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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Deuteronômio 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - Deuteronômio 15
Comentário Pr Heber Toth Armí


DEUTERONÔMIO 15 – Deus não apoia nossas dívidas. Há uma ordem bíblica que poucos reconhecem: “NÃO devam NADA a NINGUÉM, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama o seu próximo tem cumprido a Lei [dos Dez Mandamentos]... O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o AMOR é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:8-11).

“Nada há, depois do reconhecimento dos direitos de Deus, que mais caracterize as leis dadas por Moisés do que o espírito liberal, afetuoso e hospitaleiro ordenado para com os pobres. Embora Deus houvesse prometido abençoar grandemente Seu povo, não era desígnio que a pobreza fosse inteiramente desconhecida entre eles. Ele declarou que os pobres nunca se acabariam na Terra. Sempre haveria entre Seu povo os que poriam em ação a simpatia, ternura e benevolência deles. Então, como agora, as pessoas estavam sujeitas a contratempos, enfermidade e perda de propriedade...”, afirma Ellen White (BS, 275-276).

Deuteronômio 15 revela-nos que Deus não quer que tiremos vantagens dos necessitados:

• Não devemos explorar ao próximo; Deus anseia que ajudemos aos outros com amor. Então, comprar algo/terreno de alguém carente por preço abaixo do que vale, implica tirar vantagem por meio da exploração – tal atitude contrasta nitidamente com a Lei moral de Deus.

• Quantos legalistas e santarrões exploram seus irmãos pensando estarem ajudando-os em suas misérias ao comprar algo/terreno explorando-os; assim estão acumulando condenação para o dia do juízo (Deuteronômio 15:9).

• Desejando salvar, Deus apela aos cristãos ao lidarem com gente carente que trabalha assiduamente: “Dê-lhe generosamente e sem relutância no coração; pois, por isso, o Senhor, o seu Deus, o abençoará em todo o seu trabalho e em tudo o que você fizer” (Deuteronômio 15:10).

“Deus pôs propriedades nas mãos dos homens para que aprendessem a ser misericordiosos, a ser Seus distribuidores para aliviar os sofrimentos de Suas criaturas caídas” (EGW, BS, 268). A cada sétimo ano, as dívidas deveriam ser canceladas e os escravos libertos, orienta Deuteronômio 15 mostrando, na cultura da época, como o amor deveria ser praticado e como a justiça deveria ser aplicada.

Fazer justiça não é vingar-se ou rebelar-se contra um sistema. Implica fazer o que Jesus faria pelos necessitados (Isaías 61:1-3), representado pelo sacrifício do animal sem defeito (Deuteronômio 15:19-23). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Deuteronômio 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Deuteronômio 15

Comentário Pr Heber Toth Armí

DEUTERONÔMIO 15 – Deus não apoia nossas dívidas. Há uma ordem bíblica que poucos reconhecem: “NÃO devam NADA a NINGUÉM, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama o seu próximo tem cumprido a Lei [dos Dez Mandamentos]... O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o AMOR é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:8-11).

“Nada há, depois do reconhecimento dos direitos de Deus, que mais caracterize as leis dadas por Moisés do que o espírito liberal, afetuoso e hospitaleiro ordenado para com os pobres. Embora Deus houvesse prometido abençoar grandemente Seu povo, não era desígnio que a pobreza fosse inteiramente desconhecida entre eles. Ele declarou que os pobres nunca se acabariam na Terra. Sempre haveria entre Seu povo os que poriam em ação a simpatia, ternura e benevolência deles. Então, como agora, as pessoas estavam sujeitas a contratempos, enfermidade e perda de propriedade...”, afirma Ellen White (BS, 275-276).

Deuteronômio 15 revela-nos que Deus não quer que tiremos vantagens dos necessitados:

• Não devemos explorar ao próximo; Deus anseia que ajudemos aos outros com amor. Então, comprar algo/terreno de alguém carente por preço abaixo do que vale, implica tirar vantagem por meio da exploração – tal atitude contrasta nitidamente com a Lei moral de Deus. 

• Quantos legalistas e santarrões exploram seus irmãos pensando estarem ajudando-os em suas misérias ao comprar algo/terreno explorando-os; assim estão acumulando condenação para o dia do juízo (Deuteronômio 15:9).

• Desejando salvar, Deus apela aos cristãos ao lidarem com gente carente que trabalha assiduamente: “Dê-lhe generosamente e sem relutância no coração; pois, por isso, o Senhor, o seu Deus, o abençoará em todo o seu trabalho e em tudo o que você fizer” (Deuteronômio 15:10).

“Deus pôs propriedades nas mãos dos homens para que aprendessem a ser misericordiosos, a ser Seus distribuidores para aliviar os sofrimentos de Suas criaturas caídas” (EGW, BS, 268). A cada sétimo ano, as dívidas deveriam ser canceladas e os escravos libertos, orienta Deuteronômio 15 mostrando, na cultura da época, como o amor deveria ser praticado e como a justiça deveria ser aplicada.

Fazer justiça não é vingar-se ou rebelar-se contra um sistema. Implica fazer o que Jesus faria pelos necessitados (Isaías 61:1-3), representado pelo sacrifício do animal sem defeito (Deuteronômio 15:19-23). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

sexta-feira, 29 de março de 2019

Caridade não é opção – Deuteronômio 15

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse
Leitura Bíblica – Deuteronômio 15
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Caridade não é opção


Nossa sociedade precisa de leis, mas a legislação deveria ser traçada pelo Céu. Contudo, isso não é possível pelo tipo de política, ou melhor, de governo, que temos.

As leis deste capítulo regulavam a vida dos israelitas, quando a nação era teocrática. Entretanto, estas leis civis de antigamente possuem princípios importantíssimos para nós, crentes do século XXI.

1. Em nossa vida, nenhuma coisa deveria ser mais importante do que gente. Se emprestar uma coisa a alguém e este alguém não puder devolver, deixe nas mãos de Deus e serás abençoado por não humilhar, desprezar e arruinar a vida do pobre. Até dívidas deveriam ser perdoadas dos pobres (vs. 1-6).

2. A caridade em prol do pobre não é uma opção, é uma ordem do Autor da vida. Deus dá sustento a uns, para ser repartido com os necessitados. Aqueles que se preocupam com os pobres, auxiliando-os nas necessidades, ajudando-os a crescerem e se desenvolverem, certamente terão aprovação e bênçãos de Deus (vs. 7-11).

3. A escravidão em Israel deveria ser temporária; o escravo deveria receber salário e, ao ser liberto no sétimo ano, não deveria sair sem recompensa pelo seu trabalho. O objetivo do proprietário deveria ser tratar com amor e dignidade aos escravos, como pessoas criadas por Deus. Tal atitude redundaria em bênçãos em todas as áreas da vida (vs. 12-18).

4. Na legislação que Deus entregou aos judeus, animais têm valor; o primeiro de cada cria deveria ser dedicado ao Senhor – seja limpo ou imundo; dos limpos, deveriam ser comidos (sacrificados) perante o Senhor no lugar determinado por Deus. Caso tivesse algum defeito, deveriam comê-lo sem sangue com o estrangeiro, na própria cidade (vs. 19-23).

A vida é importante para Deus e, como servos dEle, devemos respeitá-la. Funcionários não devem ser máquinas de trabalho. Ninguém deve agir com objetivo de explorar e oprimir quem quer que seja. Salários devem ser justos.

A vida deve ser usada para propagar vida. Recursos devem ser investidos em vida, mais do que em coisas. Nosso tempo deve ser usado para promover o bem do próximo. Tais atitudes sempre resultaram em bênçãos de Deus.

Como servos de Deus, respeitemos a dignidade humana. Não devemos pactuar com ideologias que pervertem o direito das pessoas.

“Restaura-nos, Senhor!”- Heber Toth Armí

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sábado, 26 de dezembro de 2015

Caridade não é opção-Deuteronômio 15

Leitura Bíblica – Deuteronômio  15

Caridade não é opção
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Nossa sociedade precisa de leis, mas a legislação deveria ser traçada pelo Céu. Contudo, isso não é possível pelo tipo de política, ou melhor, de governo, que temos.

As leis deste capítulo regulavam a vida dos israelitas, quando a nação era teocrática. Entretanto, estas leis civis de antigamente possuem princípios importantíssimos para nós, crentes do século XXI.

1. Em nossa vida, nenhuma coisa deveria ser mais importante do que gente. Se emprestar uma coisa a alguém e este alguém não puder devolver, deixe nas mãos de Deus e serás abençoado por não humilhar, desprezar e arruinar a vida do pobre. Até dívidas deveriam ser perdoadas dos pobres (vs. 1-6).

2. A caridade em prol do pobre não é uma opção, é uma ordem do Autor da vida. Deus dá sustento a uns, para ser repartido com os necessitados. Aqueles que se preocupam com os pobres, auxiliando-os nas necessidades, ajudando-os a crescerem e se desenvolverem, certamente terão aprovação e bênçãos de Deus (vs. 7-11).

3. A escravidão em Israel deveria ser temporária; o escravo deveria receber salário e, ao ser liberto no sétimo ano, não deveria sair sem recompensa pelo seu trabalho. O objetivo do proprietário deveria ser tratar com amor e dignidade aos escravos, como pessoas criadas por Deus. Tal atitude redundaria em bênçãos em todas as áreas da vida (vs. 12-18).

4. Na legislação que Deus entregou aos judeus, animais têm valor; o primeiro de cada cria deveria ser dedicado ao Senhor – seja limpo ou imundo; dos limpos, deveriam ser comidos (sacrificados) perante o Senhor no lugar determinado por Deus. Caso tivesse algum defeito, deveriam comê-lo sem sangue com o estrangeiro, na própria cidade (vs. 19-23).

A vida é importante para Deus e, como servos dEle, devemos respeitá-la. Funcionários não devem ser máquinas de trabalho. Ninguém deve agir com objetivo de explorar e oprimir quem quer que seja. Salários devem ser justos.

A vida deve ser usada para propagar vida. Recursos devem ser investidos em vida, mais do que em coisas. Nosso tempo deve ser usado para promover o bem do próximo. Tais atitudes sempre resultaram em bênçãos de Deus.

Como servos de Deus, respeitemos a dignidade humana. Não devemos pactuar com ideologias que pervertem o direito das pessoas.

“Restaura-nos, Senhor!”- Heber Toth Armí



Deuteronômio 15- Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuteronômio 15
Comentários: John Ash

As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!

Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Isto porque alguns israelitas não obedeciam totalmente à vontade de Deus em relação às leis de cancelamento da dívida.

Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.
  
“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”

John Ash

Salmos 44 Comentário

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