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domingo, 23 de novembro de 2025

Julgamentos

 Devocional Diário:Descobertas da Fé

23 de Novembro

JULGAMENTOS


Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Mateus 7:1

Devemos tomar muito cuidado ao julgar as pessoas, pois não sabemos o que se passa no íntimo delas. É claro que pecado é pecado, e disso não abrimos mão. No entanto, há práticas erradas que procedem de causas distintas. Estudos mostram, por exemplo, que mulheres vítimas de abuso podem recorrer à sedução por uma culpa ou vergonha patológica.

Além disso, o julgamento do outro pode fazer com que eu não perceba o meu problema. Ou, pior ainda, que esconda meu delito no pecado alheio. Sabe aquela argumentação do tipo: “sei que errei, mas o que ele faz é pior”? Uma coisa não justifica a outra.

Veja se percebe a ironia: “No mundo há três tipos de pessoas”, disse o juiz sabichão. “As que sabem contar e as que não sabem.” Ou seja, quem julga é o retrato do que critica.

Mas há outro modo igualmente perigoso: pessoas que querem “errar em paz”, sob o amparo de frases como “você não pode me julgar” ou “Jesus não julga ninguém”.

Ora, esse foi o mesmo espírito dos sodomitas ao serem confrontados por Ló: “Ele é estrangeiro, veio morar entre nós e pretende ser juiz em tudo?” (Gn 19:9). Outros usam os erros da liderança para se justificar, como o hebreu que gritou com Moisés: “Quem pôs você por príncipe e juiz sobre nós? Está querendo me matar, como matou aquele egípcio?” (Êx 2:14).

Jesus não proibiu qualquer julgamento, apenas delineou a responsabilidade com a qual ele deve ser feito. Se não há critérios claros, é melhor não julgarmos. E se houver, que o julgamento seja com amor e justiça. No judaísmo antigo, apenas uma comissão poderia julgar. Um judeu sozinho, jamais deveria sentenciar ninguém. Jesus parece ter endossado isso.

Veja o critério bíblico: “Não seja injusto ao julgar uma causa, nem favorecendo o pobre, nem agradando o rico; julgue o seu próximo com justiça. Não ande como mexeriqueiro no meio do seu povo, nem atente contra a vida do seu próximo. Eu sou o Senhor. Não guarde ódio no coração contra o seu próximo, mas repreenda-o e não incorra em pecado por causa dele. Não procure vingança, nem guarde ira contra os filhos do seu povo, mas ame o seu próximo como você ama a si mesmo” (Lv 19:15-18).

https://youtube.com/watch?v=d68rjz-DgJ4&si=aUPZKJz7eZUNYaeV

sábado, 11 de outubro de 2025

Deuteronômio 25 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica - Deuteronômio 25
Comentário Pr Heber Toth Armí


DEUTERONÔMIO 25 – Uma das verdades claras deste capítulo é que Deus preza pela justiça.

Moisés deixa bem claro que Deus detesta quem negocia desonestamente (Deuteronômio 25:16). Por isso, há regras para que não sejamos divinamente detestados:

• Culpados devem receber punição adequada, limitada pela misericórdia.
• O levirato revela preocupação com a preservação familiar.
• Honestidade nos negócios implica em fidelidade para com o próximo.
• A justiça prática deve ir além dos seres humanos, deve beneficiar inclusive aos animais.
• A injustiça tem preço, e custa caro. Em algum momento a conta chega, como chegaria aos amalequitas.

“Os tribunais foram estabelecidos por ordem divina”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Eles são fundamentais inclusive entre o povo de Deus; pois, nossa natureza pervertida exerce poder muito forte para o mal, mesmo numa sociedade religiosa.

Temendo o julgamento de Deus, os judeus limitaram os açoites a 39 para não ultrapassarem sem querer os limites e assim serem divinamente punidos. Porém, quando açoitaram Jesus, não se atentaram para Sua inocência visivelmente nítida (João 19:1). O apóstolo Paulo foi punido cinco vezes com 39 açoites, nenhuma vez por um crime que realmente havia cometido, mas por proclamar a Cristo aonde quer que fosse (2 Coríntios 11:24).

O apóstolo que sofreu injustamente a punição orientada em Deuteronômio 25:1-3, “citou Deuteronômio 25:4 [que trata do cuidado amoroso que se deve ter com os animais] como evidência de que o ministro deve receber um salário justo e apropriado em harmonia com seu sagrado ministério (ver 1Co 9:9; 1Tm 5:18; cf. Mt 10:10)”. Pois, “o serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais [Provérbios 12:10] merece reconhecimento” (Idem).

“Tanto a lei do Antigo Testamento como Jesus enfatizam esse princípio do sustento dos obreiros. Aqueles que estão no ministério [pastoral] devem viver do ministério. Embora Paulo tenha preferido não tirar vantagem do direito de ser sustentado (1Co 9:3-18; 1Ts 2:7-9), sempre defendia vigorosamente o direito dos apóstolos e seus assistentes de serem materialmente sustentados pela comunidade (2Co 11:8-9; 12:13)”, explica Hernandes Dias Lopes.

Numa sociedade pautada por injustiças e explorações, devemos ser conscientes que, além de cada membro do povo ter de Deus viver de forma diferente, deve agir intencionalmente para fazer a diferença.

Precisamos crescer como povo fiel à revelação bíblica! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Isaías 19 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 19
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 19 – O anúncio da aproximação de Deus sobre nuvens escuras levando até ídolos egípcios a tremerem diante da presença divina tem propósitos teológicos e missiológicos extraordinários.

Isaías 19 pode ser dividido em três tópicos:

• Introdução à profecia (versos 1-2).
• Julgamento e resultado: Desolação (versos 3-15).
• Graça e restauração futura (versos 16-25).

O texto vai além de apontar eventos históricos específicos, pois também revela verdades profundas e eternas sobre o caráter de Deus e Seu desejo de salvar aqueles que se voltam para Ele em sincero arrependimento. Nesta profecia, o mensageiro de Deus apresenta um quadro complexo de julgamento e redenção, destacando a justiça divina e a misericórdia estendida mesmo aos povos que, a princípio, foram objetos de juízo. Veja que a profecia contra o Egito é mais positiva que negativa, fornece mais lições de vida que meramente informações históricas.

• As palavras de Deus através de Isaías são relevantes hoje, para nossa sociedade caótica.

O ciclo de desolação e transformação espiritual revela o propósito redentor de Deus mesmo em meio aos eventos de juízo. A ênfase na soberania divina e na resposta dos egípcios destaca a natureza compassiva e salvadora de Deus, que busca a reconciliação mesmo após o castigo.

A notável declaração de que o povo egípcio se converteria ao Deus verdadeiro destaca-se como um ponto alto na mensagem profética. Esta visão transcendente vai além de Israel, revelando esperança divina para todos os povos. Concedida a Israel, esta profecia pretendia despertar sua responsabilidade missionária; pois nestas palavras inspiradas está o propósito de Deus em envolver todas as nações em Sua graça redentora. Assim, fica evidente que o castigo dos egípcios não visa à destruição, mas à conversão.

• Gradualmente Deus pretendia que a consciência de Israel fosse moldada pela ideia de que Ele está interessado na salvação de todas as nações. Ele tem o mesmo propósito conosco através deste texto!

• Estejamos cientes que “a cada nação, a cada indivíduo de hoje, tem Deus designado um lugar no Seu grande plano... todos estão pela sua escolha decidindo o seu destino, e Deus está governando acima de tudo para o cumprimento de Seu propósito” (Ellen White).

Deus governa acima de todas as circunstâncias, guiando eventos históricos para cumprir Seu propósito de redenção da humanidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 3 de setembro de 2023

O JULGAMENTO

 Meditação Diária

3 de setembro

O JULGAMENTO

Todos temos de comparecer diante do tribunal de Deus. Romanos 14:10


Em Sua Palavra, Deus repetidamente nos fala sobre o julgamento. Examinando todas as informações apresentadas pelos profetas, apóstolos e pelo próprio Cristo, sabemos que o julgamento tem quatro fases. Duas são investigativas, e duas executivas. Duas dizem respeito aos justos, e duas se referem aos ímpios.

A primeira fase é o juízo investigativo do povo de Deus. Nessa etapa, são investigados apenas aqueles que têm o nome escrito no livro da vida, aqueles que aceitaram a salvação oferecida por Deus. Pedro escreveu: “Chegou o tempo de começar o juízo pela casa de Deus” (1Pe 4:17). Essa fase ocorre antes do retorno de Cristo, enquanto o evangelho continua a ser pregado. Quando for julgado o último nome, todos terão sido evangelizados. Será fechada a porta da graça, e Cristo virá a este mundo para realizar a próxima fase do julgamento, o juízo executivo dos salvos.

Todos aqueles que receberam a Cristo e permaneceram confiantes Nele foram inocentados. Então receberão tudo que Deus planejou para eles. Jesus lhes dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Venham herdar o Reino” (Mt 25:34). Discorrendo a esse respeito, o apóstolo Paulo nos lembra: “Se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo” (Rm 8:17).

Na mesma ocasião, começará o milênio e também a terceira fase, o juízo investigativo dos ímpios. Os salvos, juntamente com Cristo, julgarão os ímpios (1Co 6:2, 3; Ap 20:4). Eles não decidirão quem será salvo e quem se perderá. Isso já foi decidido pelos próprios ímpios quando rejeitaram a graça de Deus. “O que não crê já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18). Os justos conhecerão as razões pelas quais determinadas pessoas com quem eles haviam convivido se perderam e testemunharão que a sentença divina foi plenamente justa.

Finalmente, a quarta fase, o juízo executivo dos ímpios, ocorrerá quando os mil anos terminarem. Satanás e todos que o serviram serão lançados no lago de fogo (Ap 20:10, 15). “Nós, porém, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita a justiça” (2Pe 3:13). 

https://youtube.com/watch?v=yRueEdBUEX8&si=RYaUWkh2RXeD2uzi

sábado, 13 de maio de 2023

Salmos 7 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Salmos 7
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


SALMO 7 – Ferir uma pessoa fisicamente é doloroso; porém, feri-la com palavras, falar mal, fazer fofocas, promover calúnias e fazer acusações causam mais sofrimentos à vítima.

Vivemos numa sociedade que até dentro das igrejas há pessoas que são tão cruéis quanto o próprio Diabo que é o acusador dos irmãos (Apocalipse 12:10). Muitos não são assassinos no sentido literal, entretanto matam pessoas com suas palavras. Consequentemente, temos feridas abertas e outras que já cicatrizaram em nosso coração.

O Salmo em pauta oferece os seguintes pontos:

• Introdução: O salmista clama a Deus em prol da libertação daqueles que o perseguem e o acusam falsamente. Uma das grandes injustiças é acusar e condenar alguém por aquilo que não fez (Salmo 7:1-5).

• Petição de inocência: O salmista alega ser inocente e pede que Deus o julgue com justiça e imparcialidade. No Salmo 7:6-8 “as palavras do salmista podem parecer presunçosas, mas convém lembrar que ele não afirma ser reto e íntegro em todas as áreas de sua vida, apenas no tocante às acusações de seus inimigos” (William MacDonald).

• Petição de justiça: O salmista considera seus inimigos como cruéis e impiedosos, pois falam o que não é verdade sobre ele (9-13). “Quando alguém percebe a gravidade do pecado em determinado caso, deseja que ele tenha fim. É correto orar pelo fim do mal” (CBASD).

• Confiança no Juiz universal: O salmista coloca seu caso perante Deus, ciente que não há justiça melhor para lidar com a injustiça (Salmo 7:14-16). Todo o “salmo é basicamente um apelo à defesa divina diante das ações e alegações dos opressores. A confiança de Davi no julgamento divino é a espinha dorsal do Salmo 7... À medida que essa verdade o envolve cada vez mais, ele passará da ansiedade intensa para uma segurança transcendente” (John MacArthur).

• Conclusão: O salmista termina exaltando a Deus por Sua justiça e declarando sua disposição de buscá-lO e confiar nEle (Salmo 7:17).

Os caluniadores e acusadores precisam arrepender-se; pois, as pessoas grávidas de maldades darão à luz as maldades que almejavam para os outros.

Aos caluniados: Não se vinguem, não se desesperem, perseverem na fé e, confiem no Soberano Juiz que destruirá toda injustiça junto com os injustos.

Deus vê tudo! Ele vai julgar tudo perfeitamente! Portanto, reavivemo-nos! Confiemos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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domingo, 12 de setembro de 2021

Ninguem escapa do juízo de Deus-1 Coríntios 4

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica -  1 Coríntios 4

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Líderes espirituais precisam ser vistos conforme Deus espera.

“Com este capítulo Paulo encerra a seção da carta que trata diretamente das divisões da igreja de Corinto” (William Barclay).

Analise-o:

1. Ninguém é melhor que ninguém. Jesus é o piloto do grande navio/igreja, Seus líderes são remadores. Os pregadores são mordomos dos secretos de Deus, os quais devem administrar com fidelidade e eficiência. É Deus, não os homens, Quem julgará se fizeram ou não bom trabalho (vs. 1-5).

• “Faríamos bem em lembrar duas coisas: A primeira é que, ainda que escapemos de todos os julgamentos humanos ou fechemos os olhos para não tê-los em conta, não podemos escapar ao juízo de Deus; e segunda, o julgamento é algo que corresponde a Deus realizá-lo, portanto, não assumamos tão alta responsabilidade” (Barclay)

2. Às vezes quem faz o que é certo não é desvalorizado pela igreja de Deus. O orgulho humano tende a aceitar pomposos líderes cheios de fama em vez daqueles que são fieis e até sofrem por isso. É preferível estar com quem está disposto a tudo pela verdade do que com aqueles que sacrificam a verdade pelos próprios interesses (vs. 6-13).

• “Uma vez que os crentes imaturos de Corinto estavam apaixonados (assim como muitos cristãos modernos também estão) por ‘personalidades’, isto é, líderes cristãos de grande projeção, Paulo usou a ocasião para colocar em foco a verdadeira natureza e prática de servos santos e piedosos. Ele enfatizou a necessidade de motivações puras e genuína humildade. Servos que honram a Cristo não apenas são identificados como mordomos dos mistérios de Deus, mas também como pais espirituais cuidadosos e comprometidos. O retrato apresentado por Paulo está longe da compreensão típica sobre liderança espiritual. É um retrato que merece a nossa maior atenção e estudo” (John MacArthur).

3. Paulo insta com o amor de um pai aos filhos indisciplinados (vs. 14-21).

• “Neste segmento de sua epístola, Paulo afirma que como servo de Cristo Ele tem que dar contas Àquele que O enviou. Cristo exige dele ser fiel no serviço a Deus e ministrar a Seu povo. Chegará o dia em que Paulo será julgado pelo trabalho que realizou. Porém, não o julgará um tribunal humano, mas por Cristo” (Simon Kistemaker).

Repense teu foco espiritual! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

CRITÉRIO PARA JULGAR

MEDITAÇÃO DIÁRIA

9 de outubro

CRITÉRIO PARA JULGAR

Não julgueis, para que não sejais julgados. Mateus 7:1

Como seria possível alguém viver em comunidade, mesmo na igreja, sem que pudesse exercer julgamento? Diariamente, somos informados de situações nas quais pessoas são denunciadas, acusadas e condenadas por atitudes incorretas, o que requer julgamento por parte de autoridades constituídas para esse fim. Acaso as cortes judiciárias não poderiam sentenciar criminosos? No contexto da comunidade de fé, diante da necessidade de se pronunciar sobre o comportamento pecaminoso de alguém, os líderes religiosos deveriam permanecer omissos? Não deveríamos desenvolver discernimento para distinguir o bem e o mal?

A neutralidade assumida diante de erros é sempre o caminho mais fácil e cômodo para muitas pessoas. Seria o correto? No caso de podermos julgar, quais as bases em que o julgamento deve ser feito? O próprio Jesus estabeleceu o critério da justiça como alicerce para julgamento de pessoas (Jo 7:24). Também deixou claro que os frutos de uma vida revelam a legitimidade espiritual dela (Mt 7:16).

A grande questão envolvida no ensinamento de Cristo, em nosso verso de hoje, diz respeito ao julgamento leviano, malicioso, precipitado, desumano, hipócrita, contraditório e desprovido de justiça. Ele pode nascer do próprio desejo por “novidades” relacionadas com a vida alheia. Também pode ser fruto do desejo de exaltação própria. Esse foi o caso dos fariseus que não perdiam chance de chamar atenção para a própria bondade exteriormente demonstrada. Há ainda a velada intenção de justificar as próprias faltas.

Ao exercer julgamento, precisamos da graça divina a fim de não fazê-lo, primeiramente, com base nas aparências. Em segundo lugar, não devemos julgar pelos critérios da má vontade para com o próximo ou pela tendência de ressaltar os erros dele minimizando os nossos. O amor é o critério maior para todas as coisas. Ele nos leva a calçar os sapatos de nosso semelhante e entender, de sua perspectiva, tudo quanto o afeta. Na encarnação, Cristo Se tornou humano para nos entender, compreender e julgar com justiça e misericórdia. Ninguém que não tenha mergulhado na graça divina está habilitado a compreender seu irmão, muito menos a julgá-lo. Demonstrar em atitudes práticas mais amor, simpatia, paciência e sincero interesse pelo bem-estar dos semelhantes é marca do cristão. A deposição da própria vida na cruz representou o ápice desse caminho trilhado por nosso Mestre Jesus Cristo.

Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

sábado, 12 de setembro de 2020

Julgamento e sentença -Isaías 22

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Isaías 22
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.

John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.

O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).

Aplicações:

1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.

Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

sábado, 14 de dezembro de 2019

Julgaremos Anjos

A Fé Pela Qual Eu Vivo
14 de dezembro
Julgaremos Anjos


Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida? I Cor. 6:3.

Durante os mil anos entre a primeira e a segunda ressurreição, ocorrerá o julgamento dos ímpios. … Nessa oportunidade os justos reinarão como reis e sacerdotes diante de Deus. João, em Apocalipse, diz: “Vi tronos; e assentaram-se sobre eles aqueles a quem foi dado o poder de julgar. … Serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele mil anos.” Apoc. 20:4 e 6. É nesse tempo que, conforme foi predito por Paulo, “os santos hão de julgar o mundo”. I Cor. 6:2. Em união com Cristo julgam os ímpios, comparando seus atos com o código – a Escritura Sagrada, e decidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras; e registrada em frente ao seu nome, no livro da morte.

Igualmente Satanás e os anjos maus serão julgados por Cristo e Seu povo. Diz Paulo: “Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos?” I Cor. 6:3. E Judas declara que “aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia”. Jud. 6.

Ao fim dos mil anos ocorrerá a segunda ressurreição. Então os ímpios ressuscitarão dos mortos, comparecendo perante Deus para a execução do “juízo escrito”. Assim, o escritor do Apocalipse, depois de descrever o ressurgir dos justos, diz: “Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram.” Apoc. 20:5. A respeito dos ímpios Isaías declara: “Serão amontoados como presos numa masmorra, e serão encerrados em um cárcere, e serão visitados depois de muitos dias.” Isa. 24:22. O Grande Conflito, págs. 660 e 661.

A penalidade da quebra da lei de Deus é proporcional ao preço pago para remir seu transgressor. Que indizível felicidade aguarda os que serão salvos por meio de Cristo, e que profundezas de infortúnio aos que desprezam e rejeitam Sua grande salvação! Signs of the Times, 24 de outubro de 1906.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 354

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Transparentes como a luz do sol

Refletindo a Cristo

Transparentes como a luz do sol, 26 de Fevereiro

Eu, porém, vos digo: De modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser o trono de Deus; nem pela Terra, por ser estrado de Seus pés; nem por Jerusalém,por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Mateus 5:34-36.

Tudo quanto possuímos, recebemos selado com a cruz,comprado com o sangue cujo valor é inapreciável, pois é a vida de Deus. Daí, não há coisa alguma que, como se fora nossa mesma, tenhamos o direito de empenhar para o cumprimento de nossa palavra. ... 

Nosso Salvador não proibiu, todavia, o emprego do juramento judicial, no qual Deus é solenemente invocado para testificar que o que se diz é verdade, e nada mais que a verdade. O próprio Jesus,em Seu julgamento perante o Sinédrio, não Se recusou a testificar sob juramento.Disse-Lhe o sumo sacerdote:“Conjuro-Te pelo Deus vivo que nos digas se Tu és o Cristo, o Filho de Deus.” Jesus respondeu: “Tu o disseste.” Mateus 26:63-64. ... 

Mas se existe alguém que possa coerentemente testificar sob juramento, esse é o cristão. Ele vive constantemente como na presença de Deus, sabendo que todo pensamento está aberto perante os olhos daquele com quem temos de tratar; e, quando lhe é exigido fazer assim em uma maneira legal, é-lhe lícito apelar para Deus como testemunha de que o que ele diz é a verdade, e nada senão a verdade. ... 

Tudo quanto os cristãos fazem deve ser tão transparente como a luz do Sol. A verdade é de Deus; o engano, em todas as suas múltiplas formas, é de Satanás. ... Não é, todavia, coisa leve ou fácil falar a exata verdade; e quantas vezes opiniões preconcebidas, peculiares disposições mentais, imperfeito conhecimento, erros de juízo,impedem uma justa compreensão das questões com que temos de lidar! Não podemos falar a verdade, a menos que nossa mente seja continuamente dirigida por Aquele que é a verdade. 

Cristo nos recomenda por intermédio do apóstolo Paulo: “A vossa palavra seja sempre agradável.” Colossences 4:6. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Efésios 4:29. À luz destas passagens, as palavras de Cristo no monte condenam as galhofas, as futilidades, as conversas impuras. Exigem que nossas palavras sejam, não somente verdadeiras, mas puras. 

Aqueles que têm aprendido de Cristo não terão comunicação “com as obras infrutuosas das trevas”. Efésios 5:11. Na linguagem, como na vida, serão simples, retos e verdadeiros; pois estão-se preparando para a companhia daqueles santos em cuja boca “não se achou engano”. Apocalipse 14:5. — O Maior Discurso de Cristo, 66-69. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Deuterônômio 17 Comentários: John Ash

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Deuterônômio 17
Comentários: John Ash

Para alguns pode parecer que Deus está sendo muito duro ao ordenar o apedrejamento daqueles que estavam se prostrando e adorando a outros deuses (Dt 17:3-5). No entanto, as orientações de Deus precisam ser compreendidas no contexto da aliança existente entre Israel e Deus. Além disso, Deus institui avaliações e verificações como: “duas ou três testemunhas” (v.6) e a ajuda de sacerdotes e levitas (v.9). Porém, o mais importante está no versículo 19: obedecendo “fielmente a todas as leis e a todos os mandamentos” (BLH). Todos os julgamentos deviam ser claramente baseados nas leis escritas de Deus.

As instruções de Deus para o rei eram: não multiplique (acumule) cavalos, esposas e ouro. O reinado de Salomão foi a era de ouro da monarquia israelita, ele cedeu à tentação de multiplicar todos os três e a história registra as profundezas em que ele caiu.

No entanto, quando ele se tornou um rei tolo, velho e cansado, Deus veio a Salomão e lhe pediu para escrever o livro de Eclesiastes. Com certeza há alguns elementos negativos ao longo deste livro, mas nada é mais impressionante do que a representação de Deus que ele deixa conosco: um Deus que nunca lança os nossos fracassos passados em nosso rosto. Ele ainda nos ama e continuará trabalhando conosco para nos tornar mais obedientes.

John Ash


Mais  comentários

Novamente, os perigos da idolatria são abordados no capítulo 17. Aqui, Deus manifesta claramente o quanto abomina isso. Um outro assunto relatado é sobre o julgamento das questões difíceis, ou seja, como o supremo tribunal deveria proceder.

Pensando bem, são tantos os assuntos que precisamos conhecer para nos darmos bem na vida, não errar e fazer o que é correto! É muita informação, não é mesmo? Então, como podemos ficar ligados em tudo?

Cuidado!!! Não fique grudado, direto, na tela dos telejornais, porque, assim, você poderá ficar depressivo e entrar em parafuso por ver tanta desgraça estampada na sua frente. O segredo não é ter só informação e, sim, sabedoria. E como fazer isso?

Precisamos ter um porte nobre, como o de um príncipe ou uma princesa, filhos do Rei Jesus. Aí então, siga o comportamento real. A instrução para isso está no capítulo 17:18-20. Quer merecer uma coroa celestial? Então, tenha uma Bíblia. Conforme nos orientam os versos, leia-a todos os dias para aprendar a temer o Senhor. Isso fará com que seu coração não se eleve e se prolonguem seus dias.      Não deixe de fazer a leitura bíblica de hoje!
Pr. Valdeci Júnior

 Não podemos separar nossa vida religiosa das coisas normais da vida. Se estivermos errados nas primeiras, as outras não serão adequadamente controladas. Observe no que aconteceria se o povo de Deus desobedecesse... Seriam entregues à morte!(Dt 17:1-13)

A principal causa da depressão espiritual é a incredulidade.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Atos 7 Comentários de Andrew McChesney

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Atos 7
Comentários  de  Andrew McChesney

Considere os paralelos entre o julgamento de Estêvão e o julgamento de Jesus apenas algumas semanas antes. Ambos, Jesus e Estêvão, foram trazidos perante o Sinédrio, na mesma sala. Ambos foram acusados de blasfêmia. Ambos enfrentaram testemunhas que mentiram a mando dos juízes. Ambos foram convidados a responder às acusações.

Jesus ficou em silêncio. “Como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a Sua boca” (Is. 53:7 NVI). Somente quando o sumo sacerdote enfurecido gritou: “Exijo que você jure pelo Deus vivo: se você é o Cristo, o Filho de Deus, diga-nos!”, é que Jesus respondeu: “Tu mesmo o disseste” (Mt 26:63, 64 NVI). O Sinédrio, em seguida, condenou Jesus à morte.

Estêvão, entretanto, não permaneceu em silêncio. Ele ofereceu um sermão, uma lição de história da nação israelita. Ele contou como os israelitas tinham sempre resistido ao Espírito Santo e disse a seus acusadores que estavam fazendo o mesmo. Ele acusou seus juízes de matar o próprio Messias a Quem aguardavam.

A reação dos líderes religiosos serve como um aviso de quão rapidamente alguém pode mudar de atitude, quando não está submisso ao Espírito Santo. No julgamento de Jesus, os líderes religiosos não se atreveram a executar a sentença de morte sem a aprovação de Roma. No julgamento de Estêvão no entanto, eles não tiveram estes escrúpulos: “Quando eles ouviram isso, foram atingidos direto no coração e, então, rangeram os dentes contra ele. … gritaram em alta voz, taparam os ouvidos e lançaram-se todos juntos contra ele, arrastaram-no para fora da cidade e o apedrejaram” (Atos 7:54, 57-58 NKJV).

Compare isso com a reação da multidão de homens judeus devotos a quem Pedro, em um sermão semelhante ao de Estêvão, acusou-os de crucificar Jesus: “E quando ouviram isso, foram atingidos direto no coração e disseram a Pedro e aos demais apóstolos: ‘Irmãos, que faremos?'” Então Pedro disse-lhes: ” Arrependam-se” (At 2:37, 38 NKJV). Ser atingido “direto no coração” pode ter dois efeitos muito diferentes: conversão ou assassinato.

“Querido Deus, mantenha o meu coração aberto ao Seu Santo Espírito. Que eu nunca resista à Sua amorosa e suplicante voz. Quando o Espírito Santo me atingir direto no coração e me convencer do pecado, que a minha resposta nunca seja ‘tapar meus ouvidos’, mas cair de joelhos em arrependimento. Amém.”

Andrew McChesney
Editor de notícias da Adventist Review



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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

João 18 Comentários de Christopher Bullock


 João 18
 Christopher Bullock

Jesus sabe o que irá acontecer com ele (vs.3). Sua prisão, a negação de Pedro, a traição de Judas, incluindo os julgamentos injustos — tudo acontecerá como previsto.

Ironicamente, ao invés de se esconder, Jesus e seus discípulos se dirigem para um jardim que costumavam frequentar. Logo chega um “destacamento de soldados”, conduzido por Judas. Com o beijo da traição vem a prisão de Jesus e duas vezes Ele diz: “Sou Eu” aquele a quem buscais (v. 5, 8). Por outro lado, Pedro negou conhecer Jesus por duas vezes. Pedro só aprenderia a lição de permitir que Jesus reinasse plenamente em seu coração depois de sua terceira negação.

Você tem deixado Jesus ser o Rei do seu coração e governar a sua vida, ou você está negando que o conhece por sua maneira de viver? Alguns oferecem a Jesus apenas o serviço de lábios, e não o serviço da vida, o que é uma negação dEle. Jesus não é um item acessório que você utiliza quando quer. Jesus nunca disse: “Dá-me o teu coração e faça de conta que você não me conhece nem a meus ensinos”. Ele quer o nosso TUDO, porque Ele deu TUDO de si.

João menciona neste capítulo três “julgamentos”. O primeiro foi diante de Anás, o sogro do sumo sacerdote Caifás. Quando questionado por Anás, Jesus respondeu com sinceridade. Por falar a verdade, um funcionário bateu no rosto de Jesus!! A verdade nem sempre é bem vinda.

Após ser interrogado por Caifás, Jesus foi levado para o palácio do governador romano, Pilatos, que lhe dirigiu mais perguntas. Pilatos não estava gostando nem um pouco de sentir-se encurralado entre a inocência de Jesus e a maldade dos líderes Judaicos.

Quando Pilatos perguntou a Jesus a importante questão: “És tu o rei dos judeus? Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem” (v. 36). Então Pilatos perguntou: “Você é rei?” Jesus respondeu: “Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade” (v. 37, NVI). Pilatos então perguntou: “Que é a verdade?” (v. 38), mas não parou para ouvir a resposta. A verdade para Pilatos era que ele não havia encontrado nenhum motivo para a acusação feita contra Jesus (v.38). No entanto, ainda assim ele enviou Jesus para ser crucificado.

O que é a verdade? Não é essa a questão que desafia a todos os seres humanos? 

Jesus nos convida a aceitarmos a verdade existente em Sua Palavra. Um lugar de amor, serenidade e descanso. Isso é o que Ele deseja para cada um de nós!

Christopher Bullock



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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Habacuque 1 -Intrigantes perguntas

Lições de Vida
Intrigantes Perguntas
Habacuque 1
Pr. Heber Toth Armí

Quem não já viveu algum “por que” na vida? Por que as coisas são assim? Por que ninguém faz nada para corrigir a imoralidade? Por que o mal parece prevalecer? Por que a injustiça toma conta da sociedade? Por que a corrupção está por todo lado? Por que a igreja está sendo influenciada pelo mundo, quando deveria influenciá-lo? Por que Deus parece não agir? Por que...

Se você teve tais experiências, sentiu na pele o que experimentou Habacuque ao ver a igreja em sua época trocando Deus pelo pecado. O capítulo 1 de seu livro pode ser assim dividido:

1. O problema: Por que Deus não julga o pecado de Seu povo que está aumentando cada dia mais? Como um Ser todo poderoso e santo não age para combater o pecado que está no meio de Seu povo? Onde está a justiça de Deus para combater a injustiça? (vs. 1-4).

2. A solução: Deus respondeu para o profeta dizendo que Ele não está de braços cruzados (Deus nunca cruzou os braços diante do pecado, tanto é que Jesus morreu de braços abertos). Deus revelou que os caldeus (Babilônia) estavam fortalecendo-se e seriam usados como instrumentos para disciplinar Seu povo (vs. 5-11).

3. A solução de Deus, um problema para o ser humano: Os porquês de Habacuque voltam a aflorar. Agora que Deus deu a resposta, ele quer saber por que os ímpios caldeus, piores que os judeus, seriam usados como instrumento de Deus?

A resposta está no próximo capítulo; portanto, não perca amanhã. Por hoje temos de ficar pensando; entretanto, algumas lições podem ser extraídas. Talvez a maior lição deste capítulo seja: Quando pensamos que Deus não está agindo, devemos saber que Ele nunca é indiferente ao pecado seja dentre Seu povo ou fora dele.

A seguir, destaco as aplicações observadas por T. Whitelaw:

1. Como Habacuque, nenhum servo de Deus pode ficar indiferente ao caráter moral e espiritual do tempo em que vive;

2. Como Habacuque, devemos nutrir o mais alto interesse em levar os problemas de nossa nação a Deus em oração;

3. Como Habacuque, o servo de Deus nunca deve duvidar que Deus é justo, e, ouve nossas orações.

Deus sabe o que faz! Busque-O! Tenha um bom dia! – Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:

sábado, 27 de setembro de 2014

Miquéias 1 Comentários de Gordon Bietz


Miquéias 1
Gordon Bietz

Uma vez eu vi um adesivo em um carro que dizia: “Só para constar: Deus está anotando tudo.” O fato de haver um registro de nossas vidas deixa você nervoso? Você gostaria de ver uma lista publicada de todos os sites da internet que você já visitou, uma compilação de todos os pensamentos que você teve, ou a gravação de todas as palavras que você já falou?

Nesta época de “politicamente correto”, é altamente indesejável ser rotulado como alguém que julga os outros. Muitas pessoas na sociedade de hoje parecem ter adotado uma atitude: “Viva e deixe viver”, e nunca julgar o comportamento de outra pessoa, porque “isso não é da sua conta!”

O título de um livro faz a pergunta importante; “O que aconteceu com o pecado?” (Karl Menninger, Hawthorn Books, 1973). Boa pergunta! Já ouvi falar de pastores que lutaram com situações em que membros da igreja estavam praticando abertamente o pecado sem nenhum intenção de mudança ou arrependimento, mas a liderança da igreja não queria sequer considerar em removê-los da qualidade de membros. A atitude generalizada era: “Eu não sou o guarda do meu irmão e o que eles fazem não é da minha conta.” A opinião geral parece ser que, enquanto não causar mal a ninguém, não faça nada a respeito.

No entanto, existem situações em que o pecado deve ser chamado pelo nome, não é mesmo? Como Ellen White diz: ” A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, p. 57 (1903).

Falar com aqueles que estão desonrando o nome de Deus é a coisa certa para os líderes fazerem. O aviso de Miquéias a respeito do julgamento pode não tê-lo feito muito popular, mas o juízo final é uma mensagem clara da Bíblia e precisamos viver nossas vidas com o pensamento de que um dia teremos que prestar contas de todos os nossos atos e intenções.

Gordon Bietz
Presidente da Southern Adventist University


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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Amós 7 Comentários de Deepati Vara Prasad


Amós 7
Deepati Vara Prasad

Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9), assim como o confronto do profeta com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).

O primeiro juízo é a fome (v.1). “Gafanhotos”, como instrumentos da ira divina, vieram sobre a terra para destruir a sua beleza e seus frutos trazendo carestia e fome aos habitantes. Deus é longânimo para com as pessoas, mas não para sempre; especialmente quando se trata de grandes iniquidades. No entanto, o juízo veio misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.

Observe que as misericórdias que Deus continua a nos dar são mais numerosas e mais valiosas do que aquelas que Ele tira de nós. Isso deve nos tornar mais submissos em gratidão à Sua vontade quando decepções vierem.

Vendo a terrível obra dos gafanhotos, Amós intercede em favor de Israel (v. 2). Os profetas sempre oraram por aqueles a quem profetizaram, e, assim, mostraram que, apesar de denunciarem o pecado das pessoas, não tinham prazer na sua destruição.

A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Esse fogo abrasador sobre a plantação seca, trazida por Deus, fez coisas terríveis; e ainda consumiu os reservatórios profundos de água, deixando claro que nada pode interromper as visitações de Deus.

Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores. Ele reconheceu que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.

A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas agora Deus está em cima do muro com um fio de prumo, para medi-la e trazer juízos sobre ela porque não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa. Observe que virá um tempo quando aqueles que foram poupados logo não mais o serão.

Apesar da  intercessão de Amós em favor de Israel, este continuou em pecado. Além disso, perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.

Amos profetizou/fez aquilo que Deus o designara a fazer (vv. 14,15). Ele testemunhou que Deus o chamara enquanto era apenas um pastor, não para temer o homem, mas fazer a Sua vontade. Suas habilidades vinham de Deus (v. 12). Ele era um profeta, e não por profissão ou modo de ganhar a vida com isso, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.

Amós condena Amazias por denunciar os juízos de Deus (vv. 16,17). Quando Amazias ordenou que Amós ficasse em silêncio, o profeta profetizou contra sua esposa e seus filhos. Sua mulher seria tratada como uma prostituta; seus filhos e suas filhas seriam mortos pela espada de guerra; e o próprio Amazias viveria para ver isso e, em seguida, seria levado cativo para morrer em uma terra estrangeira. Amazias havia ensinado o povo a adorar ídolos e por isso o Senhor o destruiria por seus pecados.

As interações de Deus com o seu povo nos mostram que Ele é muito paciente, mas não tolera o pecado. O dia do acerto de contas chegará para todos nós, por isso peçamos a Deus que nos ajude a vivermos em harmonia e fazermos as pazes com Ele no dia que se chama hoje.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.

Watchman Publishing House, Índia


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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Ezequiel 34


Leitura Bíblica  - Ezequiel  34
Comentários  de  Ross Cole

Em meio à mensagens de julgamento contra as nações, Ezequiel tem uma mensagem para os líderes espirituais, descritos de maneira figurada como maus pastores de ovelhas, que utilizam sua lã e comem a sua carne, mas não providenciam pasto adequado para elas, não procuram as perdidas nem cuidam das doentes (v. 1-10). O ideal do bom pastor presente no Novo Testamento, é primeiramente apresentado aqui em Ezequiel.

Ao condenar o egoísmo dos líderes, Ezequiel adverte que o julgamento está chegando (v. 17), um julgamento que vai separar as ovelhas das cabras (ver Mateus 25:31-46). No dia a dia é difícil saber quais pessoas agradam a Deus, é difícil saber quem são os justos e quem são os ímpios. No entanto, como Ezequiel 33 deixou bem claro, no juízo vindouro tudo será revelado. Se alguém está oprimindo o seu próximo, alguma das ovelhas de Deus, ainda dá tempo de mudar o comportamento e salvar a sua vida.

Nos dias de Ezequiel os pastores de Israel receberam a reprovação de Deus. Mas o Seu povo podia alegrar-se porque o Bom Pastor estava a caminho. O próprio Deus irá cuidar das ovelhas doentes e desgarradas. Ele irá cuidar das pessoas e trazer paz e prosperidade a elas. O Messias virá e será o Bom Pastor sobre todo o povo.

Como pais, professores, pastores, Ezequiel 34 nos adverte da solene responsabilidade de sermos sub-pastores do rebanho do Bom Pastor. Peçamos a Deus que nos ajude a cuidar ternamente das ovelhas a nós confiadas, sem jamais prejudicá-las ou explorá-las. Peçamos a capacidade de amar as ovelhas, do mesmo modo como elas são amadas pelo Supremo Pastor.
Ross Cole
Avondale College, Austrália



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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Prova de Fé- Ezequiel 24

Lições de Vida


Prova de fé

O capítulo 24 nos apresenta novas metáforas: a parábola da panela incandescente e a morte da esposa de Ezequiel.

A Parábola de Carne numa Panela (24:1-14)

As palavras e os fatos constantes deste capítulo sucederam no dia em que Babilônia começou o sítio de Jerusalém no décimo dia do décimo mês do nono ano do reinado de Zedequias, que correspondia ao nono ano de Ezequiel no cativeiro em Babilônia (v. 1,2).

Novamente o profeta dramatizará a sua profecia. Agora ele deve colocar uma panela com água no lume (fogueira) e colocar carnes boas dentro. A carne sendo cozida representa a cidade de Jerusalém sendo assolada pela invasão da Babilônia. Deus quis mostrar o quanto Jerusalém era sanguinária, por isso, colocou a panela numa rocha sem vegetação para que o sangue aparecesse e subisse para Deus cheirar a indignação. Deus fará uma fogueira de Jerusalém. Não terá piedade, pois nunca se purificou de suas mentiras. Os povos verão e julgarão Jerusalém (v.1-14).

Ele coloca a panela enferrujada, vazia, sobre as brasas para tentar tirar a ferrugem, mas não consegue purificar a panela (24:11-12).A mensagem para Jerusalém: ela não seria purificada até Deus satisfazer a sua ira no julgamento da cidade sanguinária (24:13-14)

A viuvez de Ezequiel

O profeta passou por uma prova de fé, através de uma experiência muito triste (Ez 24:15-18).Agora o profeta recebe um grande golpe, contudo, Deus não quer que ele chore. A morte da mulher de Ezequiel representa a destruição do templo (24:15-27).De todas as ilustrações dramáticas do trabalho de Ezequiel, este deve ter sido a mais difícil.Deus falou para ele que a mulher do profeta ia morrer de repente, e que ele não poderia lamentar por ela (24:15-17).Pela manhã, ele falou ao povo e, à tarde, a mulher dele morreu (24:18).No dia seguinte, ele fez o que Deus mandou e não lamentou pela mulher (24:18)

O povo ficou intrigado com a atitude do profeta e quis saber o que significava.

Deus falou que ele tiraria a “delícia” dos olhos do povo – o templo em Jerusalém, e que os filhos deles seriam mortos (24:19-21) e como Ezequiel não tinha lamentado, eles não lamentariam (24:22-24) que ele não teria outras revelações de Deus até chegar um mensageiro com a notícia da destruição do templo (24:25-27)

Israel passou a amar mais o templo que a Deus - o verdadeiro motivo de sua construção. Ezequiel continuou seus esforços para mostrar ao povo a justiça de Deus e para chamar o povo rebelde ao arrependimento verdadeiro. Ele usou uma série de ilustrações para avisar o povo, chegando à cena difícil de aceitar, sem lamentação exposta, a morte de sua mulher. Já era tarde demais para salvar os habitantes de Jerusalém, mas Ezequiel ainda lutava para resgatar alguns dos restantes entre os cativos.

Hoje não é diferente. Privilégios divinos não nos isentam de tristezas terrenas. Seremos julgados de acordo com o nosso comportamento e com nossas ações. ‘Eu, o Senhor, falei. Chegou a hora de eu agir. Não me conterei; não terei piedade, nem voltarei atrás. Você será julgada de acordo com o seu comportamento e com as suas ações, palavra do Soberano Senhor’Ezequiel 24:14
Palavra e Ação

sexta-feira, 27 de abril de 2012

MD-Mateus 7:1

Meditação Diária
Julgando com Amor

Não julgueis, para que não sejais julgados. Mateus 7:1


Há um poema na língua inglesa que diz o seguinte:
"Ore para não encontrar falta no homem que manca ou tropeça ao longo do caminho. A menos que tenha calçado o sapato que ele usa,ou lutado sob o seu fardo.

Pode haver tachinhas em seu sapato que machucam,apesar de escondidas da vista.

Ou o fardo que ele leva em suas costas pode causar-lhes um tropeço também.

Não rechace o homem que hoje está caído, a menos que tenha sentido o golpe que causou a sua queda ou sentido a vergonha que somente os que caem conhecem.

Você pode ser forte, mas mesmo os golpes que foram dele, se tratados contigo da mesma maneira,na mesma ocasião,podem levá-lo a vacilar também.

Não seja tão duro com o homem que peca ou atire-lhe uma palavra ou uma pedra,a menos que esteja seguro, duplamente seguro, de que você não tem nenhum pecado próprio;porque talvez você saiba que a voz do tentador cochichar-lhe suavemente,como fez a ele quando apostatou,poderia ter causado sua falha também."

É tão fácil apontar o dedo de crítica ao nosso semelhante! Ao fazê-lo, muitas vezes nos esquecemos de que temos quatro dedos apontados contra nós,Jesus  nos deu o exemplo que permanece para toda a eternidade.Aqueles que procuravam,através de palavras ferinas e ações degradantes, destruir a vida de Maria Madalena, receberam as pedras de volta.O Mestre escreveu uma obra monumental,na areia, que esvaziou o auditório.

"Vai e não peques mais", foi  a compassiva mensagem para aquela pobre mulher.Aquelas pedras que estavam para ser lançadas podiam agora fazer parte de um altar.Sim, um altar de pedra,onde a corrupção, o egoísmo, a maldade, e a crítica podiam ser sacrificados.Aqueles homens desapareceram e não tiveram seus pecados perdoados.Maria Madalena,porém, ali  mesmo sacrificou tudo que tinha e ofereceu sua vida como um sacrifício genuíno para o Mestre.. Ela havia recebido um grande perdão, e queria também oferecer algo grandioso para o Salvador..Foi por isso que mais tarde ungiu-O para a sepultura,pois ela havia recebido a unção do Espírito de Cristo em sua vida, que transformou em uma nova criatura!/ Por Pr. Leo Ranzolin/

Não devemos como bons cristãos desprezar ou julgar as pessoas porque erraram. Devemos sim estender a nossa mão e falar palavras de esperança que fortaleçam a confiança e despertem o amor.

Que Deus nos ajude a sermos mais semelhantes a Jesus. 
Graça e paz vos sejam multiplicadas" (I pedro 1:2)
 

Deus Se agrada da retidão

  Devocional Diário: 1 de Agosto - Deus Se agrada da retidão Bem sei, meu Deus, que Tu provas os corações e que Te agradas da sinceridade. E...