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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

“O Deus que Enche Vales Secos”

 “O Deus que Enche Vales Secos”

2 Reis 3

📖 Segundo Livro dos Reis 3
Panorama do Capítulo

Contexto:
Após a morte de Acabe, o rei de Moabe se rebela contra Israel. Jorão, rei de Israel, une-se a Josafá, rei de Judá, e ao rei de Edom para enfrentar Moabe. No meio da campanha militar, falta água para o exército — e o desespero surge.

Principais Acontecimentos

1️⃣ A Rebelião de Moabe (vs. 1–8)
O rei Mesa, de Moabe, deixa de pagar tributo a Israel.
Jorão busca aliança com:
Josafá, rei de Judá
Rei de Edom
Eles decidem atravessar o deserto de Edom — uma rota difícil.

2️⃣ A Crise no Deserto (vs. 9–12)
Após sete dias de marcha, não há água para o exército e os animais.
Jorão entra em desespero e acha que Deus os entregou ao inimigo.
Josafá pergunta:

“Não há aqui algum profeta do Senhor?

Chamam então o profeta Eliseu.

3️⃣ A Palavra Profética (vs. 13–20)
Eliseu, por respeito a Josafá, busca direção do Senhor.
Ele pede um músico — e enquanto a música toca, a mão do Senhor vem sobre ele.
Profecia:
Cavem valas no vale.
Não veriam vento nem chuva.
Mesmo assim, o vale se encheria de água.
Moabe seria derrotado.
E assim aconteceu:
Na manhã seguinte, a água veio do caminho de Edom.

4️⃣ A Vitória e o Desfecho (vs. 21–27)
Os moabitas veem a água refletindo como sangue e pensam que os reis se destruíram entre si.
Correm para o ataque — e são surpreendidos.
Israel vence, destrói cidades e colheitas.
No final, o rei de Moabe oferece seu filho como sacrifício sobre o muro, gerando grande indignação em Israel, e a campanha é encerrada.

Lições Espirituais de 2 Reis 3

1. Alianças não substituem direção espiritual
Eles planejaram a guerra, mas esqueceram de buscar a Deus antes.

2. Crises revelam quem realmente confia
Jorão desespera.
Josafá procura o profeta.

3. Deus age além da lógica
Sem vento.
Sem chuva.
Mas com água abundante.

4. Antes do milagre, há preparo
“Cavai valas.”
Eles precisaram agir em fé antes de ver a provisão.

Aplicação para hoje
Você já entrou em algum “deserto” por decisão precipitada?
Tem cavado valas em fé mesmo sem sinais visíveis?
Quem você consulta primeiro: o medo ou Deus?

👉Quando não há chuva visível, Deus ainda pode enviar água invisível.
💌 t.me/bibliaG

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Rute 1 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Rute 1
Comentário Pr Heber Toth Armí

RUTE 1 – A esperança desaparecida no livro de Juízes renasce no livro de Rute. Não foi nenhum juiz/libertador humano que resolveu o caos e anarquia israelitas. “A vitória final viria mesmo com Jesus, nosso divino Libertador, Juiz e Rei (ver Apoc. 5:9-14). Jesus foi descendente de Rute (Mat. 1:5), a mulher moabita que guardou a aliança de lealdade a Deus e às pessoas, durante o período dos ‘juízes’”, arrazoa Roy Gane.

Enquanto o povo de Deus andava na débil faísca de sua própria compreensão, a moabita Rute aprendeu a andar na luz da Palavra de Deus. É possível que pagãos possam avançar mais rápida e intensamente rumo à vontade divina do que os próprios cristãos. Incompreensivelmente! Embora a moralidade e a espiritualidade despencassem na vida do povo de Deus, a vida de Rute se elevou do paganismo para fazer parte do remanescente fiel que Deus sempre preservou na história mundial.

Assim como Raabe (de Jericó), Rute de Moabe converteu-se ao povo de Deus, abriu mão de seus ídolos, e de seu povo pagão para unir-se ao povo que Deus usava para atingir Seus elevados e nobres propósitos evangelísticos. Como Raabe e Rute, todos os pagãos poderiam experimentar os benefícios da conversão, e fazerem parte do povo que tinha a promessa divina de um galardão especial. Mas rejeitaram!

A história de Rute começa com a família de Elimeleque fugindo de Belém para as terras pagãs de Moabe. Ao invés de buscar a Deus, buscou-se refúgio entre pagãos (Rute 1:1-2); a única coisa positiva nesta decisão foi o casamento de seus filhos; pois a situação foi pior em Moabe do que era em Belém. Elimeleque e seus filhos morreram deixando Noemi com duas noras. Amargurada... Noemi decidiu retornar a Belém; Rute a acompanhou deixando tudo para trás (Rute 1:3-22).

Rute é moça de caráter. Determinada. Fiel. Segura. Comprometida. Sincera. É possível existir excelentes mulheres para casar mesmo fora do povo de Deus. Aquela situação deploravelmente triste da história de Noemi foi útil para salvar esta excelente jovem moabita, a qual tornou-se parte da genealogia de Jesus (Mateus 1:5).

O livro da ex-pagã Rute conta a história do remanescente fiel do período dos juízes, mostrando que Deus sempre tem os Seus – mesmo em meio ao caos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

Comentários de Rute 1

 📘 Comentários de Rute 1

1. Contexto do capítulo
Rute 1 apresenta o cenário inicial da história: crise, perda e decisões que definem destinos. É um capítulo marcado por dor, lealdade e o primeiro movimento da graça de Deus na vida de uma família quebrada.

1.1 – A fuga para Moabe (vv. 1-2)
Israel vivia na época dos juízes — período de instabilidade espiritual.
A fome leva Elimeleque e sua família a Moabe, uma terra de nações pagãs e histórico de tensão com Israel.
Aplicação: decisões tomadas por medo e carência espiritual podem nos levar a lugares distantes do propósito de Deus.

1.2 – A dor e as perdas (vv. 3-5)
Elimeleque morre.
Os filhos, casados com moabitas, também morrem.
Naomi fica sem marido, sem filhos e sem herdeiros.
No contexto da época, isso significava total vulnerabilidade social e emocional.
Aplicação: há momentos em que parece que todas as estruturas caem, mas Deus está silenciosamente preparando uma nova história.

1.3 – O retorno ao pão (vv. 6-7)
Naomi resolve voltar para Belém ao ouvir que Deus “visitou o seu povo dando-lhe pão”.
Belém significa “Casa do Pão”.
Quando Deus age, o lugar que antes era fome se torna provisão.
Aplicação: sempre haverá um chamado de Deus para voltar ao centro da Sua vontade, mesmo depois de períodos de afastamento.

1.4 – A despedida e as escolhas (vv. 8-14)
Naomi incentiva as noras a voltarem às suas famílias e deuses.
Orfa escolhe voltar.
Rute decide ficar — e isso muda toda a trajetória da história bíblica.
Orfa não fez uma má escolha culturalmente, mas Rute fez uma escolha de fé.
Aplicação: algumas pessoas nos acompanham até certo ponto; poucas permanecem quando a jornada envolve renúncia e fé.

1.5 – A declaração de fidelidade de Rute (vv. 15-18)
Este é o ponto alto do capítulo.
Rute diz:
“O teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus.”
Ela adere ao Deus de Israel voluntariamente.
Faz uma aliança não por vantagens, mas por amor sacrificial.
Mostra caráter, coragem e fé genuína.
Aplicação: verdadeira fé muitas vezes nasce em meio à dor, e decisões espirituais profundas surgem em momentos de crise.

1.6 – A amargura de Naomi (vv. 19-22)
Naomi retorna a Belém e diz: “Não me chamem Naomi (agradável), chamem-me Mara (amarga).”
Ela pensa que Deus a feriu e a esvaziou.
Mas, ironicamente, ela volta com Rute, que será o canal da restauração divina.
Aplicação: às vezes interpretamos mal os caminhos de Deus.
O que parece “vazio” pode ser exatamente o que Ele vai usar para encher nossa vida de forma surpreendente.
O capítulo termina com um detalhe profético:
“Começava a colheita da cevada.”
Um tempo novo está prestes a começar.

💡 Lições espirituais de Rute 1
Deus trabalha mesmo quando não percebemos.
Decisões de fé feitas em meio à dor produzem frutos eternos.
A graça de Deus alcança estrangeiros, marginalizados e quebrantados.
Voltar para Deus é sempre o início da restauração.
A fidelidade de uma pessoa pode mudar o destino de gerações.

sábado, 9 de dezembro de 2023

Isaías 16 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 16
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 16 – A profecia acerca de Moabe ocupa dois capítulos no livro sagrado escrito pelo profecia Isaías. Aqui, esta mensagem é uma continuação do capítulo anterior.

Deus almeja uma transformação no coração orgulhoso e na sociedade pervertida. Ele quer arrancar nossa exigência por justiça, para substituí-la por amor, bondade e compaixão.

• Nesta profecia Deus pretendia transformar a sociedade judaica e moabita, e inclusive a sociedade de nossos dias!

Por isso, embora a profecia de Isaías tenha uma tonalidade predominantemente de julgamento e condenação sobre Moabe, há elementos e expressões suficientes indicando uma poderosa nota de esperança:

• Enviar cordeiros como tributo ao Governante da Terra é o caminho para encontrar graça e perdão. Deus provê a trajetória da restauração (Isaías 16:1).
• A menção de um trono estabelecido em amor e fidelidade, com um Juiz que busca a justiça e defende o que é justo, refere-se ao governo do Messias, que seria honesto e compassivo, em lugar de uma liderança política corrupta (Isaías 16:5).
• Apesar da profecia de julgamento, o fato de Deus estabelecer um prazo específico (dentro de três anos) para a desonra de Moabe sugere um fim ao sofrimento e uma limitação no período da disciplina. Isso é graça divina em busca da restauração humana (Isaías 16:13-14).

Observe que “a profecia deixa claro que o sofrimento que viria a Moabe, era o resultado de seu orgulho e arrogância (16:6). Este orgulho levou Moabe a cometer crimes que afrontavam a consciência da humanidade (Amós 2:1-3). Uma maneira de minorar o castigo seria buscar o favor do Deus de Israel (16:1). Israel por sua vez, deveria mostrar misericórdia para com os moabitas cuja situação desesperadora era como a de pássaros lançados fora do ninho. Em vez de vingar-se dos moabitas, deviam ajudá-los com conselhos, servir-lhes de sombra contra o sol ardente, esconder os fugitivos, abrir as portas aos desterrados (vv. 2-4). Atos de misericórdia como estes abririam caminho para Um que Se sentaria no trono de Davi e que julgaria os habitantes da Terra com justiça (v. 6)” (Siegfried Schwantes).

O julgamento equilibra com a promessa de um futuro restaurado, incentivando a esperança mesmo diante das consequências iminentes por causa do pecado. Em lugar de vingança o povo de Deus deve oferecer esperança!

Para isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Isaías 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 15
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 15 – Se nosso coração estiver enternecido pela compaixão e amor divinos, nos comoveremos diante do sofrimento alheio – ainda que a dor seja pela ação da justiça divina.

Isaías 15 é uma mensagem a respeito de Moabe. É uma profecia proferida em forte linguagem poética, descrevendo a devastação do reino moabita de uma forma que evoca emoção e reflexão.

O século 8 a.C foi um período de grande instabilidade na região do Oriente Médio, e a Assíria emergiu como uma potência dominante. Moabe, como muitos outros reinos da região, estava sujeito às pressões e ameaças da Assíria.

O contexto político envolve a dinâmica de poder entre as nações e as consequências para Moabe. Além do olhar político, o profeta enxergou e comunicou o que Deus lhe revelou; e, neste caso, “quando Nabucodonosor marchou contra Judá, em 597 a.C., para sufocar a revolta liderada por Joaquim, rei de Judá, os caldeus tiverem apoio dos moabitas (II Reis 24:2). Esta atitude pouco cordial dos moabitas pode ter dado ensejo a esta profecia”, comenta Siegfried Schwantes.

Zoar, uma cidade ao sul de Moabe, representa a extensão do clamor; o caminho de Luíte pode simbolizar um ritual de lamento; e a menção de Horonaim, uma cidade moabita, indica que a destruição seria proclamada ao longo do caminho, aumentando ainda mais o lamento e a aflição (Isaías 15:5, 9).

A menção de várias  cidades moabitas indica que a lamentação se estenderia por toda terra (Isaías 15:1-4, 6-8). “Era tão terrível o açoite que viria sobre Moabe que mesmo os soldados estariam em pânico e gritariam de terror. Os que deveriam ajudar não poderiam fazê-lo, os que deviam ter coragem se encheriam de terror... A cena representada diante do profeta é tão terrível que seu coração se comove de piedade e clama pelo povo ferido” (CBASD).

• Diferente dos moabitas que promoveram sofrimento, os representantes de Deus se compadecem dos que sofrem pelas consequências dos próprios erros.
• O amor cristão nos instiga a sentir a dor do próximo, mesmo que essa dor tenha lógica e motivos para existir.
• Por mais que as pessoas mereçam a desgraça pelos seus pecados, quem serve a Deus sente empatia pelos sofredores, assim como revela o profeta Isaías!

Busquemos um coração como o de Isaías! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 16 de janeiro de 2021

Ezequiel profetiza contra nações

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Ezequiel 25

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O texto bíblico, em Ezequiel, nos traz preciosos ensinamentos para nortear nossa vida e fortalecer nossa convicção nos planos divinos.

Os capítulos de Ezequiel 25 a 32 deveriam ser estudados em paralelo com os capítulos de Isaías 13 a 23 e de Jeremias 46 a 51. As nações destes capítulos são julgadas pelo Deus de Israel, pois Ele não tolera o pecado na vida de nenhum habitante deste planeta.

No capítulo em pauta, Ezequiel profetiza contra as seguintes nações:

1. Amom (vs. 1-7);

2. Moabe (vs. 8-11);

3. Edom (vs. 12-14).

Estas três nações tinham parentescos com Israel. Amonitas e moabitas eram filhos incestuosos de Ló com suas duas filhas (ver Gênesis 19:29-38). Os edomitas são os descendentes de Esaú, que por vender seu direito à primogenitura por um prato de lentilhas vermelhas, ficou conhecido como Edom, que quer dizer avermelhado.

Esaú era irmão gêmeo de Jacó que se tornou Israel, filhos de Isaque. Amom e Moabe eram sobrinhos de Abraão, o pai da fé, que gerou a Isaque, o filho da promessa.

Estas três nações poderiam ter seguido o exemplo de Abraão na questão da ética e da religião, mas preferiram um código de ética pautado pelo pecado e uma religião pagã, politeísta e intolerante aos princípios do verdadeiro Deus.

A independência ao Deus verdadeiro e a negligência aos Seus nobres princípios morais interferem na forma de lidar com o próximo. O analfabetismo teológico desemboca numa ética questionável. A ignorância na revelação de Deus torna o ser humano ignorante e intolerante até com seus parentes.

Anote em teu coração estas verdades:

• Brigas familiares causam dores e tragédias, isso é falta de aplicar os princípios de Deus na vida familiar.

• Uma religião pessoal sem base bíblica não possui poder de transformar o terrível coração dos nossos parentes.

• Imoralidades, corrupções e falta de ética com o próximo atraem o julgamento do Deus verdadeiro.

Portanto, dediquemo-nos a viver as verdades reveladas na Palavra de Deus; pois, além de vivermos mais felizes aqui neste mundo seremos absolvidos no dia do juízo!

Como o pecado penetrou em cada canto do mundo, Deus tomou providências para erradicá-lo de todos os lugares. Nada escapará de Sua vista; assim, o mal não driblará Deus e, então, o bem vencerá plenamente!

Amigos… animemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

domingo, 6 de setembro de 2020

O juízo dos impenitentes - Isaías 16

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 16
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Não importa a nação ou a pessoa, não importa quão cruel ou perverso uma nação ou uma pessoa tenha sido, não importa quão longe do ideal de Deus uma nação ou uma pessoa vai… Deus está mais ansioso para salvar do que para condenar.

A ação de Deus em prol do pecador é grande e intensa visando desviar os perdidos da rota do inferno.

• A pesar de a profecia apresentar mulheres moabitas abandonadas como pássaros sem ninho clamando inutilmente por ajuda; e, embora a profecia declare que em três anos poucas pessoas restariam dentre os moabitas, o interesse de Deus é exortar os rebeldes a render obediência ao Salvador para o bem deles mesmos (vs. 1-5).

• Assim como a pregação contundentemente pessimista de Jonas levou a grande cidade de Nínive ao arrependimento e à conversão, a revelação de Deus a Moabe certamente objetivava o arrependimento e conversão dos seus cidadãos. As ameaças divinas visam despertar-nos de nossa indiferença (vs. 6-8).

• O coração de Deus bate no coração de quem morreu para o eu. A tristeza que Deus sente pela miséria dos pecadores arrogantes, orgulhosos e indiferentes inundam o coração dos verdadeiramente crentes. Diferentemente de Caim que matou seu irmão e respondeu a Deus: “Sou eu guardador de meu irmão?” Isaías demonstra sincera preocupação por inimigos de sua nação (vs. 9-11).

• Certamente Deus não fará nada sem antes revelar Seus segredos e propósitos a Seus profetas, conforme informa Amós 3:7. Sempre antes de qualquer evento Deus tenta alertar aos perversos e aos conversos o que Ele fará. O juízo dos impenitentes moabitas fora projetado para três anos, quem sabe alguém se arrependeria como a moabita Rute no passado (vs. 12-14).

Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para alertar as pessoas da destruição mundial, na libertação do cativeiro egípcio Deus suscitou Moisés, frente à crescente idolatria Deus levantou vários profetas como Débora, Elias, Eliseu, Isaías, etc. Antes da primeira vinda de Cristo, João Batista foi o precursor.

Se Deus nada faz sem antes avisar, seria Seu perfil deixar-nos sem um porta-voz Seu nestes últimos dias, os quais representam a maior idolatria da história (Apocalipse 13), a maior destruição do Planeta (Apocalipse 14), a maior libertação ligado ao maior evento do Universo (Apocalipse 19)?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 5 de setembro de 2020

Juízos de Deus - Isaías 15

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 15
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Jonh Knox observou e declarou: “Os amigos de Deus vão e vêm são e salvos”. Podemos acrescentar que inimigos dos amigos de Deus sofrerão grandes consequências. Tal inimizade surgiu desde Gênesis 3:15, passou por Gênesis 4 e chega até nossos dias.

Moabe surgiu da união incestuosa de Ló com uma de suas filhas (Gênesis 19:30-38). Embora fossem parentes de Israel, a inimizade era declarada contra o povo de Deus (Números 25, 31; Deuteronômio 23:3).

Inimigos do povo de Deus declaram inimizade contra o próprio Deus. No fim dos tempos tal inimizade seria bem nítida como se vê em Apocalipse 12, 13 e 14. Contudo, Deus está no controle de tudo. A profecia de Isaías 15 evidencia a soberania divina sobre os poderes da oposição, opressão e destruição.

Ter amizade com Deus suscita inimizade com os o inimigos de Deus; contudo, vale muito mais a pena ser amigo de Deus do que não ser. Veja isso bem claramente na profecia em pauta:

• Cidades fortes que se opõem ao Autor da vida se tornam cidades destruídas. Ar e Quir revelam que não vale a pena dar rédeas soltas aos pecados (v. 1);
• Grandes religiões, intensos rituais e buscas perseverantes a deuses falsos é perder tempo; pior ainda, espiritualidade fraudulenta atrai a ira do Deus verdadeiro e a situação torna-se intensamente desesperadora (vs. 2-3);
• Os que causam terror aos servos de Deus serão assombrados com terror a tal ponto de entrar em pânico. A lei de semeadura é colher muito mais do que se planta. É importante saber qual o tipo de semente se está plantando, pois geralmente a colheita é farta. É sábio aprender a lição com os que erram (v. 4);
• Mesmo que o povo inimigo colha as terríveis consequências de suas atitudes cruéis, aqueles que têm coração regido por Cristo não devem se alegrar com a desgraça deles. Isaías se compadeceu, apiedou-se e clamou pelos aflitos (vs. 5-9).

Os juízos de Deus antes do fechamento da porta da graça são recheados de graça visando o arrependimento. Caso não houver sinal de reconhecimento de pecados, os juízos iniciais resultarão num juízo final. Isso está nítido no capítulo em pauta e na profecia das sete trombetas dos capítulos 8 a 11 de Apocalipse.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #rbhw

terça-feira, 4 de junho de 2019

Reflita nesta história-Rute 3

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica : Rute 3
Comentário:Pr. Heber Toth Armí


Reflita nesta história:

“No período em que serviu na corte francesa, [Benjamin] Franklin ouviu alguns aristocratas se referirem à Bíblia de forma depreciativa como um livro desprovido de estilo, que não valia a pena ser lido... Apesar de ele próprio não ser cristão, sua mocidade nas colônias americanas lhe permitira certo contato com a excelência literária da Bíblia. Decidiu, portanto, pregar uma peça nos franceses. Copiou Rute à mão e mudou todos os nomes próprios para nomes franceses.

“Em seguida, leu o manuscrito para a elite francesa, e todos admiraram a elegância e simplicidade de estilo da história comovente.

– Charmant! Mas onde o senhor encontrou essa preciosidade literária, monsieur Franklin?


– Naquele livro que vocês tanto desprezam – Franklin respondeu. – La Saint Bible!

“Sem dúvida, muitos rostos coraram em Paris naquela noite, e o mesmo deve acontecer em nossa cultura biblicamente iletrada pela negligência à Palavra de Deus” (William MacDonald).

Lendo a história de Rute não estamos diante de uma novela, nem de um conto infantil, ou uma parábola ilustrativa; é história real, com personagens reais e aplicações espirituais que nos elevam, enobrecem e enriquecem integralmente.

Observe:

• Noemi e sua família foram buscar auxílio em Moabe visando preservar a vida; naquele ambiente pagão deparam-se com a morte.

• Rute abandonou sua terra, seus deuses e seu povo pagão para viver entre o povo de Deus; junto aos israelitas ela encontrou vida, esperança, família e salvação.

O plano de Deus às famílias é o melhor do universo. Diferentemente da saga de Noemi em Moabe, Rute experimentou emoções indescritíveis quando tudo parecia perdido. Isso revela-nos lições magníficas:

• Isolar-se do povo de Deus porque este povo está em aberta rebelião desprovidos de Sua proteção e bênçãos resultam em tristezas, frustrações e amarguras piores que as consequências da desobediência;

• Seguir caminhos em direção oposta ao povo de Deus resulta em perigos, riscos e mortes prematuras; mas, envolver-se diligentemente com o povo de Deus traz bênçãos, restauração e satisfação.

• Para um casamento feliz, ouça e acate bons conselhos (vs. 1-6); não se precipite sexualmente (vs. 6-11); aja segundo os princípios bíblicos (vs. 12-18).

• Encontra certeza, segurança e felicidade neste mundo confuso, incerto, perigoso e destrutivo aquele que decidir apegar-se à Bíblia e ao Seu Autor.

“Senhor, ajuda-me a ser feliz!”

Heber Toth Armí /

quarta-feira, 17 de abril de 2019

O último capítulo – Deuteronômio 34

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Comentários: Pr. Heber Toth Armí
Leitura Bíblica – Deuteronômio 34


O último capítulo


Ninguém escreve nada depois que morre. A morte é o aborto da vida, o fim de planos, o término das ações humanas! Portanto, Moisés escreveu o livro de Deuteronômio, mas não todo. O último capítulo é um apêndice escrito por alguém.

Ao morrer, Moisés deixa o ‘posto’, para de escrever e Josué assume a liderança do povo de Deus. Sua vida é inspiração e exemplo de liderança para Josué – e também para nós. Sua paciência, mansidão e dependência de Deus nos motiva. Sua intimidade com Deus e Seu estilo de servir ao povo de Deus são legados que devem alcançar nosso coração.

Moisés morreu com 120 anos, não como um velho caduco, fraco, acabado pelos anos e pelo deserto, mas em toda força e vigor:

• Ele subiu a campina de Moabe, ao monte Nebo (v. 1);
• O Senhor mostrou-lhe toda a terra (vs. 1-3);
• O Senhor falou-lhe sobre a promessa e o cumprimento dela, a qual foi o alvo de sua missão (v. 4).
• Com 120 anos, enxergava bem e tinha muita capacidade ainda (v. 7).

Moisés morreu sozinho, na presença de Deus apenas:

• No monte Nebo, na terra de Moabe (v. 6);
• Ninguém achou sua sepultura, pois talvez a idolatrassem (v. 6);
• O povo liderado por ele chorou 30 dias e só depois partiu – um mês de luto (v. 8).

Em vida, Moisés marcou a história:


• Impôs as mãos sobre Josué, que estava cheio do espírito de sabedoria (v. 9);
• Ordenou ao povo a obedecer a Josué (v. 9);
• Falou face a face com Deus como ninguém antes nem depois dele falou, a não ser Cristo (v. 10);
• Foi um poderoso instrumento nas mãos de Deus para cumprir extraordinários planos divinos neste mundo (vs. 11-12).

Após morrer, Moisés foi ressuscitado logo em seguida. Devido a seus pecados Satanás creu que seu corpo era propriedade sua, não de Deus. Por isso, houve disputa espiritual, mas Cristo venceu Satanás (Judas 9). Consequentemente, Moisés, cerca de 3500 anos depois, apareceu a Cristo momentos antes de Sua morte, na companhia de Elias que fora levado ao Céu sem ver a morte (Mateus 17:1-5).

Quem serve a Deus...

1. ...pode até morrer, mas ressuscitará;
2. ...na terra, continuará servindo-O no Céu!
3. ...deixa grande legado!

Reavivemo-nos!- Heber Toth Armí


@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Deuterônômio 34 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 34
Comentários: John Ash

Moisés foi o responsável por trazer a nação israelense até as fronteiras da terra prometida, mas não pôde levá-los além deste ponto. De semelhante modo, ele repassou a Israel a lei dada por Deus e os exortou à obediência, e não podia fazer mais. Cabia ao povo seguir em frente e tomar posse das bênçãos da obediência. Deveriam pela graça de Deus incorporar no trato do dia a dia os valores desta lei, o que os distinguiria dos demais povos. A obediência à lei de Deus sempre foi e sempre será até o fim dos tempos o principal valor e marca distintiva do povo de Deus.

A lei de Deus é sempre santa, justa e boa. Embora o céu e a terra passem, nenhum jota ou til será alterado. Ela deve ser colocada em prática na íntegra (Mateus 5:17), exatamente como Jesus fez. A lei, revelação do caráter de Deus, tem a capacidade de revelar o mal em nossos corações e nos leva a Jesus, que nos capacita a cumpri-la.

Próximo ao fim de sua vida, Deus mostrou a Moisés a Terra Prometida, mas não lhe permitiu entrar nela. Embora tivesse sido um líder dedicado, chegara a hora de passar o bastão da liderança a outra pessoa. Josué, o escolhido de Deus para ser o seu sucessor (Deuteronômio 31:1-8), deveria realizar a missão de tomar posse da terra prometida. Anjos enterraram o corpo de Moisés e o próprio Senhor o ressuscitou e o levou ao Céu (ver Judas 9).

Um dia, finalmente, Moisés pisou na terra prometida. Isso aconteceu quando Ele apareceu, juntamente com Elias, a Jesus no Monte da Transfiguração (Mateus 17:1-13). Agora, entretanto, a "terra que mana leite e mel" havia perdido seu significado e atração. Moisés havia visto a “terra melhor”, uma terra onde não há reclamações, rebeliões, decepções ou tristezas.  Embora Deus não tenha dado a Moisés o que ele tanto queria, que era entrar na terra prometida, concedeu-lhe algo muito melhor: entrar na "Canaã celestial". Os caminhos de Deus são sempre os melhores. Vale a pena amá-Lo e obedecê-Lo.

John Ash

domingo, 14 de setembro de 2014

Amós 2 Comentários


Amós 2
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Deus não toma nenhuma atitude sem comunicar. Deus não age sem avisar. Sua reação não é impensada, sem amor e sem compaixão. Ele não só avisa o que vai fazer, bem como também explica o porquê de suas atitudes.

No primeiro capítulo de Amós isso é bem visível, no segundo também. No primeiro capítulo, Amós proclama o julgamento de quatro nações; no segundo, mais três são alvos de suas profecias: Moabe, Judá e Israel. Nem o povo de Deus fica de fora do juízo. A ira divina se manifesta contra todo tipo de pecado de todas as nações.

1. Por que Deus reagiu contra os moabitas? (vs. 1-3) Eles profanaram túmulos, um ato de desrespeito aos mortos. Como assim? Eles não ofereceram enterro honroso ao rei de Edom (veja II Reis 3:26-27). Deus não tolera a falta de respeito com ninguém, mesmo morto. Por isso, as cidades moabitas seriam queimadas e seus habitantes, escravizados. Apenas consequências de suas atitudes.

2. Por que Deus reagiu contra os judeus? (vs. 4-5). Eles rejeitaram Sua santa Lei, não andaram segundo a vontade divina; preferiram seguir as tradições religiosas de seus pais. Deus não tolera religião falsa, rituais inventados pelo pecador, atitudes religiosas sem fundamento bíblico. Por isso Jerusalém ficaria em ruínas.

3. Por que Deus reagiu contra os israelitas? (vs. 6-16). Eles manipularam a justiça com balanças desonestas, humilharam e ignoraram aos necessitados, pais e filhos dormiam com a mesma mulher, participavam de festas religiosas com roupas roubadas, e, fizeram os nazireus pecarem oferecendo-lhes bebidas alcoólicas. Deus não tolera suborno, crueldade, imoralidade, hipocrisia, más influências. Por causa disso os israelitas gemeriam como uma carroça velha carregada e serão derrotados pelas consequências de seus pecados.

O povo de Deus, Judá e Israel, sofreria muito mais que as outras nações? Na verdade, o povo de Deus deve ser uma influência poderosa contra as fortes marés do pecado. Quando a igreja não cumpre sua missão, o mundo invade a igreja, e a sociedade padece.

Portanto, se você é povo de Deus:
1. Peça perdão por tua negligência e indiferença;
2. Peça o poder do Espírito Santo para cumprir a missão;
3. Peça habilidades para exercer poderosa influência sobre as nações.

Tome uma atitude ousada: Deus conta com você!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Amós 1 Comentários de Deepati Vara Prasad

Reavivados por Sua Palavra
Amós 2
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:

(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).

Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).

Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.

Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).

Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.

O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).

Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).

Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. “Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma.” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)

Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia

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