Mostrando postagens com marcador Lázaro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lázaro. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de abril de 2023

O RICO E LÁZARO

 O RICO E LÁZARO

Deus conhece o coração de vocês; [...] aquilo que é elevado entre homens é abominação diante de Deus. Lucas 16:15

Uma parábola não conta necessariamente uma história real. O que interessa é a lição espiritual que ela apresenta. Esse é o caso da parábola do rico e Lázaro, narrada em Lucas 16. Nela os mortos têm olhos, dedo e língua. Estão vendo, falando, ouvindo, pensando e sentindo. O Céu e o inferno estão separados, mas tão próximos que é possível aos habitantes de um desses lugares ver o que acontece no outro e se comunicar com os que estão lá. Tudo em evidente desacordo com o que a Bíblia fala sobre o estado dos mortos (Ec 9:5, 6, 10; 1Ts 4:16, 17). 

Histórias como essa eram comuns tanto no Egito quanto na Palestina. Jesus utilizou uma delas para ensinar algo importante. Nos primeiros versos desse capítulo, Jesus conta uma parábola ensinando que não podemos servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo. Os fariseus avarentos não concordaram e zombaram Dele. Para eles, a prosperidade era um sinal do favor de Deus. A adversidade e a pobreza eram indicativos de que a pessoa estava sob a condenação divina.

Foi esse o contexto da parábola. Nela há um claro contraste entre um homem abastado e um indigente. O rico se veste como um rei. Cada refeição é um banquete. Ele tem cinco irmãos e se preocupa com eles. Em suma: ele tem riquezas, muitas coisas e bons relacionamentos. Se os fariseus estiverem certos, depois de sua morte ele irá para o Céu. 

O outro, Lázaro, é miserável. Não tem moradia. Vive ao relento à porta da casa do rico. Seu corpo está coberto de feridas. Não tem família nem recursos para o mais básico: a alimentação. Vive de sobras, disputando migalhas com os vira-latas que lambem suas feridas. Se os fariseus estiverem certos, quando Lázaro morrer, irá para o inferno.

No fim da parábola, para surpresa de todos, acontece exatamente o oposto. O rico se perde, e o indigente herda o reino de Deus. Isso nos serve de alerta. Não ponhamos o coração no dinheiro e naquilo que ele pode comprar. Façamos o bem com o que Deus nos deu e confiemos unicamente em Sua graça para nossa salvação.

MEDITAÇÃO DIÁRIA

30 de abril
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-rico-e-lazaro/
https://youtu.be/AcaQzVcgkx4

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

A RESSURREIÇÃO E A VIDA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

14/02/2022

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-ressurreicao-e-a-vida/

A RESSURREIÇÃO E A VIDA

Então Marta disse a Jesus: “Se o Senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido.” João 11:21

“Quando Jesus viu que ela chorava, e que os judeus que a acompanhavam também choravam, agitou-Se no espírito e Se comoveu” (Jo 11:33). Lia o coração de todos os que ali estavam reunidos. Viu que, para muitos, o que apresentavam como demonstração de tristeza não passava de simulação. Sabia que alguns no grupo, manifestando agora hipócrita tristeza, em breve estariam planejando a morte, não somente do poderoso realizador de milagres, mas também daquele que estava para ser ressuscitado. Cristo poderia ter arrancado deles o manto de fingida tristeza, mas conteve Sua justa indignação. As palavras que poderia, com toda verdade, ter dito, não pronunciou por amor ao querido ser que estava aos Seus pés ajoelhado em dor, e que realmente acreditava Nele.

“Onde vocês o puseram?”, perguntou. “Eles responderam: Senhor, venha ver!” (v. 34). Juntos, dirigiram-se para o sepulcro. Foi uma cena dolorosa. Lázaro fora muito amado, e as irmãs choravam por ele com o coração despedaçado, enquanto os que haviam sido amigos seus misturavam suas lágrimas com as lágrimas das irmãs desoladas. Pela aflição humana e pelos amigos que choravam pelo morto, enquanto o Salvador do mundo estava presente, “Jesus chorou” (v. 35). Embora fosse o Filho de Deus, revestira-Se da natureza humana e Se comovia com a dor da humanidade. Seu amável e compassivo coração está sempre pronto a se compadecer perante o sofrimento. Chora com os que choram e Se alegra com os que se alegram.

Contudo, não foi simplesmente pela compaixão humana para com Maria e Marta que Jesus chorou. Havia em Suas lágrimas uma dor tão acima do simples sofrimento humano como o Céu está acima da Terra. Cristo não chorou por Lázaro, pois estava para chamá-lo do sepulcro. Chorou porque muitos dos que pranteavam Lázaro em breve tramariam a morte Daquele que era a Ressurreição e a Vida. Quão incapazes os incrédulos judeus eram em interpretar devidamente Suas lágrimas! Alguns, que conseguiam enxergar somente as circunstâncias exteriores da cena que estava perante Ele como causa de Sua tristeza, sussurraram: “Vejam o quanto Ele o amava” (v. 36) (O Desejado de Todas as Nações, p. 424, 425 [533, 534]).

PARA REFLETIR: Como você reage quando alguém a quem ajudou o trai?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

João 11 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


João 11
Pr. Heber Toth Armí

O poder de Jesus que ressuscitou Lázaro não está esgotado nem é limitado a alguns poucos crentes, está disponível ainda hoje para todos. A fé na ressurreição é essencial para todo aquele que aceita o Evangelho. Contudo, é inevitável que a fé se depare com a incerteza, mas não é sábio permitir que as dúvidas sufoquem a fé.

Permita que os ensinamentos de João onze aqueçam e fortaleçam tua fé:

1. Jesus pode atrasar-Se para atender-nos com base na ansiedade e desespero humano, mas não na agenda divina.

2. Jesus sempre tem um plano que excede aos nossos melhores e maiores planos, se permitirmos que Ele execute-os certamente nos surpreenderá grandemente.

3. Jesus chora, mas diferentemente de nós que choramos por não saber que fazer; Suas lágrimas revelaram Sua humanidade, Sua empatia pelos sofrimentos humanos, Sua simpatia pela aflição humana – o Salvador se compadece de nós.

4. Jesus tem poder maior que o poder da morte e a decomposição; nem o diabo e suas hostes puderam impedir a Jesus de ressuscitar Seu amigo Lázaro.

Jesus, como Senhor da vida, não permite que a morte tenha a última palavra sobre Seus amigos. A morte de Lázaro exemplifica o que o pecado faz com cada pessoa, seja crente, incrédulo ou ateu; já a ressurreição de Lázaro aponta o fim (ou novo começo) de todo verdadeiro amigo de Jesus.

A ressurreição dos fieis está vinculada ao retorno do Senhor da vida. Por isso, ainda que existam certos momentos desesperadores, certamente podemos depositar nossa confiança naquele que declarou ser “A RESSURREIÇÃO E A VIDA” e provou isso trazendo Lázaro à vida.

Ainda que a ressurreição de Lázaro tenha causado desconforto aos críticos de Cristo, este relato deve moldar-nos, incentivar-nos e fortalecer nossa fé. 

Considere:

1. Confiar em Jesus sempre traz estupendas recompensas;

2. Ainda que pareça que Jesus demora atender-nos, Suas respostas nos surpreendem;

3. Para o Autor da vida, a morte é tão simples como um sono que logo passa;

4. Onde o poder de Jesus se manifesta, todo poder perde seu efeito;

5. Ao agir em nosso favor, Jesus não nos quer inativos e preguiçosos, mas sempre dispostos a obedecer – “tirai a pedra”.

Jesus quer acabar com a morte. Para Ele, querer é poder!

Imagens do Google
Curta e compartilhe:


João 11 Comentários de Christopher Bullock


 João 11
Christopher Bullock

Nesta história Jesus não cura no momento em que é chamado. Após receber a urgente mensagem, Ele aguarda algum tempo para ir até Betânia e curar seu amigo Lázaro. Então, Ele diz: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo” (v. 11 NVI).

Lázaro vivia em Betânia, a menos de 3 km a leste de Jerusalém. O pequeno povoado se aninhava na encosta oriental do Monte das Oliveiras. Jesus orara por muitas vezes neste monte e fora recebido muitas vezes na casa de Lázaro e suas irmãs. Eles se tornaram mais ligados do que familiares entre si.

Por que Jesus esperou pela morte daquele a quem Ele amava? (v.3) Jesus mesmo explica que isto ocorrera para a glória de Deus (v.4), assim como ocorrera com o cego de nascença a quem Jesus recuperou a vista (Jo 9:3), para que os discípulos cressem (v. 15).

Ao narrar a ressurreição de Lázaro, João 11 responde à pergunta feita a Jesus em João 10:36-38. Ele estava blasfemando ao dizer que era o Filho de Deus? Alguns pensavam que estava. Jesus diz que eles não precisariam acreditar nEle, a não ser que fizesse as obras de Seu Pai. Mas se Ele fizesse – como ao ressuscitar Lázaro – então todos eles saberiam que Jesus está no Pai e o Pai nEle.

Jesus tinha ressuscitado anteriormente duas pessoas: 1) o filho da viúva de Naim – Ele deu ordem para o garoto levantar e este ressurgiu (Lc 7:11-17) e 2) a filha de Jairo – Ele só falou uma palavra para efetuar a cura (Lc 8:40-56). Neste capítulo, entretanto, Jesus espera até Lázaro estar morto por quatro dias, para que não houvesse qualquer dúvida de que ele estava realmente morto. Assim não haveria qualquer dúvida de que Ele é a Ressurreição e a Vida. E este fato não só se refere à capacidade de Jesus em trazer mortos físicos novamente à vida, mas também em dar vida aos que estão mortos espiritualmente. Jesus tem a vida nEle! E através dEle podemos experimentar uma “nova vida”.

Pode ser que você esteja se sentindo preso em uma tumba espiritual durante quatro dias, ou 40 anos, mas o seu Salvador Doador e Restaurador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama!

Deixe-O vencer as suas batalhas espirituais e lhe dar uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia.

Então, pela fé, abra a lápide de seu coração hoje a este Grande Médico e receba a vida em abundância!

Christopher Bullock




http://www.palavraeficaz.com/

2 Crônicas 30 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – 2 Crônicas 30 Comentário: Pr. Heber Toth Armí II CRÔNICAS 30 – Buscamos grande re...