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domingo, 20 de abril de 2025

Gênesis 4 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica - Gênesis 4
Comentário Pr Heber Toth Armí


GÊNESIS 4 – Os efeitos do pecado se multiplicaram rapidamente. A frieza espiritual e suas consequências são logo percebidas neste capítulo.

Após você ler o relato bíblico, te convido a uma reflexão.

• Por que Deus aceitou a oferta de Abel e não o fruto do suado esforço e trabalho de Caim?
• Seria Deus arbitrário demonstrando aceitação por um e rejeição por outro?
• Em Levítico 23:10-11 Deus revela interesse nos frutos da terra como forma de aceitar Seu povo, então, por que rejeitou os frutos de Caim?
• Seria predestinação?

O que realmente importa é: No que consistia a questão da desaprovação de Deus à adoração de Caim?

Ao lermos o texto com pressupostos equivocados, julgaremos mal o caráter justo e gracioso de Deus. Embora sejam sucintos os primeiros capítulos da história humana, a revelação desvenda mistérios, não os cria. Observe:

Após o pecado, o Éden não foi imediatamente retirado do planeta; pois, ao afastar-se de Deus, Caim foi ao lado leste dele (Gênesis 4:16). Subtende-se, então, que Adão compartilhara a triste história de sua vida aos filhos e revelara a providência divina para a tragédia do pecado expressa em Gênesis 3:15, 21.

Do contrário, não haveria sentido algum de Deus indagar a Caim: “Se você fizer o bem, não será aceito?” (Gênesis 4:7) caso ele desconhecesse o que era certo.

O problema foi que a ação contrária à instrução caracterizou desobediência e rebelião de Caim, o qual se apresentou “perante Deus com murmuração e incredulidade com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua oferta não expressava arrependimento pelo pecado”; portanto, “Caim não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão” (Ellen White).

Toda a história de Caim foi corrupta (Gênesis 4:17-24). Somente surgiu um raio de esperança com o terceiro filho de Adão e Eva: Sete, com seu filho Enos (Gênesis 4:25-26). Reavivemo-nos como Sete e Enos nestes dias de frieza espiritual.

Quem deseja verdadeira espiritualidade em meio a tantas formas de religiosidade, a revelação é clara: “Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão” (1 João 3:12) – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

O CAMINHO DE CAIM

 Meditação Diária

4 de agosto

O CAMINHO DE CAIM

Então o Senhor lhe disse: “Por que você anda irritado? [...] Se fizer o que é certo, não é verdade que você será aceito? Mas, se não fizer o que é certo, eis que o pecado está à porta, à sua espera. O desejo dele será contra você, mas é necessário que você o domine.” Gênesis 4:6, 7

Na história da primeira família, costumamos nos identificar com Abel, que era justo, mas a ênfase do texto está em Caim. Ele é o personagem principal. Caim nos representa. Ele foi o primeiro em muitos aspectos. Foi o primeiro a nascer neste mundo, o primeiro a ter um pai e uma mãe. É sobre Caim o primeiro registro de alguém que levou uma oferta ao Senhor, e ele foi o primeiro cuja oferta Deus recusou, porque não foi acompanhada por fé (Hb 11:4). De fato, as Escrituras o apresentam como o mais antigo exemplo daqueles que não creem em Deus (Jd 5-13). Ele também foi o primeiro homem a ficar irado, e essa ira foi despertada pela inveja.

Conforme o texto de hoje, Deus diz a Caim que o pecado “está” à porta. Na língua original, esta é a mesma palavra usada para se referir a uma cobra pronta para dar um bote. O pecado está perto. Se dermos um passo em falso, ele nos atacará e nos transmitirá seu veneno. Nesse diálogo, Deus lembra a Caim que ele tem duas opções. Ele lhe disse: “Se fizer o que é certo…” e: “Se não fizer o que é certo…” (Gn 4:7). Caim podia escolher, e optou por proceder mal. Suas obras eram más, e ele é posto como o primeiro exemplo de quem desobedece ao mandamento de amar os outros (1Jo 3:11, 12). Ele foi o primeiro homem a cometer assassinato.

O texto de Gênesis mostra que o pecado é acompanhado por maldição. Porém, revela que, quando estamos em pecado, mesmo em casos gravíssimos, Deus Se importa e intervém. Assim, Ele tomou a iniciativa de conversar com Caim da mesma forma que fizera com seus pais, após haverem pecado. Deus nos questiona. Foi por isso que Ele perguntou a Caim: “O que foi que você fez?” (Gn 4:10). Essa foi a mesma pergunta feita a Eva depois que ela Lhe desobedeceu (Gn 3:13).

Deus não puniu Caim imediatamente. Pelo contrário, pôs nele um sinal para protegê-lo da morte. Caim pôde continuar com vida por muito tempo, mas nunca se arrependeu. Nunca se voltou para Deus. A vida que teve e as escolhas que fez são chamadas de “o caminho de Caim” (Jd 11). Não o sigamos!

https://mais.cpb.com.br/meditacao/o-caminho-de-caim/

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Caim e Sete

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 5

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 5 – O capítulo anterior revelou a existência de duas linhagens: A de Caim e a de Sete. O ato satânico de Caim que parecia o fim do bem foi revertido com o nascimento de Sete.

Provavelmente, Caim casou-se com uma de suas irmãs, Adão e Eva tiveram dezenas de filhos e filhas (Gênesis 5:4). O sinal que Deus colocara em Caim visava protegê-lo da morte de quem quer o encontrasse; graciosamente preservado com vida, ele gerou Enoque. De sua linhagem surgiu o pecado da poligamia e desenvolveu-se a violência e a vingança.

Visando preencher o vazio que cabe somente a Deus, a família de Caim criou várias atividades. Assim surgiu o desenvolvimento cultural, político e econômico. Os primeiros construtores, músicos e fazendeiros surgiram ao procurarem sentido na vida sem Deus; sentido este que só existe quando Deus está no centro da existência (Gênesis 4:17-27).

Da família de Sete surgem aqueles que, em contraste com aqueles que buscam sentido nas coisas materialistas e ilusórias deste mundo, descobrem a verdadeira satisfação do coração no ato de invocar o nome do Senhor (Gênesis 4:25-26).

No capítulo 5 continua a estratégia divina de restaurar o estrago operado pelo pecado. Os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus para relacionar-se com Ele. Foram abençoados por Ele, e não será o pecado que vai arruinar para sempre as nobres intenções de Deus.

Deus deixa de lado a linhagem de Caim e foca na linhagem de Sete. O que importa para Deus não são os bens materiais, fama, sucesso e prosperidade neste mundo, mas buscar a Sua presença. Ele almeja nosso relacionamento que passou por uma ruptura com a entrada do pecado.

Enfim, a genealogia de Caim termina em maldição, a de Sete apresenta a progressão da promessa messiânica. Ambas as genealogias possuem nomes iguais, Enoque e Lameque (Gênesis 4:17-18; 5:21-25), embora o caráter deles sejam contrastantes. Enoque, sétimo da linhagem de Sete, anda com Deus; já Lameque, sétimo da linhagem de Caim, é bígamo, vingativo, assassino e violento. “A linhagem de Caim leva ao juízo; a linhagem de Sete, à Salvação” (Bruce K. Waltke).

No tempo do fim, duas gerações contrastantes existirão: Uma apegada ao pecado, outra apegada ao Salvador do pecado! Qual é tua escolha? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Caim e Abel - Gênesis 4

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Gênesis 4

Comentário Pr Heber Toth Armí

GÊNESIS 4 – Os efeitos do pecado se multiplicaram rapidamente. A frieza espiritual e suas consequências são logo percebidas neste capítulo.

Após você ler o relato bíblico, te convido a uma reflexão.

• Por que Deus aceitou a oferta de Abel e não o fruto do suado esforço e trabalho de Caim?

• Seria Deus arbitrário demonstrando aceitação por um e rejeição por outro?

• Em Levítico 23:10-11 Deus revela interesse nos frutos da terra como forma de aceitar Seu povo, então, por que rejeitou os frutos de Caim?

• Seria predestinação?

O que realmente importa é: No que consistia a questão da desaprovação de Deus à adoração de Caim?

Ao lermos o texto com pressupostos equivocados, julgaremos mal o caráter justo e gracioso de Deus. Embora sejam sucintos os primeiros capítulos da história humana, a revelação desvenda mistérios, não os cria. Observe:

Após o pecado, o Éden não foi imediatamente retirado do planeta; pois, ao afastar-se de Deus, Caim foi ao lado leste dele (Gênesis 4:16). Subtende-se, então, que Adão compartilhara a triste história de sua vida aos filhos e revelara a providência divina para a tragédia do pecado expressa em Gênesis 3:15, 21.

Do contrário, não haveria sentido algum de Deus indagar a Caim: “Se você fizer o bem, não será aceito?” (Gênesis 4:7) caso ele desconhecesse o que era certo. 

O problema foi que a ação contrária à instrução caracterizou desobediência e rebelião de Caim, o qual se apresentou “perante Deus com murmuração e incredulidade com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua oferta não expressava arrependimento pelo pecado”; portanto, “Caim não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão” (Ellen White).

Toda a história de Caim foi corrupta (Gênesis 4:17-24). Somente surgiu um raio de esperança com o terceiro filho de Adão e Eva: Sete, com seu filho Enos (Gênesis 4:25-26). Reavivemo-nos como Sete e Enos nestes dias de frieza espiritual. 

Quem deseja verdadeira espiritualidade em meio a tantas formas de religiosidade, a revelação é clara: “Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão” (1 João 3:12) – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

Assista a "GÊNESIS 4 - Bíblia JFA Offline" no YouTube

https://youtu.be/fEMYRs7xJ6A



terça-feira, 16 de outubro de 2018

Dois Caminhos: Gênesis 4

💌Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
📖 Gênesis 4 ( leia em sua Bíblia)
Meditação
Dois Caminhos

Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta; ao passo que de Caim e de sua oferta não Se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante. Gênesis 4:4 e 5.

Caim veio perante Deus com íntima murmuração e incredulidade, com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua dádiva não exprimia arrependimento de pecado. Achava, como muitos agora, que seria um reconhecimento de fraqueza seguir exatamente o plano indicado por Deus, confiando sua salvação inteiramente à expiação do Salvador prometido. Preferiu a conduta de dependência própria. Viria com seus próprios méritos. Não traria o cordeiro, nem misturaria seu sangue com a oferta, mas apresentaria seus frutos, produtos de seu trabalho. Apresentou sua oferta como um favor feito a Deus, pelo qual esperava obter a aprovação divina. Caim obedeceu ao construir um altar, obedeceu ao trazer um sacrifício, prestou, porém, apenas uma obediência parcial. A parte essencial, o reconhecimento da necessidade de um Redentor, ficou excluída. …

Caim e Abel representam duas classes que existirão no mundo até o final do tempo. Uma dessas classes se prevalece do sacrifício indicado para o pecado; a outra arrisca-se a confiar em seus próprios méritos; o sacrifício desta é destituído da virtude da mediação divina, e assim não é apto para levar o homem ao favor de Deus. É unicamente pelos méritos de Jesus que nossas transgressões podem ser perdoadas. …

Alguns pretendem que a espécie humana necessita, não de redenção mas de desenvolvimento – que ela pode aperfeiçoar-se, elevar-se e regenerar-se. Assim como Caim julgava conseguir o favor divino com uma oferta a que faltava o sangue de um sacrifício, assim esperam estes exaltar a humanidade à norma divina, independentemente da expiação. A história de Caim mostra qual deverá ser o resultado. Mostra o que o homem se tornará separado de Cristo. A humanidade não tem poder para regenerar-se. Ela não tende a ir para cima, para o que é divino, mas para baixo, para o que é satânico. Cristo é a nossa única esperança. “Nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. “Em nenhum outro há salvação” (Atos 4:12). Patriarcas e Profetas, págs. 72 e 73.

Fonte: Meditação Matinal de Ellen White – Vidas Que Falam, -19 de janeiro – Pág. 25
#rpsp #ebiblico #palavraeficaz

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Escolhas

Escolhas

Mark Finley

Gênesis 4 descreve as consequências terríveis da raiva descontrolada. As emoções desenfreadas de Caim o levaram a matar seu irmão Abel. Há sérias consequências quando nossas emoções estão fora de controle. Caim deixou sua casa e vagou como um “fugitivo e vagabundo.” Sua vida mudou em um instante. Más escolhas, emoções descontroladas e atitudes negativas produzem consequências devastadoras. Boas escolhas, emoções positivas e sob controle resultam em consequências positivas. A vida sob o controle do Espírito de Deus está preparada para enfrentar – com uma atitude de calma segurança no propósito primordial de Deus – qualquer circunstância que a vida apresente.

Nesta narrativa bíblica, uma dos questionamentos mais fascinantes é feita por Caim. Ele pergunta: “Sou eu o guarda do meu irmão?”. Em situações em que nossas decisões impactam a outros, a resposta é um sonoro “sim”. Embora não sejamos responsáveis pelas escolhas de “nosso irmão”, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e que influenciam as vidas daqueles ao nosso redor. Isso deveria nos fazer parar para considerar a influência de nossas ações e atitudes.//Mark Finley


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Maravilhoso Jesus-Gênesis 4:9



Responsável pelo meu irmão

Então o Senhor perguntou a Caim: “Onde está seu irmão Abel?” Respondeu ele: “Não sei; sou eu o responsável por meu irmão?” Gênesis 4:9 NVI
Um dos mais trágicos sinais dos tempos é o insensível desrespeito pela vida humana.

Homens e mulheres se preocupam apenas consigo mesmos. Pisam sobre os outros, procurando “levar vantagem” não importa a que custo para os demais. Crimes violentos – assaltos, assassinatos, estupros – proliferam. Muitas cidades estão se tornando modernas selvas, aonde a anarquia e a força bruta imperam.

A vida no mundo é como uma pirâmide. Quanto mais alto uma pessoa sobe, menos pessoas estão acima dela. Portanto lutam e se esforçam, subindo sobre os outros, a fim de estarem acima dos demais.

Cristo Jesus, no entanto, inverte a pirâmide. Seu sistema de valores é completamente oposto ao sistema do mundo. No reino de Jesus vivemos não para subir sobre os outros, mas para sustentá-los nos ombros. “Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:26-28 NVI). E assim no ápice desta pirâmide invertida encontramos um homem, Jesus Cristo. Ao invés de impor Seu Senhorio sobre nós, Ele está carregando toda a raça humana sobre seus ombros, levando nossos seus pecados na cruz da redenção.

Sou eu responsável pelo meu irmão? A desculpa insolente de Caim é respondida por Jesus: Sim, Caim, você é responsável por seu irmão. Assim como eu fiz a humanidade de “um só homem” (Atos 17:26 NTLH) e assim como eu morri por todos como o novo Adão (Romanos 5:12-21), de igual maneira todos agora são um em Mim.

Porque Jesus morreu por cada pessoa, cada Abel é nosso irmão e somos responsáveis por seu bem estar.

Autor: William G. Johnsson

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Oração
Ajuda-me, Senhor, a ter a mansidão de Cristo e habilidade para expor minhas posições com firmeza e convicção demonstrando amor por meu irmão. Se eu estiver equivocado, ajuda-me a perceber que estou no caminho errado e ter a humildade para alterar o rumo de minha vida e a amar o meu próximo assim como tu amas. Em nome de Jesus Cristo eu te peço. Amém.

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