-se ao Sol da Justiça. A luz que brilha sobre eles é refletida sobre outros em obras iluminadas pelo amor de Cristo (O Desejado de Todas as Nações, p. 113, 114 [152, 153]).

PARA REFLETIR: Você é um cristão feliz? As pessoas gostam de estar ao seu lado? Como você usa sua “influência social” para edificar o reino de Deus?

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Cristo Redentor

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Terça-feira, 19 de janeiro

 Cristo Redentor

 E, chegando-vos para Ele, a pedra viva. 1 Pedro 2:4, ARC

O Cristo Redentor foi eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno e, em 2012, tornou-se patrimônio da humanidade pela Unesco. O monumento foi projetado pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e construído, de 1922 a 1931, com concreto armado e pedra-sabão, tendo a colaboração dos franceses Paul Landowski e Albert Caquot.

A obra mede 38 metros e equivale a um prédio de 13 andares. Seus braços abertos têm 28 metros e, por estar no topo de uma montanha, o monumento foi projetado para resistir a furacões de categoria 5.

Apesar do símbolo e da imponência dessa obra de arte, temos que reconhecer que seus braços, seu coração, seus olhos e seu rosto são todos feitos de pedra.

Nosso Cristo é diferente! É mais que um cartão-postal, não foi construído por profissionais e não está há quase 90 anos estabelecido no mesmo lugar. Segundo Pedro, Ele é “Pedra viva” (1Pe 2:4, ARC). João O apresenta como sendo “levantado da terra” e atraindo todos a Si mesmo (Jo 12:32). Paulo revela que Seus braços estão abertos para alcançar a todos e convida: “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente […] a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4:16). Ellen White declara: “Seu amorável coração se comovia até às profundezas por aqueles cuja condição menos esperança oferecia e que mais necessitavam de Sua graça regeneradora” (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 603).

Nosso Cristo é Aquele que foi predito no Antigo Testamento, revelado nos evangelhos, pregado em Atos, explicado nas epístolas e esperado no Apocalipse. Nele temos um amor que jamais será completamente compreendido, paz que não será perturbada, descanso que nunca será interrompido, alegria que jamais desaparecerá, esperança que jamais será desapontada, felicidade que nunca será destruída, luz que jamais se apagará, força que não poderá ser vencida, beleza que jamais murchará, pureza que nunca será manchada, recursos que não se esgotarão e salvação que não nos será tirada.

O verdadeiro Cristo Redentor está de braços abertos para você. Jesus é a “Pedra viva”, e isso significa que Ele não fica estático diante de seus desafios. Ele Se move para abraçar você e abençoar sua vida.

Erton Köhler, 24/7/2019

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Redentor, Sacerdote e Rei

Fé Pela Qual Eu Vivo
8 de julho 
Redentor, Sacerdote e Rei

Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e feito mais sublime do que os Céus. Heb. 7:26.

Por determinação divina a tribo de Levi foi separada para o serviço do santuário. Nos tempos primitivos cada homem era o sacerdote de sua própria casa. Nos dias de Abraão, o sacerdócio era considerado direito de primogenitura do filho mais velho. Agora, em lugar dos primogênitos de todo o Israel, o Senhor aceitou a tribo de Levi para a obra do santuário. … O sacerdócio, todavia, ficou restrito à família de Arão. A este e seus filhos, somente, permitia-se ministrar perante o Senhor; o resto da tribo estava encarregada do cuidado do tabernáculo. …

De acordo com as suas funções, foi indicada ao sacerdote uma veste especial. “Farás vestidos santos a Arão teu irmão, para glória e ornamento” (Êxo. 28:2) – foi a instrução divina a Moisés. …

Todas as coisas ligadas ao vestuário e conduta dos sacerdotes deviam ser de molde a impressionar aquele que as via, dando-lhe uma intuição da santidade de Deus, santidade de Seu culto, e pureza exigida daqueles que iam à Sua presença.

Não somente o santuário em si mesmo, mas o ministério dos sacerdotes, deviam servir “de exemplar e sombra das coisas celestiais”. Heb. 8:5. Patriarcas e Profetas, págs. 350-352.

o povo era ensinado cada dia, por meio de símbolos e sombras, a respeito das grandes verdades relativas ao advento de Cristo como Redentor, Sacerdote e Rei; e uma vez em cada ano tinham a mente voltada para os eventos finais do grande conflito entre Cristo e Satanás, a purificação final do Universo do pecado e pecadores. Os sacrifícios e ofertas do ritual mosaico deviam sempre apontar para uma adoração melhor, celestial mesmo. Profetas e Reis, págs. 684 e 685.

Os méritos de Seu sacrifício são suficientes para serem apresentados ao Pai em nosso favor. Caminho a Cristo, pág. 36.

Devemos ter livre acesso ao sangue expiatório de Cristo. Precisamos considerar isto como o mais sagrado privilégio, a maior bênção jamais concedida ao homem pecador. SDA Bible Commentary, vol. 1, pág. 1.111.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 195

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Meu Redentor - MD-Jó 19:25

Meditação Diária
Meu Redentor Vive
Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra. (Jó 19:25)

   Jó era um grande homem. Não era apenas um homem de paciência, mas também um homem de fé e alimentava a Grande Esperança de ver o Senhor. Jó cria que tinha um verdadeiro amigo entre os seus amigos cruéis, Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra. E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus.” Jó 19:25-26

Em meio a todas aquelas vozes, em meio a todas as acusações e falta de compaixão, Jó faz uma oração, e pede duas coisas. Ele diz: “Quem dera fossem agora escritas as minhas palavras! Quem me dera fossem gravadas em livro! Que, com pena de ferro e com chumbo, para sempre fossem esculpidas na rocha!” – Jó 19:23,24.

É como se ele estivesse querendo que alguém mais, além daqueles “amigos”, inoportunos e incompreensíveis, ouvisse a sua voz. Seu desejo, talvez, fosse que alguém estivesse como que gravando as suas palavras, porque, parecia que ninguém compreendia os seus argumentos.

Mas alguém o ouvia. O ouvia, e compreendia. E não só o compreendia como providenciou que não somente as suas palavras fossem escritas, mas que todo o acontecimento fosse registrado e soberanamente mantido vivo para nós hoje.

É claro que ele estava vendo a Deus, de modo espiritual. Pois agora Deus não era só uma história, mas era de fato em sua vida. Ele havia experimentado Deus intimamente. No entanto, ele sabia que um dia, por causa do seu Redentor, ele haveria de ressuscitar em glória e poderia com seus próprios olhos, contemplar a Deus definitivamente.

Que esperança! Essa deve ser  a nossa esperança! Nada neste mundo pode nos lançar fora das mãos de Deus.

Passando por lutas? 

A nossa esperança, nas nossas lutas, em nossos sofrimentos nesta vida, deve repousar no fato real, que o “Nosso Redentor Vive”.


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

MD- Salmos 93:2

Meditação Diária
TRONO FIRME

Desde a antiguidade, está firme o Teu trono; Tu és desde a eternidade. Sal. 93:2.

Quando você sofre e não sabe por que, está em disputa o trono de Deus. Quando você olha ao seu redor e vê injustiça, está em jogo a autoridade divina. Quando os noticiários mostram uma criança mutilada na guerra, a luta concentra-se em torno da soberania divina.

Alguém tenta arrebatar o trono de Deus. Alguém quer usurpar a autoridade divina. Alguém acusou Deus, desde o princípio, de ser ditador, injusto e arbitrário.

Esse intento de desfigurar o caráter divino, com a finalidade de apoderar-se do trono, foi iniciativa de Lúcifer, considerado o mais formoso de todos os anjos.

O surgimento do mal no coração de Lúcifer é um mistério. A Bíblia não explica. Simplesmente mostra as conseqüências que essa rebelião trouxe para ele e seus seguidores.

Apesar dos ataques do inimigo, o trono de Deus foi preservado. “Desde a antiguidade, está firme o Teu trono”, afirma Davi. Lúcifer perdeu e foi expulso do Céu. A partir daí, o conflito foi transferido para este mundo e, especificamente, para o coração humano.

Cada vez que a dor toca a porta do seu coração, o inimigo quer que você pense que é Deus o causador do seu sofrimento. Mas a Bíblia afirma que a dor nasce na mente do inimigo. Não no coração de Deus. O Senhor só quer o melhor para Suas criaturas. Seus pensamentos são de amor e não de ódio.

O inimigo o faz sofrer com o propósito de que você se revolte. Naquele instante, ele toma o controle do seu coração e enche sua vida de amargura. Você perde a paz e não consegue ser feliz nem fazer felizes as pessoas que ama.

Não permita que os sentimentos de amargura tomem conta do seu coração. Faça como Jó em meio à dor. Diga: “Eu sei que o meu Redentor vive.” Jó 19:25. Então Jesus assumirá o trono do seu coração. Você estará pronto a enfrentar as vicissitudes da vida com otimismo.

Não saia de casa, hoje, sem ter a certeza de que Jesus ocupa o trono de seu coração. Na luta milenar entre Cristo e Satanás, deixe que o Salvador seja vitorioso, porque: “Desde a antiguidade está firme o Teu trono; Tu és desde a eternidade.”/Escrito por Alejandro Bullón/

Experimente estar com Jesus através da oração e da leitura da Bíblia a cada amanhecer e veja que Ele pode solucionar  todos os seus problemas.

Salmos 43 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 43 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 43 – Este é uma continuação do Sa...