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terça-feira, 17 de março de 2026

O trabalho é uma bênção

Devocional Diário:Fonte de Alegria


17 de Março

O trabalho é uma bênção

Quanto àquele a quem Deus conferiu riquezas e bens e lhe deu poder para deles comer, receber a sua porção e desfrutar do seu trabalho, isto é dom de Deus. Eclesiastes 5:19


Deus indicou o trabalho como uma bênção para o homem, a fim de ocupar sua mente, fortalecer seu corpo e desenvolver suas habilidades. Adão encontrava na atividade mental e física um dos maiores prazeres de sua santa existência. E quando, como resultado de sua desobediência, ele foi expulso de seu belo lar e obrigado a lutar com o obstinado solo para ganhar o pão cotidiano, aquele mesmo trabalho, ainda que bastante diferente de sua agradável ocupação inicial no jardim, foi uma salvaguarda contra a tentação e uma fonte de felicidade. Apesar de o trabalho ser acompanhado de cansaço e dor, aqueles que o consideram como maldição estão cometendo um erro. Os ricos costumam olhar com desdém para as classes trabalhadoras, mas isso está totalmente em desacordo com o propósito de Deus ao criar o ser humano. O que são as posses, até mesmo do homem mais rico, em comparação com a herança proporcionada ao nobre Adão? Contudo, Adão não devia ficar ocioso. Nosso Criador, que compreende o que é necessário para a felicidade do homem, designou a Adão seu trabalho. A verdadeira alegria da vida é encontrada apenas pelos homens e mulheres trabalhadores (PP, p. 25, 26 [50]).

“Maldita é a terra por sua causa; em fadigas você obterá dela o sustento durante os dias de sua vida. Ela produzirá também espinhos e ervas daninhas, e você comerá a erva do campo. No suor do seu rosto você comerá o seu pão, até que volte à terra, pois dela você foi formado; porque você é pó, e ao pó voltará” (Gn 3:17-19).

https://youtube.com/watch?v=sracNO3hY1o&si=O5OwKjqoIRlj3v4O

terça-feira, 7 de novembro de 2023

RECEBENDO A BÊNÇÃO DO PERDÃO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA 

7 de novembro

RECEBENDO A BÊNÇÃO DO PERDÃO

Não O deixarei ir se Você não me abençoar. Gênesis 32:26

Fazia 20 anos que Jacó, instigado pela mãe, havia enganado o pai e o irmão a fim de receber a bênção da primogenitura. Esse pecado havia separado a família (Gn 27; 28). Por orientação divina, ele estava retornando à terra de seus pais (Gn 31:3). Porém, em todos esses anos, seu pecado estivera sempre diante dele. A consciência o acusava continuamente. Ainda assim, lembrava-se do favor e das promessas de Deus (Gn 28:12-17).

Certamente ele se encontraria com seu irmão. A fim de encontrar boa acolhida por parte dele e demonstrar seu arrependimento, expressando que seu retorno não tinha como objetivo receber os bens materiais destinados ao primogênito, enviou mensageiros que anunciaram sua chegada a Esaú e lhe ofertaram muitos presentes.

Os mensageiros, porém, retornaram com a notícia de que Esaú estava vindo ao seu encontro com 400 homens. Jacó teve medo (Gn 32:3-7). Angustiado, pensou na família exposta ao perigo. Concluiu que seu pecado havia causado aquela situação. Então, passou algum tempo em oração. Com humildade e arrependimento, pediu a Deus que abrandasse o coração de Esaú.

Enquanto em lágrimas clamava a Deus, uma forte mão agarrou seu ombro. A região em que se encontrava ocultava muitas vezes assaltantes, e ele julgou que fosse um inimigo tentando tirar-lhe a vida. Em meio às trevas, iniciou uma luta física com o estranho (v. 24).

Enquanto isso, havia outra luta em seu coração, porque seu pecado o oprimia. Então, lembrando-se das promessas do Senhor, rogou misericórdia.

Ao romper do dia, um toque do estranho o deixou manco. Ele percebeu que estivera lutando com um ser celestial. Era Cristo. Apesar da dor, apegou-se a Ele e suplicou Sua bênção: “Não O deixarei ir se Você não me abençoar.” Queria ter a certeza do perdão, e a recebeu. A crise de sua vida havia passado. Estava reconciliado com Deus e não mais temia seu irmão. Deus poderia também socorrê-lo. De fato, isso aconteceu.

Viver com a consciência de um pecado não confessado nem abandonado é como dirigir um carro com o freio de mão puxado. Nunca conseguimos tudo que podemos. Você também pode lutar com Deus em oração e acertar as contas com a pessoa contra a qual errou. Assim, você receberá pleno perdão. 

https://youtu.be/CWKKvfnJpGw

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

O AUTOR

 O AUTOR


Ah! Senhor Deus, eis que Tu fizeste os Céus e a Terra com o Teu grande poder e com o Teu braço estendido; nada é demasiadamente difícil para Ti. Jeremias 32:17

A saúde é uma bênção de que poucos apreciam o valor; contudo, grande parte da eficiência de nossas forças mentais e físicas depende dela. Nossos impulsos e paixões têm sua sede no corpo, e ele deve ser conservado na melhor condição física e sob as melhores influências espirituais, para que façamos o melhor uso de nossos talentos.

Tudo que diminui nossa força física enfraquece a mente e a torna menos capaz de discernir entre o bem e o mal. Ficamos menos aptos para escolher o bem e temos menos força de vontade para fazer aquilo que sabemos ser justo.

O mau uso de nossas forças físicas abrevia o período de tempo em que nossa vida pode ser usada para a glória de Deus e nos incapacita a cumprir a obra que Ele nos deu para fazer. Condescendendo com a formação de maus hábitos, recolhendo-nos tarde, satisfazendo o apetite com prejuízo da saúde, lançamos os fundamentos da debilidade. Negligenciando o exercício físico e cansando em excesso a mente ou o corpo desequilibramos o sistema nervoso. Os que assim desconsideram as leis naturais encurtam a vida, se desqualificam para a obra e são culpados de roubo para com Deus. E também estão roubando a seus semelhantes. A oportunidade de abençoar a outros, que é justamente a obra para a qual Deus os enviou ao mundo, foi abreviada por seu próprio procedimento. E incapacitaram-se para fazer mesmo aquilo que poderiam ter realizado em espaço de tempo mais breve. O Senhor nos considera culpados quando por nossos hábitos prejudiciais privamos o mundo do bem.

Transgressão da lei física é transgressão da lei moral; pois Deus tanto é Autor de uma como da outra. Sua lei está escrita com Seu próprio dedo em cada nervo, cada músculo e cada faculdade que confiou ao ser humano. E todo abuso de qualquer parte de nosso organismo é uma infração dessa lei.

Todos devem ter inteligente conhecimento da anatomia humana, para poder conservar o corpo em condição de executar a obra do Senhor (Parábolas de Jesus, p. 346-348).

PARA REFLETIR: Você tem roubado de Deus a sua utilidade ao falhar em cuidar do corpo? Que hábito saudável você precisa começar a desenvolver hoje?
https://youtu.be/qWM7S0Fq9l0

MEDITAÇÃO DIÁRIA

22 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-autor/

quarta-feira, 13 de julho de 2022

Deuteronômio 28 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 28

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 28 – Legalismo não é seguir estritamente a Lei de Deus. A obediência máxima é o que Deus requer – o que não é legalismo.

Legalismo é acreditar que nossa obediência contribui com nossa salvação, quando Deus fez tudo o que precisava para nos salvar. Legalismo é obedecer por pressão, por obrigação – sem amor no coração. É como casar com alguém que não ama e ter de cumprir os requisitos de um verdadeiro cônjuge comprometido. É viver a religião como um fardo, sem prazer e alegria na alma. Deus não age como muitas vezes definimos religião, por isso Sua estratégia é apresentar opções e revelar condições de bênçãos; consequentemente, cabe a cada um de nós, escolher livremente.

Deuteronômio 28 começa assim: “SE vocês obedecerem fielmente ao Senhor”, Ele “os colocará muito acima de todas as nações da Terra”. Todas as Suas bênçãos “virão sobre vocês e os acompanharão SE vocês obedecerem” a Ele.

Em Deuteronômio 28:15 apresenta o outro lado: As consequências da desobediência: “Entretanto, SE vocês não obedecerem... todas as maldições cairão sobre vocês e os atingirão”. Fique alerta!

As maldições não têm que ver com um Deus com orgulho ferido almejando ferir/vingar-se de quem não O honrou. Maldições são consequências do pecado, porém, graciosamente Deus pode usá-las didaticamente visando despertar o sofredor para voltar ao Salvador (Deuteronômio 28:46-48). Assim como o filho pródigo voltou para os braços do Pai quando chegou ao fundo do chiqueiro (Lucas 15:11-32), Deus quer que reconheçamos que longe dEle a vida não vale a pena nenhum pouco (Deuteronômio 28:49-68).

Distanciar-se de Deus significa estar vulnerável num mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Devido a tamanho perigo de estar desprotegido, Deus apela para não pegarmos atalhos na vida espiritual, nem desviar-nos do caminho atrás de heresias e cultos agradáveis ao coração humano, que desagradam Seu coração (Deuteronômio 28:14).

Note que o propósito divino para Israel era que:

• Liderasse o mundo objetivando impedir a propagação do pecado e suas consequências.

• Atraísse o mundo para Deus com tantas bênçãos sobrenaturais.

• Testemunhasse ao mundo da importância da fidelidade e obediência ao Deus verdadeiro.

Com foco espiritual correto (Deuteronômio 28:14), a igreja Se alinha com o foco de Deus para o mundo (Mateus 24:14; 28:19-20). Ouçamos o apelo divino! Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 8 de abril de 2022

A FONTE DA BÊNÇÃO

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

08 de abril

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-fonte-da-bencao/

A FONTE DA BÊNÇÃO

Mas aquele que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede. João 4:14

Aquele que busca matar a sede nas fontes deste mundo beberá apenas para voltar a ter sede. Por toda parte, as pessoas estão descontentes. Anseiam algo que satisfaça sua necessidade espiritual. Somente uma Pessoa pode satisfazer essa necessidade. O que o mundo necessita é Cristo, “o Desejado de todas as nações” (Ag 2:7, ARC). A graça divina que só Ele pode comunicar é uma água viva, purificadora, refrescante e revigoradora.

Jesus não queria dar a ideia de que um único gole da água da vida basta para aquele que a recebe. Quem experimenta o amor de Cristo desejará continuamente mais; mas não busca nenhuma outra coisa. As riquezas, honras e prazeres do mundo não o atraem. O contínuo grito de sua alma é: “Mais de Ti.” E Aquele que revela ao coração suas necessidades está à espera, para lhe saciar a fome e a sede. Todo recurso e dependência humanos falharão. As cisternas ficarão vazias, os poços se secarão; porém, nosso Redentor é uma fonte inesgotável. Podemos beber, e beber mais, e sempre encontraremos novo abastecimento. Aquele em quem Cristo habita tem em si mesmo a Fonte da bênção, “uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4:14). Dessa fonte poderá tirar forças e graça suficientes para todas as suas necessidades.

Quando Jesus falou sobre a água viva, a mulher O olhou com atenta curiosidade. Ele lhe despertara o interesse e o desejo de receber o dom de que falava. A samaritana percebeu que Cristo não Se referia à água do poço de Jacó, pois ela usava essa água continuamente, bebendo e voltando a ter sede. “Senhor”, disse ela, “quero que me dê essa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la” (v. 15). […]

Enquanto a mulher falava com Jesus, foi impressionada por Suas palavras. Nunca ouvira esses sentimentos expressos por parte dos sacerdotes de seu povo ou dos judeus. Ao ser-lhe apresentada sua vida passada, tivera consciência de sua grande necessidade. Percebera a sede de sua alma que as águas do poço de Sicar jamais poderiam saciar. De tudo com que tivera contato até então, nada a despertara para mais elevada necessidade. […] Surgiu na mente dela a pergunta: Não poderia ser o Messias esperado por tanto tempo? Disse-Lhe: “Eu sei que virá o Messias, chamado Cristo. Quando Ele vier, nos anunciará todas as coisas.” Jesus respondeu: “Eu sou o Messias, Eu que estou falando com você” (Jo 4:25, 26) (O Desejado de Todas as Nações, p. 139, 141 [187, 189, 190]).

PARA REFLETIR: Qual sede é possível que você esteja buscando saciar a partir de cisternas rachadas?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Sua bênção, Pai!

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

17 de dezembro

Sua bênção, Pai!

O Deus eterno é o seu refúgio, e para segurá-lo estão os braços eternos. Deuteronômio 33:27, NVI

Houve um tempo em que as crianças eram instruídas a pedir a bênção aos pais, avós, tios e mesmo a pessoas idosas fora do círculo familiar. Então recebiam como resposta as palavras: “Deus te abençoe”; “Deus te faça feliz”, entre outras expressões. Embora ainda possa haver famílias que conservem a tradição, a maioria já não se preocupa com esse costume herdado da cultura judaica. Quando era oferecida pelo patriarca às vésperas de sua morte, a bênção tinha um valor ainda mais especial. Foi assim que Jacó reuniu os filhos e os abençoou (Gn 49).

Embora não fosse pai dos israelitas, Moisés também o fez, estando perto de morrer. Sua morte lhe havia sido anunciada pelo próprio Deus, que lhe deu orientações para serem transmitidas ao povo. O notável líder seguiu tudo à risca: reuniu as tribos e abençoou cada uma num tom diferente do de Jacó. O patriarca abençoou os filhos, ao mesmo tempo em que não omitiu suas fragilidades nem os maus atos praticados por eles. Moisés falou sob a perspectiva da graça divina. Assim, “Jacó nos apresenta o fracasso humano, fraquezas e pecado; Moisés nos mostra a fidelidade divina, a bondade e a benignidade. Jacó nos conta das ações humanas e o julgamento delas; Moisés nos revela os desígnios divinos e as puras bênçãos que deles emanam” (C. H. Mackintosh, Estudos Sobre o Livro de Deuteronômio, p. 358). É imensa a disposição que Deus tem para nos abençoar. Faz isso unicamente por graça, apesar de nós mesmos. Todas as bênçãos com que somos contemplados têm Nele sua fonte exclusiva.

Seguindo a ordem divina, Moisés se despediu abençoando as tribos. Orou mencionando cada uma, pedindo em favor de preservação da vida, concessão de vitória e prosperidade, capacidade espiritual, estabilidade, superioridade e poder, habilidades para guerrear e vencer inimigos, proteção e cuidado. Finalmente, disse: “Não há ninguém como o Deus de Jesurum, que cavalga os céus para ajudá-lo, e cavalga as nuvens em Sua majestade! O Deus eterno é o seu refúgio, e para segurá-lo estão os braços eternos” (Dt 33:26, 27, NVI)

Jesurum significa “amado”, uma referência a Israel como povo de Deus. A palavra traduzida como refúgio significa “morada”, “habitação”, lugar em que nos sentimos livres, descansados, confortáveis, seguros e protegidos. O Senhor não apenas nos abençoa providenciando um ambiente assim. Ele mesmo é tudo isso e muito mais para nós, Seus filhos amados.

domingo, 14 de junho de 2020

Louvemos ao Senhor – Salmos 134

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Salmos 134
Comentário: Pr. Heber Toth Armí

Louvemos ao Senhor, pois Ele cuida de nós…

· …de dia e de noite;

· …em nossas idas e vindas;

· …em nossa peregrinação rumo ao Céu…

“Este é o último dos ‘Cânticos de Romagem’. Ele pode ter sido endereçado aos sacerdotes que entravam no serviço à tarde, após as ofertas do sacrifício vespertino. Evidentemente, havia um grupo de coristas e outros que estavam de serviço enquanto Jerusalém dormia. O Salmo termina com uma bênção recíproca dos que estavam de vigília sobre as multidões que se retiravam, recomendando-as, durante as horas da noite, ao cuidado do Senhor do Céu e da Terra” (F. B. Meyer).

1. Aqueles que buscam a Deus em Sua casa aqui na Terra serão conduzidos para a Casa de Deus lá no Céu.

2. Aqueles que louvam a Deus querem que os servos de Deus continuem reavivados promovendo louvores de dia e de noite.

3. Aqueles que inclinam o coração perante Deus levantam as mãos para a adoração (ver I Timóteo 2:8).

4. Aqueles que rendem louvores ao Senhor são cada dia mais abençoados por Ele.

Angel Manuel Rodriguez observa que “tanto quanto posso apurar, não há aceno com as mãos durante o culto na Bíblia. O levantar das mãos é comum (cf. I Timóteo 2:8). A Bíblia não prescreve gestos das mãos na adoração, mas descreve como prática comum aceitável”.

“Quando adoramos a Jesus, nosso coração deve encher-se de um santo gozo. E o que produz essa jubilosa adoração é nos maravilharmos cada vez mais com o Senhor Jesus, com Sua beleza e Suas glórias. Com muita frequência, no momento em que nos inclinamos diante dele para adorá-lO, nossa mente se acha atravancada pelos problemas da vida e pelos temores do amanhã. Por isso, nossas atitudes e atos são inertes, sem emoção e alegria. Mas quando avistamos Jesus, o gozo que Ele nos transmite associa-se ao júbilo que sentimos por estar em sua presença, e esse gozo em dose dupla explode em nosso interior, erguendo-se a níveis de êxtase cada vez mais elevados” (J. Cornwall).

· Nosso louvor ao Senhor deve ser uma explosão do nosso interior revelada no exterior.

· Quem vai à Casa de Deus para louvar ao Senhor com profundidade e sinceridade sai dela abençoado para sua casa.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

segunda-feira, 25 de março de 2019

Escolher amar a Deus– Deuteronômio 11

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 11
Comentários
: Pr. Heber Toth Armí

Escolher amar a Deus

Não podemos gostar da superficialidade espiritual nem da hipocrisia religiosa. Devemos trocar qualquer coisa pela comunhão real e íntima com Deus. Isso é questão de decisão.

Conheça mais sobre DECISÃO...

1. Todo pai que teve grandes privilégios concedidos por Deus deve decidir revelar verdadeiro e grande amor a Deus guardando todos os Seus preceitos e obedecendo a todos os Seus requerimentos. Deus disciplina aos pais para que eles ensinem corretamente aos filhos (vs. 1-7).

2. Obediência a Deus não deve ser uma prática cega, um salto no escuro, uma vida sem lógica. Deus mesmo apresenta razões para a obediência, as quais são todas positivas: benefícios pessoais, familiares, materiais, espirituais, sociais, emocionais, etc. Sim, tudo isso resulta da verdadeira obediência motivada pelo amor fluindo do coração (vs. 8-25). Escolha ser obediente!

3. Desobediência ou obediência não tem nada a ver com predestinação. Qualquer pessoa, em qualquer lugar, época ou situação, pode escolher uma das opções sabendo que obediência resulta em bênçãos e, desobediência resulta em maldição. Você, agora mesmo, pode decidir por bênçãos ou por maldições em tua vida, família, trabalho, finanças, sociedade, etc. (vs. 26-32).

Reflita mais sobre DECISÃO...

• O rebelde/incrédulo/ateu não quer saber de Deus. Todavia, nem todo o que obedece ama; mas, todo o que ama a Deus, certamente obedece a Seus mandamentos. Infelizmente, muitos “obedientes” sem amor atrapalham a expressão da verdadeira religião.

• Obediência que não seja de coração não agrada a Deus. Fazer as coisas a Deus por obrigação, sem verdadeiro amor no coração, não passa de um(a) artista imitando alguém que serve a Deus.

• Escolher amar a Deus é uma decisão pessoal. Quem decide amar a Deus como se deve amá-Lo vive uma vida incomparável. A diferença é gritante, quanto são contrastantes as bênçãos e as maldições.

• Sem Deus vive-se sem esperança, sem opção; vive-se na escravidão, sem liberdade. Deus é Quem nos oferece a possibilidade e nos dá capacidade de escolher; depois, respeita essa capacidade deixando-nos escolher e colher os resultados de cada opção (v. 26-28).

Deus não impõe nada a ninguém: “Se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos...”.

Atenção: A quais mandamentos? “... de amar o Senhor vosso Deus, e de O servir de todo coração e de toda vossa alma...” (v. 13).

Qual tua decisão? –Heber Toth Armí

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sábado, 2 de março de 2019

A Ambição Traz Dores

A Fé Pela Qual Eu Vivo
2 de março
A Ambição Traz Dores


A bênção do Senhor é que enriquece, e Ele não acrescenta dores. Prov. 10:22.
Lúcifer, … antes de sua rebelião foi um elevado e exaltado anjo, o primeiro em honra depois do amado Filho de Deus. Seu semblante, como o dos outros anjos, era suave e exprimia felicidade. A testa era alta e larga, demonstrando grande inteligência. Sua forma era perfeita, o porte nobre e majestoso. Uma luz especial resplandecia de seu semblante e brilhava ao seu redor, mais viva do que ao redor dos outros anjos; todavia, Cristo, o amado Filho de Deus, tinha preeminência sobre todo o exército angelical. Ele era um com o Pai, antes que os anjos fossem criados. …

Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos se curvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito de governar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor. … Por que devia Cristo ser assim honrado acima dele? História da Redenção, págs. 13 e 14.

Lúcifer, no Céu, desejou ser o primeiro em poder e autoridade; queria ser Deus, ter o governo do Céu; e para esse fim conquistou para o seu lado muitos dos anjos. Quando, com seu exército rebelde, foi lançado fora das cortes de Deus, continuou na Terra a obra de rebelião e interesse egoísta. Mediante a tentação, a condescendência com o próprio eu e a ambição, Satanás levou a efeito a queda de nossos primeiros pais; e desde então até ao presente, a satisfação das ambições humanas e a condescendência com esperanças e desejos egoístas se têm demonstrado a ruína da humanidade. Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, págs. 32 e 33.

Aquele que faz da glorificação de si mesmo seu alvo encontrar-se-á destituído da graça de Deus, por cuja eficiência as verdadeiras riquezas e a mais satisfatória alegria são conquistadas. Mas o que tudo entrega e tudo faz por Cristo conhecerá o cumprimento da promessa: “A bênção do Senhor é que enriquece, e não acrescenta dores.” Prov. 10:22. Profetas e Reis, pág. 60.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 67

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Magnífica bênção espiritual - Números 6

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica - Números 6
Comentários
: Heber Toth Armí

Magnífica bênção espiritual

Quais as lições do antigo ritual do nazireado? Embora o nazireado não seja praticado hoje, este capítulo inspirado tem princípios a nos revelar. Leia até o fim para não perder a bênção final reservada a você...

Nazireu era um voto de consagração, do qual os pais poderiam dedicar seu(s) filho(s) a Deus ou, alguém poderia fazer uso do livre-arbítrio para submeter-se a tal consagração exclusiva ao serviço divino.

Abstinência quanto ao fruto da videira implicava que a intimidade com Deus é melhor que o melhor fruto da terra. Sua aparência (cabelos longos) revelaria publicamente ser um peregrino em busca de um mundo melhor, livre de qualquer contaminação (não tocar em cadáveres).

Exemplos de nazireus:
• Sansão;
• Samuel;
• João Batista.

Jesus e Paulo falaram de o cristão abster-se do casamento (celibato) objetivando dedicar-se inteira e intensamente à obra de Deus (Mateus 19:12; 1 Coríntios 7:32-33). Estes casos específicos são raros; celibato e nazireado não são regras gerais para todo religioso.

Entretanto, casada ou solteira, nova ou idosa, cada pessoa deveria consagrar-se inteiramente a Deus; biblicamente, a consagração não é opção; acompanha a conversão genuína. Portanto, querido(a) amigo(a):

“Consagre-se a Deus pela manhã; faça disso tua primeira atividade. Ore: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés coloco todos os meus planos. Usa-me hoje para Teu serviço.

Permanece comigo, e permite que toda a minha obra seja feita em Ti’. Essa é uma questão diária. Cada manhã, consagre-se a Deus para esse dia. Submeta-Lhe todos os teus planos, para saber se devem ser levados adiante, ou não, de acordo com o que a Sua providência indicar” (Ellen G. White).

O capítulo encerra com magnífica bênção espiritual. A bênção no final “trata-se de uma bela invocação tripla da providência, graça e favor do Senhor” (Merril F. Unger). Leia-a como entusiasmo a cada manhã:

“Que o Eterno abençoe e guarde vocês,

Que o Eterno sorria para vocês e presenteie vocês,

Que o Eterno olhe para vocês bem nos olhos e os faça prosperar”.

Ao receber esta bênção recebe-se o nome de Deus, a confirmação do compromisso de Deus e a Sua bênção para as atividades do dia e a jornada da vida rumo ao Céu (vs. 22-27).

Reavivemo-nos! A consagração resulta em preciosas bênçãos! Vamos consagrar-nos?

Heber Toth Armí
@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Jacó abençoa seus filhos-Gênesis 49

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Gênesis 49 (leia em sua Bíblia)

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Jacó abençoa seus filhos

Enquanto muitos pais jogam pragas e amaldiçoam seus filhos, o cristão atento abre a Bíblia e aprende com Jacó a abençoá-los para deixar-lhes o maior dos legados: Bênçãos espirituais (o que não exclui bênçãos materiais).

A boca fala do que o coração está cheio; tão-somente o coração de um pai cheio das bênçãos de Deus abençoará profusamente seus filhos! Somente poderá deixar um sólido legado espiritual aquele que é realmente espiritual. O legado espiritual é a maior e melhor herança que um pai pode deixar a seus filhos!

A única forma de descansar em paz é abençoando os filhos e deixando a família em paz antes de morrer. Pais egoístas, que não pensam em seu fim nem se preocupam com seus filhos e netos não repartem a herança nem preparam sua família para sua morte. Então, grandes problemas surgirão começando com brigas por herança entre irmãos.

O testamento de Jacó a cada um de seus filhos se vê nos seguintes versículos:

1. Ruben (vs. 1-4);
2. Simeão e Levi (vs. 5-7);
3. Judá (vs. 8-12);
4. Zebulom (v. 13);
5. Issacar (vs. 14-15);
6. Dã (vs. 16-18);
7. Gade (v. 19);
8. Aser (v. 20);
9. Naftali (v. 21);
10. José (vs. 22-26);
11. Benjamim (v. 27).

Depois de especificar bênçãos conforme as características de cada filho, Jacó encolheu-se na cama e expirou/morreu (vs. 28-33). Que atitude nobilíssima! Que morte magnífica! Que funeral pacífico foi esse! Apenas quem vive com qualidade morre com dignidade!

A vida de Jacó e de seus filhos demonstram que o mais importante não é quem bem começa a vida cristã, mas quem bem termina. Não importa o quanto você errou, mas o que você aprendeu dos erros. Não importa quantas vezes tenhas caído em pecado, mas quantas vezes você deixou de regredir e passou a progredir na fé.

Jacó demora-se mais ao abençoar Judá. Ele recebe a bênção da primogenitura em lugar de Ruben, o mais velho. Judá/leãozinho – que casou-se com uma pagã; teve três filhos perversos; teve mais dois filhos com sua nora –, foi abençoado como rei pelo patriarca. Algum equívoco? Não! Vimos como ele converteu-se/transformou-se!

De Judá virá Siló, uma referência ao Messias! Por conseguinte, Jesus foi chamado de Leão da tribo de Judá! Heber Toth Armí


#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

domingo, 10 de janeiro de 2016

Deuterônômio 29 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 29

Comentários: John Ash

Moisés chega agora à conclusão do seu terceiro e último discurso. Mais uma vez ele apresenta o seu conhecido conselho, que é também um mandamento divino, dizendo: "hoje lhes ordeno que amem o Senhor, o seu Deus," (Dt 30:16, NVI). Moisés ainda repete: "amem o Senhor, o seu Deus," (v. 19).
O amor é reconhecido como o grande mandamento. Os livros de Levítico e mesmo Deuteronômio (embora em menor grau), lidam com o que alguns chamam de pequenas regras para a adoração. Mas todas essas regras são de alguma forma alicerçadas no amor .

O sistema do Antigo Testamento sempre foi um sistema espiritual e apresentava o amor a Deus como sendo a essência da religião. Infelizmente, as pessoas concentraram-se no "sistema" e não no Deus para o qual o sistema apontava. Quando Paulo proclamou que "o amor é o cumprimento da lei" (Romanos 13:10, NVI),  estava apenas repetindo o ensinamento deste capítulo. Em sua essência, o amor se manifesta quando você e eu "imitamos a Deus" e "obedecemos a Sua voz." A obediência às orientações de Deus para o nosso viver é uma evidência de que possuímos o amor verdadeiro.

Por fim, segundo Moisés, conhecer a lei de Deus é um privilégio, porque ela é uma voz de autoridade que coloca um ponto final na busca incansável da humanidade por um guia confiável para uma vida bem sucedida. Não precisamos tentar subir ao céu ou cruzar os oceanos a fim de encontrar sabedoria suficiente para nossas necessidades.

Aqueles que consideram os mandamentos de Deus como um fardo cometem um erro, pois, na verdade, são instruções misericordiosas que nos conduzem à vida plena.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Deuterônômio 11 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra


Leitura Bíblica: Deuterônômio 11
Comentários: John Ash

Uma ênfase exagerada sobre as "recompensas da obediência", muitas vezes gera obediência por razões erradas. Na verdade, esse era o problema de Israel quando Jesus viveu entre eles. Desde o tempo do cativeiro babilônico, os judeus começaram a obedecer a Deus com o claro propósito de obter as recompensas prometidas por Deus. A obediência tornou-se mecânica e motivada pelo ganho. A obediência não era uma resposta espiritual íntima ao Deus misericordioso que eles adoravam.

Mas para equilibrar o quadro, nunca devemos ignorar completamente as recompensas da obediência. Há um elemento de proteção em obedecer a Deus. Basta olhar ao longo deste capítulo e vemos recompensas como força, "vida longa", bom tempo, sucesso, a bênção de Deus, e assim por diante.

No cerne do capítulo temos a promessa: "darei as chuvas da vossa terra a seu tempo, as primeiras e as últimas..." (v.14) É claro que isso está se referindo às chuvas reais. Na Palestina, as primeiras chuvas eram necessárias para amolecer o solo para arar e semear. As últimas chuvas permitiam a maturação final das culturas.

Hoje, o Espírito Santo deseja nos dar chuva espiritual e trabalhar em nós o querer e o efetuar da boa vontade de Deus (Filipenses 2:13). Será que deixaremos isso acontecer?
John Ash-

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Magnífica bênção espiritual

Leitura Bíblica - Números 6

Magnífica bênção espiritual
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Quais as lições do antigo ritual do nazireado? Embora o nazireado não seja praticado hoje, este capítulo inspirado tem princípios a nos revelar. Leia até o fim para não perder a bênção final reservada a você...

Nazireu era um voto de consagração, do qual os pais poderiam dedicar seu(s) filho(s) a Deus ou, alguém poderia fazer uso do livre-arbítrio para submeter-se a tal consagração exclusiva ao serviço divino.

Abstinência quanto ao fruto da videira implicava que a intimidade com Deus é melhor que o melhor fruto da terra. Sua aparência (cabelos longos) revelaria publicamente ser um peregrino em busca de um mundo melhor, livre de qualquer contaminação (não tocar em cadáveres).

Exemplos de nazireus:
• Sansão;
• Samuel;
• João Batista.

Jesus e Paulo falaram de o cristão abster-se do casamento (celibato) objetivando dedicar-se inteira e intensamente à obra de Deus (Mateus 19:12; 1 Coríntios 7:32-33). Estes casos específicos são raros; celibato e nazireado não são regras gerais para todo religioso.

Entretanto, casada ou solteira, nova ou idosa, cada pessoa deveria consagrar-se inteiramente a Deus; biblicamente, a consagração não é opção; acompanha a conversão genuína. Portanto, querido(a) amigo(a):

“Consagre-se a Deus pela manhã; faça disso tua primeira atividade. Ore: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés coloco todos os meus planos. Usa-me hoje para Teu serviço.

Permanece comigo, e permite que toda a minha obra seja feita em Ti’. Essa é uma questão diária. Cada manhã, consagre-se a Deus para esse dia. Submeta-Lhe todos os teus planos, para saber se devem ser levados adiante, ou não, de acordo com o que a Sua providência indicar” (Ellen G. White).

O capítulo encerra com magnífica bênção espiritual. A bênção no final “trata-se de uma bela invocação tripla da providência, graça e favor do Senhor” (Merril F. Unger). Leia-a como entusiasmo a cada manhã:

“Que o Eterno abençoe e guarde vocês,
Que o Eterno sorria para vocês e presenteie vocês,
Que o Eterno olhe para vocês bem nos olhos e os faça prosperar”.

Ao receber esta bênção recebe-se o nome de Deus, a confirmação do compromisso de Deus e a Sua bênção para as atividades do dia e a jornada da vida rumo ao Céu (vs. 22-27).

Reavivemo-nos! A consagração resulta em preciosas bênçãos! Vamos consagrar-nos?



sábado, 29 de agosto de 2015

Jacó abençoa seus filhos

Leitura Bíblica- Gênesis 49–

Jacó abençoa seus filhos
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Enquanto muitos pais jogam pragas e amaldiçoam seus filhos, o cristão atento abre a Bíblia e aprende com Jacó a abençoá-los para deixar-lhes o maior dos legados: Bênçãos espirituais (o que não exclui bênçãos materiais).

A boca fala do que o coração está cheio; tão-somente o coração de um pai cheio das bênçãos de Deus abençoará profusamente seus filhos! Somente poderá deixar um sólido legado espiritual aquele que é realmente espiritual. O legado espiritual é a maior e melhor herança que um pai pode deixar a seus filhos!

A única forma de descansar em paz é abençoando os filhos e deixando a família em paz antes de morrer. Pais egoístas, que não pensam em seu fim nem se preocupam com seus filhos e netos não repartem a herança nem preparam sua família para sua morte. Então, grandes problemas surgirão começando com brigas por herança entre irmãos.

O testamento de Jacó a cada um de seus filhos se vê nos seguintes versículos:
1. Ruben (vs. 1-4);
2. Simeão e Levi (vs. 5-7);
3. Judá (vs. 8-12);
4. Zebulom (v. 13);
5. Issacar (vs. 14-15);
6. Dã (vs. 16-18);
7. Gade (v. 19);
8. Aser (v. 20);
9. Naftali (v. 21);
10. José (vs. 22-26);
11. Benjamim (v. 27).

Depois de especificar bênçãos conforme as características de cada filho, Jacó encolheu-se na cama e expirou/morreu (vs. 28-33). Que atitude nobilíssima! Que morte magnífica! Que funeral pacífico foi esse! Apenas quem vive com qualidade morre com dignidade!

A vida de Jacó e de seus filhos demonstram que o mais importante não é quem bem começa a vida cristã, mas quem bem termina. Não importa o quanto você errou, mas o que você aprendeu dos erros. Não importa quantas vezes tenhas caído em pecado, mas quantas vezes você deixou de regredir e passou a progredir na fé.

Jacó demora-se mais ao abençoar Judá. Ele recebe a bênção da primogenitura em lugar de Ruben, o mais velho. Judá/leãozinho – que casou-se com uma pagã; teve três filhos perversos; teve mais dois filhos com sua nora –, foi abençoado como rei pelo patriarca. Algum equívoco? Não! Vimos como ele converteu-se/transformou-se!

De Judá virá Siló, uma referência ao Messias! Por conseguinte, Jesus foi chamado de Leão da tribo de Judá! Heber Toth Armí



sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Cuidado com a mentira

Leitura Bíblica- Gênesis 27 

Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Cuidado com  a mentira 

A mentira tem pernas curtas. Sua aparente satisfação inicial resulta em terrível confusão antes de chegar ao final. A falta de sinceridade é uma negligência à verdade, o que não passa de franca hipocrisia.

As consequências de fazer a mentira parecer verdade é a pior das falsidades. Ainda que pareça que o sucesso será certo, o que é certo é que mentiras têm pernas curtas: Logo se descobre o que intenta encobrir. Daí, a desgraça está feita! Observe atentamente esse esboço elaborado por Victor P. Hamilton:
Jacó recebe a bênção mediante um engano:

1. Isaque prepara a bênção para Esaú (vs. 1-5a);
2. Rebeca incita a Jacó a enganar a Isaque (vs. 5b-17);
3. Jacó engana a Isaque (vs. 18-29);
4. Esaú busca a reconciliação com seu pai (vs. 30-40);
5. Rebeca urge a Jacó a fugir (vs. 41-45).

Ainda que seja para conquistar bênçãos, se o caminho for pela mentira, a desgraça vem junto. Basear-se na mentira é pior que cair em areia movediça. Quem se mete com a mentira, até quando o objetivo é alcançar bênção, sofrerá decepção.

Mentir pode aparentar bênçãos, alegria e sucesso, mas a mentira oferece angústia, desgraça e frustração. Seu resultado é a decepção!

Mentiras podem parecer inofensivas para muitos bem intencionados, porém é como a ponta de um iceberg. Por baixo da mentira tem uma imensidão de outros erros:

• Não investir no relacionamento parece relaxamento, mas é negligência que leva à deficiência no casamento: A falta de comunicação saudável pode ser a morte de um casamento que começou muito bem. O romance “felizesparasempre” pode chegar à melhor idade sem comunhão, sem diálogo e sem intimidade (vs. 1-5);

• Não lidar com os filhos corretamente resultará numa situação deprimente: Apreciar um filho mais que outro – ter preferências – é a melhor forma de desenvolver ciúme, competição, disputa, inveja e tensão no coração dos filhos que desembocará em ódio mortal (vs. 5-8, 41-43);

• Por mais criativa que seja a mentira, ela nunca será a verdade, por isso seu resultado nunca será diferente de uma terrível calamidade na família (vs. 9-40, 44-46).

Além disso, creio que a mais forte lição é que, a mentira é uma forma de desprezo a Deus.

Cuidado! Abandone a mentira para não abandonar a Deus! – Heber Toth Armí

domingo, 26 de julho de 2015

A promessa do Senhor

A promessa do Senhor
Mark Finley 2015

A promessa do Senhor a Abraão em Gênesis 12: 2 revela outra verdade eterna, de longo alcance: “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (NVI). As bênçãos que Deus nos dá não devem ser egoisticamente acumuladas. Somos abençoados para abençoar. Ao compartilhamos as bênçãos que Deus nos deu, trazemos glória ao Seu nome.

E “…por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (v. 3 NVI). Deus abençoou Abraão para que ele pudesse abençoar a outros. Ele nos abençoa para que nossas famílias possam ser abençoadas através de nós. Nós nos tornamos um canal de bênçãos celestes para aqueles que nos rodeiam.

O caminho do sucesso e o caminho do fracasso andam muito próximos um do outro. Abraão comprometeu sua integridade ao declarar que Sara, sua esposa, era sua irmã. Sua falta de fé quase resultou em tragédia. Como o faraó afirmou corretamente: “eu poderia tê-la levado como minha esposa” [v. 17 tradução do autor]. A incredulidade de Abraão poderia ter causado a perda de quem ele mais amava. Anos mais tarde, Deus conduziu Abraão a um teste semelhante de fé. Quando Deus disse que Sara iria conceber na velhice, será que Abraão agora acreditaria em Deus?

Quando falhamos em um ponto, Deus nos leva ao mesmo lugar novamente e novamente. As aulas na escola do Senhor não podem ser desprezadas. Graças a Deus Abraão passou no teste. Do igual maneira, nós também podemos passar no teste.

Mark Finley

domingo, 12 de abril de 2015

2 Coríntios 13 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- 2 Coríntios 13
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Nesta conclusão Paulo oferece a sobremesa de sua carta inspirada. Observe quantas aplicações:

1. Problemas na igreja devem ser resolvidos; contudo nada deve ser feito sem fundamentação bíblica baseado na paixão humana. Fatos são importantes, testemunhas para comprová-los são essenciais. Imoralidade, escândalos, rebeldia e tolerantes que aprovam erros devem ser disciplinados na igreja (vs. 1-2). Disciplina é útil para promover reavivamento e reforma!

2. Os problemáticos são ávidos para procurar defeito nos servos de Cristo. Enxergam o que não existe; criam erros onde não há. Para acalmar a consciência culpada, tentam provar que os líderes não têm provas de cristianismo puro. Por isso Paulo foi acusado de fraco; porém respondeu que de sua fraqueza busca poder assim como fez Cristo (vs. 3-4). É preciso firmeza para lidar com rebeldes!

3. Geralmente quem deseja examinar outros em busca de erros são hábeis em criticar e condenar; assim escondem pecados graves dos quais não querem arrepender-se. Por isso, Paulo recomenda que antes de procurarem erro nos outros, examine-se a si mesmos (vs. 5-6). Provar que os outros estão errados é fácil, acusadores provar que estão certos é o desafio.

4. O líder religioso deve orar para que os bons executem o bem com qualidade e maestria a fim de influenciar o mal. Se atacar o problema, o mal se rebela nas pessoas e endurece o coração; então, Paulo ora para que os crentes promovam a prática do bem e sejam aperfeiçoados (vs. 7-10). O bem não deve ser omisso no meio do mal, mas promovido!

5. Para exercer influências poderosas na igreja, os verdadeiros crentes devem ser alegres, progredir espiritualmente, encorajar-se mutuamente, buscar unidade de pensamento e resolver dificuldades nos relacionamentos com base na prática do amor e cordialidade (vs. 11-12).

Paulo encerrou sua segunda carta aos coríntios com uma bênção importante (v. 13); observe:

• A graça do Senhor Jesus Cristo é a base da existência da igreja, portanto, não deve faltar entre os membros;

• O amor de Deus deve cobrir e unir cada pessoa e ligá-las ao Salvador;

• A comunhão do Espírito Santo é essencial para que haja união e harmonia entre irmãos em Cristo.

A Trindade deve agir na igreja para vivermos o ideal de Deus para nós! Proclamemos a Trindade!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:



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