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quarta-feira, 14 de setembro de 2022

1 Samuel 8 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Samuel 8
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 8 – O fato de Israel ter rei não contrariava o que Deus pretendia para Seu povo (Gênesis 17:6, 16; 35:11; 49:10); porém, o propósito israelita de ter rei contrastava com a intenção do Deus do povo.

O próprio Deus muito tempo antes já havia dado orientações específicas para a atuação de alguém na monarquia (Deuteronômio 17:14-20). Porém, em I Samuel 8 o que estava por trás do propósito de Israel ao pedir um rei demonstrava a intenção do povo em rejeitar a Deus, e os benefícios pretendidos por Ele em torná-lo uma nação especial, diferente, com uma missão divina no mundo.

O desejo de ser igual às outras nações foi uma forma de rejeitar a participação nos planos celestiais, e descartar a Deus dos seus planos pessoais e nacionais. Tal atitude é uma rebelião contra o governo de Deus, como fizera Lúcifer antes de tornar-se Satanás.

O livro de Juízes demonstrou a anarquia social por não se ter monarquia em Israel (Juízes 17:9; 18:1; 19:1; 21:25). Assim, um dos objetivos do livro dos Juízes é mostrar a importância fundamental de ter um rei. Samuel é o último dos juízes, que além de julgar Israel, era influente profeta de Deus. Consequentemente, o livro de I Samuel apresenta a transição da teocracia para a monarquia. Tudo foi conduzido por Deus, o soberano do Universo.

A cosmovisão israelita em relação ao rei visava orgulho e grandeza; com tal pano de fundo, Deus mostra quão ruim seriam os resultados. Em vez de avançar, o povo regrediria. Em lugar de crescimento, haveria retrocesso (I Samuel 8:6-18).

Além de almejar ser como outras nações (revelado na conclusão de 1 Samuel 8), a motivação para o pedido de um rei também se deu pelo fato de Samuel estar velho e seus filhos seres corruptos, apresentado na introdução do capítulo. É possível que a fraca liderança do sumo sacerdote Eli tenha contribuído com a percepção da necessidade de um líder expressivo.

Digno de atenção é o fato de Deus ceder aos caprichos e vaidades do povo, e também o fato de. mesmo indignado, Samuel obedecer a Deus. Tais atitudes têm muito a nos ensinar, diante de nossa tendência de exaltar e afagar nosso ego, nosso orgulho...

Rejeitemos nossas vaidades, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 13 de junho de 2019

As consequências da apostasia– 1 Samuel 8

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – 1 Samuel 8
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


As consequências da apostasia

Pais piedosos não estão livres de terem filhos perversos. Filhos de pais cristãos tem livre-arbítrio para escolher o que quiser para sua vida, assim como os pais escolheram servir a Deus de todo coração.

• Filhos de profetas podem descambar para direções incorretas, trazendo opróbrio à família.

Tal experiência negativa marcou o ministério de Samuel. Joel e Abias foram postos como juízes em Berseba; suas atitudes, porém, eram regidas pela avareza, aceitavam subornos e pervertiam o direito (vs. 1-3).

• Deus também teve Seu coração paternal entristecido quando Seus dois filhos terrestres (Adão e Eva) despencaram no desfiladeiro da desobediência.

As consequências da apostasia sempre são gritantes. Pela indisciplina e perversão dos filhos de Samuel o povo de Israel idealizou ter um rei para governar sobre a nação (vs. 4-5). Talvez, tal solicitação não teria existido sem a corrupção administrativa dos filhos do profeta.

Entristecido pela situação dos filhos e pelo pedido do povo de Deus, a única reação de Samuel foi recorrer à oração. Deus atendeu à súplica do velho profeta. E, cedeu à pressão do povo diante do pedido por um rei, mesmo contra Sua vontade (vs. 6-22).

• Às vezes, Deus cede aos nossos caprichos, a fim de que vejamos quão péssimos somos para tomar decisões e elaborar planos.

Isso não é novidade! Deus havia feito isso no passado; quando Israel queria comer carne mesmo recebendo comida do Céu – o resultado foi catastrófico (Números 11). Agora, Ele cedera novamente. Embora Deus apresente as tragédias de se ter um rei, o povo insiste; e, Deus cede! Infelizmente, temos “cabeça dura” para aprender as lições das tragédias do passado.

• Às vezes, Deus responde nossos anseios inflexíveis a fim de que percebamos Seu amor paterno e aprendamos lições com nossas escolhas, mesmo que tenha de agir contra Sua perfeita vontade.

O rei Ezequias viveria essa experiência quando deveria morrer, mas clamou a Deus por mais tempo de vida. Ao receber mais 15 anos, gerou Manassés, o pior rei de Israel; além de cometeu grave erro ao mostrar as riquezas aos visitantes babilônicos que, cobiçando, futuramente tomariam Jerusalém. Tragédia!!!

Reveja teus conceitos:

• Nem todo pai de filhos apostados falhou na educação.
• Deus responde algumas orações contrárias a Sua vontade.

Como Pai, Deus quer ensinar-nos! Reavivemo-nos! –

/Heber Toth Armí /

@palavraeficaz
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

sexta-feira, 11 de março de 2016

As consequências da apostasia– 1 Samuel 8

Leitura Bíblica – 1 Samuel 8
As consequências da apostasia
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Pais piedosos não estão livres de terem filhos perversos. Filhos de pais cristãos tem livre-arbítrio para escolher o que quiser para sua vida, assim como os pais escolheram servir a Deus de todo coração.
• Filhos de profetas podem descambar para direções incorretas, trazendo opróbrio à família.

Tal experiência negativa marcou o ministério de Samuel. Joel e Abias foram postos como juízes em Berseba; suas atitudes, porém, eram regidas pela avareza, aceitavam subornos e pervertiam o direito (vs. 1-3).
• Deus também teve Seu coração paternal entristecido quando Seus dois filhos terrestres (Adão e Eva) despencaram no desfiladeiro da desobediência.

As consequências da apostasia sempre são gritantes. Pela indisciplina e perversão dos filhos de Samuel o povo de Israel idealizou ter um rei para governar sobre a nação (vs. 4-5). Talvez, tal solicitação não teria existido sem a corrupção administrativa dos filhos do profeta.

Entristecido pela situação dos filhos e pelo pedido do povo de Deus, a única reação de Samuel foi recorrer à oração. Deus atendeu à súplica do velho profeta. E, cedeu à pressão do povo diante do pedido por um rei, mesmo contra Sua vontade (vs. 6-22).

• Às vezes, Deus cede aos nossos caprichos, a fim de que vejamos quão péssimos somos para tomar decisões e elaborar planos.

Isso não é novidade! Deus havia feito isso no passado; quando Israel queria comer carne mesmo recebendo comida do Céu – o resultado foi catastrófico (Números 11). Agora, Ele cedera novamente. Embora Deus apresente as tragédias de se ter um rei, o povo insiste; e, Deus cede! Infelizmente, temos “cabeça dura” para aprender as lições das tragédias do passado.

• Às vezes, Deus responde nossos anseios inflexíveis a fim de que percebamos Seu amor paterno e aprendamos lições com nossas escolhas, mesmo que tenha de agir contra Sua perfeita vontade.

O rei Ezequias viveria essa experiência quando deveria morrer, mas clamou a Deus por mais tempo de vida. Ao receber mais 15 anos, gerou Manassés, o pior rei de Israel; além de cometeu grave erro ao mostrar as riquezas aos visitantes babilônicos que, cobiçando, futuramente tomariam Jerusalém. Tragédia!!!

Reveja teus conceitos:
• Nem todo pai de filhos apostados falhou na educação.
• Deus responde algumas orações contrárias a Sua vontade.

Como Pai, Deus quer ensinar-nos! Reavivemo-nos! –


Números 20 Comentário

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